Num conto anterior, contei como minha tia me fez estrear.http://www.poringa.net/posts/relatos/3874391/Mi-tia-me-hizo-debutar-y-como.html
Aquela que depois eu continuei comendo por mais quatro anos, até três dias antes do casamento dela. Dessa vez aconteceu quando minha tia já estava casada há um ano e meio, e eu sabia pelos comentários da família que ela estava passando por um mau bocado. Ela já tinha 28 anos, e eu, 22. Uma tarde, enquanto andava fazendo compras pela região do Congresso, ao sair de uma boca de metrô, encontrei minha tia, que eu não via há meses, mas mantinha contato por telefone — nunca tínhamos falado sobre o casamento dela. Ela perguntou como ia meu negócio (Instalações Elétricas), respondi que bem, que estava encomendando materiais para uma obra, e que tinha vindo ao centro de metrô porque estacionar era uma aventura. Ela me disse que vinha de uma clínica onde o marido estava internado por um problema no fígado (o cara era um bêbado). Pediu para eu acompanhá-la para tomar um café, aceitei, e foi aí que ela desabafou sobre como o casamento tinha dado errado, que estava arrependida e prestes a se separar. Estava linda como sempre, um pouco mais cheinha, mas não muito, ainda chamava atenção. Quando viu que eu não tirava os olhos das tetas dela, lembrou das noites de foda que a gente tinha tido. Respondi que eu tinha muito tempo livre e, se ela quisesse, a gente podia reviver um daqueles encontros. Primeiro ela hesitou um pouco, depois aceitou. Chamei o garçom, paguei a conta, e minha tia disse que o carro dela estava num estacionamento a uma quadra dali. Fomos pegar o veículo e, assim que entramos, ela me deu um beijo e fomos para um motel no bairro Palermo. Mal entramos no quarto, ela se jogou em mim, segurou minha cabeça e me deu um beijo, usando a língua para fazer eu abrir a boca e introduzir a dela, que já brincava com a minha. Comecei a acariciar os glúteos dela, enfiando a mão na fenda da bunda, depois tirei a blusa e soltei as tetas, que continuavam bem redondas e durinhas.Beijei seu pescoço descendo até a altura dos mamilos, onde dei umas boas chupadas e mordiscadas neles, enquanto tirava o sutiã e o resto da roupa dela.
Uma vez nua, a tarefa foi dela: tirou minha camisa e, me beijando o pescoço e lambendo o peito, foi descendo até a altura da minha calça para abrir o zíper, de onde meu pau saltou como se fosse por uma mola.
Foi enfiando na boca enquanto me deixava nu e me deu uma chupada de pau que quase gozei na boca dela.
Me contive e levei ela até a cama, onde ficamos na posição de 69. Enquanto ela chupava minha pica, eu cuidava do clitóris dela com minha língua até gozarmos juntos. Ela engoliu parte do meu leite e eu saboreei o dela. Virei ela, abri suas pernas e esfreguei a cabeça da minha vara nos lábios da buceta dela até começar a penetrá-la e meter tudo. Minha tia gemia e pedia mais e mais… assim, assim, eu bombava com vigor até meus ovos baterem na virilha dela. Ela deu um grito e disse… Edu, tô gozando, e senti um calor dentro da buceta dela que me mostrou que ela estava acabando. Tirei minha pica escorrendo leite, virei ela, coloquei de quatro e ataquei de novo a buceta dela que escorria porra. Entrava e saía com frenesi até que, bem lubrificada, apontei a glande pra entrada do cu dela e encostei. Ela abriu as nádegas e comecei a empurrar, entrava e saía, e cada vez que fazia isso metia um pouco mais até ter os 20 cm bem dentro. Tirei de novo uma vez e, ao entrar, fiz de uma só estocada, devagar mas de uma vez, pra começar a bombar numa fodida que fez ela gozar duas vezes. A segunda foi junto, e uma torrente de leite inundou a caverna do cu dela. Continuei comendo ela por mais uns minutos e depois tirei, e um rio de porra escorria do rabo dela. Lavei minha pica e, mais uma vez, coloquei na boca dela pra ela ter com o que se entreter. Ela lambia meus ovos, chupava a pica, fingia que me mordia até que, sem me segurar, soltei mais um pouco de leite que dessa vez ela engoliu tudo, chupando até sair a última gota. Eu, de recompensa, dei uma chupada na buceta dela até ela chegar ao orgasmo. Ficamos mais um tempo nos beijando e nos tocando até tomarmos banho, nos vestirmos, sairmos do hotel e eu deixar ela em casa. Nos beijamos na despedida com a promessa de nos encontrarmos de novo… ela se separou quatro meses depois desse encontro e, uma semana depois, me ligou. telefone... continuamos mantendo relações por mais um ano e meio... depois eu conto.
Aquela que depois eu continuei comendo por mais quatro anos, até três dias antes do casamento dela. Dessa vez aconteceu quando minha tia já estava casada há um ano e meio, e eu sabia pelos comentários da família que ela estava passando por um mau bocado. Ela já tinha 28 anos, e eu, 22. Uma tarde, enquanto andava fazendo compras pela região do Congresso, ao sair de uma boca de metrô, encontrei minha tia, que eu não via há meses, mas mantinha contato por telefone — nunca tínhamos falado sobre o casamento dela. Ela perguntou como ia meu negócio (Instalações Elétricas), respondi que bem, que estava encomendando materiais para uma obra, e que tinha vindo ao centro de metrô porque estacionar era uma aventura. Ela me disse que vinha de uma clínica onde o marido estava internado por um problema no fígado (o cara era um bêbado). Pediu para eu acompanhá-la para tomar um café, aceitei, e foi aí que ela desabafou sobre como o casamento tinha dado errado, que estava arrependida e prestes a se separar. Estava linda como sempre, um pouco mais cheinha, mas não muito, ainda chamava atenção. Quando viu que eu não tirava os olhos das tetas dela, lembrou das noites de foda que a gente tinha tido. Respondi que eu tinha muito tempo livre e, se ela quisesse, a gente podia reviver um daqueles encontros. Primeiro ela hesitou um pouco, depois aceitou. Chamei o garçom, paguei a conta, e minha tia disse que o carro dela estava num estacionamento a uma quadra dali. Fomos pegar o veículo e, assim que entramos, ela me deu um beijo e fomos para um motel no bairro Palermo. Mal entramos no quarto, ela se jogou em mim, segurou minha cabeça e me deu um beijo, usando a língua para fazer eu abrir a boca e introduzir a dela, que já brincava com a minha. Comecei a acariciar os glúteos dela, enfiando a mão na fenda da bunda, depois tirei a blusa e soltei as tetas, que continuavam bem redondas e durinhas.Beijei seu pescoço descendo até a altura dos mamilos, onde dei umas boas chupadas e mordiscadas neles, enquanto tirava o sutiã e o resto da roupa dela.
Uma vez nua, a tarefa foi dela: tirou minha camisa e, me beijando o pescoço e lambendo o peito, foi descendo até a altura da minha calça para abrir o zíper, de onde meu pau saltou como se fosse por uma mola.
Foi enfiando na boca enquanto me deixava nu e me deu uma chupada de pau que quase gozei na boca dela.
Me contive e levei ela até a cama, onde ficamos na posição de 69. Enquanto ela chupava minha pica, eu cuidava do clitóris dela com minha língua até gozarmos juntos. Ela engoliu parte do meu leite e eu saboreei o dela. Virei ela, abri suas pernas e esfreguei a cabeça da minha vara nos lábios da buceta dela até começar a penetrá-la e meter tudo. Minha tia gemia e pedia mais e mais… assim, assim, eu bombava com vigor até meus ovos baterem na virilha dela. Ela deu um grito e disse… Edu, tô gozando, e senti um calor dentro da buceta dela que me mostrou que ela estava acabando. Tirei minha pica escorrendo leite, virei ela, coloquei de quatro e ataquei de novo a buceta dela que escorria porra. Entrava e saía com frenesi até que, bem lubrificada, apontei a glande pra entrada do cu dela e encostei. Ela abriu as nádegas e comecei a empurrar, entrava e saía, e cada vez que fazia isso metia um pouco mais até ter os 20 cm bem dentro. Tirei de novo uma vez e, ao entrar, fiz de uma só estocada, devagar mas de uma vez, pra começar a bombar numa fodida que fez ela gozar duas vezes. A segunda foi junto, e uma torrente de leite inundou a caverna do cu dela. Continuei comendo ela por mais uns minutos e depois tirei, e um rio de porra escorria do rabo dela. Lavei minha pica e, mais uma vez, coloquei na boca dela pra ela ter com o que se entreter. Ela lambia meus ovos, chupava a pica, fingia que me mordia até que, sem me segurar, soltei mais um pouco de leite que dessa vez ela engoliu tudo, chupando até sair a última gota. Eu, de recompensa, dei uma chupada na buceta dela até ela chegar ao orgasmo. Ficamos mais um tempo nos beijando e nos tocando até tomarmos banho, nos vestirmos, sairmos do hotel e eu deixar ela em casa. Nos beijamos na despedida com a promessa de nos encontrarmos de novo… ela se separou quatro meses depois desse encontro e, uma semana depois, me ligou. telefone... continuamos mantendo relações por mais um ano e meio... depois eu conto.
1 comentários - Mi tia me hizo debutar...... y como 2