Da noite que passei, acordo quando meus pais vão trabalhar, ou pelo menos foi o que pensei, pra mijar, pelado como de costume, sempre com a porta aberta, e ouço alguém espiando pela porta. Era minha mãe, que naquele dia estava de folga. Ela me olha e diz "bom dia". "Bom dia, mãe", respondi. Ela pergunta "o que você tá fazendo pelado?" e eu falo "sabe que durmo assim". Ela diz "mas seus irmãos podem te ver", e eu respondo "sabe que eles dormem até as 10". Vou escovar os dentes e lavar o rosto, e ela prepara o mate. Eu tinha que trabalhar, então depois de me lavar, tomei mate com ela. Parecia que a gente fazia isso sempre, mas não. Ela tava usando um vestido curto que, se ela se abaixasse, mostrava a tanga e nada mais; os bicos dos peitos apareciam por aquela tecido fino.
Ela começou a me perguntar se eu tinha visto algo estranho no quarto. Respondi que não, me fazendo de desentendido, mas sabia do que ela tava falando. Eu tinha visto todo mundo pelado no quarto. Aí perguntei por que ela tava fazendo aquela pergunta, e ela respondeu "ah, não é nada, são coisas minhas, não se preocupa". "Tá bom", respondi. Voltei pro quarto pra me trocar e vejo minha irmã sentada na cama. Enquanto me troco, aviso ela: "mãe viu a gente dormindo pelado". Minha irmã diz "não importa, mais cedo ou mais tarde ela vai ter que aceitar". Depois disso, fui trabalhar e não faço ideia do que rolou em casa. Fiz minhas coisas o dia todo e voltei só de noite pra casa. Jantamos como sempre, lavamos a louça e meus pais foram dormir. Igual na noite anterior com meus irmãos, esperamos meu irmãozinho pegar no sono e nos pelamos. Ficamos conversando, e minha irmã confessou que contou pra minha mãe. Fiquei pálido, nervoso, e minha irmã disse que a mãe entendeu, que a gente não precisava se preocupar, que ela também fazia isso quando era jovem e, na verdade, ainda faz escondido da gente. Eu e meu irmão não sabíamos o que dizer, mas também aliviamos nosso corpo. Com a minha mãe, não tinha problema ela me ver assim, porque já tinha feito isso inúmeras vezes. Depois, minha irmã me pede para fazer massagem nela, e eu aceito sem problema. Ela se deitou de bruços, e aquele rabão enorme dela dava pra ver pela curva da coluna. Sentei do lado e comecei a massagear os ombros dela, depois a coluna e as costelas. Meu irmão decidiu ir dormir, eu não tinha certeza do que podia rolar com a minha mãe depois do que a gente descobriu. Ela não tava muito satisfeita com minhas massagens, dava pra sentir ela inquieta. Ela deixou claro quando disse: "Que mãos de gostosa você tem", e eu respondi: "Tô numa posição desconfortável, quer mais forte?" Ela concordou com a cabeça, e foi aí que decidi colocar meus joelhos de cada lado da bunda dela. Meu pau ficou na altura da racha dela, mas ela não sentiu nada porque eu tentava não encostar, mantendo a coluna e a cintura retas, aplicando todo o peso nos joelhos. Comecei a massagear com mais força e firmeza, dava pra ouvir ela soltando uns gemidos de satisfação. Comecei com os punhos na região da coluna e das costelas, que era onde dava pra sentir os nós que ela tinha. Com meu corpo em movimento constante por causa da firmeza que eu aplicava nas massagens, vendo ela completamente nua com aquela bunda tão grande e redonda na minha frente e gemendo — parecia mais prazer do que outra coisa —, eu fiquei duro. Cansado das massagens e sem perceber, afrouxei os joelhos pra sentar minha cintura nas pernas da minha irmã, e meu pau ficou descansando sobre a racha linda e pronunciada dela. Quando percebeu, minha irmã disse, como se me desafiasse pra um duelo: "Não sinto nada, o pouco que sinto tá me incomodando." Fiquei puto e separei as pernas dela com um joelho, e meu pau ficou a centímetros da buceta dela. Como ela tava de bruços, as mãos dela estavam de cada lado do corpo. Com a mão esquerda e a direita, peguei cada um dos braços dela e eles ficaram entrelaçados, em... Onde ela não conseguia mexer os braços pra frente, agora você vai sentir, sua filha da puta — falei, na puta calentura que eu tava, e olha que era por dois. Aí me joguei pra frente, deixando minha cara na nuca dela, e meti meu pau de uma só vez. Isso aconteceu porque ela tava muito molhada. Ela só soltou um "Ahhhjjj". Meti até o fundo, depois comecei a bombar com adrenalina, com velocidade e força. Ela sabia que não podia fazer barulho, por isso gemia quase em silêncio. Depois de 15 minutos, falei: "Vou gozar". E ela respondeu que eu tinha feito gostoso pra caralho. "Isso não acaba aqui", falei. Tirei meu pau de dentro dela e banhei ela de porra, do cu até a nuca. Meu corpo tava tendo espasmos, e pelo visto ela também tava assim. Tinha curtido tanto quanto eu. Cansado, fui pra minha cama, olhando pra ela, e ela disse: "Que transa gostosa você me deu com o pequenino". Galera, não sei se consigo postar Família Nudista 8, porque quando entrei no Poringa, dizia que o usuário não existia, mas mesmo assim consegui escrever essas palavras. Mesmo assim, vou pedir pra vocês comentarem e avaliarem pra ver se querem que eu continue minha história.
Ela começou a me perguntar se eu tinha visto algo estranho no quarto. Respondi que não, me fazendo de desentendido, mas sabia do que ela tava falando. Eu tinha visto todo mundo pelado no quarto. Aí perguntei por que ela tava fazendo aquela pergunta, e ela respondeu "ah, não é nada, são coisas minhas, não se preocupa". "Tá bom", respondi. Voltei pro quarto pra me trocar e vejo minha irmã sentada na cama. Enquanto me troco, aviso ela: "mãe viu a gente dormindo pelado". Minha irmã diz "não importa, mais cedo ou mais tarde ela vai ter que aceitar". Depois disso, fui trabalhar e não faço ideia do que rolou em casa. Fiz minhas coisas o dia todo e voltei só de noite pra casa. Jantamos como sempre, lavamos a louça e meus pais foram dormir. Igual na noite anterior com meus irmãos, esperamos meu irmãozinho pegar no sono e nos pelamos. Ficamos conversando, e minha irmã confessou que contou pra minha mãe. Fiquei pálido, nervoso, e minha irmã disse que a mãe entendeu, que a gente não precisava se preocupar, que ela também fazia isso quando era jovem e, na verdade, ainda faz escondido da gente. Eu e meu irmão não sabíamos o que dizer, mas também aliviamos nosso corpo. Com a minha mãe, não tinha problema ela me ver assim, porque já tinha feito isso inúmeras vezes. Depois, minha irmã me pede para fazer massagem nela, e eu aceito sem problema. Ela se deitou de bruços, e aquele rabão enorme dela dava pra ver pela curva da coluna. Sentei do lado e comecei a massagear os ombros dela, depois a coluna e as costelas. Meu irmão decidiu ir dormir, eu não tinha certeza do que podia rolar com a minha mãe depois do que a gente descobriu. Ela não tava muito satisfeita com minhas massagens, dava pra sentir ela inquieta. Ela deixou claro quando disse: "Que mãos de gostosa você tem", e eu respondi: "Tô numa posição desconfortável, quer mais forte?" Ela concordou com a cabeça, e foi aí que decidi colocar meus joelhos de cada lado da bunda dela. Meu pau ficou na altura da racha dela, mas ela não sentiu nada porque eu tentava não encostar, mantendo a coluna e a cintura retas, aplicando todo o peso nos joelhos. Comecei a massagear com mais força e firmeza, dava pra ouvir ela soltando uns gemidos de satisfação. Comecei com os punhos na região da coluna e das costelas, que era onde dava pra sentir os nós que ela tinha. Com meu corpo em movimento constante por causa da firmeza que eu aplicava nas massagens, vendo ela completamente nua com aquela bunda tão grande e redonda na minha frente e gemendo — parecia mais prazer do que outra coisa —, eu fiquei duro. Cansado das massagens e sem perceber, afrouxei os joelhos pra sentar minha cintura nas pernas da minha irmã, e meu pau ficou descansando sobre a racha linda e pronunciada dela. Quando percebeu, minha irmã disse, como se me desafiasse pra um duelo: "Não sinto nada, o pouco que sinto tá me incomodando." Fiquei puto e separei as pernas dela com um joelho, e meu pau ficou a centímetros da buceta dela. Como ela tava de bruços, as mãos dela estavam de cada lado do corpo. Com a mão esquerda e a direita, peguei cada um dos braços dela e eles ficaram entrelaçados, em... Onde ela não conseguia mexer os braços pra frente, agora você vai sentir, sua filha da puta — falei, na puta calentura que eu tava, e olha que era por dois. Aí me joguei pra frente, deixando minha cara na nuca dela, e meti meu pau de uma só vez. Isso aconteceu porque ela tava muito molhada. Ela só soltou um "Ahhhjjj". Meti até o fundo, depois comecei a bombar com adrenalina, com velocidade e força. Ela sabia que não podia fazer barulho, por isso gemia quase em silêncio. Depois de 15 minutos, falei: "Vou gozar". E ela respondeu que eu tinha feito gostoso pra caralho. "Isso não acaba aqui", falei. Tirei meu pau de dentro dela e banhei ela de porra, do cu até a nuca. Meu corpo tava tendo espasmos, e pelo visto ela também tava assim. Tinha curtido tanto quanto eu. Cansado, fui pra minha cama, olhando pra ela, e ela disse: "Que transa gostosa você me deu com o pequenino". Galera, não sei se consigo postar Família Nudista 8, porque quando entrei no Poringa, dizia que o usuário não existia, mas mesmo assim consegui escrever essas palavras. Mesmo assim, vou pedir pra vocês comentarem e avaliarem pra ver se querem que eu continue minha história.
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