Mi Historia con Natalia, Mi Hermanastra II

Aqui vai a segunda parte dessa história. Quem não leu o capítulo I, o link está aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/3866295/Mi-historia-con-Natalia-Mi-Hermanastra-I.htmlNão consegui dormir a noite inteira pensando no que tinha acontecido, como tudo se deu e o quanto foi bom passar tempo com a Natalia. Acordei cedo, o domingo amanheceu com um clima pior que o do dia anterior, trovões, relâmpagos e chuva me faziam refletir. Preparei meu café da manhã e sentei olhando pela janela da sala, bolando uma estratégia pra minha irmã postiça ser minha. Ainda não tinha muito claro qual era o objetivo, a certeza era que queria comer ela, mas será que sentia algo mais? Dava pra pensar na possibilidade de a gente ficar junto? O que os nossos velhos iam dizer?

Tentei limpar todos os pensamentos extras e focar na única certeza que eu tinha: nossos pais voltariam em vinte e oito dias, dos quais treze a gente ia passar de férias juntos, um tempo interessante pra fortalecer a relação de confiança que tinha começado nos dias anteriores.

A Natalia acordou perto das onze da manhã, já se sentia muito melhor. Tava vestida com uma legging preta bem justa que deixava transparecer uma tanga branca, uma jaqueta ajustada onde, pela nitidez dos bicos dos peitos, não tinha nada por baixo, e tênis.

- NATALIA: Acordou cedo?
- EU: É, não consegui dormir muito bem. E você, como tá se sentindo?
- NATALIA: Um pouco melhor, mas a garganta ainda tá incomodando. Vou preparar meu café.
- EU: Deixei café na cafeteira, tem leite na geladeira, e deixei o pão de forma com sementes na torradeira pra você já preparar.
- NATALIA: Valeu! Você vai me mal acostumar esses dias, pelo visto tem que ficar doente pra você me tratar bem.
- EU: hahaha quem sempre me zuou foi você, eu sou um santo.
- NATALIA: hahaha pode ser. Espera aí que vou sentar um pouco com você, quero te perguntar uma coisa.

O que será que ela queria perguntar? Será que percebeu alguma coisa? Minha mente não parava de girar. Ela voltou com o café e um livro debaixo do braço.

- NATALIA: Você não pode me explicar o obrigações em moeda estrangeira, a verdade é que não tive coragem de te pedir antes porque a gente se dava muito mal e eu tenho prova dia 18.
- EU: Beleza, vem aqui, senta e enquanto toma café a gente vê isso.

Naty sentou do meu lado e comecei a explicar. Na faculdade eu ia muito bem, sempre com média excelente, e obrigações era um assunto que eu dominava. Natalia entendeu super rápido, claramente tinha uma capacidade enorme.

- NATALIA: Valeu! Entendi tudo, você é um gênio!
- EU: Sério, me diz quem é você e o que fez com a minha irmã postiça.
- NATALIA: Idiota, tô te elogiando, hahaha.
- EU: Por isso mesmo, hahaha.
- NATALIA: Cê tem razão, preciso te pedir desculpa. A verdade é que o divórcio dos meus pais não foi fácil pra mim, meu sonho de família perfeita desabou em quinze minutos. Tava terminando de processar o divórcio e apareceu seu pai, pra piorar, no ano seguinte venderam a casa que foi minha a vida inteira e acabei morando com o namorado da minha mãe e um irmão postiço que eu não conhecia em outra cidade, foi tudo muito rápido e muito difícil pra mim, mas isso não me dava o direito de tratar vocês do jeito que tratei nesses seis meses.

Os olhos dela se encheram de lágrimas e a voz falhou, não sei por que, mas por instinto eu abracei ela bem forte.

- EU: Não fazia ideia de como você se sentia. Também te peço desculpa se te tratei mal em algum momento. Pra mim foi um pouco mais fácil, meu velho depois que minha mãe morreu, mesmo sem demonstrar, ficou muito depressivo. Paula foi uma luz na vida dele. Eu até senti ciúme, mas o apartamento era grande demais pra nós dois e as ausências pesavam.

Por que eu tinha me aberto daquele jeito? Cadê as duas pessoas que até dois dias atrás se odiavam? O que tava acontecendo com a gente? Ficamos abraçados por um tempo, eu acariciava as costas dela e ela me apertava com as duas mãos debaixo dos meus braços. Depois de um tempo, nos soltamos.

- NATALIA: O que você quer almoçar? Hoje eu cozinho.
- EU: (Peguei o celular e fingindo que falava) Alô, bombeiros? - NATÁLIA: tarado

Um travesseiro que estava ao alcance dela veio na minha cabeça, devolvi, mas ela se abaixou, me levantei e comecei a correr atrás dela enquanto os dois caíamos na gargalhada. Depois de dar duas voltas na casa, alcancei ela por trás no jardim de inverno, joguei ela de leve nos sofás e comecei a fazer cócegas nela. Ela ria sem parar.

- NATÁLIA: chega, por favor
- EU: tem que pagar pela porrada

Por causa das cócegas e dos movimentos, toquei por segundos os peitos dela, eram melhores do que eu imaginava, macios, redondos, que vontade de tirar a jaqueta dela e chupar tudo, por favor. Eu estava por cima da Natália e os movimentos, a sacanagem, roçar nos peitos dela começaram a fazer efeito na minha virilha, fiquei duríssimo, e Natália claramente sentiu, me empurrou.

- NATÁLIA: Bom, vou cozinhar
- EU (vermelho que nem um tomate): quer que eu ajude?
- NATÁLIA: Por hoje você já fez muito, eu cozinho, fica tranquilo

Queria me matar, toda a estratégia que montei de manhã tinha ido pro saco por causa de uma ereção, mesmo assim, conforme fui me acalmando, pensei que era bom a Natália saber o que ela provocava em mim.

Natália não me deu muita trela no resto do domingo, comemos e ela foi se trancar no quarto dela com a desculpa de estudar. De noite, decidi fazer um churrasco (ainda bem que temos churrasqueira coberta), acendi o fogo e preparei um matambre que tínhamos na geladeira. Dividimos o jantar, trocando umas ideias do momento, e mal terminou de comer, ela foi tomar banho. Eu fiquei arrumando um pouco, tinha que esperar ela sair do banho pra poder tomar banho também (tava fedendo a fumaça).

Quando subi, a Natália já estava trancada no quarto dela e o banheiro livre. Entrei no banheiro, fazia três dias que não me masturbava e com o que tinha rolado esses dias, eu tava comendo um iogurte e morrendo de overdose (todo mundo sabe que o excesso de porra não deixa pensar direito).

Em cima do cesto de roupa suja, debaixo da jaqueta e da leggins, vi a calcinha branca.
Não consegui me segurar, peguei ela, olhei pra porta pra saber se a Natalia não tava por perto, fechei a porta do banheiro e sentei no vaso. Me despi inteiro e desenrolei a calcinha, no meio tinha uma mancha de umidade. Será que ela ficou excitada comigo?, pensei. Coloquei a mão no meu pau que nessa altura tava mais duro que o Pity Álvarez num show, levei a calcinha no nariz e me invadiu aquele cheiro de mulher, aquele cheiro inebriante de buceta que todo homem adora.

Me imaginei chupando a buceta da Naty, que eu imaginava toda depilada, que aquele cheiro vinha da buceta e meu nariz sentia como se estivesse enterrado nela. Me masturbei feito um louco, quando tava quase gozando, enrolei o pau na calcinha e gozei como nunca, dois jatos acertaram o espelho do banheiro e o resto ficou tudo na calcinha, que não dava conta de absorver tanta porra e começou a escorrer.

Tomei banho, saí do banheiro, já mais relaxado, e levei o cesto de roupa (incluindo a calcinha) pro tanque. Liguei a máquina de lavar. E fui dormir. No quarto da Natalia, todas as luzes estavam apagadas.

Na segunda-feira acordei tarde, tava com dor no corpo e na garganta, calafrios, mal-estar geral, era óbvio que a proximidade do sábado e do domingo de manhã tinha conseguido me contaminar. A puta da mãe, pelo menos se eu tivesse comido ela, pensei resmungando pra dentro.

Olhei o celular e tinha uma mensagem da Natalia:
"Santiago, já tô me sentindo melhor, peguei o carro. A gente se vê."

A raiva que eu tava era inimaginável, mal se sentiu bem e já foi com as amigas, e eu passei o fim de semana cuidando dela. Ainda por cima me sentia um lixo. Como vocês podem imaginar, só deixei no visto.

Levantei enrolado no cobertor, fiz um café com leite, peguei o termômetro e fui deitar de novo. 38,8, que merda.

O dia foi eterno, o mal-estar, junto com o tédio, fazia as horas parecerem dias. Não tive fome o dia todo. Dia desses que nem levantei pra cozinhar.

Umas 10 da noite, ouço a porta da entrada e desativarem o alarme, devia ser a Natalia mesmo. Passou o dia todo fora, era óbvio que tava me evitando, o que não sei por que doía tanto.

Não sei quanto tempo passou até que:
- NATALIA: Santiago, que cê tá fazendo deitado tão cedo?
- EU: Não levantei o dia inteiro, tô me sentindo muito mal.
- NATALIA: O que que cê tem?

Apontei pro termômetro, que na última medição tinha marcado 39,2.

- NATALIA: Como é que cê não me avisa que tá com tanta febre, seu idiota?
- EU: Não queria te incomodar, cê devia tar ocupada.
- NATALIA: Ocupada o quê, tava com a Caro (Caro era uma amiga da faculdade que tinha vindo uma vez em casa estudar com a Naty, morena, olhos verdes, lábios carnudos, 1,80, jogadora de vôlei, pernas torneadas, bunda linda e peitos feitos, presente do pai pros dezoito anos).
- EU: Não quis te atrapalhar.
- NATALIA: Com tudo que cê fez por mim, como é que ia me atrapalhar?
- EU: Cê se esforçou demais ontem e hoje pra me evitar, não precisa se sentir obrigada a cuidar de mim.

Sei que soei magoado, e tava mesmo. Tava sentindo umas coisas que não conseguia explicar pela minha meia-irmã, e ela tinha me evitado dois dias depois de eu ter tratado ela como uma princesa.
- NATALIA: Que que cê tá falando, moleque? Eu não te evitei.
- EU: Não precisa me explicar nada, cê não tem obrigação.
- NATALIA: Que pirraça, pelo amor de Deus. Vou fazer alguma coisa pra cê comer e cê vai tomar um remédio pra baixar essa febre.
- EU: Não tô com fome.
- NATALIA: Vai comer do mesmo jeito, e vai tomar o ibuprofeno, entendeu?

Quinze minutos depois, ela subiu com um prato de risoto (daqueles comprados, óbvio) e o remédio. Ficou comigo em silêncio, me olhando pensativa enquanto eu comia.

- NATALIA: A verdade é que não tava te evitando.
- EU: Tá bom, cê não precisa me explicar nada, já sei que não me aguenta.
- NATALIA: Isso era antes desses três dias, agora a gente se dá super bem e compartilha. Muitas coisas.

Eu sabia por que ela estava me evitando, mas queria que ela mesma admitisse.

- EU: Se a gente compartilha tanta coisa, me diz por que você me evitava.
- NATÁLIA: UFA... não vai me deixar escapar, né? Fiquei desconfortável quando a gente tava jogando e... você ficou de pau duro. Assim que terminou de formar a frase, ela ficou vermelha, tentou se levantar, mas eu segurei o braço dela.
- EU: Não quis te deixar desconfortável, é uma reação natural, não fiz de propósito.
- NATÁLIA: Eu sei, mas senti um negócio estranho na barriga (continuava vermelha pra caralho).
- EU: Não foi minha intenção, verdade é que foi difícil controlar, ainda mais com você na minha frente, me desculpa por falar... mas você é uma gostosa!
Natália, se antes tava vermelha, agora passava por todas as cores, gaguejando.
- NATÁLIA: Não fala besteira, além do mais sou sua irmãzinha.

Não ia parar de atacar. Natália tava na defensiva e eu tinha a bola, se eu fosse esperto, aquela noite tinha que terminar com um gol.

- EU: Minha irmãzinha você não é, pelo menos não de sangue, e verdade seja dita, você tá mais forte que a casa do terceiro porquinho.
- NATÁLIA: hahaha me fez rir, para de falar merda que vou acabar acreditando.
- EU: O que você acha de mim?
- NATÁLIA: Em que sentido?
- EU: Como homem.
- NATÁLIA: Você não é ruim, é bonitinho, é um cara legal, depois de como te tratei, você ainda me ajudou pra caralho.
- EU: Você sairia comigo?
- NATÁLIA: Santiago, não sou burra, você é mais um que, no melhor dos casos, tá confuso, ou só quer me comer, e depois a gente tem que dividir pelo menos uns 3 ou 4 anos nessa casa juntos. É uma puta confusão.
- EU: E quem te disse que eu tô confuso ou só quero te comer?
- NATÁLIA: Agora vai me dizer que se apaixonou em três dias, que não vive sem mim, sendo que nos últimos seis meses a gente se odiou.

Aí foi quando a estratégia foi pro caralho. Tinha duas opções: continuar devagar e perder uma chance que podia ser única, ou me jogar de cabeça, traindo todos os sinais que diziam pra eu recuar. Pendendo pela primeira opção, fui pela segunda (o amor te deixa idiota), mesmo que isso significasse que a bola passasse do lado da Natalia.

- EU: Não sei se me apaixonei, mas quero você comigo.
- NATALIA: Tô contigo.
- EU: Sabe o que quero dizer.
- NATALIA: Não, pra ser sincera, não.
- EU: Que não sei como, nem por quê, mas quero você, e não com amor de irmão, quero você de verdade. Nesses três dias, percebi que te quero desde a primeira vez que te vi, com sua saia preta e sua camisa vermelha.
- NATALIA: Não pode me dizer isso… como espera que eu reaja?
- EU: Reage como quiser, mas EU QUERO VOCÊ!

Acho que nunca esperei que a conversa chegasse naquele ponto. Sem deixar ela pensar, beijei ela — um beijo profundo e correspondido. Naquele beijo não tinha só paixão, tinha amor, e dos dois lados, tinha certeza…

Natalia levantou rápido, me olhou toda vermelha e saiu correndo do quarto. Eu levantei atrás dela, segui até o quarto dela, enfiei a mão pra ela não fechar a porta e entrei.

- NATALIA: Santiago, sai daqui, você me beijou…
- EU: Você também respondeu, já te falei que QUERO VOCÊ.
- NATALIA: Para de falar isso, o que espera que eu te diga? Você parou pra pensar na bagunça que seria contar isso? E se depois a gente brigar, como nossos pais iam lidar? Não quero confusão, quero ficar tranquila.
- EU: Não sei se você percebeu, mas tá dando desculpas e nunca disse NÃO TE QUERO.
- NATALIA: Você me parece interessante, é inteligente, me trata bem, cuida de mim. Até acho que você pensa que não percebi que esperava eu entrar na faculdade, que me esperava mais cedo pra eu não ter que esperar você. Da vez que a gente se viu no encontro inter-faculdades, vi como você apertou o cara que tava me enchendo o saco. Acho que por isso eu te tratava mal.

Na real, mais da metade das coisas que ela listou eu fazia sem perceber. Era uma mulher e parte da minha família, agia como qualquer homem no meu lugar. A do encontro eu lembrava sim, tinha me dado muito… bronca que chegue perto da Natalia, e fui atrás dela na maldade quando ela se afastou pra não se aproximar de novo. Natalia não era besta, e tinha reparado em todas as minhas atitudes, e isso tinha mexido com ela.

- EU: Com mais razão, você também me quer, deixa eu ficar com você
- NATALIA: Não sei, tenho medo

De novo não deixei ela pensar e beijei ela, peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, ela correspondeu ao beijo e me abraçou, uma lágrima começou a escorrer pela bochecha dela.

- EU: Você tá bem?
- NATALIA: Sim, só que tô com medo
- EU: Juntos a gente vai superando isso,
- NATALIA: TE AMO, por favor não me decepciona

Aquela mulher que tinha me tratado tão mal nos últimos seis meses tava abraçada em mim, me beijando e chorando, pedindo pra eu não falhar com ela.

Enquanto a gente tava se abraçando, comecei a beijar devagar o pescoço dela e acariciar as costas dela, beijos curtos e pequenos, misturados com beijos maiores, voltei a chupar a boca dela, agora com muita língua dos dois lados. Depois de uns cinco minutos de beijos e carícias, me afastei, tirei a camiseta e abaixei o zíper da jaqueta dela. Um sutiã rendado vermelho segurava aqueles peitos que eu tinha sonhado. Deitei em cima dela e percorri com beijos todo o contorno do peito dela. De repente, ela pegou no meu rosto, me deu um beijo muito carinhoso e falou:

- NATALIA: por favor, com cuidado, ainda sou virgem.

Anexo fotos de uma modelo muito parecida com a Natalia (logo vocês vão entender por que não posso colocar as reais).Mi Historia con Natalia, Mi Hermanastra II

peitos

sexoContinuará...

15 comentários - Mi Historia con Natalia, Mi Hermanastra II

Está muy buena la historia, atrapante, solo.como consejo, controlá lo errores antes de publicarlo, eso la va mejorar muchísimo.
chjaco
Relato de un trío con caro hermano! Va genial estoo
Boludo. Cómo nos dejas asi sin tercera parte.
Dale man! segui...esta historia es mas larga que novela turca.
Amigo estamos esperando la segunda parte!! no nos dejes asi de manijas broder !
Amigo estamos esperando la segunda parte!! no nos dejes asi de manijas broder !
No podes dejar a todos asi sin 3º parteee jajajaja nos haces re mal. si todavia estas activo y podes trata de seguirla. Esta muy buena