http://www.poringa.net/posts/relatos/3874863/Mi-cunada-2.html
Passaram-se alguns dias desde que minha esposa me deu a notícia de como a Paula largou o namorado. Não consegui pensar em outra coisa e tive dificuldade de me concentrar nas minhas tarefas, simplesmente flutuava numa nuvem de erotismo que não me deixava ver mais nada. Paula tinha me dito que queria repetir, mas não tinha feito nada pra marcar um encontro. Mesmo assim, fico sabendo que ela terminou com o "namorado", o que me deixou muito feliz. Embora a coisa não fosse tão séria de primeira, segundo o que minha esposa falou. Mais de uma manhã eu me masturbei pensando nela chegando e me atacando sexualmente como da primeira vez. Eu a desejava, mas tinha outra coisa que me segurava. Ela terminou com o namorado, antes me disse que queria repetir. E se minha cunhada estivesse se apaixonando por mim? Isso só podia acabar de um jeito, muito mal. Com divórcio e ruptura familiar a caminho. Pra reforçar esse medo, eu estava conversando com uma colega de trabalho, com quem tenho uma relação de confiança muito íntima, mas sem sentir atração sexual, embora a gente se aprofunde em temas íntimos. Uma vez surgiu o assunto de ter amante ou ter uma relação só de sexo.
Sabe quantas vezes eu prometi pra mim mesma que com 'aquele' não ia rolar nada? Que era só sexo, que eu não sentia nada. Não importa o que você planeje, acaba se enrolando com o cara.
Minha amante, minha lâmina, minha foda. Só de falar "minha coisa" já estamos sendo possessivos, por isso minha parceira explicava como é que sempre começava a sentir algo a mais, primeiro por ciúmes ou medo de perder aquele prazer. Depois por costume. Embora também garantisse que a maioria dessas relações não vingam.
Tentei esquecer tudo e deixar que eu e a Paula ficássemos só na vontade. Durante todo esse tempo, contei minha história, pelo menos a primeira parte, e escrevi essa segunda que vocês já devem ter lido, suponho. Entrei em vários sites na internet, procurando, sei lá, o quê. Passou um mês. Preciso deixar claro pra quem tá lendo que com minha esposa não temos uma intimidade ruim, muito pelo contrário. Ela é um pouco fechada, quase que às vezes jura que virou "meio virgem", por mais ilógico que pareça, se a gente não transa há alguns dias. Ela sente um pouco de dor com a brusquidão e por isso não metemos forte, pelo menos no começo. Com a Vero, a gente fantasia e encena. A enfermeira, a escrava, a puta, sexo a gente tem toda semana, com ou sem fantasias. Depende do humor do dia e do que dá na telha. Não é falta de paixão, é que simplesmente isso aconteceu e agora não quero largar. Sem ir mais longe, faz dois domingos, minha mulher me acordou chupando minha pica. Depois a gente acabou transando com a mesma paixão de sempre. Não é falta de amor pela minha mulher, mas tem algo a mais dentro de mim. Antes que vire uma obsessão, queria cortar o mal pela raiz. Mas a Paula é muito mais selvagem, não tem problema em meter forte ou mais violento. Pelo menos, nas vezes que gozei furiosamente dentro dela, não me segurei e ela não reclamou nada. A Verônica sofre com escapes no dia seguinte, se a gente meteu forte ou se enfiei muito fundo. Dependendo da posição, ela sente mais do que em outras. Com minha cunhada, tive três posições e ela pareceu gozar muito em todas. Uns dias atrás, a gente se encontrou num churrasco de família na casa onde ela mora, na periferia de Buenos Aires. Não consegui falar com ela a sós, e a Paula também não procurou. Mas nossos olhares se cruzaram várias vezes e percebi que tinha algo pendente entre a gente. Uma conversa que ficou devendo.
Como eu disse, passou um mês, aquele churrasco, muitos tormentos mentais e várias notícias de família, tipo o término com o namorado. A Vero ia passar uns dias na casa dos meus sogros, que moram a alguns quilômetros daqui, aproveitando uns dias de folga que ela tinha no trabalho. Eu não podia ir, mesmo geralmente acompanhando ela. Justo naquela semana ia ter muito trampo. Ela foi na quinta (ontem, na hora que escrevo isso) e volta domingo à noite/tarde. Tava no trampo na sexta, recebi uma ligação da Paula, mal reconheci o número do celular, tremi. Já desconfiava do que vinha.
—Oi. —ela me disse.
—Oi, Paula. Do que você precisava? — me fazendo de desentendido.
—Quero te ver. Precisamos ser discretos. Não quero machucar minha irmã. Apesar do quanto me irritam as atitudes dela e da raiva que ela me dá às vezes.
Não fazia ideia do que exatamente ela queria dizer, mas aceitei minha própria teoria das típicas brigas de irmã. Os temperamentos delas são bem diferentes e, por isso, muitas vezes se estranham. Minha cunhada é uma gostosa muito exigente, a ponto de ser bem mimada. Isso era algo que podia virar contra mim. Por isso, é necessário redobrar os cuidados e pisar em ovos.
Não consegui controlar a ansiedade desde que desliguei o telefone, hoje à noite tudo se define. Pelo tom dela, não consigo entender se quer continuar com essa putaria ou se só quer conversar, pra não seguir em frente. Não sei qual das opções me deixa mais arrepiado. Isso afetou minha concentração; só por precaução, comprei um vinho bom e arrumei a casa. Tô preparado pra tudo.
Naquele domingo ao meio-dia, era ilógico alguém baixar as persianas e fechar as cortinas com o calor do verão. Mas eu me dediquei a fazer isso, precisava escurecer o apartamento, minha casa. Paula estava amarrada e vendada, sentada na beira da cama. A fantasia dela era praticar bondage, o que a irmã dela tinha contado. Em parte, me irritou que minha mulher estivesse contando essas intimidades, mas não podia fazer nada, só aproveitar a situação. Minha cunhada estava curiosa pra saber como era ser amarrada e submissa. Embora a princípio eu tenha recusado, a tentação de realizar a fantasia falou mais alto. Eu disse que só fazia isso com alguém em quem confiasse totalmente, que soubesse que nada do que eu dissesse era sério. Podia levar pro pessoal, meus insultos humilhantes enquanto a deixava de mãos atadas. Minha abordagem sobre o bondage é que o submisso entrega o controle por completo, então precisa existir uma confiança muito forte pra que esse jogo não estrague a relação real. Talvez não seja o que muitos entendem como se faz esse tipo de prática, mas é meu jeito particular e pessoal de conduzir. Fiz assim com as mulheres com quem estive e com minha mulher sempre fizemos desse jeito desde o começo. Por sermos casados e termos uma vida sexual mais longa, é muito mais fácil criar essa confiança. Com minha cunhada Paula era mais complicado, já que as duas vezes anteriores não tinham sido grande experiência. Mas era agora ou nunca, de acordo com o que ela tinha prometido, esse era nosso fim de semana. Depois disso, nunca mais. Avisei que, uma vez iniciado o jogo de papéis, não tinha volta. Nem arrependimento, eu não ia parar até gozar na buceta dela, esse era o final. Ela não sabia que, antes disso, muitas coisas aconteceriam. Coloquei um filme pornô no DVD do quarto, um onde a Judith Fox é comida por dois caras. A cena começa tranquila, mas termina com a atriz pornô gemendo como se estivesse sufocada. Eu deixava que Minha cunhada ia ouvir e eu nem chegava perto. Ela ficava parada e me chamava, mas eu não respondia. Ela tentou se levantar e eu empurrei ela de volta na cama, deixando ela deitada.
—Fica aí quietinha.—
Ela não respondeu e ficou lá, assustada com a desorientação de cair e não ver onde estava. Embora soubesse bem que tava perto da cama. O filme continuava, ficando mais alto e pesado. Paula não entendia pra que o som de fundo. O pornô não só deixava ela no clima e desnorteava, também abafava o barulho dos meus movimentos pelo quarto. Ela ouvia uns ruídos e se mexia no lugar. Os pés estavam juntos pelos calcanhares, as mãos nas costas com algemas. Nos olhos, tinha uma daquelas vendas de dormir, tipo as que usam em avião. Venda que ela mesma comprou há um tempo, reclamando que no nosso quarto entrava muita luz. Ironicamente, usada de outro jeito dessa vez.
Fui até o criado-mudo e abri a gaveta, o que fez ela se assustar. Lá guardo o anel vibrador. É um anel de borracha, com um aparelhinho que vibra em formato de ovo, com um cabo que dá energia. O anel encaixa no aparelho e gera vibração, ou dá pra usar sozinho. Abri as pernas dela bruscamente, e Paula se surpreendeu.
—Então você quer ser minha putinha? Tá afim de ver como é ser minha escrava?—
Ela concordou, hesitante e em silêncio, embora pudesse falar. Continuei naquele tom de repreensão sádica.
—Já tive putas melhores na minha cama. Não umas pirralhas mimadas como você. O que você precisa é de uns bons tapas pra passar esses chiliques.—
Na sequência, dei um tapa forte na perna dela, o mais perto da bunda que consegui, mesmo ela estando sentada. Ela ficou surpresa, nos gestos dava pra ver que tava com medo. Virei ela de lado pra ver a bunda. Ela quis reclamar, e peguei um lenço da gaveta e enfiei na boca dela todo amassado.
—Incomoda? Melhor. Aqui vou tirar todas essas suas manias de criança— Os caprichinhos. Você vai fazer o que eu mandar. Abre as pernas.
Ela se recusou e por isso levou outra palmada, dessa vez bem na bunda e um pouco mais forte que a anterior.
— Abre as pernas, eu falei — repeti mais enfático.
Ela obedeceu. Estava cedendo, entrando no jogo, coisa rara na minha cunhada. Paula é a típica garota rebelde, eterna reclamação da minha sogra. Nada a ver com a filha mais velha, minha mulher.
Ao abrir as pernas, peguei a calcinha dela e quase arranquei junto com os poucos pelos que tinha. Tinham crescido desde a última vez. Passei um dedo na sua rachinha, molhado antes na minha boca. Ela se agitou.
— Não depila mais? Gosto depilada completa, não com bigode — falei, zoando debochado.
Ela quis responder, e tirei o lenço pra ela me responder.
— Dói muito, por isso não faço mais.
Tampei a boca dela de novo com o lenço.
— Você é uma fraca, vou te mostrar o que é dor.
Ela reclamou com a mordaça, aquele típico “mmmm” e nada mais. Tava com medo de como eu tinha me transformado nesse papel. Coloquei uma perna dela em triângulo e a outra deitada. Fui brincando com a boceta dela, lambendo bem pouco, cutucando sem dó. Até que os gemidos dela indicaram que pedia por um cunnilingus. Lambi com gosto e devagar, percorrendo com a língua a vulva inteira, apertando a virilha dela com a mão. Os gemidos abafados diziam que ela tava curtindo muito. Num momento, parei e fui embora, ela protestou amordaçada.
— Espera um pouco, o que você pensa?
Fiz ela esperar um bom tempo. Tava de mau humor já. Voltei a fazer um cunnilingus, mas agora adicionei o aparelhinho. Primeiro não respondeu, o mau humor dominava, mas com o aparelho ela se estremeceu. A borracha fazia vibrar a entreperna inteira e ela se arqueava como se tivesse convulsão. Num momento, conseguiu cuspir o lenço.
— Me fode, me fode de uma vez.
— Tá me implorando, puta? Quer que eu te foda?
— Sim, me dá o pau.
— Não vou te foder. Então não se iluda.
Mentira, tava com uma vontade do caralho de comer ela, mesmo já tendo transado o fim de semana inteiro, ela conseguia renovar meu tesão rapidinho.
– Por favor, quero seu pau – pediu com voz chorosa.
– Ah, é? Quer pau? Toma pau –
Falando isso, me ajeitei pra enfiar na boca dela e calar ela de novo. Ela tentou resistir, mas forcei ela a aguentar. Brinquei do meu jeito, até fui testando até onde ela aguentava. Fiz ela engasgar várias vezes. Ela tentou explicar que não tão fundo, mas não deixei ela falar.
– Queria ser minha escrava na cama, agora vai ver como eu trato as vadias putinhas como você –
No fundo esperava que ela não levasse nada a sério, mas como era a última vez, pouco me importava. Virei e enfiei de novo na boca dela, mas como se fosse um 69. Enquanto isso, com minha língua e o vibrador, continuei. Quando senti que ia gozar, me ajeitei e parei um pouco com o vibrador. Não aguentava mais, meu pau entrava e saía da boca dela no meu comando. Eu guiava ela pela nuca. Hesitei em gozar dentro, mas decidi que como despedida podia me dar todos os gostos. Ela engasgou e tentou sair, cuspindo tudo em cima de mim, sujando até a venda que ela usava.
– Na boca não. Eu queria... – começou a falar, mas cortei ela, segurando o queixo dela com violência.
– Eu faço o que quiser, por isso sou o dono aqui. Se não queria ser tratada como puta, não tinha se deixado amarrar. Entendeu? Puta, você faz o que eu mando. Agora vamos continuar –
Enfiei o lenço de novo na boca dela. Desliguei o filme que tinha passado sem a gente prestar atenção. Prendi a mordaça com fita pra ela não tirar. Continuei com o vibrador, dessa vez sem a borracha, enquanto esperava meu pau se recuperar. Estimulei ela um pouco e passei as mãos pra frente, mesmo ela ainda algemada. Assim que soltei uma mão, ela tentou tirar a mordaça. Dei um tapa na bunda dela por isso. O vibrador ovo estava em cima da buceta dela e fui enfiando dentro. Quando sentiu vibrar no Lá dentro, ela gritou abafada e começou a chorar, as lágrimas escorrendo. Era a sobrecarga de emoções, de prazer e de estímulos que a dominava. Ela estava no limite do prazer, quando já é demais e começa a doer. O momento em que toda sensação vira ruído branco.
— Sei que você quer que isso acabe. Mas não vou tirar, você vai ter que fazer isso sozinha. —
Ela me olhou surpresa, sem entender.
— Vai praticando, como se fosse dar à luz, tira pra fora. —
Eu sabia o suficiente de anatomia feminina pra entender que ela conseguia expulsar contraindo os músculos da buceta. Pela mordaça, dava pra perceber os xingamentos que minha cunhada me mandava.
— Você vai ter que fazer, vamos, vai. Quero ver como você faz. Sei que consegue. —
Isso foi maldade, sabia que a garota não tinha muita noção dos músculos internos dela, mal sabia como era levar uma pirocada, pouco ia saber sobre usar essas partes do corpo dela pra maximizar o prazer. Esses músculos, chamados pubococcígeos, envolvem toda aquela área da pelve. São os que um homem mexe inconscientemente quando fica duro. E as mulheres, algumas não sei se todas, usam quando apertam o pau dentro da buceta. Existem uns exercícios, mas pra isso precisa identificar quais são. Quase certeza que minha cunhada ignorava isso e o que forcei ela a fazer foi um aprendizado sem anestesia. Ela se agitou e se sacudiu, então amarrei a corrente das algemas nas mãos dela na cabeceira da cama, usando um lenço de pescoço.
— Se você tirar puxando, vou enfiar mais fundo e você vai ter que começar de novo. —
Ela gritou, ainda amordaçada. O suor cobria ela toda. Ela se tensionou várias vezes, juntando forças e empurrando de novo. Na real, era algo diferente de dar à luz, mas ela foi mexendo os músculos da barriga e do interior da buceta, pra tirar aquilo. Ela estava parindo, mas metaforicamente falando. O vibrador desconcentrava ela, eu sei. Aumentei a intensidade quando ela estava quase tirando e ela parou, sem poder se mexer. Ela começou a chorar e eu tirei a mordaça.
– Por favor, não aguento mais, tira isso de mim. Te imploro. –
– Eu te falei, você quis isso, agora vai até o fim. –
– Quero que você me coma, não aguento mais. –
A putaria falava, dominava ela por completo, ela se jogaria pela janela se dissessem que com isso acabava aquele prazer tão doloroso de tão intenso.
– Se você tirar, vou te dar a foda da sua vida. –
Ao dizer isso, olhei fixamente e de perto. Paula juntou forças de não sei onde e empurrou como pôde até terminar de “parir” o aparelhinho.
Exausta e balbuciando, implorou para ser saciada.
– Me come, por favor, não aguento mais. Filho da puta, você é um filho da puta. Me come. –
Ela repetia mais ou menos isso até eu me acomodar em cima e penetrar ela. Ela sentiu a entrada e um grito ficou preso na boca, a boca aberta dela me fez desejar ter um pau a mais para enfiar naquele exato instante. Comecei um bombeamento lento pra ver como ela reagia, já que devia estar hipersensível. Mas logo descobri que ela estava hiperdescontrolada.
– Mete forte, filho da puta, me dá o teu pau. –
Comecei a bombear como se tivesse raiva e batesse dentro dela com o pau. Ela gritou como nunca, eu deixei, tava tão tarado que não ligava pra quem ouvisse. Quase parecia que chorava quando não soltava urros de prazer, que quase me deixavam surdo. De vez em quando repetia como ladainha que queria mais ou que tava gostando. Eu revolvia dentro dela.
– Cê gosta do meu pau, gostosa? –
– Sim, não tira, me dá, meu amor. –
No frenesi não prestei atenção, mas aquele “meu amor” me assustou por dias. Não era hora de pensar, só depois, olhando pra trás, percebi esse comentário e outros parecidos.
– Não tira mais, me dá teu pau sempre. –
Apesar do que a gente tinha dito e das atitudes dela comigo, naquele momento acho que era a loucura do desejo falando. Ela gemia, ficava sem ar, enquanto eu entrava e saía sem piedade. A cama se mexia, as mãos dela continuavam amarradas acima da cabeça. Eu me Apoiado nos cotovelos, que estavam pra cima pra agarrar ela e revirar o interior dela. A língua dela me procurava, mas logo parava pra gemer, como se perdesse a concentração. Essa foi a melhor foda que a gente já teve. Meu corpo não aguentava mais. Gozei nela com tudo e ela gozou mais de uma vez, quando ela disse que tava de boa e que não aguentava mais, me senti aliviado. Depois dessa foda violenta, não sabia se ia conseguir continuar até fazer ela gozar. Segundo ela, perdeu a conta de quantas vezes gozou, então acho que de tanta paixão, teve um orgasmo múltiplo.
Como prometi, soltei ela e tirei a venda. Ela não pareceu puta com o jeito que tratei ela, pareceu entender que era tudo parte do jogo. Mas acho que se sentir dominada não fez tão bem pro ego dela, como ela deixou escapar depois na conversa.
— Cê é um doentinho. — ela falou meio brincando, ainda ofegante.
A gente se ajeitou e relaxou, mas não teve mais sexo. A Paula tomou banho e se vestiu sem dar ideia de ficar ou continuar. Quando já eram quase três e meia, ela falou como se fosse um ultimato, com uma sinceridade crua.
— Vou embora.
Tentei convencer ela a não se apressar, mas nós dois sabíamos que ela tava certa. Minha mulher ia chegar em poucas horas e a casa cheirava a sexo e traição. A gente se beijou desesperadamente e ela foi embora. Acompanhei ela até o portão da rua, pra garantir que ninguém visse ela sair. Acho que ninguém viu. Fiquei com uma sensação de vazio, enquanto arrumava tudo. Mas depois, lembrar do fim de semana de sexo sem fim e tão espetacular com uma mina gostosa e safada, me fez sorrir. A despedida da Paula teve uma certa sensação de fim, como quando a gente se despede de uma ex pra sempre. Mas nesse caso, tinha umas diferenças. A gente vai ver.
Pra continuar essa história, acho que vou ter que montar outro ciclo de relatos, em dobro. Continuar com "Paula, minha cunhada" e, por outro lado, o que a gente fez naquela noite que a Verônica voltou da casa dos pais. Uma enfermeirinha. Muito gostosa, quis me revistar por completo. Como se diz normalmente, essa já é outra história.
Passaram-se alguns dias desde que minha esposa me deu a notícia de como a Paula largou o namorado. Não consegui pensar em outra coisa e tive dificuldade de me concentrar nas minhas tarefas, simplesmente flutuava numa nuvem de erotismo que não me deixava ver mais nada. Paula tinha me dito que queria repetir, mas não tinha feito nada pra marcar um encontro. Mesmo assim, fico sabendo que ela terminou com o "namorado", o que me deixou muito feliz. Embora a coisa não fosse tão séria de primeira, segundo o que minha esposa falou. Mais de uma manhã eu me masturbei pensando nela chegando e me atacando sexualmente como da primeira vez. Eu a desejava, mas tinha outra coisa que me segurava. Ela terminou com o namorado, antes me disse que queria repetir. E se minha cunhada estivesse se apaixonando por mim? Isso só podia acabar de um jeito, muito mal. Com divórcio e ruptura familiar a caminho. Pra reforçar esse medo, eu estava conversando com uma colega de trabalho, com quem tenho uma relação de confiança muito íntima, mas sem sentir atração sexual, embora a gente se aprofunde em temas íntimos. Uma vez surgiu o assunto de ter amante ou ter uma relação só de sexo.
Sabe quantas vezes eu prometi pra mim mesma que com 'aquele' não ia rolar nada? Que era só sexo, que eu não sentia nada. Não importa o que você planeje, acaba se enrolando com o cara.
Minha amante, minha lâmina, minha foda. Só de falar "minha coisa" já estamos sendo possessivos, por isso minha parceira explicava como é que sempre começava a sentir algo a mais, primeiro por ciúmes ou medo de perder aquele prazer. Depois por costume. Embora também garantisse que a maioria dessas relações não vingam.
Tentei esquecer tudo e deixar que eu e a Paula ficássemos só na vontade. Durante todo esse tempo, contei minha história, pelo menos a primeira parte, e escrevi essa segunda que vocês já devem ter lido, suponho. Entrei em vários sites na internet, procurando, sei lá, o quê. Passou um mês. Preciso deixar claro pra quem tá lendo que com minha esposa não temos uma intimidade ruim, muito pelo contrário. Ela é um pouco fechada, quase que às vezes jura que virou "meio virgem", por mais ilógico que pareça, se a gente não transa há alguns dias. Ela sente um pouco de dor com a brusquidão e por isso não metemos forte, pelo menos no começo. Com a Vero, a gente fantasia e encena. A enfermeira, a escrava, a puta, sexo a gente tem toda semana, com ou sem fantasias. Depende do humor do dia e do que dá na telha. Não é falta de paixão, é que simplesmente isso aconteceu e agora não quero largar. Sem ir mais longe, faz dois domingos, minha mulher me acordou chupando minha pica. Depois a gente acabou transando com a mesma paixão de sempre. Não é falta de amor pela minha mulher, mas tem algo a mais dentro de mim. Antes que vire uma obsessão, queria cortar o mal pela raiz. Mas a Paula é muito mais selvagem, não tem problema em meter forte ou mais violento. Pelo menos, nas vezes que gozei furiosamente dentro dela, não me segurei e ela não reclamou nada. A Verônica sofre com escapes no dia seguinte, se a gente meteu forte ou se enfiei muito fundo. Dependendo da posição, ela sente mais do que em outras. Com minha cunhada, tive três posições e ela pareceu gozar muito em todas. Uns dias atrás, a gente se encontrou num churrasco de família na casa onde ela mora, na periferia de Buenos Aires. Não consegui falar com ela a sós, e a Paula também não procurou. Mas nossos olhares se cruzaram várias vezes e percebi que tinha algo pendente entre a gente. Uma conversa que ficou devendo.
Como eu disse, passou um mês, aquele churrasco, muitos tormentos mentais e várias notícias de família, tipo o término com o namorado. A Vero ia passar uns dias na casa dos meus sogros, que moram a alguns quilômetros daqui, aproveitando uns dias de folga que ela tinha no trabalho. Eu não podia ir, mesmo geralmente acompanhando ela. Justo naquela semana ia ter muito trampo. Ela foi na quinta (ontem, na hora que escrevo isso) e volta domingo à noite/tarde. Tava no trampo na sexta, recebi uma ligação da Paula, mal reconheci o número do celular, tremi. Já desconfiava do que vinha.
—Oi. —ela me disse.
—Oi, Paula. Do que você precisava? — me fazendo de desentendido.
—Quero te ver. Precisamos ser discretos. Não quero machucar minha irmã. Apesar do quanto me irritam as atitudes dela e da raiva que ela me dá às vezes.
Não fazia ideia do que exatamente ela queria dizer, mas aceitei minha própria teoria das típicas brigas de irmã. Os temperamentos delas são bem diferentes e, por isso, muitas vezes se estranham. Minha cunhada é uma gostosa muito exigente, a ponto de ser bem mimada. Isso era algo que podia virar contra mim. Por isso, é necessário redobrar os cuidados e pisar em ovos.
Não consegui controlar a ansiedade desde que desliguei o telefone, hoje à noite tudo se define. Pelo tom dela, não consigo entender se quer continuar com essa putaria ou se só quer conversar, pra não seguir em frente. Não sei qual das opções me deixa mais arrepiado. Isso afetou minha concentração; só por precaução, comprei um vinho bom e arrumei a casa. Tô preparado pra tudo.
Naquele domingo ao meio-dia, era ilógico alguém baixar as persianas e fechar as cortinas com o calor do verão. Mas eu me dediquei a fazer isso, precisava escurecer o apartamento, minha casa. Paula estava amarrada e vendada, sentada na beira da cama. A fantasia dela era praticar bondage, o que a irmã dela tinha contado. Em parte, me irritou que minha mulher estivesse contando essas intimidades, mas não podia fazer nada, só aproveitar a situação. Minha cunhada estava curiosa pra saber como era ser amarrada e submissa. Embora a princípio eu tenha recusado, a tentação de realizar a fantasia falou mais alto. Eu disse que só fazia isso com alguém em quem confiasse totalmente, que soubesse que nada do que eu dissesse era sério. Podia levar pro pessoal, meus insultos humilhantes enquanto a deixava de mãos atadas. Minha abordagem sobre o bondage é que o submisso entrega o controle por completo, então precisa existir uma confiança muito forte pra que esse jogo não estrague a relação real. Talvez não seja o que muitos entendem como se faz esse tipo de prática, mas é meu jeito particular e pessoal de conduzir. Fiz assim com as mulheres com quem estive e com minha mulher sempre fizemos desse jeito desde o começo. Por sermos casados e termos uma vida sexual mais longa, é muito mais fácil criar essa confiança. Com minha cunhada Paula era mais complicado, já que as duas vezes anteriores não tinham sido grande experiência. Mas era agora ou nunca, de acordo com o que ela tinha prometido, esse era nosso fim de semana. Depois disso, nunca mais. Avisei que, uma vez iniciado o jogo de papéis, não tinha volta. Nem arrependimento, eu não ia parar até gozar na buceta dela, esse era o final. Ela não sabia que, antes disso, muitas coisas aconteceriam. Coloquei um filme pornô no DVD do quarto, um onde a Judith Fox é comida por dois caras. A cena começa tranquila, mas termina com a atriz pornô gemendo como se estivesse sufocada. Eu deixava que Minha cunhada ia ouvir e eu nem chegava perto. Ela ficava parada e me chamava, mas eu não respondia. Ela tentou se levantar e eu empurrei ela de volta na cama, deixando ela deitada.
—Fica aí quietinha.—
Ela não respondeu e ficou lá, assustada com a desorientação de cair e não ver onde estava. Embora soubesse bem que tava perto da cama. O filme continuava, ficando mais alto e pesado. Paula não entendia pra que o som de fundo. O pornô não só deixava ela no clima e desnorteava, também abafava o barulho dos meus movimentos pelo quarto. Ela ouvia uns ruídos e se mexia no lugar. Os pés estavam juntos pelos calcanhares, as mãos nas costas com algemas. Nos olhos, tinha uma daquelas vendas de dormir, tipo as que usam em avião. Venda que ela mesma comprou há um tempo, reclamando que no nosso quarto entrava muita luz. Ironicamente, usada de outro jeito dessa vez.
Fui até o criado-mudo e abri a gaveta, o que fez ela se assustar. Lá guardo o anel vibrador. É um anel de borracha, com um aparelhinho que vibra em formato de ovo, com um cabo que dá energia. O anel encaixa no aparelho e gera vibração, ou dá pra usar sozinho. Abri as pernas dela bruscamente, e Paula se surpreendeu.
—Então você quer ser minha putinha? Tá afim de ver como é ser minha escrava?—
Ela concordou, hesitante e em silêncio, embora pudesse falar. Continuei naquele tom de repreensão sádica.
—Já tive putas melhores na minha cama. Não umas pirralhas mimadas como você. O que você precisa é de uns bons tapas pra passar esses chiliques.—
Na sequência, dei um tapa forte na perna dela, o mais perto da bunda que consegui, mesmo ela estando sentada. Ela ficou surpresa, nos gestos dava pra ver que tava com medo. Virei ela de lado pra ver a bunda. Ela quis reclamar, e peguei um lenço da gaveta e enfiei na boca dela todo amassado.
—Incomoda? Melhor. Aqui vou tirar todas essas suas manias de criança— Os caprichinhos. Você vai fazer o que eu mandar. Abre as pernas.
Ela se recusou e por isso levou outra palmada, dessa vez bem na bunda e um pouco mais forte que a anterior.
— Abre as pernas, eu falei — repeti mais enfático.
Ela obedeceu. Estava cedendo, entrando no jogo, coisa rara na minha cunhada. Paula é a típica garota rebelde, eterna reclamação da minha sogra. Nada a ver com a filha mais velha, minha mulher.
Ao abrir as pernas, peguei a calcinha dela e quase arranquei junto com os poucos pelos que tinha. Tinham crescido desde a última vez. Passei um dedo na sua rachinha, molhado antes na minha boca. Ela se agitou.
— Não depila mais? Gosto depilada completa, não com bigode — falei, zoando debochado.
Ela quis responder, e tirei o lenço pra ela me responder.
— Dói muito, por isso não faço mais.
Tampei a boca dela de novo com o lenço.
— Você é uma fraca, vou te mostrar o que é dor.
Ela reclamou com a mordaça, aquele típico “mmmm” e nada mais. Tava com medo de como eu tinha me transformado nesse papel. Coloquei uma perna dela em triângulo e a outra deitada. Fui brincando com a boceta dela, lambendo bem pouco, cutucando sem dó. Até que os gemidos dela indicaram que pedia por um cunnilingus. Lambi com gosto e devagar, percorrendo com a língua a vulva inteira, apertando a virilha dela com a mão. Os gemidos abafados diziam que ela tava curtindo muito. Num momento, parei e fui embora, ela protestou amordaçada.
— Espera um pouco, o que você pensa?
Fiz ela esperar um bom tempo. Tava de mau humor já. Voltei a fazer um cunnilingus, mas agora adicionei o aparelhinho. Primeiro não respondeu, o mau humor dominava, mas com o aparelho ela se estremeceu. A borracha fazia vibrar a entreperna inteira e ela se arqueava como se tivesse convulsão. Num momento, conseguiu cuspir o lenço.
— Me fode, me fode de uma vez.
— Tá me implorando, puta? Quer que eu te foda?
— Sim, me dá o pau.
— Não vou te foder. Então não se iluda.
Mentira, tava com uma vontade do caralho de comer ela, mesmo já tendo transado o fim de semana inteiro, ela conseguia renovar meu tesão rapidinho.
– Por favor, quero seu pau – pediu com voz chorosa.
– Ah, é? Quer pau? Toma pau –
Falando isso, me ajeitei pra enfiar na boca dela e calar ela de novo. Ela tentou resistir, mas forcei ela a aguentar. Brinquei do meu jeito, até fui testando até onde ela aguentava. Fiz ela engasgar várias vezes. Ela tentou explicar que não tão fundo, mas não deixei ela falar.
– Queria ser minha escrava na cama, agora vai ver como eu trato as vadias putinhas como você –
No fundo esperava que ela não levasse nada a sério, mas como era a última vez, pouco me importava. Virei e enfiei de novo na boca dela, mas como se fosse um 69. Enquanto isso, com minha língua e o vibrador, continuei. Quando senti que ia gozar, me ajeitei e parei um pouco com o vibrador. Não aguentava mais, meu pau entrava e saía da boca dela no meu comando. Eu guiava ela pela nuca. Hesitei em gozar dentro, mas decidi que como despedida podia me dar todos os gostos. Ela engasgou e tentou sair, cuspindo tudo em cima de mim, sujando até a venda que ela usava.
– Na boca não. Eu queria... – começou a falar, mas cortei ela, segurando o queixo dela com violência.
– Eu faço o que quiser, por isso sou o dono aqui. Se não queria ser tratada como puta, não tinha se deixado amarrar. Entendeu? Puta, você faz o que eu mando. Agora vamos continuar –
Enfiei o lenço de novo na boca dela. Desliguei o filme que tinha passado sem a gente prestar atenção. Prendi a mordaça com fita pra ela não tirar. Continuei com o vibrador, dessa vez sem a borracha, enquanto esperava meu pau se recuperar. Estimulei ela um pouco e passei as mãos pra frente, mesmo ela ainda algemada. Assim que soltei uma mão, ela tentou tirar a mordaça. Dei um tapa na bunda dela por isso. O vibrador ovo estava em cima da buceta dela e fui enfiando dentro. Quando sentiu vibrar no Lá dentro, ela gritou abafada e começou a chorar, as lágrimas escorrendo. Era a sobrecarga de emoções, de prazer e de estímulos que a dominava. Ela estava no limite do prazer, quando já é demais e começa a doer. O momento em que toda sensação vira ruído branco.
— Sei que você quer que isso acabe. Mas não vou tirar, você vai ter que fazer isso sozinha. —
Ela me olhou surpresa, sem entender.
— Vai praticando, como se fosse dar à luz, tira pra fora. —
Eu sabia o suficiente de anatomia feminina pra entender que ela conseguia expulsar contraindo os músculos da buceta. Pela mordaça, dava pra perceber os xingamentos que minha cunhada me mandava.
— Você vai ter que fazer, vamos, vai. Quero ver como você faz. Sei que consegue. —
Isso foi maldade, sabia que a garota não tinha muita noção dos músculos internos dela, mal sabia como era levar uma pirocada, pouco ia saber sobre usar essas partes do corpo dela pra maximizar o prazer. Esses músculos, chamados pubococcígeos, envolvem toda aquela área da pelve. São os que um homem mexe inconscientemente quando fica duro. E as mulheres, algumas não sei se todas, usam quando apertam o pau dentro da buceta. Existem uns exercícios, mas pra isso precisa identificar quais são. Quase certeza que minha cunhada ignorava isso e o que forcei ela a fazer foi um aprendizado sem anestesia. Ela se agitou e se sacudiu, então amarrei a corrente das algemas nas mãos dela na cabeceira da cama, usando um lenço de pescoço.
— Se você tirar puxando, vou enfiar mais fundo e você vai ter que começar de novo. —
Ela gritou, ainda amordaçada. O suor cobria ela toda. Ela se tensionou várias vezes, juntando forças e empurrando de novo. Na real, era algo diferente de dar à luz, mas ela foi mexendo os músculos da barriga e do interior da buceta, pra tirar aquilo. Ela estava parindo, mas metaforicamente falando. O vibrador desconcentrava ela, eu sei. Aumentei a intensidade quando ela estava quase tirando e ela parou, sem poder se mexer. Ela começou a chorar e eu tirei a mordaça.
– Por favor, não aguento mais, tira isso de mim. Te imploro. –
– Eu te falei, você quis isso, agora vai até o fim. –
– Quero que você me coma, não aguento mais. –
A putaria falava, dominava ela por completo, ela se jogaria pela janela se dissessem que com isso acabava aquele prazer tão doloroso de tão intenso.
– Se você tirar, vou te dar a foda da sua vida. –
Ao dizer isso, olhei fixamente e de perto. Paula juntou forças de não sei onde e empurrou como pôde até terminar de “parir” o aparelhinho.
Exausta e balbuciando, implorou para ser saciada.
– Me come, por favor, não aguento mais. Filho da puta, você é um filho da puta. Me come. –
Ela repetia mais ou menos isso até eu me acomodar em cima e penetrar ela. Ela sentiu a entrada e um grito ficou preso na boca, a boca aberta dela me fez desejar ter um pau a mais para enfiar naquele exato instante. Comecei um bombeamento lento pra ver como ela reagia, já que devia estar hipersensível. Mas logo descobri que ela estava hiperdescontrolada.
– Mete forte, filho da puta, me dá o teu pau. –
Comecei a bombear como se tivesse raiva e batesse dentro dela com o pau. Ela gritou como nunca, eu deixei, tava tão tarado que não ligava pra quem ouvisse. Quase parecia que chorava quando não soltava urros de prazer, que quase me deixavam surdo. De vez em quando repetia como ladainha que queria mais ou que tava gostando. Eu revolvia dentro dela.
– Cê gosta do meu pau, gostosa? –
– Sim, não tira, me dá, meu amor. –
No frenesi não prestei atenção, mas aquele “meu amor” me assustou por dias. Não era hora de pensar, só depois, olhando pra trás, percebi esse comentário e outros parecidos.
– Não tira mais, me dá teu pau sempre. –
Apesar do que a gente tinha dito e das atitudes dela comigo, naquele momento acho que era a loucura do desejo falando. Ela gemia, ficava sem ar, enquanto eu entrava e saía sem piedade. A cama se mexia, as mãos dela continuavam amarradas acima da cabeça. Eu me Apoiado nos cotovelos, que estavam pra cima pra agarrar ela e revirar o interior dela. A língua dela me procurava, mas logo parava pra gemer, como se perdesse a concentração. Essa foi a melhor foda que a gente já teve. Meu corpo não aguentava mais. Gozei nela com tudo e ela gozou mais de uma vez, quando ela disse que tava de boa e que não aguentava mais, me senti aliviado. Depois dessa foda violenta, não sabia se ia conseguir continuar até fazer ela gozar. Segundo ela, perdeu a conta de quantas vezes gozou, então acho que de tanta paixão, teve um orgasmo múltiplo.
Como prometi, soltei ela e tirei a venda. Ela não pareceu puta com o jeito que tratei ela, pareceu entender que era tudo parte do jogo. Mas acho que se sentir dominada não fez tão bem pro ego dela, como ela deixou escapar depois na conversa.
— Cê é um doentinho. — ela falou meio brincando, ainda ofegante.
A gente se ajeitou e relaxou, mas não teve mais sexo. A Paula tomou banho e se vestiu sem dar ideia de ficar ou continuar. Quando já eram quase três e meia, ela falou como se fosse um ultimato, com uma sinceridade crua.
— Vou embora.
Tentei convencer ela a não se apressar, mas nós dois sabíamos que ela tava certa. Minha mulher ia chegar em poucas horas e a casa cheirava a sexo e traição. A gente se beijou desesperadamente e ela foi embora. Acompanhei ela até o portão da rua, pra garantir que ninguém visse ela sair. Acho que ninguém viu. Fiquei com uma sensação de vazio, enquanto arrumava tudo. Mas depois, lembrar do fim de semana de sexo sem fim e tão espetacular com uma mina gostosa e safada, me fez sorrir. A despedida da Paula teve uma certa sensação de fim, como quando a gente se despede de uma ex pra sempre. Mas nesse caso, tinha umas diferenças. A gente vai ver.
Pra continuar essa história, acho que vou ter que montar outro ciclo de relatos, em dobro. Continuar com "Paula, minha cunhada" e, por outro lado, o que a gente fez naquela noite que a Verônica voltou da casa dos pais. Uma enfermeirinha. Muito gostosa, quis me revistar por completo. Como se diz normalmente, essa já é outra história.
6 comentários - Minha cunhada gostosa
La enfermerita promete..
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