Alejandra tava vivendo uma fase especial. Desde o primeiro ano do ensino fundamental, os colegas já corriam atrás dela, ela sabia que era gostosa. Mas quando entrou no ensino médio, o corpo dela se transformou. Os peitos se moldaram, a bunda ficou redonda, e não eram só os colegas mais: todo dia, em todo lugar, homens de todas as idades olhavam pra ela com tesão. Ela parou de usar calcinha de algodão, trocou por fio-dental que no começo incomodava, mas acabou se acostumando. Também se acostumou com quererem olhar por baixo da saia dela.
Até o vizinho, um cara de mais de quarenta que agora cumprimentava ela.
— Oi, Ale, como você tá grandona — falava toda vez que via ela, cravando o olhar na bunda dela que com a calça jeans apertada marcava ainda mais.
Mas quem deixava ela louca era o Juan, um cara mais velho por um ano. Se conheceram nas férias e começaram a sair fazia só algumas semanas. Juan queria transar, mas ela tinha medo. Embora adorasse que em lugares escuros ele apalpasse ela e falasse putaria no ouvido.
— Já quero meter a pica em você, meu amor, você é toda gostosa.
— Já sei!
— Quando você vai deixar eu meter a pica em você, mamãe? Quero te empinar e meter bem forte, dar umas palmadas pra deixar essa bunda marcada, vermelhinha, mamacita.
Foi tanta insistência que Alejandra aceitou, e na sexta-feira, quando os pais dela saíram pra jantar, ela chamou o Juan. Tinham só umas duas horas, então ela limpou o quarto, perfumou e vestiu a roupa de renda, aquela que comprou escondido da mãe. Tava tudo planejado, até camisinha caso o namorado esquecesse.
Quando a campainha tocou, Alejandra se olhou no espelho pra garantir que tava perfeita. Mal abriu a porta, o namorado dela se jogou em cima. Arrancando o vestido dela, beijando ela por todo lado. Não teve tempo de nada, ele levou ela até o sofá e lá os dois se pelaram entre beijos, as mãos do Juan percorriam o corpo dela, só que agora apertava forte os peitos dela e enfiava os dedos onde dava.
Alejandra queria falar pra ele que fossem para o quarto, mas da boca dela só saíam gemidos. E ele já estava em cima dela, prestes a penetrá-la.
—Põe camisinha! —Falou alto, e ele, irritado, tirou uma do bolso da calça. Assim que colocou, abriu as pernas dela e a beijou.
—Te amo, gata —Uma dor indescritível invadiu o interior dela, depois foi passando e ela começou a sentir prazer com o vai e vem do namorado.
—Aaaah aaaaah aaah
—Viu que gostoso e tu não queria? —Os dois se olhavam, trocando caras, gemidos e saliva.
Alejandra viu ele se desmanchar em gemidos e espasmos, tava terminando. Foi muito rápido, mas ela tava feliz e satisfeita. Se beijaram por um tempão enquanto os dois se esfregavam. E depois ele saiu pelo quintal, porque os pais dela tinham voltado.
Na segunda, Juan agiu indiferente, nem acompanhou ela até em casa. Ela se sentiu triste, achou que o sexo ia melhorar o relacionamento, mas não foi assim. Andou quase chorando até chegar em casa, antes de virar a esquina, o vizinho que olhava pra ela com tesão falou.
—Oi, Alejandra —disse ele, sorrindo.
—Boa tarde, senhor —respondeu ela.
—Olha, quero fazer negócio com você.
—Negócio?! —Alejandra sentiu um medo e parou de repente.
O vizinho tirou o celular e mostrou um vídeo dela com o namorado.
—Aí você abre a porta e depois... já sabemos o que acontece depois —guardou o celular e pegou ela pelo ombro.
—E qual é o negócio? —perguntou ela, assustada e cheia de raiva.
—Bom, eu podia mandar esse vídeo pros seus pais...
—Não tenho dinheiro —cortou ela, seca.
—Não tô atrás de dinheiro, quero... digamos... a mesma coisa.
—A mesma coisa?! —os lábios dela tremiam enquanto tentava entender o que aquele senhor tava pedindo.
—E quero que você vista aquele vestido, você tava divina. Sexta... entra pelo jardim.
Ela ficou um tempão ali paralisada, se perguntando: como é que eu fui me meter nisso? E na cabeça dela só rodava como ia sair dessa.
Na quarta, Juan já tinha terminado com ela, a desculpa foi que Ele não tinha tempo pra menininhas, ele queria uma namorada mais madura. Com um vazio no estômago, na sexta-feira vestiu o vestido florido, curto, que deixava as pernas de fora. Sentou no sofá quando os pais saíram e esperou.
Não passou nem um minuto quando ouviu a porta do quintal abrir. Era o vizinho, parecia ainda maior ali, mal cabia na porta.
— Vem, eu quero fazer isso no teu quarto — disse, pegando ela pela mão.
As mãos do vizinho eram enormes e calejadas como ele, com uma mão só pegava nas duas nádegas dela inteirinhas. Sentou na cama dela, que rangeu na hora, e colocou ela de pé na frente dele, puxou o vestido pra baixo até deixar os peitos dela de fora, num movimento só tirou o sutiã e começou a lamber.
— Deliciosa, sua putinha!
— Mmm — com nojo e de olhos fechados, Alejandra sentiu aquela língua áspera deslizando pelos mamilos dela, que tinham endurecido com o contato. Cheia de saliva, sentiu o vizinho com uma mão esfregando a bucetinha dela e colocando um dedo bem no cuzinho dela.
— Ajoelha que você vai chupar minha pica com essa boquinha pequena.
Ela obedeceu, chupou a pica do Juan várias vezes, não era tão difícil, embora agora fosse nojento. Fechou os olhos e se ajoelhou. Ouvindo o vizinho baixar a calça.
— Abre os olhos — disse, dando um tapa que mexeu com os dentes dela.
— Aaai! — a surpresa veio quando ela viu o tamanho da pica dele, era mais grossa que o braço dela e enorme. Encostou no rosto dela e ia do queixo até a testa. O vizinho deu outro tapa, leve mas suficiente pra tirar ela do transe.
— Chupa, vagabunda! — Alejandra abriu a boca, mas era impossível enfiar, então, desesperado, o vizinho segurou a nuca dela e empurrou.
— Aaahghaaagh! Não cabe! Aaahgaaagh! Não!
— Cala a boca e chupa minha pica, putinha — disse, levantando a mão prestes a dar outro tapa, então Alejandra lambeu a ponta e, abrindo a boca o máximo que podia, enfiou só uma parte mínima daquele tronco enorme. Mas ele... empurrou a nuca dela e fez ela engolir até o fundo.
—haaaaghhhaaagggaaahhh! —a mandíbula dela doeu, lágrimas de esforço escorriam pelas bochechas, se misturando com a porrada de baba que saía do canto dos lábios.
—Isso mesmo, putinha, engole tudo —mal deixava ela respirar um pouco, forçava ela a engolir a pica dele.
—haaaghaaaahagggaggg yaagggaah yaaaaghhhh noooaaggg—outro tapa estralou.
—Toda vez que você reclamar ou fechar os olhos, vou te dar mais um. Chupa, putinha, chupa minha pica de uma vez.
Com um esforço danado, Alejandra mantinha os olhos abertos enquanto recebia a pica dele na boca de um jeito brutal.
—haaahaaaag haaaaghh haaaagh.
—Agora é minha vez —falou, virando ela até que ela ficou de bruços em cima dele, puxou ela até que a buceta dela ficou na cara dele e arrancou a calcinha dela, a língua começou a passar no clitóris dela e ela começou a gemer. Ela ainda tava limpando a baba do rosto, um dos dedos enormes entrou no cuzinho dela e fez ela gritar de dor.
—HAAAAAY!
—Cala a boca, putinha —falou, dando agora um tapa forte na bunda que até sacudiu as ideias dela.
Enquanto continuava chupando a buceta dela, o dedo dele avançava e já tava bem dentro da raba dela, mesmo não querendo admitir, Alejandra tava excitada, então se esticou pra lamber a pica que tava na frente da cara dela.
—Isso, putinha, chupa!
—Mmm aaaah
Ela colocou a boca na cabeça enorme em formato de cogumelo daquela pica e começou a girar a língua devagar, o gosto era diferente do namorado dela. Lembrou que na primeira vez que chupou uma pica, sentiu nojo do gosto salgado. Agora ela gostava daquele gosto e da sensação de ter a boca cheia de um pedaço de carne.
—Isso, putinha, saboreia minha pica!
—mmm mmmm ahhhmmmm aaah
O vizinho enfiou outro dedo na boceta dela e agora, com os dois buraquinhos ocupados, a língua dele lambia só o clitóris delicado dela. Com força, ele balançava os dedos, Alejandra respondia com gemidos intensos. Além disso, ela tentava enfiar na boca o máximo possível da pica enorme do vizinho. se dando tempo pra ofegar.
—Aaaah sim aaaahhh
—Você gosta, sua putinha?
—Siiiim aah é gostosooaaahh!
Alejandra sentia que as pernas dela iam ceder, tava tendo um orgasmo, que o vizinho celebrou com umas gargalhadas bem altas. Enquanto ela tremia toda, com o corpo derrubado pelo prazer, o vizinho empurrava a cabeça dela pra rola bater na gargantinha dela.
Quando ela sentia aquele pedaço enorme de carne lá no fundo, que parecia que ia rasgar os lábios dela. O vizinho virou ela. Agora, ela tava em cima dele, de bruços, tentando recuperar o fôlego.
—Quero ver sua carinha de puta quando você engolir minha rola.
Com as duas mãos, ele agarrou as nádegas dela como se quisesse partir ela ao meio e montou ela na rola dele.
—Aaaaah aaaah haaaaai
—Gata, ainda nem entrou
A ponta da rola dele forçava a cavidade pequeninha da Alejandra, ela sentia uma queimação sem explicação cada vez que entrava um pouco mais daquela rola, a lubrificação ajudava mas não impedia a dor de aumentar. Aos poucos, ele foi deixando ela cair pra ela se empalar sozinha em cima dele. E sim, as caretas de dor eram claras.
—Mexe essa bunda, cachorrinha, mexe.
—Haaaai
Uma palmada tão violenta estralou, causando uma queimação imediata na bunda dela que fez o corpo relaxar e ela caiu, deixando aquela rola entrar quase toda.
—Haaaaai haaaaai haii —a dor era indescritível, ela achava que ia rachar ela em dois a qualquer momento. O vizinho curtia a careta de dor que era nítida no rosto dela.
—Tá doendo muito
—Mexe essa bunda de uma vez, puta, mexe essa bunda.
As palmadas continuavam, a bunda vermelha dela tremia e ele segurava pra mover a bundinha pequena mas gostosa dela pra cima e pra baixo.
A cama rangia, ela se esforçava e o vizinho não soltava as nádegas dela.
—Isso, puta, assim, que bundinha gostosa você tem
—Haaaau huuuui aaaah sim
—Vem cá —levantou ela como se fosse um bebê e colocou ela em cima da cama enquanto ele se levantava. Boca abaixo, ele a levantou pela cintura até deixá-la de quatro. Separou as nádegas dela e apontou com o pau duro de tesão.
— Olhei pra sua bunda todo santo dia, agora finalmente vou arrebentar esse rabo com meu pau.
— Aaai aaai — de novo a dor quando o pau entrou nas entranhas dela.
— Aaai aaai
— Toma essa, putinha! — as palmadas começaram e não paravam. Ela tentando se esquivar, acabou com a cabeça afundada no edredom de princesas e a bunda bem pra cima.
— Haaaa haaaa haaa mmm
Ele enterrou o pau e um grito de dor saiu de Alejandra, que quis sair correndo, mas as mãos enormes do vizinho seguraram sua cintura e puxaram ela pra trás, pra vara enterrar bem fundo.
— Nãoooo tira, é grande demais nãooo
— Piranha vagabunda — ele rosnou, puxando ela uma vez atrás da outra até os soluços virarem gemidos altos no ritmo do som que fazia ao bater na bunda dela
A figura minúscula dela era quase imperceptível debaixo do corpo enorme do vizinho.
— Assim, vagabunda, que buceta gostosa você tem, putinha
— Aaahaahhh mmmaaahh!
Dois dedos entraram bruscamente no cu dela, os gemidos eram literalmente gritos, misturados com o "clap" das palmadas.
— Acho que esse rabo já tá pronto
— Aaah ahhh pra quê? Aaaai
Num movimento só, ele tirou o pau da buceta e meteu no cu dela.
— Putinha filha da puta, cabe inteiro, devia ter te comido antes, vagabunda
— Nnnnnngggaaaah aaah já jáááá mmmm
Com as duas mãos, ela apertava os lençóis, enquanto rangia os dentes pra aguentar as porradas. E o jeito que ele falava com ela, de um jeito estranho, tava até gostoso.
— Filha da puta, vou gozar
— Haaaaaaay aaaah — ela gozou pela terceira vez, os olhos virados perdiam a direção. Enquanto o vizinho se agarrava no cabelo dela, xingando igual um louco
— Tô quase, putinha
— Aaauy aii aaaah
— Você vai ser minha putinha, minha putinha, essa buceta é minha, ouviu?
— Mmmmm aaah
— Cê me ouviu, putinha filha da puta, responde?
Outro tapa fez os dentes dela baterem. respondeu na hora.
—Siiii aaahh siii
—Sii o quê, girl? Sii o quê, puta? —Outro tapa fez ela perder as palavras.
—SOU SUA PUTA! AAAH! ME COME FORTE!
—Continua
Puxou ela pelo cabelo e colocou de joelhos na frente dele, ela quis chupar, mas uns jatos de porra saíram disparados na carinha vermelha dela de tanto tapa.
—Levanta a cara, puta
—Hiuggg Haaag
Era a primeira vez que gozavam na cara dela, sentia o calor do líquido nas bochechas, escorrendo. O cosquinha fez ela querer se limpar, mas o vizinho segurou.
—Mãos pra trás, girl
—huuug que nojo
As últimas gotas de porra espalhavam na testa dela.
—que fuck, você tá perfeita, sua putinha.
Até o vizinho, um cara de mais de quarenta que agora cumprimentava ela.
— Oi, Ale, como você tá grandona — falava toda vez que via ela, cravando o olhar na bunda dela que com a calça jeans apertada marcava ainda mais.
Mas quem deixava ela louca era o Juan, um cara mais velho por um ano. Se conheceram nas férias e começaram a sair fazia só algumas semanas. Juan queria transar, mas ela tinha medo. Embora adorasse que em lugares escuros ele apalpasse ela e falasse putaria no ouvido.
— Já quero meter a pica em você, meu amor, você é toda gostosa.
— Já sei!
— Quando você vai deixar eu meter a pica em você, mamãe? Quero te empinar e meter bem forte, dar umas palmadas pra deixar essa bunda marcada, vermelhinha, mamacita.
Foi tanta insistência que Alejandra aceitou, e na sexta-feira, quando os pais dela saíram pra jantar, ela chamou o Juan. Tinham só umas duas horas, então ela limpou o quarto, perfumou e vestiu a roupa de renda, aquela que comprou escondido da mãe. Tava tudo planejado, até camisinha caso o namorado esquecesse.
Quando a campainha tocou, Alejandra se olhou no espelho pra garantir que tava perfeita. Mal abriu a porta, o namorado dela se jogou em cima. Arrancando o vestido dela, beijando ela por todo lado. Não teve tempo de nada, ele levou ela até o sofá e lá os dois se pelaram entre beijos, as mãos do Juan percorriam o corpo dela, só que agora apertava forte os peitos dela e enfiava os dedos onde dava.
Alejandra queria falar pra ele que fossem para o quarto, mas da boca dela só saíam gemidos. E ele já estava em cima dela, prestes a penetrá-la.
—Põe camisinha! —Falou alto, e ele, irritado, tirou uma do bolso da calça. Assim que colocou, abriu as pernas dela e a beijou.
—Te amo, gata —Uma dor indescritível invadiu o interior dela, depois foi passando e ela começou a sentir prazer com o vai e vem do namorado.
—Aaaah aaaaah aaah
—Viu que gostoso e tu não queria? —Os dois se olhavam, trocando caras, gemidos e saliva.
Alejandra viu ele se desmanchar em gemidos e espasmos, tava terminando. Foi muito rápido, mas ela tava feliz e satisfeita. Se beijaram por um tempão enquanto os dois se esfregavam. E depois ele saiu pelo quintal, porque os pais dela tinham voltado.
Na segunda, Juan agiu indiferente, nem acompanhou ela até em casa. Ela se sentiu triste, achou que o sexo ia melhorar o relacionamento, mas não foi assim. Andou quase chorando até chegar em casa, antes de virar a esquina, o vizinho que olhava pra ela com tesão falou.
—Oi, Alejandra —disse ele, sorrindo.
—Boa tarde, senhor —respondeu ela.
—Olha, quero fazer negócio com você.
—Negócio?! —Alejandra sentiu um medo e parou de repente.
O vizinho tirou o celular e mostrou um vídeo dela com o namorado.
—Aí você abre a porta e depois... já sabemos o que acontece depois —guardou o celular e pegou ela pelo ombro.
—E qual é o negócio? —perguntou ela, assustada e cheia de raiva.
—Bom, eu podia mandar esse vídeo pros seus pais...
—Não tenho dinheiro —cortou ela, seca.
—Não tô atrás de dinheiro, quero... digamos... a mesma coisa.
—A mesma coisa?! —os lábios dela tremiam enquanto tentava entender o que aquele senhor tava pedindo.
—E quero que você vista aquele vestido, você tava divina. Sexta... entra pelo jardim.
Ela ficou um tempão ali paralisada, se perguntando: como é que eu fui me meter nisso? E na cabeça dela só rodava como ia sair dessa.
Na quarta, Juan já tinha terminado com ela, a desculpa foi que Ele não tinha tempo pra menininhas, ele queria uma namorada mais madura. Com um vazio no estômago, na sexta-feira vestiu o vestido florido, curto, que deixava as pernas de fora. Sentou no sofá quando os pais saíram e esperou.
Não passou nem um minuto quando ouviu a porta do quintal abrir. Era o vizinho, parecia ainda maior ali, mal cabia na porta.
— Vem, eu quero fazer isso no teu quarto — disse, pegando ela pela mão.
As mãos do vizinho eram enormes e calejadas como ele, com uma mão só pegava nas duas nádegas dela inteirinhas. Sentou na cama dela, que rangeu na hora, e colocou ela de pé na frente dele, puxou o vestido pra baixo até deixar os peitos dela de fora, num movimento só tirou o sutiã e começou a lamber.
— Deliciosa, sua putinha!
— Mmm — com nojo e de olhos fechados, Alejandra sentiu aquela língua áspera deslizando pelos mamilos dela, que tinham endurecido com o contato. Cheia de saliva, sentiu o vizinho com uma mão esfregando a bucetinha dela e colocando um dedo bem no cuzinho dela.
— Ajoelha que você vai chupar minha pica com essa boquinha pequena.
Ela obedeceu, chupou a pica do Juan várias vezes, não era tão difícil, embora agora fosse nojento. Fechou os olhos e se ajoelhou. Ouvindo o vizinho baixar a calça.
— Abre os olhos — disse, dando um tapa que mexeu com os dentes dela.
— Aaai! — a surpresa veio quando ela viu o tamanho da pica dele, era mais grossa que o braço dela e enorme. Encostou no rosto dela e ia do queixo até a testa. O vizinho deu outro tapa, leve mas suficiente pra tirar ela do transe.
— Chupa, vagabunda! — Alejandra abriu a boca, mas era impossível enfiar, então, desesperado, o vizinho segurou a nuca dela e empurrou.
— Aaahghaaagh! Não cabe! Aaahgaaagh! Não!
— Cala a boca e chupa minha pica, putinha — disse, levantando a mão prestes a dar outro tapa, então Alejandra lambeu a ponta e, abrindo a boca o máximo que podia, enfiou só uma parte mínima daquele tronco enorme. Mas ele... empurrou a nuca dela e fez ela engolir até o fundo.
—haaaaghhhaaagggaaahhh! —a mandíbula dela doeu, lágrimas de esforço escorriam pelas bochechas, se misturando com a porrada de baba que saía do canto dos lábios.
—Isso mesmo, putinha, engole tudo —mal deixava ela respirar um pouco, forçava ela a engolir a pica dele.
—haaaghaaaahagggaggg yaagggaah yaaaaghhhh noooaaggg—outro tapa estralou.
—Toda vez que você reclamar ou fechar os olhos, vou te dar mais um. Chupa, putinha, chupa minha pica de uma vez.
Com um esforço danado, Alejandra mantinha os olhos abertos enquanto recebia a pica dele na boca de um jeito brutal.
—haaahaaaag haaaaghh haaaagh.
—Agora é minha vez —falou, virando ela até que ela ficou de bruços em cima dele, puxou ela até que a buceta dela ficou na cara dele e arrancou a calcinha dela, a língua começou a passar no clitóris dela e ela começou a gemer. Ela ainda tava limpando a baba do rosto, um dos dedos enormes entrou no cuzinho dela e fez ela gritar de dor.
—HAAAAAY!
—Cala a boca, putinha —falou, dando agora um tapa forte na bunda que até sacudiu as ideias dela.
Enquanto continuava chupando a buceta dela, o dedo dele avançava e já tava bem dentro da raba dela, mesmo não querendo admitir, Alejandra tava excitada, então se esticou pra lamber a pica que tava na frente da cara dela.
—Isso, putinha, chupa!
—Mmm aaaah
Ela colocou a boca na cabeça enorme em formato de cogumelo daquela pica e começou a girar a língua devagar, o gosto era diferente do namorado dela. Lembrou que na primeira vez que chupou uma pica, sentiu nojo do gosto salgado. Agora ela gostava daquele gosto e da sensação de ter a boca cheia de um pedaço de carne.
—Isso, putinha, saboreia minha pica!
—mmm mmmm ahhhmmmm aaah
O vizinho enfiou outro dedo na boceta dela e agora, com os dois buraquinhos ocupados, a língua dele lambia só o clitóris delicado dela. Com força, ele balançava os dedos, Alejandra respondia com gemidos intensos. Além disso, ela tentava enfiar na boca o máximo possível da pica enorme do vizinho. se dando tempo pra ofegar.
—Aaaah sim aaaahhh
—Você gosta, sua putinha?
—Siiiim aah é gostosooaaahh!
Alejandra sentia que as pernas dela iam ceder, tava tendo um orgasmo, que o vizinho celebrou com umas gargalhadas bem altas. Enquanto ela tremia toda, com o corpo derrubado pelo prazer, o vizinho empurrava a cabeça dela pra rola bater na gargantinha dela.
Quando ela sentia aquele pedaço enorme de carne lá no fundo, que parecia que ia rasgar os lábios dela. O vizinho virou ela. Agora, ela tava em cima dele, de bruços, tentando recuperar o fôlego.
—Quero ver sua carinha de puta quando você engolir minha rola.
Com as duas mãos, ele agarrou as nádegas dela como se quisesse partir ela ao meio e montou ela na rola dele.
—Aaaaah aaaah haaaaai
—Gata, ainda nem entrou
A ponta da rola dele forçava a cavidade pequeninha da Alejandra, ela sentia uma queimação sem explicação cada vez que entrava um pouco mais daquela rola, a lubrificação ajudava mas não impedia a dor de aumentar. Aos poucos, ele foi deixando ela cair pra ela se empalar sozinha em cima dele. E sim, as caretas de dor eram claras.
—Mexe essa bunda, cachorrinha, mexe.
—Haaaai
Uma palmada tão violenta estralou, causando uma queimação imediata na bunda dela que fez o corpo relaxar e ela caiu, deixando aquela rola entrar quase toda.
—Haaaaai haaaaai haii —a dor era indescritível, ela achava que ia rachar ela em dois a qualquer momento. O vizinho curtia a careta de dor que era nítida no rosto dela.
—Tá doendo muito
—Mexe essa bunda de uma vez, puta, mexe essa bunda.
As palmadas continuavam, a bunda vermelha dela tremia e ele segurava pra mover a bundinha pequena mas gostosa dela pra cima e pra baixo.
A cama rangia, ela se esforçava e o vizinho não soltava as nádegas dela.
—Isso, puta, assim, que bundinha gostosa você tem
—Haaaau huuuui aaaah sim
—Vem cá —levantou ela como se fosse um bebê e colocou ela em cima da cama enquanto ele se levantava. Boca abaixo, ele a levantou pela cintura até deixá-la de quatro. Separou as nádegas dela e apontou com o pau duro de tesão.
— Olhei pra sua bunda todo santo dia, agora finalmente vou arrebentar esse rabo com meu pau.
— Aaai aaai — de novo a dor quando o pau entrou nas entranhas dela.
— Aaai aaai
— Toma essa, putinha! — as palmadas começaram e não paravam. Ela tentando se esquivar, acabou com a cabeça afundada no edredom de princesas e a bunda bem pra cima.
— Haaaa haaaa haaa mmm
Ele enterrou o pau e um grito de dor saiu de Alejandra, que quis sair correndo, mas as mãos enormes do vizinho seguraram sua cintura e puxaram ela pra trás, pra vara enterrar bem fundo.
— Nãoooo tira, é grande demais nãooo
— Piranha vagabunda — ele rosnou, puxando ela uma vez atrás da outra até os soluços virarem gemidos altos no ritmo do som que fazia ao bater na bunda dela
A figura minúscula dela era quase imperceptível debaixo do corpo enorme do vizinho.
— Assim, vagabunda, que buceta gostosa você tem, putinha
— Aaahaahhh mmmaaahh!
Dois dedos entraram bruscamente no cu dela, os gemidos eram literalmente gritos, misturados com o "clap" das palmadas.
— Acho que esse rabo já tá pronto
— Aaah ahhh pra quê? Aaaai
Num movimento só, ele tirou o pau da buceta e meteu no cu dela.
— Putinha filha da puta, cabe inteiro, devia ter te comido antes, vagabunda
— Nnnnnngggaaaah aaah já jáááá mmmm
Com as duas mãos, ela apertava os lençóis, enquanto rangia os dentes pra aguentar as porradas. E o jeito que ele falava com ela, de um jeito estranho, tava até gostoso.
— Filha da puta, vou gozar
— Haaaaaaay aaaah — ela gozou pela terceira vez, os olhos virados perdiam a direção. Enquanto o vizinho se agarrava no cabelo dela, xingando igual um louco
— Tô quase, putinha
— Aaauy aii aaaah
— Você vai ser minha putinha, minha putinha, essa buceta é minha, ouviu?
— Mmmmm aaah
— Cê me ouviu, putinha filha da puta, responde?
Outro tapa fez os dentes dela baterem. respondeu na hora.
—Siiii aaahh siii
—Sii o quê, girl? Sii o quê, puta? —Outro tapa fez ela perder as palavras.
—SOU SUA PUTA! AAAH! ME COME FORTE!
—Continua
Puxou ela pelo cabelo e colocou de joelhos na frente dele, ela quis chupar, mas uns jatos de porra saíram disparados na carinha vermelha dela de tanto tapa.
—Levanta a cara, puta
—Hiuggg Haaag
Era a primeira vez que gozavam na cara dela, sentia o calor do líquido nas bochechas, escorrendo. O cosquinha fez ela querer se limpar, mas o vizinho segurou.
—Mãos pra trás, girl
—huuug que nojo
As últimas gotas de porra espalhavam na testa dela.
—que fuck, você tá perfeita, sua putinha.
1 comentários - Mi vecino