Mãe e irmã safadas: A festa da Beatriz.

Depois de um tempo sem compartilhar nada com vocês por motivos pessoais, voltei ao fórum para mantê-los atualizados sobre meus relatos anteriores. Como já sabem, meu nome é Carlos Daniel Jr. Atualmente tenho 20 anos e agora moro na Cidade de Guadalajara, Jalisco, México. Por motivos de trabalho, tive que sair da casa da minha mãe Beatriz, aquela mulher linda que hoje tem 39 anos e é dona daquele bumbum maravilhoso e gigantesco que virou minha obsessão desde que eu era adolescente. Como vocês devem lembrar do meu primeiro relato, tive a oportunidade incrível de confirmar que minha mãe Beatriz e minha irmã Fátima são um par de gostosas que curtem sexo sem nenhuma restrição de parentesco. Mas confesso que nos dias, semanas e meses seguintes a esses acontecimentos, não rolou nada muito relevante, só mais do mesmo: continuei admirando e acariciando o bumbum das duas sem conseguir ir além. Minha irmã acho que ficou com um pouco de culpa e não quis tocar no assunto do que fizemos no quarto dela por um tempo... mas uma confissão do meu tio Enrique fez com que uma série de segredos bem guardados da família viessem à tona, e hoje vocês vão poder ler sobre isso. Como comentei no começo, por motivos pessoais parei de compartilhar minhas histórias, já que por causa de um grande erro meu, minha mãe Beatriz descobriu uma gravação em que meu pai comia minha tia Victoria, e isso gerou um monte de problemas que levaram ao divórcio dos meus pais um tempo antes de eu sair de casa. Quero destacar que toda essa história da minha tia Victoria é importante para entender como essas aventuras incestuosas começaram, já que foi ela que me atraiu para esse mundo, mas isso vai ficar para outro relato. Por isso, Beatriz, com minha ajuda e sem saber que eu já estava por dentro da existência de aqueles vídeos do meu pai com a minha tia Victoria decidiram instalar na casa um sistema de câmeras para conseguir provas da infidelidade dos dois e poder apresentar com fatos um pedido de divórcio que os deixasse na merda. Depois de toda a treta judicial que rolou quando minha mãe teve provas suficientes para montar um caso de divórcio foda contra meu pai, ele não teve outra opção a não ser vazar da casa, assim como minha tia Victoria, por ter sido a terceira na relação. O que me deixou triste, porque eu adorava quando ela chegava bêbada e ficava com tesão em mim. Por outro lado, pra ser honesto, meu pai ter vazado me deu uma certa alegria, porque depois de tudo que aconteceu, a Betty começou a se comportar de um jeito mais sensual até comigo, se vestia mais puta que o normal, começou a usar vestidos ainda mais curtos e justos em qualquer ocasião, não importava se era pra ir no shopping ou só dar uma volta pela casa, ela adorava ser o centro das atenções e eu vi como uma oportunidade de ir mais longe com ela, já que dava pra perceber que ela curtia o fato de que todos nós a desejávamos e sonhávamos em ter a chance de aproveitar aquele corpo de deusa lindo que ela mostrava com orgulho. Ela também começou a ser um pouco mais ativa socialmente, saía mais com os amigos, algo que normalmente não fazia enquanto era casada com meu pai, começou a fazer festas em casa com mais frequência, o que me agradava, até que percebi que geralmente a maioria dos convidados eram homens que iam atrás de uma chance de comer a Beatriz. Meses depois fiquei sabendo que vários dos caras que foram nessas festas tiveram o prazer de aproveitar aquele rabo mais de uma vez, já que a Betty, depois de algumas bebidas, tem fama de ser bem complacente e fácil. Em 20 de março de 2019, a Betty comemoraria seu aniversário de 38 anos. Dois dias antes, eu me adiantei em perguntar se ela gostaria de comemorar em grande. Lembro que era um domingo de manhã e desci do meu quarto para tomar um café da manhã. Ao entrar na cozinha, lá estava ela, também procurando algo para comer. Ela estava usando uma camiseta regata do meu pai, que ela costumava pegar às vezes para usar como pijama ou como vestido para andar pela casa. Meus olhos grudaram imediatamente na sua bunda. A peça mal conseguia cobrir aquele par prodigioso de nádegas carnudas, e a borda deixava um pouco dessa carne escapar a cada movimento que ela fazia. Enquanto meus olhos devoravam aquele par de pernas deliciosas e aquelas nádegas firmes que se mexiam no ritmo em que Beatriz batia alguns ovos, eu me mantive em silêncio, encostado na porta, para aproveitar aquele lindo espetáculo que a Betty me proporcionava sem perceber. Quando ela finalmente se virou, não pôde evitar dar um pulo de susto.

— Ai, bobo, você me assustou! — disse ela, enquanto colocava os pratos sobre a mesa. — Há quanto tempo você está aí?

— O suficiente — respondi.

— Suficiente para quê? Hahaha, ah! Já vi! — ela respondeu, dirigindo o olhar para o meu membro, que estava totalmente ereto e que eu não consegui disfarçar por causa do short fino que estava usando naquele momento. — Para de olhar minha bunda e me ajuda a colocar esses pratos ali em cima.

Ao que respondi imediatamente que sim, enquanto me aproximava rapidamente dela para me colocar atrás e repetir a mesma jogada com que havíamos começado nossos atritos eróticos naquela festa. Mas ela, antecipando minhas intenções, se afastou imediatamente, e eu não consegui alcançar o objetivo.

— Hahahaha! O que você está tentando fazer? — ela disse com um tom de provocação, enquanto desviava do meu movimento. — Combinamos que você não faria mais algo assim. Deixamos bem claro que o fato de você me ver não me incomoda, mas tentar fazer esse tipo de coisa eu não vou permitir.

— Mas achei que você gostava! Além disso, já... Já tínhamos entrado nessa fase! Não foi? – respondi.
– Hahaha, ah! Você vai por fases? O que vem depois? Que eu deixe você me ver pelada? Que eu chupe você? Não, querido, você tá muito enganado. Deixar você fazer certas coisas não significa que eu goste ou que vá rolar algo mais. Melhor me ajudar a lavar a louça e para de pensar besteira. Além do mais, no outro dia, quando cheguei bêbada da festa da minha amiga Sofia, você ficou me tocando na cama. Acha que eu não percebo, mas tá errado.

Nessa altura, Beatriz e eu já tínhamos desenvolvido uma relação de muita confiança, e por isso às vezes eu me atrevia a ser mais ousado nas minhas ações e na escolha das palavras com ela.
– Por aí falam que você sempre dá mole nessas festas e com vários. Por que comigo é diferente? – respondi sem nenhum pudor.
– Porque eles não são meus filhos! Não te parece suficiente? Além do mais, o que você tem a ver com quem eu fiquei? Fim do assunto, Carlos.
– No outro dia te vi entrando na casa do vizinho da frente quando viu que a esposa dele tinha saído. Acha isso certo? Não finja de sonsa, também te viram saindo numa camioneta com meu primo Arturo. Por isso não param de te chamar de piranha aqui na família, e isso também me afeta.
– Já disse que não é da sua conta! E aliás! Não deve te afetar tanto, você também adora que eu seja assim. Acho que o que te incomoda é que eu não seja assim com você. Some daqui! – ela respondeu agressiva.
– Perdão, mãe, não quis dizer isso – respondi, tentando acalmar a situação ao ver que ela tinha ficado muito irritada com o que eu disse.
– Mas disse mesmo!
– Tá bom, me perdoa, vamos mudar de assunto. Em dois dias é seu aniversário! O que você quer fazer? Vamos fazer uma festa grande?
– Vaza daqui!
– Me perdoa… e a festa, você quer?
– Acho que não. Vai ser terça-feira, e muita gente não vai estar disponível. O único que querem é chegar em casa pra descansar do trabalho.
– Tem razão. Então o que vamos fazer?
– Só uma reuniãozinha, nada comparado com o que seu pai fazia todo ano com… muita gente na festa da família, quero algo simples aqui em casa pros meus amigos mais próximos e familiares, se quiserem vir. Avise seus tios pra virem nos deleitar com as histórias deles, você sabe que o dom deles é nos fazer rir.
- Ok, deixa eu ligar pro meu tio Enrique pra me ajudar com tudo, ele é muito bom pra organizar esse tipo de evento.
- Muito bem! Deixa eu fazer a lista de convidados pra começar a ligar pra eles - ela disse enquanto dava meia-volta e saía da cozinha balançando a bunda de forma exagerada como prêmio pela minha ajuda. Acho que ela também se sentiu culpada pela pequena discussão que tivemos e essa foi a maneira dela de pedir desculpas, o que eu adorei, mas não ajudou muito, já que me deixou mais excitado do que já estava.

No dia seguinte, tudo foi normal. Fiz minha rotina de sempre: ir pra faculdade e depois pro trabalho. Em algum momento da tarde, quando não estava tão ocupado, pude ligar pro meu tio pra me ajudar com a questão da música e das bebidas que seriam servidas na festa. Ele tem uma pequena empresa de organização de eventos e é expert no assunto. Aceitou me ajudar sem hesitar, obviamente não ia perder o aniversário da irmã dele, tão gostosa, que ele sempre desejou - agora solteira e soltando as rédeas dos desejos carnais. Talvez ele também visse uma oportunidade de convencê-la a se entregar a ele, como sempre quis desde que eram jovens, ou pelo menos enxergou a chance de dar uma esquentada com ela mais uma vez, como aconteceu na última festa em que os dois se encontraram.

E assim chegou a terça-feira. Acordei e fui pro quarto da Beatriz pra ser o primeiro a parabenizá-la, e o dia não poderia ter começado melhor. Quando entrei no quarto dela, a vi deitada na cama, de bruços, com a bunda exposta e apontando pra cima, coberta por uma linda peça de renda vermelha que destacava ainda mais aquele par delicioso de nádegas. alguns minutos para observar de perto aquela maravilha e tirar algumas imagens mentais para me masturbar no chuveiro, me aproximei devagar da cama dela para acordá-la e parabenizá-la, subi em cima dela e dei um abraço, um beijo e saí rapidamente do quarto rumo ao chuveiro para bater uma punheta de um jeito impressionante. Saí do banho, me vesti e fui para a universidade. Ao terminar as aulas, fui para o escritório do meu pai ajudá-lo com algumas coisas do negócio da família, onde já aplico meus conhecimentos em contabilidade e administração de empresas há algum tempo. Às 6 da tarde saí do escritório e fui para casa para acompanhar Beatriz na comemoração do seu aniversário — e quando cheguei! lá estava ela, parecia radiante e linda. Estava usando um vestido preto que a deixava mais provocante do que o normal, com um decote pronunciado que deixava à vista seu delicioso par de peitos que, apesar de não serem exuberantes, mantinham uma firmeza que os fazia parecer perfeitos. Mas, sem dúvida, o ajustado e curto que era aquele vestido e o par de saltos altos que combinavam faziam com que o prêmio, como sempre, fosse levado por aquele par de nádegas delicioso que tantas vezes me fez bater punheta até gozar em quantidades absurdas, enquanto imagino segurá-la pela cintura e enfiá-la com fúria descontrolada sem parar, enquanto ela grita e geme de prazer. Eram 7 horas da noite quando cheguei em casa, e a verdade é que foi um pouco decepcionante e triste para mim ver tão pouca gente. Betty esperava que chegassem umas 20 ou 25 pessoas, mas só apareceram cerca de 10, a maioria homens, para variar. Até minha irmã Fátima preferiu sair com amigos "para o cinema" ou algo assim. Beatriz, já meio alterada por ter começado a beber desde cedo, conversava, dançava e ria com seus amigos, enquanto o resto dos presentes, em sua maioria homens, como já mencionei, se deliciavam com o o espetáculo que ela nos dava cada vez que balançava a bunda no ritmo da música que tocava na festa, obviamente aproveitavam para tocá-la, dar uns "amassos", como já era costume, mas agora mais descarados porque sabiam que ela era uma mulher divorciada, fogosa e complacente. Em certo ponto da festa, me aproximei da mesa onde meus tios estavam sentados, que, para variar, faziam o de sempre: tirar fotos da Betty e fazer comentários sobre elas.
- Como estão se divertindo? - perguntei ao me aproximar.
- Maravilhosamente, admirando a bunda da sua mãe - respondeu Luis, em tom de brincadeira, encorajado pelo efeito do álcool, ao que Enrique e Roberto reagiram com uma gargalhada.
- Não duvido nem um pouco - respondi.
- Vocês sempre fazem a mesma coisa, e não consigo entender como podem desejar a própria irmã. - Uma resposta hipócrita da minha parte, porque no meu caso era ainda pior, já que era minha mãe e eu também a desejava.
- São coisas que, embora você já esteja pronto para saber, a Betty não quis que você soubesse. Ela terá suas razões, mas quando descobrir, tudo vai fazer muito sentido para você.
- Além disso, seu caso é pior. Acha que a Beatriz não me contou tudo o que aconteceu entre vocês ou o que você tentou pedir a ela? Claro que ela me conta, e acredite, seu caso é pior - ele disse, enquanto eu, corroído pela vergonha, apenas baixava o olhar.
- É, Carlos! - replicaram meus outros dois tios, rindo às gargalhadas.
- Bom, já chega! Me digam por que a relação de vocês é assim. Como conseguiram? Sempre me intrigou saber como têm essa relação com ela.
- Ainda me lembro da última vez que você ficou no meu quarto e pedia para minha mãe transar com você - disse a Enrique, já sem pudor, pelo calor da conversa que se gerou.
- Também ouvi que você quase tinha comido ela, mas que ela se arrependeu e não deixou você continuar.
- HAHAHA, você ouviu tudo? Na verdade, não me lembro muito bem do que conversamos naquela noite, ela e eu... já que eu estava muito bêbado para ser sincero com você.
- Sim! E eu também vi tudo - respondi.
- Então acho que você já está grandinho o suficiente pra perceber que a Betty é uma puta de cabo a rabo.
Que ele falasse dela assim me irritou um pouco, mas me segurei porque também tinha a mesma opinião sobre ela, e isso me deixou com sentimentos conflitantes.
- O que foi que você viu? - perguntou meu tio Luis pro Enrique.
- A "tradição" de boa noite, lembra? Hahaha!
- Lembra quando você convenceu ela de dar boa noite pra gente daquele jeito todo dia?
- Sério que ela aceitou naquela noite? Quem iria imaginar? Depois de tantos anos, qual opção você escolheu? Sortudo, eu daria um rim pra viver isso de novo, nem que fosse uma vez. Mas se tivermos sorte hoje, a gente convence ela de fazer o mesmo ou algo melhor.
Nesse ponto, no calor dos copos, depois de ouvir eles falando dela assim, em vez de ficar irritado, comecei a ficar excitado de um jeito incrível e passei a escutar as histórias que eles contavam sobre ela.
Eles me contaram que desde muito nova, a Beatriz já tinha um corpo delicioso, que ficava ainda mais evidente com o uniforme escolar curto e justo, e que por isso mais de um homem no bairro tentou conquistá-la. Teve até uma vez que um cara não resistiu à tentação depois de vê-la passando na calçada da casa dele, quando ela ia pra escola. Num desses dias, ele se aproximou dela de surpresa e a levou pra um terreno baldio, onde quase conseguiu abusar dela. Se não fosse por uma vizinha que ouviu os gritos e foi ajudá-la, o cara teria conseguido.
- Esse tipo de situação que começou a acontecer com ela desde muito nova marcou ela e fez dela o que é hoje. Você vai negar que percebeu que ela adora chamar a atenção de todos os homens? - comentou o tio Roberto, enquanto o Enrique continuava me contando todas as histórias.
Eles também me contaram que desde muito nova ela ganhou a fama de "a devoradora", já que ela havia sido flagrada em várias ocasiões fazendo sexo oral nos colegas de classe nos banheiros do colégio, e não apenas em um, mas em vários ao mesmo tempo. Por isso, ela foi expulsa de três instituições onde foi descoberta em situações semelhantes às anteriores, dentro das salas de aula dessas escolas. Assim começou a obsessão deles por Betty. Mesmo sendo irmã deles, o fato de a diferença de idade ser tão pequena, somado a todas as experiências que se comentavam sobre Beatriz entre vizinhos e colegas de escola, fez com que uma centelha de erotismo se acendesse neles, que ainda não conseguiam apagar, e não podia culpá-los – só de imaginar como Betty era na juventude já me deixava louco. Enquanto me contavam todas aquelas histórias, não conseguia parar de olhar para Beatriz, que estava conversando com todos os outros convidados. Não parava de imaginá-la em todas aquelas situações que surgiam aos montes das memórias dos meus tios e que eles relatavam com muita emoção ao lembrar o quão excitantes tinham sido. Como aquela em que me contaram que, depois de uma festa, quando ainda moravam juntos, terminaram tão bêbados que, enquanto voltavam para casa, convenceram-na a dar uma chupada nos três dentro do carro em que viajavam. — Ela era uma garotinha e estava deliciosa naquela noite, parecia mais puta que o normal, todos na festa tentaram embebedá-la para levá-la a um quarto, mas os que tínhamos vantagem éramos nós — comentou Roberto, cheio de excitação ao lembrar aquela história. Eles me disseram que o fato de o carro ser tão pequeno obrigava que ela ficasse sentada no colo de um dos outros passageiros; naquela ocasião, o sortudo foi Luis, que aproveitou a situação para começar a acariciar as pernas de Beatriz. Em seguida, Roberto também começou a tocá-la. Enrique, ao ver a situação potencial, parou em um lugar tranquilo e escuro para participar nas mãos bobas. Ela me contou que em certo momento não aguentou mais e tirou o pau para Beatriz ver, Luis e Roberto repetiram a manobra para deixar seus membros expostos também, para que Betty sentisse a mesma tentação e desejo que a fizeram ganhar o apelido de devoradora. Beatriz viu aqueles paus totalmente eretos e seus olhos brilharam, passou a língua pelo lábio inferior mostrando sua vontade de carne e se aproximou para devorar o pau de Enrique enquanto os outros dois começaram a tocá-la de um jeito mais ousado, passavam os dedos na buceta de Betty que começava a ficar molhada aos poucos. Betty, sob o efeito do álcool, pegou os outros dois paus enquanto continuava devorando o de Enrique e começou a passar de um em um por sua boca jovial e já experiente. Eles começaram a ficar um pouco mais agressivos na hora de tocá-la, com a intenção de comer a Betty naquele lugar escuro, mas quando ela sentiu os dedos de Roberto entrarem na sua buceta, ela parou e não quis continuar, então eles só tiveram que se contentar em sentir aquela boca molhada naquela noite. Ao ver a cara de decepção de seus irmãos ao chegarem em casa, ela propôs outro tipo de acordo como compensação por deixá-los na vontade. Daí surgiu a "tradição de boa noite", que consistia em um pedido especial para cada um deles, onde ela tinha que obedecer qualquer uma das opções que apresentassem, desde que não acabasse em sexo.
- Quais eram as opções? - Perguntei.
Eles me responderam que a primeira consistia em receber um beijo de boa noite no pau todas as noites antes de dormir.
Ou a segunda, em que podiam pedir para ela posar de maneira sugestiva com roupa sexy em alguma posição específica, para que eles pudessem se masturbar na frente dela. Essa opção, segundo me disseram, era a mais pedida todas as noites, embora dissessem que receber aquele famoso beijo também fosse uma delícia. Nem sempre era um boquete, mas era uma delícia. O fato de terem crescido de maneira muito humilde os obrigava a dormir os quatro no mesmo quarto, o que facilitava todas as brincadeiras sem que meus avós suspeitassem de algo. Afinal, eram irmãos, o que havia de errado em dormirem no mesmo quarto? Começaram a me relatar aquelas deliciosas noites em que escolhiam a segunda opção daquele jogo: geralmente pediam para ela ficar de quatro, com a bunda apontada para eles. Imaginem essa imagem linda nessa situação deliciosa: enquanto se masturbavam, ela balançava as nádegas de um lado para o outro para facilitar a ejaculação e fazê-los gozar ainda mais. Ela também soltava gemidos para tornar a experiência mais prazerosa para eles. Às vezes, quando ela estava muito excitada, permitia que tocassem seu corpo para que gozassem de maneira mais intensa. Outra posição que frequentemente pediam era que ela ficasse de joelhos na frente deles, abrindo a boca como se esperasse a descarga de porra para depois engolir. Mas me garantiram que, infelizmente, isso raramente acontecia, pois tinham a regra de avisá-la quando iam gozar para que ela pudesse se afastar imediatamente e não receber os jatos de porra dos irmãos. Embora, entre risadas, tenham me contado que em mais de uma ocasião não a avisaram, e um ou outro jato foi parar em seu rostinho lindo — algo que, segundo ela, a "incomodava", mas nunca a impediu de continuar a brincadeira. Ou seja, ela era uma puta e gostava de brincar, mas nunca conseguiram convencê-la a fazer mais nada. Ela tinha seus limites, e eles tinham que respeitá-los. Eu estava pasmo e extremamente excitado nesse ponto da conversa. Só de imaginar que eu poderia estar na mesma situação com ela, estava quase gozando sem nem ter tocado no meu pau. Outra das histórias que me contaram foi quando o apelido dela mudou de "a devoradora" para "a puta internacional", alcunha que eu já tinha ouvido uma vez enquanto... Estávamos numa reunião de família quando uma prima da minha mãe, com quem ela tem uma relação muito próxima e de confiança, a chamou assim: "a putinha internacional". Minha mãe então respondeu soltando uma gargalhada: "Não, senhorita! Eu posso ser a putinha, mas só de Torreón. Essa fase internacional já passou!" — e continuou rindo. Eu não entendi nada até me contarem que, quando Betty fez 17 anos, foi passar as férias de primavera nos EUA com a tia que morava em Chicago. Naquela casa viviam a tia e os dois primos dela, já na casa dos vinte anos, que não perderam a oportunidade e se esbaldaram com o corpo dela pra todo lado durante toda a estadia. Sempre que surgia a chance de ficarem sozinhos em casa, aproveitavam para comer ela os dois ao mesmo tempo.

Foi assim que a tal tia encontrou Beatriz em sua posição já tão tradicional e favorita — de quatro — recebendo as investidas furiosas de um dos primos enquanto, ao mesmo tempo, devorava o pau do outro com uma sincronia quase profissional. Não teve jeito: ela voltou pro México com uma bronca da tia e dos meus avós por ter cedido às investidas dos dois primos.

Logo depois desse episódio, ela voltou ao México e conheceu meu pai, que tinha 23 anos na época, no bar onde ela trabalhava como dançarina. O resultado foi uma gravidez — o produto fui eu — e, consequentemente, um casamento. Assim terminaram as aventuras dos meus tios com Beatriz, o que deixou eles bem chateados, por assim dizer, porque, apesar de terem chegado perto, nunca conseguiram alcançar o objetivo de comer minha mãe.

A festa seguiu seu curso e, depois da meia-noite, a única amiga da Betty que ainda estava na casa resolveu ir embora. Me dispus a acompanhá-la até o carro e, quando voltei, encontrei Betty sentada no colo do Enrique, cercada pelos outros dois, que acariciavam suas pernas enquanto riam e conversavam. Percebi que minha irmã não tinha chegado em casa e imaginei que, como... era costume ela passar a noite fodendo em algum motel com o namorado. Perceber a situação gerou em mim uma descarga de adrenalina imensa que não conseguia controlar, a ponto de começar a tremer. Senti a mesma sensação de medo e excitação que tive na primeira vez que fodi com minha tia Victoria. Tudo estava perfeito: Betty estava posta numa bandeja de prata, já bem bêbada, adotando uma atitude de puta que vocês não imaginam. E éramos nós: quatro homens com um instinto quase animal, dispostos a conseguir o que queríamos de qualquer jeito. Aproximei-me deles e eles viraram para me olhar com uma cara que nunca vou esquecer. Pude ver no olhar deles que tinham a mesma ideia doentia que eu, mas não me importei. Estávamos todos em sintonia e juntos íamos realizar nossa maior fantasia. Aproximei-me por trás da minha mãe enquanto ela continuava sentada nas pernas do meu tio e cobri os olhos dela com minhas mãos, repetindo o mesmo truque que o Enrique tinha usado naquela festa. Beatriz reagiu dando uns pequenos pulinhos brincalhões nas pernas do meu tio, que imagino que o levaram ao céu pela expressão que se desenhou no rosto dele.
- Quem sou eu? - perguntei.
Enquanto tapava os olhos dela, Roberto começou a acariciar a perna da Beatriz, subindo lentamente até chegar à virilha, e ela reagiu dando uma pequena tapinha brincalhona.
- Me solta, bobo! - exclamou Beatriz ao mesmo tempo que dava a tapinha no Roberto. O tom que ela usou, com aquela voz de menina mimada que tanto me excitava, confirmou que ela também tinha entrado no jogo.
- Quem sou eu? - perguntei de novo.
O Enrique repetiu a ação do Roberto e começou a acariciar a virilha da Betty, e ela apenas estremeceu, soltando outra pequena mãozinha para que ele a soltasse.
- Ai, não sei! Estou sentada no Enrique, o Luis e o Roberto estão na minha frente, acho que não tem mais ninguém. Deixa eu ver, hmmmm... quem será? - disse ela, levando a mão direita para trás para me alcançar... membro e assim poder adivinar quem era quem tapava seus olhos. Me senti no céu quando sua mão chegou até meu pacote e começou a apalpar de cima a baixo, apertando suavemente e acariciando meu pau totalmente ereto e prestes a explodir.
— Você é o Arturo — disse ela enquanto continuava a acariciar meu membro.
Eu me sentia no paraíso só de sentir sua mão acariciando meu pênis naquela situação excitante.
— Não sei quem você é! Fala logo, bobo!
— Sou eu, Betty! — falei, tirando minhas mãos dos olhos dela.
— Carlos! Hmmm! Por que não me disseram, idiotas? — ela disse, soltando uma risada nervosa ao perceber que acabara de apalpar o membro do próprio filho.
— Preciso ir ao banheiro — ela se levantou e deu meia-volta, indo em direção ao andar de cima.
Nós quatro ficamos nos olhando, como se esperássemos que alguém desse o primeiro passo da estratégia do nosso plano. Mas todos parecíamos um pouco hesitantes. Até que tive coragem e falei.
— Vamos fazer o que estou pensando?
— Não sei! O que você está pensando?
— Vocês sabem do que estou falando — respondi, irritado.
— Nós temos certeza do que faremos hoje há algumas horas, mas estávamos pensando que talvez você tivesse algum problema. Se não tiver e quiser participar, não há volta — respondeu Enrique, muito decidido.
Começamos a discutir o que faríamos e como faríamos. Concluímos que deveríamos dar mais álcool para Betty, para que ela ficasse mais desinibida, já que ao perceber que eu também estava tentando comer ela, ela havia reagido de forma um tanto negativa. Também concordamos que deveríamos refrescar um pouco a memória dela sobre as experiências que meus tios haviam contado, para que ela sentisse vontade de repeti-las mais uma vez. Por fim, Luis sugeriu que usássemos a recente experiência do divórcio para fazer Betty sentir necessidade de se vingar do meu pai. Todos concordamos e colocamos o plano em ação. plano. Beatriz desceu 20 minutos depois e, para nossa surpresa, estava recém-saída do banho com um vestido exatamente igual ao que estava usando antes, mas em uma cor vermelha que a fazia parecer ainda mais desejável do que a peça anterior. —Desculpem a demora, estava me sentindo um pouco tonta e com calor e decidi tomar um banho, acho que o álcool estava começando a me afetar. —Não se preocupe, Beatriz — respondeu Luis. — Nesse caso, já que você está se sentindo melhor, toma! Outro tequilazinha. —Não! Não quero beber mais. Aproximei-me por trás dela, segurei-a pelos quadris, posicionei estrategicamente meu membro entre suas nádegas e comecei a empurrá-la na direção de Luis. —Vamos, gata! Vamos brindar juntos, não é todo dia que se comemora 38 anos — falei, seguindo a estratégia combinada. —Você tem razão, só porque você está pedindo, vamos brindar. Enquanto ela tomava o gole de tequila, nós fingimos tomar o nosso e assim continuamos até que, 20 minutos depois, com 6 doses de tequila e algumas cervejas, a tínhamos na condição que queríamos. Continuamos conversando enquanto Enrique a convenceu a dançar um pouco para nós. Formamos um círculo com cadeiras, e ela não hesitou em ir para o centro para nos deleitar com seus movimentos gostosos no ritmo da música. Enquanto ela nos encantava com seus movimentos, Enrique esticou a mão e levantou parte do vestido da minha mãe, expondo aquele bumbum carnudo que devorava uma calcinha fio dental preta deliciosa, que ficava maravilhosa nela. Beatriz reagiu rindo e abaixou o vestido para continuar nos deleitando com sua dança sensual. Mais uma vez, Enrique esticou o braço para levantar o vestido da Betty. Depois desse movimento, Beatriz não hesitou em começar a fazer um lap dance em cada um de nós que estávamos aproveitando o espetáculo, começando por Enrique, que foi quem acendeu a chama. Assim, sem qualquer arrependimento, ela começou a esfregar seu par celestial de nádegas na pélvis de Enrique. Ao terminar com ele, ela se preparou para rebol de Roberto. Enquanto isso, eu esperava ansiosamente minha vez de sentir aquela bunda esfregando no meu pau, que já estava completamente duro havia algumas horas. Beatriz parou de dançar em cima de Roberto, mas em vez de vir na minha direção para me dar minha dança, ela foi até o balcão das bebidas para servir outro drink.
—E a dança do Carlos? — perguntou Enrique.
—Claro que não! Qual é a sua? — Como eu comentei, ela era puta, mas tinha seus limites e não podíamos forçá-la. A única coisa que podíamos fazer era seguir com o combinado até alcançar o objetivo.
Ela veio para a sala onde estávamos sentados e começamos a conversar.
—Ei, Betty, você está uma gostosa nesse vestido — disse um dos meus tios. Acho que nesse ponto já não importa mais quem disse o quê.
—Obrigada! Gostaram de como estou?
—Sim, você está linda, parece idêntica a quando usava seu uniforme escolar. Lembra, "devoradora"?
—Hahahaha, cala a boca! Não me lembre disso, além do mais o Carlos está aqui, melhor não falarmos sobre isso.
—"Devoradora"? — perguntei, como se não soubesse do que estavam falando.
—Nada, esquece.
—Conta pra ele, ele já é adulto, não acho que vai se incomodar com coisas de anos atrás.
—Que não! Hahahaha, por favor, entendam.
—Me conta — insisti.
—Vamos, conta pra ele!
—Tá bom, mas promete não me julgar ou rir, ok? Quando eu tinha um corpo muito bonito, não como agora, não quero parecer metida, mas eu tinha uma cinturinha minúscula, pernas lindas e uma bunda maravilhosa, seus tios não vão deixar eu mentir.
—Você ainda tem uma bunda deliciosa — interrompi.
—Hahaha, obrigada, filho. Vejo que você é igual a esses três, não tem limites. Enfim, eu era a inveja de muitas e o desejo de muitos, e sempre choviam propostas para fazer todo tipo de coisa. Até um dos meus tios me ofereceu dinheiro para eu transar com ele, acredita?
—E você aceitou? — perguntei.
Ela ficou calada, mas meus tios a encorajaram a falar.
—Conta! Essas "aulas" de matemática com o... Tio Francisco, você arrumou muitos problemas pra você, sua puta. - Disse um deles. - Pois é, filho! Se eu fiquei com um dos meus tios, eu já falei. Satisfeitos? A verdade é que desde novinha eu fui o desejo de muitos e caí em várias tentações. - Acredito, se você diz que estava melhor do que agora, então você era uma grande tentação. - É! Até recebi propostas de quem você nem imagina - Ela me disse, obviamente se referindo aos meus tios. - Imagino! Mas você não respondeu: por que 'a devoradora'? - Ai, que menino curioso! Bom, vou te contar - Ela me respondeu, virando para olhar para meus tios com um olhar de cumplicidade e risada nervosa. - Um dia recebi uma dessas propostas de alguns amigos do meu grupo, não sei realmente por que aceitei, acho que foram os hormônios da idade, e aceitei. Entrei no banheiro com eles, me ajoelhei e comecei a dar beijinhos ali. - Só isso? Pensei que seria algo mais gostoso o que você ia me contar - Eu disse, para que ela começasse a se soltar um pouco mais. - Ai, tudo bem! Um deles começou a abaixar a calça e, bom, foi assim que fiquei famosa por ser especialista em fazer sexo oral nos meus amigos, devo confessar que foi realmente a primeira experiência sexual que tive. Desde aquele momento me chamaram de "a devoradora" e esses imbecis ficam me perturbando com isso - Referindo-se aos meus tios. Continuamos bebendo e conversando, enquanto a conversa ficava mais erótica, meus tios começaram a se aproximar cada vez mais da Betty para acariciá-la, não de forma brusca ou agressiva, mas sim passando as mãos pelas pernas ou cabelo dela de forma gentil; como acariciando uma putinha que sabiam que já estava domesticada. Nesse ponto, minha mãe já não se importava em sentir as mãos em cima do seu corpo e decidi perguntar. - E a 'puta internacional'? Por que sua prima Silvia te chama assim? Ela respondeu com uma gargalhada. - Com quem você tem conversado, hein? Você realmente quer que eu conte isso? - Sim! Sempre tive essa dúvida. - Hahaha, antes de conhecer o seu... Pai, fiz uma viagem e fiquei na casa de uma tia e dos meus dois primos. Lembram? – perguntei aos meus tios, ao que Luis reagiu esticando o braço direito por trás da cintura de Betty e agarrando uma de suas maravilhosas nádegas com a mão.
– Como não vou lembrar, putinha! – Betty apenas soltou uma gargalhada e continuou contando a história. – Posso explicar! Desde que cheguei, no momento de cruzar aquela porta, pude notar que os dois me olhavam com uns olhos de luxúria que mal conseguiam controlar, isso, na verdade, me encantou. O primeiro com quem fiquei foi o Rodrigo, foi depois de uma festa. Não sei por que motivo acabamos falando do pau dele no caminho de volta para casa e, ao estacionar o carro, devorei aquele pedaço de carne.
– Igual a vocês três, lembram? Acho que é fácil me convencer assim – disse enquanto ria com meus tios. Não podia acreditar no que saía da boca de Betty. Agora, sem nenhum pudor, ela me contava com todos os detalhes o que tinha feito diariamente durante aquelas três semanas na casa com seus primos. Ela me contou que com eles foi a primeira vez que participou de um trio e que tinha adorado.
Não pude evitar levar a mão até o membro e começar a me acariciar por cima da calça. Levantei-me violentamente do sofá onde estava sentado e me dirigi para onde Beatriz estava sentada, ficando de frente para ela. Seu rosto lindo ficou a poucos centímetros do meu pau. Enquanto ela, surpresa com minha reação, olhava para cima com incerteza e surpresa em direção aos meus olhos, tentando decifrar o que estava acontecendo, não pude evitar novamente levar minha mão direita para acariciar meu membro por cima da calça, enquanto meu braço esquerdo se esticou para segurar suas bochechas por baixo do queixo. Instintivamente, aproximei seu rosto um pouco mais do meu pacote. Essa imagem ficará para sempre na minha memória: sua linda boquinha entreaberta pela pressão que minhas mãos exerciam em suas bochechas, a escassos centímetros de mim, totalmente... Meu pau estava tão duro que quase rasgou a calça, e seu olhar confuso ficou fixo nos meus olhos. Depois de alguns segundos gloriosos que pareceram uma eternidade, Betty se afastou com um movimento brusco, mas rindo nervosamente. Só consegui desviar a conversa para outro assunto enquanto Roberto pegava sua mão para ajudá-la a levantar do sofá e fazê-la sentar no seu colo.

– Não sei como meu pai pôde deixar você ir, você é uma delícia e é mais puta que qualquer mulher que eu já conheci – falei num tom bem sério.

– Não me lembre daquele idiota – ela respondeu com irritação na voz.

Sem perceber, havíamos entrado na última parte do nosso plano: direcionar a raiva dela contra meu pai, em benefício da nossa estratégia.

– Me trair com minha própria irmã na minha própria casa partiu meu coração, mas agora eu só queria que ele soubesse como é ver seu parceiro gozando com outra pessoa na cama.

– E por que você não faz? Você já comeu metade do bairro desde que se separaram, e todo mundo sabe, pode acreditar. Mas mesmo assim, enquanto ele não ver, não vai sentir nada – respondeu Enrique.

– Sendo sincera, já pensei em gravar um vídeo transando com algum deles e mandar pra ele, pra ele morrer de raiva. Mas não quero me meter em confusão – a maioria dos caras com quem eu fodi são casados, e isso me traria problemas de novo.

– E se a gente te ajudar? – disse Roberto.

– Hahaha, claro que não! Sabia que vocês iam tentar se aproveitar da situação! Vocês não têm jeito mesmo.

– Não, falo sério, Betty. Podemos fazer ele acreditar. Não precisa ser um vídeo, podem ser fotos em que você pareça estar fodendo com alguém.

– E como você acha que ele não vai reconhecer vocês, idiota? Ele sempre conviveu com vocês.

– Não precisa aparecer nosso rosto, Beatriz. É mais que suficiente aparecer seu rosto e algum pau na mesma foto pra ele morrer de raiva. Vai ser como na época em que a gente brincava na juventude, lembra? Quando nós quatro nos divertíamos muito no nosso quarto – disse Enrique, enquanto a segurava pelas nádegas com as duas mãos e a puxava para perto do seu corpo, esfregando então o pau na virilha da minha mãe. Minha mãe pareceu convencida com a ideia, mas virou para mim com uma cara de quem pensava: "Mete o pé daqui, você não pode ver isso". Betty aceitou, mas com a condição de que não fariam nada além de simular a situação e de que eu sairia do quarto. Ao ver minha cara de decepção, meus tios intervieram para me ajudar a participar. – Mas quem vai tirar as fotos? – replicou Roberto. – Como assim quem? Qualquer um dos outros dois, só precisa aparecer um de vocês nas imagens. – Você não acha que daria mais raiva no seu ex-marido ver que você está dando para três paus na mesma foto? – disse Luis. – Ai, não! Imagina! Ele morre! – Exatamente, Betty! Beatriz hesitou um pouco, mas parecia muito animada com a possibilidade de se vingar do meu pai. – Isso não pode sair daqui, filho, você pode ficar para me ajudar como antes, quando pedi sua ajuda para processar seu pai, mas você só vai tirar as fotos, umas poucas e nada mais. Sei que essa situação está te afetando demais – disse, enquanto com a mão direita começou a acariciar meu pacote – e não quero que você crie falsas esperanças de que tem alguma chance de conseguir algo comigo esta noite. Entusiasmado por dentro, pensando que talvez eu realmente tivesse uma chance, respondi com um tom de seriedade absoluta que estava tudo bem, que ela não se preocupasse. – Bom, está bem, mas antes preciso me sentir com mais coragem para continuar com isso – disse, enquanto caminhava até o bar e pegava uma garrafa de tequila, levando-a aos lábios para dar um bom gole que a fizesse se sentir mais segura para continuar com o que faríamos. Ao se virar para voltar para onde estávamos sentados, Beatriz se deu She mentioned that her brothers already had their cocks out and were masturbating, trying to make their members look bigger for her—the goal was to make her succumb to temptation. She walked over to them, and I took out my mobile phone to start taking pictures. She knelt in front of all three with a grin from ear to ear and a peculiar gleam in her eyes, while they continued that frantic up-and-down motion. I began taking the photos. Beatriz seemed a bit hesitant at first but gradually loosened up. She started making completely lewd gestures, opening her mouth and sticking out her tongue as if she were about to devour those three pieces of meat available to her, but she kept a cautious distance the entire time. Something Luis wasn’t too pleased about, and he commented that he didn’t think those images would work. He grabbed her by the hair, telling her to get a little closer so the photos would look more believable. Betty, already possessed by the heat of the moment, agreed with a smile on her face, moving closer on her knees until she was just inches away from the three cocks my uncles were still squeezing with surprising fury. Betty turned to me and told me to take the photos again. I agreed, and she began doing the same thing—opening her mouth as if she were about to swallow everything they’d release into her. As I brought my phone’s camera closer to her face to capture the image better, I noticed that Beatriz’s tongue occasionally brushed against my uncles’ cocks due to the short distance between them and the motion of their masturbation. That was the last straw. I switched my phone to video mode and told everyone not to speak so the voices of those participating wouldn’t be heard. I started recording with one hand while with the other, I unbuttoned my pants to take out my cock and masturbate to such a... Imagem excitante, Beatriz virou para me olhar meio surpresa, mas nesse momento eu já importava muito pouco. Ela só sorriu e me disse para continuar filmando enquanto começava a desabrochar a parte de cima do vestido. Não conseguindo desabotoar sozinha, ela se virou ainda de joelhos para pedir ajuda ao Enrique e assim deixar seus deliciosos peitos expostos. Ao conseguir tirar a parte superior da roupa, Beatriz se virou tão rápido que o pau do Enrique ficou totalmente colado na sua bochecha, e ela reagiu abrindo sua deliciosa boca e engolindo aquele pedaço de carne a que tantas vezes tinha negado o prazer. Enrique, possuído pelo momento, agarrou minha mãe pelo cabelo e começou a foder sua boca de forma violenta. Enquanto isso, ela decidiu pegar com as duas mãos os dois paus que estavam ao seu lado e apertá-los de um jeito delicioso. Ela se transformou numa pessoa completamente diferente: tirava um pau da boca para devorar o seguinte, e assim sucessivamente, de novo e de novo. Tentei me aproximar para aproveitar o momento, aproximei meu membro por trás dela, Roberto a agarrou pelo cabelo para virá-la na minha direção, mas ela resistiu. Mais uma vez Roberto tentou girar ela para mim segurando seu cabelo, mas ela resistiu novamente. Eu, desejoso que ela chupasse meu pau, agarrei seu queixo com mais força para que sua boca se abrisse completamente, e tentei mais uma vez enfiar meu pau na sua boca a toda velocidade. Finalmente consegui: pude sentir meu pau sendo abraçado por uma boca totalmente quente e úmida enquanto minha glande batia na garganta da Beatriz, e me senti no céu. Mas essa sensação durou pouco, pois Beatriz recuou de novo e me disse para me afastar, que eu não participaria. Ela se levantou irritada e disse que tudo tinha acabado, que não continuaria mais. Ao que Luis reagiu agarrando-a pelas costas e levando sua mão até... sua buceta enquanto afastava a linda parte frontal da calcinha fio-dental que ela vestia, em seguida introduziu seus dedos dentro da intimidade da minha mãe.
—Hoje você não vai me deixar na vontade, puta! Hoje não! — gritou ele enquanto enfiava os dedos mais profundamente em seu sexo.
—Me solta, Luis! O que Carlos fez não está certo e isso também não — replicou minha mãe.

Roberto, possuído pela excitação, pegou-a pelo cabelo e direcionou a cabeça de Beatriz em direção ao seu pau para que ela continuasse chupando. Mais uma vez, ela tentou resistir, mas Luis a segurou pelos braços e conseguiu controlar seus movimentos. Assim, ela não teve outra opção a não ser adotar uma atitude submissa e seguiu devorando o pau de Roberto.

Enrique sugeriu levá-la ao quarto para poder comê-la na cama, já que o sofá não parecia muito confortável.
Os três a pegaram para levantá-la e levá-la ao quarto, onde a destruiriam com investidas por todos os lados. Betty, longe de protestar, jogou-se na cama de bruços e adotou a posição em que eu sempre a havia sonhado: com a bunda apontando para cima enquanto toda a parte superior de seu torso permanecia colada à cama.
—É isso que vocês querem? Vão em frente, sou de vocês, façam-me sua. Sei que desejam isso desde que éramos jovens — gritou ela de forma desafiante. — Você! Faça valer a pena e grave tudo, porque é a primeira e última vez que me verá assim. E repito: você não vai fazer nada comigo, você não! — gritou para mim enquanto Roberto se posicionava atrás dela para realizar seu sonho de comê-la.

Roberto a segurou com força pelas nádegas e começou a penetrá-la em um ritmo vertiginoso, enquanto Enrique a pegou pelo cabelo e levantou sua cabeça para que ela devorasse mais uma vez seu pau e o de Luis. Cada vez que ela tirava um pau da boca para passar a devorar o seguinte, ambos a esbofeteavam e gritavam que ela era uma puta e que sempre seria uma puta.

Tentei me aproximar mais uma vez, e desta vez não houve protesto algum, mas também não houve interesse da parte dela de fazer algo comigo. Enrique, por sua vez, trocou de lugar com Roberto e se posicionou atrás de Beatriz. Sem hesitar, ao ver aquele pequeno orifício marrom claro, com toda a decisão do mundo, não duvidou em cuspir direto no cu de Beatriz, coisa que, ao perceber, minha mãe tentou resistir, mas as mãos de Luis e Roberto a impediram. Assim, Enrique enfiou seu pau no cu da Betty enquanto ela só pôde soltar um leve gemido devido à dor que aquela investida provocava; seus olhos viraram e, assim, Enrique, sem nenhuma piedade, realizou seu sonho de foder aquele cu tão lendário da minha mãe. Enrique continuou metendo no cu da Betty enquanto ela passava de uma expressão de dor para uma de prazer, tinha os olhos revirados, seus dentes começaram a morder o lábio inferior, e isso me deixou louco. Me aproximei novamente, agarrei-a pelo cabelo mais uma vez e, sem resistir, ela mesma se dispôs a abrir sua boquinha para receber com desejo meu pau. Comecei a foder sua boca, o que não durou nem 30 segundos, já que minha excitação era demais e eu estava prestes a gozar, mas ela me surpreendeu mais uma vez: ao perceber que eu estava quase gozando na sua boca, me empurrou para que não o fizesse. Acho que recuperou o juízo e me disse para me afastar, que já era suficiente, e que continuasse observando enquanto gravava. Peguei o celular de novo e os três se propuseram a preencher cada um dos seus buracos corporais. Agora, Enrique se deitou na cama e ela montou em cima dele para enfiar aquele pau na sua vagina, Luis a segurou pelas costas e começou a perfurar seu cu, enquanto Roberto, mais uma vez, a agarrou pelo cabelo para que ela chupasse seu pau. Assim começou aquele vai e vem de investidas que pareciam tiradas de um filme pornô, já que faziam da maneira mais sincronizada que podia existir.Mãe e irmã safadas: A festa da Beatriz.
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mamaComecei a me masturbar feito um louco vendo aquela imagem deliciosa que os quatro me proporcionavam, quando de repente uma voz me tirou do transe em que estava. —Vem, Carlos, é sua vez! —gritou Luis. Aproximei-me imediatamente ao ouvir a ordem, posicionei-me atrás dela e apontei meu pau na direção do seu cu. Betty tentou mais uma vez resistir, mas estava tão debilitada pela tarefa que foi fácil controlar seus movimentos, e consegui enfiar toda a minha virilidade no seu ânus. Anos acumulados de desejo e luxúria começaram a ser meus cúmplices naquele vai e vem violento, enquanto eu tirava e metia meu pau dentro da Beatriz. Estendi meu braço para alcançar seu cabelo e comecei a puxá-lo no ritmo da penetração. Minha manobra fez com que seu rosto ficasse inclinado para cima, com a boca aberta pelos gritos que soltava. A imagem era tão excitante que meus tios se apressaram em se posicionar na frente dela e descarregaram toda a porra no rosto e na boca da minha mãe, enquanto eu continuava profanando seu cu com meu membro. Ao terminar de receber as descargas, Betty virou o rosto para mim e pude ver uma expressão de confusão se desenhando em seu lindo rostinho coberto de porra. Ela estava gozando, mas se sentia culpada ao mesmo tempo. Essa imagem fez com que eu também explodisse dentro dela. Foi a gozada mais grandiosa da minha vida. Senti um calafrio percorrer minha medula espinal e me deixei cair de costas na cama, exausto pela tremenda foda que acabei de dar na puta da Beatriz. Fiquei deitado por alguns segundos, mas de repente um calafrio ainda mais intenso percorreu todo o meu corpo. Beatriz havia se aproximado de mim para limpar os restos de sêmen do meu membro. Ela pegou meu pau mais uma vez com as mãos, aproximou seu rosto lindo e começou a limpar com a língua da base até a ponta. Depois, o colocou na boca e começou a chupar até a última gota que saía de mim. Virei minha cabeça na direção de onde estavam meus tios e os vi ali, satisfeitos, me olhando com um olhar de orgulho e felizes pelo que havíamos conseguido, a devoradora estava de volta. CONTINUARÁ...

7 comentários - Mãe e irmã safadas: A festa da Beatriz.

Epico
Que putita la devoradora, que mujer tan puta.
Ctrufa excelente relato espero con ansias la continuacion van mis 10
Exelente relato. Lograste tu cometido. Te felicito? Con tu hermana para cuando? Van puntos