Remember that all material is uploaded to https://hiphop911.webnode.com/ and Instagram hiphop911ok.
There you'll find the complete book of Volume I of "Mi prima, Mara" with 493 pages, and the first 3 chapters of "Erica, mi hermanastra."
Also available is the fully rewritten book, with extended content and 3 extra chapters of Volume I of "Mi joven tía," 187 pages.
And, 5 chapters of Erica, mi hermanastra.
Prior clarification: This is a non-canonical story of "Mi prima, Mara," like "Fin de semana en lo de Fer"; "Mara y Jonas: El incidente," "Fantasía de Mara: El pacto," and "La noche no termina," continuing the events that occurred in the latter.
The truth is, I wasn't letting go of my cock for anything.
The way she was sticking her bum out.
What a slut!
On top of that, it looked delicious.
Bad.
I got tempted and pulled my cock out for a bit.
SAB: Nooo.- She said in a slutty voice.
ME: I can't take it, beautiful, I want to eat you.
I bent down a little and grabbed her bum with my hands.
SAB: Mmm, what are you going to do??
I buried my face in one go.
I gave her a pussy cunt with my tongue, terrible.
And how she started moaning.
Wildly.
It surprised me a lot.
I was going "aamm mm amm." Licking her all over.
I admit I was totally hooked.
Very horny.
She was face down on the bed, sticking her booty out badly, up in the air.
And me, rubbing my tongue like crazy.
SAB: Oooaa aaaaii aii.- She repeated wildly.
ME: Mmm, do you like me licking you all over?
SAB: Ooiii yes... beautiful.... aaaa
ME: You're so yummy...
She started moaning like crazy.
Now I really didn't recognize her at all.
What was wrong with her?
Didn't she care if someone heard her like this?
Was she doing it on purpose to Mara?
God...
Her bum was tightening more and more.
She was about to cum.
SAB: Ai ai yes... aaaaaaa.- She expressed decisively.
She squeezed her tiny ass like never before.
ME: Mmm, you came in my mouth, little piggy....
She couldn't even answer me, she was so out of breath.
She lay face down, unable to speak.
SAB: Me.... encantou...— Disse sorrindo.
Nunca tinha visto ela assim.
Tipo, louca. Mas no mau sentido.
Parecia que tava cochilando um pouco.
De repente, me veio a Mara na cabeça.
Inacreditável que eu só tivesse lembrado dela agora.
O que será que ela tava fazendo?
Me levantei com um pouco de dificuldade, por causa da posição prolongada em que tinha ficado.
SAB: Hmm, pera, vem cá!
EU: O que foi, gostosa?
SAB: Quero que você goze também...
Tava com o pau duro feito um ferro.
EU: Hehe, tudo bem...
SAB: Não, vem! Quer gozar na minha boquinha? — Exclamou incrivelmente enquanto tentava se sentar na beirada da cama.
Engoli seco.
Sério?
Já não era demais?
Ela me sorriu como se tivesse super extasiada.
Não dava pra dizer não.
EU: Tá bom...
SAB: Traz ele aqui...
Ela sentou e esperou eu me aproximar.
Toda suada e vermelha como tava, pegou meu pau.
Já tava escorrendo um pouquinho na cabeça.
Muita tesão.
"Siim, sua idiota" — ouviu-se lá de fora.
Era a voz da Gabi, acho.
O que tava rolando?
Sabri começou a chupar ele de novo.
Deus, como meu pau se sentia na boca dela.
Foda demais.
Pra piorar, ela fazendo isso assim, toda melada de gozo, eu não ia durar muito.
Não acreditava como ela tava, mas me fascinava.
Ela mamou um uns dois minutos de um jeito bem gostoso.
Saboreando minha cabecinha, lambendo meu tronco.
Eu tava segurando a bochecha dela e puxando a cabeça dela pra mim.
SAB: Vai gozar pra mim? — Exclamou com voz de puta.
Isso foi demais.
Me fez explodir.
Por que ela tava agindo assim?
Será que essa era a verdadeira Sabrina?
Uma garota infernal, se comportando assim comigo.
Era inacreditável.
Ela abriu a boca de forma submissa e meu pau começou a cuspir dentro.
Não saiu muita quantidade. Mas o suficiente pra ser safado.
Os olhos dela fechados deixavam tudo mais perverso.
Me curvei todo.
Ela me olhou bem tesuda e engoliu.
Uff.
Tinha tomado meu esperma.
SAB: Mmmm hehe
Ela pegou ele bem por baixo, apertando na mão pra tirar até a última gota.
No final, olhou nos meus olhos e deu um beijo molhado na minha cabecinha. Chuiik".
Ela sorriu pra mim e se jogou na cama.
SAB: Não demora muito! hehe.-
Falou como se soubesse que eu ia sair e voltar.
Fechou os olhos, deitada de lado, e relaxou.
Era impossível não ficar de pau duro o tempo todo. Tanto com ela quanto com a Mara.
Mara.
Agora sim dava pra ver o que ela tava fazendo.
Assim, de pau duro, caminhei até a porta. Sem pensar na imagem que ia encontrar.
Isso já era demais.
E tinha que parar ela o mais rápido possível.
Lá estava o Brian, sentado sozinho com a camiseta no sofá, bem aberto das pernas.
Inclinada no chão na frente dele, a Mara tava chupando a rola dele devagar.
Fiquei em choque.
Que?
Com ele também?
Do Franco dava pra entender. Ela ficar excitada com a porra do pau enorme que ele tinha.
Mas agora com o Brian?
Ela tava nua por cima.
E saboreando mais uma rola.
Era mais um boquete que ela tava fazendo. Outra pele entrando na boca dela.
Não parecia ela. Não.
E além disso, o jeito que ela fazia, totalmente à vontade.
Fui andando até ela.
Não entendia a cena.
Então não tava apaixonada pela pica do Franco como eu temia. Queria se acabar de putaria.
Pra piorar, tavam filmando tudo.
Gabi apareceu do nada.
GAB: Você, vem pra cá...
Ela parou com a mão no meu peito e me puxou pra trás.
Não saía palavra da minha boca.
Tava totalmente em choque.
Mara não podia se comportar daquele jeito... Era inacreditável.
EU: Para, Gabi...
GAB: Não, não, não... você vem comigo... — Até ela ria da minha surpresa.
Ela me enfiou no outro quarto. O que tava vazio.
Eu fui olhando pra trás, me afastando, vendo como ela chupava aquela pica, toda vermelha e de olhos fechados.
Minha Mara, mais puta do que nunca.
Fernanda também apareceu.
Com certeza viu minha cara pálida.
O que deve ter chocado ela ainda mais foi minha pica, ainda dura, apesar da cena.
Senti como se tivesse desmoronando por dentro.
O lado bom, talvez, era que ela não tinha virado puta por causa do Franco e da pica dele.
Mas sim que foi ela mesma que pirou e decidiu passar dos limites.
É, um consolo bem merda. De otário.
Mas a real é que já nem sabia mais o que pensar.
E eu tinha dado liberdade pra ela fazer isso.
Mara tinha me pedido pra deixar ela brincar. Mas eu achei que era só isso, uma brincadeira besta.
Que ia bancar a putinha, mas só.
Bom, era a terceira pica que ela enfiava na boca, depois da minha.
E o mais foda, estando comigo.
Eu também sou culpado.
Cansei de transar com a Sabrina.
Sem camisinha, com beijo, carinho...
Nunca ia justificar o que a Mara fez. Claro que não.
Mas eu, de qualquer jeito que olhasse, era parte disso.
Pela primeira vez, acho que senti que já não ligava mais pro que ela fazia.
Será que deu tanta tesão pra acabar fazendo isso?
Agora sim, que acontecesse o que tivesse que acontecer...
Que eu ia vazar que nem um cuzão?
Ou ia encher ela de porrada pelo que fez?
Os dados já tinham sido lançados fazia tempo.
Agora era aguentar.
E claro, ia fazer o que eu quisesse.
Começando pela Gabi, que desde que me conheceu já tava de olho em mim.
Agora sim, ia comer ela sem me importar com nada.
Tempero extra, a Fernanda também entrou no quarto.
Ela era a patrocinadora dessa festa degenerada.
E agora ia saber o que era bom...
Tava meio cansado pra comer as duas de novo.
Tinha tido muita ação.
Quase o triplo dos outros.
Só faltava uma coisa...
É, ia mandar um viagra.
EU: Traz um comprimidinho... – falei pra Fernanda...
FER: Sim, certeza? Tá dura...
EU: Traz mesmo assim...
Gabi olhava toda surpresa.
Fernanda foi fazer o que pedi.
EU: Você queria transar comigo? – falei endiabrado.
GAB: Mmm desde o dia que vi sua rola na casa da Mar. – respondeu vindo na minha direção meio corada.
Ela me envolveu com os braços, me abraçando.
Veio direto na minha boca.
Óbvio que chupei ela.
E mandei língua até a garganta.
GAB: Mmmm cê tá salgadinho haha oomm. –
EU: Deve ser pela buceta da Sabri... – continuei beijando ela meio bruto.
Desabotoei o sutiã dela.
Os peitos deliciosos dela pularam pra fora.
Com a mão dela, pegou na minha rola.
EU: Quer limpar ela um pouco??
Ainda tinha os fluidos da Sabrina.
Sem falar nada, desceu até meu pau.
Não hesitou em meter na boca.
Segurei ela pelos cabelos, bem forte.
Ela sorria.
GAB: Mmm oomm pra que quer viagra?
Com a maior cara de puta, me chupou do jeito que eu tanto queria.
Não tava 100%, mas tava transformado.
Já não ligava pra mais nada.
Fernanda apareceu.
FER: E aí, vagabundos, começaram sem mim! haha
EU: Deixa aí... já pego.
Ela deixou na mesa de cabeceira da cama.
EU: Vem, tem pra vocês duas...
Fernanda me olhou com aquela cara de orgulho e se ajoelhou na minha frente.
Igual a amiga dela tava fazendo.
As duas começaram a me dar um boquete foda.
Deus, tava adorando essa de fazer qualquer merda e muito.
Duas novinhas chupando meu pau. Pau. E nenhuma era a Mara.
Que bagunça!
FER: Cês gostam de chupar ela comigo??
EU: Siiim... sorte que a Sabrina tá dormindo... senão, eu ia querer mais..
GAB: Quer que eu traga ela?? amm amm
EU: Não, não... fiquem aqui... tô adorando como vocês tão comendo ela.
FER: Ah é?? tava guardadinho, hein...
EU: Mmm sim, mas agora não... tirem a roupinha, deixa eu ver...
Como se estivessem esperando por isso há um tempão, elas tiraram a roupa sorrindo.
FER: Assim que a gente gosta, gato... finalmente ammm.- Falou saboreando meu pedaço.
EU: E você tinha que ajudar a Mara a ficar putinha pra isso??
FER: Jeje
GAB: Mmmmm como você se fez de difícil...
EU: Como tá a bunda, Fer??
FER: Uuuuu jaha epa epa... ainda dói, por quê??.- Disse enquanto elas se beijavam, com o pau no meio.
EU: Mmm tô afim de te comer um pouquinho...
FER: Tem a da Ga também...
GAB: Não, amiga, a minha é virgem jajaj
EU: Ah é??.- Falei surpreso. Não esperava por essa.
GAB: Sim, meu cuzinho ainda tá lacradinho...
EU: Que delícia... quer que eu estrele ele, linda??
Ela ficou paralisada me olhando.
Até a Fer se surpreendeu.
GAB: Tá falando sério pra mim??
EU: Claro.- Falei bem demoníaco.
GAB: É que... sei lá jaja... não é algo que se faça assim do nada... além disso... e o Brai??.- Exclamou toda desconcertada.
Era pesado o que eu tinha pedido.
Extremo.
FER: Olha, o Brai tá aproveitando um boquete dos bons, então não se preocupa com ele jaja
GAB: Jajaj mmm mesmo assim... não sei, meu deus, não, não jaja.- Tava nervosa
EU: Mm beleza, então me contento em brincar um pouquinho ali...
GAB: Tá bem jeje...- Pareceu falar mais aliviada
FER: Vou passar um creminho na bunda... de vez em quando começa a arder jaja
EU: Pode ir, a gente espera aqui...
FER: Claro que sim jaja já volto!
Antes de sair, deu um deep throat explosivo.
GAB: Amigaa jaja
Me fez ver estrelas.
FER: Mmmm Jonás... jaja já volto e te conto o que a putinha da sua mulher tá fazendo. Aqui, ó, têm bexigas!!
Como ela curtia, a filha da puta.
E eu não podia falar nada dela, porque não tinha capacidade de se enfiar numa farra com quatro caras magros igual fez.
A Mara tava passando dos limites.
Ela comeu o Franco.
Na oportunidade, o Martín, e agora tava dando mole pro Brian.
Mas se jogar numa farra daquele jeito, ela não conseguia.
Pelo menos é o que eu acho dela.
A Fernanda não tinha problema com nada.
Mas, enfim, ela me disse que fez porque era a gente. Me dando a entender que com outras pessoas não faria.
Mas... sei lá.
EU: Vem, fica de quatro...
GAB: Humm já?? – Respondeu tentada
EU: Sim, já quero te comer!!
Antes dela ficar de quatro, me empolguei e quis chupar os peitos dela.
Ela tava super a fim.
EU: Para!! Deixa eu ver seus peitos!
Ela concordou com o olhar.
Aí, me meti entre as pernas dela e me inclinei pra chupar as tetas dela.
Que gostosas que pareciam.
Uma vontade de lamber elas!
Depois de tanta enrolação, finalmente ia comer a Gabi.
Ou melhor, ela ia me comer.
Quando lambi um peitinho dela...
Maravilhoso!
Ela tava com uma cara de satisfação linda.
Como se tivesse esperando por aquilo há tempos.
E verdade, percebi que esperei demais pra fazer isso.
Que gostosos que estavam.
Chupava igual um louco.
GAB: Humm sim... assim!
Enquanto devorava eles, a ponta da minha roça batia na virilha dela.
Dava pra ver a cara que ela fazia ao sentir.
De propósito, eu mexia.
Deus.
Batia na buceta dela, entre os lábios vaginais.
GAB: Humm vai meter em mim, otário kkk
EU: Humm ahm seria errado??
GAB: Ah não... por mim, enfia assim...
O tesão era tanto que pensei em fazer.
Mas já era demais.
EU: Ou pode colocar a camisinha com a boca, linda!!
Eu tinha enchido os peitos dela de saliva.
GAB: Humm igual a Mar fez com o Fran??
Que filha da puta.
Tinha que falar, né?
EU: Sim, assim...
GAB: Humm que gostoso... mas primeiro chupa minha buceta um pouquinho...
Sem mais, desci pra vagina dela.
Ia saborear ela toda.
Me chamou a atenção como ela era bonita.
EU: Gabi, que buceta linda que você tem kkk – Saiu do fundo do peito.
Ela corou ao ouvir.
GAB: Bom, obrigada hehe
Enfiei minha cara entre as pernas dela. acaloradas e pude ver como uns fluidos pegajosos fechavam a portinha da buceta dela.
Uma vontade de lamber.
E foi o que eu fiz—
Com uma lambida, limpei os lábios da vulva dela.
Ela gostou. Tanto que, sem querer, me apertou com as coxas.
GAB: Desculpa hehe..
EU: Cê tá muito gostosa, Ga.... leamm.
Comecei a chupar ela.
O cheiro de buceta me invadia inteiro.
Mais uma buceta, tava na minha boca.
Mais delicada do que eu pensei.
Enquanto ela suspirava, segurando meu cabelo, com a ponta da língua eu passeiei o clitóris inteiro dela.
GAB: Aaaa, isso, chupa assim...
Peguei nos peitões dela e lambi ela toda.
Quase que deixei ela como se tivesse saído do banho.
Tava uma delícia.
Tanto que me surpreendi de não ter feito isso muito antes.
O gemido dela era diferente das outras.
Era meio mais forçado.
Genuíno, mas parecia que a sensibilidade toda dobrava ela.
Quando encostei minha boca com força no clitóris dela e lambi rápido, pensei que ela ia desmaiar.
Uns gritos que ela dava.
Fiquei durasso por fazer isso.
Pra caralho.
EU: Que vontade de meter sem camisinha... Deus..
GAB: Mmm a Mar me mataria hehe... oohh
EU: É?— Dava uns beijinhos "chuik" que faziam ela tremer.
GAB: Aham... mmm... Mar me falou que ia colocar balão no Brai, se transasse com ele...
EU: Mmmm tá...
GAB: Quer saber um segredinho pervertido dela??
EU: Fala aí...
GAB: Ela me disse que se segurou muito pra não usar com o Fran..
Ufff
Deus.
EU: Ah é?
GAB: Sim, mas não conta, hein haha.— Exclamou esfregando minha cara na buceta linda dela toda.
EU: Não, linda...
GAB: Sim, quando ela chupou ele no banheiro...
Que informação pesada.
Não sei se queria saber. Mesmo que me interessasse o lado mais puta dela.
EU: Foi isso que ela te disse??? Mmm
GAB: Sim... que se segurou muito pra sentar nele, de costas, e sentir ele todo dentro...
EU: De costas?
GAB: Sim, porque ela tinha vergonha dele achar que era uma puta por fazer isso e sem camisinha...
Foda.
Tava irreconhecível.
Pra falar a verdade. Cada vez mais depravada.
EU: Só por isso??.— Dando pra ela entender se por mim ela não pensou nisso também.
GAB: Mmm não sei... pode ser também, mas ela só me disse isso... Mesmo assim, depois elas se viram mais vezes... oohh...
Que filha da puta
Ela fez minha cock pulsar, isso que ela tava dizendo.
Apesar de quão terrível aquilo soava.
Fiz uma das minhas, não consegui evitar.
Apoiei a cock inteira na pussy dela e esfreguei bem entre os lábios dela.
Acho que fui longe demais.
Mas o sorriso macabro que a Gabi fez foi pior.
E não só isso.
Ela também pegou com a mão e esfregou com uma cara de prazer tremenda.
GAB: Fffff aaaaa. – Exclamou fechando os olhos.
Ela tava passando minha cock na pussy dela. Literalmente.
No podía contener más las ganas de penetrarla así. Toda la carne adentro.
Pero el único pedacito de mi ser que quedaba intacto, me hizo agarrar un forro de los que había al lado.
Debía hacer bien las cosas. O por lo menos, no tan mal.
YO: Vení bombón, ponemelo con la boquita...
GAB: Mmm me gusta este Jonás... jeje
Con cara de experta en la cuestión, tomó el profiláctico y se lo apoyó en la boca.
Me miraba sensualmente.
Me tomó de la cintura con ambas manos y cerró sus ojos, al apoyarlo en la cabecita de mi pija.
Sublime.
Y más aún, cuando lo fue metiendo.
Sus mejillas contraídas hacia dentro, hacían todo más chancho.
La tomé del pelo.
Que calentito se sentía.
Recorrió el trazo hasta la base.
Toda dentro de la boca.
Luego, se la sacó, dejando un hilo de saliva colgar de su boca.
GAB: Ahora ponemelá de una vez por todas...-Exclamó muy caliente y volteándose.
Le sonreí con mi cara de diablo, como diría el Sr. Estrella de la mañana.
Toda su cola y vagina depilada, a mi merced.
Que pendeja.
¿Como hice para contenerme tanto tiempo de cogerla?
Maldito respeto...
Antes de penetrarla, le metí la lengua un poquito.
Sí, entre los cachetes de la cola.
GAB: Mmmmm sucio...
YO: Te gusta que te chupe la colita?
GAB: Sí, más lenguita, dale... oohhh
Su cola virgen, estaba ante mí.
Su orificio anal, bien cerradito, era constantemente atacado por mi babosa lengua.
Como la hacía suspirar eso.
Y claro, era territorio desconocido para cualquiera.
Luego de chuparle bien el orto, me decidi a penetrarla.
No me quedaba mucho tiempo más para acabar.
Me había agarrado una leche tremenda.
De todas formas, pensaba en acabar y seguir hasta que ella termine.
Llevé mi verga a sus labios.
Ella movió el culito, acariciandomela.
Que putita hermosa.
YO: Mmm no te dice nada tu novio de esto?
Jugaba que se la metía y la sacaba de sus labios.
GAB: Aaaa no creo... estando con Mar, ni se debe acordar...
YO: Ah si??.- Le abría la cola con las manos.
GAB: Desde la otra vez que se muere por cogersela... olvidate... mmm
Se la metí.
Ni lo pensé. Bien adentro.
Por lo que había dicho.
Su gemido se habrá escuchado desde la calle.
No porque tuviera una mortadela, si no por el hecho de que finalmente, estaba garchando conmigo.
GAB: Ooooohhh... John... dios... me la pusiste...
Empecé cogerla.
No podía creer que estaba empernandome a Gabi...
YO: Mmm te habrá escuchado tu novio gritar... que chanchita...
GAB: Oohh, si? perdón...
YO: Mmm me gusta... estas divina Gabi...
GAB: OOhh... no puede ser aaa...
YO: Que cosa??
GAB: Que no hayamos hecho el cambiaso antes... ahhh
Uufff
YO: Ah si?? te parece??
GAB: Ohh... no pares.. sí, se lo había pedido a Mar... pero no había querido...
YO: Mmmm no sabía eso.... que hermosa!
GAB: Y eso que se había paspado la cara de tanto tirarle la goma a Fran... pero no quería...
Dios...
Como hablaban de ella.
YO: Finalmente quiso...
GAB: Ohh... sí... ya no pudo contener más sus ganas de coger como prostituta... aaa.-
Era verdad.
Totalmente.
Se habían destapado todas.
YO: Mmm las cosas que habras oído hoy...
GAB: Jeje, no te imaginas... que grande la tenes, eh!
YO: Te gusta??
GAB: Si, mucho ohhh, está dobladita jeje
YO: Para mas placer...
GAB: Mal....
La levanté, agarrándola de las gomas.
Pegó un suspiro tremendo.
Se empezaron a oir como cachetasos en la cola.
Yo, mientras tanto, le comía el cuello sensualmente.
Que rica pendeja.
Me estaba gustando posta este delirio sexual.
Se tentó y me dio un beso de costado.
GAB: Un besito, jeje...
Por supuesto que se lo devolví, pero con lengua.
Empezó a gemirme en la boca.
No me quedaba mucho más.
No aguantaba tanta perversión.
Y parecía que ella tampoco, ya que fruncía el ceño, de forma muy hot.
Fernanda volvió.
FER: Ah bue... y yo? jeje
No podíamos hablar demasiado por el agite.
Solo le sonreíamos.
FER: Mmm me voy a poner por acá...
Se puso a ver como cogíamos.
Que pendeja esta Fernanda, je.
Yo le estaba dando por detrás a Gabi. Increíblemente.
Se había dado.
"a aa a a a" respiraba de forma muy rápida y porno.
Habíamos entrado definitivamente en el mundo de la perversión.
FER: Mmm... ustedes cogiendo.. que raro que se ve jajj
YO: Ah... sssi?.- Le dije algo forzado
FER: Si, pero moooooy lindo jaja... Debería ver a la putita de tu mujer ahora...
Uuff
YO: Jee..
FER: Queres saber que está haciendo? o preferís ver los videítos después?
GAB: Mmmm decile.... aaa aa... que se pone mas loquito..
FER: Mmmm ahora estaba completamente arriba de él... se puso globito, quedate tranquilo
YO: Oohhh......
FER: Dudó un poquito, pero terminó sentandose sobre la pija de Brai...
GAB: Mmm mmm mm y ahora que?? Aaaii.- Recibía toda mi calentura.
FER: Mmm no sé.. cuando entré lo último que ví, fue que tenía las tetas apretadas contra la cara de él.
Imaginarme eso me hizo estallar.
Se la empecé a dar mas duro a Gabi, que emitió sus gemidos teatrales frente a la excitada Fernanda.
Le mordí suavemente el cuello.
Fue su extasis.
Con un grito tremendo y forzado, se fue hacia delante y largó lo insostenible.
Fue un orgasmo letal.
No lo aguantó.
Yo, enérgico como nunca se la saqué delicadamente de adentro.
Pude percibir en su casi desmayo, el gesto cuando la retiré.
Fernanda observaba todo, tocándose.
Con algo de dolor en la enrojecida verga, salí en busca de Mara.
Podía ver su cara de placer desde lejos.
Brian le comía las tetas, ella se movía sobre él de forma muy lenta.
Mordiéndose los labios y con los ojos cerrados, apuntando hacia el techo, se comía esa verga completa.
En el sillón de al lado, estaba Martín en bolas, como si esperara su turno, mirando con mucha calentura. Al lado, había un recipiente con forros usados.
Era cualquier cosa.
Me acerqué a Mara y la tomé fuerte de los pelos. Pasionalmente, no violento.
Ella abrió los ojos. Le costaba volver de la concentración.
Brian, no sé por ebrio o emocionado, ni se percató.
MAR: Amor....- Se limitó a decir con cara de excitación.
Sin dudarlo, le di un beso salvaje en la boca.
Me suspiró.
Con una mano me saqué el forro y dejé de besarla.
Mi verga erecta y mojada, latía frente a ella.
Ella me miró.
Le puse la pija apuntando a la boca.
Que calentura que tenía.
Se quedó un toque, pero luego se la comió sin decirme nada.
Martín no creía lo que veía.
Mientras cabalgaba sobre Brian, cabeacaba sobre mi verga.
Estaba toda sudorosa ya. Sus cabellos casi mojados.
Quien sabe hacía cuanto estaba moviendose toda.
Por la música y su aparente relax, casi que ni la oía gemir.
Yo solo fui a buscarla para acabar.
Sus mojadas tetas se despegaron de Brian.
Increíble como las tenía empapadas.
Saltaban de forma muy rica ante cada movimiento.
Nunca la hubiera imaginado así de enfiestada.
Pero ya era tarde para lamentos.
Verla así me hizo ya casi venirme.
Antes de hacerlo.
Se la saqué de la boca.
Con mi mano izquierda le levanté suavemente la cara desde la pera.
La miré fijamente mientras me tocaba para acabar.
YO: El que te quiera dar un beso, va a tener que pasar por esto...
No resistí más.
3 chorritos de esperma salieron de mí. No era demasiado, pero sí suficiente.
Cerró los ojos por el efecto.
Le había acabado en la cara.
Con mi mano le pasé la pija por toda la cara, esparciendo la leche que tenía impregnada.
MAR: Mmm je...- Se limitó a expresar.
Le había hecho una maldad.
La dejé con todo el rostro embadurnado.
Mejillas, nariz, labios, pera.
Sumado al olor a pito que ya traía encima.
Me di media vuelta y me fui para el baño a refrescarme.
Era la primera vez que la trataba de esa forma. Tan objeto.
Mientras me bañaba en agua fría, pensaba en que había pasado por su cabeza para actuar así. Tan “no ella”.
Muy desatada, promiscua.
Había cogido con todos.
No podía si quiera creer como sonaba eso.
Se abre la puerta del baño y alguien entra.
Era Mara.
Toda transpirada y con rostro de cansancio.
Aun tenía la cara toda brillosa de la leche que le había tirado.
Nunca la había visto así, tan enfiestada.
MAR: Puedo?.- Me preguntó para entrar como con vergüenza.
YO: Si, entrá...
Tenía las tetas un poco coloradas. La zona de los pezones sobre todo.
Terrible chupada de tetas le habrá pegado pegado Brian.
Me corrí un poco para que se enjuague toda la asquerosidad ajena portaba encima.
La miraba mientras el agua le caía.
Mi Mara, portandose como toda una puta.
La veía de espaldas, con su terrible orto levantado.
Ese culo que esperaba que no haya sido usado por ninguno.
La contemplé en silencio por unos minutos.
Su piel me llamaba.
Ese rostro diabólico angelical.
Quien diría que se había pegado terrible partuza.
No resistí y la abracé por detrás.
Agarrándola de las gomas.
Mi verga se dobló toda aplastada entre medio de los cachetes de su cola.
Me sonrió y agarró de la cara.
Me salió besarla en el cuello.
Después de todo, era mi Mara.
Había extrañado su cuerpo, su olor.
MAR: Hermoso...
La besaba toda mientras la tomaba de sus tetas.
No podía soltarla.
MAR: Por qué me hiciste eso antes?.- Me preguntó tranquila. La había tomado por sorpresa.
YO: Te molestó??
MAR: No, pero sabes que soy tuya... No tenes que demostrar nada...
YO: Solo sentí ganas de hacerlo...
MAR: Seguro??
Se dió vuelta a comerme la boca.
Que diosa del olimpo.
Insuperable.
Hermosa y calentona.
YO: Estas haciendo muchas cosas perversas hoy... Tengo que ir a poner orden...
MAR: Y las que me faltan jeje...- Me sonreía en la boca..
Que hija de mil.
Todavía quería más?
YO: Ah si?
MAR: Ajam... va a ser tu castigo por tratarme así...
YO: Ufff
MAR: Mira si habrás cogido... que tenes toda la pija irritada mi amor...
YO: Si.. y vos como tenes ahí...
Se sonrió.
La turra se rió.
De seguro le ardía todo.
MAR: Me acabo de dar cuenta de algo, amor!.- Dijo con voz de trolita
YO: Que bonbóm?
MAR: Que me encanta ser putita... me dejas ser putita un rato más?
Se fue a la mierda.
Con dolor y todo, se me paró la verga como siempre.
Rígida, tiesa.
A cada momento, Mara me sorprendía más y más.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3916799/Repercusiones-XV-Final.html
There you'll find the complete book of Volume I of "Mi prima, Mara" with 493 pages, and the first 3 chapters of "Erica, mi hermanastra."
Also available is the fully rewritten book, with extended content and 3 extra chapters of Volume I of "Mi joven tía," 187 pages.
And, 5 chapters of Erica, mi hermanastra.
Prior clarification: This is a non-canonical story of "Mi prima, Mara," like "Fin de semana en lo de Fer"; "Mara y Jonas: El incidente," "Fantasía de Mara: El pacto," and "La noche no termina," continuing the events that occurred in the latter.
The truth is, I wasn't letting go of my cock for anything.
The way she was sticking her bum out.
What a slut!
On top of that, it looked delicious.
Bad.
I got tempted and pulled my cock out for a bit.
SAB: Nooo.- She said in a slutty voice.
ME: I can't take it, beautiful, I want to eat you.
I bent down a little and grabbed her bum with my hands.
SAB: Mmm, what are you going to do??
I buried my face in one go.
I gave her a pussy cunt with my tongue, terrible.
And how she started moaning.
Wildly.
It surprised me a lot.
I was going "aamm mm amm." Licking her all over.
I admit I was totally hooked.
Very horny.
She was face down on the bed, sticking her booty out badly, up in the air.
And me, rubbing my tongue like crazy.
SAB: Oooaa aaaaii aii.- She repeated wildly.
ME: Mmm, do you like me licking you all over?
SAB: Ooiii yes... beautiful.... aaaa
ME: You're so yummy...
She started moaning like crazy.
Now I really didn't recognize her at all.
What was wrong with her?
Didn't she care if someone heard her like this?
Was she doing it on purpose to Mara?
God...
Her bum was tightening more and more.
She was about to cum.
SAB: Ai ai yes... aaaaaaa.- She expressed decisively.
She squeezed her tiny ass like never before.
ME: Mmm, you came in my mouth, little piggy....
She couldn't even answer me, she was so out of breath.
She lay face down, unable to speak.
SAB: Me.... encantou...— Disse sorrindo.
Nunca tinha visto ela assim.
Tipo, louca. Mas no mau sentido.
Parecia que tava cochilando um pouco.
De repente, me veio a Mara na cabeça.
Inacreditável que eu só tivesse lembrado dela agora.
O que será que ela tava fazendo?
Me levantei com um pouco de dificuldade, por causa da posição prolongada em que tinha ficado.
SAB: Hmm, pera, vem cá!
EU: O que foi, gostosa?
SAB: Quero que você goze também...
Tava com o pau duro feito um ferro.
EU: Hehe, tudo bem...
SAB: Não, vem! Quer gozar na minha boquinha? — Exclamou incrivelmente enquanto tentava se sentar na beirada da cama.
Engoli seco.
Sério?
Já não era demais?
Ela me sorriu como se tivesse super extasiada.
Não dava pra dizer não.
EU: Tá bom...
SAB: Traz ele aqui...
Ela sentou e esperou eu me aproximar.
Toda suada e vermelha como tava, pegou meu pau.
Já tava escorrendo um pouquinho na cabeça.
Muita tesão.
"Siim, sua idiota" — ouviu-se lá de fora.
Era a voz da Gabi, acho.
O que tava rolando?
Sabri começou a chupar ele de novo.
Deus, como meu pau se sentia na boca dela.
Foda demais.
Pra piorar, ela fazendo isso assim, toda melada de gozo, eu não ia durar muito.
Não acreditava como ela tava, mas me fascinava.
Ela mamou um uns dois minutos de um jeito bem gostoso.
Saboreando minha cabecinha, lambendo meu tronco.
Eu tava segurando a bochecha dela e puxando a cabeça dela pra mim.
SAB: Vai gozar pra mim? — Exclamou com voz de puta.
Isso foi demais.
Me fez explodir.
Por que ela tava agindo assim?
Será que essa era a verdadeira Sabrina?
Uma garota infernal, se comportando assim comigo.
Era inacreditável.
Ela abriu a boca de forma submissa e meu pau começou a cuspir dentro.
Não saiu muita quantidade. Mas o suficiente pra ser safado.
Os olhos dela fechados deixavam tudo mais perverso.
Me curvei todo.
Ela me olhou bem tesuda e engoliu.
Uff.
Tinha tomado meu esperma.
SAB: Mmmm hehe
Ela pegou ele bem por baixo, apertando na mão pra tirar até a última gota.
No final, olhou nos meus olhos e deu um beijo molhado na minha cabecinha. Chuiik".
Ela sorriu pra mim e se jogou na cama.
SAB: Não demora muito! hehe.-
Falou como se soubesse que eu ia sair e voltar.
Fechou os olhos, deitada de lado, e relaxou.
Era impossível não ficar de pau duro o tempo todo. Tanto com ela quanto com a Mara.
Mara.
Agora sim dava pra ver o que ela tava fazendo.
Assim, de pau duro, caminhei até a porta. Sem pensar na imagem que ia encontrar.
Isso já era demais.
E tinha que parar ela o mais rápido possível.
Lá estava o Brian, sentado sozinho com a camiseta no sofá, bem aberto das pernas.
Inclinada no chão na frente dele, a Mara tava chupando a rola dele devagar.
Fiquei em choque.
Que?
Com ele também?
Do Franco dava pra entender. Ela ficar excitada com a porra do pau enorme que ele tinha.
Mas agora com o Brian?
Ela tava nua por cima.
E saboreando mais uma rola.
Era mais um boquete que ela tava fazendo. Outra pele entrando na boca dela.
Não parecia ela. Não.
E além disso, o jeito que ela fazia, totalmente à vontade.
Fui andando até ela.Não entendia a cena.
Então não tava apaixonada pela pica do Franco como eu temia. Queria se acabar de putaria.
Pra piorar, tavam filmando tudo.
Gabi apareceu do nada.
GAB: Você, vem pra cá...
Ela parou com a mão no meu peito e me puxou pra trás.
Não saía palavra da minha boca.
Tava totalmente em choque.
Mara não podia se comportar daquele jeito... Era inacreditável.
EU: Para, Gabi...
GAB: Não, não, não... você vem comigo... — Até ela ria da minha surpresa.
Ela me enfiou no outro quarto. O que tava vazio.
Eu fui olhando pra trás, me afastando, vendo como ela chupava aquela pica, toda vermelha e de olhos fechados.
Minha Mara, mais puta do que nunca.
Fernanda também apareceu.
Com certeza viu minha cara pálida.
O que deve ter chocado ela ainda mais foi minha pica, ainda dura, apesar da cena.
Senti como se tivesse desmoronando por dentro.
O lado bom, talvez, era que ela não tinha virado puta por causa do Franco e da pica dele.
Mas sim que foi ela mesma que pirou e decidiu passar dos limites.
É, um consolo bem merda. De otário.
Mas a real é que já nem sabia mais o que pensar.
E eu tinha dado liberdade pra ela fazer isso.
Mara tinha me pedido pra deixar ela brincar. Mas eu achei que era só isso, uma brincadeira besta.
Que ia bancar a putinha, mas só.
Bom, era a terceira pica que ela enfiava na boca, depois da minha.
E o mais foda, estando comigo.
Eu também sou culpado.
Cansei de transar com a Sabrina.
Sem camisinha, com beijo, carinho...
Nunca ia justificar o que a Mara fez. Claro que não.
Mas eu, de qualquer jeito que olhasse, era parte disso.
Pela primeira vez, acho que senti que já não ligava mais pro que ela fazia.
Será que deu tanta tesão pra acabar fazendo isso?
Agora sim, que acontecesse o que tivesse que acontecer...
Que eu ia vazar que nem um cuzão?
Ou ia encher ela de porrada pelo que fez?
Os dados já tinham sido lançados fazia tempo.
Agora era aguentar.
E claro, ia fazer o que eu quisesse.
Começando pela Gabi, que desde que me conheceu já tava de olho em mim.
Agora sim, ia comer ela sem me importar com nada.
Tempero extra, a Fernanda também entrou no quarto.
Ela era a patrocinadora dessa festa degenerada.
E agora ia saber o que era bom...
Tava meio cansado pra comer as duas de novo.
Tinha tido muita ação.
Quase o triplo dos outros.
Só faltava uma coisa...
É, ia mandar um viagra.
EU: Traz um comprimidinho... – falei pra Fernanda...
FER: Sim, certeza? Tá dura...
EU: Traz mesmo assim...
Gabi olhava toda surpresa.
Fernanda foi fazer o que pedi.
EU: Você queria transar comigo? – falei endiabrado.
GAB: Mmm desde o dia que vi sua rola na casa da Mar. – respondeu vindo na minha direção meio corada.
Ela me envolveu com os braços, me abraçando.
Veio direto na minha boca.
Óbvio que chupei ela.
E mandei língua até a garganta.
GAB: Mmmm cê tá salgadinho haha oomm. –
EU: Deve ser pela buceta da Sabri... – continuei beijando ela meio bruto.
Desabotoei o sutiã dela.
Os peitos deliciosos dela pularam pra fora.
Com a mão dela, pegou na minha rola.
EU: Quer limpar ela um pouco??
Ainda tinha os fluidos da Sabrina.
Sem falar nada, desceu até meu pau.
Não hesitou em meter na boca.
Segurei ela pelos cabelos, bem forte.
Ela sorria.
GAB: Mmm oomm pra que quer viagra?
Com a maior cara de puta, me chupou do jeito que eu tanto queria.
Não tava 100%, mas tava transformado.
Já não ligava pra mais nada.
Fernanda apareceu.
FER: E aí, vagabundos, começaram sem mim! haha
EU: Deixa aí... já pego.
Ela deixou na mesa de cabeceira da cama.
EU: Vem, tem pra vocês duas...
Fernanda me olhou com aquela cara de orgulho e se ajoelhou na minha frente.
Igual a amiga dela tava fazendo.
As duas começaram a me dar um boquete foda.
Deus, tava adorando essa de fazer qualquer merda e muito.
Duas novinhas chupando meu pau. Pau. E nenhuma era a Mara.
Que bagunça!
FER: Cês gostam de chupar ela comigo?? EU: Siiim... sorte que a Sabrina tá dormindo... senão, eu ia querer mais..
GAB: Quer que eu traga ela?? amm amm
EU: Não, não... fiquem aqui... tô adorando como vocês tão comendo ela.
FER: Ah é?? tava guardadinho, hein...
EU: Mmm sim, mas agora não... tirem a roupinha, deixa eu ver...
Como se estivessem esperando por isso há um tempão, elas tiraram a roupa sorrindo.
FER: Assim que a gente gosta, gato... finalmente ammm.- Falou saboreando meu pedaço.
EU: E você tinha que ajudar a Mara a ficar putinha pra isso??
FER: Jeje
GAB: Mmmmm como você se fez de difícil...
EU: Como tá a bunda, Fer??
FER: Uuuuu jaha epa epa... ainda dói, por quê??.- Disse enquanto elas se beijavam, com o pau no meio.
EU: Mmm tô afim de te comer um pouquinho...
FER: Tem a da Ga também...
GAB: Não, amiga, a minha é virgem jajaj
EU: Ah é??.- Falei surpreso. Não esperava por essa.
GAB: Sim, meu cuzinho ainda tá lacradinho...
EU: Que delícia... quer que eu estrele ele, linda??
Ela ficou paralisada me olhando.
Até a Fer se surpreendeu.
GAB: Tá falando sério pra mim??
EU: Claro.- Falei bem demoníaco.
GAB: É que... sei lá jaja... não é algo que se faça assim do nada... além disso... e o Brai??.- Exclamou toda desconcertada.
Era pesado o que eu tinha pedido.
Extremo.
FER: Olha, o Brai tá aproveitando um boquete dos bons, então não se preocupa com ele jaja
GAB: Jajaj mmm mesmo assim... não sei, meu deus, não, não jaja.- Tava nervosa
EU: Mm beleza, então me contento em brincar um pouquinho ali...
GAB: Tá bem jeje...- Pareceu falar mais aliviada
FER: Vou passar um creminho na bunda... de vez em quando começa a arder jaja
EU: Pode ir, a gente espera aqui...
FER: Claro que sim jaja já volto!
Antes de sair, deu um deep throat explosivo.
GAB: Amigaa jaja
Me fez ver estrelas.
FER: Mmmm Jonás... jaja já volto e te conto o que a putinha da sua mulher tá fazendo. Aqui, ó, têm bexigas!!
Como ela curtia, a filha da puta.
E eu não podia falar nada dela, porque não tinha capacidade de se enfiar numa farra com quatro caras magros igual fez.
A Mara tava passando dos limites.
Ela comeu o Franco.
Na oportunidade, o Martín, e agora tava dando mole pro Brian.
Mas se jogar numa farra daquele jeito, ela não conseguia.
Pelo menos é o que eu acho dela.
A Fernanda não tinha problema com nada.
Mas, enfim, ela me disse que fez porque era a gente. Me dando a entender que com outras pessoas não faria.
Mas... sei lá.
EU: Vem, fica de quatro...
GAB: Humm já?? – Respondeu tentada
EU: Sim, já quero te comer!!
Antes dela ficar de quatro, me empolguei e quis chupar os peitos dela.
Ela tava super a fim.
EU: Para!! Deixa eu ver seus peitos!
Ela concordou com o olhar.
Aí, me meti entre as pernas dela e me inclinei pra chupar as tetas dela.
Que gostosas que pareciam.
Uma vontade de lamber elas!
Depois de tanta enrolação, finalmente ia comer a Gabi.
Ou melhor, ela ia me comer.
Quando lambi um peitinho dela...
Maravilhoso!
Ela tava com uma cara de satisfação linda.
Como se tivesse esperando por aquilo há tempos.
E verdade, percebi que esperei demais pra fazer isso.
Que gostosos que estavam.
Chupava igual um louco.
GAB: Humm sim... assim!
Enquanto devorava eles, a ponta da minha roça batia na virilha dela.
Dava pra ver a cara que ela fazia ao sentir.
De propósito, eu mexia.
Deus.
Batia na buceta dela, entre os lábios vaginais.
GAB: Humm vai meter em mim, otário kkk
EU: Humm ahm seria errado??
GAB: Ah não... por mim, enfia assim...
O tesão era tanto que pensei em fazer.
Mas já era demais.
EU: Ou pode colocar a camisinha com a boca, linda!!
Eu tinha enchido os peitos dela de saliva.
GAB: Humm igual a Mar fez com o Fran??
Que filha da puta.
Tinha que falar, né?
EU: Sim, assim...
GAB: Humm que gostoso... mas primeiro chupa minha buceta um pouquinho...
Sem mais, desci pra vagina dela.
Ia saborear ela toda.
Me chamou a atenção como ela era bonita.
EU: Gabi, que buceta linda que você tem kkk – Saiu do fundo do peito.
Ela corou ao ouvir.
GAB: Bom, obrigada hehe
Enfiei minha cara entre as pernas dela. acaloradas e pude ver como uns fluidos pegajosos fechavam a portinha da buceta dela.
Uma vontade de lamber.
E foi o que eu fiz—
Com uma lambida, limpei os lábios da vulva dela.
Ela gostou. Tanto que, sem querer, me apertou com as coxas.
GAB: Desculpa hehe..
EU: Cê tá muito gostosa, Ga.... leamm.
Comecei a chupar ela.
O cheiro de buceta me invadia inteiro.
Mais uma buceta, tava na minha boca.
Mais delicada do que eu pensei.
Enquanto ela suspirava, segurando meu cabelo, com a ponta da língua eu passeiei o clitóris inteiro dela.
GAB: Aaaa, isso, chupa assim...
Peguei nos peitões dela e lambi ela toda.
Quase que deixei ela como se tivesse saído do banho.
Tava uma delícia.
Tanto que me surpreendi de não ter feito isso muito antes.
O gemido dela era diferente das outras.
Era meio mais forçado.
Genuíno, mas parecia que a sensibilidade toda dobrava ela.
Quando encostei minha boca com força no clitóris dela e lambi rápido, pensei que ela ia desmaiar.
Uns gritos que ela dava.
Fiquei durasso por fazer isso.
Pra caralho.
EU: Que vontade de meter sem camisinha... Deus..
GAB: Mmm a Mar me mataria hehe... oohh
EU: É?— Dava uns beijinhos "chuik" que faziam ela tremer.
GAB: Aham... mmm... Mar me falou que ia colocar balão no Brai, se transasse com ele...
EU: Mmmm tá...
GAB: Quer saber um segredinho pervertido dela??
EU: Fala aí...
GAB: Ela me disse que se segurou muito pra não usar com o Fran..
Ufff
Deus.
EU: Ah é?
GAB: Sim, mas não conta, hein haha.— Exclamou esfregando minha cara na buceta linda dela toda.
EU: Não, linda...
GAB: Sim, quando ela chupou ele no banheiro...
Que informação pesada.
Não sei se queria saber. Mesmo que me interessasse o lado mais puta dela.
EU: Foi isso que ela te disse??? Mmm
GAB: Sim... que se segurou muito pra sentar nele, de costas, e sentir ele todo dentro...
EU: De costas?
GAB: Sim, porque ela tinha vergonha dele achar que era uma puta por fazer isso e sem camisinha...
Foda.
Tava irreconhecível.
Pra falar a verdade. Cada vez mais depravada.
EU: Só por isso??.— Dando pra ela entender se por mim ela não pensou nisso também.
GAB: Mmm não sei... pode ser também, mas ela só me disse isso... Mesmo assim, depois elas se viram mais vezes... oohh...
Que filha da puta
Ela fez minha cock pulsar, isso que ela tava dizendo.
Apesar de quão terrível aquilo soava.
Fiz uma das minhas, não consegui evitar.
Apoiei a cock inteira na pussy dela e esfreguei bem entre os lábios dela.
Acho que fui longe demais.
Mas o sorriso macabro que a Gabi fez foi pior.
E não só isso.
Ela também pegou com a mão e esfregou com uma cara de prazer tremenda.
GAB: Fffff aaaaa. – Exclamou fechando os olhos.
Ela tava passando minha cock na pussy dela. Literalmente.

No podía contener más las ganas de penetrarla así. Toda la carne adentro.
Pero el único pedacito de mi ser que quedaba intacto, me hizo agarrar un forro de los que había al lado.
Debía hacer bien las cosas. O por lo menos, no tan mal.
YO: Vení bombón, ponemelo con la boquita...
GAB: Mmm me gusta este Jonás... jeje
Con cara de experta en la cuestión, tomó el profiláctico y se lo apoyó en la boca.
Me miraba sensualmente.
Me tomó de la cintura con ambas manos y cerró sus ojos, al apoyarlo en la cabecita de mi pija.
Sublime.
Y más aún, cuando lo fue metiendo.
Sus mejillas contraídas hacia dentro, hacían todo más chancho.
La tomé del pelo.
Que calentito se sentía.
Recorrió el trazo hasta la base.
Toda dentro de la boca.
Luego, se la sacó, dejando un hilo de saliva colgar de su boca.
GAB: Ahora ponemelá de una vez por todas...-Exclamó muy caliente y volteándose.
Le sonreí con mi cara de diablo, como diría el Sr. Estrella de la mañana.
Toda su cola y vagina depilada, a mi merced.
Que pendeja.
¿Como hice para contenerme tanto tiempo de cogerla?
Maldito respeto...
Antes de penetrarla, le metí la lengua un poquito.
Sí, entre los cachetes de la cola.
GAB: Mmmmm sucio...
YO: Te gusta que te chupe la colita?
GAB: Sí, más lenguita, dale... oohhh
Su cola virgen, estaba ante mí.
Su orificio anal, bien cerradito, era constantemente atacado por mi babosa lengua.
Como la hacía suspirar eso.
Y claro, era territorio desconocido para cualquiera.
Luego de chuparle bien el orto, me decidi a penetrarla.
No me quedaba mucho tiempo más para acabar.
Me había agarrado una leche tremenda.
De todas formas, pensaba en acabar y seguir hasta que ella termine.
Llevé mi verga a sus labios.
Ella movió el culito, acariciandomela.
Que putita hermosa.
YO: Mmm no te dice nada tu novio de esto?
Jugaba que se la metía y la sacaba de sus labios.
GAB: Aaaa no creo... estando con Mar, ni se debe acordar...
YO: Ah si??.- Le abría la cola con las manos.
GAB: Desde la otra vez que se muere por cogersela... olvidate... mmm
Se la metí.
Ni lo pensé. Bien adentro.
Por lo que había dicho.
Su gemido se habrá escuchado desde la calle.
No porque tuviera una mortadela, si no por el hecho de que finalmente, estaba garchando conmigo.
GAB: Ooooohhh... John... dios... me la pusiste...
Empecé cogerla.
No podía creer que estaba empernandome a Gabi...
YO: Mmm te habrá escuchado tu novio gritar... que chanchita...
GAB: Oohh, si? perdón...
YO: Mmm me gusta... estas divina Gabi...
GAB: OOhh... no puede ser aaa...
YO: Que cosa??
GAB: Que no hayamos hecho el cambiaso antes... ahhh
Uufff
YO: Ah si?? te parece??
GAB: Ohh... no pares.. sí, se lo había pedido a Mar... pero no había querido...
YO: Mmmm no sabía eso.... que hermosa!
GAB: Y eso que se había paspado la cara de tanto tirarle la goma a Fran... pero no quería...
Dios...
Como hablaban de ella.
YO: Finalmente quiso...
GAB: Ohh... sí... ya no pudo contener más sus ganas de coger como prostituta... aaa.-
Era verdad.
Totalmente.
Se habían destapado todas.
YO: Mmm las cosas que habras oído hoy...
GAB: Jeje, no te imaginas... que grande la tenes, eh!
YO: Te gusta??
GAB: Si, mucho ohhh, está dobladita jeje
YO: Para mas placer...
GAB: Mal....
La levanté, agarrándola de las gomas.
Pegó un suspiro tremendo.
Se empezaron a oir como cachetasos en la cola.
Yo, mientras tanto, le comía el cuello sensualmente.
Que rica pendeja.
Me estaba gustando posta este delirio sexual.
Se tentó y me dio un beso de costado.
GAB: Un besito, jeje...
Por supuesto que se lo devolví, pero con lengua.
Empezó a gemirme en la boca.
No me quedaba mucho más.
No aguantaba tanta perversión.
Y parecía que ella tampoco, ya que fruncía el ceño, de forma muy hot.
Fernanda volvió.
FER: Ah bue... y yo? jeje
No podíamos hablar demasiado por el agite.
Solo le sonreíamos.
FER: Mmm me voy a poner por acá...
Se puso a ver como cogíamos.
Que pendeja esta Fernanda, je.
Yo le estaba dando por detrás a Gabi. Increíblemente.
Se había dado.
"a aa a a a" respiraba de forma muy rápida y porno.
Habíamos entrado definitivamente en el mundo de la perversión.
FER: Mmm... ustedes cogiendo.. que raro que se ve jajj
YO: Ah... sssi?.- Le dije algo forzado
FER: Si, pero moooooy lindo jaja... Debería ver a la putita de tu mujer ahora...
Uuff
YO: Jee..
FER: Queres saber que está haciendo? o preferís ver los videítos después?
GAB: Mmmm decile.... aaa aa... que se pone mas loquito..
FER: Mmmm ahora estaba completamente arriba de él... se puso globito, quedate tranquilo
YO: Oohhh......
FER: Dudó un poquito, pero terminó sentandose sobre la pija de Brai...
GAB: Mmm mmm mm y ahora que?? Aaaii.- Recibía toda mi calentura.
FER: Mmm no sé.. cuando entré lo último que ví, fue que tenía las tetas apretadas contra la cara de él.
Imaginarme eso me hizo estallar.
Se la empecé a dar mas duro a Gabi, que emitió sus gemidos teatrales frente a la excitada Fernanda.
Le mordí suavemente el cuello.
Fue su extasis.
Con un grito tremendo y forzado, se fue hacia delante y largó lo insostenible.
Fue un orgasmo letal.
No lo aguantó.
Yo, enérgico como nunca se la saqué delicadamente de adentro.
Pude percibir en su casi desmayo, el gesto cuando la retiré.
Fernanda observaba todo, tocándose.
Con algo de dolor en la enrojecida verga, salí en busca de Mara.
Podía ver su cara de placer desde lejos.
Brian le comía las tetas, ella se movía sobre él de forma muy lenta.
Mordiéndose los labios y con los ojos cerrados, apuntando hacia el techo, se comía esa verga completa.
En el sillón de al lado, estaba Martín en bolas, como si esperara su turno, mirando con mucha calentura. Al lado, había un recipiente con forros usados.
Era cualquier cosa.
Me acerqué a Mara y la tomé fuerte de los pelos. Pasionalmente, no violento.
Ella abrió los ojos. Le costaba volver de la concentración.
Brian, no sé por ebrio o emocionado, ni se percató.
MAR: Amor....- Se limitó a decir con cara de excitación.
Sin dudarlo, le di un beso salvaje en la boca.
Me suspiró.
Con una mano me saqué el forro y dejé de besarla.
Mi verga erecta y mojada, latía frente a ella.
Ella me miró.
Le puse la pija apuntando a la boca.
Que calentura que tenía.
Se quedó un toque, pero luego se la comió sin decirme nada.
Martín no creía lo que veía.
Mientras cabalgaba sobre Brian, cabeacaba sobre mi verga.
Estaba toda sudorosa ya. Sus cabellos casi mojados.
Quien sabe hacía cuanto estaba moviendose toda.
Por la música y su aparente relax, casi que ni la oía gemir.
Yo solo fui a buscarla para acabar.
Sus mojadas tetas se despegaron de Brian.
Increíble como las tenía empapadas.
Saltaban de forma muy rica ante cada movimiento.
Nunca la hubiera imaginado así de enfiestada.
Pero ya era tarde para lamentos.
Verla así me hizo ya casi venirme.
Antes de hacerlo.
Se la saqué de la boca.
Con mi mano izquierda le levanté suavemente la cara desde la pera.
La miré fijamente mientras me tocaba para acabar.
YO: El que te quiera dar un beso, va a tener que pasar por esto...
No resistí más.
3 chorritos de esperma salieron de mí. No era demasiado, pero sí suficiente.
Cerró los ojos por el efecto.
Le había acabado en la cara.
Con mi mano le pasé la pija por toda la cara, esparciendo la leche que tenía impregnada.
MAR: Mmm je...- Se limitó a expresar.
Le había hecho una maldad.
La dejé con todo el rostro embadurnado.
Mejillas, nariz, labios, pera.
Sumado al olor a pito que ya traía encima.
Me di media vuelta y me fui para el baño a refrescarme.
Era la primera vez que la trataba de esa forma. Tan objeto.
Mientras me bañaba en agua fría, pensaba en que había pasado por su cabeza para actuar así. Tan “no ella”.
Muy desatada, promiscua.
Había cogido con todos.
No podía si quiera creer como sonaba eso.
Se abre la puerta del baño y alguien entra.
Era Mara.
Toda transpirada y con rostro de cansancio.
Aun tenía la cara toda brillosa de la leche que le había tirado.
Nunca la había visto así, tan enfiestada.
MAR: Puedo?.- Me preguntó para entrar como con vergüenza.
YO: Si, entrá...
Tenía las tetas un poco coloradas. La zona de los pezones sobre todo.
Terrible chupada de tetas le habrá pegado pegado Brian.
Me corrí un poco para que se enjuague toda la asquerosidad ajena portaba encima.
La miraba mientras el agua le caía.
Mi Mara, portandose como toda una puta.
La veía de espaldas, con su terrible orto levantado.
Ese culo que esperaba que no haya sido usado por ninguno.
La contemplé en silencio por unos minutos.
Su piel me llamaba.
Ese rostro diabólico angelical.
Quien diría que se había pegado terrible partuza.
No resistí y la abracé por detrás.
Agarrándola de las gomas.
Mi verga se dobló toda aplastada entre medio de los cachetes de su cola.
Me sonrió y agarró de la cara.
Me salió besarla en el cuello.
Después de todo, era mi Mara.
Había extrañado su cuerpo, su olor.
MAR: Hermoso...
La besaba toda mientras la tomaba de sus tetas.
No podía soltarla.
MAR: Por qué me hiciste eso antes?.- Me preguntó tranquila. La había tomado por sorpresa.
YO: Te molestó??
MAR: No, pero sabes que soy tuya... No tenes que demostrar nada...
YO: Solo sentí ganas de hacerlo...
MAR: Seguro??
Se dió vuelta a comerme la boca.
Que diosa del olimpo.
Insuperable.
Hermosa y calentona.
YO: Estas haciendo muchas cosas perversas hoy... Tengo que ir a poner orden...
MAR: Y las que me faltan jeje...- Me sonreía en la boca..
Que hija de mil.
Todavía quería más?
YO: Ah si?
MAR: Ajam... va a ser tu castigo por tratarme así...
YO: Ufff
MAR: Mira si habrás cogido... que tenes toda la pija irritada mi amor...
YO: Si.. y vos como tenes ahí...
Se sonrió.
La turra se rió.
De seguro le ardía todo.
MAR: Me acabo de dar cuenta de algo, amor!.- Dijo con voz de trolita
YO: Que bonbóm?
MAR: Que me encanta ser putita... me dejas ser putita un rato más?
Se fue a la mierda.
Con dolor y todo, se me paró la verga como siempre.
Rígida, tiesa.
A cada momento, Mara me sorprendía más y más.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3916799/Repercusiones-XV-Final.html
14 comentários - Repercusiones XIV
Ahora, yo entiendo lo de "no canónico", pero si el relato se llama REPERCUSIONES, cuáles son éstas? Afectan la relación Mara-Jonas? O estamos ante una "realidad paralela" que nada tiene que ver?
Cuántas horas tiene un día en este relato? jajajaaaa.
Como siempre, muy caliente el relato hiphop911, van mis 10!
De todas formas, podrías preguntarle a tu novia si por morbo sería capaz de enfiestarse con tres amigos tuyos mientras vos hacés lo propio con sus amigas en el mismo lugar.
Me parece que hay
Al menos yo como Augusto no le veo nada tan descabellado, sobretodo siendo que el autor ha dicho muchas veces que el punto de esta versión no canónica es ese, adentrarse en la versión más morbosa posible de Mara y Jonas.