La amiga de mi tía

Eu tinha estreado com a Carmen, uma amiga da minha tia. Eu tinha 17 anos e ela 35, recém-casada. Na época, não sabia o que ela tinha visto em mim, mas ela tomou a iniciativa e eu não consegui me segurar. A gente se encontrou quatro vezes: uma na minha casa, duas em motéis e a última na casa dela, na cama dela. Ela me ensinou tudo, desde a preliminar, a chupar a buceta dela e a receber bem, segundo ela. Depois desses encontros, a gente não se viu mais. Ela tinha brigado com a minha tia, e isso fez com que não quisesse me ver. Tentei me aproximar, mas ela não deixava, sempre dava desculpas.

Quinze anos depois, a gente se reencontrou, e é aqui que começa a história. Fui com meus amigos para um bar, tudo na clandestinidade por causa da pandemia, e ela entrou com uma amiga. Nunca mais esqueci dela. Tive namoradas, encontros com outras mulheres, mas nunca consegui esquecer tudo o que ela me ensinou, tudo o que aprendi. Ela me olhou, mas acho que na hora não me reconheceu. No entanto, quando fui ao banheiro, a gente trocou olhares e vi que ela falava com a amiga. Quando saí do banheiro, ela me cumprimentou de longe, e eu fui até lá. Cumprimentei ela e a amiga, e elas me deixaram sentar na mesma mesa. A gente começou a falar rapidamente sobre tudo o que tinha acontecido ao longo dos anos em que não nos vimos. A amiga ficou meio de lado, e a gente continuou.

Depois de meia hora, acho, a amiga se levantou, meio ofendida, cumprimentou a Carmen e a mim, e foi embora. Ficamos nós dois sozinhos, pedimos uns drinks e continuamos conversando.

Nicolau: Você se separou? Minha tia me contou.
Carmen: Sim, já não estava dando certo. A gente nem se olhava, não dava pra continuar. Além disso, agora tô numa outra vibe.
Nicolau: Como assim, outra vibe?
Carmen: Buscando coisas novas, experimentando.
Nicolau: Gosto disso. Tipo o quê?
Carmen: Mulheres, na maioria das vezes.
Nicolau: Como assim?
Carmen: É, uns anos atrás, uma amiga do trabalho começou a dar em cima de mim e eu pensei "foda-se". Depois do trabalho, fui na casa dela e me diverti pra caralho. Depois disso, ela me apresentou pra todas as amigas dela e eu fiquei com elas. Mas ainda curto uma rola. É como se eu tivesse deixado um pouco de lado, mas... Mesmo assim, semana passada fiquei com um cara.

Minha pika começou a ficar bem dura e ela sabia disso.

Carmen: Agora quero experimentar tudo, quero fazer ménage, quero transar com mulheres, homens, travesti, sei lá, quero fazer de tudo.
Nicolás: Com travesti também?
Carmen: Sim, outro dia quase tive a chance, mas não rolou. Não perco as esperanças. E você?
Nicolás: Quero um ménage, nunca fiz.
Carmen: É maravilhoso, já estive com duas mulheres e com um homem e uma mulher, mas nunca com dois homens, é o próximo que quero.

Eu tava mudo, só queria ouvir ela e deixar minha pika dura.

Carmen: Se eu organizar um ménage com dois homens, você topa?

Eu hesitei um pouco, mas aceitei e confirmei.

Carmen: Beleza, me dá cinco minutos e a gente vai. Já tá dura.
Nicolás: Muito dura.
Carmen: Mostra pra mim.
Nicolás: Aqui?
Carmen: Sim, quero ver ela de novo.

Eu fiquei do lado dela, abaixei o zíper da calça e tirei ela. Carmen pegou na minha pika e começou a me masturbar, por um tempo, até chegar uma mensagem.

Carmen: Vamos?
Nicolás: Espera eu broxar.
Carmen: Impossível, tô no carro. Vamos rápido.

Tive que aceitar e ir, a pika tava escapando da calça, mas a vontade de foder era mais forte. Rapidão saí e entrei no carro. Andamos duas quadras, ela estacionou, mandou eu abaixar a calça e começou a me chupar.

Carmen: Humm, que gostosa que tá, me lembrou uns anos atrás.
Nicolás: Eu também.

Carmen continuou chupando e parou de repente. Sentou de novo e falou "espera a gente chegar no apê".

Depois de uns minutos, chegamos na casa dela, na porta tinha uma mulher esperando. Carmen saiu do carro, esperou eu fazer o mesmo, fechou o carro e foi correndo abraçar ela. Depois me cumprimentou e se apresentou como Cláudia, era uma gostosa, eu não acreditava. Entramos no prédio, Carmen morava no 16º andar, passamos o primeiro andar e ela apagou as luzes do elevador. A gente se apalpou todo mundo, eu tava pegando na bunda da Cláudia e nos peitos da Carmen ao mesmo tempo. As duas Enfiaram a pica em mim. Abaixei os braços para apalpar as bucetas das duas, peguei primeiro na da Carmen, mas a Claudia não me deixou chegar, me segurou antes e isso me excitou ainda mais. Chegamos no apartamento, a Carmen ofereceu uma bebida e já se pelou toda. A Claudia fez o mesmo, mas sem tirar a calcinha. E eu não ia ficar pra trás, fiquei pelado e a Carmen veio, se agachou e começou a chupar. Depois de um tempo, chamou a Claudia e agora eu tinha as duas chupando minha pica, faziam de vez em quando ou as duas ao mesmo tempo, batiam as línguas e isso deixava ela mais dura. A Claudia começou a descer, chupou minhas bolas, a virilha e foi descendo enquanto eu olhava a Carmen chupar minha pica como nunca antes. A Claudia começou a chupar meu cu, enfiava a língua entre as nádegas e me excitava, eu tava com a pica enorme e bem dura. A Claudia se levantou, ficou perto de mim, quase colada, e tirou a calcinha. Eu me descuidei por um momento e a pica enorme da Claudia bateu no meu peito, não entendia nada e vejo a Carmen dando um sorrisinho. Quando vi a pica da Claudia, não acreditei, era enorme e eu agarrei, comecei a masturbar. Depois de uns minutos, levei à boca. A Carmen tava chupando muito bem e eu tava chupando a da Claudia, pela primeira vez chupava uma pica. Depois, a Carmen se levantou e nós dois chupamos a pica da Claudia, pude sentir o pré-gozo dela e trocar com a Carmen. A Claudia se afastou um pouco, pegou uma camisinha, colocou em mim e sentou em cima, a gente trepou um tempo e depois a Carmen colocou uma camisinha nela e sentou. Nós três trepando. A Carmen saiu, a Claudia levantou e foram pro sofá. A Claudia deitou e a Carmen por cima. Fui pro sofá e comecei a chupar o cu da Carmen, entendi que íamos fazer uma dupla penetração e foi isso. A Carmen me deu um óleo e passei no cu dela e na hora enfiei, senti a pica da Claudia e depois de uns minutos gozei. As duas continuaram, mas eu sentei e fiquei olhando elas trepando. Depois de um tempo, a Carmen Ela saiu, tirou a camisinha, chupou ele e todo o leite ficou na boca da Carmen, elas se beijaram trocando a porra da Claudia, até que Carmen engoliu tudo. O que vem depois, é pra outra história...

6 comentários - La amiga de mi tía

imptesionante relato. que lindo seria algo asi