Por culpa do meu padrasto

Na escola, curiosamente, fui a primeira a chegar. Depois, chegaram outras meninas, uns caras, e entre eles chegou a Fabiola. A gente se cumprimentou e, depois de bater um papo por uns minutos, ficamos nos perguntando o que tinha acontecido com a Wendy, porque a aula já tinha começado e ela ainda não tinha chegado. No fim da aula, saímos da sala e a primeira coisa que fizemos foi ligar pro celular da Wendy, mas ela não atendeu. Depois de mais três tentativas, paramos de ligar porque era óbvio que ela não ia atender.

Durante o resto dos quinze minutos de intervalo entre as aulas, eu e a Fabiola ficamos conversando sobre bobeiras: os trabalhos que vinham por aí, o clima, uma fofoca ou outra, etc.

Chegou a hora de entrar na próxima aula. A gente achou que a Wendy fosse entrar pela porta a qualquer momento, mas nos enganamos. Parece que ela não ia aparecer o dia inteiro.

Depois que a aula terminou, era hora de fazer um lanche, então fomos pra cafeteria do instituto. Depois de tomar uma garrafa de água, não conseguíamos aliviar o calorão que tava fazendo por causa do sol forte do dia. Mesmo com o céu nublado, o calor não dava trégua. A gente tava voltando pra sala quando encontrou uma das nossas colegas...

— Adivinha?
— O quê?
— O professor de física não vai dar aula hoje, então as próximas duas horas são livres.
— Que massa!!
— Super legal!

Depois de pensar um pouco e com o calorão que tava fazendo, decidimos dar uma volta pelos jardins da escola. Sem perceber, chegamos no lugar mais afastado do jardim, conversando sobre coisas sem importância nenhuma.

Não lembro direito como a gente chegou nesse assunto, mas começamos a falar de sexo. Ela tava me contando que adora transar.

F — E aí, como é que tá com o professor de matemática? Ele te come bem?
R — Hahahaha... claro, ele tem uma piroca deliciosa, você devia experimentar.
F — Não, não, meus gostos são outros. Esse aí é muito sem sal pra mim. velho.
R- Mas de velho não tem nada, você devia ver a força que ele me dá.
F- Kkkkkkk… não acredito, mas se você gosta, aproveita.
R- Claro!
F- Olha que eles também te aproveitam muito, com esse corpinho lindo que você tem, aff… devem ficar loucos kkkkkkk…
R- Obrigada.

Enquanto a gente conversava, começou a chover. Uns casais saíram correndo de entre as árvores, e eu ri pra caramba porque era igual quando jogam água nos cachorros pra separar eles kkkkkkk…

Eu e a Fabiola ficamos debaixo de uma árvore. Eu tava encostada de costas no tronco e ela na minha frente. Nessa altura, já estávamos ensopadas. Ela começou a se aproximar devagar de mim, eu já sabia o que ela queria, então peguei as mãos dela e coloquei na minha cintura, depois abracei ela pelo pescoço e puxei pra perto, nos fundindo num beijo lésbico do caralho. Dava pra sentir a água escorrendo pelos nossos rostos, por toda a nossa roupa de colegiais, até deslizar pelas nossas pernas. Sentia o corpo dela colado no meu, os peitos dela contra os meus. Peguei ela pela nuca e puxei pra mais perto, pra nossas bocas se fundirem ainda mais, enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra. Ela começou a descer as mãos até acariciar minha bunda… apertava, massageava, e deslizava a mão toda no meio das minhas nádegas empinadas, tudo por cima da roupa. Nisso, eu respondi acariciando um dos peitos dela, porque a outra mão tava ocupada acariciando o rosto dela, puxando a cabeça dela pra perto da minha pra deixar o beijo mais intenso.

Ficamos assim por um bom tempo. Imaginem duas colegiais se beijando apaixonadamente, completamente molhadas pela chuva. A chuva começou a acalmar e decidimos voltar pra sala. Quando chegamos e abrimos a porta, demos de cara com a coordenadora (outras pessoas diriam que é igual a uma inspetora kkkkkkk…) na frente da sala, conversando. Todo mundo ficou olhando pra gente por causa do estado em que a gente tava. Entramos, e quando nos sentamos, a coordenadora continuou de onde parou.

"Jovens, como eu estava dizendo, hoje as aulas estão suspensas porque os professores vão se reunir pra tratar de assuntos relacionados a algumas viagens que vão ter pra vocês, com o objetivo de assistirem a algumas palestras. Amanhã as aulas serão normais, mas vai ter suspensão de aulas na segunda-feira, daqui a quinze dias, até quinta-feira, por causa do feriadão."

Depois de dar outras instruções, nos liberaram pra ir pra casa.

Eu queria continuar me esbaldando com a Fabiola, mas ela disse que ia aproveitar o dia pra visitar uma tia, mas que outro dia, com mais calma e melhor planejado, a gente podia dormir juntas. Sem mais o que fazer, peguei um táxi e voltei pra casa.

Até aquele momento, tudo estava rolando normal. Entrei em casa e, ao chegar na sala, imediatamente ouvi uns barulhos estranhos vindo dos quartos do segundo andar. Fiquei parada e prestei mais atenção… eram gemidos!! Pelo que dava pra ouvir, eram duas pessoas. Fiquei pensando um segundo e me acalmei: com certeza era meu padrasto e alguma amiguinha. Com isso em mente, decidi que a melhor ideia era subir, tomar um banho rapidão, vestir uma roupa confortável e sair de casa, cê sabe, pra não fazer um trisal, hahaha…

Meu quarto fica do lado do do meu padrasto, então quanto mais eu me aproximava, mais alto os gemidos ficavam. E eram uns gemidos de campeonato, quase, quase me lembravam de mim mesma, porque eu sou meio escandalosa, mas essa mina tava se divertindo pra caralho.

Quando peguei a maçaneta da minha porta, parei de repente. A mina gritava que não aguentava mais, embora a verdade é que os gemidos dela diziam o contrário, mas não foi isso que foi estranho; o que me fez parar é que a voz tinha algo muito familiar.

X- "Já chega, pelo amor, você vai me matar, vai me partir!!!"
P- "Aguenta, vadia!"

Essas palavras me deixaram ainda mais curiosa, porque aquela voz eu a conhecia.
P- Que delícia neném, que gostosa você tá!
X- Já!, já! seu pau é grande demais pra mim! Aaahh!!.
P- E isso que é só a pontinha kkkkkk…

Pareciam a voz da Wendy mas não podia ser ela com meu padrasto! Isso me deixou mais curiosa, do que eu tinha certeza é que a garota era uma novinha igual a mim, isso ou ela tinha uma voz muito infantil kkkkkk…

Feito uma ninja, larguei minha mochila de lado na porta, me aproximei da do meu padrasto e encostei o ouvido na porta pra escutar melhor.
X- aiiii!, já chega!, já tá doendo minha buceta!
P- Aguenta putinha, aguenta que já já termino de aquecer os motores kkkkkk…
X- ah, sério?, você já fez eu gozar várias vezes, já me deixou seca!
P- Primeiro me esquenta e depois quer me deixar na mão puta? Já me deixou de pau duro e agora aguenta!

Parece que era a Wendy mesmo! não podia acreditar, não conseguia imaginar como é que foram parar na cama. Quando apertei mais a orelha na porta pra escutar melhor, a porta se abriu sozinha. Eles nem perceberam que a porta abriu, então fechei na hora, mas não toda, só deixei uma frestinha por onde dava pra ver o quarto na parte onde fica a cama.

A primeira coisa que vi foi roupa do Colégio (sim, o mesmo que eu estudo) jogada no chão, junto com a roupa do meu padrasto, cês sabem como se tivessem com pressa de transar kkkkkk…
Na frente da porta dava pra ver uma mochila com o paletó e a camisa do meu padrasto, depois tinha o suéter azul escuro, uma blusa branca e uma tiara branca, logo em seguida estavam o sutiã junto com a cueca do meu padrasto e a calça dele, penduradas na cama estavam as calcinhas e junto da saia escolar azul escura plissada, estava de um lado… Wendy!!

Ela tava deitada na cama de pernas abertas, ela é uma garota linda. Em cima dela, no meio das pernas dela tava meu padrasto, ele é um homem muito grande, um metro e oitenta, com um corpo Como um lutador, mas não um lutador dos Estados Unidos, e sim um lutador mexicano, com aqueles músculos enormes, mas arredondados.

Eles estavam, digamos, de costas pra mim, então não percebiam que alguém tava olhando. Da minha posição, dava pra ver a pica enorme do meu padrasto penetrando minha amiguinha na bucetinha dela. Ele só colocava a metade pra não arrebentar ela de verdade, hahaha... A Wendy só soltava gemidos que eram uma mistura de dor e prazer.

P — Aaaaah, aaaaah, aaaaah, que gostosa você é, como eu adoro putinhas igual você, hahaha... aaaaah, aaaaah, vou me divertir pra caramba com você.
W — Você me mata, me destrói a buceta!
P — Hahaha... mas depois você vai pedir mais da minha pica, putinha, hahaha...
W — Você tem um pauzão, um pauzão mesmo...
P — Hahaha... viu como você gosta?
W — Não aguento, é grande demais pra mim, tira logo que tá doendo...
P — Tiro da sua buceta, aaaah, mas vou meter nesse rabo gostoso que você tem, aaaah, ou nessa boquinha linda, aaaah, você escolhe.
W — Não!! No cu não, você ia destruir tudo, melhor eu chupar.
P — Mas vou gozar dentro e você vai engolir tudo, entendeu, putinha?!
W — Sim, sim, mas tira logo que tá doendo.

Meu padrasto começou a meter nela de um jeito bestial. Só colocava a metade da pica, mas o vai e vem era violento, do jeito que ele gosta. Ela começou a gritar de dor e de prazer.

W — Aaaaah, aaaaah, aaaaah, aaaaah, eu tô gozando! Tô gozando de novo! Não, não, não, pode ser, outro orgasmo!! Não, não, não, aaaaah, aaaaah, aaaaah.
P — Como aperta gostoso com esses orgasmos, putinha, assim, sim, que orgasmo gostoso você tá tendo, putinha, hahaha...

Os gemidos da Wendy me excitaram pra caramba. Já dava pra sentir minha calcinha toda molhada, hehehe.

Meu padrasto tirou a pica dela rapidinho, segurou pelos tornozelos e puxou ela pra beirada da cama sem deixar ela levantar. Só as pernas dela ficaram pra fora da cama. Ele subiu em cima dela, ficou na cara dela com a pica na mão.

P — Agora sim, sua putinha, chupa meu pau, porque ainda falta muito pra eu gozar. Vou te comer por essa boquinha gostosa de puta que você tem.

Ela deitada na cama pegou com as duas mãos o pau do meu padrasto como se fosse uma chupeta, abriu a boca o máximo que pôde e foi enfiando devagar, bem devagar, mas como meu padrasto estava em cima da cabeça dela, só precisou deixar o peso cair pra entrar com o pau sem que a Wendy resistisse.

Quando o pau do meu padrasto tocava o fundo da garganta da minha amiguinha, ela se revirava na cama tentando tirar ele de lá. Meu padrasto tirava um pouco pra ela respirar e depois enfiava mais fundo.

Eu tava super excitada com tudo que tava vendo e deu uma vontade enorme de ter um pau dentro de mim, um tarado pervertido que me comesse do jeito que quisesse, que me usasse como uma verdadeira puta.

Devagar fechei a porta e, pegando minha mochila, entrei no meu quarto. Joguei a mochila na cama e imediatamente enfiei a mão direita por baixo da minha saia escolar e depois dentro da calcinha. Me acariciei a buceta sentindo uma corrente elétrica percorrer meu corpo todo, que me fez arquear de prazer. Ouvi um barulho forte do lado de fora do meu quarto, virei rápido pra janela, e a única coisa que vi foi as persianas da janela do vizinho se fechando rapidamente. Ele é um homem casado, mas eu já sabia que a mulher dele estava viajando pra fora do país.

Depois de me acalmar do susto ao perceber que meu vizinho estava me espiando, com a excitação a mil e depois de pensar por alguns segundos, decidi dar um pequeno show pra ele.

Com os gemidos da Wendy e do meu padrasto no outro quarto, comecei a tirar a roupa, começando pela minha tiara branca que estava na cabeça, depois o suéter azul escuro, de costas pra janela. Em seguida, comecei a tirar a blusa branca, desabotoando os botões de cima pra baixo. Quando terminei, deixei a blusa cair. no chão pra que meu vizinho pudesse ver em todo seu esplendor minhas costas nuas lindas, já que eu não tava de sutiã porque não gosto de usar. Sentei na beirada da cama pra tirar meus sapatos escolares pretos e as meias soquete brancas, me levantei de novo e, colocando as duas mãos na parte de trás da minha saia escolar (caso tenham esquecido, é uma saia azul plissada, de tecido escuro com listrinhas finas formando quadrados meio grandes), desabotoei o botão e deixei ela cair aos meus pés, e assim fiquei só de calcinha branca.

Caminhei rebolando igual uma puta, fui pro meu banheiro, tudo isso de me exibir e os gemidos no quarto ao lado me deixaram extremamente excitada, então não esperei mais e entrei no chuveiro pra tomar um belo banho de água fria, na esperança de que ajudasse a acalmar minha fome de pica.

Enquanto a água fria escorria da minha cabeça até os pés e eu tirava minha calcinha pra ficar totalmente nua, comecei a lembrar como foi que comecei a me mostrar pro meu vizinho.

O dia que percebi que meu vizinho me observava foi numa tarde de domingo não faz muito tempo, nessa ocasião eu tava no fundo de casa nadando na piscina, e quando olhei pra casa do meu vizinho, percebi que ele da varanda dele tava me observando, na hora pensei que era passageiro, mas depois, com o passar dos dias, percebi que já era algo que ele fazia sempre que tinha oportunidade.

Percebi que até aquele momento tinha tido muita sorte quando tô no meu quarto porque sempre mantenho as persianas fechadas já que nunca sei quando meu padrasto dá vontade de me foder do jeito dele e às vezes ele gosta de enfiar a pica dele na minha cama e é por isso que sempre deixo elas fechadas, mas desde que percebi que meu vizinho me espia, às vezes abro as persianas pra deixar ele ver quando troco o uniforme da escola, ou quando É domingo, dia que não tem empregada e de manhã geralmente meu padrasto sai de casa. Eu tomo um banho bem gostoso e depois fico andando pelo meu quarto só de toalha.

Qualquer dia que me dá vontade de dar um mergulho na piscina, eu visto um biquíni adequado pra minha idade, mas bem sexy, e vou nadar, quando sei que nenhuma empregada tá me olhando, mas meu vizinho sim. Às vezes eu me masturbo, quase não faço isso porque só bater uma não acalma minha fome de uma rola, pelo contrário, só aumenta.

Lembro que uma vez, bem atrevida, me deitei debaixo de uma árvore e me masturbei naquele lugar. Aos sábados bem cedo, vou pro jardim onde fica a piscina pra não ir pra academia do clube, ali faço um pouco de exercício e quando percebo que meu vizinho tá me olhando, faço uns alongamentos bem provocantes, por exemplo, ficando de quatro e esticando as pernas, fazendo uma leve curva com a cintura pra destacar mais minha bunda.

Depois de alguns minutos, percebi que nem a água fria tirava esse tesão, então decidi ir pro shopping dar uma volta pra ver se encontrava uma rola que matasse essa vontade. Fechei o chuveiro e peguei uma toalha pra secar todo meu cabelo, depois peguei outra pra secar meu corpo todo e joguei as duas num cesto que tinha perto.

Ao abrir a porta, imediatamente ouvi um gemido de prazer do meu padrasto e logo depois um grito entre dor e prazer, mas um pouco mais de dor da Wendy. Fiquei parada uns segundos na porta ouvindo aquilo. Ouvi outros gemidos/reclamações da Wendy pra ele tirar aquilo, de onde? Não sei, mas parecia ser demais pra ela. Então saí do banheiro completamente nua, parei super surpresa no meio do quarto porque tinha esquecido que meu vizinho tava me olhando, então fiquei parada, de perfil pra janela. Bem disfarçada, olhei pra janela do meu vizinho, mas não o encontrei. Uma sensação de alívio e uma pontinha de decepção me invadiram; fui até uma cômoda com um espelho grande pra me ver de frente — tenho ele aqui — e assim posso ficar de costas pra janela. Na frente da cômoda, me apoiei nela com a mão esquerda pra, com a direita, abrir uma gaveta e pegar uma calcinha limpa, branca. Mas, ao me ver nos olhos no espelho, fiquei parada.

De muitos homens que me olhavam na rua, cheguei a ouvir que diziam que eu tinha uma carinha de anjo, de inocência pura, de menina boazinha, mas principalmente de uma garota bem-comportada. E os que tiveram a sorte de me comer alguma vez me disseram essas mesmas coisas, mas depois de aproveitar meu corpo e me fazer gritar por seus paus, me falavam que eu tinha uma cara de puta, de uma verdadeira esquentada de cama, de uma rabuda sem juízo, e que sempre antes de começar a chupar seus paus eu fazia uma cara… hahaha… de faminta de pau! E que minha atitude confirmava isso.

E eles não estão errados, porque graças ao que aconteceu com a Fabíola na escola, descobrir que meu padrasto comeu a Wendy, ouvir seus gemidos, o fato de meu vizinho estar me espiando me deixam com o sangue fervendo e, principalmente, minha buceta pedindo aos berros por um pau suculento pra enfiar bem fundo dentro de mim.

Sem perceber, minha mão direita, em vez de ir pra gaveta, foi direto pra minha buceta. Quando meu dedo fez contato com meus lábios vaginais, um arrepio percorreu meu corpo todo; ao enfiar só a ponta do dedo na minha buceta, senti tanto prazer que minhas pernas quase dobraram, minhas costas arquearam, fazendo minha bunda linda se empinar mais e meus peitos se projetarem pra frente. Joguei minhas costas pra trás, fechando levemente os olhos, olhando um pouco pro teto, meu rosto se contraiu numa expressão de felicidade e muito prazer, abrindo a boca pela metade pra soltar um gemido. contido pra que ninguém do outro quarto me ouvisse.

Fiquei nessa posição por alguns segundos e, sem mexer a cabeça, me olhei no espelho e vi que era verdade o que diziam de mim: que normalmente tenho uma carinha de super menina boazinha, mimada, uma princesinha angelical, mas que meu outro lado era cara de uma verdadeira putinha adolescente.

O espelho, além do óbvio, me revelou que, no fundo, meu vizinho estava me olhando. Desde quando? Não sei, mas acho que não perdeu nada. Fiquei parada mais alguns segundos e, como se nada tivesse acontecido, peguei o vestido que tinha escolhido no dia anterior e que a criadagem tinha passado e arrumado pra eu usar.

É um vestido de uma peça só, num tom rosa. Quando visto, os ombros ficam de fora e, logicamente, ele só cobre meus peitos. É super, mas super ajustado ao meu corpo, e assim dá pra notar fácil minhas curvas e meu corpo bem torneado. A parte da saia é lisa no começo e, no meio até o fim, tem umas pregas aleatórias que lembram um pouco minha saia escolar plissada. A saia chega um pouquinho acima da metade da perna. Penteie o cabelo deixando uma grande parte solta nas costas e duas pequenas porções de cada lado dos ombros pra não ficar tão pelado. Me olhei de lado no espelho: minha bunda empinada, redonda e dura fazia a saia levantar de um jeito provocante. Como calçado, coloquei umas sapatilhas com salto de 8 centímetros da mesma cor do vestido — no fim, tudo rosa. Na cômoda, peguei uma bolsinha de mão combinando, coloquei meu celular e dois cartões de crédito. Dei uma última olhada no espelho pra ver meu vizinho e saí do quarto.

Do outro lado da porta, os gemidos da Wendy estavam bem mais altos. Bem devagar, me aproximei da porta do quarto do meu padrasto, empurrei bem de leve e, quando tive uma visão da cama onde eles estavam, pude ver a Wendy deitada de a cama com as pernas abertas e no meio delas, meu padrasto, chupando e mamando a buceta dela. Pelo movimento da mão perto do queixo dele, imagino que com algum dos dedos ele tava metendo na buceta ou no cu dela.

Eu já tava começando a ficar desesperada de tesão, senti uma inveja danada dela estar aproveitando e eu aqui sem ninguém por perto pra me comer.

Depois de olhar mais alguns segundos, fechei a porta bem devagar pra eles não perceberem que eu tava olhando, desci as escadas e fui pra cozinha. Peguei um copo limpo pra beber água, e depois de ter bebido, fui até a porta de casa, atravessei o jardim da frente e abri o portão principal.

Do outro lado do portão, virei à direita pra caminhar até a esquina e pegar um táxi que me levasse ao shopping. Percebi que meu vizinho tava parado na frente da porta dele, obviamente esperando eu passar perto pra olhar de pertinho minha humanidade gostosa hahaha.

Então caminhei devagar até ele; coloquei as mãos na parte de trás do meu corpo, na altura da cintura, e me apoiei num poste perto da porta dele, fazendo com que da minha bunda até a cabeça encostasse nele.

R – Oi, seu Jorge, como o senhor tá hoje?
J – Muito bem, mas pra ser sincero, meio estressado.
R – E por quê?
J – Tô há mais de um mês sem ver minha esposa e não consegui… você sabe… me divertir.
R – Se divertir? Que tipo de diversão é essa que o senhor não pode ter com outra pessoa, hein?

Ao fazer essa pergunta, dobrei levemente minha perna esquerda pra que o salão fizesse contato com o poste; esse movimento fez a saia do meu vestido subir mais.

J – Você sabe, um homem precisa se divertir… com uma mulher.
R – Entendo. Então, eu ia pro shopping me divertir um pouco, já que hoje saí cedo da escola, quero aproveitar o que resta do dia… mas se o senhor quiser, eu posso Ficar um tempinho e fazer companhia pra ele. (Quando falei isso, bem provocante, mordi a unha)
J- Claro que sim, vamos pra dentro.

Ele abriu a porta e me deixou entrar primeiro. Dei dois passos e ouvi a porta fechar atrás de mim. Continuei andando até a entrada da sala, balançando a cintura de um lado pro outro do jeito mais puta possível, rebolando a bunda pra seduzir o animal que tava atrás, porque claro, meu vizinho não tirava os olhos da minha rabeta.

Quando entrei na sala da casa dele, me sentei num sofá grande, cruzei a perna esquerda por cima da outra, e o senhor Jorge sentou do meu lado direito, bem pertinho de mim.

J- Quer beber alguma coisa? Tequila, rum, cerveja... O que você quiser.
R- Desculpa, senhor Jorge, acho que ainda sou muito novinha pra beber.
J- Mas se você já é toda uma mulher, linda, gostosa.
R- Ah, obrigada, mas me diga uma coisa: por que você não arruma uma amiguinha pra se divertir, hein?
J- Você tá falando de uma amante.
R- Se é assim que chama, então sim.
J- Não faço isso porque tenho gosto muito exigente.
R- É mesmo? E como ela teria que ser?
J- Jajajaja... Isso é fácil. Eu queria uma amante que fosse muito, mas muito novinha, de carinha meiga, linda, que transbordasse inocência, mas ao mesmo tempo fosse uma puta completa.

Enquanto falava isso, ele foi se aproximando cada vez mais. Passou uma mão por trás do meu pescoço.

R- Jajajaja...
J- Eu queria encontrar uma putinha gostosa que gostasse de pica, pra poder me saciar com ela, usar ela como minha putinha particular.

Sem mais, começou a me beijar. Primeiro foi suave, ele mordeu meu lábio inferior com os lábios dele, mas rapidamente passou de um beijo manso pra um beijo animal, porque meu vizinho começou a meter a língua dentro da minha boca, e a minha língua recebeu a dele pra se enroscar junto.

J- Quero uma putinha tarada por pica igual você, Rachel. Ele falava isso entre um beijo e outro.

Com a mão direita, ele me segurou pela cintura, e eu respondi abraçando ele pelo pescoço. Com as duas mãos e puxando ele pra que o beijo fosse mais profundo. A mão dele que estava na minha cintura começou a descer até esfregar forte minha perna esquerda, tudo isso por baixo da minha minissaia.

Instintivamente, eu abri um pouco as pernas, e ele, sendo o safado que é, entendeu na hora e começou a esfregar minha perna direita na parte de dentro, subindo até que o dedo do meio roçou na minha calcinha. Eu dei um pulo quando senti.

J- Olha só, sua putinha, você tá bem molhada, Rachel. Você é uma vagabunda mesmo, hahaha...

Eu apertei as pernas por causa da sensação gostosa, mas o seu Jorge forçou a mão dele e, com uns movimentos dos dedos, mesmo com minhas pernas apertando a mão dele, conseguiu enfiar um pouquinho menos da metade do dedo dentro da minha bucetinha molhada e apertada.

Por causa da tesão acumulada nesse dia de putaria, só isso já foi o suficiente pra todo o meu corpo ficar tenso, minhas pernas apertarem mais e eu soltar um gemido de felicidade misturado com satisfação. Minhas costas arquearam, fazendo meus peitos se destacarem ainda mais, tudo isso num orgasmo profundo.

O seu Jorge aproveitou quando meus peitos se sobressaíram pra beijar e morder eles por cima da roupa, e entre uma mordida e outra ele falava:

J- Que orgasmo gostoso, sua putinha. Sua buceta tá apertando demais meu dedo, hahaha... Você não quer ser minha amante? Pra eu poder te comer quando minha mulher não estiver e me saciar com esse corpo gostoso que você tem, mamãe. Eu sei muito bem que você gosta de pica, te vejo rebolando que nem uma puta.
R- Sssssssssssss... ssssssssssssss... iiiiiiiiiiiiiii... ssssssssiiiiiiiiiiiiii
J- Sim o quê?
R- Sim, eu quero
J- Sim, você quer o quê?
R- Sim, eu quero ser sua amante!! Pra você me comer quando quiser, papai.
J- E do meu jeito, sua putinha.
R- Sim, papai, sim, do jeito que você quiser me usar, mas agora!! Jááá jááá... meeeee... meeeee coooooomeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!
J- Vamos pra minha cama, putinha, lá vamos ficar mais à vontade.

O seu Jorge se levantou e me pegou pelo braço, me puxando bruscamente. também me levantei. No caminho, ele tirou os sapatos e a camisa, abriu a porta do quarto dele, me fez entrar e deu um tapa forte na minha bunda.

Já dentro, virei de costas pra cama, desabotoei o vestido e deixei ele cair aos meus pés, depois tirei a calcinha eu mesma enquanto ele ficava completamente nu.

J- Você tá muito gostosa, Rachel.
R- Obrigada, papai.

Ele me empurrou pelos peitos e me deitou na cama, eu me arrastei um pouco pra ficar com o corpo todo em cima dela. Seu Jorge pegou minhas pernas e abriu, e a boca dele foi direto na minha buceta. Quando senti a língua dele fuçando minha intimidade, comecei a gemer, minhas costas se contorciam de prazer com a língua dele dentro de mim.

Enquanto a língua dele brincava com gula, saboreando meus sucos de putinha, deixando meu clitóris durinho, ele enfiou o dedo médio da mão esquerda dentro da minha buceta e com a outra mão segurava minha perna aberta. Enquanto me fazia um oral divino, tirava o dedo e colocava na minha boca, e eu, como uma boa puta, nem demorei e chupei com gosto.

Depois de um tempo comendo minha xereca, ele se levantou e pegou o pau com uma mão, se ajeitou no meio das minhas pernas, apontou o brinquedo pra minha buceta e começou a empurrar, sem parar.

J- Você tá muito apertadinha, putinha, mas já não é mais virgem, tão novinha e já deu, haha. Quem é que curte essa bucetinha apertada de puta?

Não consegui responder à pergunta dele porque tava doendo um pouco.
Depois que a cabeça do pau dele entrou em mim, ele apoiou as mãos dos dois lados da minha cabeça e começou a empurrar devagar, sem recuar, até enfiar tudo.

R- AaaaaaaAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaahhhhh, papai, que pau gostoso você tem, mmmm….

Meu corpo se contorcia na cama, de vez em quando eu olhava pra baixo e via aquele pau veiudo entrando e saindo da minha bucetinha jovem.

Depois ele mandou eu virar, como a puta que eu era. E foi o que eu fiz. e ele colocou as mãos nas minhas costas, na altura da cintura, e começou a bombar. Me deu um tapa bem forte na bunda.

R-     AAAAAAYYYYYYYYYY papai!!
Eu me apoiava nos cotovelos e depois me deitava até minha cabeça ficar bem na cama e, claro, levantando minha bunda pra ele enfiar ainda mais aquela piroca gostosa dele. Dom Jorge me deu mais dois tapas na bunda.

R-     AAAAAAAAAYYYYYYYY!!!!!!!!!!! AAAAAAAAAAAAUUUUUUUUU!!!!!!!!!!

As investidas dele eram muito rápidas, me comendo do jeito e na hora que ele queria. De repente, ele parava e me enfiava duas ou três vezes bem devagar, mas na próxima investida, era com tudo! Ele metia a piroca tão forte que eu achava que ia voar pro outro lado da cama, rsrs. Essas investidas me davam dor, mas também um prazer imenso.

R- AAAAAUUUUUUUUUUUUU TÔ DOENDO!!!!! AAYYYYYYYY!!!
J- CALA A BOCA, puta!!!!!!!!!! Vou te comer do meu jeito.
R- AAAAAAAUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!! mmmmmmmm

Duas ou três investidas bem suaves e a próxima ele enfiava com tudo; depois de fazer isso umas quatro ou cinco vezes, ele me segurou pelas duas mãos na minha cintura e as investidas dele viraram um frenesi, igual quando você vê um cachorro montando na cadela dele.

Meu corpo não aguentou mais e um orgasmo forte tomou conta de mim, meu corpo inteiro ficou tenso, eu soltei um gemido forte que podia até ser confundido com um grito, hehe, mas foi um gemido inocentemente feminino; minha buceta se contraiu em espasmos, apertando e soltando a piroca deliciosa que estava dentro de mim.

Depois de uns minutos de bombada animal, ele saiu de repente de dentro de mim, me mandou não me mexer e deu a volta na cama; ele, de pé, me pegou pelo cabelo, penteando de um jeito que segurava com uma mão formando um rabo de cavalo. Eu continuei na minha posição de puta.

J-       Chupa minha piroca, raposinha.

Com a mão esquerda, segurei o pau dele, já que com a direita na cama tentava me equilibrar na minha posição de puta; abri a boca e enfiei ele inteiro direto, pra depois tirar cheio da minha saliva. Com a minha mão, eu punhetava a parte que ficava pra fora; com a parte que tava dentro, eu fazia com a boca, apertando meus lábios naquele pau lindo de homem.

Meu vizinho controlava o movimento da minha cabeça com a mão que me segurava pelo cabelo, já que a outra tava na minha cintura.

Fiquei tanto tempo naquela posição chupando ele que tive que colocar as duas mãos na cama, e aí só com a boca eu dava prazer pro meu vizinho. Ele controlava minha cabeça puxando meu cabelo ou empurrando minha cabeça com a mesma mão, enquanto com a outra, que tava na cintura, de vez em quando me dava um tapinha leve.

Enquanto me controlava com a mão, ele também mexia o quadril, acompanhando o vai e vem da minha boca no pau dele. Até que, dando um gemido forte, começou a gozar dentro da minha boca.

J— Engole tudo, putinha, engole todo meu leite.

Eu, sem poder responder, comecei a engolir e engolir; foram uns 4 ou 5 gole de leite de homem que desceram até o fundo da minha garganta. Depois de soltar todo o leite que conseguiu, ele continuou empurrando o quadril pra que o pau dele entrasse e saísse da minha boca até ficar totalmente limpo.

R— Já pode ir pro shopping, ou pra onde você quiser, vadia. Te vejo daqui a um mês pra te comer de novo.

Isso ele me disse enquanto caminhava em direção ao banheiro dele. Olhou minha calcinha jogada no chão e pegou, pra depois entrar com ela no banheiro. Eu fiquei deitada uns dois minutos na cama, tentando recuperar as forças. Ouvi ele abrindo o chuveiro e eu me levantei meio tonta, vesti meu vestido e minhas sapatilhas, me olhei no espelho que tinha no quarto dele, arrumei meu cabelo, desci as escadas, peguei minha bolsa que deixei no sofá. Na frente da porta da casa dele, abri ela de leve pra dar uma olhada se ninguém me via saindo de lá, porque apesar de eu gostar de ser uma vadia hahaha... também gosto de manter as aparências, pra todo mundo continuar pensando que sou uma menina inocente hehe.

Fiquei uns segundos observando e vi o carro do meu padrasto saindo de casa, no banco de trás vi a Wendy, com a cabeça encostada no encosto do banco, como se estivesse dormindo. Quando vi ele sair do condomínio, saí da casa do seu Jorge e fui direto pra minha casa, fui pro meu quarto, fechei as persianas e me deitei pra descansar.

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