O que vou relatar foi algo que testemunhei escondido na nossa casa.
Há um tempo, minha mãe vivia com o marido dela, ou seja, não era meu pai, que era um homem gentil, respeitoso e carinhoso com a gente, mas eu sabia que ele comia minha mãe com gosto, porque à noite, em várias oportunidades, eu ouvia ela gemendo.
O senhor em questão tinha revistas pornográficas de grande variedade, que eu fuçava e, claro, batia uma punheta com elas. Minha mãe, naquela época, estava fazendo a tese de graduação dela e tinha uma amiga que era colega dela. Ela ia lá e elas se trancavam no quarto. Em uma oportunidade, eu estava atrás da casa e espreitei pela janela e vi elas lendo as revistas pornô. Isso me paralisou, mas na hora me excitou. Me posicionei da melhor forma para espiá-las e procedi a tirar o pau pra fora e começar a me masturbar, esperando que algo acontecesse, mas nada aconteceu. Elas terminaram e saíram do quarto como se nada tivesse acontecido.
À noite, como era peculiar em mim, voltei a bater uma punheta até quase arrancar o pau fora.
Passaram-se várias semanas, minha mãe e a amiga defenderam a tese de graduação e passaram. Foram pra casa comemorar, aí chegaram com uma garrafa de uísque, petiscos, etc. Comemoramos, minha irmã foi para a casa de uma tia, meu irmão mais novo foi pro quarto dele dormir e eu fui pro meu ver TV, enquanto eles ficaram na sala. Eu dormi por algumas horas e quando acordei não ouvi nada, só vi a luz acesa por baixo da porta do quarto da minha mãe. Pensei: "já vão se deitar", mas me invadiu a curiosidade mórbida e pensei: "será que vão comemorar?" Então fui para a parte de fora e cheguei na janela do quarto e, surpresa, estavam os três comemorando. Os três sentados na cama: minha mãe de baby-doll com ligas pretas, a amiga de fio dental sem sutiã, e o senhor de cueca. Minha mãe, uma mulher de 1,65m e mais, cheinha, peitões, bunda boa, buceta peluda só em cima e embaixo lisinha. A amiga, magra, com uns 1,68m, peitos pequenos, bunda firme, uma buceta volumosa. O senhor, com 1,89m, magro. mais ou menos forte, pau de uns 20cm grosso depilado, elas estavam lendo as revistas pornô, deviam estar nisso há um tempo, porque quando eu espreitei minha mãe largou uma das revistas e começou a beijar o sr. Ele mesmo começou a meter a mão nas bundas, na buceta, a amiga continuava lendo se tocando por cima do fio, nisso minha mãe abaixa a cueca do sr e sai um pau daquele tamanho, minha mãe cospe na mão e começa com uma punheta fenomenal, a amiga largou a revista tirou o fio e começou a se masturbar, nisso minha mãe se aproxima e começa a chupar o pau do sr. Que mestra de verdade como ela chupava a cabeça cuspia, descia até as bolas e voltava a subir, a amiga da minha mãe continuava na dela.
Nisso minha mãe diz pra ela vem prova que você vai gostar, a amiga nem aí e começa a chupar fazia a punheta com as duas mãos, cuspia no pau também, nisso minha mãe se levanta e senta na cara do sr pra que ele lamba sua buceta, ela gemia como eu tinha ouvido nas noites ela dizia chupa minha buceta, chupa meu cu, a amiga da minha mãe viu essa cena e diz pra minha mãe, posso meter esse pau, ao que minha mãe responde pra que te trouxe amiga, aproveita. Começou a cavalgada da magrinha parecia que ela ia arrancar o pau do sr e minha mãe dizia vai goza que você é muito puta. Minha mãe desce e a amiga também minha mãe se coloca de quatro abre as nádegas e o sr mete de uma vez o pau que a fez gritar, a amiga da minha mãe diz cala a boca que vai acordar os meninos, hahahaha o que elas não sabiam é que eu já estava acordado batendo uma punheta daquelas.
Nisso ela se aproxima do sr e começa a beijá-lo, ele tira o pau e diz chupa, ela começa a mamar e enfia na minha mãe que estava extasiada da foda que estavam dando nela, minha mãe se levanta e diz pra amiga deita, abre as pernas dela e cospe na buceta para o sr comer, nisso ele mete o pau e começa com o vai e vem minha mãe tirava o pau e chupava e enfiava, minha A mamãe sobe em cima da amiga e começa a comer as duas, minha mãe desce, se posiciona de lado e diz pra ela: "hora de ir pelo cu". Nesse momento que minha mãe fala aquilo, eu solto o grande jato de porra que acertou a parede e respingou no meu pau e no shorts, mas meu pau continuou duro. O senhor colocou a cabeça na entrada do cu dela e foi penetrando devagar até entrar tudo. A amiga pegou a mão do marido da minha mãe, chupou os dedos dele e disse: "mete no meu cu". Isso era um espetáculo. A amiga deita e o senhor penetra ela pelo cu, minha mãe desce e começa a chupar a buceta da amiga. Isso me surpreendeu e me excitou, tirei meu pau pra fora, chupei e enfiei, sentei na cara da amiga que começou a chupar a buceta da minha mãe. Eram gemidos soltos. Aí o senhor diz: "Quero gozar, putas". Minha mãe fala: "Vai, tira do cu e joga nas nádegas que eu vou lamber tudo". E assim foi. O senhor acabou num rio de porra que molhou até os lençóis e minha mãe se encarregou de limpar tudo com a boca. No mesmo momento ela voltou a gozar, os três riram e deitaram pra conversar. Eu fui pro meu quarto e desde aquele dia vejo minha mãe diferente, nunca pude e nem poderei falar com ela sobre isso.
Há um tempo, minha mãe vivia com o marido dela, ou seja, não era meu pai, que era um homem gentil, respeitoso e carinhoso com a gente, mas eu sabia que ele comia minha mãe com gosto, porque à noite, em várias oportunidades, eu ouvia ela gemendo.
O senhor em questão tinha revistas pornográficas de grande variedade, que eu fuçava e, claro, batia uma punheta com elas. Minha mãe, naquela época, estava fazendo a tese de graduação dela e tinha uma amiga que era colega dela. Ela ia lá e elas se trancavam no quarto. Em uma oportunidade, eu estava atrás da casa e espreitei pela janela e vi elas lendo as revistas pornô. Isso me paralisou, mas na hora me excitou. Me posicionei da melhor forma para espiá-las e procedi a tirar o pau pra fora e começar a me masturbar, esperando que algo acontecesse, mas nada aconteceu. Elas terminaram e saíram do quarto como se nada tivesse acontecido.
À noite, como era peculiar em mim, voltei a bater uma punheta até quase arrancar o pau fora.
Passaram-se várias semanas, minha mãe e a amiga defenderam a tese de graduação e passaram. Foram pra casa comemorar, aí chegaram com uma garrafa de uísque, petiscos, etc. Comemoramos, minha irmã foi para a casa de uma tia, meu irmão mais novo foi pro quarto dele dormir e eu fui pro meu ver TV, enquanto eles ficaram na sala. Eu dormi por algumas horas e quando acordei não ouvi nada, só vi a luz acesa por baixo da porta do quarto da minha mãe. Pensei: "já vão se deitar", mas me invadiu a curiosidade mórbida e pensei: "será que vão comemorar?" Então fui para a parte de fora e cheguei na janela do quarto e, surpresa, estavam os três comemorando. Os três sentados na cama: minha mãe de baby-doll com ligas pretas, a amiga de fio dental sem sutiã, e o senhor de cueca. Minha mãe, uma mulher de 1,65m e mais, cheinha, peitões, bunda boa, buceta peluda só em cima e embaixo lisinha. A amiga, magra, com uns 1,68m, peitos pequenos, bunda firme, uma buceta volumosa. O senhor, com 1,89m, magro. mais ou menos forte, pau de uns 20cm grosso depilado, elas estavam lendo as revistas pornô, deviam estar nisso há um tempo, porque quando eu espreitei minha mãe largou uma das revistas e começou a beijar o sr. Ele mesmo começou a meter a mão nas bundas, na buceta, a amiga continuava lendo se tocando por cima do fio, nisso minha mãe abaixa a cueca do sr e sai um pau daquele tamanho, minha mãe cospe na mão e começa com uma punheta fenomenal, a amiga largou a revista tirou o fio e começou a se masturbar, nisso minha mãe se aproxima e começa a chupar o pau do sr. Que mestra de verdade como ela chupava a cabeça cuspia, descia até as bolas e voltava a subir, a amiga da minha mãe continuava na dela.
Nisso minha mãe diz pra ela vem prova que você vai gostar, a amiga nem aí e começa a chupar fazia a punheta com as duas mãos, cuspia no pau também, nisso minha mãe se levanta e senta na cara do sr pra que ele lamba sua buceta, ela gemia como eu tinha ouvido nas noites ela dizia chupa minha buceta, chupa meu cu, a amiga da minha mãe viu essa cena e diz pra minha mãe, posso meter esse pau, ao que minha mãe responde pra que te trouxe amiga, aproveita. Começou a cavalgada da magrinha parecia que ela ia arrancar o pau do sr e minha mãe dizia vai goza que você é muito puta. Minha mãe desce e a amiga também minha mãe se coloca de quatro abre as nádegas e o sr mete de uma vez o pau que a fez gritar, a amiga da minha mãe diz cala a boca que vai acordar os meninos, hahahaha o que elas não sabiam é que eu já estava acordado batendo uma punheta daquelas.
Nisso ela se aproxima do sr e começa a beijá-lo, ele tira o pau e diz chupa, ela começa a mamar e enfia na minha mãe que estava extasiada da foda que estavam dando nela, minha mãe se levanta e diz pra amiga deita, abre as pernas dela e cospe na buceta para o sr comer, nisso ele mete o pau e começa com o vai e vem minha mãe tirava o pau e chupava e enfiava, minha A mamãe sobe em cima da amiga e começa a comer as duas, minha mãe desce, se posiciona de lado e diz pra ela: "hora de ir pelo cu". Nesse momento que minha mãe fala aquilo, eu solto o grande jato de porra que acertou a parede e respingou no meu pau e no shorts, mas meu pau continuou duro. O senhor colocou a cabeça na entrada do cu dela e foi penetrando devagar até entrar tudo. A amiga pegou a mão do marido da minha mãe, chupou os dedos dele e disse: "mete no meu cu". Isso era um espetáculo. A amiga deita e o senhor penetra ela pelo cu, minha mãe desce e começa a chupar a buceta da amiga. Isso me surpreendeu e me excitou, tirei meu pau pra fora, chupei e enfiei, sentei na cara da amiga que começou a chupar a buceta da minha mãe. Eram gemidos soltos. Aí o senhor diz: "Quero gozar, putas". Minha mãe fala: "Vai, tira do cu e joga nas nádegas que eu vou lamber tudo". E assim foi. O senhor acabou num rio de porra que molhou até os lençóis e minha mãe se encarregou de limpar tudo com a boca. No mesmo momento ela voltou a gozar, os três riram e deitaram pra conversar. Eu fui pro meu quarto e desde aquele dia vejo minha mãe diferente, nunca pude e nem poderei falar com ela sobre isso.
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