Esta é minha primeira história, totalmente real, aconteceu em março, mas não sabia se contava aqui. Minha namorada se chama Carolina, tem 22 anos e está cursando a faculdade. Ela é loira, cabelo liso que vai até a cintura, pele branca, olhos castanhos claros, baixinha (1,60m), mas com pernas longas e grossas, magrinha com quadril largo (90cm), peitos lindos e naturais de 87cm, um rostinho lindo, inocente quando quer e lábios grossos que parecem deliciosos. Os pais dela são brasileiros, mas ela nasceu no México, assim como eu. Minha mina é uma gostosa, sério, não sei como ela reparou em mim, mas talvez tenha sido pela estabilidade financeira. Ela sempre usa salto alto, vestido curto ou minissaia, porque tem umas pernas lindas e adora exibir. Sempre vai com decote e todo mundo assedia ela. Às vezes se veste bem provocante e isso me incomodava antes, mas depois do que vou contar, foi o de menos. De mim não tem muito o que dizer, tenho 27 anos, sou bonitinho, mas nada demais, e tenho um pau médio. Ela sempre foi muito fogosa, e a verdade é que eu nem tanto. Estamos juntos há 4 anos e a monotonia do sexo já tá aparecendo. Sempre soube que ela era muito safada, e ela me contou suas aventuras passadas: perdeu a virgindade aos 14 anos e já teve vários parceiros sexuais. Mas nunca imaginei o quanto ela era fogosa. Tudo aconteceu numa sexta, quando a convidei pra minha casa. A gente tava no meu quarto pegando fogo, nos beijando apaixonadamente, nos tocando e esquentando. Vocês precisam saber que a janela do meu quarto fica a uns 3 metros da janela do quarto do vizinho. O vizinho é um moleque de apenas 17 anos, um negro caribenho, mais alto (1,80m e eu tenho 1,70m) e mais forte que eu. Sempre odiei ele, porque era muito metido e zombeteiro. Vivia fazendo comentários indecentes sobre minha namorada, tipo "que gostosa sua mina, que inveja de poder comer ela todo dia", "certeza que fode gostoso sua loirinha", até na frente dela falava, sem olhar pra ela, Que delícia que a Carolina tá hoje, hein." Eu só fazia cara feia pra ela, nem dava bola, e minha namorada não falava nada. Voltando à história, a gente tava muito no fogo, ela já tinha perdido o top e eu tava chupando aqueles peitinhos rosados lindos dela, quando de repente toca o telefone do trampo. Eu era obrigado a atender, tinha uma emergência com um cliente e eu precisava ir pro escritório na hora. Óbvio que a Carolina não gostou nada disso, deixar ela assim toda molhada e com tesão deixou ela puta da vida comigo. Falei que não tinha escolha, ela sentenciou que ia terminar o que eu tinha começado sem mim, enquanto puxava o vibrador dela, e eu fui embora sem ela nem se despedir. Pouco depois cheguei no escritório e recebi uma mensagem do vizinho: "Fala Victor, beleza? Cê tá em casa?" Eu respondi que não, e perguntei o que ele queria. "Mas acho que sua casa não tá vazia, né?" Eu: "Não, a Carolina tá aí, por quê?" "Deixou sua mina sozinha? Não devia fazer isso, Victor, haha, cuida dela ou, se quiser, eu cuido, hein." Eu: "Não é da sua conta." Depois disso, ele me mandou uma foto... era uma foto tirada do quarto do vizinho, onde dava pra ver a Carolina pelas cortinas horizontais, deitada na minha cama, completamente nua, se masturbando com um vibrador preto gigante que eu nunca tinha visto nela antes. Comecei a xingar aquele vizinho filho da puta, mandei ele apagar aquilo e deixar minha namorada em paz, senão ia ter problema comigo. Ele não ligou, continuou me mandando fotos dela. Ela parecia não perceber que tava sendo observada. O vizinho me mandou um vídeo onde dava pra ouvir ela gemendo claramente, mostrava o rosto inteiro dela, os peitos, e a buceta sendo penetrada por aquele vibrador preto enorme: "Dá pra ver que a Carolina curte paus grandes e pretos como o meu, hahahaha," o vizinho falou pra mim. Eu insisti pra ele parar com aquilo, e ele respondeu: "Olha, Victor, essas fotos e esse vídeo vão fazer sucesso com meus amigos, vou compartilhar nos grupos da minha escola pra todo mundo ver. olha a puta da sua namorada. também posso pesquisar quem são seus colegas de trabalho no LinkedIn e mandar as fotos pra eles, todo mundo no escritório vai ver sua namorada pelada. se você não quiser que eu faça isso, vai ter que me mandar 2 mil pesos (100 dólares) pra essa conta. O vizinho filho da puta de só 17 anos tava me chantageando, eu não podia acreditar, queria chorar de raiva. Não tive escolha a não ser fazer o depósito. Depois de depositar pelo aplicativo, fiquei mandando mensagem pra ele apagar as fotos, mas ele não respondia. Passou mais tempo e aí recebi uma videochamada do vizinho, atendi e perguntei se ele já tinha apagado as fotos… ele não falou nada comigo, só focou a câmera e eu vi ele e um amigo dele, que também era um preto caribenho, se masturbando apontando pra um pote de plástico vazio. Não sabia que tinha outra pessoa lá também, vendo minha namorada se masturbando; e não entendia o que eles tavam fazendo, eu fui pro banheiro do escritório pra ninguém me ouvir. Falei com ele, mas acho que o celular tava sem volume porque ele não respondia. Percebi que esses dois pretos adolescentes tinham umas pirocas de uns 20cm, e 6cm de grossura, bem cheias de veias e já duras. Ia desligar quando eles começaram a gozar na garrafa de água vazia, e isso me deixou intrigado porque não sabia o que planejavam. Era uma gozada enorme, encheu tipo 1/4 da garrafa de 600ml. Mostraram a garrafa pra câmera e depois focaram na janela do meu quarto. Lá estava a Carolina, pelada e se tocando em pé na frente da janela, ela tinha puxado as cortinas pra os vizinhos verem ela toda sem obstrução. Naquela hora meu coração parou, não entendia nada e fiquei em choque. O vizinho tampou a garrafa e partiu pra cima da minha namorada, imaginei o que vinha. Queria desligar e correr pra casa pra parar aquilo, mas fiquei paralisado. Carolina abriu a garrafa, colocou na boca e começou a engolir. Minha Carolina, minha mina, minha namorada de 4 anos que passava mal quando eu pedia que eu gozasse na boca dela e por isso nunca fiz, ela estava lá engolindo a gozada enorme de dois negros adolescentes desconhecidos! Sem eu querer, meu pau ficou duro. Eu estava com raiva e ao mesmo tempo excitado. Era um tesão ver ela com aqueles lábios carnudos pegando e curtindo tanta porra, parecia uma puta autêntica estrela pornô. Ela engolia sem sentir nojo, e os vizinhos falavam coisas tipo "toma nossa porra puta, engole tudo, vamos te alimentar com mais porra puta foxy, promíscua". Quando Carolina terminou a façanha, deixou cair um pouco de sêmen nos peitos e esfregou, depois fez um gesto com o dedo mandando eles irem embora. O vizinho desligou a chamada, me mandou outra mensagem e disse: "Tá vendo corno, já viu que puta é a sua mina? Se não quiser que esse vídeo dela engolindo nosso sêmen termine no seu escritório, me manda mais $2.000 seu corno filho da puta". Depois de ser humilhado e chantageado, mandei mais dinheiro pra acabar com isso. De novo ele não respondeu. Eu estava dentro de um cubículo do banheiro, não entendia porque estava duro, não queria estar, mas me excitava com o que acabava de ver. Não acreditava que minha Carolina pudesse ser tão puta. Pouco depois ele me ligou de novo por videochamada, e imediatamente vi o amigo do vizinho se beijando com minha namorada. O filho da puta tocava os peitões enormes dela com as duas mãos, enquanto ela mexia no pau dele. Estavam no meu quarto, prestes a foder minha namorada na minha própria cama. De novo fiquei paralisado, e meu pau ficou ainda mais duro, inconscientemente já estava me tocando também. O amigo do vizinho pegou Carolina pelo cabelo e a forçou a se ajoelhar, sem pensar duas vezes, o negro enfiou o pau na boca da minha namorada. Era tão grande que não cabia tudo de primeira. Imagino que o vizinho, ao ver que eu não desliguei, deduziu que eu estava com tesão vendo a puta da minha namorada chupar um pau preto enorme. Ele saiu do meu quarto e falou comigo "E aí corno filho da puta hahahaha, como Viu só, te falei que ia cuidar da sua Carolina, não vai faltar pica pra ela quando você não estiver por perto"; eu não conseguia falar nada. "Tô vendo que você gosta do que a gente faz, pela sua cara de tesão que dá pra ver, e como sua mão tá se mexendo. Tá batendo uma punheta, viado?" Eu: "Sim". "Você é um cuck do caralho, viado, já tava desconfiando que dava pra ver na sua cara e que sua mina precisava de pica de verdade." Eu não respondi nada, continuei paralisado e duríssimo. "Olha, a gente vai foder sua namorada agora mesmo, sim ou sim, mas se você quiser ver o show que a gente vai fazer com essa puta comedora de pica, vai me mandar 6 mil pesos, entendeu, seu cuck filho da puta?" Sem pensar duas vezes, fiz o depósito na conta do filho da puta do vizinho; essa situação já tinha me ultrapassado, não sabia por que eu aceitava essa humilhação, e por que estava tão excitado. Mandei o comprovante e ele disse: "Muito bem, Victor, você tá aprendendo a ser um bom cuck manso; não se sinta mal, tem macho alfa que nem eu e viadinho manso que nem você. Uma última coisa antes de voltar pro seu quarto pra ver a fodida: aqui, humilhante, me implora pra eu comer sua namorada, começa com 'Eu, Victor' e se dirige a mim como 'Amo'. Quanto mais forte você se humilhar, mais forte eu como sua mina, ok?" Comecei a falar e enquanto dizia as palavras seguintes, não conseguia acreditar no que saía da minha boca, estava fora de mim. Respondi com uma voz muito submissa que eu não conhecia: "Eu, Victor, sou um cuck manso de pinto pequeno, não mereço minha namorada, ela merece ser comida por homens de verdade. Por favor, Amo, eu imploro, coma minha namorada pra me mostrar como um macho alfa de verdade faz. Eu suplico, quero ver os buracos dela abertos pelo senhor, Amo. Me faça o cuck mais viado da cidade." Não entendia o que tinha feito e por quê, estava me humilhando pra uma adolescente 10 anos mais nova... enquanto dizia as últimas palavras, minha voz começou a falhar e eu gozei. O vizinho riu de mim e disse: "Vou te fazer o favor de comer sua namorada, cuck." O vizinho voltou pro meu quarto. Minha namorada estava em cima da minha cama, de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pra fora da cama. Nessa posição, o amigo do vizinho tinha acesso melhor à boca dela pra foder a garganta dela com aquela pica enorme de 20cm. Eu vi como a Carolina abriu a boca o máximo que pôde e o negão começou a enfiar a pica. Aos poucos, foi entrando tudo. O vizinho segurou os pulsos da minha namorada pra ela não resistir. Quando a pica bateu na entrada da garganta dela, só tinha entrado mais ou menos um terço. O amigo do vizinho forçou e abriu a garganta da minha namorada pra continuar enfiando a pica. Dava pra ouvir ela soltando um gemidinho baixo, os olhos dela lacrimejavam e escorria muita saliva que estragava a maquiagem dela e acabava no nariz, já que a cabeça dela tava virada pra baixo. Depois que o amigo conseguiu entrar na traqueia, não teve pena da minha mina: de uma só vez, enfiou os uns 14cm restantes de pica! Foi alucinante ver isso, nunca tinha ficado tão excitado e com tanto tesão, muito morbidão ver como ele destruía a garganta da minha namorada. A pica era tão grossa que dava pra ver por fora como a garganta da Carolina ficava mais larga, dava pra ver o negão abrindo caminho pelo pescoço dela. Depois que entrou, o amigo começou a bombar, um mete e tira frenético como se tivesse fodendo uma buceta. Enquanto isso, o vizinho se concentrava em gravar tudo e segurava a Carolina pra ela não tirar a cabeça dali. Minha namorada começou a espernear, com aquela pica enorme ela não conseguia respirar, e a saliva que caía no nariz dela menos chance dava de pegar ar. O vizinho se colocou em cima das pernas dela pra ela ficar quieta, e o amigo acelerou as estocadas. Dava pra ver perfeitamente como a pica abria caminho pela garganta dela a cada estocada, era melhor que pornô. O negão tirou a pica toda pra deixar ela respirar uns segundos, ela deu uma bocada funda de ar, e só alguns segundos depois ele penetrou a traqueia dela de novo com muita força, até o fundo. As bolas enormes do negão batiam no rosto da minha namorada, batiam nos olhos dela. Ele continuou enfiando freneticamente na boca dela, enquanto o vizinho falava umas putarias, "slut barata, come cock, Promíscua nojenta". Nisso, ele também cuspiu na cara da minha namorada, que não fazia muita diferença porque ela já tava banhada na própria saliva e com toda a maquiagem borrada, mas eu fiquei mais excitado vendo ela humilhada também. O amigo acelerou ainda mais o ritmo e começou a ofegar... minha mina, minha Carolina que nunca tinha querido engolir meu esperma, tava prestes a engolir a porra daquele preto desconhecido. E foi isso, o amigo enfiou o cock o mais fundo que conseguiu e começou a gozar, jogando a porra direto no estômago dela. Tava tão fundo dentro dela que ela nem precisava engolir, só depositava no estômago dela. Dava pra ouvir bem alto os gemidos do preto, a gozada dele devia ser ainda mais monstruosa do que eu já tinha visto na garrafa. Durou tipo 1 minuto gozando, e quando terminou deu um tapa violento na cara dela antes de tirar o cock. Finalmente minha namorada conseguiu respirar de novo, como se tivesse se afogando no mar, puxou muito ar e tossiu pra caralho. Ainda saía um pouco de porra pela boca dela, de tão grande que foi a gozada. Ela tentou falar e saiu a voz muito rouca, claramente ele tinha machucado ela com aquela enfiada violenta. O vizinho passou o celular pro amigo dele, chegava a vez dele. Ele não perdeu tempo, já tava duro, e sem pensar, virou minha namorada, deixou as pernas dela penduradas pra fora da minha cama, e colocou ela de barriga pra baixo deitada, apontou o cock preto enorme pro cu dela, e meteu. A primeira estocada não conseguiu romper, mas ela soltou um gritinho; o vizinho colocou mais força, e conseguiu. Fez um barulho como se rasgassem um pano, a gente já tinha praticado anal antes, mas meu pau não se comparava com esses monstros. Ela gritou fortíssimo, mesmo com a voz toda ferrada. Ele nem tinha enfiado o cock inteiro, só tinha conseguido entrar no reto. Ele O vizinho disse pro amigo dele "foca bem nisso aqui", e começou a penetrar o cu dela devagar, centímetro por centímetro, com a pica grossa dele abrindo caminho dentro dela. Sem pausa e sem cuidado, só metendo mais e mais fundo. Já não dava mais pra ouvir a Carolina gemer. Finalmente, o vizinho tinha conseguido enfiar a pica toda. Ele e o amigo bateram palma e riram; "agora sim, puta de merda, você vai ver o que te espera, por ficar nos provocando pela janela" falaram pra minha namorada, mas ela não respondeu. O vizinho começou um vai-e-vem frenético de novo, bufando igual um touro, metendo a pica inteira no cu dela. Tirava tudo, e metia tudo de novo. Quando tirava, a entrada do cu ficava aberta, um rabão imenso que não fechava; com certeza minha namorada não ia conseguir sentar sem dor por uma semana, e nem quero imaginar a dor que ela sentiria ao ir no banheiro. Essa é uma imagem que eu só tinha visto em vídeo porno, e aqui estava eu vendo o vizinho arrebentando o cu da minha própria namorada; gozei de novo com essa imagem. Nisso, o amigo percebeu que não tinha gemidos nem gritos da Carolina. Focou a câmera na cara dela e dava pra ver que ela tava parada, mas respirando. "Acho que ela desmaiou de dor, irmão", o amigo falou pro vizinho. "A puta não aguentou quando eu arrebentei o cu dela", exclamou o vizinho. Os dois começaram a rir. Então, como já não ouvia a Carolina, eles falaram comigo. "Tá vendo, promíscuo!? Kkkkk, já arrebentamos a puta gostosa da sua namorada" O vizinho me disse. "A mina não aguenta nada, e ainda tem o que falta fazer, corno de merda" O amigo me disse. "E aí, merda, o que cê diz, continuamos?" O vizinho me perguntou, sabendo que eu ia dizer sim pelo jeito que eu tava submisso, manso e excitado. "Sim", respondi timidamente. "Então você quer que a gente coma sua namorada assim, desmaiada?" "Sim, comam ela com força, por favor" respondi. Eles riram alto de mim. "Assim que eu gosto, corno manso, você vai ver o que acontece com as putas vagabundas igual sua namorada" Dito isso continuou com a foda descomunal no cu da minha namorada, enquanto o amigo, já duro de novo, enfiou o pau na boca dela outra vez. Depois de alguns minutos metendo forte no cu e na boca, ela começou a acordar de novo. "Que bom que você acordou, sua puta foxy de merda", disse o vizinho. Ele tirou o pau do cu dela e, naturalmente, estava meio sujo de merda. "Olha como você deixou meu pau, puta. Assim não dá pra meter na sua buceta, e você quer ser fodida gostoso, né foxy?" Perguntou o vizinho. "Sim, quero ser fodida pelos dois bem forte, por favor, me penetra", respondeu Carolina. "Perfeito, então se você quer que eu arrebente sua buceta de puta, vai ter que limpar meu pau... com a boca, sua vadia comedora de merda." Minha Carolina, sem pensar duas vezes, sem reclamar e sem dizer nada, abriu a boca bem grande e até piscou o olho pro vizinho adolescente, que estava prestes a colocar o pau sujo de merda na boca da minha namorada. E assim o filho da puta fez, enfiou na boca dela, e ela esticou a língua pra começar a limpar. Não fez cara de nojo, não se incomodou, e até pareceu gostar. Brincava com a língua e parecia que tava lambendo um pirulito. A grande vadia tava limpando tudo, eu não podia acreditar, e sem pensar nem me tocar, gozei mais uma vez. Ela continuava na dela, com a língua removendo todo vestígio de merda e levando pra boca. Ela olhava nos olhos dele enquanto fazia essa putaria nojenta de vadia de rua. Eu sabia que ela era safada, mas não uma vadia nojenta. Não satisfeito com a atitude de puta submissa dela, o vizinho perguntou: "Gostou da sua sobremesa, puta?" Ela respondeu com uma voz melosa e gostosa, e a cara mais de puta que eu já vi: "Valeu pelo chocolate." Os dois amigos riram. Depois de limpar o pau, o vizinho se deitou na minha cama e colocou ela por cima. Enquanto o amigo se posicionou atrás dela, pronto pra meter no cu. E assim fizeram, o vizinho colocou ela em cima do pau dele. Puxo ela pra perto, rasgando a buceta dela com um único movimento. Ela deu um grito que com certeza os vizinhos ouviram. Sem esperar a dor passar, o amigo pegou ela pela cintura e se preparou pra meter no cu dela ao mesmo tempo. Num movimento só, também enfiou, e agora ela tinha dois paus pretos enormes dentro dela. Assim que isso aconteceu, Carolina começou a gozar, foi um squirt, molhando o vizinho. Foi doentio ver aquilo, e vale mencionar que eu tinha deixado o celular numa prateleira pra ter uma visão melhor da foda. Quando Carolina terminou o orgasmo dela, os dois negros começaram a se mover em sincronia, ambos os paus penetravam ela ao mesmo tempo, arrancando mais gemidos. Carolina nunca tinha deixado eu comer ela sem camisinha, e ali estava o vizinho desconhecido rasgando a buceta dela sem proteção. Eu não entendia como ela podia ser tão promíscua e puta com uns desconhecidos e comigo nunca tinha deixado fazer isso, mas também me excitava ver um preto fodendo ela no pelo, que doentio parecia. Um pequeno parêntese: estavam no meio da foda quando chegou mensagem de outro vizinho, perguntando se tava tudo bem na minha casa porque ouviram gritos, se precisava de ajuda. Falei que não, que minha namorada tinha caído. Só um comentário pra vocês terem ideia de como Carolina gritou forte. Ficaram nessa posição por um bom tempo, os negros tinham muita resistência. Depois, aumentaram ainda mais a velocidade, supus que estavam perto de gozar… e foi isso, o vizinho começou a gozar dentro da buceta da minha namorada, algo que eu nunca consegui fazer, e o amigo começou a gozar dentro do cu dela. Duraram um minuto gozando, me surpreendeu que depois de várias esporradas continuavam jorrando porra pra caralho. Ela gemia e gritava enquanto recebia toda a porra dentro dela. Quando o vizinho terminou de gozar, falou pro amigo: "Não sai ainda, deixa eu pegar um copo pra ela tomar a porra que sair do cu dela". O vizinho voltou e deu pra ela. o copo para o amigo dele, ele se soltou e como já tinham arrebentado o cu dele por tanto tempo, o buraco não fechava, e toda a porra começou a sair do reto. Era um mundo de porra, mais do que antes. O amigo estava recolhendo toda aquela gozada com o copo, e naturalmente saíam restos de merda de novo. Quando não saía mais, ele deu o copo pro vizinho e este disse: “toma, puta promíscua, toma teu chocolate com porra, vai engolir tudo, puta, faz como se teu namorado estivesse te vendo”. Ela, bem obediente, inclinou a cabeça e se preparou pra receber tudo que o copo tinha, abriu bem a boca e o vizinho despejou o conteúdo na boca dela. Conforme caía na boca, ela ia engolindo sem se importar com nada, tinha um sorriso de puta promíscua e curtia aquilo. Engoliu a porra toda com os restos de merda e nem nojo sentiu. No final, Carolina até agradeceu. Pensei que aqui já teria acabado, mas não. O vizinho ainda queria foder a boca da minha namorada e o amigo queria foder a buceta dela. Os paus continuavam duros. O amigo ficou debaixo dela, e o vizinho ficou na frente, pra meter o pau na boca dela. Já tão aberta da buceta, o amigo não teve dificuldade em penetrar ela, ainda mais que estava bem lubrificada com tanta porra. E o vizinho começou a foder a garganta dela, mais uma vez. Carolina teve outro orgasmo com squirt, e molhou toda a minha cama. Daí a pouco, os dois começaram a gozar dentro dela. Carolina não toma anticoncepcional, e eu pensei que com umas gozadas daquelas com certeza ela engravidaria. O vizinho encheu o estômago dela com mais porra e o amigo encheu o útero. “Tenho uma última ideia”, disse o vizinho. Pegou Carolina pela mão e levou ela pro chuveiro, enquanto o amigo pegou o celular pra ver o que rolava. “Ajoelha, puta promíscua”, ordenou o vizinho. Carolina obedeceu. O filho da puta começou a mijar na minha namorada!!! Tava banhando ela de mijo pelo corpo todo, acertava a boca, os peitos, a buceta, em todo lugar. Seguindo o exemplo, o amigo também começou a mijar nela. Carolina, como a boa Promíscua que era, abria a boca pra receber um pouco daquela mijada, e engolia. A putinha engolia o máximo que podia daquela mijada, e o corpo inteiro dela recebia aquele banho dourado. Eu, gozei de novo, ao ver minha namorada sendo usada e humilhada daquele jeito, me excitava. Finalmente tinha acabado… ou pelo menos era o que eu pensava. Fiquei no banheiro por um bom tempo, pensando no que tinha acabado de acontecer. Meu corpo tremia, me sentia fraco de tantas gozadas, e sabia que tudo tinha mudado. Depois de um tempo, entrou mais alguém no banheiro. Levantei as pernas no vaso pra não ser visto. Nisso, começou a tocar uma gravação, era a minha voz… Era eu implorando pro preto foder minha namorada. Esse cara começou a rir. O filho da puta, não satisfeito de já ter pago $10.000 pesos pra ele foder minha própria namorada, já tinha compartilhado todos os vídeos onde eu me humilhava e minha namorada era fodida; agora todo mundo ia saber que eu era um corno submisso e humilhável.
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