Mi madre y mi hermano - El día después del pecado.

Um relato incestuoso onde começa a aparecer a tensão entre minha mãe e meu irmão, e a dificuldade de levar uma relação incestuosa.


Depois do que aconteceu, o tesão pegou fogo de novo. Mamãe voltou a fazer as "visitas pra limpar o apartamento" do meu irmão. Ela se punha a limpar e levantava bem a bunda, cuidando pra ele ver e não perder nenhum detalhe dos atributos dela. Às vezes, ficava horas no apartamento.


Quando não podiam, faziam videochamada, e quando ela não aguentava esperar, se adiantava e mandava uma fotinha.

Mi madre y mi hermano - El día después del pecado.



Foi assim, um dia às duas da tarde, meu irmão recebeu uma foto no WhatsApp. Era uma mensagem da mãe.

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Posso ir?


Não dava pra negar essas tetas. Valia a pena largar o trampo de lado pra provar esses peitos.


O interfone tocou e meu irmão foi atender. Não esperaram chegar no quarto, já estavam se apalpando no elevador. A mãe tava com um suéter, mas sem sutiã por baixo. Quando saíram, tiveram que se segurar porque tinha uma vizinha. Ela não viu nada. Entraram no apê e continuaram a pegação.


As notificações dos e-mails tocavam no laptop enquanto minha mãe cavalgava. Subia e descia devagar, aproveitando cada segundo.


Estavam dando um bom uso pro sofá que tinha na sala. A mamãe gemia sem nenhuma inibição.


depois colocou ela de quatro e começou a meter de novo. O tesão do proibido aumentava a excitação dos dois. Pra falar a verdade, ele adorava ter ela de quatro. Era menos chocante ver que era a mãe dele e ficar olhando pra aquele rabão.

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Ahhhh, gemendo enquanto goza dentro dela.


Nãooo, já? Ela disse meio decepcionada. Parece que queria continuar.


Ela ainda não estava satisfeita. Mas alguns temas começaram a aparecer. Ele disse que estava com pressa e precisava trabalhar. Mas a verdade é que começava a sentir culpa por fazer aquilo com a mãe. Curiosamente, ela era a mais liberal nessa parada. Mas cada vez eu notava meu irmão mais distante de mim. Como se evitasse contato, como se alguma coisa desse vergonha nele.


A mamãe ficou mais um tempinho no apê, era uma mulher de personalidade forte e às vezes podia ser um pouco intensa. Ela percebeu que ele queria ficar sozinho e foi embora meio pistola. Naquela noite e nos dias seguintes, não teve nem videochamada, nem fotos, nem nada.


Eu percebia minha mãe de mau humor. Estranhamente, por um tempo, ela ficou muito mais relaxada e contente, e agora voltava ao normal.


Também achei estranho que minha mãe começou a postar status no WhatsApp, status onde dava pra ver o corpo inteiro dela tentando ser gostosa. Foi estranho pra mim ver aquilo. Mas não prestei muita atenção. Não perguntei por que ela postava aquilo.


Se eu perguntei sobre a roupa dela, já que ela tava mais gostosa que o normal. Ela falou algo evasivo, mas não dei muita bola. Ela achava que ele tinha uma puta por aí e por isso tava deixando ela de lado.


Meu irmão viu um dos stories dela, mas já não queria cair nessa. Tinha que recuperar a relação como era antes. Já era sabido que isso ia acontecer. Não se falavam e a parada tinha ficado tensa. Tava chegando perto das festas e não era o ideal estar assim agora. Mas fazer o quê, tinha que ver como as coisas iam andar.


Trocaram umas mensagens sem tocar no que tinha rolado no outro dia, sem falar nada de sexo. Só conversando sobre coisas normais de mãe e filho.


No dia seguinte, ela passou lá no apê.


Oi?


Sou eu, filho, é a mamãe.


Mãe? O que cê tá fazendo aqui? Não me avisou que ia vir.


Bom, mas eu vim, por quê? não posso?


Aí embaixo...


Será que ele tava com a puta e por isso não queria fazer ela entrar?" pensava ela.


Meu irmão abriu a porta de baixo pra ela e eles conversaram.


Quero entrar, trouxe umas coisas pra você.


Posso entrar ou você tá com alguém?" Ela perguntou na lata.


Não, mãe, não tem ninguém. Pode entrar." Ele disse, quase resignado.


Dessa vez não teve apalpada no elevador nem nada disso. Entraram no apê e a mãe deixou umas paradas na geladeira.


Ah, vi que você limpou." Ela disse.


Sim, tava nessa. Já tava quase terminando.


Aí, e aí, por que não me mandou mais mensagens? Tava ocupado?


continuou investigando.


Algo assim, muito trampo, mana.


Ela tentava se aproximar, mas ele a evitava sutilmente até que teve que dizer:


Olha, mãe, é melhor a gente parar com isso. Já tá indo longe demais.


Mamãe ficou de boca aberta.


Ah é?


É, não tô legal com isso. Também não posso fazer isso com meu irmão.


Fazer o quê? Se este é o nosso segredo.


Eu sei, mas não posso continuar assim. Espero que você entenda.


Mamãe ficou em silêncio.


RING. A campainha quebrou o silêncio.


Ora, não era que você não esperava ninguém?

É um amigo, mãe. Então, é um amigo?" A mãe atendeu o porteiro e, de fato, era uma voz de homem.


Bom, me apresenta ele. Não tô afim de ir embora ainda.


Dá-lhe, mãe. Ele falou. Um pouco cansado disso." Na real, ele mesmo tinha se metido nessa situação.


Bom, vou descer pra abrir.


Mamãe ficou sentada no sofá vendo TV.


Daqui a pouco sobe o amigo do meu irmão. Tinha mais ou menos a idade dele e um corpo mais gostoso.


Oi, disse o cara todo simpático. Me chamo Juan. Prazer.


Carla, sou uma vizinha, uma amiga, digamos.


Meu irmão não sabia do que a mãe dele queria brincar.


É.. a Carla já tava indo embora agora mesmo.


Ir embora? Mas acabei de chegar. Ainda é cedo. Por que a gente não divide uma dessas?" — disse ela, apontando pras cervejas que o Juan trouxe.


Meu irmão aceitou de má vontade. Mamãe tava bem simpática e o Juan puxava papo com ela. Era carismático, filho da puta. Parecia que tinham uma boa química. De vez em quando ela dava uma olhada pro meu irmão. Que não parecia nada feliz com a situação, na verdade tava desconfortável.


Já tinham bebido uma garrafa inteira e a mamãe tava no banheiro.


Pô, a vizinha é gostosa, hein." Juan falou pro meu irmão, que parecia ainda mais desconfortável.
Tá pegando ela?


Não sabia bem o que responder, mas disse que não.


Já tinham aberto a segunda garrafa e estavam bebendo. A mamãe estava mais simpática e mais perto do Juan, e o cara, que era meio mão boba, ficava passando o braço nela de vez em quando. Já tinham entrado na confiança, sem dúvida.


Daí a pouco já não tinha mais cerveja.


Juan se ofereceu pra comprar. Então pegou as chaves e falou que já voltava. Ficaram os dois sozinhos.


Mamãe, o que cê tá fazendo? Posso saber?" ela repreendeu.


Nada, filho. Só tô falando com seu amigo. O que é que eu vou fazer?


Já deu, pode parar com isso?


Mamãe sorria de forma maliciosa.


Daqui a pouco o Juan chegou e eles tomaram mais breja. A mãe não era de beber, por isso bateu mais rápido, mas ela não continuou tomando.


Não, vamo ver se depois eu faço alguma coisa que me arrependo kkk." Disse entre risadinhas.


A noite seguiu de um jeito agradável, pelo menos pra eles dois. Meu irmão não tava curtindo nada.


Bom, acho que já é hora de ir.


Você tá longe, Carla? Quer que eu vá te buscar?


Mmm não, não estou longe. Mas você pode me alcançar." Tava meio "animada".


Por que você não pega um Uber? Além disso, você tava bebendo.


Não tem problema, tô de boa. Fica tranquilo que vou levar sua vizinha e volto. Falou o João.


Meu irmão não conseguiu fazer nada. O amigo dele tava levando a mãe dele embora. E ele não sabia do que era capaz. Sentia uma impotência fodida pelo que tava rolando.


Agora eu venho", disse João, piscando um olho pra ela. Tudo aconteceu muito rápido e num instante já tinham ido embora.


Uma espécie de desespero começou a tomar conta do meu irmão, o amigo dele ia comer a mãe dele. E ele ali, sem fazer nada. Será que ela seria capaz de ir tão longe por despeito? Não conseguia acreditar. Cada segundo era uma agonia.


Sabia como era o Juan e a fama dele com as mulheres. Como ele pegava geral e a mão boa que tinha com elas. Minha mãe, despeitada e já de pilequinho, não ia oferecer resistência.


Já tinham se passado 20 minutos. O apê era perto de onde a gente morava.


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Chegou uma mensagem dele perguntando se eu já tinha chegado, mas respondi que não. Nossa mãe ainda não tinha chegado. Ele tava impaciente, puto com todo mundo e consigo mesmo. Ele podia ter evitado isso. Com certeza aquele filho da puta do Juan queria levar ela pro hotel.


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A espera foi eterna. Foi um suplício. Tava mais confuso do que antes.


Ouvi a chave entrando na fechadura e ela deu um pulo. O João tava entrando.


E aí, o que aconteceu?" — eu o encarei.


Nada, eu, não rolou nada. Não teve jeito." Disse resignado.


Meu irmão escutava ele atento.


A madura não quis nada, parecia que tava com tesão no carro. Passei a mão nela, mas não quis descer. Só me deixou de pau duro à toa. Não quis ir pro motel. Falou que não podia, que tava enganchada com alguém.


Foi como um bálsamo pra alma do meu irmão. Um alívio. Enquanto isso, eu vi minha mãe entrar quase bêbada. Eu não entendia nada. A aparência dela mostrava satisfação.


Naquela noite, ela se tocou na cama. Imaginava o que teria acontecido com Juan no carro. Deixava a imaginação voar enquanto se estimulava. Imaginava a pica e ficava louca de tesão. Ficou assim um bom tempo até chegar ao clímax.


Fico deitada e só tinha uma certeza. Precisava de uma pica nova.

1 comentários - Mi madre y mi hermano - El día después del pecado.

Estaria bueno que el hermano que se quedo afuera le haga reclamos celoso y y se origine algo