Brinco com sua Bunda... Parte 2

Na real, eu não tava muito afim de largar o celular do meu móvel, porque ainda chegava um monte de e-mail e mensagem de uns caras me comissionando pra sentar na pica deles, mesmo eu já tendo deixado claro várias vezes que preferia mulheres mais velhas. E eles eram muito insistentes, então desconfiei que iam encher meu WhatsApp de foto de pau. Aí falei pra gente continuar conversando por e-mail (um diferente). Ela me disse que queria algo mais ou menos rápido e que tava cansada de enganador e de histérico, ou de cara que colocava anúncio só pra bater punheta. Me contou que tinha um filho, que não gastava com hotel, que era eu quem pagava, que não gostava de pica pelada, que isso era coisa de viado, e que gordo dava nojo pra ela. Falou que valorizava higiene, que era branquinha e de pele delicada, então não gostava de barba, que não entrava em carro de estranho, e que não aceitava gesto de cavalheirismo porque isso era machismo. Disse que não transava sem camisinha, que nojo de sêmen, não gostava que gozassem no corpo, que nojo de beijo de língua, que tinha que ter penetração na marra, que não gostava de quatro, que era epiléptica e não bebia nem fumava e não deixava o outro fazer isso. Podia terça e quinta das 14h às 17h ou sexta à noite porque o ex levava o moleque. Mas não dormia com ninguém, não gostava que fizessem o simpático, mas ir direto ao ponto achava patético. Gostava de homem culto e refinado, e não aceitava pão-duro.
nessa altura, embora a maioria das explicações dela fosse super importante e me desse muita clareza e atenção ao cuidado com ela, pras nossas primeiras conversas, onde eu queria mais era fraternizar, humanizar, sentia que pelo jeito dela escrever as listas de exigências... me quebrava os ovos.
Quis falar com ela de um jeito mais safado, provocar um pouco pra criar clima... pra preparar o ambiente, ela me mandou pastar. Deixei ela uns dias sem falar porque senti que claramente não tinha nada, nenhuma química.
e me escreveu:
Sou puto, histérico ou só um punheteiro, vamos ou não fazer o encontro?
olhando uns sites de submissão e essas paradas, encontrei um contrato de submisso pra amo, adaptei e mandei como formulário do Google. Ela respondeu que era muito enrolado e que o que servia pra mim era um macho, não uma mulher que sabe o que quer.
(puta vontade de mandar ela pra puta que pariu)
Falei pra ela não ser medrosa e ler o contrato (ali me dava carta branca pra fazer o que eu quisesse dentro dos limites que ela tinha escrito). Ela disse que não, e eu falei "ok, se quiser ler, me avisa", e agradeci. Quinze minutos depois, ela assinou e escreveu embaixo "sim pra tudo, pode essa semana?". Como eu ainda tava meio desconfiado, pedi o Face, e ela me passou junto com o telefone (era tudo real). Marquei o hotel QUE? de Belgrano, que tinha um quarto chamado "Sado Fantasia". Esperamos 15 dias pra eu deixar o pelo pubiano crescer, e fui todo depilado.
Desde de manhã cedo fiquei trocando mensagem com ela, perguntando se eu ia, pra avisar, pra não ser cagão, que se visse algo estranho ia embora. Chegou a hora, esperei ela na esquina. Foi super pontual, veio com uma amiga, me cumprimentou, falou uns 5 minutos e foi embora (era bem mais simpática). Tinha uns 50 e poucos anos, uns 150 kg, branquinha (embora eu curta as gordinhas, gostei dela pessoalmente, mas dava pra ver que abusava um pouco dos filtros do app). Tentei dar um beijo nela, ela desviou o rosto, e no final a gente entrou. Fechei a porta do quarto e ela trancou também, e falou: "Me mostra o que você tem aí", apontando pra minha pica.
Tirei o contrato da mochila e coloquei no espelho do balcão. Ela olhou, aí eu falei "coloca" e dei o colar pra ela. Quando ela colocou, mostrei o contrato onde dizia que, ao vestir o colar, ela perdia o controle pra me entregar tudo. "Não li", ela disse. "Só marquei sim em tudo.
Tira a roupa, falei pra ela que vou te inspecionar. Ela disse: me mostra a pica. Dei um tapa na bunda dela, cala a boca! Falei. Ela baixou a cabeça e eu vi um sorriso... ela começou a se despir.
Achei que você ia trazer uma fio dental dahora por causa daquelas conversas chatas que a gente teve, tava com uma calcinha meio grandona, de lycra e algodão branca, e mesmo sendo grande, os pelos escapavam pelos lados, era bem peluda (isso eu amei). Pedi pra você se depilar e trazer umas tangas de puta, falei. Ela me olhou e disse: "Se você gosta de tanga, põe você, otário." Tampei os olhos dela e fiz um gesto com o indicador na minha boca pedindo silêncio. Ela ficou só de peitos e calcinha, mandei ela ficar de pernas abertas e braços, e inspecionei. Também não depilava as axilas. Mandei ela se abaixar e abrir a bunda com as mãos, e ela fez. Tava voltando do trampo e tava calor, então tinha cheiro de cu e um baita cheiro de buceta. Um pouco de corrimento também. Amei. (Tava com vontade de chupar o cu e a buceta dela até o Maluma se acertar com a namorada do Havaí). "Sua buceta tá suja", falei, e dei uma na bunda com um chicote que tava pendurado. Ela gemeu e se acariciou a buceta. Dei outra vez: "Você se toca se eu mandar", e ela suspirou... empinando a bunda. "Bate de novo", ela disse.
Não falei que você se comportou mal pra ganhar os mimos? Te algemei com aquelas algemas de pelúcia na frente. Vai lavar essa pussy suja! — Não consigo, ela disse, e eu bati de novo na bunda dela, agora mais forte, e ela reclamou com um gemido. Ela tirou a venda que cobria os olhos e me encarou feio, e eu bati de novo (embora dessa vez mais leve, não queria machucar ela). Ela ficou me olhando, e eu dei umas 5 seguidas, aumentando a intensidade, e quando ela disse: — Sim, assim... para. Vai lavar essa pussy suja, chupa ela e lava pra mim, ela falou. Olhei pra ela, tampei os olhos dela de novo e levei pro banheiro. Fica aí, eu disse, e abri o bidê frio. Ensaboei o sutiã dela (ela não usava daqueles com bojo), enrolei no chicote e passei pela pussy dela, enquanto ela gemia, com umas chicotadinhas de tiras de couro, batia embaixo da bunda. Eu sequei ela, mesmo não devendo, chupei um pouco o cu e a pussy dela, ela era muito gostosa... meio que me emocionei, e quando ela começou a gemer, percebi que era hora de parar. Enquanto amarrei ela na cama, fiz ela beber 1,5L de água mineral, tirei a venda e mostrei lubrificante e um enema que na ponta tinha um consolo. — Isso infla, sabia? — perguntei. Ela ficou babando.
continua...

0 comentários - Brinco com sua Bunda... Parte 2