Recapitulando… Eu estava de pé na frente dela, e ver Cam cheirando com insistência meu sêmen seco impregnado nos lençóis me deu uma ereção a todo vapor. E ela não pôde deixar de notar.
Foram aqueles momentos em que dez segundos parecem durar horas. Como se a morte estivesse na minha frente e minha vida inteira passasse diante de mim antes de eu deixar essa vizinhança e me mudar pro bairro eterno. Através dos olhos verdes da Cami, pude me ver dentro de um labirinto do qual não ia conseguir sair, como aqueles infelizes que eram oferecidos como tributo ao Rei Minos pra saciar a sede de sangue do filho dele, o Minotauro. Mas a Cam, nesse caso, se transformou numa autêntica Ariadne millennial e me ofereceu o fio que ia me tirar dessa enrascada.
— Vai, pai. Vai ficar aí parado sem dizer nada ou vai pegar esses lençóis de uma vez?
— Sim, sim, amor, me dá os lençóis que assim que eu vestir alguma roupa, levo até o tanque. Você tá bem?
— Tô, pai. Por que não estaria? O dia tá só começando e tem muita coisa pra fazer.
— Beleza..! Daqui a pouco a gente se vê, então.
Fechei a porta do meu quarto e senti que os joelhos iam ceder. Me joguei na cama de bruços e senti que minha ereção ainda não tinha passado.
Uffff… Meu cérebro tava explodindo com um monte de coisa diferente. Minha glande tava prestes a estourar e comecei a me acariciar gostoso pra caralho. Devo confessar que as duas últimas punhetas que bati em dez horas foram tão intensas que tive que voltar bem lá atrás no meu passado pra achar um ponto de comparação.
Obviamente tranquei a porta do quarto pra me entregar a satisfazer tanto desejo. Nessa altura, tava deitado de barriga pra cima na cama com os pés apoiados no chão e comecei a massagear minha rola inteira. Primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Fiquei batendo punheta até gozar pra cima. quarto numa generosa esguichada de esperma que acabou chegando até meu peito. E assim continuei me masturbando até conseguir o tão desejado relaxamento corporal.
Quando me levantei, vi pelo buraco da fechadura uma sombra e depois uma luz, como se alguém estivesse me observando do outro lado da porta. Também ouvi uns passos abafados pelo corredor que liga os quartos, como se um observador que não quer ser descoberto se retirasse na ponta dos pés, tentando fazer o menor barulho possível.
Já não tinha mais dúvidas: Cam tinha me espionado pelo buraco da fechadura da porta do quarto de casal enquanto eu dedicava a mais gostosa das punhetas pra ela. Será que imaginou que eu estava pensando nela? Será que viu tudo e concluiu que o pai dela era um depravado? Será que ficou excitada? Todo tipo de pergunta me assaltava e minha mente não parava de maquinar.
Mais uma vez focado em mim mesmo e depois de me limpar do sêmen com os mesmos lençóis que minutos antes Cam tinha levado ao rosto, saí do quarto com cuidado e sem fazer muito barulho. Com a desculpa de perguntar alguma coisa, me aproximei do quarto dela e, antes de chegar lá, ouvi uns gemidos contidos e quase inaudíveis saindo do local. Fiquei petrificado, sem conseguir me mexer, o que me permitiu ouvir com mais atenção. Verdadeiramente, ela estava se tocando de novo. Não podia acreditar que dessa vez acontecia depois que ela me viu na mesma atividade onanista.
Não resisti à ideia de tentar vê-la novamente daquele jeito. Mesmo correndo o risco de ser descoberto, me aproximei para olhar pelo buraco da fechadura dela e então a vi. Ela estava na mesma posição na cama em que eu estivera minutos antes. Completamente nua, com os peitos apontados pro teto e os bicos bem duros. Uma delícia de verdade. Com uma mão tapava o rosto, pois parecia estar chegando ao orgasmo, e a outra mão perto da buceta dela, que eu não conseguia ver direito. Tinha dois dedos enfiados O corpo dela e os gemidos ficavam cada vez mais altos. Aqueles dedos que fingiam ser dois paus finos, mas que juntos viravam um de verdade, entravam e saíam da buceta dela com muita intensidade. De repente, o ritmo daquela porra ficou muito rápido e o corpo dela começou a tremer de um jeito que quase ninguém percebia, só eu, antes do orgasmo. Antes de gozar, a Cam tirou a mão do rosto e levou até um dos peitos, que começou a apertar com força, até que espremeu um dos mamilos com três dedos, bem forte. Vendo aquilo, já fiquei todo excitado de novo e a ereção veio com a mesma certeza que o dia segue a noite. Minha mão foi pro meu pau e apertei ele com força no exato momento em que ela gozou, soltando um grito abafado, quase imperceptível pro ouvido humano. A Cami ficou deitada na cama com os dedos relaxados lá dentro, como se nunca quisesse tirar eles daquele lugar tão quente, de olhos fechados e o corpo quase parado. Resolvi então dar o fora, alucinado com tudo que tava rolando. Nunca imaginei nada disso, nem na mais louca das minhas fantasias sexuais de adolescente. Acho que se a Cam tivesse pelo menos um dos sentidos ligado, deve ter percebido meus passos indo embora. Nunca soube ao certo, mas pelo que aconteceu umas horas depois, acho que sim. Precisava resolver umas paradas na rua, então depois de me lavar, me vesti e saí pro asfalto duro pra tentar organizar as ideias, que tavam bem bagunçadas. Além disso, dei a chance dela fazer o mesmo e ter um tempo sozinha em casa, ou chamar as amigas e dar uma volta. De noite, o jantar foi sem grandes novidades, ela tava com um vestido curto que ficava uma gostosura, mas consegui manter a compostura e não olhar nem um centímetro a mais do que meus olhos viam. Ou seja, não tentei saber se ela tava de fio dental ou sem nada. Ela, nem sabia de que cor era o sutiã que tava usando. Eu me propus a ter ações e atitudes comportamentais que pudessem dar ciúmes até pro mais fervoroso dos monges monásticos regulares da Idade Média. Obviamente, nada disso se concretizou a curto prazo, já que minhas intenções naufragaram miseravelmente diante da fraqueza da minha carne.
Depois do jantar e com uma chuva persistente que caía sobre toda Buenos Aires, combinamos de ver um pouco de televisão na sala que serve de living. Não tive ideia melhor do que sugerir começarmos a ver um episódio da série Spartacus. Juro que não sabia que era uma de alto teor erótico; conforme algumas cenas (muito bem feitas) iam rolando, meu desconforto mal dava pra disfarçar. Perguntei:
— Cam… Quer que eu ponha outra coisa? Não sabia que a série tinha essas características
— Nada a ver, pai. Já não sou menor de idade e consigo entender que nada de pecaminoso tá acontecendo na TV. Não precisa me proteger desse tipo de cena
Então ela dobrou a aposta…
— Você fica desconfortável vendo isso comigo? Muda se quiser
— De jeito nenhum, love, só não quero que você fique alterada e esperando passar de uma cena erótica pra uma de ação
Nada. Seguimos assim e em vários momentos não consegui evitar ter uma ereção ou outra. A gente não é de pau, afinal. Calculo que ela percebeu, já que tava na diagonal de mim, sentada num sofá confortável, e eu tava com uma calça folgada, então dava pra ver se uma barraca armava no living… ha
Como pude, consegui que a noite terminasse sem maiores novidades dignas de nota, então por volta das 0h30, mais ou menos, cada um foi pro seu quarto. Supus que ela continuaria falando com amigas e amigos ou vendo coisas na internet, e eu tentaria dormir rápido pra evitar ceder a qualquer tipo de manifestação instintiva. Minha esposa chegaria naquele mesmo dia perto do meio-dia, segundo ela tinha me dito horas antes por telefone.
A chuva lá fora não parou em nenhum momento. Momento e dava pra ouvir pela minha janela o barulho das gotas e do vento. Não tinha outros sons na casa, então dormi em poucos minutos. No meio da madrugada, ouço da porta do meu quarto a Cam me chamando e dizendo que a energia tinha caído no bairro inteiro. Isso é algo comum em Buenos Aires, então quem é daqui vai entender na hora, enquanto alguém do interior ou de fora pode achar meio inacreditável.
A verdade é que, no meio do apagão, mal dava pra ver a silhueta da Cami na porta. Percebi, apesar disso, que ela já estava com a roupa de dormir.
— Pai, tá muito escuro no bairro inteiro e tem tempestade elétrica lá fora. Te importa se eu dormir aqui essa noite?
— Claro que não, love, é verdade que tá tudo muito escuro. Não me incomoda nada, pelo contrário.
(Se eu estivesse totalmente acordado, teria caído de cara no chão ou minha pressão teria despencado, mas não foi o caso.)
Ela deitou do meu lado e pedi pra ela se enfiar debaixo do cobertor pra não passar frio, porque a temperatura tinha caído um pouco. Ela deitou do meu lado e eu abracei ela, dei um beijo e me despedi até de manhã.
Cam virou de costas pra mim e se preparou pra dormir, então fiquei olhando pro teto no escuro, pensando em nada. Já tava quase dormindo de novo meia hora depois e senti ela se aproximar de mim e encostar a bunda no meu lado. Não achei nada demais, porque assumi que ela tava dormindo. Devagar, ela começou a se mexer, eu não podia acreditar. Minha filha tava rebolando suavemente a buceta no meu corpo…
Em breve continuo com o relato do que aconteceu.
Foram aqueles momentos em que dez segundos parecem durar horas. Como se a morte estivesse na minha frente e minha vida inteira passasse diante de mim antes de eu deixar essa vizinhança e me mudar pro bairro eterno. Através dos olhos verdes da Cami, pude me ver dentro de um labirinto do qual não ia conseguir sair, como aqueles infelizes que eram oferecidos como tributo ao Rei Minos pra saciar a sede de sangue do filho dele, o Minotauro. Mas a Cam, nesse caso, se transformou numa autêntica Ariadne millennial e me ofereceu o fio que ia me tirar dessa enrascada.
— Vai, pai. Vai ficar aí parado sem dizer nada ou vai pegar esses lençóis de uma vez?
— Sim, sim, amor, me dá os lençóis que assim que eu vestir alguma roupa, levo até o tanque. Você tá bem?
— Tô, pai. Por que não estaria? O dia tá só começando e tem muita coisa pra fazer.
— Beleza..! Daqui a pouco a gente se vê, então.
Fechei a porta do meu quarto e senti que os joelhos iam ceder. Me joguei na cama de bruços e senti que minha ereção ainda não tinha passado.
Uffff… Meu cérebro tava explodindo com um monte de coisa diferente. Minha glande tava prestes a estourar e comecei a me acariciar gostoso pra caralho. Devo confessar que as duas últimas punhetas que bati em dez horas foram tão intensas que tive que voltar bem lá atrás no meu passado pra achar um ponto de comparação.
Obviamente tranquei a porta do quarto pra me entregar a satisfazer tanto desejo. Nessa altura, tava deitado de barriga pra cima na cama com os pés apoiados no chão e comecei a massagear minha rola inteira. Primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Fiquei batendo punheta até gozar pra cima. quarto numa generosa esguichada de esperma que acabou chegando até meu peito. E assim continuei me masturbando até conseguir o tão desejado relaxamento corporal.
Quando me levantei, vi pelo buraco da fechadura uma sombra e depois uma luz, como se alguém estivesse me observando do outro lado da porta. Também ouvi uns passos abafados pelo corredor que liga os quartos, como se um observador que não quer ser descoberto se retirasse na ponta dos pés, tentando fazer o menor barulho possível.
Já não tinha mais dúvidas: Cam tinha me espionado pelo buraco da fechadura da porta do quarto de casal enquanto eu dedicava a mais gostosa das punhetas pra ela. Será que imaginou que eu estava pensando nela? Será que viu tudo e concluiu que o pai dela era um depravado? Será que ficou excitada? Todo tipo de pergunta me assaltava e minha mente não parava de maquinar.
Mais uma vez focado em mim mesmo e depois de me limpar do sêmen com os mesmos lençóis que minutos antes Cam tinha levado ao rosto, saí do quarto com cuidado e sem fazer muito barulho. Com a desculpa de perguntar alguma coisa, me aproximei do quarto dela e, antes de chegar lá, ouvi uns gemidos contidos e quase inaudíveis saindo do local. Fiquei petrificado, sem conseguir me mexer, o que me permitiu ouvir com mais atenção. Verdadeiramente, ela estava se tocando de novo. Não podia acreditar que dessa vez acontecia depois que ela me viu na mesma atividade onanista.
Não resisti à ideia de tentar vê-la novamente daquele jeito. Mesmo correndo o risco de ser descoberto, me aproximei para olhar pelo buraco da fechadura dela e então a vi. Ela estava na mesma posição na cama em que eu estivera minutos antes. Completamente nua, com os peitos apontados pro teto e os bicos bem duros. Uma delícia de verdade. Com uma mão tapava o rosto, pois parecia estar chegando ao orgasmo, e a outra mão perto da buceta dela, que eu não conseguia ver direito. Tinha dois dedos enfiados O corpo dela e os gemidos ficavam cada vez mais altos. Aqueles dedos que fingiam ser dois paus finos, mas que juntos viravam um de verdade, entravam e saíam da buceta dela com muita intensidade. De repente, o ritmo daquela porra ficou muito rápido e o corpo dela começou a tremer de um jeito que quase ninguém percebia, só eu, antes do orgasmo. Antes de gozar, a Cam tirou a mão do rosto e levou até um dos peitos, que começou a apertar com força, até que espremeu um dos mamilos com três dedos, bem forte. Vendo aquilo, já fiquei todo excitado de novo e a ereção veio com a mesma certeza que o dia segue a noite. Minha mão foi pro meu pau e apertei ele com força no exato momento em que ela gozou, soltando um grito abafado, quase imperceptível pro ouvido humano. A Cami ficou deitada na cama com os dedos relaxados lá dentro, como se nunca quisesse tirar eles daquele lugar tão quente, de olhos fechados e o corpo quase parado. Resolvi então dar o fora, alucinado com tudo que tava rolando. Nunca imaginei nada disso, nem na mais louca das minhas fantasias sexuais de adolescente. Acho que se a Cam tivesse pelo menos um dos sentidos ligado, deve ter percebido meus passos indo embora. Nunca soube ao certo, mas pelo que aconteceu umas horas depois, acho que sim. Precisava resolver umas paradas na rua, então depois de me lavar, me vesti e saí pro asfalto duro pra tentar organizar as ideias, que tavam bem bagunçadas. Além disso, dei a chance dela fazer o mesmo e ter um tempo sozinha em casa, ou chamar as amigas e dar uma volta. De noite, o jantar foi sem grandes novidades, ela tava com um vestido curto que ficava uma gostosura, mas consegui manter a compostura e não olhar nem um centímetro a mais do que meus olhos viam. Ou seja, não tentei saber se ela tava de fio dental ou sem nada. Ela, nem sabia de que cor era o sutiã que tava usando. Eu me propus a ter ações e atitudes comportamentais que pudessem dar ciúmes até pro mais fervoroso dos monges monásticos regulares da Idade Média. Obviamente, nada disso se concretizou a curto prazo, já que minhas intenções naufragaram miseravelmente diante da fraqueza da minha carne.
Depois do jantar e com uma chuva persistente que caía sobre toda Buenos Aires, combinamos de ver um pouco de televisão na sala que serve de living. Não tive ideia melhor do que sugerir começarmos a ver um episódio da série Spartacus. Juro que não sabia que era uma de alto teor erótico; conforme algumas cenas (muito bem feitas) iam rolando, meu desconforto mal dava pra disfarçar. Perguntei:
— Cam… Quer que eu ponha outra coisa? Não sabia que a série tinha essas características
— Nada a ver, pai. Já não sou menor de idade e consigo entender que nada de pecaminoso tá acontecendo na TV. Não precisa me proteger desse tipo de cena
Então ela dobrou a aposta…
— Você fica desconfortável vendo isso comigo? Muda se quiser
— De jeito nenhum, love, só não quero que você fique alterada e esperando passar de uma cena erótica pra uma de ação
Nada. Seguimos assim e em vários momentos não consegui evitar ter uma ereção ou outra. A gente não é de pau, afinal. Calculo que ela percebeu, já que tava na diagonal de mim, sentada num sofá confortável, e eu tava com uma calça folgada, então dava pra ver se uma barraca armava no living… ha
Como pude, consegui que a noite terminasse sem maiores novidades dignas de nota, então por volta das 0h30, mais ou menos, cada um foi pro seu quarto. Supus que ela continuaria falando com amigas e amigos ou vendo coisas na internet, e eu tentaria dormir rápido pra evitar ceder a qualquer tipo de manifestação instintiva. Minha esposa chegaria naquele mesmo dia perto do meio-dia, segundo ela tinha me dito horas antes por telefone.
A chuva lá fora não parou em nenhum momento. Momento e dava pra ouvir pela minha janela o barulho das gotas e do vento. Não tinha outros sons na casa, então dormi em poucos minutos. No meio da madrugada, ouço da porta do meu quarto a Cam me chamando e dizendo que a energia tinha caído no bairro inteiro. Isso é algo comum em Buenos Aires, então quem é daqui vai entender na hora, enquanto alguém do interior ou de fora pode achar meio inacreditável.
A verdade é que, no meio do apagão, mal dava pra ver a silhueta da Cami na porta. Percebi, apesar disso, que ela já estava com a roupa de dormir.
— Pai, tá muito escuro no bairro inteiro e tem tempestade elétrica lá fora. Te importa se eu dormir aqui essa noite?
— Claro que não, love, é verdade que tá tudo muito escuro. Não me incomoda nada, pelo contrário.
(Se eu estivesse totalmente acordado, teria caído de cara no chão ou minha pressão teria despencado, mas não foi o caso.)
Ela deitou do meu lado e pedi pra ela se enfiar debaixo do cobertor pra não passar frio, porque a temperatura tinha caído um pouco. Ela deitou do meu lado e eu abracei ela, dei um beijo e me despedi até de manhã.
Cam virou de costas pra mim e se preparou pra dormir, então fiquei olhando pro teto no escuro, pensando em nada. Já tava quase dormindo de novo meia hora depois e senti ela se aproximar de mim e encostar a bunda no meu lado. Não achei nada demais, porque assumi que ela tava dormindo. Devagar, ela começou a se mexer, eu não podia acreditar. Minha filha tava rebolando suavemente a buceta no meu corpo…
Em breve continuo com o relato do que aconteceu.
1 comentários - Relato padre e hija (parte III)