Minha Primeira DP com 2 Pedreiros

Olá...!!!
Bom, dessa vez trago pra vocês esse conto, devoEsclarecer que essa história não é minha...Esta foi uma das primeiras histórias que li e que amei...!!
Há alguns anos encontrei o blog dela com muitos contos que ela tinha postado,
mas infelizmente, e como sempre acontece, a autora acabou abandonando o blog.
Do mesmo jeito, no final deste conto vou deixar o link do blog dela pra quem quiser passar uma boa noite de leitura.... XD
Bom, sem mais delongas, espero que gostem e acho que é isso.

Conto Erótico: MINHA PRIMEIRA DUPLA PENETRAÇÃO, PRA VARIAR, COM DOIS PEDREIROS, JIJIJI.

P.S. Faz um tempo que tenho uma ideia pra um conto, mas sou péssimo em desenvolvê-la. Se alguém souber escrever contos, espero que possa me contatar e me ajudar, agradeceria.

Isso aconteceu quando eu tinha 19 anos. Tudo começou quando minha mãe trouxe um pedreiro (chama-se Jorge e tinha 35 anos) pra casa, pra consertar o banheiro de baixo. E como vocês já devem saber ou perceberam, meus queridos leitores, eu adoro pedreiros. Pois ele chegou na minha casa numa segunda-feira de manhã. Eu não sabia da presença dele e estava tomando banho no banheiro de baixo pra ir pro colégio, porque minha mãe estava lavando o banheiro de cima. Quando saio (costumo sair só de toalha), ia indo pro meu quarto,

e sinto um olhar muito pesado. Viro e é ele (Jorge), bem másculo, feio mas meio bonitão, não sei o que o desgraçado tinha. O ponto é que eu sorri pra ele e ele me devolveu o sorriso. Quase que no automático comecei a dar em cima dele enrolada na toalha, e me toquei do tempo e do espaço e lembrei que minha mãe estava em cima. Então me despedi dele, não sem antes deixar que me visse bem, rebolando enquanto subia as escadas.

Assim se passaram três dias, em que toda vez que chegava do colégio ficava conversando com ele, porque minha mãe tinha arrumado um trabalho à tarde, não sei do quê, mas pagavam bem. Então eu tinha a tarde toda livre com ele. Já me dava bem com ele, ele me cumprimentava com beijo e coisas assim, me contava da esposa e dos filhos, e coisas sem importância. E vocês já sabem, Eu vestia o mais gostosa que podia, claro, me dando um pouco ao respeito. Na quarta-feira ele me disse que sexta era o último dia que ele vinha porque já tinha terminado o serviço. Na quinta à noite, meus pais foram pra Houston visitar umas tias. Eu não ia pra escola e planejei tudo: pensei "esse não vai escapar vivo". Então, na sexta, acordei às 7:30 porque ouvi a campainha e era ele. Eu tava de camisola branca da minha mãe, que mal cobria minha bunda, um biquíni branco e sem sutiã. Ele me cumprimentou com um beijo e eu falei que tava com sono e voltei a deitar.

Mas na cama dos meus pais, com a porta do quarto aberta. Umas 10 da manhã, levantei de novo, peguei um copo de suco, fui perto do banheiro e vi ele em cima da pia. Ele começou a puxar papo, perguntando por que eu não fui pra escola. Falei que era pra fazer companhia pra ele. Ele só sorriu. Como já tínhamos uma certa intimidade, perguntei se podia ajudar em algo. Ele pediu: "Me passa a ferramenta, tá no chão". Aí eu comecei a passar as ferramentas pra ele. Eu me abaixava e, claro, a camisola subia, mostrando minha bunda de biquíni. A situação tava me deixando muito excitada. Nisso, ele perguntou se eu gostava de dançar. Falei que sim. Ele perguntou qual era meu plano pro fim de semana. Falei: "Nenhum, na verdade". E perguntei: "E você?" Ele disse: "Vou num baile". Falei: "Com sua esposa?" Ele respondeu: "Qual é, pra que levar pedra pro rio?" Eu ri, meio com ciúmes, e falei: "Já vou deixar de te fazer perder tempo". Ele disse: "Não, de jeito nenhum, você só torna tudo mais agradável".

Deixei ele pra lá. Fui tomar banho no banheiro de cima, no corredor. Pensei em vestir um shortinho de lycra bem curto e um top. Nisso, saí do banho de toalha, e ele tava me esperando no corredor pra se despedir. Ele disse: "Só vim acertar uns detalhes e pegar as ferramentas". Eu, sinceramente, fiquei muito desanimada. Ele me deu a mão e se despediu com um beijo na bochecha. Falei: "Deixa eu te acompanhar até a porta". Eu ainda de toalha, já na porta. Ele começou a puxar assunto de novo, e me disse: "Tô com vontade de te ver mais". E me perguntou: "Que tal a gente ir no baile? O que você acha?" Eu perguntei onde, e ele disse: "Nos Jacales". Eu falei que sim, com todo prazer, mas que não podiam me deixar chegar tarde, me fazendo de mocinha de casa. Ele respondeu: "Não se preocupa, esses bailes são de tarde, e de noite, umas 11, a gente já tá de volta aqui."

Eu falei: "Perfeito, mas que horas começa?" Ele disse: "Umas 4, mais ou menos." Eu respondi: "Perfeito, então vou falar pra uma amiga me cobrir aqui em casa, que vou com ela, mas não vou. Vou com você." Ele perguntou: "Onde te busco?" Eu falei: "Sinceramente, não sei. Onde você acha?" Ele sugeriu: "Que tal te buscar no Soriana Sendero?" Eu falei: "Melhor no Soriana Universidade, que fica nem tão longe de casa, nem tão perto." Ele concordou: "Tá bom, te busco umas 4, passo com minha caminhonete." Eu falei: "Sim, mas lá perto do banco, onde eu me perco no meio da galera." Fechamos assim, e ele disse: "Já tenho que ir." Quando ele foi se despedir de novo, dessa vez eu puxei ele e dei um beijo na boca. Ele correspondeu, e na mesma hora desceu pra meus peitos por cima da toalha, passou pras minhas bundas por cima da toalha, foi direto pra minha buceta e começou a meter um dedo bruscamente. Doeu um pouco, mas me deu muito tesão. Com a outra mão, ele tirou minha toalha, me carregou e colocou a boca nos meus peitos, chupando tudo e raspando os bicos com a barba. Me colocou de novo no chão, eu completamente pelada e com vontade de mais. Ele disse: "Que tal a gente continuar isso no baile?" Eu falei: "Ok, chin, me deixou bem molhadinha."

Então, desde sexta, eu falei pros meus pais que no domingo ia pra um sítio com uma amiga. Eles deixaram eu ir. No domingo, me vesti com umas botas, calça jeans azul e uma blusa de botões xadrez azul, verde e preta, daquelas que amarram na cintura. De calcinha, usei uma fio dental e sutiã wonder bra, conjunto azul royal. Bumbum de cavalo com donut branco. No Soriana, me maquiei pra ficar poderosíssima. Aí vi ele chegar, mas hoooooooo. Surpresa, ele veio acompanhado de um compadre dele, quase da mesma idade, então pensei duas vezes, mas acabei subindo no carro com eles. O compadre dele, Beto, não tirava os olhos de mim, e eu me sentia meio desconfortável. Aí ele nos apresentou e os dois começaram a puxar papo comigo, me deixando mais relaxada. Quando chegamos no baile, entramos e ele pediu cerveja com clamato.

Comecei a dançar com Jorge, porque com o Beto eu não queria dançar, já que ele me olhava de um jeito muito safado. Dançando com Jorge, ele me beijava e colocava a mão na minha bunda, enfiava a mão por dentro da calça só por cima mesmo, e sussurrava no meu ouvido: "Quero sentir essa raba gostosa de novo". Eu respondia: "Bom, a gente vê o que acontece". E eu tava super excitada. A gente parou onde estávamos e ele continuou me beijando feito um louco na frente do Beto. Óbvio que o Beto tava olhando, e acho que ele ficava excitado. Eles continuaram pedindo cerveja, a gente foi dançar de novo, e ele me pediu pra tirar o sutiã. Eu, sinceramente, não quis, porque o conjunto era novo e eu queria que ele visse aquela peça em mim. Mas Jorge me desabotoou, e meus bicos ficaram marcados, mas não transpareciam. Dançando, eu abraçava ele pelo pescoço e ele passava a mão nos meus peitos por cima da blusa. A gente foi pra onde o Beto estava de novo e, verdade seja dita, ficamos nos pegando na frente dele, que não tirava os olhos da minha bunda. Ele só dizia: "Não comam na frente dos pobres famintos". Já meio bêbada, mas ainda consciente, Jorge sussurrou no meu ouvido:

"Vai lá, dança com o Beto." Eu não queria, e ele disse: "Não seja cuzona, esse cara adora dançar." Aí eu falei: "Tá bom, mas só umas músicas, ok?" E ele respondeu: "Sem problema." Era umas seis da tarde quando comecei a dançar com o Beto. No começo, tava dançando legal, bem, mas o desgraçado começou a me dar umas esfregadas dançando. Como eu tava com tesão, só disfarçava. Ele era muito insistente nisso, se grudava em mim com força e procurava minha boca com a dele, até que conseguiu. Comecei a beijar ele, e ele não perdeu tempo Preguiçoso, foi direto pra minha bunda, eu não falava nada, verdade, não tinha coragem de falar nada.
Já tinha me visto agarrando com o Jorge, passou a mão nos meus peitos por cima da blusa, ele falava que eu tava muito gostosa, que queria ser meu namorado, eu não falava nada. No fim, fomos de novo pra onde o Jorge tava, e vejo eles começarem a conversar longe de mim. Nisso, eu fechei o sutiã, e eles voltaram pra onde eu tava. A festa já tava no auge, e achamos uns lugares pra sentar. Levantei de novo pra dançar com o Jorge, e foi beijo e mais beijo com ele na pista, se agarrando, e a mesma coisa: fomos sentar. Levantei pra dançar com o Beto, e a mesma coisa: beijo e mais beijo com ele na pista, se agarrando. Sentamos os três de novo, e eu no meio, os outros nas laterais. Continuamos pedindo cerveja, e o Jorge me abraçava.

Ele me beijava e continuava me agarrando, e o Beto pegava na minha bunda sem o Jorge perceber, tava super quente. Já deviam ser umas 8 horas, e eu falei se já íamos embora, porque me sentia bêbada, mas consciente. Na volta, na caminhonete, entrei pelo lado do motorista, eu no meio, o Jorge dirigindo, e o Beto no carona. No caminho pra casa, pararam num servicar pra comprar cerveja, e a gente foi bebendo. Comecei a beijar o Jorge, senti o Beto pegando na minha perna, e o Jorge percebeu e falou pro Beto: "Ô, mano, cê quer ou o quê?" E o Beto respondeu: "Sim". Nisso, o Jorge falou: "Então vai, beija meu compadre". E como eu já tava fazendo isso, beijei ele na hora. Tava bêbada, mas mais tarada. Dava um beijo no Jorge e um no Beto, e cada vez que beijava um, os dois me apalpavam. A gente foi bebendo, e o Beto falou pro Jorge:

"Ô, mano, e como vamos deixar a Lucecita assim bêbada em casa? Vamos parar num hotel pra ela tomar um banho e comer alguma coisa, passar a bebedeira." Eu aceitei. Chegamos num motel em Apodaca, entramos, pagaram um quarto com jacuzzi. Falei que só ia tomar banho e a gente ia embora. Eles aceitaram, pediram comida. Tomei Dei uma volta pelo quarto e os dois ficaram me olhando, aí falei: "não se incomodam? Vou encher a jacuzzi". Chegou a comida, eram hambúrgueres, comemos. Encheu de água bem quentinha. Peguei uma toalha, tirei as botas, a calça e a blusa na frente deles e falei: "com licença", e entrei sozinha, achando que iam me acompanhar. Dentro da jacuzzi, tirei o sutiã e a calcinha fio-dental. Fiquei assim uns 10 minutos sozinha na jacuzzi, conversando com eles. Aí o Jorge fala: "o ruim das jacuzzis é que mesmo assim você tem que tomar banho de novo no chuveiro". Eu falei: "sério?" E ele: "sim, sério". Aí falei: "tinha me avisado antes". Levantei, saí da jacuzzi pelada, entrei no chuveiro. De repente, os dois apareceram completamente pelados.

Começaram a me beijar e eu me deixei levar, tava super excitada. Um me beijava as costas e o outro a boca. Me deixei apalpar toda. Depois de uns 10 minutos de amasso no banheiro, o Beto me carregou e me levou pra cama. Nisso, o Jorge deita e me deita de lado com ele, me beija e vai me puxando pra baixo devagar. Eu beijava e mordia os mamilos dele, a barriga dele, e fui direto pro pau dele pra chupar. O Jorge apertava meus peitos e de repente comecei a sentir a respiração do Beto nas minhas nádegas e depois a língua do Beto fazendo sexo oral em mim como um mestre. Me deixei chupar pelo compadre e não parei de chupar o Jorge. Gozei com o prazer imenso do sexo oral. Depois trocamos de posições: agora eu chupava o Beto e o Jorge me chupava.

Devo dizer que os paus deles não eram os mais apetitosos do mundo, mas cumpriam sua função. Chegou um ponto em que me deitei e eles continuaram: um pegou meu peito direito e o outro o esquerdo. E, meu Deus, era maravilhosa a sensação de uma boca em cada mamilo. Já vi que era inevitável, então aproveitei o momento pra me desinibir e ficar bem louca. Deitei o Beto de barriga pra cima e comecei a chupar ele, enquanto o Jorge começou a me penetrar de quatro pela buceta sem camisinha. (como tinha regulado no sábado, não tava preocupada com gravidez) não acreditava no que tava fazendo — um menage agora com desconhecidos. Nisso, o Beto me para, me puxa pra perto dele, me penetra e, como eu tava deitada, chupava meus peitos. De repente, comecei a sentir o Jorge enfiando um dedo no meu cu.

Fiquei meio chocada, mas de prazer, e ele viu que eu aceitei, então não hesitou em ir fundo. Se posicionou atrás de mim e, aos poucos, começou a me penetrar. Doía um pouco, senti muita pressão e uma vontade de fazer cocô, mas era gostoso. Quando ele entrou de vez, senti a melhor sensação da minha vida: ser penetrada pelos dois lados. O Beto continuava bombando, gozei rapidinho e fiquei parada, mas o Jorge ainda tava me comendo. Comecei a sentir aquela vontade de mijar e fiz isso, não parei. Foi um mega orgasmo, acho que por causa da estimulação traseira. Não sabia que chupar o cu podia fazer você gozar magicamente. Me afastei dos dois, me deitei na cama, e eles falaram: "Você já gozou duas vezes, mas a gente não." Perguntei o que eles propunham, eles disseram: "Chupa a gente, lava." Falei pra eles lavarem. Chupamos os dois, primeiro um, depois o outro. Enquanto chupava um, o outro se masturbava. Depois, os dois ao mesmo tempo, e eles gozaram dentro da minha boca. Engoli o que deu, e o resto escorreu até meus peitos. Acreditem, leite tomado tira a bebedeira. Tomamos banho juntos, me troquei, coloquei a outra roupa e eles me levaram pra casa. Desde então, nunca mais vi eles.

Blog: http://losrelatosdeingrid.blogspot.com/

Espero que tenham gostado, e um abraço!

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