Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

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Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://youtu.be/5g59341uZ_A
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A emoção mais antiga e mais forte da humanidade é o sexo, e o medo mais antigo e mais forte é o medo dos desconhecidos.
Aseed Nomad.
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Por favor, prestem atenção, por favor... Quem avisa não trai.
Antes que Ela acorde do seu sono, talvez vocês queiram continuar visitando aqueles posts com gente pelada, plurissexual, em eterna e ingênua orgia, ou seus chats inocentemente obscenos.
Antes que Ela acorde do seu sono, talvez vocês queiram continuar visitando aqueles posts com gente pelada, plurissexual, em eterna e ingênua orgia, ou seus chats inocentemente obscenos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Vocês não estão vendo, mas essa mina tá de pé, me abanando, do lado da cama, sem se importar com o calor infernal e úmido daqui... Quando vocês começarem a ler, ela vai virar a cabeça e olhar pra vocês, tá com medo de que não dê tempo de dizer. Já faz dez dias que eu tô como morto. Tenho a impressão de que ela, por ter sido por tanto tempo uma parte da minha salvação, nem consegue fazer essa mudança, se é que isso é uma mudança. Até lembro de como, quando eu era jovem, achava que a morte era um fenômeno do corpo...
Hoje é lua cheia de janeiro.
Maldito destino estranho arrasta minha família, geração após geração, que obriga a transcrever essas notas uma e outra vez pra que Aquele Último Destino que espera todo ser humano também seja adiado uma e outra vez. Maldito seja o dia em que pegaram aquele baú de conteúdo infame do fundo das águas escuras do Delta do Paraná!
Me alcança a caneta... espera, preciso tossir... Sim, por favor...
Hoje é lua cheia de janeiro.
Maldito destino estranho arrasta minha família, geração após geração, que obriga a transcrever essas notas uma e outra vez pra que Aquele Último Destino que espera todo ser humano também seja adiado uma e outra vez. Maldito seja o dia em que pegaram aquele baú de conteúdo infame do fundo das águas escuras do Delta do Paraná!
Me alcança a caneta... espera, preciso tossir... Sim, por favor...

Dá play, plisss...
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DELTA DO PARANÁ

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
... Quando a sombra da moldura da janela se projetou nas cortinas, era entre meia-noite e a primeira hora em ponto, e então ela se virou e disse: Entrego a vocês o mausoléu de toda esperança e desejo, para que o usem e alcancem o reducto absurdum de toda experiência humana, adaptando-o às suas necessidades, da mesma forma que foi adaptado às minhas ou às dos meus ancestrais.
Santiago, que amava não o corpo de sua irmã Rosa, mas algum conceito de honra familiar e (ele bem sabia), temporariamente suspenso na frágil e minúscula membrana da virgindade dela, separou suas pernas delicadamente, expondo-a em todo seu esplendor aos presentes.
Ele faz isso com curiosidade deliberada e pervertida, tal como ama um apaixonado que deliberadamente se contém diante do prodigioso corpo complacente, disposto e terno de sua amada, até que não aguenta mais e então se lança, se atira, renunciando a tudo, afogando-se para se aliviar quando sua enorme pica a perfura.
— Te dou isso não para que você se lembre do tempo, mas para que possa esquecê-lo de vez em quando por um instante e não desperdice todos os seus esforços tentando conquistá-lo — geme ela gritando, dando início à bacanal da lua cheia de janeiro.
A carne se perpetua. A carne pede mais carne. Não, não era a noite parideira de estrelas. Era a noite subterrânea, a que exala o betume das entranhas suadas da terra.
O desejo de orgias é uma dessas experiências que é preciso viver?
O banqueiro dá palmadas nas nádegas dela; é assim que ele se excita com outra mulher. Começou a bater nas nádegas dela, pá, pá, e ela riu. Mas, de repente, se sentiu afetado. E parou, atordoado pelos sentimentos, porque tinha visto as marcas das mãos dele na "pele acetinada" dela.
Santiago a faz deitar na cama e açoita suas nádegas, com força. Seus terrores, sua dor, a paixão sacrílega desaparecem.
Ela incita o banqueiro a introduzir no cu dela primeiro um dedo, e depois outro. E outro... Ela encaixa cada curva da bunda no punho-amante, como se estivesse se fundindo com ele. Gemeu. Se envolveu com uma multidão de braços... rendição embriagante.
Não vai ter mais desculpas nem justificativas.
Santiago, que amava não o corpo de sua irmã Rosa, mas algum conceito de honra familiar e (ele bem sabia), temporariamente suspenso na frágil e minúscula membrana da virgindade dela, separou suas pernas delicadamente, expondo-a em todo seu esplendor aos presentes.
Ele faz isso com curiosidade deliberada e pervertida, tal como ama um apaixonado que deliberadamente se contém diante do prodigioso corpo complacente, disposto e terno de sua amada, até que não aguenta mais e então se lança, se atira, renunciando a tudo, afogando-se para se aliviar quando sua enorme pica a perfura.
— Te dou isso não para que você se lembre do tempo, mas para que possa esquecê-lo de vez em quando por um instante e não desperdice todos os seus esforços tentando conquistá-lo — geme ela gritando, dando início à bacanal da lua cheia de janeiro.
A carne se perpetua. A carne pede mais carne. Não, não era a noite parideira de estrelas. Era a noite subterrânea, a que exala o betume das entranhas suadas da terra.
O desejo de orgias é uma dessas experiências que é preciso viver?
O banqueiro dá palmadas nas nádegas dela; é assim que ele se excita com outra mulher. Começou a bater nas nádegas dela, pá, pá, e ela riu. Mas, de repente, se sentiu afetado. E parou, atordoado pelos sentimentos, porque tinha visto as marcas das mãos dele na "pele acetinada" dela.
Santiago a faz deitar na cama e açoita suas nádegas, com força. Seus terrores, sua dor, a paixão sacrílega desaparecem.
Ela incita o banqueiro a introduzir no cu dela primeiro um dedo, e depois outro. E outro... Ela encaixa cada curva da bunda no punho-amante, como se estivesse se fundindo com ele. Gemeu. Se envolveu com uma multidão de braços... rendição embriagante.
Não vai ter mais desculpas nem justificativas.

Mary, a esposa do Santiago, não entende nem aceita esperar no quarto dela — "O melhor pra você" ele prometeu. Besteira, ela pensa. Ela se masturba direto, com tesão, sem remorso ou nojinho depois. "Todo mundo lá embaixo..." ela maquina... Para de se preocupar. Ela se deita e se ama, e recebe tanto amor.

Rosa... Rosa" ela murmura... Tensa, diz em silêncio "Queria ser igual a você." Se perde. Perde a consciência naquele leito de carne. As pernas dela estavam nuas e entrelaçadas. Elas rolam e se empurram juntas...

Uma onda de sensações nervosas tomou conta dela e fez seu coração bater mais forte. O sangue corria rápido pelas suas veias, e ela começou a tremer do mesmo jeito que se chega ao êxtase.
O cheiro que vinha do quarto era enlouquecedor. Ela diria pra... pra...
O cheiro que vinha do quarto era enlouquecedor. Ela diria pra... pra...

Começou a notar ele. Tinha esterco incrustado nos cascos, e as mãos dele eram ossudas e retorcidas, com os dedos terminando em unhas compridas, ásperas e amarronzadas. Entre os chifres, tinha uma careca rodeada de cabelos grisalhos. As orelhas eram bem pontudas, e os músculos dele, longos e finos, se amontoavam nos braços. Os músculos das pernas estavam escondidos pelo pelo de bode. As costelas saltavam pra fora. Os ombros subiam quase até a altura das orelhas. Um cheiro de bode foi ficando cada vez mais forte. Ele se movia ao redor dela, balançando a cabeça, mexendo os quadris, mexendo os cotovelos.
Ele apertou os círculos da dança dele até que os cotovelos roçavam os braços nus dela e as coxas dele, a roupa dela. Atrás dos chifres, pequenas bolsas de almíscar se abriram, perfumando o ar... prelúdio do cio. Ele roçou a ponta do dedo do pé dela com um casco. A dor apareceu nos olhos dela, e lágrimas brotaram. Ele beliscou a coxa dela enquanto dançava ao redor. O beliscão doeu, mas ela sentiu que a dor e a paixão andavam juntas. O cheiro que saía do sátiro era enlouquecedor. O quarto estava impregnado de almíscar. Ela percebeu que estava suando, que gotas de suor escorriam pelos braços dela e que o corpo dela estava encharcado. Sabia que as pernas dela brilhavam de suor. O sátiro dançava desenfreadamente perto dela, e o peito ossudo dele se movia no ritmo da respiração. Finalmente, e em seguida, ele abraçou ela. Mordeu os ombros dela, e os cascos dele se enfiaram entre as coxas dela. A saliva dos lábios do sátiro se misturou com o suor ao redor da boca da mulher, e ela percebeu que estava gritando, que estava caindo, que estava desmaiando, que o mundo girava devagar, que a gravidade diminuía, que a vida começava; uma rola imensurável cavava e cavava selvagemente o interior dela, e cachoeiras pulsantes de porra inundavam e transbordavam numa queda densa, quente e embriagante pelas pernas dela... .
_ O melhor pra você... Escutou. (Aquela voz lhe era familiar)... não há artimanhas que o lobo não invente pra atrair o cordeiro pra suas armadilhas...
_ Ah, meu senhor! – interrompeu-o Mary, acaloradamente –. Pode haver algo mais doce do que aliviar o infortúnio? enquanto descia montada e de joelhos limpava com lambidas apressadas os fluidos que a pica do sátiro acabara de espalhar.
_ Vem – disse Santiago –, nenhuma volúpia no mundo se iguala a isso.
E ali estavam, entre as sombras... Aqueles olhos pálidos faustianos – aquela mistura de delicadeza e animalidade, de dureza e sensibilidade que, com atenção velada, a festejavam...
_ Amigos. Quem conhece o fim? O que emergiu pode afundar, e o que afundou pode emergir. Os homens de mente mais ampla sabem que não há uma distinção clara entre o real e o irreal; que todas as coisas parecem o que parecem apenas em virtude dos delicados instrumentos psíquicos e mentais de cada indivíduo. Hoje, a ordem reina novamente no Delta. Enhorabuena!
(Com o amanhecer, começa o retorno dos participantes aos seus próprios lares, num dia comum, de uma vida comum.)
Ele apertou os círculos da dança dele até que os cotovelos roçavam os braços nus dela e as coxas dele, a roupa dela. Atrás dos chifres, pequenas bolsas de almíscar se abriram, perfumando o ar... prelúdio do cio. Ele roçou a ponta do dedo do pé dela com um casco. A dor apareceu nos olhos dela, e lágrimas brotaram. Ele beliscou a coxa dela enquanto dançava ao redor. O beliscão doeu, mas ela sentiu que a dor e a paixão andavam juntas. O cheiro que saía do sátiro era enlouquecedor. O quarto estava impregnado de almíscar. Ela percebeu que estava suando, que gotas de suor escorriam pelos braços dela e que o corpo dela estava encharcado. Sabia que as pernas dela brilhavam de suor. O sátiro dançava desenfreadamente perto dela, e o peito ossudo dele se movia no ritmo da respiração. Finalmente, e em seguida, ele abraçou ela. Mordeu os ombros dela, e os cascos dele se enfiaram entre as coxas dela. A saliva dos lábios do sátiro se misturou com o suor ao redor da boca da mulher, e ela percebeu que estava gritando, que estava caindo, que estava desmaiando, que o mundo girava devagar, que a gravidade diminuía, que a vida começava; uma rola imensurável cavava e cavava selvagemente o interior dela, e cachoeiras pulsantes de porra inundavam e transbordavam numa queda densa, quente e embriagante pelas pernas dela... .
_ O melhor pra você... Escutou. (Aquela voz lhe era familiar)... não há artimanhas que o lobo não invente pra atrair o cordeiro pra suas armadilhas...
_ Ah, meu senhor! – interrompeu-o Mary, acaloradamente –. Pode haver algo mais doce do que aliviar o infortúnio? enquanto descia montada e de joelhos limpava com lambidas apressadas os fluidos que a pica do sátiro acabara de espalhar.
_ Vem – disse Santiago –, nenhuma volúpia no mundo se iguala a isso.
E ali estavam, entre as sombras... Aqueles olhos pálidos faustianos – aquela mistura de delicadeza e animalidade, de dureza e sensibilidade que, com atenção velada, a festejavam...
_ Amigos. Quem conhece o fim? O que emergiu pode afundar, e o que afundou pode emergir. Os homens de mente mais ampla sabem que não há uma distinção clara entre o real e o irreal; que todas as coisas parecem o que parecem apenas em virtude dos delicados instrumentos psíquicos e mentais de cada indivíduo. Hoje, a ordem reina novamente no Delta. Enhorabuena!
(Com o amanhecer, começa o retorno dos participantes aos seus próprios lares, num dia comum, de uma vida comum.)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Agora... agora me vejam aqui de novo. Até o próximo chamado.
Sabem? Vocês não a veem, mas essa garota está de pé, me abanando, ao lado da cama, sem se importar com o clima quente e úmido daqui... Quando vocês começaram a leitura, ela virou a cabeça e olhou pra vocês, tava com medo de que não desse tempo de dizer.
Os seres humanos não aguentam não saber o futuro.
Hoje me sinto melhor.
Sabem? Vocês não a veem, mas essa garota está de pé, me abanando, ao lado da cama, sem se importar com o clima quente e úmido daqui... Quando vocês começaram a leitura, ela virou a cabeça e olhou pra vocês, tava com medo de que não desse tempo de dizer.
Os seres humanos não aguentam não saber o futuro.
Hoje me sinto melhor.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—Tão frágil e macia —disse ele. E me olhou com olhos completamente transtornados. Completamente transtornados.
3 comentários - Delta Gótico
¡Seguimos siendo sombras copulando con sombras!
https://youtu.be/UHAwnbE7sYk