aqui vai outro relato que tem muito de real
espero que seja do seu agrado
OBRIGADA PELOS PONTOS E COMENTÁRIOS
Meu nome é Adriana e meu marido é Gustavo. Sempre gostei de sexo, desde pequena sabia que através dele conseguia umas coisinhas que me agradavam. Os primeiros anos com Gustavo foram muito bons, a gente transava quase todo dia, mas isso foi se tornando algo monótono e chato, já não era mais a mesma coisa, faltava motivação, o que os homens chamam de aquecimento e era sempre muito parecido. Assim, comecei a andar com tesão e o Gus nem percebia. Pensei em fazer várias coisas, uma delas foi conversar com o Gus depois de ter dado muitos sinais, como esperar ele em casa de mini saia ou uma regatinha bem decotada, coisa que não surtia efeito. Então decidi começar a sair e se alguém caísse na rede e me esquentasse, com certeza teria aquele sexo tão desejado. Também não queria virar uma puta, só queria curtir o sexo que faltava em casa.
Foi aí que apareceu um gato numa tarde que fui na praça. Ele me ofereceu um refrigerante e aceitei de boa, era educado e se desvivia pra me comer. Isso me deixou com muito tesão, me sentir desejada. Eu lidava bem, sempre provocando ele com movimentos sensuais que chegaram ao auge quando ele me perguntou se a gente podia ir caminhar. Falei que sim, mas não muito, porque eu tava namorando. Acho que o cara ficou com a ideia de fazer de Gustavo um corno e na hora me convidou pra casa dele, pra conversar mais sossegado. Falei que não podia porque tinha que fazer umas compras e precisava pegar o dinheiro. A praça não fica longe de casa e com certeza algum conhecido ia nos ver. Ele não ligou pra isso e no fim eu aceitei ir na casa dele depois da proposta do cara de me dar o dinheiro pras compras.
Mal entramos, ele me beijou com a minha permissão e eu senti a mão dele acariciando minha bunda, isso me esquentou ainda mais. Não pensei na galhada que o Gustavo tava ganhando, era culpa dele por ter me abandonado. Depois daquele beijo, fomos pro quarto dele e lá o cara, com muita... habilidade, me despiro completamente no meio de carícias e amassos. Não queria parecer desesperada, mas não consegui resistir mais. Me ajoelhei e não me segurei. Não era uma ferramenta grande, mas tinha uma aparência muito boa. Saboreei bastante e senti como ele alcançava a maior ereção dentro da minha boca. Ele me puxou pra cama e me penetrou de várias maneiras. Fiquei louca quando, montando nele, usei a buceta e ele se animou a me perguntar se ele me comia melhor que meu parceiro. Disse que sim, entre gemidos e orgasmos. Sentir aquela barra de carne quente entrando e saindo de mim me fazia gozar como há muito tempo não acabava daquele jeito. Senti o esperma dele dentro de mim, não me importei de engravidar do cara que estava me fazendo gozar. Ele pediu pra eu limpar e na hora fiz com minha boca de head master. O pau dele endureceu de novo e eu não podia deixar assim, então entreguei minha buceta novamente, mas ele só queria minha raba. Neguei, queria deixá-lo com tesão e consegui. Quando ele me encheu de novo, o que demorou muito mais dessa vez, me levantei e comecei a me vestir. Falei que estava ficando tarde pra fazer compras. O cara me deu o dinheiro e disse que no sábado tinha um aniversário. Me convidou pra ir, falando que eu ia me divertir, e aceitei sem pensar. Sentir aquele pau penetrando minha buceta faminta e ouvir as coisas que ele me dizia me deixavam com tanto tesão que não dava pra não desejar que acontecesse de novo. O coitado do Gustavo tinha uns chifres de veado, apesar do pau dele ser maior que o do cara. Por dentro, pensei: que se foda, ele perde por me comer mal. Cheguei em casa e tomei banho pensando em como tinha me divertido com o cara, e ria por dentro sabendo que ainda tinha minha grana como prêmio. De noite, Gustavo quis transar de um jeito entediante, como se desconfiasse dos chifres. Falei que estava muito cansada e só fiz uma punheta pra ele, e assim dormimos. De tarde, voltei pra praça. O cara apareceu de repente, como se estivesse me esperando. Me ofereceu um refrigerante e conversamos.
— Gostou do de ontem?
— Adriana, gostei. Muito, e pra você parece que também?
Gostei pra caralho e tá tudo bem com teu parceiro?
Adriana: Sim, o coitado nem percebeu, mas ele tem culpa de tudo. Não me sinto culpada e muito menos uma puta. Sou mulher e gosto de gozar também, porra.
Claro que sim, você tem toda a razão do mundo. Vai vir no sábado pro aniversário?
Adriana: Sim, eu gostaria. Vou inventar alguma coisa pro Gustavo, fica tranquilo. Só que eu só conheço você.
Meus amigos vão te curtir e não sabem nada sobre nós. Sou muito reservado. Vamos fazer um churrasco e, claro, vai ter música, fernet e cerveja. Vamos nos divertir pra caralho, você vai ver.
Adriana: Isso me encanta.
Quer ir pra casa?
Adriana: Não tenho muita coisa pra fazer.
Vamos, é só por um pouquinho. Me deixaram sozinho de novo.
Gostei da ideia de um rapidinha, mas por que não tirar uma grana dele? Então falei que queria comprar uma fio dental pro aniversário de sábado enquanto a gente caminhava. Quando chegamos, ele me levou direto pro quarto e em segundos eu já tava saboreando o pau dele. Dessa vez ele não se segurou e encheu minha boca de porra. Depois me jogou na cama e me colocou de quatro. Falei pra ele nem pensar no meu cuzinho, adivinhei a intenção, mas ele me convenceu dizendo que ia me dar grana pra vários conjuntos. Isso me dobrou e eu realizei o sonho dele: comer a bunda da mulher do Gustavo. Ele foi bem suave e me penetrou gostoso. Como o pau dele não era nada demais, não foi o que ele esperava, mas meus gemidos eram profundos. O cara não parava de falar o quanto o Gustavo era corno, como tinha perdido a mulher a ponto de estar comendo até o cu dela. Isso me excitava pra caralho. Quando ele gozou, quis parar por ali. Aí pedi pra ele me comer na buceta porque eu não tinha gozado. O cara se surpreendeu e disse: "QUE PUTA VOCÊ É!" Não deu tempo de responder nada, porque ele me penetrou com força e eu me derreti em orgasmos. O que ele dizia era verdade e eu tava gostando. Eu deixava o cara desesperado e isso me encantava depois de ser... Desprezada pelo Gustavo por tanto tempo, antes de gozar ele me falou QUE VOCÊ VAI SE DIVERTIR NO SÁBADO puta, VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, não dei importância e só aproveitei os jatos de porra dele na minha buceta, fui no banheiro e me lavei, tava toda escorrendo, voltei pra casa pensando em como convencer o Gustavo a me deixar sair sozinha naquele sábado, já tinha uma grana guardada além de ter curtido umas fodas gostosas. Chegou o sábado e fui na praça com a ideia firme de encontrar o garoto, chama Nestor, ele me disse que já conhecia a casa dele e que fosse quando conseguisse dar um jeito de escapar do Gustavo. Mais tarde falei com o Gustavo e disse que tinha um aniversário de uma amiga que tinha reencontrado e não via há tempos, também falei que não sabia que horas voltaria, ele não ligou pra nada. Depois de tomar uns mates, tomei banho e me troquei, uma legging preta que deixava ver minha calcinha fio dental nova e uma regatinha que não dizia nada, não queria levantar suspeitas, só pensava na noite boa que ia ter e foi assim, embora não como eu tinha imaginado. Lá estava o Nestor e os outros caras, e nem tão caras também, o Nestor grudou em mim feito carrapato e me apresentou como a namorada dele. Tinha mais duas garotas e logo começamos a conversar. Depois de um bom tempo, após vários drinks, sentamos pra comer com a música tocando no último volume. Me senti muito bem e dava pra sentir os olhares que caíam em mim, como se eu fosse uma gata rodeada de machos. Tomei cerveja e fernet, coisa que nunca faltava, e sempre conversando com vários dos caras que deixavam claro o desejo por mim. Me senti uma deusa, adorava me sentir desejada e fiquei flertando até que, já bem bêbado, o Nestor me levou pro quarto dele. Lá ele me apalpou sem vergonha e eu amei a desesperação dele por mim, me entreguei vencida pelo desejo sem pensar nas consequências. Depois de um tempo, senti outras mãos no meu corpo e uma voz elogiando meu corpo, beijando meu pescoço, me dizendo como eu era gostosa e como ia passar bem a noite. Depois disso, já estava totalmente entregue. A paixão que eles mostravam por mim, em minutos estávamos todos pelados na cama. O Nestor tava chupando minha buceta com a boca e o outro tava aproveitando um boquete gostoso. Não tinha diferença na ferramenta deles e, sem perceber, no meio dos gemidos, senti o outro cara me penetrando. Era um sonho sentir aquela pica dura e quente entrando e saindo da minha xota molhada. O Nestor colocou a dela na minha cara e, sem hesitar, comecei a chupar igual um pirulito, enquanto eu só aproveitava. O cara me virou e fiquei por cima dele. O Nestor tirou a pica da minha boca e, sem falar nada, encostou no meu cu. O outro parou de me foder e eu, desesperada de tesão, só pedia pra continuar. O Nestor enfiou a pica no meu cu e os dois começaram a me foder. Meu tesão era tanto que comecei a gemer bem alto. Adorava como os dois estavam me comendo. Sentia as duas picas entrando ao mesmo tempo e voava de prazer, mesmo doendo. De repente, mudaram de posição e o Nestor falou pro outro: "AGORA É TUA VEZ DE CHUPAR O CU DA VAGABUNDA". Me enfiaram de novo e adorei me sentir tão puta, sentir aquelas picas entrando ao mesmo tempo. Foi assim que os dois gozaram. Mas não acabou aí. Quando me dei conta, já tinha mais dois amigos do Nestor prontos pra me foder. Eu tava totalmente entregue, mas mesmo assim falei que não. Um deles, o mais velho, mostrou um maço de notas e isso me convenceu. Subiram na cama e se revezaram pra me comer. A pica do velho era grande de verdade e, o mais importante, ele sabia usar. Cada vez que enfiava na minha buceta, era uma facada. Tava me matando mesmo. Depois veio o outro e continuou me dando. Até que me virou e, sem falar nada, enfiou no meu cu até o fundo. Gritei, mas ele continuou cavalgando até encher de porra. O velho tomou o lugar e isso doeu pra caralho. Sentia aquela pica rasgando meu cu sem piedade. Me agarrava de todo lado, gritava e implorava, mas não adiantou nada. Depois me sentaram e me deram fernet. Falavam comigo com doçura e no Rato largo me encontrei chupando as quatro picas, pedindo pra eles não falarem nada. O velho me comeu de novo com o Nestor, e depois os outros dois vieram. Não sei quantas vezes me foderam, só sei que perdi a conta de quantas vezes gozei. Do jeito que tava, me vestiram e me levaram até a porta de casa. Meu aspecto era terrível, um cheiro de porra impressionante, a legging manchada de leite também. Mesmo tendo limpado minha cara, ainda sentia o gosto de porra nela. Decidi entrar pensando que o Gustavo estaria dormindo, já quase amanhecia. Fui no banheiro e me despi, coloquei a roupa no cesto. Quando fui me deitar, o Gustavo me ajudou a chegar na cama, onde praticamente desmaiei. Eu tinha sido a puta de quatro caras, e o pior é que tinha gostado. Agora precisava ver como arrumar as coisas com o Gus, com certeza ele tinha percebido o que rolou. Minha roupa toda suja de porra no banheiro, ele devia ter visto, sem falar na minha cara, o cheiro de porra era evidente. Não sabia o que dizer pra ele nem como justificar minha chegada. Então levantei como pude e fui no banheiro, tomei um banho e fui tomar café como se nada tivesse acontecido.
Gustavo: Amor, ontem você chegou toda arrebentada, isso quer dizer que se divertiu pra caralho no aniversário.
Eu: Sim, amor, mas exagerei na bebida.
Gustavo: Percebi, querida. Tive que te levar pra cama assim que você saiu do banheiro, mal conseguia se mexer. Que porreira braba você pegou, amor. Da próxima vez, tenta não beber tanto. Agora você tá bem?
Eu: Mais ou menos, querido. Ainda tô de ressaca, meu corpo todo dói, mas a cabeça mais ainda. Não vou mais beber quando sair de novo.
Gustavo: Espero que seja verdade, amor. Agora come e deita de novo pra ver se passa, minha vida.
Não podia acreditar. Tinha certeza de que o Gus tinha percebido que transei com pelo menos outro cara, e ele não reclamou de nada. Bom, talvez ele gostasse de chifre, ou também me chifrasse. O fato é que terminei de comer e voltei pra cama. Tava com tesão e não sabia por quê, depois de pensar nisso. Bem, eu me sentia traída pelo Gus, nada mais me importava. Depois do almoço, decidi ir pra praça espairecer um pouco, falei pra ele. Queria encontrar o Nestor e reclamar porque me deixaram naquela condição em casa. Ele não tava lá, mas o velho sim. Ele chegou perto e me ofereceu uma cerveja, eu aceitei. Ele disse que adorava o quanto eu era puta e que queria me ver de novo. Falei que tinha adorado transar com ele, mas tinha complicado por causa dos babacas que foram. Meu marido quase me descobriu. Ele concordou e me disse uma grande verdade: que isso me acontecia por me envolver com caras novos, com ele seria bem diferente. Isso me excitou, então falei que a próxima vez seria na minha casa. Isso o deixou muito mais excitado e ele disse: AMANHÃ TE VEJO. Falei que ia esperar ele na esquina de casa às 10 da manhã. Nessa hora, o Gus estaria a caminho do trabalho. Passei o resto do domingo super excitada e naquela noite o Gus quase nem me tocou. Segunda-feira, encontrei o velho e fomos pra casa. Entramos e ele pediu mate. Depois de alguns, acabamos na cama. Não teve lugar que ele não me penetrasse com uma paixão tremenda que me fazia ficar ainda mais excitada e pedir mais. Ele fazia o que desse na telha, eu não conseguia dizer não pra nada. Ficava de quatro e entregava a minha bucetinha apertada pra ele comer quantas vezes quisesse. Ele não se cansava de me chamar de corna e de puta. Foi assim que ele disse que de agora em diante eu transaria com quem ele quisesse, coisa que adorei. Quando foi embora, disse que à tarde ia mandar um amigo só pra me comer. Hesitei por alguns minutos, mas o tesão e a putaria de ser uma verdadeira vadia venceram, e eu adorei. À tarde, ele voltou com um amigo. Eu esperei bem soltinha de roupa. Logo começamos a tomar uns mates no quintal e ali mesmo começou o jogo. Acabei sendo assediada pelo velho e dominada pelo amigo dele, que não parava de me elogiar, e eu adorava isso. Então, de novo pra cama onde dormia com o Gustavo. Não conseguia parar de obedecer às ordens. do velho e assim seu amigo até que conseguiu me comer por trás, não paravam de me chamar de puta e de corno que tinha transformado o Gustavo, enquanto eu só pedia mais e mais pica, assim terminaram os dois me comendo juntos, se vestiram e assim toda lambuzada de leite me deixaram largada na cama depois de eu ter pedido pra parar fazia tempo, o velho me disse antes de ir que amanhã viria outro amigo dele me pegar, não podia acreditar na vadia que eu tinha me tornado, por culpa do tarado do Gustavo que tinha parado de me comer como um homem sabe fazer, isso me custou caro mas era uma delícia e ainda me deixava uns trocados, naquela noite o Gus quis me comer, eu estava cheia de pica mas pra não levantar suspeitas a gente transou e pra minha surpresa foi das mais quentes, ele me penetrou usando a palavra: buceta com muita força e até pediu pra eu chupar ele, coisa que raramente pedia pra depois voltar a comer minha buceta e pedir meu cuzinho que claro não dei, já tinha sido usado por outros e tava doendo um pouco, de manhã ele me comeu de novo, dessa vez mais devagar e depois do banho foi trabalhar, acho que queria me deixar satisfeita pra eu não transar com outro, isso me deu a pista de que ele desconfiava de algo e se era assim, ter uma puta como mulher o excitava muito, perto do meio-dia veio o velho com outro amigo, falei que tava exausta, mas ele insistiu e no fim eu cedi, o amigo dele entrou em casa e em silêncio deixou dinheiro na mesa onde a gente tomava chimarrão, isso me enlouqueceu, eu era uma verdadeira vadia e o pior é que eu gostava, chupei ele com muita vontade e ali mesmo ele me subiu na mesa, tirou minha calcinha fio dental e me penetrou com força espremendo meus peitos, perdi a conta de quantas vezes gozei e não consegui evitar de entregar a bundinha, ele realmente me arrebentou, implorei pra ele tirar e ele disse que pra isso tinha me dado dinheiro, sentia aquela barra quente de carne entrando até o fundo do meu cu e saindo pra me enfiar de novo, eram estocadas Sentia muita dor, mas curtia ainda mais. Tava sendo sodomizada e amando. Quando ele finalmente gozou no meu cu, fiquei louca com o que tinha feito. Minhas pernas tremiam e quase caí no chão quando ele me soltou. Ele pediu pra eu limpar, e chupei ele de novo, deixando impecável. No fim, ele foi embora, mas me deixou bem satisfeita e ainda me pagou por isso. Era uma loucura. Tomei banho e fiquei confortável: um shortinho bem curto e um top que mal cobria meus peitos. Assim, fui limpar o quintal e vi os pedreiros do lado subindo no terraço. Eles não tiravam os olhos de mim. Isso me excitou, mesmo tendo acabado de transar. Caprichei na tarefa, mostrando meus atributos. Meu sonho era que eles batessem uma punheta vendo minha bunda pequena e meus peitos. Dei uma vista linda pra eles, e eles aproveitaram. Demorei nessa tarefa e fui almoçar. Nessa hora, ouvi um assobio. Me virei, e um deles mandou um beijo, que eu respondi com outro. Sabia que isso ia deixar ele doido. Então ele perguntou se eu queria que ele fosse. Pensei um segundo e, suponho que pela minha excitação, falei pra ele vir. Em minutos, ele tava em casa. Mal entrou, me beijou com força, me apalpando a bunda, e me levou pro quintal, onde puxou o pau duro dele e me fez mamar. Esqueci do mundo e chupei sem perceber que o colega dele tava olhando. Ele quase arrancou meu shortinho e meteu de uma vez. Que pau divino que ele tinha. Mesmo já tendo transado duas vezes naquela manhã, não conseguia parar de trepar, ainda mais com um pau daquele. Montei nele como uma fera e tive dois orgasmos maravilhosos. De repente, ele falou: "VOU TE ARROMBAR O CU". Eu disse: "ISSO NÃO". Ele falou: "CALA A BOCA, VADIA", e me virou. Abriu minhas pernas e apoiou o pau no meu cu. Supliquei pra ele não fazer, mas ele enfiou de uma vez até o fundo. Ele arrombou meu cu com muita força. Acho que sofri mais do que gozei, enquanto ele dizia: "AGORA FALA PRO CORNO DO TEU MARIDO COMO O PEDREIRO TE COMEU". Isso explodiu minha cabeça. Depois de encher meu cu, ele tirou o pau, foi pra piscina e se lavou. enquanto eu me contorcia meio deitada na mesa, DEPOIS TE MANDO MEU PEÃO PUTA, eu respondi que não tinha problema, que precisava arrumar umas bobagens em casa e com isso a gente ficava quite, sem dizer palavra ele foi continuar trabalhando, peguei o shortinho do chão e com minhas pernas escorrendo fui tomar mais um banho, já tava com o cu doendo de tanto dar, mas beleza, por hoje já chega de tanto sexo, fui iludida porque no fim da tarde o velho voltou com outro amigo, NÃO PELO AMOR DE DEUS CHEGA, falei pro velho e ele respondeu TE FALEI QUE É MINHA MULHER, QUER QUE O CORNO SAIBA? Não tive escolha a não ser deixar eles entrarem, dessa vez foram 300 pila e fomos direto pra cama, pensei que seria o amigo novo e o velho não faria nada, mas me enganei de novo, chupei a pica dos dois e assim fui me esquentando mesmo sabendo que ia sofrer mais que gozar, adorei a ideia de ser tão puta de me vender mesmo estando ardendo por todos os lados, mas era mais forte que eu, todo mundo me admirava e foi assim que me comeram, primeiro foi o velho, parecia desesperado, me penetrou com força me fazendo gemer e pedir pra ele ir mais devagar, não adiantou nada, só falava pra eu calar a boca e aproveitar porque eu adorava aquilo, ele não sabia que o pedreiro tinha me comido umas horas antes, senti o amigo dele atrás e pensei DESSA VEZ PERDI MESMO, VAI ME DAR NO CU E VAI ME MATAR, e foi o que aconteceu, mais uma vez senti duas picas me enfiando enquanto apesar da dor me faziam gozar, como eu podia ser tão puta? No que eu me transformei? Eu adorava, trocaram de posição e de novo o velho me comeu no cu que já tava vermelho, me encheram a cara de porra e me fizeram engolir, não recusava nada, finalmente acabou tudo e eles foram embora, falei pro velho que amanhã seria meu dia de descanso e ele sorriu, mal conseguia me mexer, tava exausta e apaguei na cama, quando acordei o Gus já tava em casa, esqueci da minha cara e beijei ele, a gozada já tinha secado mas o cheiro Seguro se sentia, Gus me beijava e lambia meu rosto, não era possível que ele não sentisse o gosto de porra na boca, parecia que ele gostava, ficou excitado demais e não consegui evitar que me comesse, mesmo eu não querendo mais nada, isso foi o pior, Gus nunca se cansava de me penetrar, estava como possuído, foi uma foda eterna até que ele desabou sobre mim, dormimos e pensei que realmente ele gostava e ficava excitado que a esposa dele fosse tão puta, a verdadeira puta do bairro e ainda por cima ganhasse dinheiro.
espero que seja do seu agrado
OBRIGADA PELOS PONTOS E COMENTÁRIOS
Meu nome é Adriana e meu marido é Gustavo. Sempre gostei de sexo, desde pequena sabia que através dele conseguia umas coisinhas que me agradavam. Os primeiros anos com Gustavo foram muito bons, a gente transava quase todo dia, mas isso foi se tornando algo monótono e chato, já não era mais a mesma coisa, faltava motivação, o que os homens chamam de aquecimento e era sempre muito parecido. Assim, comecei a andar com tesão e o Gus nem percebia. Pensei em fazer várias coisas, uma delas foi conversar com o Gus depois de ter dado muitos sinais, como esperar ele em casa de mini saia ou uma regatinha bem decotada, coisa que não surtia efeito. Então decidi começar a sair e se alguém caísse na rede e me esquentasse, com certeza teria aquele sexo tão desejado. Também não queria virar uma puta, só queria curtir o sexo que faltava em casa.
Foi aí que apareceu um gato numa tarde que fui na praça. Ele me ofereceu um refrigerante e aceitei de boa, era educado e se desvivia pra me comer. Isso me deixou com muito tesão, me sentir desejada. Eu lidava bem, sempre provocando ele com movimentos sensuais que chegaram ao auge quando ele me perguntou se a gente podia ir caminhar. Falei que sim, mas não muito, porque eu tava namorando. Acho que o cara ficou com a ideia de fazer de Gustavo um corno e na hora me convidou pra casa dele, pra conversar mais sossegado. Falei que não podia porque tinha que fazer umas compras e precisava pegar o dinheiro. A praça não fica longe de casa e com certeza algum conhecido ia nos ver. Ele não ligou pra isso e no fim eu aceitei ir na casa dele depois da proposta do cara de me dar o dinheiro pras compras.
Mal entramos, ele me beijou com a minha permissão e eu senti a mão dele acariciando minha bunda, isso me esquentou ainda mais. Não pensei na galhada que o Gustavo tava ganhando, era culpa dele por ter me abandonado. Depois daquele beijo, fomos pro quarto dele e lá o cara, com muita... habilidade, me despiro completamente no meio de carícias e amassos. Não queria parecer desesperada, mas não consegui resistir mais. Me ajoelhei e não me segurei. Não era uma ferramenta grande, mas tinha uma aparência muito boa. Saboreei bastante e senti como ele alcançava a maior ereção dentro da minha boca. Ele me puxou pra cama e me penetrou de várias maneiras. Fiquei louca quando, montando nele, usei a buceta e ele se animou a me perguntar se ele me comia melhor que meu parceiro. Disse que sim, entre gemidos e orgasmos. Sentir aquela barra de carne quente entrando e saindo de mim me fazia gozar como há muito tempo não acabava daquele jeito. Senti o esperma dele dentro de mim, não me importei de engravidar do cara que estava me fazendo gozar. Ele pediu pra eu limpar e na hora fiz com minha boca de head master. O pau dele endureceu de novo e eu não podia deixar assim, então entreguei minha buceta novamente, mas ele só queria minha raba. Neguei, queria deixá-lo com tesão e consegui. Quando ele me encheu de novo, o que demorou muito mais dessa vez, me levantei e comecei a me vestir. Falei que estava ficando tarde pra fazer compras. O cara me deu o dinheiro e disse que no sábado tinha um aniversário. Me convidou pra ir, falando que eu ia me divertir, e aceitei sem pensar. Sentir aquele pau penetrando minha buceta faminta e ouvir as coisas que ele me dizia me deixavam com tanto tesão que não dava pra não desejar que acontecesse de novo. O coitado do Gustavo tinha uns chifres de veado, apesar do pau dele ser maior que o do cara. Por dentro, pensei: que se foda, ele perde por me comer mal. Cheguei em casa e tomei banho pensando em como tinha me divertido com o cara, e ria por dentro sabendo que ainda tinha minha grana como prêmio. De noite, Gustavo quis transar de um jeito entediante, como se desconfiasse dos chifres. Falei que estava muito cansada e só fiz uma punheta pra ele, e assim dormimos. De tarde, voltei pra praça. O cara apareceu de repente, como se estivesse me esperando. Me ofereceu um refrigerante e conversamos.
— Gostou do de ontem?
— Adriana, gostei. Muito, e pra você parece que também?
Gostei pra caralho e tá tudo bem com teu parceiro?
Adriana: Sim, o coitado nem percebeu, mas ele tem culpa de tudo. Não me sinto culpada e muito menos uma puta. Sou mulher e gosto de gozar também, porra.
Claro que sim, você tem toda a razão do mundo. Vai vir no sábado pro aniversário?
Adriana: Sim, eu gostaria. Vou inventar alguma coisa pro Gustavo, fica tranquilo. Só que eu só conheço você.
Meus amigos vão te curtir e não sabem nada sobre nós. Sou muito reservado. Vamos fazer um churrasco e, claro, vai ter música, fernet e cerveja. Vamos nos divertir pra caralho, você vai ver.
Adriana: Isso me encanta.
Quer ir pra casa?
Adriana: Não tenho muita coisa pra fazer.
Vamos, é só por um pouquinho. Me deixaram sozinho de novo.
Gostei da ideia de um rapidinha, mas por que não tirar uma grana dele? Então falei que queria comprar uma fio dental pro aniversário de sábado enquanto a gente caminhava. Quando chegamos, ele me levou direto pro quarto e em segundos eu já tava saboreando o pau dele. Dessa vez ele não se segurou e encheu minha boca de porra. Depois me jogou na cama e me colocou de quatro. Falei pra ele nem pensar no meu cuzinho, adivinhei a intenção, mas ele me convenceu dizendo que ia me dar grana pra vários conjuntos. Isso me dobrou e eu realizei o sonho dele: comer a bunda da mulher do Gustavo. Ele foi bem suave e me penetrou gostoso. Como o pau dele não era nada demais, não foi o que ele esperava, mas meus gemidos eram profundos. O cara não parava de falar o quanto o Gustavo era corno, como tinha perdido a mulher a ponto de estar comendo até o cu dela. Isso me excitava pra caralho. Quando ele gozou, quis parar por ali. Aí pedi pra ele me comer na buceta porque eu não tinha gozado. O cara se surpreendeu e disse: "QUE PUTA VOCÊ É!" Não deu tempo de responder nada, porque ele me penetrou com força e eu me derreti em orgasmos. O que ele dizia era verdade e eu tava gostando. Eu deixava o cara desesperado e isso me encantava depois de ser... Desprezada pelo Gustavo por tanto tempo, antes de gozar ele me falou QUE VOCÊ VAI SE DIVERTIR NO SÁBADO puta, VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, não dei importância e só aproveitei os jatos de porra dele na minha buceta, fui no banheiro e me lavei, tava toda escorrendo, voltei pra casa pensando em como convencer o Gustavo a me deixar sair sozinha naquele sábado, já tinha uma grana guardada além de ter curtido umas fodas gostosas. Chegou o sábado e fui na praça com a ideia firme de encontrar o garoto, chama Nestor, ele me disse que já conhecia a casa dele e que fosse quando conseguisse dar um jeito de escapar do Gustavo. Mais tarde falei com o Gustavo e disse que tinha um aniversário de uma amiga que tinha reencontrado e não via há tempos, também falei que não sabia que horas voltaria, ele não ligou pra nada. Depois de tomar uns mates, tomei banho e me troquei, uma legging preta que deixava ver minha calcinha fio dental nova e uma regatinha que não dizia nada, não queria levantar suspeitas, só pensava na noite boa que ia ter e foi assim, embora não como eu tinha imaginado. Lá estava o Nestor e os outros caras, e nem tão caras também, o Nestor grudou em mim feito carrapato e me apresentou como a namorada dele. Tinha mais duas garotas e logo começamos a conversar. Depois de um bom tempo, após vários drinks, sentamos pra comer com a música tocando no último volume. Me senti muito bem e dava pra sentir os olhares que caíam em mim, como se eu fosse uma gata rodeada de machos. Tomei cerveja e fernet, coisa que nunca faltava, e sempre conversando com vários dos caras que deixavam claro o desejo por mim. Me senti uma deusa, adorava me sentir desejada e fiquei flertando até que, já bem bêbado, o Nestor me levou pro quarto dele. Lá ele me apalpou sem vergonha e eu amei a desesperação dele por mim, me entreguei vencida pelo desejo sem pensar nas consequências. Depois de um tempo, senti outras mãos no meu corpo e uma voz elogiando meu corpo, beijando meu pescoço, me dizendo como eu era gostosa e como ia passar bem a noite. Depois disso, já estava totalmente entregue. A paixão que eles mostravam por mim, em minutos estávamos todos pelados na cama. O Nestor tava chupando minha buceta com a boca e o outro tava aproveitando um boquete gostoso. Não tinha diferença na ferramenta deles e, sem perceber, no meio dos gemidos, senti o outro cara me penetrando. Era um sonho sentir aquela pica dura e quente entrando e saindo da minha xota molhada. O Nestor colocou a dela na minha cara e, sem hesitar, comecei a chupar igual um pirulito, enquanto eu só aproveitava. O cara me virou e fiquei por cima dele. O Nestor tirou a pica da minha boca e, sem falar nada, encostou no meu cu. O outro parou de me foder e eu, desesperada de tesão, só pedia pra continuar. O Nestor enfiou a pica no meu cu e os dois começaram a me foder. Meu tesão era tanto que comecei a gemer bem alto. Adorava como os dois estavam me comendo. Sentia as duas picas entrando ao mesmo tempo e voava de prazer, mesmo doendo. De repente, mudaram de posição e o Nestor falou pro outro: "AGORA É TUA VEZ DE CHUPAR O CU DA VAGABUNDA". Me enfiaram de novo e adorei me sentir tão puta, sentir aquelas picas entrando ao mesmo tempo. Foi assim que os dois gozaram. Mas não acabou aí. Quando me dei conta, já tinha mais dois amigos do Nestor prontos pra me foder. Eu tava totalmente entregue, mas mesmo assim falei que não. Um deles, o mais velho, mostrou um maço de notas e isso me convenceu. Subiram na cama e se revezaram pra me comer. A pica do velho era grande de verdade e, o mais importante, ele sabia usar. Cada vez que enfiava na minha buceta, era uma facada. Tava me matando mesmo. Depois veio o outro e continuou me dando. Até que me virou e, sem falar nada, enfiou no meu cu até o fundo. Gritei, mas ele continuou cavalgando até encher de porra. O velho tomou o lugar e isso doeu pra caralho. Sentia aquela pica rasgando meu cu sem piedade. Me agarrava de todo lado, gritava e implorava, mas não adiantou nada. Depois me sentaram e me deram fernet. Falavam comigo com doçura e no Rato largo me encontrei chupando as quatro picas, pedindo pra eles não falarem nada. O velho me comeu de novo com o Nestor, e depois os outros dois vieram. Não sei quantas vezes me foderam, só sei que perdi a conta de quantas vezes gozei. Do jeito que tava, me vestiram e me levaram até a porta de casa. Meu aspecto era terrível, um cheiro de porra impressionante, a legging manchada de leite também. Mesmo tendo limpado minha cara, ainda sentia o gosto de porra nela. Decidi entrar pensando que o Gustavo estaria dormindo, já quase amanhecia. Fui no banheiro e me despi, coloquei a roupa no cesto. Quando fui me deitar, o Gustavo me ajudou a chegar na cama, onde praticamente desmaiei. Eu tinha sido a puta de quatro caras, e o pior é que tinha gostado. Agora precisava ver como arrumar as coisas com o Gus, com certeza ele tinha percebido o que rolou. Minha roupa toda suja de porra no banheiro, ele devia ter visto, sem falar na minha cara, o cheiro de porra era evidente. Não sabia o que dizer pra ele nem como justificar minha chegada. Então levantei como pude e fui no banheiro, tomei um banho e fui tomar café como se nada tivesse acontecido.
Gustavo: Amor, ontem você chegou toda arrebentada, isso quer dizer que se divertiu pra caralho no aniversário.
Eu: Sim, amor, mas exagerei na bebida.
Gustavo: Percebi, querida. Tive que te levar pra cama assim que você saiu do banheiro, mal conseguia se mexer. Que porreira braba você pegou, amor. Da próxima vez, tenta não beber tanto. Agora você tá bem?
Eu: Mais ou menos, querido. Ainda tô de ressaca, meu corpo todo dói, mas a cabeça mais ainda. Não vou mais beber quando sair de novo.
Gustavo: Espero que seja verdade, amor. Agora come e deita de novo pra ver se passa, minha vida.
Não podia acreditar. Tinha certeza de que o Gus tinha percebido que transei com pelo menos outro cara, e ele não reclamou de nada. Bom, talvez ele gostasse de chifre, ou também me chifrasse. O fato é que terminei de comer e voltei pra cama. Tava com tesão e não sabia por quê, depois de pensar nisso. Bem, eu me sentia traída pelo Gus, nada mais me importava. Depois do almoço, decidi ir pra praça espairecer um pouco, falei pra ele. Queria encontrar o Nestor e reclamar porque me deixaram naquela condição em casa. Ele não tava lá, mas o velho sim. Ele chegou perto e me ofereceu uma cerveja, eu aceitei. Ele disse que adorava o quanto eu era puta e que queria me ver de novo. Falei que tinha adorado transar com ele, mas tinha complicado por causa dos babacas que foram. Meu marido quase me descobriu. Ele concordou e me disse uma grande verdade: que isso me acontecia por me envolver com caras novos, com ele seria bem diferente. Isso me excitou, então falei que a próxima vez seria na minha casa. Isso o deixou muito mais excitado e ele disse: AMANHÃ TE VEJO. Falei que ia esperar ele na esquina de casa às 10 da manhã. Nessa hora, o Gus estaria a caminho do trabalho. Passei o resto do domingo super excitada e naquela noite o Gus quase nem me tocou. Segunda-feira, encontrei o velho e fomos pra casa. Entramos e ele pediu mate. Depois de alguns, acabamos na cama. Não teve lugar que ele não me penetrasse com uma paixão tremenda que me fazia ficar ainda mais excitada e pedir mais. Ele fazia o que desse na telha, eu não conseguia dizer não pra nada. Ficava de quatro e entregava a minha bucetinha apertada pra ele comer quantas vezes quisesse. Ele não se cansava de me chamar de corna e de puta. Foi assim que ele disse que de agora em diante eu transaria com quem ele quisesse, coisa que adorei. Quando foi embora, disse que à tarde ia mandar um amigo só pra me comer. Hesitei por alguns minutos, mas o tesão e a putaria de ser uma verdadeira vadia venceram, e eu adorei. À tarde, ele voltou com um amigo. Eu esperei bem soltinha de roupa. Logo começamos a tomar uns mates no quintal e ali mesmo começou o jogo. Acabei sendo assediada pelo velho e dominada pelo amigo dele, que não parava de me elogiar, e eu adorava isso. Então, de novo pra cama onde dormia com o Gustavo. Não conseguia parar de obedecer às ordens. do velho e assim seu amigo até que conseguiu me comer por trás, não paravam de me chamar de puta e de corno que tinha transformado o Gustavo, enquanto eu só pedia mais e mais pica, assim terminaram os dois me comendo juntos, se vestiram e assim toda lambuzada de leite me deixaram largada na cama depois de eu ter pedido pra parar fazia tempo, o velho me disse antes de ir que amanhã viria outro amigo dele me pegar, não podia acreditar na vadia que eu tinha me tornado, por culpa do tarado do Gustavo que tinha parado de me comer como um homem sabe fazer, isso me custou caro mas era uma delícia e ainda me deixava uns trocados, naquela noite o Gus quis me comer, eu estava cheia de pica mas pra não levantar suspeitas a gente transou e pra minha surpresa foi das mais quentes, ele me penetrou usando a palavra: buceta com muita força e até pediu pra eu chupar ele, coisa que raramente pedia pra depois voltar a comer minha buceta e pedir meu cuzinho que claro não dei, já tinha sido usado por outros e tava doendo um pouco, de manhã ele me comeu de novo, dessa vez mais devagar e depois do banho foi trabalhar, acho que queria me deixar satisfeita pra eu não transar com outro, isso me deu a pista de que ele desconfiava de algo e se era assim, ter uma puta como mulher o excitava muito, perto do meio-dia veio o velho com outro amigo, falei que tava exausta, mas ele insistiu e no fim eu cedi, o amigo dele entrou em casa e em silêncio deixou dinheiro na mesa onde a gente tomava chimarrão, isso me enlouqueceu, eu era uma verdadeira vadia e o pior é que eu gostava, chupei ele com muita vontade e ali mesmo ele me subiu na mesa, tirou minha calcinha fio dental e me penetrou com força espremendo meus peitos, perdi a conta de quantas vezes gozei e não consegui evitar de entregar a bundinha, ele realmente me arrebentou, implorei pra ele tirar e ele disse que pra isso tinha me dado dinheiro, sentia aquela barra quente de carne entrando até o fundo do meu cu e saindo pra me enfiar de novo, eram estocadas Sentia muita dor, mas curtia ainda mais. Tava sendo sodomizada e amando. Quando ele finalmente gozou no meu cu, fiquei louca com o que tinha feito. Minhas pernas tremiam e quase caí no chão quando ele me soltou. Ele pediu pra eu limpar, e chupei ele de novo, deixando impecável. No fim, ele foi embora, mas me deixou bem satisfeita e ainda me pagou por isso. Era uma loucura. Tomei banho e fiquei confortável: um shortinho bem curto e um top que mal cobria meus peitos. Assim, fui limpar o quintal e vi os pedreiros do lado subindo no terraço. Eles não tiravam os olhos de mim. Isso me excitou, mesmo tendo acabado de transar. Caprichei na tarefa, mostrando meus atributos. Meu sonho era que eles batessem uma punheta vendo minha bunda pequena e meus peitos. Dei uma vista linda pra eles, e eles aproveitaram. Demorei nessa tarefa e fui almoçar. Nessa hora, ouvi um assobio. Me virei, e um deles mandou um beijo, que eu respondi com outro. Sabia que isso ia deixar ele doido. Então ele perguntou se eu queria que ele fosse. Pensei um segundo e, suponho que pela minha excitação, falei pra ele vir. Em minutos, ele tava em casa. Mal entrou, me beijou com força, me apalpando a bunda, e me levou pro quintal, onde puxou o pau duro dele e me fez mamar. Esqueci do mundo e chupei sem perceber que o colega dele tava olhando. Ele quase arrancou meu shortinho e meteu de uma vez. Que pau divino que ele tinha. Mesmo já tendo transado duas vezes naquela manhã, não conseguia parar de trepar, ainda mais com um pau daquele. Montei nele como uma fera e tive dois orgasmos maravilhosos. De repente, ele falou: "VOU TE ARROMBAR O CU". Eu disse: "ISSO NÃO". Ele falou: "CALA A BOCA, VADIA", e me virou. Abriu minhas pernas e apoiou o pau no meu cu. Supliquei pra ele não fazer, mas ele enfiou de uma vez até o fundo. Ele arrombou meu cu com muita força. Acho que sofri mais do que gozei, enquanto ele dizia: "AGORA FALA PRO CORNO DO TEU MARIDO COMO O PEDREIRO TE COMEU". Isso explodiu minha cabeça. Depois de encher meu cu, ele tirou o pau, foi pra piscina e se lavou. enquanto eu me contorcia meio deitada na mesa, DEPOIS TE MANDO MEU PEÃO PUTA, eu respondi que não tinha problema, que precisava arrumar umas bobagens em casa e com isso a gente ficava quite, sem dizer palavra ele foi continuar trabalhando, peguei o shortinho do chão e com minhas pernas escorrendo fui tomar mais um banho, já tava com o cu doendo de tanto dar, mas beleza, por hoje já chega de tanto sexo, fui iludida porque no fim da tarde o velho voltou com outro amigo, NÃO PELO AMOR DE DEUS CHEGA, falei pro velho e ele respondeu TE FALEI QUE É MINHA MULHER, QUER QUE O CORNO SAIBA? Não tive escolha a não ser deixar eles entrarem, dessa vez foram 300 pila e fomos direto pra cama, pensei que seria o amigo novo e o velho não faria nada, mas me enganei de novo, chupei a pica dos dois e assim fui me esquentando mesmo sabendo que ia sofrer mais que gozar, adorei a ideia de ser tão puta de me vender mesmo estando ardendo por todos os lados, mas era mais forte que eu, todo mundo me admirava e foi assim que me comeram, primeiro foi o velho, parecia desesperado, me penetrou com força me fazendo gemer e pedir pra ele ir mais devagar, não adiantou nada, só falava pra eu calar a boca e aproveitar porque eu adorava aquilo, ele não sabia que o pedreiro tinha me comido umas horas antes, senti o amigo dele atrás e pensei DESSA VEZ PERDI MESMO, VAI ME DAR NO CU E VAI ME MATAR, e foi o que aconteceu, mais uma vez senti duas picas me enfiando enquanto apesar da dor me faziam gozar, como eu podia ser tão puta? No que eu me transformei? Eu adorava, trocaram de posição e de novo o velho me comeu no cu que já tava vermelho, me encheram a cara de porra e me fizeram engolir, não recusava nada, finalmente acabou tudo e eles foram embora, falei pro velho que amanhã seria meu dia de descanso e ele sorriu, mal conseguia me mexer, tava exausta e apaguei na cama, quando acordei o Gus já tava em casa, esqueci da minha cara e beijei ele, a gozada já tinha secado mas o cheiro Seguro se sentia, Gus me beijava e lambia meu rosto, não era possível que ele não sentisse o gosto de porra na boca, parecia que ele gostava, ficou excitado demais e não consegui evitar que me comesse, mesmo eu não querendo mais nada, isso foi o pior, Gus nunca se cansava de me penetrar, estava como possuído, foi uma foda eterna até que ele desabou sobre mim, dormimos e pensei que realmente ele gostava e ficava excitado que a esposa dele fosse tão puta, a verdadeira puta do bairro e ainda por cima ganhasse dinheiro.
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