Minha tia, a vizinha e meu melhor amigo parte 19

Acordei e fui direto pra cozinha, minha avó estava de pijama fazendo café, me olhou e disse, neguinho, não vai falar sobre o que a gente fez com ninguém, não vó, respondi, ela sorriu e trouxe o café pra mesa. Daí a pouco chegou minha tia, de fio dental e sem nada em cima, sentou do meu lado e pediu meu café, tá frio, falei, então ela pegou na minha pica e disse, goza então, e eu gozei na boca dela enquanto minha avó olhava. Tomei um banho e me preparei pra ir ao supermercado. Minha tia disse que ia ficar porque tava com dor de cabeça, mas convidei minha avó e ela aceitou. Enquanto a gente ia pro super, minha avó me perguntou há quanto tempo eu transava com minha tia, uns meses, falei, ela perguntou se eu me sentia desconfortável delas comerem buceta, mas falei que não. Quando chegamos, antes de descer, perguntei pra minha vó se podia ver os pés dela, não eram tão bonitos quanto os da minha tia, mas tavam bons, dei uns beijos, depois lambi um pouco e quando ia tirar a pica, alguém estacionou do lado. Entramos no super, fizemos as compras e quando tava no caixa, chegou um snap do meu melhor amigo comendo alguém. Mandei uns foguinhos e combinamos de falar de noite. Quando voltávamos pra casa, perguntei pra minha avó por que só ela e minha tia eram nudistas e o resto da família nem tanto (embora eu já tivesse visto uns peitos de outra tia e meus tios pelados), e ela respondeu que deve ser porque no sítio grande delas ninguém ficava olhando e elas gostavam muito de nudismo. Chegamos em casa, comemos e fomos pra cachoeirinha. Tiramos as toalhas e entramos, a água tava gelada naquele dia, então elas saíram pra pegar sol. Enquanto isso, eu fiquei na água. Minha avó disse que ia me mostrar uma coisa, então coloquei a toalha e fomos, enquanto minha tia ficou se masturbando. Entramos em casa, fomos pro quarto dela, ela tirou a toalha e mandou eu tirar a minha, sentamos na cama dela e ela pegou um livro com fotos, tinham fotos de amigos e familiares pelados na cachoeira, enquanto passava a foto, encontrei uma dela com outra mulher, as duas se beijando e enfiando os dedos uma na outra. Essa me soa familiar, quem é? — perguntei. Ela riu e disse: a empregada, não lembra? Uau, como ela tinha mudado, mas ainda continuavam sendo umas gostosas. Minha vó passou a mão na minha pica e disse que precisava ser comida. Levantei, coloquei ela de quatro, enfiei a cara entre as bundas dela e, depois de um tempo de oral, meti a pica. Ela gemia até que disse que ia gozar. Acelerei o ritmo e gozamos juntos. Tomei um banho e fui jogar na praia. Naquela mesma noite, minha tia veio no meu quarto e disse que queria fazer algo louco. Vamos chamar a vó? — falei, mas ela já tava dormindo. Colocamos só os roupões e saímos pra fora. Tipo, o que? — perguntei, apontando pra rua. Mas não tem ninguém — falei. Tanto faz — ela respondeu. Fomos até a rampa do porto, levantei o roupão dela e comecei a comer ela. Depois de um tempo, ela virou e disse que queria minha pica. Começou a chupar e gozei na cara dela, mas ficamos com vontade de mais. Ajeitamos os roupões, peguei o carro e fomos até uma praia perto. Nos pelamos dentro do carro, mas quando íamos descer, vimos um casal nos olhando. Minha tia abriu as pernas em cima do banco do carro e disse pra eu meter mesmo assim. Meti e, enquanto chupava os peitos dela, o casal passou do nosso lado assobiando. Voltamos pra casa e dormimos juntos. CONTINUA...

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