Relato de Tomás - No caminho para casa, dirigi com uma sensação agridoce de não saber em que momento minha ex-mulher se transformou em outra pessoa. Parecia que mais de 20 anos conhecendo-a não foram tempo suficiente. E hoje eu estava numa situação de sentimentos confusos. Talvez todo esse tempo eu tenha vivido enganado e convivido com uma mulher que realmente nunca conheci... Perguntei a mim mesmo. Mas não obtive resposta... Enquanto isso, no trajeto, Melissa continuou calada, ela não estava ali, seu espírito estava completamente ausente. E eu sabia muito bem que sua cabeça estava fora deste mundo, imersa num mar de pensamentos. Avancei o mais rápido que pude levar o carro. Me sentia enojado, forçado pela situação a um encontro inesperado. Que, embora sonhasse em ter, ao chegar de surpresa descobri que não era o desejado. Depois de muito tempo, finalmente chegamos de volta a Calvillo. Não demorei muito para chegar em casa, e a primeira coisa que queria era sair do carro e desaparecer no meu quarto, sair do espaço onde estivesse Melissa e dormir, e deixar passar este dia de merda. Ao chegar, saí imediatamente, batendo forte a porta. Avancei sem me despedir, dando as costas para Melissa. Caminhei alguns passos e então... — Tomás!! — gritou ela antes que eu pudesse me perder. Virei e a vi se dirigindo a mim para dizer: — Oh!! Sinto muito mesmo, sei que você não queria me ver. Mas obrigada pela sua ajuda... Ao dizer isso, não consegui evitar me sentir desiludido. Virei claramente irritado, mas ela não ligou. E me mandei dali com sentimentos confusos. Pelo menos naquele momento, um dia de merda finalmente tinha terminado.******************************
Relato de Melissa - Ao me ver finalmente na casa de Tomás, meu coração se sentia incompleto e minha mente se mostrava ausente. Apesar de tantos anos vivendo ali, não me sentia confortável numa casa que agora sabia que já não me pertencia. Não sei em que momento deixei de me sentir parte desta família. Mas passar tanto O tempo passado na companhia de Gerson fez com que eu me acostumasse aos poucos com a presença dele. Agora eu não sabia o que seria de mim, e do meu filho. A incerteza não era algo bom, mas não conseguia tirar da cabeça a sensação de não saber o que ia acontecer de agora em diante. Talvez tenha sido o medo que esgotou minhas forças. Mas em algum momento, acabei adormecendo. Com a cabeça descansando no seu peito, vejo você pegar minha mão e movê-la lentamente pelo seu corpo, até que fique bem abaixo do seu umbigo.
Aí mesmo" Você sussurra, segurando minha mão firmemente em seu membro viril. Está tão quente e duro como sempre conheci. "Espera, não, aí não" 😱 Digo, movendo minha mão uns cinco centímetros para a direita. Sua mão está sobre a minha, empurrando meus dedos agora em direção à minha barriga. -"Aí está, bem aí. Tá sentindo?" você pergunta com uma risadinha animada. -"Acho que sim?" Digo baixinho. Então sinto. Um pequeno tremor seguido pelo que só posso imaginar ser um chute forte. -"Aí está!!!!" Digo, abaixando a cabeça um pouco para ter uma melhor visão da minha barriga perfeitamente redonda. Sinto outro tremor, enquanto você empurra minha mão um pouco mais fundo, tentando encontrar o lugar perfeito. -"Isso, assim, bebê", você sussurra com uma voz amorosa -"sabe quem é?" Outro tremor, uma grande virada do meu lado esquerdo, rapidamente você move minha mão para acompanhar. -"Pra onde vai, pequenino?" você ri, perseguindo os pequenos movimentos com nossas mãos até que ele se acomode novamente com mais um tremorzinho. -"Shhh, bebê. Tudo bem, tudo bem. Sou eu, seu papai". Papai...❤️ A palavra flutua no ar enquanto me ouço soltar o mais leve soluço que posso emitir e sinto seu pau se contrair imperceptivelmente... Acontece rápido o suficiente que tenho certeza de que você não poderia ter ouvido, mas sinto sua mão parar de se mover. Fazendo uma pausa por um breve momento, me fazendo saber que você realmente ouviu. -"Você vai ficar bem, amor" ouço você dizer, Somos bastante abertos sobre nossa sexualidade, especialmente ultimamente, compartilhando quase tudo que gostamos. Se hoje sei que é um orgasmo, é por sua causa, bucetinha linda ✨ Mas isso é algo que tenho mantido em segredo. Acho que até neguei quando me perguntam diretamente, mesmo sendo a palavra que muitas vezes passa pela minha mente toda vez que fico molhada. É o motivo que me envergonha, o clichê pelo qual me odeio, a mim mesma. É me odiar, por amar...❤️❤️❤️ Ouço minha voz sussurrar na minha cabeça, uma e outra vez, "papi". Tenho que admitir que não era assim que eu esperava ouvir essa palavra pela primeira vez na cama. Apoio a cabeça de novo no seu peito e sinto seu mamilo macio bem debaixo da minha bochecha. Estou tentando relaxar, tentando brincar, torcendo pra você não notar minha respiração acelerando. Seus dedos ainda estão pressionados contra os meus, no mesmo lugar onde sentimos aquele último tremor há alguns instantes. "Esse é o papi", ouço você sussurrar de novo, soando perdido na palavra, sem saber se está falando comigo, com o bebê dentro ou consigo mesmo. Com a orelha colada no seu peito, ouço as batidas do seu coração acelerarem visivelmente, respirando mais fundo que há alguns segundos. Sinto sua mão apertar suavemente em volta da minha, levantando-a da minha barriga levemente, descendo devagar, bem devagar. "Você vai ser uma boa mamãe", você sussurra, "a melhor mãe". Você dá uma rápida inspirada enquanto as pontas dos seus dedos fazem cócegas naqueles pelinhos no topo do meu monte, sua mão ainda me guiando pra baixo, lento como dá, mas muito intencionalmente. Você respira fundo enquanto nossas mãos se aproximam do clitóris, subindo e descendo entre minhas pernas. Seus dedos se curvam sobre os meus, guiando as pontas dos meus dedos até minha abertura. Enquanto você separa meus lábios levemente, sinto o sêmen que sobrou da última vez que transamos. Sinto ele escorrendo em volta dos meus dedos, descendo pela minha bunda até a cama embaixo. "Que linda você é...", você sussurra, fazendo uma longa pausa, "até quando é uma mamãe safada". Sinto seus dedos empurrando meus dedos médio e anelar, vencendo minha resistência. Você os enfia fundo em mim. "Ainda mais do que quando você colocou seu bebê dentro de mim", você suspira, enfiando meus dois dedos o mais fundo que conseguem. Eu arqueio as costas levemente, jogo a cabeça pra trás, com os olhos fechados. Sinto seu mamilo endurecer sob minha bochecha enquanto segura minha perfeitamente imóvel, empurrando minha palma contra o clitóris enquanto move sua mão pra cima e pra baixo com pequenos movimentos. Isso é uma loucura. Me sinto paralisada, completamente travada entre não querer revelar o quanto eu quis isso e o quanto desesperadamente preciso que aconteça. Mas não tem como esconder. Você já está duro como uma pedra, só alguns minutos depois de começar a me acariciar. Um pequeno movimento da sua perna contra a minha e você vai notar o quanto estou vorazmente excitada pelas palavras que saem da sua boca e pelo sêmen que escorre entre nossos dedos. "Preciso que você cuide de mim, papi ❤️", digo baixinho, "vai cuidar de mim? Por favor, papi?" Você solta minha mão e me pega pelo queixo enquanto me diz direto na cara: -Sempre... E me dá um beijo grande e apaixonado. Tão longo e cheio de amor. Que me parece eterno... Ao terminar acordei chorando e muito molhada. Como sinto sua falta, Gerson Moncada... Mas vou lutar pelo nosso filho. E vou sobreviver aconteça o que acontecer...
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