(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Pouco antes dessa merda da crise do COVID do caralho, eu estava procurando um apartamento novo para morar. Assinei o contrato faltando poucos dias para decretarem o confinamento, toda aquela palhaçada de proibirem a gente de sair de casa, exceto pra trabalhar, fazer compras, nada de contato com gente de fora, etc. Por sorte pra mim, a mudança estava dentro das permissões que as pessoas tinham, então consegui terminar de levar minhas coisas pro apartamento novo. Claro que fazer isso sozinho, somado às críticas de uma velha do meu prédio reclamando que "minha irresponsabilidade ia matá-la", foi bem foda.
A questão é que no final consegui ter meu novo apartamento de confinado, num primeiro andar sem elevador. Um apartamento não muito velho, com duas unidades por andar. Então fui me acostumando a viver ali, enquanto continuava trabalhando remotamente e só saía do apê pra fazer compras, bem cedo de manhã, de máscara e limpando tudo que entrava em casa.
Não sabia nada daquela vizinhança, exceto que praticamente todo o prédio saía pra aplaudir às oito da noite. Eu, por outro lado, me afastava das janelas e aproveitava pra fazer exercício no meu quarto, usando minha velha Wii e a prancha de exercícios. Sim, ela tem muitos anos, mas funciona. Então só fui começar a saber mais dos meus vizinhos há relativamente pouco tempo.
Como aqui todo mundo aplaude mas depois todo mundo sai, eu não cruzava com muita gente nas minhas entradas e saídas do prédio. Mas no começo de setembro, a convivência começou a ficar bem complicada.
Foi numa segunda-feira de manhã. Eu estava numa videoconferência com meus colegas de departamento falando sobre os objetivos pro fim do ano quando um barulho terrível, tipo uma manada de animais numa trituradora, começou a invadir meus ouvidos. Tava tão alto que até meus colegas perguntaram se eu tava com problema na Cobertura. Me fiz entender como pude, e terminamos a reunião, interrompidos de vez em quando pelo som daquele asqueroso berbequim.
Na terça repetiu-se uma cena parecida, só que naquele dia me tocava falar com o Diretor da Seção. Além disso, esse homem já tinha uns anos e sua audição não era muito boa, de modo que as palavras que ele não entendia eu escrevia no chat. Uma porcaria.
A quarta-feira foi tranquila, mas na quinta o barulho voltou a começar. Ainda bem que naquele dia não tinha nenhuma reunião. Agucei o ouvido e determinei que o barulho não vinha do apartamento da frente, mas sim do de cima, então me preparei para sair. Claro, com minha máscara. Subi os degraus e toquei a campainha uma vez.
Não houve resposta, então toquei de novo, com um par de toques. E dessa vez sim, houve resposta.
Uma tia gostosa. Cabelo loiro que caía até os ombros, dois olhos lindos de cor pérola, a pele meio pálida... E uma camiseta preta bem justa que me permitia ver que seus peitos não eram especialmente grandes, embora não importasse muito ao ver seu decote generoso. Um short jeans deixava à mostra suas pernas depiladas.
“Posso te ajudar em algo?”, perguntou. Nem bom dia nem nada.
“Eh...”, meu cérebro demorou alguns segundos para funcionar. Provavelmente porque vê-la me tinha deixado com tesão e o sangue tinha descido para a outra cabeça. “Oi, sou seu vizinho de baixo.”
“Oi, vizinho de baixo. Não lembro de ter te visto. Você é aquele que nunca saía para bater palmas às oito?”
“Esse mesmo.”
“Já me parecia estranho. O que você quer?”, perguntou de novo.
“Olha, estou trabalhando, e esse seu berbequim é muito chato. Seria possível você usá-lo em outro momento?”
“Porra...”, disse ela. “Olha, entendo seu problema. Mas me entenda também. Eu tinha comprado uns móveis logo antes de toda essa merda acontecer e eles me trouxeram na semana passada. Quero terminar logo, e assim você pode trabalhar tranquilo, tá bom? Ou você prefere Que ele faça no sábado enquanto você ronca?"
"Não... Não, claro, desculpa, eu não sabia..."
"Pois é. Paciência, meu bem, falta pouco agora.Tchau, disse ele, e sem mais, fechou a porta de sua casa.
Voltei para o meu apartamento para continuar trabalhando, embora a visão daquela jovem deusa tivesse embotado minha mente. Com certeza o namorado dela curtia foder ela, pensei. Depois pensei que não tinha ouvido barulho de transa... e então lembrei que não deviam receber visitas durante a pandemia. Então, ou não tinham namorado, ou transavam na casa dele.
O fato é que na sexta, antes do horário do almoço, a furadeira já tinha parado de fazer barulho. Pensei que a loira tinha decidido se apressar para terminar de montar os móveis. Me senti culpado por ter reclamado do uso da ferramenta. Então pensei em ter um gesto legal com ela. Com intenções sexuais? Provavelmente, embora não conhecesse ninguém que tivesse comido alguém por causa de um bolo.
Não sou um grande confeiteiro, mas bolos sempre foram meu forte. É verdade que não tinha preparado nenhum desde o início do confinamento (ou provavelmente estaria pesando 30 quilos a mais), mas não demorei muito para prepará-lo. Tudo calculado para, ao terminar o trabalho da tarde, que estivesse frio para levar para minha vizinha.
Com minha máscara colocada, subi as escadas novamente, enquanto carregava o bolo em uma sacola plástica transparente. Toquei a campainha e esperei.
Foi estranho. Não foi a deusa loira quem me atendeu. Outra garota estava na porta. Essa era morena, com o cabelo preso em uma coleta. Dois óculos de acetato escondiam seus olhos, e ela não parecia nada feliz. Sua roupa era mais ou menos normal, um moletom do Frajola e uma calça de moletom comprida.
"O que?", perguntou com voz mal-humorada.
"Oi... sou o vizinho de baixo."
"Carol já terminou com a furadeira,pauzudo, disse ela. "Ou será que pisamos muito forte?"
"Não! Eu queria me desculpar pelo que aconteceu no outro dia"
"Vou passar suas desculpas", disse a desconhecida.
"Eu trouxe isso pra vocês!", falei, erguendo o bolo, numa tentativa de evitar que ela batesse a porta na minha cara. Literalmente.
"Oh... espera. Carol! Um namorado seu trouxe um bolo!"
"O que você tá dizendo?", perguntou Carol, aparecendo. "Ah, oi", cumprimentou ao me ver. "E esse bolo?"
"Pra me desculpar pelo outro dia. E ainda consegui terminar o trabalho da tarde sem problemas, então... obrigado."
"Eu que agradeço por isso", disse Carol, aceitando meu presente. "Leva pra cozinha, Marta?"
"Vou", respondeu Marta, e quase arrancou a sacola das mãos dela pra levar pra cozinha.
"Desculpa ela", Carol me disse num sussurro. "Ela é meio misândrica."
"Meio o quê?"
"Que ela não gosta muito de homens", me explicou.
"Ah, entendo."
"Sério, obrigada pelo bolo."
"Por nada. Deixo vocês, devem estar ocupadas.Oi.No dia seguinte eu estava tomando café da manhã quando alguém bateu na minha porta. Estranhei, porque também não estava esperando nada da Amazon, me levantei para atender. Apesar da máscara que vi pelo olho mágico, a cabeleira loira me revelou que era a Carol quem batia.
“Bom dia”, cumprimentei ao abrir.
“Oi!”, ela cumprimentou com animação. Vocês não têm ideia de como ficava bem nela o conjunto de sair para correr. “Ia passar no mercado um instante. Precisa que eu traga alguma coisa?”
“Hã? Ah, não, obrigado! Preciso trazer várias coisas, vou passar lá agora mesmo”.
“Tem certeza? Última chance!”
“De verdade, não precisa. Obrigado”.
“Até mais, então”
E ela partiu no trote. Quando se virou pude ver pela primeira vez a bunda dela, e sem dúvida me deu muita vontade de passar horas ali.
Naquela tarde eu estava lendo um pouco quando tocaram a campainha de novo. Me levantei para olhar. E para minha surpresa, não era a Carol, mas a Marta a Misândrica quem batia. Abri, claro.
“Oi”
“Oi. Toma”, disse, me passando minha sacola plástica e o prato dentro. “Obrigada. Tava gostoso”.
“De nada”, eu disse. Com certeza, a Marta não podia ser menos expressiva, nem sequer me olhava na cara ao falar. Peguei a sacola e ela foi para as escadas, mas parece que se arrependeu e deu meia-volta na minha direção.
“Quase esqueci. A Carol disse pra perguntar se você vem jantar”.
Ela não tinha esquecido, eu tinha certeza.
“Acho que não, obrigado. Eu subiria, mas é óbvio que você não quer”, eu disse.
“Isso não importa, se você quiser subir, pode”.
“É sua casa também”, eu disse.
“Nunca recebemos visitas. Acho que vai ser legal”.
“Beleza. Querem que eu leve um vinho?”
“NÃO!”, ela gritou, “não precisa levar nada”.
“Tá bom”.
E ela voltou para o apartamento, me deixando com muitas perguntas sobre a atitude dela. Como se tivesse medo de garrafas de vinho. Embora, pensando bem, talvez o jantar não fosse nada demais. Na verdade, o mais provável era que fosse algum plano tipo pizza ou hambúrgueres.
Não estava enganado quando subi. Carol me recebeu e me convidou para entrar. Eles tinham uma casa bem minimalista, e eu tinha certeza de que a maioria dos móveis eram aqueles que eu tinha ouvido nos dias anteriores com a furadeira. Alguns não combinavam com o resto da decoração. Os mais baratos, imaginei.
“Bem-vindo à nossa humilde morada”, disse Carol, me mostrando a sala. Um móvel baixo para a televisão, outro sofá bem baixo, a mesa na mesma altura, e um tapete com almofadas para sentar no chão. Em uma delas estava sentada Marta, com seu agasalho característico. Ou isso pensei, olhei melhor e era outro diferente, embora do mesmo estilo. Ela fez um aceno com a cabeça como cumprimento. “Você poderia estar mais animada, não é todo dia que um gato bonito vem nos visitar”, ela disse, e eu fiquei corado.
“Eu sei”, disse ela. Não parecia que eu a interessasse muito. “Você gosta de pizza, suponho.”
“Sim”, respondi.
“Vou ver como está indo”, disse, levantando-se com agilidade e nos deixando sozinhos com as mãos enfiadas nos bolsos.
“Desculpe por ela. Ela tem um pouco de dificuldade para se relacionar com as pessoas, mas é uma garota muito legal”, disse Carol.
“Imagino.”
O jantar foi muito agradável. Embora, na verdade, praticamente só conversamos Carol e eu. Marta mal intervinha de vez em quando para acrescentar algo, mas ficou mais concentrada na pizza dela do que em nós.
E embora Carol me parecesse uma garota maravilhosa (e que estava maravilhosa) sua colega de apartamento (não eram irmãs) me chamava a atenção de alguma forma. Possivelmente pela estranheza do seu jeito com as pessoas. Finalmente, terminamos de jantar, e…
“Vou para o meu quarto. Até amanhã”, disse Marta como despedida e nos deixou sozinhos. Ouvi Carol suspirar.
“O que foi?”
“Nada… desculpe, não posso falar sobre isso”, me disse Marta.
“Tudo bem. Eu entendo”, disse, sem vontade de fofocar, embora o corpo me pedisse.
“Uma coisa, você sai com pessoas? Quer dizer, encontra com seus amigos e tal?”
“Não. A maioria não eles moram por aqui. Os que sim, um deles não tem coragem de sair de casa por via das dúvidas. E o outro... já levou multa por estar em bares que não respeitavam as medidas anti-COVID. Por que você pergunta?"
"Bom, eu não sou daqui, e a Marta também não", ela disse. "Ainda não fizemos amigos desde que chegamos. E não sei se você percebeu que a média de idade do bairro é uns sessenta anos", brincou, "então eu gostaria de poder encontrar com você alguns dias e fazer alguma coisa. Ver um filme ou o que você tiver vontade. Confio mais nisso do que sair por aí pra jantar, pra ser sincera."
"Claro", eu disse. "Mas a próxima é na minha casa. Vocês estão convidadas. Se a Marta quiser, claro."
"Eu cuido dela", garantiu Carol.
"Bom, está tarde. Vou descer."
"Tudo bem. Boa noite."
"Boa noite."
E voltei pra minha casa.
Nas semanas seguintes não tive muito tempo pra ver minhas queridas vizinhas, mas tentava dar uma passada. Quando descobri que elas também acordavam cedo, me ofereci pra pegar algumas coisas na loja pra elas, e chegamos a um acordo: eu ia um dia de manhã e se faltasse alguma coisa, elas se encarregavam de trazer à tarde. Mas era estranho, porque sempre era a Marta quem me entregava minhas sacolas.
"Merda... minhas chaves", disse Marta ao perceber que não as trouxera.
"Carol não pode abrir pra você?"
"Ela foi aos Correios. Merda."
"Pode esperar na minha casa", ofereci.
"Não queria incomodar."
"Não é incômodo", disse.
Ela pareceu hesitar mas acabou entrando. Ofereci pra ela sentar na sala enquanto ia buscar um copo d'água. Marta não parecia se atrever a beber, mas no final deu um gole.
"Amanhã vocês jantam aqui, né?", perguntei, tentando quebrar o gelo.
"Sim."
"Espero que você goste de hambúrgueres."
"Tenho intolerância a carne moída", ela me disse.
"Carol me contou. Por isso comprei bifes de frango pro seu hambúrguer. Posso fazer na chapa ou empanado. Como você preferir", ofereci com um sorriso.
"Empanado, por favor", murmurou ela. Parecia envergonhada. "Obrigada".
"Imagina".
De repente, bateram na porta.
"Deve ser a Carol", falei, e fui abrir. "Oi", cumprimentei.
"Oi. Minha colega está aqui?", perguntou. "Marta, desculpa, levei as chaves das duas".
"Tudo bem. Foi muito gentil", disse Marta. "Obrigada pela água. Tchau".
E foi embora, novamente sem olhar no meu rosto.
"Pelo menos ela aceitou a água", comentou Carol.
"Vai me contar qual é a dessa situação?"
"Talvez amanhã".
Acenei, aceitando que não tinha controle sobre elas.
O jantar do dia seguinte foi um pouco mais tranquilo que da última vez. Já estava conhecendo algumas coisas sobre as duas. Aparentemente, trabalhavam como auxiliares num shopping, processando devoluções dos clientes enquanto terminavam os estudos. Naquela noite, o assunto acabou sendo amizades... namoradas, namorados... E pelo visto, as duas estavam solteiras.
"Muito obrigada pelo jantar", disse Marta quando a conversa ia esfriando, "mas amanhã preciso acordar cedo, então vou subir, tá?"
"Você que sabe", disse Carol. "Eu ainda vou demorar um pouco".
E Marta nos deixou sozinhos. De repente, senti Carol se jogar em cima de mim.
"Carol!"
"Tem problema? Te vi me olhando", disse ela, "e já falei que tô solteira e sem namorado".
"Por isso que a Marta foi embora? Porque a gente vai foder?"
"Não. Já te falei que ela é meio misândrica. Fico feliz que ela tenha te conhecido".
"Tô faltando informações aqui", falei pra ela.
"Vamos ver... Quase estupraram a Marta. Aconteceu tem tempo, eu nem conhecia ela na época. Pelo que ela me contou, tinha marcado com uns colegas de classe. Ela nunca bebia, e não bebeu, mesmo muitos tentando dar álcool pra ela. O caso é que quando os outros já iampedófilotentaram passar dos limites. Mas a Marta, que mesmo não parecendo é bem forte, conseguiu se livrar de dois deles. Outro, porém, a empurrou e a prensou contra a parede, baixou a calça dela... Mas tinham feito tanto escândalo que a polícia apareceu. Desde então ela não se atreve muito a chegar perto de nenhum cara.
"Entendo. Por isso ela me evita."
"E por isso não quis vinho, e hesitou com a água, é isso. Ela me contou. Embora eu tenha tentado fazer ela se abrir um pouco. Por isso pensei que faria bem você se aproximar da gente."
"E como você sabia que eu não era perigoso?"
"Me arrisquei, como com todo mundo", disse Carol. "E não me arrependo. Você é um cara legal. E os caras legais... ganham um prêmio." E me beijou.
Começou a subir em cima de mim, deslizando a perna por cima das minhas. De repente tinha aquela garota sobre o meu corpo, e disposta a dar uma boa trepada. Praticamente arrancou minha camiseta enquanto me beijava com paixão. Porra, ela estava completamente solta. E beijava muito.
"Ei, você não vai ficar paradão, né?", me perguntou. "Quero fogo."
Arrancar uma camiseta tão justa dela foi mais complicado, mas eu consegui. E que surpresa. Minha amiga não usava sutiã. Finalmente pude ver aquelas tetas. E lambê-las. E morder aqueles mamilos. E ela gemía. E acariciei sua bunda por baixo da saia.
"É mais fácil se você tirar minha calcinha", ela disse com uma risadinha.
E eu desabotoei a saia e tirei a calcinha dela. Completamente nua e entregue no meu sofá.
"Vamos ver o que você esconde", disse enquanto abria a braguilha da minha calça. Parecia ansiosa para ver meu pau. E gostei que ela assobiou ao vê-lo. "Não é certo guardar essas coisas", ela disse antes de começar a me chupar. Sua mão acariciava minhas bolas enquanto fazia isso. O problema era que eu estava muito excitado e não ia demorar a gozar por causa dela.
"Carol, vou gozar. Vou gozar!", gritei, mas ela continuou me mamando até que eu gozei. Meu sêmen inundou sua boquinha, e ela engoliu sem problema. Porra, cara. Você devia foder mais vezes", brincou.
"Isso depende de você", eu disse com um sorriso.
"Não, isso depende de como você se comporta", ela respondeu, abrindo as pernas no ar para mim. "Tomo a pílula. Vamos, me come. Faz meses que não sinto nada entre minhas pernas."
Esfreguei meu pau contra sua bucetinha rosada enquanto recuperava a ereção. Não demorei muito para conseguir, e enfiei de uma vez. Carol gemeu e se agarrou a mim com as pernas. Eu estava preso, mas não tinha intenção de parar.
Carol se adaptava muito bem às minhas investidas, e vocês não sabem como era bom estar dentro dela. Meu pau deslizava fácil de tão molhada que ela estava. Eu aproveitei de novo para chupar seus peitos, tinha ficado viciado neles depois de experimentar uma vez. Quando estava prestes a gozar, desci a mão e com o polegar acariciei seu clitóris, e consegui que ela gozasse ao mesmo tempo que eu.
"Isso me fez muito bem", ela disse. Ainda estávamos pelados no meu sofá.
"Fico feliz. Mas o que isso significa exatamente?", perguntei.
"Do que você está falando?"
"Não conheço muitas garotas que transam comigo depois de uma semana conversando."
"Ah, isso. Acho que te faço um favor se disser que não vamos namorar. Não por enquanto. O que me serve bem é umfodamigoNão acho que você vá achar ruim."
"De jeito nenhum", admiti. "Se você estiver de boa com isso."
"Depois do que rolou hoje? Maravilha. Podemos fazer um dia na sua casa e outro na minha, por exemplo. Sexo é ótimo pra dormir."
Uma trepada noturna diária com minha vizinha. Um ótimo acordo.
"E se a gente tiver vontade de tarde?"
"A gente combina, e se for de boa, a gente fode."
"E não vai ser arriscado fazer na sua casa com a Marta?"
"Relaxa, já falei com ela. Ela não se importa. Só tenho que te pedir uma coisa."
"Fala."
"Se você foder com outra, me conta. Quer dizer, não tô pedindo compromisso nem explicações, mas se você transar com outra, a gente corre o risco de você pegar COVID, e com isso eu não topo. Catorze dias desde a trepada de vocês."
"Você é muito responsável", eu disse.
"Preciso ser, tô sozinha na cidade, né?"
Ela tinha razão, claro, mas os termos do nosso acordo eram muito vantajosos.
Então no dia seguinte subi pro apartamento dela pra dormir. Depois do jantar, a Marta escapou pro quarto dela de novo, e a Carol e eu fomos pro dela. Era simples, mas tinha uma cama boa e um espelho, o que era bem pervertido, na verdade.
Naquele dia a Carol tinha se arrumado especialmente atraente. A camiseta dela era mais larga, sem mangas. No lugar, dois buracos grandes pra passar os braços e me deixar ver os peitos dela. Naquele dia ela tinha colocado sutiã sim, e eu passei o jantar inteiro querendo arrancar aquilo. Obviamente, na frente da colega de apartamento eu tinha que me segurar. Mas agora estávamos sozinhos.
"Você tá muito gostosa hoje à noite."
"Isso significa que outras noites eu tô feia?", ela me perguntou. E essa pergunta, tão de namorada, me assustou por um momento. Mas ela riu. "É brincadeira, bobo. Gostou da minha camiseta?"
"É impressão minha ou você me deixou ver bastante?", perguntei.
"Só pra você não esquecer nosso acordo."
"Como eu ia esquecer?", eu disse enquanto me aproximava por trás e passava as mãos pelos grandes buracos das mangas dela. "Olha, eu sei que a gente não tá namorando, mas é verdade. Você é uma gostosa. E eu te desejo muito". "E já vejo que essas duas aqui também te deixam louco", ela disse enquanto eu acariciava seus peitos. "Se você se comportar igual ontem, vai continuar com sexo garantido", ela suspirou quando enfiei as mãos por baixo do sutiã, alcançando seus mamilos. "Vou ser melhor que ontem", eu disse. Comecei a dominá-la e a levei em direção à própria cama. Eu ia comer ela e ela ia se deixar sem nenhum problema. Deitei-a no colchão e procurei seu shorts curto por baixo da camiseta. Tirei e pude ver sua bunda meio coberta pelo fio dental. Mas ela se virou rápido. "Tarado" "E isso te deixa excitada", eu disse enquanto me ajoelhava. Por sorte tinha carpete no chão. "Te devo umacomida, acrescentei enquanto tirava sua calcinha. Adorava o toque das pernas dela. Mas ela reclamou.
"É necessário?"
"Você não gosta que te comam?"
"Geralmente não", admitiu. "Vocês homens têm esse problema."
"Então me vai guiando?", falei enquanto a puxava para perto e afundava minha língua na sua buceta.
Ouvi ela gemer. Por enquanto estávamos começando bem. Várias lambidas pra cima e pra baixo, curtindo o gosto que ela tinha. E logo ela começou a me guiar.
"Um pouco mais pra baixoooo, aí, bem aí", dizia gemendo. "Sobe um pouquinhooo, ah, malvadoooo" seu corpo se contorcia enquanto eu metia um dedo ao mesmo tempo. "Eu gostooo, continuaaa, aaaaaah". Sua buceta estava encharcando minha língua. Tentei meter um segundo dedo, e senti que ela segurou minha cabeça. "Já vou gozar, já vou gozar"
Continuei sem parar até ela gozar. Ela ficou derretida na cama e eu aproveitei para me despir. Ela me chamou e eu me sentei sobre ela, com meu pau apontando direto para sua cabeça. Sorrindo, ela começou a me chupar. Ela era muito boa no oral, e parecia um pouco cansada naquele momento para algo mais agitado. Claro, eu não reclamaria do tratamento recebido.
"Carol, tô quase gozando", falei, e ela, claro, ia me deixar fazer. O ruim é que naquela posição era mais difícil mirar direito e quando soltei minha porra sujei não só a boca dela, mas o rostinho todo. Por sorte tinha lenços à mão e pude ajudá-la a se limpar.
"Vamos, amor. Sei que você ainda não deu tudo", disse ficando de quatro na frente do espelho. Eu acariciei sua bunda mas ela negou. "Ainda não estou pronta pra isso"
"Tranquilo, gostosa", falei apontando meu pau pra sua buceta. "Vamos no seu ritmo"
E com um empurrão estava de novo dentro dela. Ela parecia gostar especialmente de poder nos ver refletidos no espelho, eu a segurava pelos quadris enquanto a fodia. Era a amante perfeita. Sua boceta estava um pouco menos apertada que na noite anterior, modéstia à parte, graças à comida que eu tinha feito pra ela um tempinho antes. O que me surpreendia era que ela não controlava o tom da voz, gemendo e gritando, e eu me deixava levar também, claro.
“Sou uma garota má”, ela disse então. “Me castiga. Ai!” reclamou quando dei uma palmada. “Isso, gostei. Dá mais!” pediu, e eu acompanhei minhas investidas com mais palmadas. “Meu Deus, você é o melhor!”
“Porra. Tô quase!”
“Eu também! Segura um pouco!”, ela me pediu.
Diminuí o ritmo, bem pouco porque meu corpo naquela hora funcionava por inércia, e finalmente conseguimos gozar juntos. Mas depois da foda eu ficava bobinho e beijoquei ela pelas costas toda, e ela não reclamou.
“Você foi incrível”, ela me disse.
“Valeu. E gostou quando eu te chupou?”
“Sim, e muito. Tinha minhas dúvidas.”
“Por quê?”
“Porque muitos caras tratam nosso clitóris como se fosse umesfrega e ganhaou um botão do controle daJogar— disse ele, e começou a rir. — Você pelo menos me ouviu no que eu pedi.
— E vou continuar ouvindo.
— Então, posso pedir para você dormir aqui?
— Claro. Mas tenho que ir embora cedo, amanhã tenho que me conectar no escritório.
— Tudo bem — disse enquanto entrávamos na cama. — Se você trouxer o notebook quando transarmos, não vai precisar descer para o seu apartamento cedo. A não ser que seja isso que você queira.
— Estou muito bem com você. Mas me preocupo com a Marta.
— Acho que ela está começando a confiar em você, não sofra por isso. Boa noite.
— Descansa.
Nos deitamos para dormir. Mas naquela noite não demorei muito para acordar. Olhei o relógio. Três da manhã e eu com uma vontade enorme de mijar. Procurei minha cueca e a vesti antes de ir ao banheiro. Sabendo o que sabia sobre Marta, não queria aparecer na frente dela pelado.
Já tinha estado tantas vezes naquela casa que conseguia me mover no escuro, então cheguei ao banheiro e me aliviei.
A surpresa foi na volta. De repente, ouvi uma vibração. Algo bem leve. O típico WhatsApp que alguém manda fora de hora, pensei. Mas ao passar pela porta do quarto de Marta, ficou mais audível. Virei-me. Havia uma fresta aberta. E, admito, espiei por ela.
Fiquei gelado. E excitado ao mesmo tempo. Marta estava completamente nua em sua cama. Vista assim, sem a roupa que escondia todos os seus atributos, pude comprovar que ela estava uma gostosa. Caralho, até tinha um corpo melhor que o da Carol. Devia ser sua hora de brincadeiras, pois ela tinha as pernas abertas, e pude ver que deslizava um vibrador dentro e fora de sua buceta. Muito devagar ela ia, isso sim. Nada parecido com o ritmo que ela fazia com a colega de apartamento.
Percebi que ela começou a chupar outro vibrador. O ritmo era igualmente lento, ela se deliciava na masturbação. E chegou um momento em que ela os trocou. O que estava recém-lubrificado ela levou até seu cozinho, e o outro ela lambeu, como se devorasse seus próprios fluidos. Senti algo duro entre minhas pernas. Meu pau estava duro, com vontade de entrar naquela hora e fazê-la gozar com um homem. Mas me segurei como pude e me virei.
A última coisa que lembro antes de voltar para o quarto da Carol foi um sussurro da Marta. Pronunciando meu nome.CONTINUA
PRÓXIMO CAPÍTULO:PARTE 2
MEUS OUTROS CONTOS
Minha irmã Leire (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinha||(Outra) tarde proibida com a irmãzinha||Minha mãe saiu no fim de semana...||Praia com a irmã||Depois de um susto noturno||Como se desestressar na pandemia
Férias com meus primos (gozou)
Capítulo 1||Capítulo 2||Capítulo 3||Capítulo 4||Capítulo 5||Capítulo 6||Capítulo 7||Capítulo 8||Capítulo 9||Capítulo 10||Capítulo 11||Capítulo 12||Capítulo 13||Capítulo 14||Capítulo 15||Capítulo 16||Capítulo 17||Capítulo 18||Dezenove anos com minhas primas
Sara, namorada trans (finalizado)
Autoexperimentando||Fantasía: trocando de papel com minha namorada||Recebi ajuda da minha amiga especial||Trio com um casal de amigos||Massagem com final mais que feliz||Às ordens da minha amiga trans||Polvo com minha ex… e minha namorada||Vestido para minha namorada (trans)||Viciado em pau transsexual||Quarteto bissexual (ou algo assim)||Fim de semana com os amigos (I)||Fim de semana com os amigos (II)||Ajudando uma amiga||Não esperava por isso, mas curti pra caralho.
A amiga da minha filha (continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim||A escolha da amiga da minha filha||Trio proibido||Reconciliação tabu||A namorada da minha filha||Reconciliação
Confissões dos meus amigos (gozou)
Confissões dela||Confissões dele||Noite de putaria||Tudo confessado
Coleção de contos curtos
A garota do trem||Por um erro||Me pediram um favor||Fantasias dela, fantasias dos dois||Duas gerações||Férias no hotel||Três não é demais, quatro é prazer||A estagiária||A garçonete do prédio onde eu moro||A convidada
A questão é que no final consegui ter meu novo apartamento de confinado, num primeiro andar sem elevador. Um apartamento não muito velho, com duas unidades por andar. Então fui me acostumando a viver ali, enquanto continuava trabalhando remotamente e só saía do apê pra fazer compras, bem cedo de manhã, de máscara e limpando tudo que entrava em casa.
Não sabia nada daquela vizinhança, exceto que praticamente todo o prédio saía pra aplaudir às oito da noite. Eu, por outro lado, me afastava das janelas e aproveitava pra fazer exercício no meu quarto, usando minha velha Wii e a prancha de exercícios. Sim, ela tem muitos anos, mas funciona. Então só fui começar a saber mais dos meus vizinhos há relativamente pouco tempo.
Como aqui todo mundo aplaude mas depois todo mundo sai, eu não cruzava com muita gente nas minhas entradas e saídas do prédio. Mas no começo de setembro, a convivência começou a ficar bem complicada.
Foi numa segunda-feira de manhã. Eu estava numa videoconferência com meus colegas de departamento falando sobre os objetivos pro fim do ano quando um barulho terrível, tipo uma manada de animais numa trituradora, começou a invadir meus ouvidos. Tava tão alto que até meus colegas perguntaram se eu tava com problema na Cobertura. Me fiz entender como pude, e terminamos a reunião, interrompidos de vez em quando pelo som daquele asqueroso berbequim.
Na terça repetiu-se uma cena parecida, só que naquele dia me tocava falar com o Diretor da Seção. Além disso, esse homem já tinha uns anos e sua audição não era muito boa, de modo que as palavras que ele não entendia eu escrevia no chat. Uma porcaria.
A quarta-feira foi tranquila, mas na quinta o barulho voltou a começar. Ainda bem que naquele dia não tinha nenhuma reunião. Agucei o ouvido e determinei que o barulho não vinha do apartamento da frente, mas sim do de cima, então me preparei para sair. Claro, com minha máscara. Subi os degraus e toquei a campainha uma vez.
Não houve resposta, então toquei de novo, com um par de toques. E dessa vez sim, houve resposta.
Uma tia gostosa. Cabelo loiro que caía até os ombros, dois olhos lindos de cor pérola, a pele meio pálida... E uma camiseta preta bem justa que me permitia ver que seus peitos não eram especialmente grandes, embora não importasse muito ao ver seu decote generoso. Um short jeans deixava à mostra suas pernas depiladas.
“Posso te ajudar em algo?”, perguntou. Nem bom dia nem nada.
“Eh...”, meu cérebro demorou alguns segundos para funcionar. Provavelmente porque vê-la me tinha deixado com tesão e o sangue tinha descido para a outra cabeça. “Oi, sou seu vizinho de baixo.”
“Oi, vizinho de baixo. Não lembro de ter te visto. Você é aquele que nunca saía para bater palmas às oito?”
“Esse mesmo.”
“Já me parecia estranho. O que você quer?”, perguntou de novo.
“Olha, estou trabalhando, e esse seu berbequim é muito chato. Seria possível você usá-lo em outro momento?”
“Porra...”, disse ela. “Olha, entendo seu problema. Mas me entenda também. Eu tinha comprado uns móveis logo antes de toda essa merda acontecer e eles me trouxeram na semana passada. Quero terminar logo, e assim você pode trabalhar tranquilo, tá bom? Ou você prefere Que ele faça no sábado enquanto você ronca?"
"Não... Não, claro, desculpa, eu não sabia..."
"Pois é. Paciência, meu bem, falta pouco agora.Tchau, disse ele, e sem mais, fechou a porta de sua casa.
Voltei para o meu apartamento para continuar trabalhando, embora a visão daquela jovem deusa tivesse embotado minha mente. Com certeza o namorado dela curtia foder ela, pensei. Depois pensei que não tinha ouvido barulho de transa... e então lembrei que não deviam receber visitas durante a pandemia. Então, ou não tinham namorado, ou transavam na casa dele.
O fato é que na sexta, antes do horário do almoço, a furadeira já tinha parado de fazer barulho. Pensei que a loira tinha decidido se apressar para terminar de montar os móveis. Me senti culpado por ter reclamado do uso da ferramenta. Então pensei em ter um gesto legal com ela. Com intenções sexuais? Provavelmente, embora não conhecesse ninguém que tivesse comido alguém por causa de um bolo.
Não sou um grande confeiteiro, mas bolos sempre foram meu forte. É verdade que não tinha preparado nenhum desde o início do confinamento (ou provavelmente estaria pesando 30 quilos a mais), mas não demorei muito para prepará-lo. Tudo calculado para, ao terminar o trabalho da tarde, que estivesse frio para levar para minha vizinha.
Com minha máscara colocada, subi as escadas novamente, enquanto carregava o bolo em uma sacola plástica transparente. Toquei a campainha e esperei.
Foi estranho. Não foi a deusa loira quem me atendeu. Outra garota estava na porta. Essa era morena, com o cabelo preso em uma coleta. Dois óculos de acetato escondiam seus olhos, e ela não parecia nada feliz. Sua roupa era mais ou menos normal, um moletom do Frajola e uma calça de moletom comprida.
"O que?", perguntou com voz mal-humorada.
"Oi... sou o vizinho de baixo."
"Carol já terminou com a furadeira,pauzudo, disse ela. "Ou será que pisamos muito forte?"
"Não! Eu queria me desculpar pelo que aconteceu no outro dia"
"Vou passar suas desculpas", disse a desconhecida.
"Eu trouxe isso pra vocês!", falei, erguendo o bolo, numa tentativa de evitar que ela batesse a porta na minha cara. Literalmente.
"Oh... espera. Carol! Um namorado seu trouxe um bolo!"
"O que você tá dizendo?", perguntou Carol, aparecendo. "Ah, oi", cumprimentou ao me ver. "E esse bolo?"
"Pra me desculpar pelo outro dia. E ainda consegui terminar o trabalho da tarde sem problemas, então... obrigado."
"Eu que agradeço por isso", disse Carol, aceitando meu presente. "Leva pra cozinha, Marta?"
"Vou", respondeu Marta, e quase arrancou a sacola das mãos dela pra levar pra cozinha.
"Desculpa ela", Carol me disse num sussurro. "Ela é meio misândrica."
"Meio o quê?"
"Que ela não gosta muito de homens", me explicou.
"Ah, entendo."
"Sério, obrigada pelo bolo."
"Por nada. Deixo vocês, devem estar ocupadas.Oi.No dia seguinte eu estava tomando café da manhã quando alguém bateu na minha porta. Estranhei, porque também não estava esperando nada da Amazon, me levantei para atender. Apesar da máscara que vi pelo olho mágico, a cabeleira loira me revelou que era a Carol quem batia.
“Bom dia”, cumprimentei ao abrir.
“Oi!”, ela cumprimentou com animação. Vocês não têm ideia de como ficava bem nela o conjunto de sair para correr. “Ia passar no mercado um instante. Precisa que eu traga alguma coisa?”
“Hã? Ah, não, obrigado! Preciso trazer várias coisas, vou passar lá agora mesmo”.
“Tem certeza? Última chance!”
“De verdade, não precisa. Obrigado”.
“Até mais, então”
E ela partiu no trote. Quando se virou pude ver pela primeira vez a bunda dela, e sem dúvida me deu muita vontade de passar horas ali.
Naquela tarde eu estava lendo um pouco quando tocaram a campainha de novo. Me levantei para olhar. E para minha surpresa, não era a Carol, mas a Marta a Misândrica quem batia. Abri, claro.
“Oi”
“Oi. Toma”, disse, me passando minha sacola plástica e o prato dentro. “Obrigada. Tava gostoso”.
“De nada”, eu disse. Com certeza, a Marta não podia ser menos expressiva, nem sequer me olhava na cara ao falar. Peguei a sacola e ela foi para as escadas, mas parece que se arrependeu e deu meia-volta na minha direção.
“Quase esqueci. A Carol disse pra perguntar se você vem jantar”.
Ela não tinha esquecido, eu tinha certeza.
“Acho que não, obrigado. Eu subiria, mas é óbvio que você não quer”, eu disse.
“Isso não importa, se você quiser subir, pode”.
“É sua casa também”, eu disse.
“Nunca recebemos visitas. Acho que vai ser legal”.
“Beleza. Querem que eu leve um vinho?”
“NÃO!”, ela gritou, “não precisa levar nada”.
“Tá bom”.
E ela voltou para o apartamento, me deixando com muitas perguntas sobre a atitude dela. Como se tivesse medo de garrafas de vinho. Embora, pensando bem, talvez o jantar não fosse nada demais. Na verdade, o mais provável era que fosse algum plano tipo pizza ou hambúrgueres.
Não estava enganado quando subi. Carol me recebeu e me convidou para entrar. Eles tinham uma casa bem minimalista, e eu tinha certeza de que a maioria dos móveis eram aqueles que eu tinha ouvido nos dias anteriores com a furadeira. Alguns não combinavam com o resto da decoração. Os mais baratos, imaginei.
“Bem-vindo à nossa humilde morada”, disse Carol, me mostrando a sala. Um móvel baixo para a televisão, outro sofá bem baixo, a mesa na mesma altura, e um tapete com almofadas para sentar no chão. Em uma delas estava sentada Marta, com seu agasalho característico. Ou isso pensei, olhei melhor e era outro diferente, embora do mesmo estilo. Ela fez um aceno com a cabeça como cumprimento. “Você poderia estar mais animada, não é todo dia que um gato bonito vem nos visitar”, ela disse, e eu fiquei corado.
“Eu sei”, disse ela. Não parecia que eu a interessasse muito. “Você gosta de pizza, suponho.”
“Sim”, respondi.
“Vou ver como está indo”, disse, levantando-se com agilidade e nos deixando sozinhos com as mãos enfiadas nos bolsos.
“Desculpe por ela. Ela tem um pouco de dificuldade para se relacionar com as pessoas, mas é uma garota muito legal”, disse Carol.
“Imagino.”
O jantar foi muito agradável. Embora, na verdade, praticamente só conversamos Carol e eu. Marta mal intervinha de vez em quando para acrescentar algo, mas ficou mais concentrada na pizza dela do que em nós.
E embora Carol me parecesse uma garota maravilhosa (e que estava maravilhosa) sua colega de apartamento (não eram irmãs) me chamava a atenção de alguma forma. Possivelmente pela estranheza do seu jeito com as pessoas. Finalmente, terminamos de jantar, e…
“Vou para o meu quarto. Até amanhã”, disse Marta como despedida e nos deixou sozinhos. Ouvi Carol suspirar.
“O que foi?”
“Nada… desculpe, não posso falar sobre isso”, me disse Marta.
“Tudo bem. Eu entendo”, disse, sem vontade de fofocar, embora o corpo me pedisse.
“Uma coisa, você sai com pessoas? Quer dizer, encontra com seus amigos e tal?”
“Não. A maioria não eles moram por aqui. Os que sim, um deles não tem coragem de sair de casa por via das dúvidas. E o outro... já levou multa por estar em bares que não respeitavam as medidas anti-COVID. Por que você pergunta?"
"Bom, eu não sou daqui, e a Marta também não", ela disse. "Ainda não fizemos amigos desde que chegamos. E não sei se você percebeu que a média de idade do bairro é uns sessenta anos", brincou, "então eu gostaria de poder encontrar com você alguns dias e fazer alguma coisa. Ver um filme ou o que você tiver vontade. Confio mais nisso do que sair por aí pra jantar, pra ser sincera."
"Claro", eu disse. "Mas a próxima é na minha casa. Vocês estão convidadas. Se a Marta quiser, claro."
"Eu cuido dela", garantiu Carol.
"Bom, está tarde. Vou descer."
"Tudo bem. Boa noite."
"Boa noite."
E voltei pra minha casa.
Nas semanas seguintes não tive muito tempo pra ver minhas queridas vizinhas, mas tentava dar uma passada. Quando descobri que elas também acordavam cedo, me ofereci pra pegar algumas coisas na loja pra elas, e chegamos a um acordo: eu ia um dia de manhã e se faltasse alguma coisa, elas se encarregavam de trazer à tarde. Mas era estranho, porque sempre era a Marta quem me entregava minhas sacolas.
"Merda... minhas chaves", disse Marta ao perceber que não as trouxera.
"Carol não pode abrir pra você?"
"Ela foi aos Correios. Merda."
"Pode esperar na minha casa", ofereci.
"Não queria incomodar."
"Não é incômodo", disse.
Ela pareceu hesitar mas acabou entrando. Ofereci pra ela sentar na sala enquanto ia buscar um copo d'água. Marta não parecia se atrever a beber, mas no final deu um gole.
"Amanhã vocês jantam aqui, né?", perguntei, tentando quebrar o gelo.
"Sim."
"Espero que você goste de hambúrgueres."
"Tenho intolerância a carne moída", ela me disse.
"Carol me contou. Por isso comprei bifes de frango pro seu hambúrguer. Posso fazer na chapa ou empanado. Como você preferir", ofereci com um sorriso.
"Empanado, por favor", murmurou ela. Parecia envergonhada. "Obrigada".
"Imagina".
De repente, bateram na porta.
"Deve ser a Carol", falei, e fui abrir. "Oi", cumprimentei.
"Oi. Minha colega está aqui?", perguntou. "Marta, desculpa, levei as chaves das duas".
"Tudo bem. Foi muito gentil", disse Marta. "Obrigada pela água. Tchau".
E foi embora, novamente sem olhar no meu rosto.
"Pelo menos ela aceitou a água", comentou Carol.
"Vai me contar qual é a dessa situação?"
"Talvez amanhã".
Acenei, aceitando que não tinha controle sobre elas.
O jantar do dia seguinte foi um pouco mais tranquilo que da última vez. Já estava conhecendo algumas coisas sobre as duas. Aparentemente, trabalhavam como auxiliares num shopping, processando devoluções dos clientes enquanto terminavam os estudos. Naquela noite, o assunto acabou sendo amizades... namoradas, namorados... E pelo visto, as duas estavam solteiras.
"Muito obrigada pelo jantar", disse Marta quando a conversa ia esfriando, "mas amanhã preciso acordar cedo, então vou subir, tá?"
"Você que sabe", disse Carol. "Eu ainda vou demorar um pouco".
E Marta nos deixou sozinhos. De repente, senti Carol se jogar em cima de mim.
"Carol!"
"Tem problema? Te vi me olhando", disse ela, "e já falei que tô solteira e sem namorado".
"Por isso que a Marta foi embora? Porque a gente vai foder?"
"Não. Já te falei que ela é meio misândrica. Fico feliz que ela tenha te conhecido".
"Tô faltando informações aqui", falei pra ela.
"Vamos ver... Quase estupraram a Marta. Aconteceu tem tempo, eu nem conhecia ela na época. Pelo que ela me contou, tinha marcado com uns colegas de classe. Ela nunca bebia, e não bebeu, mesmo muitos tentando dar álcool pra ela. O caso é que quando os outros já iampedófilotentaram passar dos limites. Mas a Marta, que mesmo não parecendo é bem forte, conseguiu se livrar de dois deles. Outro, porém, a empurrou e a prensou contra a parede, baixou a calça dela... Mas tinham feito tanto escândalo que a polícia apareceu. Desde então ela não se atreve muito a chegar perto de nenhum cara.
"Entendo. Por isso ela me evita."
"E por isso não quis vinho, e hesitou com a água, é isso. Ela me contou. Embora eu tenha tentado fazer ela se abrir um pouco. Por isso pensei que faria bem você se aproximar da gente."
"E como você sabia que eu não era perigoso?"
"Me arrisquei, como com todo mundo", disse Carol. "E não me arrependo. Você é um cara legal. E os caras legais... ganham um prêmio." E me beijou.
Começou a subir em cima de mim, deslizando a perna por cima das minhas. De repente tinha aquela garota sobre o meu corpo, e disposta a dar uma boa trepada. Praticamente arrancou minha camiseta enquanto me beijava com paixão. Porra, ela estava completamente solta. E beijava muito.
"Ei, você não vai ficar paradão, né?", me perguntou. "Quero fogo."
Arrancar uma camiseta tão justa dela foi mais complicado, mas eu consegui. E que surpresa. Minha amiga não usava sutiã. Finalmente pude ver aquelas tetas. E lambê-las. E morder aqueles mamilos. E ela gemía. E acariciei sua bunda por baixo da saia.
"É mais fácil se você tirar minha calcinha", ela disse com uma risadinha.
E eu desabotoei a saia e tirei a calcinha dela. Completamente nua e entregue no meu sofá.
"Vamos ver o que você esconde", disse enquanto abria a braguilha da minha calça. Parecia ansiosa para ver meu pau. E gostei que ela assobiou ao vê-lo. "Não é certo guardar essas coisas", ela disse antes de começar a me chupar. Sua mão acariciava minhas bolas enquanto fazia isso. O problema era que eu estava muito excitado e não ia demorar a gozar por causa dela.
"Carol, vou gozar. Vou gozar!", gritei, mas ela continuou me mamando até que eu gozei. Meu sêmen inundou sua boquinha, e ela engoliu sem problema. Porra, cara. Você devia foder mais vezes", brincou.
"Isso depende de você", eu disse com um sorriso.
"Não, isso depende de como você se comporta", ela respondeu, abrindo as pernas no ar para mim. "Tomo a pílula. Vamos, me come. Faz meses que não sinto nada entre minhas pernas."
Esfreguei meu pau contra sua bucetinha rosada enquanto recuperava a ereção. Não demorei muito para conseguir, e enfiei de uma vez. Carol gemeu e se agarrou a mim com as pernas. Eu estava preso, mas não tinha intenção de parar.
Carol se adaptava muito bem às minhas investidas, e vocês não sabem como era bom estar dentro dela. Meu pau deslizava fácil de tão molhada que ela estava. Eu aproveitei de novo para chupar seus peitos, tinha ficado viciado neles depois de experimentar uma vez. Quando estava prestes a gozar, desci a mão e com o polegar acariciei seu clitóris, e consegui que ela gozasse ao mesmo tempo que eu.
"Isso me fez muito bem", ela disse. Ainda estávamos pelados no meu sofá.
"Fico feliz. Mas o que isso significa exatamente?", perguntei.
"Do que você está falando?"
"Não conheço muitas garotas que transam comigo depois de uma semana conversando."
"Ah, isso. Acho que te faço um favor se disser que não vamos namorar. Não por enquanto. O que me serve bem é umfodamigoNão acho que você vá achar ruim."
"De jeito nenhum", admiti. "Se você estiver de boa com isso."
"Depois do que rolou hoje? Maravilha. Podemos fazer um dia na sua casa e outro na minha, por exemplo. Sexo é ótimo pra dormir."
Uma trepada noturna diária com minha vizinha. Um ótimo acordo.
"E se a gente tiver vontade de tarde?"
"A gente combina, e se for de boa, a gente fode."
"E não vai ser arriscado fazer na sua casa com a Marta?"
"Relaxa, já falei com ela. Ela não se importa. Só tenho que te pedir uma coisa."
"Fala."
"Se você foder com outra, me conta. Quer dizer, não tô pedindo compromisso nem explicações, mas se você transar com outra, a gente corre o risco de você pegar COVID, e com isso eu não topo. Catorze dias desde a trepada de vocês."
"Você é muito responsável", eu disse.
"Preciso ser, tô sozinha na cidade, né?"
Ela tinha razão, claro, mas os termos do nosso acordo eram muito vantajosos.
Então no dia seguinte subi pro apartamento dela pra dormir. Depois do jantar, a Marta escapou pro quarto dela de novo, e a Carol e eu fomos pro dela. Era simples, mas tinha uma cama boa e um espelho, o que era bem pervertido, na verdade.
Naquele dia a Carol tinha se arrumado especialmente atraente. A camiseta dela era mais larga, sem mangas. No lugar, dois buracos grandes pra passar os braços e me deixar ver os peitos dela. Naquele dia ela tinha colocado sutiã sim, e eu passei o jantar inteiro querendo arrancar aquilo. Obviamente, na frente da colega de apartamento eu tinha que me segurar. Mas agora estávamos sozinhos.
"Você tá muito gostosa hoje à noite."
"Isso significa que outras noites eu tô feia?", ela me perguntou. E essa pergunta, tão de namorada, me assustou por um momento. Mas ela riu. "É brincadeira, bobo. Gostou da minha camiseta?"
"É impressão minha ou você me deixou ver bastante?", perguntei.
"Só pra você não esquecer nosso acordo."
"Como eu ia esquecer?", eu disse enquanto me aproximava por trás e passava as mãos pelos grandes buracos das mangas dela. "Olha, eu sei que a gente não tá namorando, mas é verdade. Você é uma gostosa. E eu te desejo muito". "E já vejo que essas duas aqui também te deixam louco", ela disse enquanto eu acariciava seus peitos. "Se você se comportar igual ontem, vai continuar com sexo garantido", ela suspirou quando enfiei as mãos por baixo do sutiã, alcançando seus mamilos. "Vou ser melhor que ontem", eu disse. Comecei a dominá-la e a levei em direção à própria cama. Eu ia comer ela e ela ia se deixar sem nenhum problema. Deitei-a no colchão e procurei seu shorts curto por baixo da camiseta. Tirei e pude ver sua bunda meio coberta pelo fio dental. Mas ela se virou rápido. "Tarado" "E isso te deixa excitada", eu disse enquanto me ajoelhava. Por sorte tinha carpete no chão. "Te devo umacomida, acrescentei enquanto tirava sua calcinha. Adorava o toque das pernas dela. Mas ela reclamou.
"É necessário?"
"Você não gosta que te comam?"
"Geralmente não", admitiu. "Vocês homens têm esse problema."
"Então me vai guiando?", falei enquanto a puxava para perto e afundava minha língua na sua buceta.
Ouvi ela gemer. Por enquanto estávamos começando bem. Várias lambidas pra cima e pra baixo, curtindo o gosto que ela tinha. E logo ela começou a me guiar.
"Um pouco mais pra baixoooo, aí, bem aí", dizia gemendo. "Sobe um pouquinhooo, ah, malvadoooo" seu corpo se contorcia enquanto eu metia um dedo ao mesmo tempo. "Eu gostooo, continuaaa, aaaaaah". Sua buceta estava encharcando minha língua. Tentei meter um segundo dedo, e senti que ela segurou minha cabeça. "Já vou gozar, já vou gozar"
Continuei sem parar até ela gozar. Ela ficou derretida na cama e eu aproveitei para me despir. Ela me chamou e eu me sentei sobre ela, com meu pau apontando direto para sua cabeça. Sorrindo, ela começou a me chupar. Ela era muito boa no oral, e parecia um pouco cansada naquele momento para algo mais agitado. Claro, eu não reclamaria do tratamento recebido.
"Carol, tô quase gozando", falei, e ela, claro, ia me deixar fazer. O ruim é que naquela posição era mais difícil mirar direito e quando soltei minha porra sujei não só a boca dela, mas o rostinho todo. Por sorte tinha lenços à mão e pude ajudá-la a se limpar.
"Vamos, amor. Sei que você ainda não deu tudo", disse ficando de quatro na frente do espelho. Eu acariciei sua bunda mas ela negou. "Ainda não estou pronta pra isso"
"Tranquilo, gostosa", falei apontando meu pau pra sua buceta. "Vamos no seu ritmo"
E com um empurrão estava de novo dentro dela. Ela parecia gostar especialmente de poder nos ver refletidos no espelho, eu a segurava pelos quadris enquanto a fodia. Era a amante perfeita. Sua boceta estava um pouco menos apertada que na noite anterior, modéstia à parte, graças à comida que eu tinha feito pra ela um tempinho antes. O que me surpreendia era que ela não controlava o tom da voz, gemendo e gritando, e eu me deixava levar também, claro.
“Sou uma garota má”, ela disse então. “Me castiga. Ai!” reclamou quando dei uma palmada. “Isso, gostei. Dá mais!” pediu, e eu acompanhei minhas investidas com mais palmadas. “Meu Deus, você é o melhor!”
“Porra. Tô quase!”
“Eu também! Segura um pouco!”, ela me pediu.
Diminuí o ritmo, bem pouco porque meu corpo naquela hora funcionava por inércia, e finalmente conseguimos gozar juntos. Mas depois da foda eu ficava bobinho e beijoquei ela pelas costas toda, e ela não reclamou.
“Você foi incrível”, ela me disse.
“Valeu. E gostou quando eu te chupou?”
“Sim, e muito. Tinha minhas dúvidas.”
“Por quê?”
“Porque muitos caras tratam nosso clitóris como se fosse umesfrega e ganhaou um botão do controle daJogar— disse ele, e começou a rir. — Você pelo menos me ouviu no que eu pedi.
— E vou continuar ouvindo.
— Então, posso pedir para você dormir aqui?
— Claro. Mas tenho que ir embora cedo, amanhã tenho que me conectar no escritório.
— Tudo bem — disse enquanto entrávamos na cama. — Se você trouxer o notebook quando transarmos, não vai precisar descer para o seu apartamento cedo. A não ser que seja isso que você queira.
— Estou muito bem com você. Mas me preocupo com a Marta.
— Acho que ela está começando a confiar em você, não sofra por isso. Boa noite.
— Descansa.
Nos deitamos para dormir. Mas naquela noite não demorei muito para acordar. Olhei o relógio. Três da manhã e eu com uma vontade enorme de mijar. Procurei minha cueca e a vesti antes de ir ao banheiro. Sabendo o que sabia sobre Marta, não queria aparecer na frente dela pelado.
Já tinha estado tantas vezes naquela casa que conseguia me mover no escuro, então cheguei ao banheiro e me aliviei.
A surpresa foi na volta. De repente, ouvi uma vibração. Algo bem leve. O típico WhatsApp que alguém manda fora de hora, pensei. Mas ao passar pela porta do quarto de Marta, ficou mais audível. Virei-me. Havia uma fresta aberta. E, admito, espiei por ela.
Fiquei gelado. E excitado ao mesmo tempo. Marta estava completamente nua em sua cama. Vista assim, sem a roupa que escondia todos os seus atributos, pude comprovar que ela estava uma gostosa. Caralho, até tinha um corpo melhor que o da Carol. Devia ser sua hora de brincadeiras, pois ela tinha as pernas abertas, e pude ver que deslizava um vibrador dentro e fora de sua buceta. Muito devagar ela ia, isso sim. Nada parecido com o ritmo que ela fazia com a colega de apartamento.
Percebi que ela começou a chupar outro vibrador. O ritmo era igualmente lento, ela se deliciava na masturbação. E chegou um momento em que ela os trocou. O que estava recém-lubrificado ela levou até seu cozinho, e o outro ela lambeu, como se devorasse seus próprios fluidos. Senti algo duro entre minhas pernas. Meu pau estava duro, com vontade de entrar naquela hora e fazê-la gozar com um homem. Mas me segurei como pude e me virei.
A última coisa que lembro antes de voltar para o quarto da Carol foi um sussurro da Marta. Pronunciando meu nome.CONTINUA
PRÓXIMO CAPÍTULO:PARTE 2
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