Querem saber o que aconteceu com essa garota que não só me iniciou, né? Mulher decidida e liberada, que me deixava maluco só de olhar. Qualquer homem gosta de ser bem atendido, mas naquela época eu tava nas nuvens, tinha uma *sweet girl* que era uma gostosa, experiente, que me deixava de pernas bambas, e do outro lado, tinha meu marido que me dava uma surra de buceta. Não esquece que eu tinha só seis meses de casada. Agora me pergunto, a puta? Que degenerado era esse cara, e ele soube tirar de mim aquela puta que qualquer marido quer. Brenda vinha sem problema nenhum a qualquer hora, e como sabia que na hora da sesta o Mauro nunca tava, ela aproveitava. Vinha e falava: "Dani, quero chupar você toda agora e não quero ouvir um não". Ela me comia de todos os lados, passava um tempão nos meus peitos, me molhava como nunca, e por mais que pareça mentira, depois vinha a culpa. Mas isso depois de gozar como uma rainha, ou seja, não era culpa, era saber que tava escondendo algo do meu marido. Mesmo assim, me convencia: "tudo por uma boa festinha com o ser que amo". Mas a parada não terminava aí. No primeiro relato, comentei sobre a mãe da Brenda. Uma tarde, ela bate na porta com uma cara de puta quebrada. Pensei: "fodeu, ela descobriu, vai dar merda". Mas não, foi o contrário. Ela fala: "Dani, vou te perguntar uma coisa: hoje à noite, sem problemas em cuidar dos meus filhos? Tipo, pode tomar conta? Porque tenho que sair com um amiguinho que conheci". Fiquei surpresa e falei: "sem problemas". Aí ela: "outra coisa que queria te dizer: adoro como você geme quando o Mauro te fode". "Epa", falei, "e você como sabe?" "É que mais de uma vez pude ouvir vocês quando deixavam a janela aberta. E entre nós, semana passada me excitaram tanto que me masturbei." Os raios passavam rápido pela minha cabeça. De um lado, a filha, e agora a puta da mãe me diz que se masturba ouvindo nossas sessões de sexo. Eu, meio desnorteada, falei: "que bom". Essa conversa abriu... Entre nós, outro diálogo onde as conversas eram mais diretas. Mas nunca quis me aprofundar porque tinha medo de que, se ela descobrisse sobre a Brenda, tudo ia pro saco. A primeira tarefa é saber como encarar meu marido pra contar ou despertar o apetite dele pela guria. Claro, não era tarefa fácil, porque do jeito que ele olhava pra ela, dava pra ver que não era com olhos de tesão. Isso me prejudicava, mas fazer o quê, tinha que encarar a situação e falar com ele ou manipular ele pra começar a ver a Bren com outros olhos. Como tudo tem começo e fim, às vezes bons, às vezes ruins, a situação com ela tinha ficado meio insustentável. A guria tava super na pica comigo e fazia tudo que eu queria: desde se masturbar pra mim, colocar um consolo e me dar uma sentada, até pedir pra eu passar minha saliva na boca dela. Primeiro, comecei falando pra ela: "Eu adoraria fazer isso com você e o Mauro". Porra, ela não gostou nada do meu comentário. Disse que nem louca se deixava tocar pelo meu marido. Pensei comigo: "Essa gatinha é sapatão ou pirou comigo?" Mas me explica: por que você não quer nada? Ele te falou algo, te fez algo, ou o que? Você não gosta de homem? Ela, bem fria, respondeu: "Eu gosto de homem, gosto de pica grande, mas seu marido pra mim é como se fosse um pai/tio, não alguém que quer me comer." "Ué, mas não olha desse jeito. Você não sabe as coisas que a gente poderia fazer nós três juntos. Pra mim, não seria uma situação de enganação, assim a gente branqueia nossa relação e depois a gente pode levar de outro jeito. Tipo, a gente faz uma vez com ele e depois a gente continua só nós duas quantas vezes quisermos?" Mas minha explicação não teve muito sucesso. A recusa dela era firme. Bom, assunto encerrado. Tinha que dar um jeito mais seguro de conseguir deixar de lado os princípios dela e levar ela pra onde eu queria. No outro dia, ela veio de novo na sesta e eu nem dei bola. Ela me procurava, mas eu disse que não tava a fim. vontade, porque a verdade é que eu tava cansada. Ela me olhou, não disse nada e foi embora. Assim passou quase uma semana, que quando ela vinha, eu cortava toda a inspiração dela de querer ter algo comigo. Mas na segunda-feira seguinte, quando ela veio, teve outra postura. Me disse: "O que tá rolando? Você não tá me dando mais bola." Pisei no palito, pensei comigo mesma. "O que acontece é que não gostei do que você falou do Mauro. Eu vi com outros olhos, poder dar prazer pra nós três sem nenhum tipo de amarra, e você me sai com um 'dia de sorte'? Por isso pensei no que aconteceu e decidi, por enquanto, não ter mais nada com você..." A cara de espanto da Brenda era inacreditável, mas ela ficou em silêncio e disse: "É sua decisão, você quem perde." Virou as costas e foi embora. Merda, fiquei mais excitada com a resposta dela do que com o ambiente. A mina se agigantou e quer tirar vantagem, mas engoli o orgulho e pensei: "Não afrouxa agora, Dani, tudo vai dar certo."
Como estávamos no auge do verão, decidimos ir a uma praia perto da minha cidade com meu marido. E o idiota não teve ideia melhor do que me dizer: "Acabei de ver a Brenda na calçada, perguntei se ela queria vir com a gente." Ops, pensei: "Fodeu tudo." "O que ela disse?", perguntei. "Nada, que gostaria, mas que primeiro tinha que falar com você." Comigo!!! Não sabia que razão tinha nisso tudo? Mas beleza, ela veio e disse: "Eu vou, mas te faço uma pergunta: o Mauro sabe de nós?" NÃOOOOO, falei: "Quer que eu tome um cacete por ser otária?" Bom, a questão é que viajamos nós três no carro, rindo. Eu, expectante de tudo, não sabia o que ia rolar, mas imaginava que seria bom. O apartamento onde chegamos era de dois quartos. Nos acomodamos e fomos jantar. Logicamente, toda a despesa era por nossa conta, ela era uma convidada VIP. Mas olha, tudo isso sem planejar, ou seja, eu planejava, mas meu marido não fazia a menor puta ideia das minhas intenções. Dormimos e de manhã fomos pra praia. Enquanto tomávamos sol, a mina diz, sem nenhum Tipo de problemas... Mau, passa bronzeador nas minhas costas. Meu marido, nem lerdo nem preguiçoso, fez isso sem problema nenhum, e a safada ficou olhando?. E com os olhos dela dizia: "tá vendo o que seu maridinho faz por mim?". A situação me deixou tensa, não sei por quê, mas depois veio o pior. Brenda estava com um pareô que escondia o biquíni dela, que até então não tinha mostrado. Pra minha surpresa, ela fala pro Mauro: "vou tirar o pareô pra você passar nas minhas pernas?". "Girl", pensei comigo... "girl"?... Ela tava usando uma Booty Less branca, ficava uma delícia nela. Meu marido se surpreendeu e falou: "Nossa, gata, que bem que essa mala te cai". Bom, nem tudo é tão ruim. Consegui tirar dele aquela imagem de sátiro, ou seja, já não via ela como a menininha da casa ao lado, mas sim como uma gostosa feita e direita. Melhor pra mim, uma coisa a menos pra resolver. Mas minha sensação era estranha, de estar fazendo papel de puta e de rato? Já não era mais a puta, era o rato nas mãos dessa gata mais esperta que eu. Pensei comigo: "Bom, já que você tá no mar, deixa as ondas te levarem, não tem outra escolha". Meus planos sempre foram atropelados por ela, e eu sempre ficava exposta, como se minha tática não fosse boa. Naquela noite, pensamos em ir pro cassino. Quando ela foi tomar banho, meu marido me disse: "Eu não tinha reparado na Brenda, mas como a vizinha ficou gostosa, hein?". "Já percebi", respondi, "seus olhos me mostraram isso. Mas olha, pussy, tô de olho em você". Ele riu e foi pro quarto de cima. Quando ele tava subindo, Brenda gritou: "Daniela, me alcança a toalha, esqueci no quarto". Quando fui entregar, ela disse: "Fecha a porta. Olha como eu tô?". A safada tava se masturbando. Falou: "Tô super quente", enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. E continuou: "Vai, entra, vamos tomar banho juntas". "Cê tá louca? Para com isso". "Vai", e ela continuava se tocando. A imagem tava me excitando, mas meu marido tava lá fora... Situação linda. "NÃOOOOO", falei, "não posso". "Bom, ou você entra, ou hoje à noite eu como o seu marido". "Ah, é? Então vai... Queria te ver, mentira, um arrepio passou pela minha espinha, uma mistura de ciúme e raiva, eyyy, me perguntei o que tá rolando comigo, não me conhecia? Eu, a liberal, a mulher resolvida, não não não?. Algo estranho tá acontecendo comigo, não falei nada e saí do banheiro, com a cabeça a mil, o que você tem? Me perguntou meu marido, nada, parece que a pressão caiu por causa do calor e do vapor do banheiro e me joguei na cama, não sei o que rolou mas apaguei, quando acordo vejo meu marido, me abanando com uma revista, Brenda do meu lado com a toalha dela perguntando se eu tava bem? Quando tudo voltou ao normal, não sei se de propósito ou não, ao se levantar da cama ela com o joelho prendeu a única coisa que a cobria e sim, ficou pelada na frente de nós dois, meu marido, olhou pra ela não falou nada, eu olhei pra ela, ela muito na dela disse, galera vou me trocar mas saiu do quarto sem se cobrir, mostrando toda a beleza dela no caminho que percorreu, logicamente ele não tirou os olhos daquela bunda linda, que já tinha as marcas da calcinha fio dental entre as duas nádegas, ponto fraco do meu marido, que isso deixa ele louco. Ninguém falou nada, simplesmente fomos pro cassino, foi uma noite boa, não só porque ganhamos, mas porque bebemos os três tudo que tava ao nosso alcance, quando fomos embora vimos que o céu tava todo nublado, tempestade a caminho, quando chegamos no nosso apartamento, eu tava excitada pelo champanhe e queria transar custe o que custar, meu marido também parecia excitado, talvez por causa do álcool, mas ainda mais por tudo que viveu com o show da Brenda. Quando já estávamos na cama, os trovões começaram a soar, a gente tinha a porta fechada, Mauro já tava de pau duro e chupando um peito quando a porta abre de repente, faltou mão pra gente se cobrir com os lençóis, tenho medo de trovão desde pequena, ela disse? posso dormir com vocês, a cara de bunda que meu marido fez vocês não imaginam, mas fazer o quê, a merda já tava feita, eu em bolas, Mauro Bonner e ela com uma camisola super curta, sem sutiã, aí eu fui pro meio, ficamos em silêncio um tempão e ela fala: "moleque, vocês estavam fazendo alguma coisa que eu interrompi, agora tô percebendo, né?" "Não, tá tudo bem", respondeu meu marido, naquela posição típica de bunda com bunda, puto da vida que tava. Mas não demorou muito pra eu sentir uma mão tocando meu peito, logicamente que tirei bem de leve, mas ela saiu dali e foi parar na minha buceta já molhada por tudo que tinha rolado. Não deu pra fazer nada, só abri as pernas pra ela tocar mais à vontade, né? Tava me masturbando, virei e deixei o lado da minha raba pra Brenda, que não parava de me tocar. Sem mais, pensei: "é agora", peguei a pica do meu marido e comecei a mexer. Ele percebeu que algo tava rolando pelos meus movimentos, não falou nada, mas não demorou um segundo pra ficar bem duro. Até que sinto os lábios dela na minha boca, respondi o beijo e me virei, falei: "Mauro, não fala nada, se deixa levar pela situação". Que situação nada, ele se virou igual um furacão e começou a meter a mão em tudo quanto é lugar, em mim, na Brenda. Ela já tinha descido pra me chupar e Mauro enfiava a pica dele na minha boca. "Porra", pensei por dentro, "que fácil que foi". Aí foi uma noite de frenesi, Brenda me ajudou a chupar meu marido, ele se esbaldou fazendo de tudo com ela, meteu, saboreou, e o momento culminante foi quando ele gozou. Entre nós duas, passamos a porra dele, um manjar nada desprezível pra ambas. Dormimos exaustos com tanto sexo, Mauro gozou duas vezes e eu mil, igual a Brenda. Mas de manhã, quando acordamos, pensei em culpa ou coisas estranhas, nada, tudo ao contrário. Ela tava no meio de nós dois sendo mimada igual uma neném e fala pro Mauro: "Viu o que te falei na praia? Esse era o presente que queria dar pra vocês dois, por serem quem são". Aí passamos esses três dias transando igual alienígena, onde desse ou desse vontade. A Passamos de puta mãe, a Brenda se deu ao luxo de comer meu marido na sala enquanto eu dormia, ele tava no céu de tanta felicidade e eu? bom, o que posso dizer, me diverti pra caralho, realizei o sonho do meu amado e de certa forma clareei a situação. Não acabou tudo aqui e espero um dia continuar o relato, mas quando tiver tempo e vontade, falta uma parte importante nisso tudo, lembram da Patricia, a mãe? bom, deixo o final em aberto. Beijos, Daniela
Como estávamos no auge do verão, decidimos ir a uma praia perto da minha cidade com meu marido. E o idiota não teve ideia melhor do que me dizer: "Acabei de ver a Brenda na calçada, perguntei se ela queria vir com a gente." Ops, pensei: "Fodeu tudo." "O que ela disse?", perguntei. "Nada, que gostaria, mas que primeiro tinha que falar com você." Comigo!!! Não sabia que razão tinha nisso tudo? Mas beleza, ela veio e disse: "Eu vou, mas te faço uma pergunta: o Mauro sabe de nós?" NÃOOOOO, falei: "Quer que eu tome um cacete por ser otária?" Bom, a questão é que viajamos nós três no carro, rindo. Eu, expectante de tudo, não sabia o que ia rolar, mas imaginava que seria bom. O apartamento onde chegamos era de dois quartos. Nos acomodamos e fomos jantar. Logicamente, toda a despesa era por nossa conta, ela era uma convidada VIP. Mas olha, tudo isso sem planejar, ou seja, eu planejava, mas meu marido não fazia a menor puta ideia das minhas intenções. Dormimos e de manhã fomos pra praia. Enquanto tomávamos sol, a mina diz, sem nenhum Tipo de problemas... Mau, passa bronzeador nas minhas costas. Meu marido, nem lerdo nem preguiçoso, fez isso sem problema nenhum, e a safada ficou olhando?. E com os olhos dela dizia: "tá vendo o que seu maridinho faz por mim?". A situação me deixou tensa, não sei por quê, mas depois veio o pior. Brenda estava com um pareô que escondia o biquíni dela, que até então não tinha mostrado. Pra minha surpresa, ela fala pro Mauro: "vou tirar o pareô pra você passar nas minhas pernas?". "Girl", pensei comigo... "girl"?... Ela tava usando uma Booty Less branca, ficava uma delícia nela. Meu marido se surpreendeu e falou: "Nossa, gata, que bem que essa mala te cai". Bom, nem tudo é tão ruim. Consegui tirar dele aquela imagem de sátiro, ou seja, já não via ela como a menininha da casa ao lado, mas sim como uma gostosa feita e direita. Melhor pra mim, uma coisa a menos pra resolver. Mas minha sensação era estranha, de estar fazendo papel de puta e de rato? Já não era mais a puta, era o rato nas mãos dessa gata mais esperta que eu. Pensei comigo: "Bom, já que você tá no mar, deixa as ondas te levarem, não tem outra escolha". Meus planos sempre foram atropelados por ela, e eu sempre ficava exposta, como se minha tática não fosse boa. Naquela noite, pensamos em ir pro cassino. Quando ela foi tomar banho, meu marido me disse: "Eu não tinha reparado na Brenda, mas como a vizinha ficou gostosa, hein?". "Já percebi", respondi, "seus olhos me mostraram isso. Mas olha, pussy, tô de olho em você". Ele riu e foi pro quarto de cima. Quando ele tava subindo, Brenda gritou: "Daniela, me alcança a toalha, esqueci no quarto". Quando fui entregar, ela disse: "Fecha a porta. Olha como eu tô?". A safada tava se masturbando. Falou: "Tô super quente", enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. E continuou: "Vai, entra, vamos tomar banho juntas". "Cê tá louca? Para com isso". "Vai", e ela continuava se tocando. A imagem tava me excitando, mas meu marido tava lá fora... Situação linda. "NÃOOOOO", falei, "não posso". "Bom, ou você entra, ou hoje à noite eu como o seu marido". "Ah, é? Então vai... Queria te ver, mentira, um arrepio passou pela minha espinha, uma mistura de ciúme e raiva, eyyy, me perguntei o que tá rolando comigo, não me conhecia? Eu, a liberal, a mulher resolvida, não não não?. Algo estranho tá acontecendo comigo, não falei nada e saí do banheiro, com a cabeça a mil, o que você tem? Me perguntou meu marido, nada, parece que a pressão caiu por causa do calor e do vapor do banheiro e me joguei na cama, não sei o que rolou mas apaguei, quando acordo vejo meu marido, me abanando com uma revista, Brenda do meu lado com a toalha dela perguntando se eu tava bem? Quando tudo voltou ao normal, não sei se de propósito ou não, ao se levantar da cama ela com o joelho prendeu a única coisa que a cobria e sim, ficou pelada na frente de nós dois, meu marido, olhou pra ela não falou nada, eu olhei pra ela, ela muito na dela disse, galera vou me trocar mas saiu do quarto sem se cobrir, mostrando toda a beleza dela no caminho que percorreu, logicamente ele não tirou os olhos daquela bunda linda, que já tinha as marcas da calcinha fio dental entre as duas nádegas, ponto fraco do meu marido, que isso deixa ele louco. Ninguém falou nada, simplesmente fomos pro cassino, foi uma noite boa, não só porque ganhamos, mas porque bebemos os três tudo que tava ao nosso alcance, quando fomos embora vimos que o céu tava todo nublado, tempestade a caminho, quando chegamos no nosso apartamento, eu tava excitada pelo champanhe e queria transar custe o que custar, meu marido também parecia excitado, talvez por causa do álcool, mas ainda mais por tudo que viveu com o show da Brenda. Quando já estávamos na cama, os trovões começaram a soar, a gente tinha a porta fechada, Mauro já tava de pau duro e chupando um peito quando a porta abre de repente, faltou mão pra gente se cobrir com os lençóis, tenho medo de trovão desde pequena, ela disse? posso dormir com vocês, a cara de bunda que meu marido fez vocês não imaginam, mas fazer o quê, a merda já tava feita, eu em bolas, Mauro Bonner e ela com uma camisola super curta, sem sutiã, aí eu fui pro meio, ficamos em silêncio um tempão e ela fala: "moleque, vocês estavam fazendo alguma coisa que eu interrompi, agora tô percebendo, né?" "Não, tá tudo bem", respondeu meu marido, naquela posição típica de bunda com bunda, puto da vida que tava. Mas não demorou muito pra eu sentir uma mão tocando meu peito, logicamente que tirei bem de leve, mas ela saiu dali e foi parar na minha buceta já molhada por tudo que tinha rolado. Não deu pra fazer nada, só abri as pernas pra ela tocar mais à vontade, né? Tava me masturbando, virei e deixei o lado da minha raba pra Brenda, que não parava de me tocar. Sem mais, pensei: "é agora", peguei a pica do meu marido e comecei a mexer. Ele percebeu que algo tava rolando pelos meus movimentos, não falou nada, mas não demorou um segundo pra ficar bem duro. Até que sinto os lábios dela na minha boca, respondi o beijo e me virei, falei: "Mauro, não fala nada, se deixa levar pela situação". Que situação nada, ele se virou igual um furacão e começou a meter a mão em tudo quanto é lugar, em mim, na Brenda. Ela já tinha descido pra me chupar e Mauro enfiava a pica dele na minha boca. "Porra", pensei por dentro, "que fácil que foi". Aí foi uma noite de frenesi, Brenda me ajudou a chupar meu marido, ele se esbaldou fazendo de tudo com ela, meteu, saboreou, e o momento culminante foi quando ele gozou. Entre nós duas, passamos a porra dele, um manjar nada desprezível pra ambas. Dormimos exaustos com tanto sexo, Mauro gozou duas vezes e eu mil, igual a Brenda. Mas de manhã, quando acordamos, pensei em culpa ou coisas estranhas, nada, tudo ao contrário. Ela tava no meio de nós dois sendo mimada igual uma neném e fala pro Mauro: "Viu o que te falei na praia? Esse era o presente que queria dar pra vocês dois, por serem quem são". Aí passamos esses três dias transando igual alienígena, onde desse ou desse vontade. A Passamos de puta mãe, a Brenda se deu ao luxo de comer meu marido na sala enquanto eu dormia, ele tava no céu de tanta felicidade e eu? bom, o que posso dizer, me diverti pra caralho, realizei o sonho do meu amado e de certa forma clareei a situação. Não acabou tudo aqui e espero um dia continuar o relato, mas quando tiver tempo e vontade, falta uma parte importante nisso tudo, lembram da Patricia, a mãe? bom, deixo o final em aberto. Beijos, Daniela
9 comentários - Yo casada cogida por una pendeja .... 2