Conto curto
Devo admitir que perdi um pouco o controle nessa história de deixar minha esposa excitada. Agora ela age de acordo com as próprias necessidades, que parecem ser muitas, mas não deixo de aproveitar pra viver uma experiência diferente e tão erótica quanto deixar sua mulher dar vazão aos desejos com outro cara.
Já faz um ano dessa aventura toda. Neste 24 de dezembro, enquanto a gente bebia e comemorava com a família em casa, bateu uma vontade doida de ver minha mulher na cama sendo comida, com aquele vestido que ela tava usando e a maquiagem no rosto. Me deixava muito excitado, o jeito dela de menina boazinha destacava o lado oposto que só eu conhecia dela.
Toda vez que podia, servia um copinho de vinho pra ela, queria que fosse se soltando e funcionava, porque as bochechas dela ficavam rosadas junto com a risada exagerada. Quando dava, passava a mão na bunda dela ou sussurrava umas putarias no ouvido.
Em casa estavam a mãe dela, o irmão com a namorada, o tio com a esposa, umas sobrinhas, o menino, ela e eu. Numa oportunidade em que fomos ao quarto pegar umas coisas, peguei ela pelo braço e encostei ela na parede.
- Ana, quero ver você chupando a pica de outro homem aqui na cama.
Ela gemeu e desabotoou minha calça, levantou a saia, virou de costas e foi enfiando sozinha, enquanto mordia a camisa levantada.
- Quer que eu ligue pra ele, mando ele vir? E me foder aqui em casa na sua frente? Ahh, ficou maior ainda, papai!
Falei que sim, que queria ver ele, pedi pra ela convidar ele pro apartamento pra gente aproveitar o tesão, e a maldita acabou entre gemidos mudos. Eu não quis gozar pra não perder a motivação do que a gente combinou, e repeti: chama ele.
Não tava nem aí pra família, eles iam pra casa de outra irmã da Ana meio-dia. De manhã cedo, iam fazer uma reunião com sopa e bebida, iam levar o moleque pra brincar na piscina e de manhã a gente ia junto. Então era o momento perfeito.
Na cozinha, lembrei ela de novo e ela disse que iria falar com ele pessoalmente. Fiquei na sala conversando com meu cunhado, e ela saiu com a desculpa de visitar uma vizinha. Isso me deixava louco, tudo isso com a família em casa.
Passou um tempo e ela entrou, olhei pra ela e tava gostosa, radiante, toda feliz e com uma piscadinha me confirmou que sim.
Já passava das 12 quando minha sogra foi embora e o resto bateu na porta. Ela saiu correndo e eu fiquei na sala. Os dois entraram, e ele, com cara de desentendido, me cumprimentou. Pedi pra ele sentar e ofereci um copo de rum puro. Ele me perguntou se eu sentia falta do convite, e eu perguntei o que minha esposa tinha dito pra ele. Ela falou que eu o convidava pra beber e resolver uns mal-entendidos antigos.
Ana voltou da cozinha com comida pra petiscar, enquanto a gente conversava já mais calmo sobre várias coisas, minha esposa sentou do meu lado e a gente continuou batendo papo.
Ela começou a falar sobre como era antes e o quanto tinha crescido e amadurecido, etc. Eu entendi o que ela queria dizer e entrei na brincadeira.
Nisso o celular da Ana toca, era a mãe dela avisando que tinham chegado. Ela se levanta e se afasta de onde a gente tava, então aproveitei e perguntei, já na confiança, o que ela achava da minha esposa.
- O que você acha da Ana, acha que ela é gostosa?
- Tá muito gostosa pra caralho, curto porque parece uma novinha de quinze anos.
Ele foi direto na resposta e, pela primeira vez, senti a excitação mórbida de estar prestes a testemunhar o que já era inevitável.
- A verdade é que sim kkk, acho que é um dos atrativos mais chamativos dela
Ana voltou e sentou de novo, cruzou as pernas e pegou o copo de fundo branco e me disse: "Papi, não acha que já tá na hora de abrir o presente?
Engoli seco e falei que sim.
Ela se levantou e sentou do lado dele bem devagar, ele pergunta sobre o presente e ela responde levantando a saia e deixando a bunda enorme de fio dental preta na frente dele, "esse aqui é pra você", se inclina e começa a desabotoar a calça dele e, ao tirar o pau pra fora, masturba ele com a mão e "esse aqui é pra mim", ele se inclina um pouco e ela fala de novo "e esse aqui é pra ele" metendo o pau dele na boca.
Foi assim que, depois de um ano, era a primeira vez que eu a via como mulher sem mim. Ela estava linda, meio bêbada e excitada, perdida no boquete no vizinho dela. Eu não deveria saber que eles eram amantes, mas não sei se foi o álcool, só sei que ele pegou ela pelo cabelo, deu um tapinha suave nela, enfiou mais fundo e disse: "Como eu gosto, putinha.
Sem mais tabu, falei pra ele: "leva ela pro quarto". Ele se levantou, pegou ela pelo braço e levou. Fiquei sentado analisando tudo, tava muito confuso e excitado. Fui pra cozinha e meu corpo inteiro tremia. Me servi mais um copo de rum e fui pro quarto. Antes de entrar, ouvi a Ana dizer:
"Tô viciada nessa pica, meu bem."
Entrei e ela tava chupando o pau dele, enquanto ele tava deitado no meio da cama. Sentei num banco do quarto e deixei eles fazerem o deles. Ela se levantou por cima dele, foi enfiando o pênis sozinha e começou a pular.
- Meu filho, você me preenche tanto, que gostoso.
- mais cedo ou mais tarde eu te comeria na frente do seu marido, sua puta!
- Sim, meu filho, sii ahh
Já tava batendo uma punheta vendo eles, do jeito que se mexiam, pareciam um casal de verdade. Ele levantou da cama, tomou o que sobrou no copo e falou que ia comer ela de verdade. Colocou ela de quatro e montou, metendo bem forte. Minha esposa gritava, então fui pra sala e liguei o som no talo. Quando voltei, eles tavam se beijando, ele montado nela enquanto chupava a boca dela, cochichando coisas no ouvido, e ela gemia e revirava os olhos. Ele disse que queria encher a cara dela de porra, e ela ajoelhou e colocou a língua pra fora. Encheu a boca dela, a cara, os peitos.
- vai meu garoto, me enche do teu jeito, ahh, me alimenta como você fala, buceta!
Ela limpava o pau dele e ele acariciava a cabeça dela. Eu parei na frente dela e comecei a me masturbar, e falei: "Engole o meu também, puta.
Das coisas mais inimagináveis que já vivi, depois que ele foi embora, quase amanhecendo, eu comi ela de novo com raiva, queria que doesse nela.
Agora tudo é mais direto, sem tanta enrolação. Um salve pra geral.
Devo admitir que perdi um pouco o controle nessa história de deixar minha esposa excitada. Agora ela age de acordo com as próprias necessidades, que parecem ser muitas, mas não deixo de aproveitar pra viver uma experiência diferente e tão erótica quanto deixar sua mulher dar vazão aos desejos com outro cara.
Já faz um ano dessa aventura toda. Neste 24 de dezembro, enquanto a gente bebia e comemorava com a família em casa, bateu uma vontade doida de ver minha mulher na cama sendo comida, com aquele vestido que ela tava usando e a maquiagem no rosto. Me deixava muito excitado, o jeito dela de menina boazinha destacava o lado oposto que só eu conhecia dela.
Toda vez que podia, servia um copinho de vinho pra ela, queria que fosse se soltando e funcionava, porque as bochechas dela ficavam rosadas junto com a risada exagerada. Quando dava, passava a mão na bunda dela ou sussurrava umas putarias no ouvido.
Em casa estavam a mãe dela, o irmão com a namorada, o tio com a esposa, umas sobrinhas, o menino, ela e eu. Numa oportunidade em que fomos ao quarto pegar umas coisas, peguei ela pelo braço e encostei ela na parede.
- Ana, quero ver você chupando a pica de outro homem aqui na cama.
Ela gemeu e desabotoou minha calça, levantou a saia, virou de costas e foi enfiando sozinha, enquanto mordia a camisa levantada.
- Quer que eu ligue pra ele, mando ele vir? E me foder aqui em casa na sua frente? Ahh, ficou maior ainda, papai!
Falei que sim, que queria ver ele, pedi pra ela convidar ele pro apartamento pra gente aproveitar o tesão, e a maldita acabou entre gemidos mudos. Eu não quis gozar pra não perder a motivação do que a gente combinou, e repeti: chama ele.
Não tava nem aí pra família, eles iam pra casa de outra irmã da Ana meio-dia. De manhã cedo, iam fazer uma reunião com sopa e bebida, iam levar o moleque pra brincar na piscina e de manhã a gente ia junto. Então era o momento perfeito.
Na cozinha, lembrei ela de novo e ela disse que iria falar com ele pessoalmente. Fiquei na sala conversando com meu cunhado, e ela saiu com a desculpa de visitar uma vizinha. Isso me deixava louco, tudo isso com a família em casa.
Passou um tempo e ela entrou, olhei pra ela e tava gostosa, radiante, toda feliz e com uma piscadinha me confirmou que sim.
Já passava das 12 quando minha sogra foi embora e o resto bateu na porta. Ela saiu correndo e eu fiquei na sala. Os dois entraram, e ele, com cara de desentendido, me cumprimentou. Pedi pra ele sentar e ofereci um copo de rum puro. Ele me perguntou se eu sentia falta do convite, e eu perguntei o que minha esposa tinha dito pra ele. Ela falou que eu o convidava pra beber e resolver uns mal-entendidos antigos.
Ana voltou da cozinha com comida pra petiscar, enquanto a gente conversava já mais calmo sobre várias coisas, minha esposa sentou do meu lado e a gente continuou batendo papo.
Ela começou a falar sobre como era antes e o quanto tinha crescido e amadurecido, etc. Eu entendi o que ela queria dizer e entrei na brincadeira.
Nisso o celular da Ana toca, era a mãe dela avisando que tinham chegado. Ela se levanta e se afasta de onde a gente tava, então aproveitei e perguntei, já na confiança, o que ela achava da minha esposa.
- O que você acha da Ana, acha que ela é gostosa?
- Tá muito gostosa pra caralho, curto porque parece uma novinha de quinze anos.
Ele foi direto na resposta e, pela primeira vez, senti a excitação mórbida de estar prestes a testemunhar o que já era inevitável.
- A verdade é que sim kkk, acho que é um dos atrativos mais chamativos dela
Ana voltou e sentou de novo, cruzou as pernas e pegou o copo de fundo branco e me disse: "Papi, não acha que já tá na hora de abrir o presente?
Engoli seco e falei que sim.
Ela se levantou e sentou do lado dele bem devagar, ele pergunta sobre o presente e ela responde levantando a saia e deixando a bunda enorme de fio dental preta na frente dele, "esse aqui é pra você", se inclina e começa a desabotoar a calça dele e, ao tirar o pau pra fora, masturba ele com a mão e "esse aqui é pra mim", ele se inclina um pouco e ela fala de novo "e esse aqui é pra ele" metendo o pau dele na boca.
Foi assim que, depois de um ano, era a primeira vez que eu a via como mulher sem mim. Ela estava linda, meio bêbada e excitada, perdida no boquete no vizinho dela. Eu não deveria saber que eles eram amantes, mas não sei se foi o álcool, só sei que ele pegou ela pelo cabelo, deu um tapinha suave nela, enfiou mais fundo e disse: "Como eu gosto, putinha.
Sem mais tabu, falei pra ele: "leva ela pro quarto". Ele se levantou, pegou ela pelo braço e levou. Fiquei sentado analisando tudo, tava muito confuso e excitado. Fui pra cozinha e meu corpo inteiro tremia. Me servi mais um copo de rum e fui pro quarto. Antes de entrar, ouvi a Ana dizer:
"Tô viciada nessa pica, meu bem."
Entrei e ela tava chupando o pau dele, enquanto ele tava deitado no meio da cama. Sentei num banco do quarto e deixei eles fazerem o deles. Ela se levantou por cima dele, foi enfiando o pênis sozinha e começou a pular.
- Meu filho, você me preenche tanto, que gostoso.
- mais cedo ou mais tarde eu te comeria na frente do seu marido, sua puta!
- Sim, meu filho, sii ahh
Já tava batendo uma punheta vendo eles, do jeito que se mexiam, pareciam um casal de verdade. Ele levantou da cama, tomou o que sobrou no copo e falou que ia comer ela de verdade. Colocou ela de quatro e montou, metendo bem forte. Minha esposa gritava, então fui pra sala e liguei o som no talo. Quando voltei, eles tavam se beijando, ele montado nela enquanto chupava a boca dela, cochichando coisas no ouvido, e ela gemia e revirava os olhos. Ele disse que queria encher a cara dela de porra, e ela ajoelhou e colocou a língua pra fora. Encheu a boca dela, a cara, os peitos.
- vai meu garoto, me enche do teu jeito, ahh, me alimenta como você fala, buceta!
Ela limpava o pau dele e ele acariciava a cabeça dela. Eu parei na frente dela e comecei a me masturbar, e falei: "Engole o meu também, puta.
Das coisas mais inimagináveis que já vivi, depois que ele foi embora, quase amanhecendo, eu comi ela de novo com raiva, queria que doesse nela.
Agora tudo é mais direto, sem tanta enrolação. Um salve pra geral.

5 comentários - O presente de Natal foi minha esposa gostosa