Há uns meses, meus pais começaram a me mandar num psicólogo que um amigo da minha mãe recomendou e morava perto de casa. Na primeira vez que fui, meu pai me levou e em uma hora vinha me buscar. Quando vi ele, achei bonito, uns 50 anos mas bem de físico, dava pra ver que malhava. Ele me levou pro fundo de uma casa grande antiga, mas ele morava nos fundos e ali atendia os pacientes. Era a sala de estar da casa dele: uma TV de 50 polegadas, uma bicicleta ergométrica, uns halteres, tudo bagunçado, e a cozinha também era pequena. Sentei num sofá de três lugares bem usado, duro os almofadas, mas tudo bem, é por uma hora, falo qualquer merda e vou embora. Ele sentou na minha frente num sofá mais novo kkk e com um caderno. "Bom", ele disse, "segundo seus pais, você está meio triste. Me diz o que te deixa triste, me conta o mais profundo, não se segura, tudo fica aqui" kkk ele falou. Bom, comecei a falar solto, contei da minha família e de como me sentia reprimido às vezes. E aí ele começou a me questionar sobre isso, por que eu tô deprimido, como se soubesse que eu curto homens às vezes. Notei que ele começou a se mexer, tipo pra esconder o volume. Isso me deixou com tesão pra caralho e comecei a jogar, contando que desde que vi o pau do meu pai, comecei a sentir atração por volumes de homem. Ele disse que é normal, as primeiras partes sexuais que a gente vê são dos nossos pais e tal. Mas aí falei que com uns 10 anos comecei a usar a calcinha da minha irmã e adorava ser menina. O pau dele ficou duro pra caralho, não dava pra esconder, e isso me deixava com muito tesão. Tipo, virei minha bunda de lado e marcava o cu gostoso, fiquei atrevido e falei que uma vez coloquei o pau grosso, preto e peludo do meu pai quando ele tava bêbado, e gostei tanto que passei a noite inteira colocando e tirando aquela carne gigante, que não sabia que ia no meu cu, senão teria colocado como um machinho cuzudo. E bom, eu queria dar pro meu psicólogo, mas ele não tinha coragem de dar o primeiro passo. Então eu virei de costas pra ele, apoiei minhas mãos no... O fogão a lenha, eu tirei o moletom e, ao ver minha bunda, senti uma respiração de animal e ele se aproximou, tipo como um jogo. Ele mostrou a pica dele na altura da minha cintura e minha mão roçava nela. Era um pau grosso, cabeçudo pra caralho e bem venoso, tava no grau. Eu fiquei de duas maneiras: queria comer como uma puta aquela pica, mas também queria meter na boca devagar pra saborear bem, pelada. Ele começou a apontar pra minha bunda, as bochechas, o buraquinho parecia inacessível. Minha bunda toda molhada por um pau, nunca tinha feito aquilo, era incrível. Como ficava suculento meu cu, tipo pedindo a pica pra dentro já, mas ao mesmo tempo queria bem devagar. Nunca tinha provado um pau tão cabeçudo e não imaginava que ia gostar, mas que não doesse. Essa é a incerteza que se sente quando um homem tá com a pica na porta do seu cu e, bom, a gente deseja que ele meta a carne dentro da gente sem causar dor, só prazer. E às vezes dói no começo, mas com o movimento da pica dele você vai gostando tanto que acaba sentando você mesma. O psicólogo começou a meter a pica dele devagar, e eu comi com meu cu de uma vez, e doeu um pouco por causa da cabeçona dele, e depois continuou. Ele começou a enterrar tudo bem devagar e eu perguntei se ele já tinha ficado com caras, e ele disse que como eu, nunca. Ele tirou e gozou, meu pai chegou e eu saí rápido. Aí termina a primeira vez, a próxima outro dia...
3 comentários - Mi sicologo me hacía terapia de pitó en todos mis agujerit