Fala galera, aqui vai meu segundo relato. Espero que vocês gostem, porque pra falar a verdade, fiquei surpreso com os pontos e as palavras de elogio pra minha humilde contribuição nessa comunidade foda.
Nem preciso dizer que tudo isso é fruto da minha imaginação.
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Eu tinha 12 anos quando, junto com minha mãe, meu pai e meus 6 irmãos, saímos de Añatuya pra buscar um futuro melhor em Buenos Aires. Comecei ajudando meu velho como servente de pedreiro em qualquer bico que aparecesse pra dar uma força na economia fraca da família. Minha mãe vivia me dizendo pra estudar e não ficar parado no tempo. Fui servente, meio-oficial, oficial pedreiro, encarregado e hoje sou o mestre de obras mais conhecido da região. Já faz muitos anos desde que cheguei aqui, que virou meu lar. Foi aqui que conheci minha patroa, com quem tô junto há mais de 25 anos (começamos quando eu tinha 18 e ela 16), e desse amor temos dois filhos: Mariano, de 22, e Jeremias, de 18. Hoje em dia todo mundo me chama de Seu Ismael, e no bairro me tratam com muito carinho, principalmente depois que meus pais morreram.
Meu filho mais velho nunca gostou de construção civil. Desde novo me disse que não tava a fim de seguir meus passos. Hoje ele estuda medicina e me enche de orgulho, mas uma pontinha de dor me pega quando percebo que ele sente um pouco de vergonha de mim. Jeremias, ao contrário do Mariano, sempre quis saber como se faz a massa, uma coluna, o que são os tirantes. Não ligava de sujar as mãos e curtia muito o trampo. Sempre que a mãe deixava, eu levava ele pra me ajudar, e eu via que ele realmente gostava de aprender. Agora que já é maior de idade, ele decide por conta própria ir trabalhar comigo sem precisar pedir permissão pra mãe.
Como eu disse, sou o construtor mais requisitado da região e direto recebo pedidos de orçamento. Hoje sou eu quem escolhe o que fazer. ah, não. Não tenho que dar satisfação sobre meus preços, e mesmo que muitos achem caro, depois percebem que a qualidade tá em cada detalhe. Um dia, depois de terminar um trampo bem grande, recebo uma ligação que me surpreende um pouco pela vivacidade e alegria na voz dela:
- Alô, sou a Flor. Falo com o senhor Ismael?
- Sim, prazer, senhorita. Do que a senhora precisa?
- Olha, senhor, comprei uma casinha velha há pouco tempo e preciso restaurar ela quase do zero. Tem que fazer banheiro, cozinha, telhado, contrapiso, colocar cerâmica, enfim, precisava de um orçamento.
- Perfeito, senhorita. Precisaria ver a casa, tirar medidas, calcular custos da obra, ver os materiais que a senhora quer ou precisa, pra aí montar um orçamento.
- OK, show!! Quando o senhor poderia passar pra ver a casa?
- Hoje mesmo terminei umas reformas, então a partir de amanhã posso passar a qualquer hora.
- Maravilha!! Então amanhã te espero a partir das 9.
Ela me passou o endereço e decidi perguntar pro meu filho se ele queria ir ver o trampo comigo. Meio contrariado, ele aceitou, porque assunto de dinheiro ele não gosta de ouvir. Ele ama construção e, se fosse por ele, faria tudo de graça.
No dia seguinte, chegamos no horário marcado no endereço que ela me deu. Toquei a campainha uma, duas vezes, sem resposta. Quando fui tocar pela terceira vez, da sacada do segundo andar da casa velha aparece uma mina de uns 24, 25 anos:
- Já tô descendo, desculpa, tava num zoom.
Ela abre a porta pra gente: uma gata, muito simpática. Eu achei a cara dela conhecida, e meu filho sussurra pra mim: "Pai, é a Flor Vigna." "Flor Vigna, Flor Vigna", repeti pra mim mesmo, o nome me soava familiar de algum lugar, mas esse negócio de famoso e tal, sinceramente, não me interessava nem um pouco.
- Querem tomar alguma coisa, rapazes?
- Valeu, senhorita, água pra mim tá bom.
- Pode me chamar de Flor, por favor. Posso te chamar de Isma?
- Claro, Flor, sem problema.
- Esse guri é teu filho? Ele quer alguma coisa? ..........................
— Responde, Jere, não seja mal-educado.
— Foi maaal, não, n-ão, não quero nada.
— Ok! Já volto com o copo d'água.
Ela sai e eu aproveito pra olhar ela dos pés à cabeça. Tava com o cabelo preso num coque, praticamente sem maquiagem, uma camisona que podia ser pijama e um shortinho esportivo que marcava bem as pernas firmes dela. Era uma gostosa linda por qualquer ângulo que você olhasse. Além disso, a simpatia dela arrancava um sorriso até num dia cinza.
— Qual é, seu idiota? — falei na lata pro meu filho.
— Desculpa, pai, é que eu sou apaixonado pela Flor Vigna. Não sabia que a gente vinha na casa dela. Fiquei sabendo que ela tinha comprado uma casinha...
— Idiota!! Cuidado pra não se achar!! Onde se come, não se caga.
Flor volta com o copo d'água, eu pego e falo que vamos começar a tirar medidas e ver cada canto da casa.
— Beleza, vou ficar no meu quarto num zoom. Qualquer coisa que precisarem, é só me avisar. Lá em cima, vou estar no quarto de porta branca. Do lado fica o banheiro. Aqui embaixo, seguindo o corredor, tem a cozinha e do lado quero ver se faço um quarto curinga. Você decide, você é quem sabe!!
Começamos, eu e meu filho, a tirar medidas, ver os materiais que precisava, teríamos que trazer um eletricista e um gasista de confiança porque a casa era velha mas tinha potencial pra crescer. Passamos um tempão medindo e só faltava o quarto da nossa futura cliente. Bati na porta e ela mandou a gente entrar. Tava dançando. "Os avanços da tecnologia", pensei comigo mesmo.
— Ensaio em grupo — ela disse, sorrindo.
— Beleza, Flor, só falta medir este quarto e depois a gente passa o orçamento.
— Fecha, quando terminar me avisa e a gente acerta.
A verdade é que era difícil se concentrar com aquela música, além disso ela tava com uma regata amarela que fazia meu olhar ir direto pra aquela bundinha jovem. Anos que não via um rabo tão durinho e macio tão de perto. Olhando de canto, vejo meu filho ajustando a ereção dele pra não ficar marcando. Às vezes ele tinha trazido umas namoradinhas em casa e, mesmo que nossos quartos não fossem colados, dava pra suspeitar que meu filho era bem dotado pelos gemidos que vinham do quarto dele.
- Beleza, galera, continuamos amanhã, tô morta. Disse Flor pros colegas dela no zoom.
- Isma, preciso ir tomar um banho, daqui a pouco volto e você me mostra o orçamento, beleza, gor?
- Fechou, ainda faltam uns detalhes e aí voltamos pra sala. Te esperamos lá.
- Okis, pessoal, vocês são um amor.
Terminamos de medir tudo e descemos pra sala pra fazer o orçamento por alto. Não ia deixar detalhado até ela confirmar o serviço. Era um trampo enorme que ia levar pelo menos 2 meses trabalhando umas 10/12 horas por dia.
Daqui a pouco ela chega na sala com um vestido rosa e umas pantufas de coelho.
- Beleza, galera, tão com o orçamento?
- Sim, Flor, aqui tá. Passo pra ela e ela faz cara de dúvida.
- E esse preço equivale a quantas menções?
- Que? Não entendi...
- Ela quer mencionar seu trampo no Instagram dela pra baratear um pouco o custo. É tipo uma troca, meu filho me diz.
- Cê tá louca, falo. Eu trampo por grana, não por seguidor no Instagram. Aliás, nem tenho um.
- E tem outro jeito de resolver? Te vi como cê tava olhando minha raba. Se você ficar de gracinha, posso te denunciar por violência de gênero. Eu sou uma menina muito angelical, todo mundo me ama.
- Te quer dar, Flor, todo mundo te quer dar...
- Beleza, como a gente faz... ela diz levantando o vestidinho e mostrando que não tem nada por baixo.
Uma buceta rosadinha, depilada em formato de triangulinho, pfff. Não sei como é o céu, mas deve ser bem parecido com isso. Meu filho, nessa altura, já tá pelado atrás dela e minhas suspeitas estavam certas. Uma pica descomunal aparece atrás de umas bolas gigantescas e cheias de porra. Abaixo a calça com cueca e tudo, e minha pica aparece dura que nem pedra depois de muito tempo sem usar. Sim. Essa mina é milagrosa.
- Aceita essa troca, Isma? – ela fala, feito uma menina brincalhona.
- Cala a boca e arranca, Florcita.
Que suavidade pra fazer um boquete. Era uma deusa na arte de chupar. Fazia eu revirar os olhos de tanta paixão que ela punha no meu pau.
- Vem você também, moleque, adoro ter dois paus dentro de mim...
Meu filho, sem enrolação, encosta o pau na buceta dela. Com um pouquinho de pressão, já tinha enfiado até a metade daquele pauzão dele.
- Vamos ensinar pra essa puta o que é ficar com uns pedreiros.
Seguro ela bem forte pelo cabelo, meu filho saca minhas intenções e agarra ela pelas pernas enquanto continua com uma fodida selvagem nessa mina que parecia tão angelical. Ela tá suspensa numa posição de carrinho de mão entre dois caras. Acho que ninguém sabe que essa garota gosta tanto de pau.
- Mmmm siiiim, egaafjd haghsdame mekgugda
- Como você gosta de pau, garota. Vamos te foder quantas vezes quisermos.
- Siiiim, pooor faaavor!!
Trocamos de posição e agora estávamos no sofá. Flor de quatro e eu metendo forte naquela buceta deliciosa enquanto ela tentava chupar o pauzão do meu filho.
- Que pau gostoso, cara... adoro...
- Chupa ele todo, toda puta.
- Aiiii, bebê, não consigo...
Mesmo se esforçando ao máximo, não conseguia engolir nem metade do pau. Além de comprido, era bem grosso e cheio de veias. Orgulho do meu filho. Jere decide fazer um boobs fuck naqueles peitinhos maravilhosos da Flor e dava pra ver que ele queria gozar na cara dela.
- Florcita, você aguenta dois paus na boquinha?
- Sim, Isma, adoro. Tava morrendo de vontade de uma suruba...
- Jere, traz meu celular que essa puta não vai esquecer da gente.
Resolvo filmar essa experiência que quero repetir todas as vezes que meu pau mandar. Nunca pensei que ia encontrar uma carinha tão doce e meiga com um corpinho tão infernal.
- Olha pra câmera, Florcita, e fala: quero que me fodam sempre e gozem na minha carinha.
- Quero que gozem na minha carinha... mmmm... um dedinho bem suave tinha entrado na bunda dela. Aquela bunda tava quase virgem. Do jeito que me apertava, parecia que nem mais um dedo ia entrar, muito menos o salaminho do meu filho.
A Flor queria brincar com nossas picas. A minha ela enfiava numa garganta profunda sem usar as mãos, que me deixava louco, enquanto punhetava a pica grandona do Jere. Agora ela tinha as duas na boca e não queria perder nenhum detalhe daquele boquete maravilhoso. Enchemos tanto a boca dela que parecia uma esquila cheia de nozes kkkkkkk. Fui o primeiro a gozar. O primeiro jato caiu na bochecha esquerda dela, mais dois ou três caíram perto do primeiro. Gozei com um gemido que eu não sentia há anos. O Jere apontou a pica grandona pra testa dela e vi as bolas dele se contraírem num espasmo, e uns jatos bem grossos foram escorrendo pela testa, pelos olhos e terminaram perto da boca dela. Ela deu beijinhos na ponta da pica do Jere e limpou ela todinha. Cansado de tirar fotos daquela carinha banhada de porra. Era orgásmico só de olhar.
- Adorei, garotos, valeu, precisava de uma boa festa...
- Fica tranquila que na próxima sua bunda não escapa.
- Aiiii Isma... para... minha bundinha dói muito.
- Isso porque você não esteve com alguém experiente kkkkkk
- Pode ser que você tenha razão, Isma, teria que testar xD
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No outro dia começamos o trampo e, mesmo sem receber nada, fomos muito bem pagos com o corpinho da Flor Vigna.


Nem preciso dizer que tudo isso é fruto da minha imaginação.
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Eu tinha 12 anos quando, junto com minha mãe, meu pai e meus 6 irmãos, saímos de Añatuya pra buscar um futuro melhor em Buenos Aires. Comecei ajudando meu velho como servente de pedreiro em qualquer bico que aparecesse pra dar uma força na economia fraca da família. Minha mãe vivia me dizendo pra estudar e não ficar parado no tempo. Fui servente, meio-oficial, oficial pedreiro, encarregado e hoje sou o mestre de obras mais conhecido da região. Já faz muitos anos desde que cheguei aqui, que virou meu lar. Foi aqui que conheci minha patroa, com quem tô junto há mais de 25 anos (começamos quando eu tinha 18 e ela 16), e desse amor temos dois filhos: Mariano, de 22, e Jeremias, de 18. Hoje em dia todo mundo me chama de Seu Ismael, e no bairro me tratam com muito carinho, principalmente depois que meus pais morreram.
Meu filho mais velho nunca gostou de construção civil. Desde novo me disse que não tava a fim de seguir meus passos. Hoje ele estuda medicina e me enche de orgulho, mas uma pontinha de dor me pega quando percebo que ele sente um pouco de vergonha de mim. Jeremias, ao contrário do Mariano, sempre quis saber como se faz a massa, uma coluna, o que são os tirantes. Não ligava de sujar as mãos e curtia muito o trampo. Sempre que a mãe deixava, eu levava ele pra me ajudar, e eu via que ele realmente gostava de aprender. Agora que já é maior de idade, ele decide por conta própria ir trabalhar comigo sem precisar pedir permissão pra mãe.
Como eu disse, sou o construtor mais requisitado da região e direto recebo pedidos de orçamento. Hoje sou eu quem escolhe o que fazer. ah, não. Não tenho que dar satisfação sobre meus preços, e mesmo que muitos achem caro, depois percebem que a qualidade tá em cada detalhe. Um dia, depois de terminar um trampo bem grande, recebo uma ligação que me surpreende um pouco pela vivacidade e alegria na voz dela:
- Alô, sou a Flor. Falo com o senhor Ismael?
- Sim, prazer, senhorita. Do que a senhora precisa?
- Olha, senhor, comprei uma casinha velha há pouco tempo e preciso restaurar ela quase do zero. Tem que fazer banheiro, cozinha, telhado, contrapiso, colocar cerâmica, enfim, precisava de um orçamento.
- Perfeito, senhorita. Precisaria ver a casa, tirar medidas, calcular custos da obra, ver os materiais que a senhora quer ou precisa, pra aí montar um orçamento.
- OK, show!! Quando o senhor poderia passar pra ver a casa?
- Hoje mesmo terminei umas reformas, então a partir de amanhã posso passar a qualquer hora.
- Maravilha!! Então amanhã te espero a partir das 9.
Ela me passou o endereço e decidi perguntar pro meu filho se ele queria ir ver o trampo comigo. Meio contrariado, ele aceitou, porque assunto de dinheiro ele não gosta de ouvir. Ele ama construção e, se fosse por ele, faria tudo de graça.
No dia seguinte, chegamos no horário marcado no endereço que ela me deu. Toquei a campainha uma, duas vezes, sem resposta. Quando fui tocar pela terceira vez, da sacada do segundo andar da casa velha aparece uma mina de uns 24, 25 anos:
- Já tô descendo, desculpa, tava num zoom.
Ela abre a porta pra gente: uma gata, muito simpática. Eu achei a cara dela conhecida, e meu filho sussurra pra mim: "Pai, é a Flor Vigna." "Flor Vigna, Flor Vigna", repeti pra mim mesmo, o nome me soava familiar de algum lugar, mas esse negócio de famoso e tal, sinceramente, não me interessava nem um pouco.
- Querem tomar alguma coisa, rapazes?
- Valeu, senhorita, água pra mim tá bom.
- Pode me chamar de Flor, por favor. Posso te chamar de Isma?
- Claro, Flor, sem problema.
- Esse guri é teu filho? Ele quer alguma coisa? ..........................
— Responde, Jere, não seja mal-educado.
— Foi maaal, não, n-ão, não quero nada.
— Ok! Já volto com o copo d'água.
Ela sai e eu aproveito pra olhar ela dos pés à cabeça. Tava com o cabelo preso num coque, praticamente sem maquiagem, uma camisona que podia ser pijama e um shortinho esportivo que marcava bem as pernas firmes dela. Era uma gostosa linda por qualquer ângulo que você olhasse. Além disso, a simpatia dela arrancava um sorriso até num dia cinza.
— Qual é, seu idiota? — falei na lata pro meu filho.
— Desculpa, pai, é que eu sou apaixonado pela Flor Vigna. Não sabia que a gente vinha na casa dela. Fiquei sabendo que ela tinha comprado uma casinha...
— Idiota!! Cuidado pra não se achar!! Onde se come, não se caga.
Flor volta com o copo d'água, eu pego e falo que vamos começar a tirar medidas e ver cada canto da casa.
— Beleza, vou ficar no meu quarto num zoom. Qualquer coisa que precisarem, é só me avisar. Lá em cima, vou estar no quarto de porta branca. Do lado fica o banheiro. Aqui embaixo, seguindo o corredor, tem a cozinha e do lado quero ver se faço um quarto curinga. Você decide, você é quem sabe!!
Começamos, eu e meu filho, a tirar medidas, ver os materiais que precisava, teríamos que trazer um eletricista e um gasista de confiança porque a casa era velha mas tinha potencial pra crescer. Passamos um tempão medindo e só faltava o quarto da nossa futura cliente. Bati na porta e ela mandou a gente entrar. Tava dançando. "Os avanços da tecnologia", pensei comigo mesmo.
— Ensaio em grupo — ela disse, sorrindo.
— Beleza, Flor, só falta medir este quarto e depois a gente passa o orçamento.
— Fecha, quando terminar me avisa e a gente acerta.
A verdade é que era difícil se concentrar com aquela música, além disso ela tava com uma regata amarela que fazia meu olhar ir direto pra aquela bundinha jovem. Anos que não via um rabo tão durinho e macio tão de perto. Olhando de canto, vejo meu filho ajustando a ereção dele pra não ficar marcando. Às vezes ele tinha trazido umas namoradinhas em casa e, mesmo que nossos quartos não fossem colados, dava pra suspeitar que meu filho era bem dotado pelos gemidos que vinham do quarto dele.
- Beleza, galera, continuamos amanhã, tô morta. Disse Flor pros colegas dela no zoom.
- Isma, preciso ir tomar um banho, daqui a pouco volto e você me mostra o orçamento, beleza, gor?
- Fechou, ainda faltam uns detalhes e aí voltamos pra sala. Te esperamos lá.
- Okis, pessoal, vocês são um amor.
Terminamos de medir tudo e descemos pra sala pra fazer o orçamento por alto. Não ia deixar detalhado até ela confirmar o serviço. Era um trampo enorme que ia levar pelo menos 2 meses trabalhando umas 10/12 horas por dia.
Daqui a pouco ela chega na sala com um vestido rosa e umas pantufas de coelho.
- Beleza, galera, tão com o orçamento?
- Sim, Flor, aqui tá. Passo pra ela e ela faz cara de dúvida.
- E esse preço equivale a quantas menções?
- Que? Não entendi...
- Ela quer mencionar seu trampo no Instagram dela pra baratear um pouco o custo. É tipo uma troca, meu filho me diz.
- Cê tá louca, falo. Eu trampo por grana, não por seguidor no Instagram. Aliás, nem tenho um.
- E tem outro jeito de resolver? Te vi como cê tava olhando minha raba. Se você ficar de gracinha, posso te denunciar por violência de gênero. Eu sou uma menina muito angelical, todo mundo me ama.
- Te quer dar, Flor, todo mundo te quer dar...
- Beleza, como a gente faz... ela diz levantando o vestidinho e mostrando que não tem nada por baixo.
Uma buceta rosadinha, depilada em formato de triangulinho, pfff. Não sei como é o céu, mas deve ser bem parecido com isso. Meu filho, nessa altura, já tá pelado atrás dela e minhas suspeitas estavam certas. Uma pica descomunal aparece atrás de umas bolas gigantescas e cheias de porra. Abaixo a calça com cueca e tudo, e minha pica aparece dura que nem pedra depois de muito tempo sem usar. Sim. Essa mina é milagrosa.
- Aceita essa troca, Isma? – ela fala, feito uma menina brincalhona.
- Cala a boca e arranca, Florcita.
Que suavidade pra fazer um boquete. Era uma deusa na arte de chupar. Fazia eu revirar os olhos de tanta paixão que ela punha no meu pau.
- Vem você também, moleque, adoro ter dois paus dentro de mim...
Meu filho, sem enrolação, encosta o pau na buceta dela. Com um pouquinho de pressão, já tinha enfiado até a metade daquele pauzão dele.
- Vamos ensinar pra essa puta o que é ficar com uns pedreiros.
Seguro ela bem forte pelo cabelo, meu filho saca minhas intenções e agarra ela pelas pernas enquanto continua com uma fodida selvagem nessa mina que parecia tão angelical. Ela tá suspensa numa posição de carrinho de mão entre dois caras. Acho que ninguém sabe que essa garota gosta tanto de pau.
- Mmmm siiiim, egaafjd haghsdame mekgugda
- Como você gosta de pau, garota. Vamos te foder quantas vezes quisermos.
- Siiiim, pooor faaavor!!
Trocamos de posição e agora estávamos no sofá. Flor de quatro e eu metendo forte naquela buceta deliciosa enquanto ela tentava chupar o pauzão do meu filho.
- Que pau gostoso, cara... adoro...
- Chupa ele todo, toda puta.
- Aiiii, bebê, não consigo...
Mesmo se esforçando ao máximo, não conseguia engolir nem metade do pau. Além de comprido, era bem grosso e cheio de veias. Orgulho do meu filho. Jere decide fazer um boobs fuck naqueles peitinhos maravilhosos da Flor e dava pra ver que ele queria gozar na cara dela.
- Florcita, você aguenta dois paus na boquinha?
- Sim, Isma, adoro. Tava morrendo de vontade de uma suruba...
- Jere, traz meu celular que essa puta não vai esquecer da gente.
Resolvo filmar essa experiência que quero repetir todas as vezes que meu pau mandar. Nunca pensei que ia encontrar uma carinha tão doce e meiga com um corpinho tão infernal.
- Olha pra câmera, Florcita, e fala: quero que me fodam sempre e gozem na minha carinha.
- Quero que gozem na minha carinha... mmmm... um dedinho bem suave tinha entrado na bunda dela. Aquela bunda tava quase virgem. Do jeito que me apertava, parecia que nem mais um dedo ia entrar, muito menos o salaminho do meu filho.
A Flor queria brincar com nossas picas. A minha ela enfiava numa garganta profunda sem usar as mãos, que me deixava louco, enquanto punhetava a pica grandona do Jere. Agora ela tinha as duas na boca e não queria perder nenhum detalhe daquele boquete maravilhoso. Enchemos tanto a boca dela que parecia uma esquila cheia de nozes kkkkkkk. Fui o primeiro a gozar. O primeiro jato caiu na bochecha esquerda dela, mais dois ou três caíram perto do primeiro. Gozei com um gemido que eu não sentia há anos. O Jere apontou a pica grandona pra testa dela e vi as bolas dele se contraírem num espasmo, e uns jatos bem grossos foram escorrendo pela testa, pelos olhos e terminaram perto da boca dela. Ela deu beijinhos na ponta da pica do Jere e limpou ela todinha. Cansado de tirar fotos daquela carinha banhada de porra. Era orgásmico só de olhar.
- Adorei, garotos, valeu, precisava de uma boa festa...
- Fica tranquila que na próxima sua bunda não escapa.
- Aiiii Isma... para... minha bundinha dói muito.
- Isso porque você não esteve com alguém experiente kkkkkk
- Pode ser que você tenha razão, Isma, teria que testar xD
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No outro dia começamos o trampo e, mesmo sem receber nada, fomos muito bem pagos com o corpinho da Flor Vigna.



1 comentários - "Con famosas es mejor" Flor Vigna