Eram 20h, faltavam 4 horas pro Natal, era a noite de 24 de Dezembro de 2002. Meu nome é Eduardo e eu tava viajando com minha mulher Andrea e minha filha de 18 anos, Mônica. A viagem tava sendo uma merda e eu já tava de saco cheio tanto da minha filha quanto da minha esposa. A gente passou a viagem toda discutindo, como sempre, porque há anos as brigas entre eu e minha mulher eram rotina. Se eu não tinha separado dela, era porque ainda amava ela.
Minha filha começou a agir igual a mãe dela quando fez uns 14 anos. Desde então, e provavelmente por ser mulher, sempre ficava do lado da mãe pra me fazer de vilão da história. Faltava pouco mais de uma hora de viagem pra chegar no destino quando o carro saiu da estrada por causa da neve, e com tanto azar que fui bater num dos poucos árboles que tinha na região.
"Seu idiota, olha a merda que você fez, quase nos matou!"
"Puta merda, pai, como você é desastrado, não serve pra nada."
As críticas da minha esposa e da minha filha eram as de sempre, então pelo menos soube que elas não tinham se machucado. A gente tava isolado, mas pra nossa sorte — ou pelo menos era o que eu pensava no começo da noite — um carro de patrulha com dois policiais fardados passou por nós. Eles nos viram no acostamento e pararam pra ajudar. Viram que o carro não funcionava e, como não dava pra chamar um guincho por causa da tempestade de neve, se ofereceram pra nos levar até a delegacia, onde a gente podia passar a noite até a tormenta passar.
Não demorou mais de 20 minutos pra chegar na delegacia. Assim que entrei, fiquei surpreso que o prédio ainda tava de pé. Era um lugar caindo aos pedaços, com umas duas celas e só algumas mesas e cadeiras.
"Desculpem a bagunça, mas essa delegacia é muito antiga e amanhã vão demolir ela. Por isso tá tudo virado de cabeça pra baixo e só sobramos nós dois e mais três colegas."
Como pude ver, tinha outros três policiais também fardados. Sentados junto a uma mesa tomando café, o parceiro deles explicou a situação e eles pareceram felizes por ter companhia numa noite tão significativa como aquela.
Tenho que dizer que não gostei nada, mas nada mesmo, do jeito que alguns deles olharam pra minha esposa e minha filha. As duas estavam de vestido de noite, longos mas decotados, estavam realmente gostosas. Minha mulher é toda uma senhora, com seus pouco mais de 40 anos, se conserva bem pra idade e, como é viciada em esporte, manteve uma bela silhueta.
Minha filha, com seus 16 anos, já é toda uma mocinha. A cabeleira loira faz um belo contraste com a pele dela e, embora eu nunca tenha reparado nisso, ela tem uns peitos consideráveis pra idade e uma bunda bem empinada.
Nós sentamos junto com eles e pude ver, com estranheza, que numa das celas tinha um homem dormindo. Ao ver minha cara de espanto, um dos policiais comentou:
"Quase me esqueci, esse também é nosso colega, mas bebeu mais do que devia e foi tirar um cochilo."
De fato, o homem também usava partes do uniforme de polícia, mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho dele. Era um negão enorme, devia ter uns 2 metros, e isso que eu tava vendo ele deitado.
A nevasca continuou e, 2 horas depois, lá pelas 23:00, já tava claro que não sairíamos dali a noite toda. Nessa hora, o gigante preto já tinha acordado e nem ele conseguiu abrir a porta da delegacia. A neve tinha tampado a entrada e estávamos presos ali.
"Não tenham medo, é normal nessa região. Amanhã de manhã a neve já vai ter derretido. Teria sido pior ficar ao relento."
Quando perguntei o que tinha pra jantar, os 6 policiais caíram na risada.
"Temos um cardápão pra escolher, amigão."
"Cala a boca, tá passando vergonha. Não tá vendo como é que tá aqui? Cê acha que esses homens prepararam um jantar pra receber visita?"
Minha mulher soltou um dos comentários desaforados de sempre, seguido pela minha filha:
"Pô, pai, que burro você é, que pergunta mais idiota. Eu olhava pela janela junto com o negão, e minha mulher e filha, depois de me humilhar na frente daqueles homens, foram sentar com o resto dos policiais. Não pude deixar de notar como o negão olhava pras bundas delas enquanto se afastavam da gente.
Pouco antes da meia-noite, eu falei:
"Parece que não tem jeito, vamos ter que dormir aqui mesmo."
"Bravo, papai, foi exatamente isso que o agente falou há uma hora."
Minha mulher e o resto dos policiais caíram na risada de novo. Bateu meia-noite e a gente se cumprimentou pelo ano novo, ou pelo menos eu fiz isso. Minha mulher e minha filha estavam ocupadas demais conversando e cumprimentando os policiais, que nem ligaram pra mim.
"Pelo menos a gente tem música, galera."
O negão tirou de um armário um rádio velho e colocou uma fita. Devia ser a única que ele tinha, porque o som já tava meio gasto.
Em vez de dançar comigo, minha mulher resolveu dançar com o Andrés. Ele parecia ser o agente de maior patente na delegacia, o que dava as ordens. Minha filha dançava com o negão, os tamanhos deles se destacavam.
Eu fiquei sentado feito um otário. Não tinha nada pra comer, mas pra beber tinha, pelo menos três garrafas de licor que lá pelas 0:30 já estavam quase vazias. Eu não bebi nada porque não gosto de álcool. Minha mulher continuava dançando com o Andrés sem me dar atenção, até que vi uma coisa que me deixou puto da vida. Não só aqueles policiais olhavam pra minha mulher e filha, como o Andrés tinha resolvido chegar mais perto delas, principalmente da minha mulher, com quem dançava segurando a bunda dela sem ela falar nada.
Eu me aproximei e separei minha mulher do Andrés.
"Qual é, chefe? Só tava dançando com sua mulherzinha."
Minha mulher me xingou e me deu um tapa na cara na frente de todos aqueles homens.
"Você é patético", cuspiu ela.
Andrés virou pra mim:
"Não fica violento, não tem problema, fica na paz."
A parada teria acabado ali se eu não tivesse visto minha filha Mônica esfregar a bunda no pau do negão como se fosse uma qualquer puta gostosa, enquanto o negão passava a mão na buceta dela. tetas.
"Negro desgraçado, solta minha filha, seu filho da puta maldito", gritei.
Andrés me segurou com força.
"Isso é o fim da linha, não posso deixar você se comportar assim na frente dos meus homens, ainda por cima que a gente resgatou vocês da tempestade, e é assim que nos paga, a gente não faz nada que suas garotas não queiram, seja educado com a gente como fomos com você".
Eu xinguei e chamei eles de porcos, isso não agradou nada o Andrés, que me acertou com o cassetete na cara, me jogando no chão com o golpe, me arrastou até uma cela e me trancou lá enquanto nem minha mulher nem minha filha faziam nada, parecia até que estavam rindo de tudo aquilo.
"No final, olha o que o Andrés teve que fazer porque você não sabe se comportar".
Que apoio eu recebia da minha mulher.
Meus gritos para eles não adiantaram nada, eles aumentaram a música e continuaram dançando até que a coisa esquentou a níveis insuspeitados e eu vi minha filha se ajoelhar na frente do negro, abaixar a braguilha dele e meter a mão até tirar uma pica de tamanho considerável e colocar na boca dela, sob os olhos da mãe que sorriu diante daquela putaria.
Com 18 anos, minha filha se comportava como uma gostosa, a boca dela estava cheia com o pau daquele cara, meus gritos eram inúteis, eu podia ver a língua dela percorrendo a glande, lambendo com gula, as mãos dela não paravam de acariciar os ovos dele.
O negro a incentivava:
"Assim mesmo, minha menina, como se fosse um pirulito, muito bem".
Outro policial se aproximou dela e tirou o vestido de noite por cima da cabeça, ela não usava sutiã e mostrou os peitos para todos, depois o cara tirou a calcinha fio dental dela, deixando à vista daqueles degenerados uma bucetinha com pelinhos loiros.
"Que bucetinha mais linda, gata".
O policial enfiou a língua na boceta da minha filha e ela aproveitou para chupar com mais vontade o membro do negro que enchia a boca dela completamente.
Minha esposa assistia à cena encantada, vendo a filha dela se transformar numa puta qualquer.
Eu chamei eles de filhos da puta e minha Minha esposa me insultou de novo.
"Que otário você é, meu marido, nem trancado aí você consegue parar de estragar a festa"
Eu chorava de impotência quando vi que todos os homens se pelaram e o que tava chupando a buceta da minha filha começou a foder ela, minha mulher incentivava
"Isso mesmo, meu anjo, se mexe que nem uma leoa, minha filha"
Um por um foram se colocando entre as pernas da minha filha e fodiam ela à vontade até chegar a vez do preto cujo pau minha filha tava mamando até aquele momento, achei que ia rasgar ela quando vi aquele trambolho preto enorme sumir dentro da bucetinha apertada da minha filha.
Enquanto isso, minha mulher chegou perto da cela, eu perguntei como ela podia deixar fazerem aquilo com a filha dela.
"Não me faz rir, por acaso você já se preocupou com ela alguma vez? Você sempre esteve ocupado trabalhando, não precisamos de você pra nada, já é hora de nos divertirmos."
"Você é patético, além disso isso é culpa sua, se você não fosse tão atrapalhado não teríamos batido, estamos mais protegidas com o Andrés do que com você"
A puta ainda me jogava na cara eu estar ocupado com meu trabalho, se eu trabalhava que nem um burro era por elas, pra elas poderem comprar aqueles vestidos caros, os perfumes e as joias.
Minha mulher voltou pro grupo e beijou o Andrés na boca enquanto as mãos dele amassavam a bunda dela, depois desceram pra boceta dela e uns dedos estranhos se perderam lá dentro enquanto a Pilar abria as pernas num claro convite pro Andrés pelar ela, o que ele fez na hora, deixando minha linda esposa nua em pelo na delegacia.
O Andrés ficou me encarando enquanto beijava minha mulher, ela percebeu e disse
"Deixa ele aí trancado, pelo menos que aproveite o espetáculo, o otário"
Minha mulher soltou um suspiro de prazer quando o Andrés se ajoelhou na frente dela e enfiou a língua na buceta dela.
Minha filha Mônica tinha o pau de um enfiado na boca até a metade, enquanto por trás o preto perfurava a buceta dela centímetro por centímetro.
Depois trocaram de posição e a Mônica cavalgava. desesperadamente em cima da pica do tio que tava embaixo, e por trás outro se encarregava de meter no cu dela com força, a putinha da minha filha tava se divertindo pra caralho enquanto continuava chupando uma pica e masturbando outras duas.
Não reparei na minha mulher até ouvir os gritos dela:
"Aaahhhh! como você me fode gostoso, não para não"
Ela tava de cócoras em cima do Andrés, subindo e descendo sem parar na pica dele, tentando enfiar até o fundo da buceta dela, depois minha mulher chupou a pica dele bem na minha cara, chupou e mamou até o Andrés gozar na boca dela.
Nessa altura, os outros já tinham terminado com a minha filha Mônica, o Andrés chegou perto dela e minha filha se ajoelhou entre as pernas dele, o Andrés, segurando a cabeça dela, começou a esfregar os ovos dele na cara toda dela. Depois meteu a pica até o fundo da boca dela e começou a foder a boca dela.
"Olha, amor", – gritou minha mulher
Ela tava bem perto de mim, esfregando a pica enorme do preto na cara dela, enquanto lambia, passando a língua por toda ela.
"Que te fodamraposa, gritei pra ela
"Isso é problema meu, não se apresse" respondeu o negão
Minha esposa se colocou por cima dele, de frente pra mim e inclinada pra trás, apoiando as mãos no chão, de um jeito que não tive escolha a não ser assistir enquanto ele começava a foder ela.
O negão segurou o próprio pau com uma mão e encostou na entrada da buceta, abrindo os lábios dela. Ela desceu a bunda e a grossa cabeça desapareceu dentro da boceta dela.
Tive que ver como o pica dele penetrava lentamente lá dentromulherdilatando a buceta por onde passava.
"Porra, que grande, vai me arrebentar, mostra pro meu marido o que é uma boa pica, enfia até o saco"
O preto obedeceu minha mulher e investiu enfiando a pica até o fundo, só as bolas ficaram de fora da buceta da minha esposa.
Ela se deixou foder na minha frente, gritando igual uma possessa cada vez que o preto enfiava a pica até dentro, a puta não parava de me olhar enquanto o policial preto a penetrava.
O preto gozou na buceta da minha esposa, deve ter enchido as entranhas dela de porra porque quando tirou a pica, a buceta dela escorria sêmen, a puta catava com os dedos.
"Não posso desperdiçar nada, amor, com sorte esse preto campeão me deixa grávida"
Não deram tempo pra ela se recuperar, porque três homens a penetraram de novo, um deles decidiu meter no cu dela enquanto o companheiro comia a buceta e o outro ocupava a boca da minha esposa, eu nunca deixei ela dar o cu pra mim, mas com aqueles policiais não teve problema nenhum.
"Olha, céu, olha como me comem no cu, adoro, olha como esses agentes gentis cuidam da sua mulher e da sua filha como você nunca soube"
"Devagar, cavalheiros, aproveitem minha buceta"
Minha filha Mônica se abraçava no preto e apalpava as bolas dele enquanto ainda estava toda melada do sêmen que os policiais tinham jogado nela antes, lá fora ainda nevava e já passava das 5 da manhã, tavam horas fodendo elas.
Os outros 3 que comiam minha esposa não demoraram a gozar, fizeram na cara dela, deixando ela toda suja, enquanto ela se lambia não parava de me olhar, puta vagabunda.
"Olha, amor, que gostoso o sêmen desses senhores, adoro"
De novo xinguei com raiva todos os policiais, filhos da puta, porcos.
Filho da puta é você, respondeu André.
"Corninho, agora você vai ver"
Pegaram minha filha e minha mulher e colocaram na frente da cela, as duas se seguraram nas grades e André meteu na minha mulher no uma vez, enquanto o preto fazia o mesmo com a minha filha.
As duas não faziam nada, só gemiam e me olhavam enquanto deixavam comer o cu delas, os peitos da minha mulher batiam nas grades e eu via perfeitamente como eles balançavam pra frente e pra trás com as investidas do Andres.
"Chupa bem gostoso, amor, pra entrar melhor no cu da sua filha"
O preto saiu do cu da minha filha e esfregou o pau na cara da mulher, que começou a chupar com gosto enquanto segurava com as duas mãos e o Andres continuava metendo no cu dela.
Ela foi engolindo o pau preto até quase se engasgar, ele fodia a boca dela, aproveitando a sensação do pau inteiro sendo acariciado pelos lábios carnudos da minha mulher.
Depois que ficou bem babado, ele meteu de novo no cu da minha filha, todos foram passando pela retaguarda da minha mulher e da minha filha enquanto elas continuavam agarradas nas grades, recebendo uma atrás da outra as investidas daqueles policiais nas bundinhas delas.
Eram 8 da manhã e tinha parado de nevar, os policiais deixaram minha Andrea e Monica limparem as picas deles dos restos de porra, como as duas putinhas chupavam, com uma gula incrível, imprópria principalmente pra alguém da idade da minha filha.
Depois todos se vestiram e me tiraram da cela.
"Bom, senhor, adoramos foder sua mulher e sua filha, foi uma das melhores entradas de ano da nossa vida, comer o cu da sua mulher foi um verdadeiro prazer"
Eu sentia uma raiva do caralho, mas eles estavam armados e eram seis, não podia fazer nada. Quando íamos embora, chegaram mais dois carros de polícia, era o revezamento do grupo anterior. Em algumas horas chegariam as máquinas pra demolir a delegacia. Pensei em denunciar aqueles filhos da puta, mas o que eu ia dizer? Que minha mulher e minha filha eram umas vagabundas? Que deixaram seis caras comerem elas na minha frente? Isso só ia me humilhar mais.
Minha mulher e minha filha decidiram voltar pra casa com os policiais.
"Com eles a gente vai ficar mas protegidas e ainda dá tempo pra uma foda rápida"
Fonte: Sexo sem tabus.
Minha filha começou a agir igual a mãe dela quando fez uns 14 anos. Desde então, e provavelmente por ser mulher, sempre ficava do lado da mãe pra me fazer de vilão da história. Faltava pouco mais de uma hora de viagem pra chegar no destino quando o carro saiu da estrada por causa da neve, e com tanto azar que fui bater num dos poucos árboles que tinha na região.
"Seu idiota, olha a merda que você fez, quase nos matou!"
"Puta merda, pai, como você é desastrado, não serve pra nada."
As críticas da minha esposa e da minha filha eram as de sempre, então pelo menos soube que elas não tinham se machucado. A gente tava isolado, mas pra nossa sorte — ou pelo menos era o que eu pensava no começo da noite — um carro de patrulha com dois policiais fardados passou por nós. Eles nos viram no acostamento e pararam pra ajudar. Viram que o carro não funcionava e, como não dava pra chamar um guincho por causa da tempestade de neve, se ofereceram pra nos levar até a delegacia, onde a gente podia passar a noite até a tormenta passar.
Não demorou mais de 20 minutos pra chegar na delegacia. Assim que entrei, fiquei surpreso que o prédio ainda tava de pé. Era um lugar caindo aos pedaços, com umas duas celas e só algumas mesas e cadeiras.
"Desculpem a bagunça, mas essa delegacia é muito antiga e amanhã vão demolir ela. Por isso tá tudo virado de cabeça pra baixo e só sobramos nós dois e mais três colegas."
Como pude ver, tinha outros três policiais também fardados. Sentados junto a uma mesa tomando café, o parceiro deles explicou a situação e eles pareceram felizes por ter companhia numa noite tão significativa como aquela.
Tenho que dizer que não gostei nada, mas nada mesmo, do jeito que alguns deles olharam pra minha esposa e minha filha. As duas estavam de vestido de noite, longos mas decotados, estavam realmente gostosas. Minha mulher é toda uma senhora, com seus pouco mais de 40 anos, se conserva bem pra idade e, como é viciada em esporte, manteve uma bela silhueta.
Minha filha, com seus 16 anos, já é toda uma mocinha. A cabeleira loira faz um belo contraste com a pele dela e, embora eu nunca tenha reparado nisso, ela tem uns peitos consideráveis pra idade e uma bunda bem empinada.
Nós sentamos junto com eles e pude ver, com estranheza, que numa das celas tinha um homem dormindo. Ao ver minha cara de espanto, um dos policiais comentou:
"Quase me esqueci, esse também é nosso colega, mas bebeu mais do que devia e foi tirar um cochilo."
De fato, o homem também usava partes do uniforme de polícia, mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho dele. Era um negão enorme, devia ter uns 2 metros, e isso que eu tava vendo ele deitado.
A nevasca continuou e, 2 horas depois, lá pelas 23:00, já tava claro que não sairíamos dali a noite toda. Nessa hora, o gigante preto já tinha acordado e nem ele conseguiu abrir a porta da delegacia. A neve tinha tampado a entrada e estávamos presos ali.
"Não tenham medo, é normal nessa região. Amanhã de manhã a neve já vai ter derretido. Teria sido pior ficar ao relento."
Quando perguntei o que tinha pra jantar, os 6 policiais caíram na risada.
"Temos um cardápão pra escolher, amigão."
"Cala a boca, tá passando vergonha. Não tá vendo como é que tá aqui? Cê acha que esses homens prepararam um jantar pra receber visita?"
Minha mulher soltou um dos comentários desaforados de sempre, seguido pela minha filha:
"Pô, pai, que burro você é, que pergunta mais idiota. Eu olhava pela janela junto com o negão, e minha mulher e filha, depois de me humilhar na frente daqueles homens, foram sentar com o resto dos policiais. Não pude deixar de notar como o negão olhava pras bundas delas enquanto se afastavam da gente.
Pouco antes da meia-noite, eu falei:
"Parece que não tem jeito, vamos ter que dormir aqui mesmo."
"Bravo, papai, foi exatamente isso que o agente falou há uma hora."
Minha mulher e o resto dos policiais caíram na risada de novo. Bateu meia-noite e a gente se cumprimentou pelo ano novo, ou pelo menos eu fiz isso. Minha mulher e minha filha estavam ocupadas demais conversando e cumprimentando os policiais, que nem ligaram pra mim.
"Pelo menos a gente tem música, galera."
O negão tirou de um armário um rádio velho e colocou uma fita. Devia ser a única que ele tinha, porque o som já tava meio gasto.
Em vez de dançar comigo, minha mulher resolveu dançar com o Andrés. Ele parecia ser o agente de maior patente na delegacia, o que dava as ordens. Minha filha dançava com o negão, os tamanhos deles se destacavam.
Eu fiquei sentado feito um otário. Não tinha nada pra comer, mas pra beber tinha, pelo menos três garrafas de licor que lá pelas 0:30 já estavam quase vazias. Eu não bebi nada porque não gosto de álcool. Minha mulher continuava dançando com o Andrés sem me dar atenção, até que vi uma coisa que me deixou puto da vida. Não só aqueles policiais olhavam pra minha mulher e filha, como o Andrés tinha resolvido chegar mais perto delas, principalmente da minha mulher, com quem dançava segurando a bunda dela sem ela falar nada.
Eu me aproximei e separei minha mulher do Andrés.
"Qual é, chefe? Só tava dançando com sua mulherzinha."
Minha mulher me xingou e me deu um tapa na cara na frente de todos aqueles homens.
"Você é patético", cuspiu ela.
Andrés virou pra mim:
"Não fica violento, não tem problema, fica na paz."
A parada teria acabado ali se eu não tivesse visto minha filha Mônica esfregar a bunda no pau do negão como se fosse uma qualquer puta gostosa, enquanto o negão passava a mão na buceta dela. tetas.
"Negro desgraçado, solta minha filha, seu filho da puta maldito", gritei.
Andrés me segurou com força.
"Isso é o fim da linha, não posso deixar você se comportar assim na frente dos meus homens, ainda por cima que a gente resgatou vocês da tempestade, e é assim que nos paga, a gente não faz nada que suas garotas não queiram, seja educado com a gente como fomos com você".
Eu xinguei e chamei eles de porcos, isso não agradou nada o Andrés, que me acertou com o cassetete na cara, me jogando no chão com o golpe, me arrastou até uma cela e me trancou lá enquanto nem minha mulher nem minha filha faziam nada, parecia até que estavam rindo de tudo aquilo.
"No final, olha o que o Andrés teve que fazer porque você não sabe se comportar".
Que apoio eu recebia da minha mulher.
Meus gritos para eles não adiantaram nada, eles aumentaram a música e continuaram dançando até que a coisa esquentou a níveis insuspeitados e eu vi minha filha se ajoelhar na frente do negro, abaixar a braguilha dele e meter a mão até tirar uma pica de tamanho considerável e colocar na boca dela, sob os olhos da mãe que sorriu diante daquela putaria.
Com 18 anos, minha filha se comportava como uma gostosa, a boca dela estava cheia com o pau daquele cara, meus gritos eram inúteis, eu podia ver a língua dela percorrendo a glande, lambendo com gula, as mãos dela não paravam de acariciar os ovos dele.
O negro a incentivava:
"Assim mesmo, minha menina, como se fosse um pirulito, muito bem".
Outro policial se aproximou dela e tirou o vestido de noite por cima da cabeça, ela não usava sutiã e mostrou os peitos para todos, depois o cara tirou a calcinha fio dental dela, deixando à vista daqueles degenerados uma bucetinha com pelinhos loiros.
"Que bucetinha mais linda, gata".
O policial enfiou a língua na boceta da minha filha e ela aproveitou para chupar com mais vontade o membro do negro que enchia a boca dela completamente.
Minha esposa assistia à cena encantada, vendo a filha dela se transformar numa puta qualquer.
Eu chamei eles de filhos da puta e minha Minha esposa me insultou de novo.
"Que otário você é, meu marido, nem trancado aí você consegue parar de estragar a festa"
Eu chorava de impotência quando vi que todos os homens se pelaram e o que tava chupando a buceta da minha filha começou a foder ela, minha mulher incentivava
"Isso mesmo, meu anjo, se mexe que nem uma leoa, minha filha"
Um por um foram se colocando entre as pernas da minha filha e fodiam ela à vontade até chegar a vez do preto cujo pau minha filha tava mamando até aquele momento, achei que ia rasgar ela quando vi aquele trambolho preto enorme sumir dentro da bucetinha apertada da minha filha.
Enquanto isso, minha mulher chegou perto da cela, eu perguntei como ela podia deixar fazerem aquilo com a filha dela.
"Não me faz rir, por acaso você já se preocupou com ela alguma vez? Você sempre esteve ocupado trabalhando, não precisamos de você pra nada, já é hora de nos divertirmos."
"Você é patético, além disso isso é culpa sua, se você não fosse tão atrapalhado não teríamos batido, estamos mais protegidas com o Andrés do que com você"
A puta ainda me jogava na cara eu estar ocupado com meu trabalho, se eu trabalhava que nem um burro era por elas, pra elas poderem comprar aqueles vestidos caros, os perfumes e as joias.
Minha mulher voltou pro grupo e beijou o Andrés na boca enquanto as mãos dele amassavam a bunda dela, depois desceram pra boceta dela e uns dedos estranhos se perderam lá dentro enquanto a Pilar abria as pernas num claro convite pro Andrés pelar ela, o que ele fez na hora, deixando minha linda esposa nua em pelo na delegacia.
O Andrés ficou me encarando enquanto beijava minha mulher, ela percebeu e disse
"Deixa ele aí trancado, pelo menos que aproveite o espetáculo, o otário"
Minha mulher soltou um suspiro de prazer quando o Andrés se ajoelhou na frente dela e enfiou a língua na buceta dela.
Minha filha Mônica tinha o pau de um enfiado na boca até a metade, enquanto por trás o preto perfurava a buceta dela centímetro por centímetro.
Depois trocaram de posição e a Mônica cavalgava. desesperadamente em cima da pica do tio que tava embaixo, e por trás outro se encarregava de meter no cu dela com força, a putinha da minha filha tava se divertindo pra caralho enquanto continuava chupando uma pica e masturbando outras duas.
Não reparei na minha mulher até ouvir os gritos dela:
"Aaahhhh! como você me fode gostoso, não para não"
Ela tava de cócoras em cima do Andrés, subindo e descendo sem parar na pica dele, tentando enfiar até o fundo da buceta dela, depois minha mulher chupou a pica dele bem na minha cara, chupou e mamou até o Andrés gozar na boca dela.
Nessa altura, os outros já tinham terminado com a minha filha Mônica, o Andrés chegou perto dela e minha filha se ajoelhou entre as pernas dele, o Andrés, segurando a cabeça dela, começou a esfregar os ovos dele na cara toda dela. Depois meteu a pica até o fundo da boca dela e começou a foder a boca dela.
"Olha, amor", – gritou minha mulher
Ela tava bem perto de mim, esfregando a pica enorme do preto na cara dela, enquanto lambia, passando a língua por toda ela.
"Que te fodamraposa, gritei pra ela
"Isso é problema meu, não se apresse" respondeu o negão
Minha esposa se colocou por cima dele, de frente pra mim e inclinada pra trás, apoiando as mãos no chão, de um jeito que não tive escolha a não ser assistir enquanto ele começava a foder ela.
O negão segurou o próprio pau com uma mão e encostou na entrada da buceta, abrindo os lábios dela. Ela desceu a bunda e a grossa cabeça desapareceu dentro da boceta dela.
Tive que ver como o pica dele penetrava lentamente lá dentromulherdilatando a buceta por onde passava.
"Porra, que grande, vai me arrebentar, mostra pro meu marido o que é uma boa pica, enfia até o saco"
O preto obedeceu minha mulher e investiu enfiando a pica até o fundo, só as bolas ficaram de fora da buceta da minha esposa.
Ela se deixou foder na minha frente, gritando igual uma possessa cada vez que o preto enfiava a pica até dentro, a puta não parava de me olhar enquanto o policial preto a penetrava.
O preto gozou na buceta da minha esposa, deve ter enchido as entranhas dela de porra porque quando tirou a pica, a buceta dela escorria sêmen, a puta catava com os dedos.
"Não posso desperdiçar nada, amor, com sorte esse preto campeão me deixa grávida"
Não deram tempo pra ela se recuperar, porque três homens a penetraram de novo, um deles decidiu meter no cu dela enquanto o companheiro comia a buceta e o outro ocupava a boca da minha esposa, eu nunca deixei ela dar o cu pra mim, mas com aqueles policiais não teve problema nenhum.
"Olha, céu, olha como me comem no cu, adoro, olha como esses agentes gentis cuidam da sua mulher e da sua filha como você nunca soube"
"Devagar, cavalheiros, aproveitem minha buceta"
Minha filha Mônica se abraçava no preto e apalpava as bolas dele enquanto ainda estava toda melada do sêmen que os policiais tinham jogado nela antes, lá fora ainda nevava e já passava das 5 da manhã, tavam horas fodendo elas.
Os outros 3 que comiam minha esposa não demoraram a gozar, fizeram na cara dela, deixando ela toda suja, enquanto ela se lambia não parava de me olhar, puta vagabunda.
"Olha, amor, que gostoso o sêmen desses senhores, adoro"
De novo xinguei com raiva todos os policiais, filhos da puta, porcos.
Filho da puta é você, respondeu André.
"Corninho, agora você vai ver"
Pegaram minha filha e minha mulher e colocaram na frente da cela, as duas se seguraram nas grades e André meteu na minha mulher no uma vez, enquanto o preto fazia o mesmo com a minha filha.
As duas não faziam nada, só gemiam e me olhavam enquanto deixavam comer o cu delas, os peitos da minha mulher batiam nas grades e eu via perfeitamente como eles balançavam pra frente e pra trás com as investidas do Andres.
"Chupa bem gostoso, amor, pra entrar melhor no cu da sua filha"
O preto saiu do cu da minha filha e esfregou o pau na cara da mulher, que começou a chupar com gosto enquanto segurava com as duas mãos e o Andres continuava metendo no cu dela.
Ela foi engolindo o pau preto até quase se engasgar, ele fodia a boca dela, aproveitando a sensação do pau inteiro sendo acariciado pelos lábios carnudos da minha mulher.
Depois que ficou bem babado, ele meteu de novo no cu da minha filha, todos foram passando pela retaguarda da minha mulher e da minha filha enquanto elas continuavam agarradas nas grades, recebendo uma atrás da outra as investidas daqueles policiais nas bundinhas delas.
Eram 8 da manhã e tinha parado de nevar, os policiais deixaram minha Andrea e Monica limparem as picas deles dos restos de porra, como as duas putinhas chupavam, com uma gula incrível, imprópria principalmente pra alguém da idade da minha filha.
Depois todos se vestiram e me tiraram da cela.
"Bom, senhor, adoramos foder sua mulher e sua filha, foi uma das melhores entradas de ano da nossa vida, comer o cu da sua mulher foi um verdadeiro prazer"
Eu sentia uma raiva do caralho, mas eles estavam armados e eram seis, não podia fazer nada. Quando íamos embora, chegaram mais dois carros de polícia, era o revezamento do grupo anterior. Em algumas horas chegariam as máquinas pra demolir a delegacia. Pensei em denunciar aqueles filhos da puta, mas o que eu ia dizer? Que minha mulher e minha filha eram umas vagabundas? Que deixaram seis caras comerem elas na minha frente? Isso só ia me humilhar mais.
Minha mulher e minha filha decidiram voltar pra casa com os policiais.
"Com eles a gente vai ficar mas protegidas e ainda dá tempo pra uma foda rápida"
Fonte: Sexo sem tabus.
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