Querem saber o que aconteceu com essa garota que não só deu em cima de MIM? Mulher decidida e liberada, né? Mas me dava um nó na cabeça só de pensar. Qualquer pessoa gosta de ser desejada, mas naquela época eu estava nas nuvens. Tinha uma gostosinha super experiente, que me deixava com água na boca, e por outro lado, tinha meu marido que me comia com vontade. Lembrem que eu tinha só 6 meses de casada. Agora eu me pergunto, que puta! Que degenerado era esse cara, e ele soube tirar de mim essa putinha que qualquer marido quer. A Brenda vinha a qualquer hora sem problema e, como sabia que na hora da sesta o Mauro nunca estava, ela aproveitava. Vinha e me dizia: "Dani, quero te chupar toda agora e não quero um não". Me fodia de todos os jeitos, podia passar um tempão nos meus peitos, me deixava molhada como nunca. E, mesmo que pareça mentira, depois me batia a culpa – só depois de gozar como uma rainha, claro. Ou seja, não era culpa, era saber que estava escondendo algo do meu marido. Mas eu me convencia dizendo: "Tudo por uma boa festinha com quem eu amo".
Mas a coisa não parava aí. No primeiro relato, comentei sobre a mãe da Brenda. Uma tarde ela bate na minha porta com uma cara estranha. Pensei: "Fudeu, ela descobriu, vai armar um barraco". Mas não, foi tudo ao contrário. Ela me diz: "Dani, te faço uma pergunta: hoje à noite você não tem problema de cuidar das crianças pra mim? Tipo, se pode se responsabilizar, porque tenho que sair com um amiguinho que conheci". Fiquei surpresa e disse: "No problem". Aí ela solta: "Outra coisa que queria te dizer: adoro como você grita quando o Mauro te come". Epa! Eu disse: "E você como sabe?". "É que mais de uma vez pude escutar quando deixavam a janela aberta. E entre nós, na semana passada me esquentou tanto que me masturbei". Os pensamentos passaram rápido pela minha cabeça: por um lado a filha, e agora a atrevida da mãe me diz que se masturba ouvindo nossas sessões de sexo. Eu, meio sem reação, disse: "Que bom, fico feliz". Essa conversa abriu... entre nós, outro diálogo onde as conversas eram mais diretas. Mas nunca quis me aprofundar porque me dava medo de saber que, se ela descobrisse sobre a Brenda, ia botar tudo a perder. A primeira tarefa era saber como encarar meu marido pra contar ou despertar o apetite dele pela gata. Claro, não era tarefa fácil, porque pelo jeito que ele olhava pra ela, eu sabia que não era com olhares de tesão. Isso me pregava uma peça, mas enfim, tinha que encarar a situação e falar com ele, ou manipular os pensamentos dele pra que começasse a ver a Bren com outros olhos.
Como tudo tem um começo e um fim, às vezes bons, outros ruins, a situação com ela tinha ficado meio insustentável. A gata estava super excitada comigo e fazia o que eu queria: desde se masturbar pra mim, colocar um consolo e me dar gostoso, até pedir pra eu passar minha saliva na boca dela. Primeiro, comecei com ela dizendo: "Eu adoraria fazer isso com você e o Mauro". Merda, ela não gostou nada do meu comentário. Disse que nem louca se deixaria tocar pelo meu marido. O que aconteceu, pensei comigo? Essa gatinha é lésbica ou pirou comigo? "Mas me explica, por que você não quer? Ele te disse algo, te fez algo, ou o que tá rolando? Você não gosta de homens?" Ela, muito fria, me diz: "Homens eu gosto, gosto de paus grandes, mas seu marido pra mim é como se fosse um pai/tio, não alguém que eu queira dar". "Uai, mas não olha por esse lado, você não sabe as coisas que a gente poderia fazer os três juntos. E pra mim não seria uma situação de traição, dessa forma a gente deixa nossa relação clara e, depois, podemos levar do jeito que a gente quiser. Tipo, a gente faz uma vez com ele e depois nós duas fazemos todas as vezes que quisermos?" Mas minha explicação não teve muito sucesso. A recusa dela era firme e constante. Bom, assunto encerrado. Tinha que buscar uma forma mais segura de fazer ela deixar os princípios de lado e levar pra onde eu queria.
No outro dia, ela voltou pra sesta e eu não dei nem bola. Ela me procurava, mas eu disse que não tinha vontade, porque a verdade eu estava cansada, ela me olhou, não disse nada e foi embora. Assim passou quase uma semana, sempre que ela vinha eu cortava toda a inspiração dela de querer ter algo comigo. Mas na segunda-feira seguinte, quando ela veio, estava com outra postura. Me perguntou o que estava acontecendo, por que eu não dava mais bola. "Pisou na bola", pensei comigo mesma. "O que acontece é que não gostei do que você disse sobre o Mauro. Eu vi a situação com outros olhos, a possibilidade de nós três sentirmos prazer sem nenhum tipo de amarra, e você veio com uma previsão de azar. Por isso pensei no que aconteceu e decidi, por enquanto, não ter mais nada com você..." A cara de choque da Brenda era incrível, mas ela ficou em silêncio e disse: "É sua decisão, você é quem perde". Deu meia-volta e foi embora. Merda, fiquei ainda mais excitada com a resposta dela do que com a situação toda. A mina se achou e quer tirar vantagem, mas juntei meu orgulho e pensei: "Não afrouxa agora, Dani, tudo vai dar certo".
Como estávamos no meio do verão, decidimos ir a uma praia perto da minha cidade com meu marido. E o muito idiota não teve ideia melhor do que me dizer: "Ah, acabei de ver a Brenda na calçada e perguntei se ela queria vir com a gente". Opaaa, pensei: "Agora ferrou tudo". "O que ela disse?", perguntei. "Nada, que legal, que ela adoraria, mas que primeiro tinha que falar com você". Comigo!!! Eu não sabia que razão havia nisso tudo? Mas enfim, ela veio e disse: "Eu vou, mas te faço uma pergunta: o Mauro sabe alguma coisa sobre a gente?" NÃÃÃÃÃOOO, falei: "Quer que eu leve uma surra por ser burra?" Bom, a questão é que viajamos os três no carro, rindo, eu expectante com tudo, não sabia o que ia acontecer, mas imaginava que poderia ser bom.
O apartamento onde chegamos tinha dois quartos. Nos acomodamos e fomos jantar. Logicamente, toda a despesa ficou por nossa conta, ela era uma convidada VIP. Mas olha, tudo isso sem planejamento, quer dizer, eu planejava, mas meu marido não tinha a mínima ideia das minhas intenções. Dormimos e de manhã fomos à praia. Enquanto tomávamos sol, a mina diz, sem nenhum... tipo de problemas, Mau, passa o bronzeador nas minhas costas, meu marido nem lento nem preguiçoso fez sem problemas e a muito safada me encarava? e com seus olhos me dizia: tá vendo o que seu maridinho tá fazendo comigo? a situação me deixou tensa e não sei porquê, mas depois veio o pior. Brenda tinha colocado um pareô que cobria seu biquíni, que até então ela não tinha mostrado, para minha surpresa ela diz para Mauro: para que eu tiro o pareô assim você passa nas minhas pernas? garota, eu disse pra mim mesma? garota?.. ela estava usando uma biquíni branco fio-dental, terrível como ficava nela, meu marido se surpreendeu e disse: neném, como esse maiô fica bem em você, bom, nem tudo de ruim é tão ruim, consegui tirar dele aquele olhar de sátiro, quer dizer, ele já não a via como a garotinha da casa ao lado, mas sim como uma gostosa feita e direita, melhor para mim, uma coisa a menos para resolver, mas minha sensação era meio estranha de brincar de ser a puta e o rato? já não era a puta, era o rato nas mãos dessa garota mais esperta que eu. Eu disse pra mim mesma: bom, já está no mar, deixa as ondas te levarem, você não tem outra alternativa, meus planos sempre foram atropelados por ela e sempre fiquei exposta como se minha tática não fosse boa. Essa noite pensamos em ir ao cassino, quando ela foi tomar banho, meu marido me diz: eu não tinha prestado atenção na Brenda, que gostosa que ficou a vizinha, ele me diz, sim, já percebi, respondi, seus olhos assim me mostraram, mas olho na buceta, tô te observando? ele riu e foi para o quarto de cima, quando está subindo Brenda grita dizendo: Daniela, me alcança a toalha, esqueci no quarto, quando vou entregar para ela, ela me diz: fecha a porta, olha como estou? a safada estava se masturbando, me diz: tô super excitada, enquanto enfiava dois dedos na sua vagina e me diz: vamos, entra, vamos tomar banho juntas? você está louca, não para? vamos, e ela continuava se tocando, a imagem estava me excitando, mas lá fora está meu marido? bela situação, NÃÃÃÃÃÃO eu disse, não posso, bom, fácil: ou você entra ou esta noite eu fodo seu marido, ah bom? vamos, me Queria te ver, mentira, um calafrio correu pela minha coluna, uma mistura de ciúmes e raiva. Eita, me perguntei o que tava acontecendo comigo, não me reconheci? Eu, a liberal, a mulher desencanada, não, não, não? Algo estranho tá rolando comigo. Não disse nada e saí do banheiro, com a cabeça a mil. "O que foi?" meu marido perguntou. "Nada", respondi. Deve ter sido a pressão que caiu por causa do calor e do vapor do banheiro. Deitei na cama e não sei o que aconteceu, mas apaguei. Quando acordo, vejo meu marido me ventilando com uma revista, Brenda ao meu lado com sua toalha perguntando se eu estava bem. Quando tudo voltou ao normal, não sei se de propósito ou não, ao se levantar da cama, com o joelho ela prendeu a única coisa que a cobria e sim, ficou pelada na frente dos dois. Meu marido olhou, não disse nada. Eu olhei. Ela, toda tranquila, disse: "Pessoal, vou me trocar", mas saiu do quarto sem se cobrir, mostrando toda sua beleza no caminho que percorreu. Logicamente, ele não tirou os olhos daquele bumbum lindo, que já tinha as marcas da calcinha fio-dental entre as duas nádegas – ponto fraco do meu marido, isso deixa ele louco. Ninguém falou nada, simplesmente fomos ao cassino. Foi uma noite boa, não só ganhamos, mas também bebemos os três tudo que estava ao nosso alcance. Quando saímos, vimos que o céu estava todo nublado, tempestade chegando. Quando chegamos ao nosso apartamento, eu estava excitada pelo champanhe e queria transar custe o que custasse. Meu marido também parecia excitado, talvez por causa do álcool, mas ainda mais por tudo que tinha vivido com o espetáculo da Brenda. Quando já estávamos na cama, os trovões começaram a soar. Nós tínhamos a porta fechada, Mauro já estava durão e chupando um peito quando a porta se abre de repente. Faltaram mãos pra gente se cobrir com os lençóis. "Tenho medo de trovões, isso é desde pequena", ela disse. "Posso dormir com vocês?" A cara de cu que meu marido fez não dá pra imaginar. Mas bom, a merda já estava feita. Eu, em... caralho, Mauro dormindo e ela com um camisola super curta, sem sutiã, aí eu fui pro meio, ficamos em silêncio um tempinho e ela fala "gente, vocês estavam fazendo algo que eu interrompi, né? agora que percebo" e tal. "Tá tudo bem" respondeu meu marido naquela posição típica de cu com cu? de pura raiva que eu tava, mas não demorou muito pra eu sentir uma mão tocando um dos meus peitos. Logicamente, tirei bem de leve, mas a mão saiu dali e foi parar na minha buceta já molhada por tudo que tava rolando. Não pude fazer nada, só abri as pernas pra ela tocar mais livremente, sabe? Ela estava me masturbando, eu virei e deixei o lado da minha bunda pra Brenda, que não parava de me tocar. Sem pensar muito, pensei "é a minha vez", agarrei o pau do meu marido e comecei a mexer. Ele percebeu que algo tava acontecendo pelos meus movimentos, não disse nada, mas não demorou um segundo pra ele ficar bem duro. Até que sinto os lábios dela na minha boca, retribuí o beijo e me virei. Falei pro Mauro: "Não fala nada, só se deixa levar pela situação". Que situação o quê, ele se virou que nem um furacão e começou a meter a mão por todo lado, em mim, na Brenda... Ela já tinha descido pra me chupar e Mauro enfiou o pau dele na minha boca. Merda, pensei por dentro: "que fácil que foi!" A parada foi uma noite de frenesi, Brenda me ajudou a chupar ele, meu marido se deu o prazer de fazer de tudo com ela, penetrou, saboreou, e o momento ápice foi quando ele gozou. Entre nós duas, passamos a porra dele uma pra outra, um manjar nada desprezível pra ambas. Dormimos cansados com tanto sexo, Mauro gozou duas vezes e eu mil, assim como a Brenda. Mas de manhã, quando acordamos, pensei em culpas ou coisas estranhas, mas nada, pelo contrário: ela tava no meio dos dois, sendo mimada que nem uma menina, e disse pro Mauro: "Viu o que te falei na praia? Esse era o presente que eu queria dar pra vocês dois, por serem como são". A parada é que passamos esses três dias fodendo que nem extraterrestres, onde desse vontade ou tivesse lugar, a... de puta a mãe, Brenda se deu ao luxo de foder meu marido na sala enquanto eu dormia, ele estava tocando o céu com as mãos e eu? bom, o que posso dizer, me diverti pra caralho, realizei o sonho do meu amado e de certa forma legalizei a situação. Nem tudo acabou aqui e espero um dia continuar a história, mas quando tiver tempo e vontade, falta uma parte importante nisso tudo, lembram da Patricia, a mãe, bom, deixo o final em aberto. Beijos, Daniela
Mas a coisa não parava aí. No primeiro relato, comentei sobre a mãe da Brenda. Uma tarde ela bate na minha porta com uma cara estranha. Pensei: "Fudeu, ela descobriu, vai armar um barraco". Mas não, foi tudo ao contrário. Ela me diz: "Dani, te faço uma pergunta: hoje à noite você não tem problema de cuidar das crianças pra mim? Tipo, se pode se responsabilizar, porque tenho que sair com um amiguinho que conheci". Fiquei surpresa e disse: "No problem". Aí ela solta: "Outra coisa que queria te dizer: adoro como você grita quando o Mauro te come". Epa! Eu disse: "E você como sabe?". "É que mais de uma vez pude escutar quando deixavam a janela aberta. E entre nós, na semana passada me esquentou tanto que me masturbei". Os pensamentos passaram rápido pela minha cabeça: por um lado a filha, e agora a atrevida da mãe me diz que se masturba ouvindo nossas sessões de sexo. Eu, meio sem reação, disse: "Que bom, fico feliz". Essa conversa abriu... entre nós, outro diálogo onde as conversas eram mais diretas. Mas nunca quis me aprofundar porque me dava medo de saber que, se ela descobrisse sobre a Brenda, ia botar tudo a perder. A primeira tarefa era saber como encarar meu marido pra contar ou despertar o apetite dele pela gata. Claro, não era tarefa fácil, porque pelo jeito que ele olhava pra ela, eu sabia que não era com olhares de tesão. Isso me pregava uma peça, mas enfim, tinha que encarar a situação e falar com ele, ou manipular os pensamentos dele pra que começasse a ver a Bren com outros olhos.
Como tudo tem um começo e um fim, às vezes bons, outros ruins, a situação com ela tinha ficado meio insustentável. A gata estava super excitada comigo e fazia o que eu queria: desde se masturbar pra mim, colocar um consolo e me dar gostoso, até pedir pra eu passar minha saliva na boca dela. Primeiro, comecei com ela dizendo: "Eu adoraria fazer isso com você e o Mauro". Merda, ela não gostou nada do meu comentário. Disse que nem louca se deixaria tocar pelo meu marido. O que aconteceu, pensei comigo? Essa gatinha é lésbica ou pirou comigo? "Mas me explica, por que você não quer? Ele te disse algo, te fez algo, ou o que tá rolando? Você não gosta de homens?" Ela, muito fria, me diz: "Homens eu gosto, gosto de paus grandes, mas seu marido pra mim é como se fosse um pai/tio, não alguém que eu queira dar". "Uai, mas não olha por esse lado, você não sabe as coisas que a gente poderia fazer os três juntos. E pra mim não seria uma situação de traição, dessa forma a gente deixa nossa relação clara e, depois, podemos levar do jeito que a gente quiser. Tipo, a gente faz uma vez com ele e depois nós duas fazemos todas as vezes que quisermos?" Mas minha explicação não teve muito sucesso. A recusa dela era firme e constante. Bom, assunto encerrado. Tinha que buscar uma forma mais segura de fazer ela deixar os princípios de lado e levar pra onde eu queria.
No outro dia, ela voltou pra sesta e eu não dei nem bola. Ela me procurava, mas eu disse que não tinha vontade, porque a verdade eu estava cansada, ela me olhou, não disse nada e foi embora. Assim passou quase uma semana, sempre que ela vinha eu cortava toda a inspiração dela de querer ter algo comigo. Mas na segunda-feira seguinte, quando ela veio, estava com outra postura. Me perguntou o que estava acontecendo, por que eu não dava mais bola. "Pisou na bola", pensei comigo mesma. "O que acontece é que não gostei do que você disse sobre o Mauro. Eu vi a situação com outros olhos, a possibilidade de nós três sentirmos prazer sem nenhum tipo de amarra, e você veio com uma previsão de azar. Por isso pensei no que aconteceu e decidi, por enquanto, não ter mais nada com você..." A cara de choque da Brenda era incrível, mas ela ficou em silêncio e disse: "É sua decisão, você é quem perde". Deu meia-volta e foi embora. Merda, fiquei ainda mais excitada com a resposta dela do que com a situação toda. A mina se achou e quer tirar vantagem, mas juntei meu orgulho e pensei: "Não afrouxa agora, Dani, tudo vai dar certo".
Como estávamos no meio do verão, decidimos ir a uma praia perto da minha cidade com meu marido. E o muito idiota não teve ideia melhor do que me dizer: "Ah, acabei de ver a Brenda na calçada e perguntei se ela queria vir com a gente". Opaaa, pensei: "Agora ferrou tudo". "O que ela disse?", perguntei. "Nada, que legal, que ela adoraria, mas que primeiro tinha que falar com você". Comigo!!! Eu não sabia que razão havia nisso tudo? Mas enfim, ela veio e disse: "Eu vou, mas te faço uma pergunta: o Mauro sabe alguma coisa sobre a gente?" NÃÃÃÃÃOOO, falei: "Quer que eu leve uma surra por ser burra?" Bom, a questão é que viajamos os três no carro, rindo, eu expectante com tudo, não sabia o que ia acontecer, mas imaginava que poderia ser bom.
O apartamento onde chegamos tinha dois quartos. Nos acomodamos e fomos jantar. Logicamente, toda a despesa ficou por nossa conta, ela era uma convidada VIP. Mas olha, tudo isso sem planejamento, quer dizer, eu planejava, mas meu marido não tinha a mínima ideia das minhas intenções. Dormimos e de manhã fomos à praia. Enquanto tomávamos sol, a mina diz, sem nenhum... tipo de problemas, Mau, passa o bronzeador nas minhas costas, meu marido nem lento nem preguiçoso fez sem problemas e a muito safada me encarava? e com seus olhos me dizia: tá vendo o que seu maridinho tá fazendo comigo? a situação me deixou tensa e não sei porquê, mas depois veio o pior. Brenda tinha colocado um pareô que cobria seu biquíni, que até então ela não tinha mostrado, para minha surpresa ela diz para Mauro: para que eu tiro o pareô assim você passa nas minhas pernas? garota, eu disse pra mim mesma? garota?.. ela estava usando uma biquíni branco fio-dental, terrível como ficava nela, meu marido se surpreendeu e disse: neném, como esse maiô fica bem em você, bom, nem tudo de ruim é tão ruim, consegui tirar dele aquele olhar de sátiro, quer dizer, ele já não a via como a garotinha da casa ao lado, mas sim como uma gostosa feita e direita, melhor para mim, uma coisa a menos para resolver, mas minha sensação era meio estranha de brincar de ser a puta e o rato? já não era a puta, era o rato nas mãos dessa garota mais esperta que eu. Eu disse pra mim mesma: bom, já está no mar, deixa as ondas te levarem, você não tem outra alternativa, meus planos sempre foram atropelados por ela e sempre fiquei exposta como se minha tática não fosse boa. Essa noite pensamos em ir ao cassino, quando ela foi tomar banho, meu marido me diz: eu não tinha prestado atenção na Brenda, que gostosa que ficou a vizinha, ele me diz, sim, já percebi, respondi, seus olhos assim me mostraram, mas olho na buceta, tô te observando? ele riu e foi para o quarto de cima, quando está subindo Brenda grita dizendo: Daniela, me alcança a toalha, esqueci no quarto, quando vou entregar para ela, ela me diz: fecha a porta, olha como estou? a safada estava se masturbando, me diz: tô super excitada, enquanto enfiava dois dedos na sua vagina e me diz: vamos, entra, vamos tomar banho juntas? você está louca, não para? vamos, e ela continuava se tocando, a imagem estava me excitando, mas lá fora está meu marido? bela situação, NÃÃÃÃÃÃO eu disse, não posso, bom, fácil: ou você entra ou esta noite eu fodo seu marido, ah bom? vamos, me Queria te ver, mentira, um calafrio correu pela minha coluna, uma mistura de ciúmes e raiva. Eita, me perguntei o que tava acontecendo comigo, não me reconheci? Eu, a liberal, a mulher desencanada, não, não, não? Algo estranho tá rolando comigo. Não disse nada e saí do banheiro, com a cabeça a mil. "O que foi?" meu marido perguntou. "Nada", respondi. Deve ter sido a pressão que caiu por causa do calor e do vapor do banheiro. Deitei na cama e não sei o que aconteceu, mas apaguei. Quando acordo, vejo meu marido me ventilando com uma revista, Brenda ao meu lado com sua toalha perguntando se eu estava bem. Quando tudo voltou ao normal, não sei se de propósito ou não, ao se levantar da cama, com o joelho ela prendeu a única coisa que a cobria e sim, ficou pelada na frente dos dois. Meu marido olhou, não disse nada. Eu olhei. Ela, toda tranquila, disse: "Pessoal, vou me trocar", mas saiu do quarto sem se cobrir, mostrando toda sua beleza no caminho que percorreu. Logicamente, ele não tirou os olhos daquele bumbum lindo, que já tinha as marcas da calcinha fio-dental entre as duas nádegas – ponto fraco do meu marido, isso deixa ele louco. Ninguém falou nada, simplesmente fomos ao cassino. Foi uma noite boa, não só ganhamos, mas também bebemos os três tudo que estava ao nosso alcance. Quando saímos, vimos que o céu estava todo nublado, tempestade chegando. Quando chegamos ao nosso apartamento, eu estava excitada pelo champanhe e queria transar custe o que custasse. Meu marido também parecia excitado, talvez por causa do álcool, mas ainda mais por tudo que tinha vivido com o espetáculo da Brenda. Quando já estávamos na cama, os trovões começaram a soar. Nós tínhamos a porta fechada, Mauro já estava durão e chupando um peito quando a porta se abre de repente. Faltaram mãos pra gente se cobrir com os lençóis. "Tenho medo de trovões, isso é desde pequena", ela disse. "Posso dormir com vocês?" A cara de cu que meu marido fez não dá pra imaginar. Mas bom, a merda já estava feita. Eu, em... caralho, Mauro dormindo e ela com um camisola super curta, sem sutiã, aí eu fui pro meio, ficamos em silêncio um tempinho e ela fala "gente, vocês estavam fazendo algo que eu interrompi, né? agora que percebo" e tal. "Tá tudo bem" respondeu meu marido naquela posição típica de cu com cu? de pura raiva que eu tava, mas não demorou muito pra eu sentir uma mão tocando um dos meus peitos. Logicamente, tirei bem de leve, mas a mão saiu dali e foi parar na minha buceta já molhada por tudo que tava rolando. Não pude fazer nada, só abri as pernas pra ela tocar mais livremente, sabe? Ela estava me masturbando, eu virei e deixei o lado da minha bunda pra Brenda, que não parava de me tocar. Sem pensar muito, pensei "é a minha vez", agarrei o pau do meu marido e comecei a mexer. Ele percebeu que algo tava acontecendo pelos meus movimentos, não disse nada, mas não demorou um segundo pra ele ficar bem duro. Até que sinto os lábios dela na minha boca, retribuí o beijo e me virei. Falei pro Mauro: "Não fala nada, só se deixa levar pela situação". Que situação o quê, ele se virou que nem um furacão e começou a meter a mão por todo lado, em mim, na Brenda... Ela já tinha descido pra me chupar e Mauro enfiou o pau dele na minha boca. Merda, pensei por dentro: "que fácil que foi!" A parada foi uma noite de frenesi, Brenda me ajudou a chupar ele, meu marido se deu o prazer de fazer de tudo com ela, penetrou, saboreou, e o momento ápice foi quando ele gozou. Entre nós duas, passamos a porra dele uma pra outra, um manjar nada desprezível pra ambas. Dormimos cansados com tanto sexo, Mauro gozou duas vezes e eu mil, assim como a Brenda. Mas de manhã, quando acordamos, pensei em culpas ou coisas estranhas, mas nada, pelo contrário: ela tava no meio dos dois, sendo mimada que nem uma menina, e disse pro Mauro: "Viu o que te falei na praia? Esse era o presente que eu queria dar pra vocês dois, por serem como são". A parada é que passamos esses três dias fodendo que nem extraterrestres, onde desse vontade ou tivesse lugar, a... de puta a mãe, Brenda se deu ao luxo de foder meu marido na sala enquanto eu dormia, ele estava tocando o céu com as mãos e eu? bom, o que posso dizer, me diverti pra caralho, realizei o sonho do meu amado e de certa forma legalizei a situação. Nem tudo acabou aqui e espero um dia continuar a história, mas quando tiver tempo e vontade, falta uma parte importante nisso tudo, lembram da Patricia, a mãe, bom, deixo o final em aberto. Beijos, Daniela
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