Olá a todos de novo. Aqui é o Juan (Dr_Anal) escrevendo mais uma vez; dessa vez pra contar uma nova experiência com minha vizinha Lucía. Pra quem não me conhece, recomendo ler meu relato anterior publicado nessa página, chamado "Minha vizinha: 18 anos e o primeiro boquete". Além disso, quero agradecer as pessoas que se interessaram pelos meus relatos e me escreveram, como Carolina, Dora, Andrea, Guillermo, Alaika, Delfina, Adrián, Paola, Vanessa, Carla, Patricia, María Inés, Alejandra, Laura, Silvia, Mercedes, Alba, Sofía e Sandra – pessoas com quem criei uma comunicação linda por e-mail, e em muitos casos extremamente erótica, por causa da excitação que a leitura dos contos eróticos e as fantasias sexuais que elas me contam, ligadas ao que foi narrado.
Indo direto ao que interessa, vou contar que, sem dúvida, os encontros que narrei antes com a Lucía foram se repetindo com frequência com o tempo. E ficavam ainda mais intensos quando a mãe dela viajava e ela ficava sozinha em casa. O vício por porra pra Lucía é algo que, longe de querer largar, foi transformando ela numa bebedora de porra sem limites. As brincadeiras com sêmen aumentaram. As formas como ela engole são variadas, e por causa da curiosidade insaciável dela no assunto (e admito que eu também tenho curiosidade e pesquisei sobre isso), ela inventou vários jeitos de ingerir meu leite. Por exemplo, ela faz eu gozar num copo várias vezes no mesmo dia, quando a gente pode ficar umas horas juntos na casa abandonada, e ela chega a beber até cinco gozadas derramadas naquele copo, como se tivesse tomando um suco de buceta. Já vi vídeos de japonesas fazendo isso.
É um vício de verdade ver a cara da Lucía enquanto ela leva o copo cheio de porra até a boca, vê-la lamber os lábios e lamber as paredes do copo até deixar limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen. Às vezes ela trazia uma colher de Na cozinha da casa dela, ela pegou o copo e raspou o fundo, tirando o esperma que tinha sobrado lá no fundo, e levou a colher até a boca para saborear os últimos vestígios de porra. Também derramei meu gozo em cima de uma bolacha, de um jeito que ela comesse como se tivesse comendo uma bolacha com geleia. Foi muito engraçado e excitante ver ela passar os próprios dedos no esperma já derramado sobre a bolacha, espalhando por toda a superfície e depois comendo. Também joguei minha porra no chão para ela se ajoelhar de quatro e começar a lamber o sêmen. Aproveitando a posição dela, enfiei várias vezes o dedo no cu dela — um, dois e até três dedos — e lambi o esfíncter também, coisa que já contei no relato anterior.
O que vou contar hoje, e que é diferente do que já narrei nos outros relatos, é a primeira vez que transei com a Lucía. Era inevitável. Na real, nunca quis trair minha esposa (no primeiro relato, ela era minha namorada), mas a bunda da Lucía foi mais forte que o escudo mental que eu tinha criado pra evitar o que acabou acontecendo. Sim, a bunda dela. E digo bunda porque só transei (e ainda transo) anal com ela. Nunca encostei meu pau na buceta dela, e acho que também não vou. Por enquanto, ela tá de acordo comigo e quer guardar a "flor" dela (é assim que ela chama a buceta dela, de um jeito todo meigo) ainda virgem pro primeiro amor, que ela ainda não conheceu. Hoje, Lucía tem 21 anos e vai fazer 22 daqui a poucos dias. Tudo isso que vou contar agora aconteceu há uns dois meses.
Depois de uma das nossas sessões intensas de sexo oral, com ela engolindo minha porra e eu enfiando meus dedos no cu já acostumado dela, que terminava num orgasmo violento da Lucía, a gente trocou um olhar que fez os dois pensarem a mesma coisa sem precisar falar. Foi um olhar super meigo, mas cheio de safadeza. Sim, os dois pretendíamos dar mais um passo nessa "loucura sexual" (como eu chamei no primeiro relato), mas não tínhamos coragem de admitir um para o outro. Ela, por respeito à minha esposa, com quem tem uma excelente relação; eu, também por respeito à minha esposa, mas também por respeito a ela mesma, porque nunca quis que pensasse que eu estava me aproveitando da situação para tirar algum proveito sexual. Como sempre digo nos relatos, vou tentar reproduzir o diálogo o mais fielmente possível, embora seja óbvio que não me lembro textualmente. Depois do olhar que acabei de mencionar, o diálogo foi assim:
Lucia: será que a gente tá pensando a mesma coisa?
Eu: como é que você sabe que eu tô pensando alguma coisa? Posso ter te olhado com a mente vazia.
Lucia: acho que não, te conheço, você tá pensando em algo.
Eu: bom, acertou. O que você acha que eu posso ter pensado?
Lucia: sei lá, fala você. Haha!
Eu: tá bom, vou te falar. Na verdade, tava pensando em dar um passo a mais com você, mas por outro lado não quero fazer isso. Você me entende.
Lucia: acho que já sei o que você quer dizer.
Eu: bom, então fala você. Haha!
Lucia: eu também tô afim, mas me dá um pouco de "receio" por causa da sua esposa.
Eu: sim, eu também. Além disso, não quero que você pense que tô me aproveitando de você.
Lucia: jamais pensaria isso, fui eu quem primeiro te propôs ter um vínculo sexual com você. No máximo, seria eu quem tá te usando.
Eu: e eu adoro ser usado por você. Haha! O que acontece é que eu gosto muito de tudo que você faz comigo. Você me conhece e sabe do que eu gosto. E me dá vontade de continuar fazendo. O problema é que me incomoda que tudo seja escondido, esperando uma oportunidade, me privando de fazer com você algo que eu gosto.
Lucia: o que você quer dizer?
Eu: você já sabe, Lucia. Vou ser direto, mas não leva a mal. Sou homem e tenho minhas necessidades. Quero transar com você. E o que acontece é que não quero e nem me interessa tirar sua virgindade. Quero que você guarde isso pra quando conhecer alguém com quem você possa ter um relacionamento duradouro e até capaz de ser o futuro pai dos seus filhos. O que me vem à cabeça agora é que a gente transar anal. Você já sabe o que é isso, já viu em vídeos, fotos, e também sabe como é quando enfio meus dedos no seu cu. Longe de te desagradar, sempre te deixou com muito tesão e você acaba gozando assim.
Lucía: isso parece telepático. Que loucura! Há um tempo que quero te propor a mesma coisa, mas não tenho coragem. Eu sei que a gente tem confiança, que há meses estamos tendo encontros sexuais, mas é que a parada da penetração é muito mais intensa e te falar disso me travava um pouco.
Eu: não acredito! Você gostaria de transar anal?
Lucía: claro. Já sei como é, como você disse. Eu gosto, me excita, me dá tesão, e acho que pode ser uma boa forma de manter algo mais quente entre a gente.
Eu: dá pra ver que você não tem mais 18 anos. A menina que conheci mudou. O tempo passou. Como você amadureceu! Como você cresceu!
Lucía: e além disso, você é o homem ideal pra transar anal porque, além de ser o único com quem tenho confiança pra falar dessas coisas, você já me conhece bem e sabe fazer sem doer. Nunca doeu quando você enfiou os dedos no meu cu pela primeira vez, então também não tem por que doer minha buceta quando você meter.
Eu: bom, acho que não tem muito mais o que conversar. Quando a gente se vê?
Lucía: eu te aviso, talvez depois de amanhã porque minha mãe vai pra casa da vó e eu tenho que ficar pra estudar. Mas posso arrumar um tempinho pra você. Haha!
Eu: tipo que horas seria isso?
Lucía: de manhã, umas 10h, você consegue?
Eu: na verdade, não. Mas vou chegar mais tarde no escritório fingindo um problema mecânico com o carro, ou um travamento na minha impressora. Eles já sabem que nunca tive sorte com impressoras.
Lucía: sua esposa não está, né?
Eu: não, ela entra no trabalho bem cedo de manhã, então por isso não tem problema. A gente se vê aqui, né? – me referindo à casa abandonada, testemunha de inúmeros encontros sexuais com a Lucía-
Lucía: bora, às 10 da manhã, pode ser?
Eu: sim, ok.
E assim começou uma nova aventura, um novo capítulo dentro da já conhecida "loucura sexual". Desde que saí da casa abandonada junto com ela, e depois daquela conversa, não consegui esquecer um segundo sequer da bunda da Lucía. Vocês já sabem, porque contei em relatos anteriores, que a bunda da Lucía é realmente de campeonato. Já era linda quando ela tinha 18 anos e começamos nossas aventuras sexuais. E é ainda mais gostosa agora, com seus 21 anos, quase 22.
Bom, chegou o dia e a hora, depois de ligar pro estúdio pra avisar que ia chegar atrasado no trabalho por causa de um problema técnico no meu notebook que tinha trabalhos pra fazer naquele dia no estúdio (óbvio, uma história toda inventada), nos encontramos com a Lucía na esquina da casa abandonada. Por sorte, não tinha ninguém nas ruas nem na calçada, o que facilitou nosso acesso à casa abandonada sem que nenhum vizinho desconfiasse que a gente entrava junto. Entrei primeiro eu, e 10 minutos depois a Lucía apareceu. Naquele dia fui bem equipado com o lubrificante anal, camisinhas (que não usei), um vibrador anal e uma calcinha fio dental nova que comprei pra ela estrear numa ocasião de estreia, a da bunda dela. Não perdemos muito tempo, a ansiedade nos consumia. Imediatamente, a Lucía se ajoelhou, abriu o zíper da minha calça, puxou meu pau pra fora (que já tava meio duro só de pensar na bunda que eu ia comer) e começou a chupar do jeito que ela sabe, de forma espetacular, sem nada a dever pras atrizes pornô.
Claramente, tantos anos me fazendo sexo oral fizeram da Lucía uma expert no assunto. Além disso, ela sabe como eu gosto que façam, o que eu curto, e em menos de um piscar de olhos ela me deixa no talo. E pra ela também é útil, porque chupar pau excita ela pra caralho e em segundos a buceta dela fica super molhada. Não Vou contar como ela me fez sexo oral porque seria perda de tempo, já contei nos relatos anteriores, então remeto o leitor em benefício da brevidade. Ela sabe que o atributo físico que mais gosto no corpo dela é a bunda, já falei isso várias vezes. E toda vez que a gente se encontra na casa abandonada, ela sempre vem com um jeans bem justo na bunda que fica espetacular nela. Segundo ela, faz isso pra se embelezar, e porque sabe que eu gosto. É uma beleza ver as nádegas dela bem empinadas, sustentadas pelo tecido apertado de uma boa calça jeans. Realça o rabo dela, deixa muito apetitoso, e pra ser sincero, dá vontade de pegar ela com o jeans vestido. Hehe! Naquele dia ela estava com um desses jeans. Depois que ela me chupou o pau e me deixou a mil, ela se levantou, eu virei ela de costas e comecei a tocar, apalpar e passar a mão nas nádegas e na bunda toda por cima da calça. Ela já estava excitada pela chupada magistral que tinha me dado, e com a mão no rabo dela ficou ainda mais, porque dava pra sentir como ela gemia enquanto minhas mãos deslizavam sobre o tecido do jeans que cobria perfeitamente as nádegas redondas e firmes dela. Depois, eu falei (de novo, insisto que o diálogo não é exato, mas tento reproduzir o mais fielmente possível):
Eu: bom, Lu. Tá preparada?
Lucia: tô.
Eu: tá com tesão?
Lucia: e o que você acha? Depois da chupada que te dei e da mão que você passou na minha bunda, tô igual uma cadela no cio.
Eu: tenho uma surpresa pra você.
Lucia: o quê?! – ela exclamou como se fosse uma criança ganhando um presente surpresa de aniversário.
Eu: sua nova roupa pra estrear na sua estreia anal – falei, enquanto tirava de um dos meus bolsos uma calcinha fio-dental preta minúscula. Coloca, quero ver como fica em você e passar a mão na sua bunda de novo com ela vestida.
Lucia: obrigada. Que tarado que você é! Mas gosto que você seja tão tarado quanto eu. Haha!
E Lucia tirou a calça jeans dela de um jeito bem sexy, de costas pra mim. eu mostrando minha bunda pra ele, toda arreganhada. Ele foi abaixando minha calça devagar, contornando minha cintura. Juro que achei que ia pirar ali mesmo. Por baixo da calça, eu tava de fio dental também. E, apesar de ficar linda em mim, era lilás e não tão pequena quanto a que ele tinha comprado. Tirei minha calcinha e coloquei a nova. Ele me perguntou se eu queria tirar o moletom. Falei que não, que não precisava, porque a única coisa que interessava era minha bunda. Além disso, era mais rápido sair dali com alguma roupa se rolasse algum imprevisto e a gente tivesse que vazar na pressa. Conhecendo meu jeito, não precisei mandar ele ficar de quatro, ele já foi se ajeitando numa toalha que ele mesmo trouxe pro momento. Com a bunda empinada e o pau durasso, ele se jogou naquela raba e começou a apalpar sem vergonha nenhuma. Beijou minhas nádegas, lambeu e mordeu. Puxou a tira da calcinha pro lado e lambeu meu cu sem parar, enquanto com um dos dedos deslizava de cima pra baixo no meio da minha bunda. Depois de babar todo meu cuzinho e perceber que a Lucía tava ainda mais excitada — não só pelos gemidos mais altos, mas também pela quantidade de melado que escorria da buceta dela —, comecei o treino anal. Primeiro, tirei a calcinha dela. Depois, passei um monte de lubrificante anal no buraquinho dela e comecei a enfiar os dedos. Primeiro um, depois dois, depois três, e em uns 4 ou 5 minutos já eram quatro dedos entrando quase sem esforço no cu dela. A Lucía gemia. Perguntei várias vezes se tava doendo. Ela disse que não, que continuasse, que quando incomodasse ela ia falar, que eu não enchesse o saco e deixasse ela aproveitar. Beleza, fiz exatamente isso. E ela curtiu, porque não só nunca disse que tava incomodada ou desconfortável, como também gemia como se tivesse sendo comida. Fiquei mais uns 5 a 10 minutos enfiando um vibrador anal nela. Ela gemeu muito mais. Primeiro, enfiei devagar. Depois, cada vez mais rápido. Rápido, já que não teve dificuldade nenhuma pra enfiar até o fundo do cu. Tudo isso me excitava pra caralho, e além disso eu adorava o barulho que o consolo fazia quando entrava e saía do cu dela, todo melado de lubrificante. Várias vezes eu tirei o consolo anal da bunda dela e era foda ver o tamanho que o cu dela tinha aberto. Ficava uma abertura anal do tamanho do fundo de um copo, perfeitamente redonda e começando a ficar meio avermelhada de tanto atrito dos dedos e do consolo. Depois de vários minutos enfiando o consolo até o fundo, e com isso terminado o treino anal, eu abaixei minha calça e avisei a Lucía que tava chegando o momento mais esperado. Ela só conseguiu dar um tímido "ok", depois de tanta bagunça anal. Do jeito que ela tava, de quatro e com a bunda empinada, eu fiquei atrás dela, apontei a cabeça da minha pica na entrada do buraquinho anal dela, e ela entrou sem dificuldade nenhuma. Eu gemi leve de prazer. Ela também, o que mostrava que não tinha doído. Em poucos segundos eu tava enfiando a pica inteira até o fundo, tudo dentro do cu dela, tanto que minhas bolas batiam na bunda dela. Também não demorei muito pra acelerar as coisas e começar a penetrar ela de um jeito mais frenético, com uma metida e tirada mais agressiva. A abertura do cu dela era grande o suficiente pra me deixar manobrar melhor a pica dentro da bunda dela. Foi uma foda infernal, de campeonato. Depois de alguns minutos começando a comer ela nessa posição, eu mudei. Fiz ela sentar em cima de mim, e ela mesma buscar o próprio prazer se movendo pra cima e pra baixo. Aproveitei uma pilha de blocos velhos que tinha ali (não esquecer que a gente tava dentro de uma casa abandonada), sentei, e sentei ela em cima de mim. Era impressionante ver e sentir ela pulando em cima de mim, se comendo ela mesma o que até instantes atrás era a bunda virgem dela. Lucía subia e descia rapidamente se enfiando até o fundo toda minha pica dentro do cu dela. Eu também mexia minha bunda no ritmo dela, pra cima e pra baixo, querendo que a penetração anal fosse o mais fundo possível. Com minhas mãos, tentei pegar nos peitos dela, coisa que nunca tinha feito antes. Me arrisquei, por causa do tesão que tava, sabendo que talvez ela não gostasse da ideia de eu apalpar os peitos dela. Mas ela não falou nada. Brinquei com as tetas e os bicos dela por uns segundos. Ela só ficava sentando, gemendo e falando: "que delícia, meu Deus!" "sim…, sim…! uff….! ahh…! mmm…!" e sons assim. Depois dessa posição, deitamos de lado na toalha. De novo, mais prazer. Nossos gemidos eram muito altos, tanto que num momento tive que pedir pra ela gemer mais baixo, que mesmo a gente estando numa casa abandonada, algum vizinho podia ouvir. Quando não aguentei mais, avisei a Lucía que ia gozar. Ela então começou a se apertar e se acariciar mais forte no clitóris e na buceta, até ter um orgasmo muito intenso em segundos. Perguntei se ela queria engolir o leite, ou se queria estrear o cu com gozo dentro. Ela falou, sem pensar, que queria engolir o leite, resposta que já esperava por causa do vício que ela tem em porra. Sem hesitar, acelerei a foda e quando ia gozar, tirei minha pica do cu arrombado dela. Pensei em dar o leite na língua dela, já que vocês podem imaginar que seria nojento meter a pica na boca depois de tirar do cu dela e ainda com algum pedacinho de merda grudado no prepúcio e na pele da pica. Mas Lucía tomou uma atitude que me surpreendeu. Assim que tirei a pica do cu dela, ela se virou e se jogou na minha pica, enfiando na boca. Não me deu tempo de fazer nenhuma manobra. Depois de gozar, ela engoliu todo o leite, coisa que sempre faz. Lambendo, além disso, a cabeça da minha pica até deixar ela limpinha. Mandei ela virar e me mostrar a bunda, queria ver como tinha ficado o buraco do cu dela. Ela virou, deitou de bruços, e empinou a bunda mostrando as nádegas bem durinhas. Peguei as nádegas dela com as mãos e separei. Consegui ver que o buraco anal dela estava completamente aberto. Estiquei bem as nádegas, separando elas, e aquilo era espetacular. É realmente maravilhoso o diâmetro que um cu dilatado e fodido pode alcançar. Com um pouco de força, eu poderia ter enfiado a mão se quisesse. Depois, voltando ao assunto anterior, perguntei se ela não tinha achado nojento comer restos da própria merda quando se jogou rapidamente na minha pica, que eu ia avisar mas a atitude desesperada dela impediu que eu reagisse a tempo de alertar. E, como esperava, ela me disse que sim, que meu leite estava uma delícia como sempre, mas que da próxima vez eu limpasse a pica com um pano ou lavasse porque não gostou do gosto da pica. Quando ela disse "próxima vez", soube que tinha gostado e que esperava repetir a experiência anal. Perguntei o que ela tinha achado da primeira vez no cu, o diálogo foi mais ou menos assim:
Eu: E aí...? O que achou? Gostou?
Lucia: Adorei. Sinceramente, invejo sua esposa que te tem todo dia na cama.
Eu: você pode me ter, embora não todo dia nem numa cama. Talvez a gente possa ir a um motel.
Lucia: Tomara! Tô meio cansada de vir sempre nesse mesmo lugar. Num hotel, acho que é outra coisa, né? Você já foi em algum?
Eu: claro, e em vários. Me diz, o que teve de diferente dessa vez comparado com todas aquelas vezes que você gozava com meus dedos no seu cu?
Lucia: tudo. Não é a mesma coisa ter um, dois ou três dedos no cu do que ter uma pica perfurando minha bunda. Gosto dos dois jeitos, mas prefiro uma pica no cu do que uns dedos. Gozei mais, me deu muito tesão e excitação me sentir completamente dominada e sendo submetida por trás por um homem muito mais velho que eu. Não sei como explicar direito porque talvez você não me entenda, é difícil explicar bem o que se sente.
Eu: fico feliz que tenha sido assim. E espero que esse não seja nosso último encontro anal.
Lucía: tomara que não.
Eu: bom, agora você marca dia e hora para a próxima vez, e tem que ser na semana que vem, porque essa semana estou cheio de trabalho. Vou rápido pra casa tomar um banho e me trocar, não esquece que tenho que ir trabalhar.
Lucía: ok. Eu tenho que começar a estudar. Não fiz nada.
A gente se deu um beijo pequeno, roçando os lábios. Olhei pra ela com carinho, acariciei, ajudei ela a limpar o cu com uns lenços descartáveis (que sempre tenho no bolso da calça) e a juntar as roupas dela. Saímos como sempre, ela primeiro, e eu depois, pra não levantar suspeitas.
Assim começou, então, um novo capítulo da loucura sexual que poderíamos chamar de "aventura anal". Depois daquela vez, comi o cu dela umas quinze vezes mais. Todas com o mesmo ou melhor prazer que a primeira. Até com posições novas. Isso sim, sempre levei um potinho com água bem fechado dentro de uma mochila que carregava nas costas. Assim podia lavar bem a pica depois de tirar do cu dela, já que ela nunca quis que eu gozasse dentro do cu, sempre quis beber, fiel ao costume dela.
Desde já, aproveito pra saudar todos os leitores, reforçar que tudo o que foi contado antes é, como os relatos anteriores, 100% real, e espero comentários, sugestões, ou qualquer coisa que queiram compartilhar. Não hesitem em escrever, tanto homens quanto mulheres.
Indo direto ao que interessa, vou contar que, sem dúvida, os encontros que narrei antes com a Lucía foram se repetindo com frequência com o tempo. E ficavam ainda mais intensos quando a mãe dela viajava e ela ficava sozinha em casa. O vício por porra pra Lucía é algo que, longe de querer largar, foi transformando ela numa bebedora de porra sem limites. As brincadeiras com sêmen aumentaram. As formas como ela engole são variadas, e por causa da curiosidade insaciável dela no assunto (e admito que eu também tenho curiosidade e pesquisei sobre isso), ela inventou vários jeitos de ingerir meu leite. Por exemplo, ela faz eu gozar num copo várias vezes no mesmo dia, quando a gente pode ficar umas horas juntos na casa abandonada, e ela chega a beber até cinco gozadas derramadas naquele copo, como se tivesse tomando um suco de buceta. Já vi vídeos de japonesas fazendo isso.
É um vício de verdade ver a cara da Lucía enquanto ela leva o copo cheio de porra até a boca, vê-la lamber os lábios e lamber as paredes do copo até deixar limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen. Às vezes ela trazia uma colher de Na cozinha da casa dela, ela pegou o copo e raspou o fundo, tirando o esperma que tinha sobrado lá no fundo, e levou a colher até a boca para saborear os últimos vestígios de porra. Também derramei meu gozo em cima de uma bolacha, de um jeito que ela comesse como se tivesse comendo uma bolacha com geleia. Foi muito engraçado e excitante ver ela passar os próprios dedos no esperma já derramado sobre a bolacha, espalhando por toda a superfície e depois comendo. Também joguei minha porra no chão para ela se ajoelhar de quatro e começar a lamber o sêmen. Aproveitando a posição dela, enfiei várias vezes o dedo no cu dela — um, dois e até três dedos — e lambi o esfíncter também, coisa que já contei no relato anterior.
O que vou contar hoje, e que é diferente do que já narrei nos outros relatos, é a primeira vez que transei com a Lucía. Era inevitável. Na real, nunca quis trair minha esposa (no primeiro relato, ela era minha namorada), mas a bunda da Lucía foi mais forte que o escudo mental que eu tinha criado pra evitar o que acabou acontecendo. Sim, a bunda dela. E digo bunda porque só transei (e ainda transo) anal com ela. Nunca encostei meu pau na buceta dela, e acho que também não vou. Por enquanto, ela tá de acordo comigo e quer guardar a "flor" dela (é assim que ela chama a buceta dela, de um jeito todo meigo) ainda virgem pro primeiro amor, que ela ainda não conheceu. Hoje, Lucía tem 21 anos e vai fazer 22 daqui a poucos dias. Tudo isso que vou contar agora aconteceu há uns dois meses.
Depois de uma das nossas sessões intensas de sexo oral, com ela engolindo minha porra e eu enfiando meus dedos no cu já acostumado dela, que terminava num orgasmo violento da Lucía, a gente trocou um olhar que fez os dois pensarem a mesma coisa sem precisar falar. Foi um olhar super meigo, mas cheio de safadeza. Sim, os dois pretendíamos dar mais um passo nessa "loucura sexual" (como eu chamei no primeiro relato), mas não tínhamos coragem de admitir um para o outro. Ela, por respeito à minha esposa, com quem tem uma excelente relação; eu, também por respeito à minha esposa, mas também por respeito a ela mesma, porque nunca quis que pensasse que eu estava me aproveitando da situação para tirar algum proveito sexual. Como sempre digo nos relatos, vou tentar reproduzir o diálogo o mais fielmente possível, embora seja óbvio que não me lembro textualmente. Depois do olhar que acabei de mencionar, o diálogo foi assim:
Lucia: será que a gente tá pensando a mesma coisa?
Eu: como é que você sabe que eu tô pensando alguma coisa? Posso ter te olhado com a mente vazia.
Lucia: acho que não, te conheço, você tá pensando em algo.
Eu: bom, acertou. O que você acha que eu posso ter pensado?
Lucia: sei lá, fala você. Haha!
Eu: tá bom, vou te falar. Na verdade, tava pensando em dar um passo a mais com você, mas por outro lado não quero fazer isso. Você me entende.
Lucia: acho que já sei o que você quer dizer.
Eu: bom, então fala você. Haha!
Lucia: eu também tô afim, mas me dá um pouco de "receio" por causa da sua esposa.
Eu: sim, eu também. Além disso, não quero que você pense que tô me aproveitando de você.
Lucia: jamais pensaria isso, fui eu quem primeiro te propôs ter um vínculo sexual com você. No máximo, seria eu quem tá te usando.
Eu: e eu adoro ser usado por você. Haha! O que acontece é que eu gosto muito de tudo que você faz comigo. Você me conhece e sabe do que eu gosto. E me dá vontade de continuar fazendo. O problema é que me incomoda que tudo seja escondido, esperando uma oportunidade, me privando de fazer com você algo que eu gosto.
Lucia: o que você quer dizer?
Eu: você já sabe, Lucia. Vou ser direto, mas não leva a mal. Sou homem e tenho minhas necessidades. Quero transar com você. E o que acontece é que não quero e nem me interessa tirar sua virgindade. Quero que você guarde isso pra quando conhecer alguém com quem você possa ter um relacionamento duradouro e até capaz de ser o futuro pai dos seus filhos. O que me vem à cabeça agora é que a gente transar anal. Você já sabe o que é isso, já viu em vídeos, fotos, e também sabe como é quando enfio meus dedos no seu cu. Longe de te desagradar, sempre te deixou com muito tesão e você acaba gozando assim.
Lucía: isso parece telepático. Que loucura! Há um tempo que quero te propor a mesma coisa, mas não tenho coragem. Eu sei que a gente tem confiança, que há meses estamos tendo encontros sexuais, mas é que a parada da penetração é muito mais intensa e te falar disso me travava um pouco.
Eu: não acredito! Você gostaria de transar anal?
Lucía: claro. Já sei como é, como você disse. Eu gosto, me excita, me dá tesão, e acho que pode ser uma boa forma de manter algo mais quente entre a gente.
Eu: dá pra ver que você não tem mais 18 anos. A menina que conheci mudou. O tempo passou. Como você amadureceu! Como você cresceu!
Lucía: e além disso, você é o homem ideal pra transar anal porque, além de ser o único com quem tenho confiança pra falar dessas coisas, você já me conhece bem e sabe fazer sem doer. Nunca doeu quando você enfiou os dedos no meu cu pela primeira vez, então também não tem por que doer minha buceta quando você meter.
Eu: bom, acho que não tem muito mais o que conversar. Quando a gente se vê?
Lucía: eu te aviso, talvez depois de amanhã porque minha mãe vai pra casa da vó e eu tenho que ficar pra estudar. Mas posso arrumar um tempinho pra você. Haha!
Eu: tipo que horas seria isso?
Lucía: de manhã, umas 10h, você consegue?
Eu: na verdade, não. Mas vou chegar mais tarde no escritório fingindo um problema mecânico com o carro, ou um travamento na minha impressora. Eles já sabem que nunca tive sorte com impressoras.
Lucía: sua esposa não está, né?
Eu: não, ela entra no trabalho bem cedo de manhã, então por isso não tem problema. A gente se vê aqui, né? – me referindo à casa abandonada, testemunha de inúmeros encontros sexuais com a Lucía-
Lucía: bora, às 10 da manhã, pode ser?
Eu: sim, ok.
E assim começou uma nova aventura, um novo capítulo dentro da já conhecida "loucura sexual". Desde que saí da casa abandonada junto com ela, e depois daquela conversa, não consegui esquecer um segundo sequer da bunda da Lucía. Vocês já sabem, porque contei em relatos anteriores, que a bunda da Lucía é realmente de campeonato. Já era linda quando ela tinha 18 anos e começamos nossas aventuras sexuais. E é ainda mais gostosa agora, com seus 21 anos, quase 22.
Bom, chegou o dia e a hora, depois de ligar pro estúdio pra avisar que ia chegar atrasado no trabalho por causa de um problema técnico no meu notebook que tinha trabalhos pra fazer naquele dia no estúdio (óbvio, uma história toda inventada), nos encontramos com a Lucía na esquina da casa abandonada. Por sorte, não tinha ninguém nas ruas nem na calçada, o que facilitou nosso acesso à casa abandonada sem que nenhum vizinho desconfiasse que a gente entrava junto. Entrei primeiro eu, e 10 minutos depois a Lucía apareceu. Naquele dia fui bem equipado com o lubrificante anal, camisinhas (que não usei), um vibrador anal e uma calcinha fio dental nova que comprei pra ela estrear numa ocasião de estreia, a da bunda dela. Não perdemos muito tempo, a ansiedade nos consumia. Imediatamente, a Lucía se ajoelhou, abriu o zíper da minha calça, puxou meu pau pra fora (que já tava meio duro só de pensar na bunda que eu ia comer) e começou a chupar do jeito que ela sabe, de forma espetacular, sem nada a dever pras atrizes pornô.
Claramente, tantos anos me fazendo sexo oral fizeram da Lucía uma expert no assunto. Além disso, ela sabe como eu gosto que façam, o que eu curto, e em menos de um piscar de olhos ela me deixa no talo. E pra ela também é útil, porque chupar pau excita ela pra caralho e em segundos a buceta dela fica super molhada. Não Vou contar como ela me fez sexo oral porque seria perda de tempo, já contei nos relatos anteriores, então remeto o leitor em benefício da brevidade. Ela sabe que o atributo físico que mais gosto no corpo dela é a bunda, já falei isso várias vezes. E toda vez que a gente se encontra na casa abandonada, ela sempre vem com um jeans bem justo na bunda que fica espetacular nela. Segundo ela, faz isso pra se embelezar, e porque sabe que eu gosto. É uma beleza ver as nádegas dela bem empinadas, sustentadas pelo tecido apertado de uma boa calça jeans. Realça o rabo dela, deixa muito apetitoso, e pra ser sincero, dá vontade de pegar ela com o jeans vestido. Hehe! Naquele dia ela estava com um desses jeans. Depois que ela me chupou o pau e me deixou a mil, ela se levantou, eu virei ela de costas e comecei a tocar, apalpar e passar a mão nas nádegas e na bunda toda por cima da calça. Ela já estava excitada pela chupada magistral que tinha me dado, e com a mão no rabo dela ficou ainda mais, porque dava pra sentir como ela gemia enquanto minhas mãos deslizavam sobre o tecido do jeans que cobria perfeitamente as nádegas redondas e firmes dela. Depois, eu falei (de novo, insisto que o diálogo não é exato, mas tento reproduzir o mais fielmente possível):
Eu: bom, Lu. Tá preparada?
Lucia: tô.
Eu: tá com tesão?
Lucia: e o que você acha? Depois da chupada que te dei e da mão que você passou na minha bunda, tô igual uma cadela no cio.
Eu: tenho uma surpresa pra você.
Lucia: o quê?! – ela exclamou como se fosse uma criança ganhando um presente surpresa de aniversário.
Eu: sua nova roupa pra estrear na sua estreia anal – falei, enquanto tirava de um dos meus bolsos uma calcinha fio-dental preta minúscula. Coloca, quero ver como fica em você e passar a mão na sua bunda de novo com ela vestida.
Lucia: obrigada. Que tarado que você é! Mas gosto que você seja tão tarado quanto eu. Haha!
E Lucia tirou a calça jeans dela de um jeito bem sexy, de costas pra mim. eu mostrando minha bunda pra ele, toda arreganhada. Ele foi abaixando minha calça devagar, contornando minha cintura. Juro que achei que ia pirar ali mesmo. Por baixo da calça, eu tava de fio dental também. E, apesar de ficar linda em mim, era lilás e não tão pequena quanto a que ele tinha comprado. Tirei minha calcinha e coloquei a nova. Ele me perguntou se eu queria tirar o moletom. Falei que não, que não precisava, porque a única coisa que interessava era minha bunda. Além disso, era mais rápido sair dali com alguma roupa se rolasse algum imprevisto e a gente tivesse que vazar na pressa. Conhecendo meu jeito, não precisei mandar ele ficar de quatro, ele já foi se ajeitando numa toalha que ele mesmo trouxe pro momento. Com a bunda empinada e o pau durasso, ele se jogou naquela raba e começou a apalpar sem vergonha nenhuma. Beijou minhas nádegas, lambeu e mordeu. Puxou a tira da calcinha pro lado e lambeu meu cu sem parar, enquanto com um dos dedos deslizava de cima pra baixo no meio da minha bunda. Depois de babar todo meu cuzinho e perceber que a Lucía tava ainda mais excitada — não só pelos gemidos mais altos, mas também pela quantidade de melado que escorria da buceta dela —, comecei o treino anal. Primeiro, tirei a calcinha dela. Depois, passei um monte de lubrificante anal no buraquinho dela e comecei a enfiar os dedos. Primeiro um, depois dois, depois três, e em uns 4 ou 5 minutos já eram quatro dedos entrando quase sem esforço no cu dela. A Lucía gemia. Perguntei várias vezes se tava doendo. Ela disse que não, que continuasse, que quando incomodasse ela ia falar, que eu não enchesse o saco e deixasse ela aproveitar. Beleza, fiz exatamente isso. E ela curtiu, porque não só nunca disse que tava incomodada ou desconfortável, como também gemia como se tivesse sendo comida. Fiquei mais uns 5 a 10 minutos enfiando um vibrador anal nela. Ela gemeu muito mais. Primeiro, enfiei devagar. Depois, cada vez mais rápido. Rápido, já que não teve dificuldade nenhuma pra enfiar até o fundo do cu. Tudo isso me excitava pra caralho, e além disso eu adorava o barulho que o consolo fazia quando entrava e saía do cu dela, todo melado de lubrificante. Várias vezes eu tirei o consolo anal da bunda dela e era foda ver o tamanho que o cu dela tinha aberto. Ficava uma abertura anal do tamanho do fundo de um copo, perfeitamente redonda e começando a ficar meio avermelhada de tanto atrito dos dedos e do consolo. Depois de vários minutos enfiando o consolo até o fundo, e com isso terminado o treino anal, eu abaixei minha calça e avisei a Lucía que tava chegando o momento mais esperado. Ela só conseguiu dar um tímido "ok", depois de tanta bagunça anal. Do jeito que ela tava, de quatro e com a bunda empinada, eu fiquei atrás dela, apontei a cabeça da minha pica na entrada do buraquinho anal dela, e ela entrou sem dificuldade nenhuma. Eu gemi leve de prazer. Ela também, o que mostrava que não tinha doído. Em poucos segundos eu tava enfiando a pica inteira até o fundo, tudo dentro do cu dela, tanto que minhas bolas batiam na bunda dela. Também não demorei muito pra acelerar as coisas e começar a penetrar ela de um jeito mais frenético, com uma metida e tirada mais agressiva. A abertura do cu dela era grande o suficiente pra me deixar manobrar melhor a pica dentro da bunda dela. Foi uma foda infernal, de campeonato. Depois de alguns minutos começando a comer ela nessa posição, eu mudei. Fiz ela sentar em cima de mim, e ela mesma buscar o próprio prazer se movendo pra cima e pra baixo. Aproveitei uma pilha de blocos velhos que tinha ali (não esquecer que a gente tava dentro de uma casa abandonada), sentei, e sentei ela em cima de mim. Era impressionante ver e sentir ela pulando em cima de mim, se comendo ela mesma o que até instantes atrás era a bunda virgem dela. Lucía subia e descia rapidamente se enfiando até o fundo toda minha pica dentro do cu dela. Eu também mexia minha bunda no ritmo dela, pra cima e pra baixo, querendo que a penetração anal fosse o mais fundo possível. Com minhas mãos, tentei pegar nos peitos dela, coisa que nunca tinha feito antes. Me arrisquei, por causa do tesão que tava, sabendo que talvez ela não gostasse da ideia de eu apalpar os peitos dela. Mas ela não falou nada. Brinquei com as tetas e os bicos dela por uns segundos. Ela só ficava sentando, gemendo e falando: "que delícia, meu Deus!" "sim…, sim…! uff….! ahh…! mmm…!" e sons assim. Depois dessa posição, deitamos de lado na toalha. De novo, mais prazer. Nossos gemidos eram muito altos, tanto que num momento tive que pedir pra ela gemer mais baixo, que mesmo a gente estando numa casa abandonada, algum vizinho podia ouvir. Quando não aguentei mais, avisei a Lucía que ia gozar. Ela então começou a se apertar e se acariciar mais forte no clitóris e na buceta, até ter um orgasmo muito intenso em segundos. Perguntei se ela queria engolir o leite, ou se queria estrear o cu com gozo dentro. Ela falou, sem pensar, que queria engolir o leite, resposta que já esperava por causa do vício que ela tem em porra. Sem hesitar, acelerei a foda e quando ia gozar, tirei minha pica do cu arrombado dela. Pensei em dar o leite na língua dela, já que vocês podem imaginar que seria nojento meter a pica na boca depois de tirar do cu dela e ainda com algum pedacinho de merda grudado no prepúcio e na pele da pica. Mas Lucía tomou uma atitude que me surpreendeu. Assim que tirei a pica do cu dela, ela se virou e se jogou na minha pica, enfiando na boca. Não me deu tempo de fazer nenhuma manobra. Depois de gozar, ela engoliu todo o leite, coisa que sempre faz. Lambendo, além disso, a cabeça da minha pica até deixar ela limpinha. Mandei ela virar e me mostrar a bunda, queria ver como tinha ficado o buraco do cu dela. Ela virou, deitou de bruços, e empinou a bunda mostrando as nádegas bem durinhas. Peguei as nádegas dela com as mãos e separei. Consegui ver que o buraco anal dela estava completamente aberto. Estiquei bem as nádegas, separando elas, e aquilo era espetacular. É realmente maravilhoso o diâmetro que um cu dilatado e fodido pode alcançar. Com um pouco de força, eu poderia ter enfiado a mão se quisesse. Depois, voltando ao assunto anterior, perguntei se ela não tinha achado nojento comer restos da própria merda quando se jogou rapidamente na minha pica, que eu ia avisar mas a atitude desesperada dela impediu que eu reagisse a tempo de alertar. E, como esperava, ela me disse que sim, que meu leite estava uma delícia como sempre, mas que da próxima vez eu limpasse a pica com um pano ou lavasse porque não gostou do gosto da pica. Quando ela disse "próxima vez", soube que tinha gostado e que esperava repetir a experiência anal. Perguntei o que ela tinha achado da primeira vez no cu, o diálogo foi mais ou menos assim:
Eu: E aí...? O que achou? Gostou?
Lucia: Adorei. Sinceramente, invejo sua esposa que te tem todo dia na cama.
Eu: você pode me ter, embora não todo dia nem numa cama. Talvez a gente possa ir a um motel.
Lucia: Tomara! Tô meio cansada de vir sempre nesse mesmo lugar. Num hotel, acho que é outra coisa, né? Você já foi em algum?
Eu: claro, e em vários. Me diz, o que teve de diferente dessa vez comparado com todas aquelas vezes que você gozava com meus dedos no seu cu?
Lucia: tudo. Não é a mesma coisa ter um, dois ou três dedos no cu do que ter uma pica perfurando minha bunda. Gosto dos dois jeitos, mas prefiro uma pica no cu do que uns dedos. Gozei mais, me deu muito tesão e excitação me sentir completamente dominada e sendo submetida por trás por um homem muito mais velho que eu. Não sei como explicar direito porque talvez você não me entenda, é difícil explicar bem o que se sente.
Eu: fico feliz que tenha sido assim. E espero que esse não seja nosso último encontro anal.
Lucía: tomara que não.
Eu: bom, agora você marca dia e hora para a próxima vez, e tem que ser na semana que vem, porque essa semana estou cheio de trabalho. Vou rápido pra casa tomar um banho e me trocar, não esquece que tenho que ir trabalhar.
Lucía: ok. Eu tenho que começar a estudar. Não fiz nada.
A gente se deu um beijo pequeno, roçando os lábios. Olhei pra ela com carinho, acariciei, ajudei ela a limpar o cu com uns lenços descartáveis (que sempre tenho no bolso da calça) e a juntar as roupas dela. Saímos como sempre, ela primeiro, e eu depois, pra não levantar suspeitas.
Assim começou, então, um novo capítulo da loucura sexual que poderíamos chamar de "aventura anal". Depois daquela vez, comi o cu dela umas quinze vezes mais. Todas com o mesmo ou melhor prazer que a primeira. Até com posições novas. Isso sim, sempre levei um potinho com água bem fechado dentro de uma mochila que carregava nas costas. Assim podia lavar bem a pica depois de tirar do cu dela, já que ela nunca quis que eu gozasse dentro do cu, sempre quis beber, fiel ao costume dela.
Desde já, aproveito pra saudar todos os leitores, reforçar que tudo o que foi contado antes é, como os relatos anteriores, 100% real, e espero comentários, sugestões, ou qualquer coisa que queiram compartilhar. Não hesitem em escrever, tanto homens quanto mulheres.
5 comentários - Mi vecina joven y su primera mamada 2 (iniciación anal)