La fiesta en la piscina III

Continuo com minha primeira série de contos, esperando que vocês gostem. Demorei um pouco para trazer a continuação, mas este é um relato um pouco mais longo. Lembrem-se que qualquer comentário é bem-vindo, tudo para melhorar.

Parte 1 do conto:http://www.poringa.net/posts/relatos/3864837/La-fiesta-en-la-piscina-I.htmlParte 2 da história:http://www.poringa.net/posts/relatos/3867735/La-fiesta-en-la-piscina-II.html

A festa na piscina IIIPorra, essa foi a primeira palavra que pensei ao tomar uma decisão tão impulsiva e sair sem nem ver se tinha alguém lá fora, nem mesmo uma espiadinha, e agora eu via as consequências, mas considerando a quantidade de decisões que tinha tomado na última hora, não parecia tão perigoso assim.

A questão é que ao sair consegui ver pela calçada, a uns 20 metros mais ou menos, duas minas extremamente gostosas vindo na minha direção, que obviamente eu reconhecia e conhecia, e por sorte estavam se aproximando com sacolas do mercado perto da minha casa, o que pensei em usar a meu favor, tanto para cair bem com as convidadas quanto para justificar a história que minha prima tinha inventado.

Fingi estar seguro de mim, como se sempre soubesse que elas estariam ali.

- Meninas, bem-vindas à festa, por favor, deixem-me ajudá-las, devem estar exaustas - falei, tentando fazer minha versão parecer real.

- Que cavalheiro, até parecia que você estava nos esperando atrás da porta - respondeu a primeira delas, estendendo o braço direito com a sacola cheia de batatas e alguns embutidos.

O nome dela era Brenda, uma morena de 24 anos. Conheci ela na faculdade enquanto terminava meu trabalho de conclusão de curso há 3 anos. Nunca fomos muito amigos, mas nos encontros sempre tivemos chance de nos esbarrar. Ela era a garota dos meus sonhos, extremamente gostosa, aquela que você imagina fazendo todo tipo de filme brega na mente, além de que a idade não fazia o menor estrago nela - acho que porque desde que a conheci ela me contou que era traga-anos.La fiesta en la piscina IIIMas os leitores provavelmente se importam mais em saber outros aspectos além das minhas intenções românticas, então, ela é atenciosa com todos com quem fala, faz você se sentir especial, suas feições eram muito refinadas, olhos verdes profundos, tinha um corpo de modelo, mas não era magricela sem graça com cara de desanimada, seu rosto sempre refletia alegria. Seus braços eram finos, e suas pernas bem torneadas, era muito fit, sua bunda era maravilhosa, quadris largos e hipnotizantes, que combinados com sua cintura davam vontade de segurá-la o dia todo, seus seios tinham as medidas perfeitas, grandes o suficiente para caber nas minhas mãos mas ela disfarçava tão bem que com a blusa não dava para notar.

- De jeito nenhum, deixamos o carro ali na esquina, mas sempre aceito uma gentileza - a segunda garota também levantou a bolsa para me entregar, seu nome era Lúcia, Lucy para os amigos, era a colega de quarto de Brenda e parecia ser sua melhor amiga, ambas estudavam arquitetura na faculdade, e por causa da natureza do curso, nos conhecemos nos auditórios onde tínhamos aulas. Ela era linda como a amiga, porém, as baixinhas como ela nunca me conquistaram totalmente, embora claro, eu não diria não a um bom momento, seu corpo era parecido com o da amiga, suas pernas eram um pouco mais grossas assim como os braços, o que a tornava extremamente sensual, sua cintura era bem definida, mas seus peitos eram um pouco menores, ainda que não menos apetitosos.

Peguei as duas bolsas e sabia que minha desculpa estava pronta, contanto que não dissessem que nos encontramos na porta, tudo ficaria bem. Enquanto Brenda já estava quase pronta para um ambiente de piscina, Lucy parecia ter sido pega de surpresa, pois parecia estar mais arrumada para uma balada do que para nadar.

- Vejo que você veio a caráter, Bren, mas Lucy, e seu maiô? - e depois acrescentei - Ou será que você não planeja entrar na água?

- Ai, caramba, deixei no porta-malas, vão indo na frente e vou atrás dele - ela deixou a bolsa com a amiga e seguiu em direção ao carro que estava virando a esquina.sexoEnquanto a víamos tentando andar rápido com seus saltos altos, decidimos ir entrando na casa. Como eu tinha contado pra vocês, ela e eu não éramos estranhos, então a conversa fluía bem na entrada. Eu tinha planejado tentar dar uma investida hoje à tarde, aproveitando que todos íamos dormir na casa, pensando que em algum momento poderíamos ter um momento a sós.

Ela me contava sobre seus avanços na tese e eu falava sobre minha pesquisa de mestrado. A gente curtia muito essa área do design, então era bem interessante conversar sobre isso, além do fato de que ela era inteligente pra caralho. Deixamos as coisas na cozinha, ficamos conversando enquanto arrumávamos tudo. Ela guardava os embutidos na geladeira pra não estragarem antes de prepararmos, e eu colocava os aperitivos em bandejas pra deixar na mesa da piscina.

Brenda se ofereceu pra levar as bandejas, e eu continuei preparando mais algumas coisas que ia tirar depois. Lucy chegou alguns minutos depois com uma mochila pequena com o que "ia usar aquele dia". Ela disse que ia alcançar a amiga na piscina e aproveitar pra começar a cumprimentar a galera. Eu mostrei a direção e ela me deixou sozinho ali.

Quase imediatamente, meu amigo Francisco chegou perguntando a razão da roupa da Lucy. Contei o que ela me disse. Ele me olhou desconfiado, dizendo: "Pensei que ela ainda tivesse chateada comigo, mas fico feliz que ela não veio só pra dar um oi".

Frank estava no internato de medicina quando eu apresentei a Lucy. Eles tiveram uma química boa e pareciam um belo casal, mas, pelas óbvias razões médicas, ele acabou sendo um traidor dos piores e até pegou a vizinha enquanto estava com ela (isso da vizinha não é piada, mas é história pra outro dia). Ela não descobriu quase nenhuma traição, mas quando o idiota deixou o celular perto dela e ela viu de relance que o "João Mecânico" tava mandando mensagens com corações, foi o caos.

Ela obviamente ficou puta comigo porque presente ao cara que eu tinha colocado os chifres mais gigantes da vida, mas Brenda interveio por mim dizendo que não era minha culpa, que essas coisas aconteciam e que eu não sabia que ele agiria daquela forma, o que em parte era verdade, porque eu não imaginei que ele faria tais coisas, além do que durante os seis meses que eles ficaram juntos eu tentei não me meter no que era uma dinâmica só deles dois, a gente nunca sabe se é um casal aberto.

Mesmo assim ela parecia ter superado e quando chegou na cozinha eles se cumprimentaram sem problema.

- Ei, Atlas, onde posso ir me trocar? - ela me perguntou da porta da cozinha.

- Ah, tem o banheiro lá fora, perto da piscina - respondi despreocupado.

- É que tá ocupado, parece que tem muita fila no momento - tinham 3 pessoas na fila esperando, parece que alguém passou mal com as comidas.

- Ah, então pode usar o outro banheiro, mas não sei se também tá ocupado, ou meu quarto, é passando a sala, no corredor no final.

- Ai, obrigada, bebê - Bebê? Ela costumava falar coisas assim mas era estranho ela dizer na frente do Frank, provavelmente pra irritá-lo.

- Bebê? - Frank me respondeu quando ela foi embora.

- Nem ideia, cara.

Continuamos conversando na cozinha quando ela voltou com a mesma roupa.

- Emmm, ei, Farik... - ela me chamou, meu segundo nome é Farik, mas eu odeio, e ela sabe, mas o que eu faço, meus pais ficaram criativos quando eu nasci.

- Farik? Você sabe que eu não gosto desse nome - respondi bem sério.

- Ai, desculpa, é que o banheiro também tá ocupado, e não consegui encontrar seu quarto, desculpa - ela falou olhando pro chão com vergonha.

- Então vamos, eu te guio - Frank continuou cortando algumas coisas que íamos colocar na churrasqueira enquanto eu acompanhava a Lucy.

Caminhando começamos a conversar.

- Ei, espero que essa festa não tenha saído tão cara, vocês investiram em tudo - ela disse pra quebrar o gelo.

- Não, nada disso, a maioria das coisas os convidados trouxeram, aliás muito obrigado pelo... - da loja - falei de maneira amistosa
- Ah, não foi nada - ela me olhava com um sorriso de orelha a orelha - Foi ideia do Bren irmos à loja, eu nem tinha pensado nisso realmente - riu ao me dizer isso

Chegamos ao quarto, mas na hora de abrir, a porta não abria, só conseguimos ouvir uns barulhos dentro como se alguém estivesse pulando na cama
- Desgraçados, nem pediram permissão - falei fingindo irritação, mas na verdade não me afetou, até me excitou um pouco
- É que quando você ganha de sobra, não tem muito o que fazer - ele disse de um jeito que parecia indireta, mas deixei passar
- Bom, não sei, você poderia usar o quarto do Frank, mas não sei se isso te incomodaria - embora ela já o conhecesse por razões óbvias, não sabia se isso geraria algum incômodo
- Nada a ver, não é como se eu nunca tivesse entrado - o quarto ficava ao lado do depósito no fundo do corredor, então caminhamos até lá, e ao tentar abrir a porta, ela não abria completamente, agora não por causa de alguém dentro, mas pela bagunça.

Ela nem sabia o que dizer
- Ai, não, por essa razão eu sempre ficava de saco cheio, ele não tem nada em ordem, parece que não conhece guarda-roupas - toda a roupa do meu colega estava no chão, como se um tornado tivesse passado.

Ao entrar, não pude evitar olhar para sua bunda, bem grande e empinada, os saltos ajudavam muito a dar uma forma divina.festa- Olhos pra cima, menino - ela percebeu e eu finjo que não
- Não é o que você pensa, só tava olhando a roupa no chão - engoli seco depois
- Ahã, e eu sou cega. Sei como os homens me olham, todos se perdem igual, mesmo você morrendo de vontade pela Brenda, não resiste - tantas verdades faziam essa mulher parecer uma vidente, ou uma bruxa. Uma bruxa a quem eu daria uma vassoura... pra vassoura, óbvio.

- Tá bom - respondi resignado - é, eu vi, mas tipo, como não ver? É enorme - isso saiu direto da alma
Ela riu - Enorme? Você acha? - me olhou incrédula
- Pois é, acho que nunca vi um tão grande em alguém tão magra - não sei se foi um elogio e acho que ela também não
- Mas não tem muito o que fazer, né? - virou pra mim e ficou me encarando
- Claro que não - respondi sério e seguro do que dizia

Dois segundos depois, estávamos nos beijando contra a porta que fechamos às pressas.
Ela se jogou em mim e eu nela, agarrei sua bunda direto e com o peso fechamos o quarto, não pude evitar esquentar com isso, mordi seu lábio, peguei seu cabelo e puxei, toquei sem cuidado seus peitos e sua virilha, ela e eu sabíamos que não tinha tempo a perder.

- Vamos pra cama - ela sussurrou no meu ouvido e eu a levantei sem pressa nos braços enquanto ela devorava meu pescoço, diria que com beijos mas essa mulher tava a ponto de começar a deixar marcas visíveis, então a joguei na cama com força, enquanto eu desabotoava minha camisa de novo, e ela desabotoava a saia e os saltos.
Ajudei a tirar os últimos e por baixo, ela usava uma calcinha de praia, o que me pareceu estranho dado o que ela tinha respondido na hora do carro, mas não ia poder perguntar naquele momento, só empurrei pro lado, me abaixei e comecei a chupar aquela delícia que já começava a ficar molhada.
- Porra, você chupa melhor que seu amigo idiota - me surpreendi com essa revelação mas não parei - por isso ele ficava tão ciumento - e continuava me surpreendendo. Morria de vontade de saber o que acontecia com eles, mas deixar o momento passar seria um erro.
Ela tirou a blusa enquanto continuava a comer sua virilha, o sutiã também voou, e embora seus seios não fossem enormes, morria por comê-los, aqueles limões tinham seu charme e me atraíam demais. Levantei-me para beijá-la com minha boca cheia de seus fluidos, enfiei dois dedos e ela começou a acariciar meu pau por cima da cueca, ação que não durou muito porque, ao sentir a dureza, ela a baixou e agarrou meu pedaço com toda a palma da mão.

Estava tão excitado que a peguei, levantei, deitei e a coloquei sobre mim para começar um 69 que até hoje lembro com muitos detalhes; ela era uma mestra do oral, não sei como o Frank pôde ter sido infiel, nem conseguia chupá-la de tanto prazer. Comecei a usar minhas mãos para acariciar seu clitóris, que parecia ser seu ponto fraco, pois ela parou de repente e soltou um gemido intenso.

— Ah, agora me fode, idiota — ela me dizia com fúria e muita emoção
Queria que aquela fera me comesse com todas as forças, então comecei a pensar — Não, acho que não quero mais —
Embora estivesse sentada na minha cara, ela girou para me olhar com raiva nos olhos
— Como assim não, imbecil? Você é um babaca — Ela se levantou e pegou o sutiã para vestir
— Espera — eu disse com um sorriso mental por dentro
— Espero para quê? — Enquanto respondia, a agarrei pelo braço, ela, irritada, tentou se soltar, mas eu a puxei para mim e a beijei, ela tentou se separar, então, como último movimento, com toda minha força a empurrei contra a cama para que caísse com as mãos sobre ela.

Com as mãos sobre o lençol, coloquei-me atrás dela, com uma mão arranquei sua pequena calcinha de biquíni e apontei direto para sua buetinha, enfiei de uma só vez todo meu membro. Ela não aguentou e gritou, continuava irritada e com essa raiva começou a bater minha pélvis com sua bunda forte e dura; percebeu meu plano e aproveitou para continuar explorando todo seu ódio contra o ex-namorado, e os meses que depois eu descobriria que ela tinha passado sem transar.
Minhas pernas estavam molhadas, eu podia ter toda a bunda dela sob meu controle, e sabia que enquanto eu conseguisse continuar satisfazendo ela, ela estaria à minha mercê. Ela só queria se vingar no quarto do babaca que tinha traído ela. Eu via as mãos dela apertando o lençol, assim como o rosto dela gemendo e com os olhos revirados. Ouvi os gemidos saindo do fundo do ser dela e como os peitos dela se moviam pra cima e pra baixo.
Resumindo, ela e eu tínhamos uma química sexual impressionante, até pensei se não seria melhor ficar com ela de namorados; transar desse jeito com uma gostosa como ela seria um sonho pra qualquer um. Mas justo quando eu estava no auge da foda, ouvimos meu celular tocar. Não consegui atender, mas peguei sem tirar meu pau dessa rabuda. Desbloqueio e vejo que era a Brenda. Tinha três chamadas perdidas.Fim da parte III

Avisos: Todos os nomes foram alterados para preservar a privacidade das pessoas envolvidas e as imagens usadas são meramente ilustrativas. Essas histórias contêm dados e experiências reais, bem como ajustes fictícios em benefício do ritmo e desenvolvimento da trama. Obrigado.

1 comentários - La fiesta en la piscina III

Ah nomames tanto pedo pa que al final ni describiera tan chido .l.
Paciencia, ya vendrán más detalles. 👀