Minha Professora e Sua Filha | Parte 2

Bom, deixo o link da primeira parte pra quem não leu, pra não deixar ninguém perdido: https://m.poringa.net/posts/relatos/3928069/Mi-profesora-y-su-hija.html continuando: No dia seguinte (segunda-feira) nos cruzamos nos corredores da escola e ela me disse: - Você tem uma mão bem firme, hein, não disse nada mas me agarrou com força. Rindo. Eu, entre risadas, respondi: Parece que você gostou... - Não vou mentir, gostei bastante... Respondeu. - É, olha que não é só nas palmadas que eu me dou bem, viu. Falei num tom brincalhão. Ela rindo disse: Que bom, porque a Aracely queria te convidar pra jantar lá em casa hoje. - Ótimo, eu vou. Respondi animado. Eu saio da escola depois das 5 da tarde, chego em casa, tomo um banho e fico esperando a hora. Eram 19:20 quando recebi uma mensagem da Romina: "Acabei de sair da academia, quer que eu passe pra te buscar? Vamos a pé." Sabendo que ela viria com aquela calcinha que marcava tudo, aceitei sem pensar duas vezes. De novo: ela tocou a campainha, desci, a beijei e saímos andando. Estava anoitecendo, mas não estava escuro. Eu andava com a mão na cintura dela, de vez em quando apertava uma das nádegas e soltava algum elogio tipo "que gostosa você tá" ou "que lindo esse jeans em você" e ela adorava - nesse ponto já tínhamos muita intimidade, ela não via problema. Perto da casa dela tem um tipo de mato/bosque que encurtava o caminho. Eu estava com o pau bem duro, já dava pra notar. O caminho no mato era muito estreito, não dava pra passar os dois lado a lado, então ela passou na frente e, sem querer, esfregou a bunda no meu pau e disse: - Você tá com ele bem duro, não dá... e começou a rir. - Me desculpa, não é minha culpa se essa legging marca tudo, você tá gostosa demais. Envergonhado e sem pensar muito, soltei essa. - Hahaha, não pode chegar assim em casa, você vai assustar ela... - Não consigo baixar ele, não sei o que fazer. Fazendo de bobo e mandando aquela que nunca falha: - Acha que eu sou burra? Se quer transar, é só falar, você sabe que pra mim é zero problemas. Entramos no mato. Dentro e ela baixou minha roupa e começou a chupar meu pau, passou a língua por todo o pau e as bolas e depois disse: "Estou muito molhada, não aguento mais". Ela se virou e se abaixou, eu baixei a calça e a calcinha rosa que ela tinha e aí vejo um fio de lubrificação escorrendo da buceta e falei: "Que putinha, olha como você tá encharcada" e, fingindo abrir uma camisinha, ela me diz: "Não, não, guarda pra ela, pra mim não precisa". "Quer que eu goze dentro?" "Enche minha buceta de porra, vai logo". Comecei a enfiar nela, ela estava muito molhada e quente, realmente apertada, se lubrificou sozinha, tinha uma bucetinha gordinha com uns lábios lindos encharcados no próprio suco. Com uma mão agarrei o cabelo dela e com a outra dei tapa na bunda e em um momento cuspi no buraco e enfiei um dedo inteiro e ela gritou: "Ayyy, seu filho da puta... continua, continua, não para, por favor". Com uma voz trêmula e as pernas fracas: "E aí, não tá aguentando as pernas, professora?" respondi com um tom dominante. "Se continuar me fodendo assim vai ter que me carregar no colo, seu pau no cu". Eu ouvi ela dizer isso e comecei a meter muito mais forte, fiquei muito excitado quando ela xingou assim, dei um tapa mais forte na bunda e falei: "O que você disse?" "Que você é um pau no cu". Dei outro tapa mais forte e ela estava gemendo aos gritos e me diz: "Sim, pau no cu... de novo". Dei outro tapa na bunda muito mais forte e ela grita baixinho e me diz: "Me bate mais uma vez, por favor". Dei outro tapa e deixei toda a bunda vermelha e ela diz entre gemidos: "Aaah, seu filho da..." e aí agarrei o cabelo dela com as duas mãos e comecei a meter mais rápido e ela aos gritos. Os barulhos da penetração estavam muito altos, provavelmente alguém nos ouviu. "Vai mais um pouco, mais um pouco você vai me fazer gozar, vai". Ao ouvir isso com sua voz suave e fina não aguentei mais e enchi ela toda de porra, mas como não fiz ela gozar, a endireitei e empurrei contra uma árvore ali, agarrei o... Peguei ela pelo pescoço, comecei a chupar enquanto enfiava meus dedos na buceta cheia de porra e esfregava, ela começou a tremer muito forte e os olhos reviraram, as pernas não aguentaram e ela não conseguia se manter em pé, se eu não a segurasse pelo pescoço ela cairia, segurei por alguns segundos até que ela se recompusesse e conseguisse ficar de pé e digo: -Quem não pôde? me fazendo de durão. Entre ofegos ela diz: -Filho da puta, assim não vou mais te aprovar, não vou mais te soltar, a buceta da sua mãe... A interrompo e enfio os dedos cheios de gozo que tirei da buceta dela na boca para que ela os limpe e ela engoliu. Vestimos nossas roupas e ela, com a buceta escorrendo, colocou seu thong e leggings e me disse: "Se manchar, você limpa com a língua, hein" e seguimos caminho para a casa dela, não demoramos mais de 16 minutos. No caminho ela me diz: -Cuida dela, Aracely não tem muita experiência, você vai acabar com ela assim. Rindo -Profe, vou tratá-la como uma princesa -É melhor, sinto que você poderia ser um bom candidato para ela, come ela -Sim, tomara que dê certo, ela tem um corpo que me deixa louco e a personalidade doce e inocente me apaixona ainda mais -Bom, inocente eu não sei... mas doce você tem razão -Ela é a pessoa mais doce e simpática que conheci, não consigo imaginá-la tendo pensamentos perversos... -se você soubesse... Esta é a 2ª parte da minha história, deem nota se gostaram, em algumas horas trago a 3ª parte | O encontro com Aracely, vamos ver se o que minha profe disse é verdade.

11 comentários - Minha Professora e Sua Filha | Parte 2

Muy bueno. De a poco se va poniendo mucho mejor