Amor e Ódio - 2 de 5

No dejes de pasar por mi mejor post

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No te vas a arrepentir!




Nota: todos los nombres de personas, fueron alterados para preservar la verdadera identidad de los protagonistas






Antes de cenar medité mucho lo que había sucedido, diablos, apenas hacía un día que la conocía y parecía que habíamos estado toda una vida juntos, estaba en mi mente a cada instante, por su figura, y por su forma de ser, como era posible que en tan poco tiempo hubiéramos cogido como lo habíamos hecho e incluso ella ya se había puesto a la altura de mi esposa? las cosas no estaban bien…

Durante la cena Emily se me hacía irresistible, con un rostro aniñado pero tan seductor, tomé fuerzas de donde no las tenía y me sinceré con ella, le dije todo lo que pasaba por mi cabeza, de mis sentimientos, de la locura que implicaba lo que habíamos hecho y le dije que ‘ya basta’, por el tiempo que nos quedara por delante solo seríamos Jefe y empleada, tal cual lo pactado. Ella no dijo nada, se mantuvo en silencio y me esquivó la mirada.



Sentí sacarme un peso de encima, cuando terminamos subimos por el ascensor, cada uno a su cuarto, pero al llegar al suyo y cuando pensaba despedirme, ella tomó mi mano y lentamente la llevó bajo su pollera, entre sus piernas, indicándome el camino hacia su sexo, me miraba fijamente, estábamos en medio del pasillo y era perversamente peligroso, llegué a su vagina, no tenía ropa interior, entonces me dijo



-Era una sorpresa, pero ya que no deseas cogerme… pues bien, hasta pronto…


Aún estaba acariciando su pubis desnudo, porque hacía esto?, ella siguió



-Hasta mañana Francesco, tal vez me equivoqué, tal vez no te guste mi culo como dices, tal vez no seas tan hombre como imaginé…


Ella aún me provocaba con su léxico cuando la metí a la fuerza en su cuarto, puta… arremetí hasta la pared entre apuro y sofocos, la arrinconé, su espalda contra el empapelado de la habitación, nos besamos como salvajes, casi me arranca la camisa, volaron los botones por el aire, metí la mano entre sus piernas y enterré dos dedos en su concha inundada de placer, respondió con un jadeo profundo y clavó sus dientes en mi cuello, me hizo doler, levanté sus piernas entre mis brazos dejándola suspendida en el aire, toda abierta para mí, se la enterré en un golpe seco, hasta el fondo, se arqueó de placer, poseída, en segundos estaba todo transpirado, bufando como toro, empujando enceguecido, los gemidos de sus orgasmos en mis oídos me enloquecían, le hablé sucio



-Puta, sos una puta… así? así te gusta? queres que te llene la argolla de leche? eso queres? Que te la deje chorreando?
-Si! eso quiero…


Ella casi no respondía, estaba tan encerrada en su gozo que casi no podía hacerlo… volvió a morderme, me rasgó hasta el dolor la espalda con sus afiladas uñas, empecé a acabar, llegué al final, lo había conseguido…



La tiré como una bolsa sobre la cama, con locura, ella rebotó varias veces sobre el colchón, con la pollera a la cintura, su enorme trasero quedo ante mis ojos, fui sobre ella, abrí sus nalgas a la fuerza y empecé a lamer su esfínter, quería hacerle el culo, ella lo intuyó y fue cuando se apartó de mi lado



-No… - me dijo – por el culo no…
-Por qué? te va a gustar… sé cómo hacerlo…
-No… no ahora… algún día… pero no ahora… nunca lo hice, y tengo un poco de miedo, pero necesito tiempo…


Este diálogo había enfriado la situación, no tendríamos más sexo por esa noche, así era Emily, sexo corto, pero explosivo.

Nos relajamos, pasamos a la reflexión, nuevamente dormiría en su cuarto, tenía un complejo rompecabezas en mi cabeza, demasiadas dudas, le pregunté


Amor e Ódio - 2 de 5— Emily, quero que seja honesta comigo… quero te perguntar uma coisa…
— Pode falar, tô ouvindo.
— Quero saber, o que você vê em mim?
— Como assim?
— Sabe… é lógico que uma garota como você, com essa beleza toda, devia estar com um cara da sua idade, viril, musculoso, não entendo o que você gosta em mim…

Ela riu e disse, bem segura do que falava:

— Do meu jeito de ver… muitas coisas. Sempre gostei de caras mais velhos, sei lá, são seguros, têm experiência, uma vida, sabem transar, têm uma estabilidade financeira, sabem tratar uma garota e, no seu caso em particular… além de reunir todos esses requisitos, você é casado. Não sei por quê, mas isso me enlouquece, ter uma rival, alguém com quem competir… acha pouco?

Não falei muito mais, era hora de dormir.

No dia seguinte, a imagem que o espelho me devolveria não seria nada agradável: meu pescoço todo roxo e minhas costas cheias de arranhões. Mas que porra eu tava fazendo?

E assim foram os dias seguintes. Com ela, era tudo insano, tudo louco, tudo perverso. Mas o momento do meu retorno se aproximava, e com ele a frustração. Logo tudo seria só lembrança.

Emily ficou bobinha, magoada, feito uma paixão de verão. E o que eu deveria fazer? Achava que as coisas estavam claras entre a gente.

Ela ficou no aeroporto com lágrimas nos olhos. Nos despedimos com a promessa de manter contato…

Minha vida em Buenos Aires, depois daquela viagem, virou um martírio. Em casa, no trabalho, em cada instante, em cada segundo, eu respirava a lembrança daquela pirralha venezuelana. Não conseguia tirá-la da cabeça. E em cada sussurro da vida, ela vinha à minha mente, me chamando, me procurando. Sem perceber, em um punhado de dias nos Estados Unidos, ela tinha mudado minha vida.

Como ela previu, toda vez que eu transava com minha esposa, nos meus pensamentos era com ela que eu estava. Era louco, era estranho, mas eu simplesmente não conseguia evitar…

Eu mantinha contato. com ela escondido, e só de ouvir ela meu pau já ficava duro, ela tinha aquele lado perverso e sádico que fazia meu sangue ferver, ela pedia pra eu voltar pra ela em toda oportunidade que tinha, começou a me mandar as fotos dela, e o que eu pedia ela me dava, poder tocar a buceta dela por uma tela de pc era um desgosto danado, castigo demais, humilhação demais.

Ela me levava pro inferno, quando me escrevia costumava dizer

-Tô com uma vontade horrível de ser comida…

E esse jeito dela usar 'comida' me enlouquecia, na minha experiência todas as mulheres teriam usado 'comer' personalizando em mim o desejo delas, mas ela usava um sexo mais viril pra se expressar, sem rosto, sem sentimentos, só deixava claro que precisava de pau, não importava de quem… só queria 'ser comida'

Precisava voltar pra Houston, ela era tipo um mal necessário, e quando soube que um terceiro apareceu na história, só acelerei o processo.

Segundo ela me contou, tinha se enrolado com um cara do Uruguai, também por causa de um trampo de tradução, também no Hotel Westin, graças a mim ela ganhava a vida daquele jeito, grana boa, grana fácil.

Mas me senti despeitado, sempre achei que ela seria só minha e que eu era especial pra ela, mas me deu uma raiva saber que a Emily parecia disposta a se esfregar com qualquer cara que aparecesse na frente dela.

Começaram as discussões por e-mail, ela me ignorava, não atendia meus telefonemas, toda vez que eu cobrava sobre aquele uruguaio ela me dizia

-O que eu devo fazer? Por acaso você não come a sua esposa? O que você quer? Que eu vire freira e não olhe pra nenhum homem? Que só espere? Que seja seu estepe?

E embora os argumentos dela fossem lógicos, pra mim não era a mesma coisa, nunca seria a mesma coisa, não dava pra imaginar outro cara tocando na Emily, o ciúme me matava…

Peguei um voo, de novo pro país do norte, o trabalho e aquela sociedade sempre serviriam de disfarce, falei pra Emily que ia viajar, ela me pediu pra não viajaria, que ela já não estava mais na minha vida, não dei bola, queria encerrar a história de outro jeito.

O avião deu voltas e mais voltas sobre a pista do Hobby por tempo demais, uma chuva insistente impedia um pouso seguro e aqueles minutos pareceram uma eternidade, quando finalmente tocamos o chão, procurei ela desesperado entre a multidão, mas o rosto dela não estava lá, dessa vez foi diferente, me senti sozinho, sem ela eu tava sozinho, pra minha desgraça a Emily parecia ter me esquecido, era inacreditável que depois da loucura que a gente viveu ela simplesmente virasse a página…

Peguei um táxi pro hotel, sabia que ela tava lá e enquanto fazia o check-in perguntei por ela, mas não quiseram me dar informação, eles são bem discretos, liguei pra ela, não atendeu, de novo, nada, mandei WhatsApp, nada, falei que tava no hotel, nada…

Deixei as coisas no quarto, enquanto os segundos passavam, nas minhas têmporas só batia uma palavra ecoando como um tambor

‘Emily, Emily, Emily, Emily, Emily, Emily, Emily, Emily’

Desci pra jantar, comprei um maço de cigarros e sentei na área de fumantes, que porra eu tava fazendo? depois de vinte anos eu colocava um cigarro na boca de novo…

Finalmente ela apareceu envolta em risadas, enfiada num vestido vermelho justo que destacava a bunda enorme dela, tava uma gostosa, como diabos ela podia ser tão linda?

Mas não tava sozinha, outro cara tava no meu lugar, pareciam muito felizes, e o sujeito era bonitão, jovem, e só me deu raiva.

A Emily me viu, olhou direto nos meus olhos, mas me ignorou, ela adorava fazer esse papel de ter os homens aos pés dela, e ali tava eu, no lugar de cachorro fiel…

Terminaram de jantar, segui eles discretamente, como quem não quer nada, entrei no elevador com eles e mais umas pessoas, a gente tava a centímetros de distância e a desgraçada continuava me ignorando.

Chegaram no andar deles e eu atrás, pararam num quarto e ela começou a brincar com ele do mesmo jeito que fez comigo, passei reto e fingi que ia descer pelas escadas, mas fiquei de voyeur, discretamente. Ele tava de costas pra mim, mas ela me via, ela sabia de tudo, ela provocava ele e me enlouquecia, beijava ele com paixão e me espiava por cima do ombro dele, ela começou a acariciar a rola dele, abertamente, tudo que ela fazia era com segundas intenções.

CONTINUA

Se você curtiu essa história e é maior de idade, pode me escrever com o título ‘amor E ÓDIO’ para dulces.placeres@live.com

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