Primeira parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3835994/Viagem-em-familia.html Segunda parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3837678/Viagem-em-familia-2.html Terceira parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3841249/Viagem-em-familia-3.html
Chupei ele por uns minutinhos, até engasguei fundo umas duas vezes, curtindo o som dos gemidos dele. Do nada, a porta do térreo abriu e interrompeu tudo. Cory suspirou, "Porra, agora você definitivamente tem que vir pro meu quarto hoje à noite." "Cê quer gozar na garganta da mamãe de verdade?" perguntei. "Na sua cara, nas suas tetas, na sua bunda toda e, por último, dentro do seu cu," ele listou. "Isso ia ser foda," sorri. "As crianças tão subindo," Cory avisou. "Então é melhor guardar seu homenzinho," respondi brincando, enquanto deslizava pelo tobogã de cabeça pra baixo e com os pés primeiro pra cair na água gelada com um splash. Voltamos pros nossos quartos de hotel com Cory me lembrando de novo, "Meu quarto assim que puder." Sorri, "Cê é insaciável mesmo. Não que isso seja ruim." Voltei pro meu quarto e o Alex tava deitado na cama, já quase dormindo. Fui tomar banho pra tirar o cloro. Foi um banho demorado, me dando tempo de sobra pra repetir esse dia louco na minha cabeça. O que me deixou com tesão de novo. Saí da banheira, me enxuguei e voltei pro quarto. Como esperava, o Alex já tava roncando. Fui até minha mala e escolhi um par de meia-calça preta transparente. Coloquei no banheiro, vesti só um roupão de hotel, peguei a chave e escapei do meu quarto pra entrar no do meu filho, que era umas portas pra baixo. Vi que ele tinha deixado a porta entreaberta e entrei... fechando e trancando a porta com segurança. Ele tava na cama, completamente pelado, vendo uns melhores momentos de esporte. Me olhou com carinho, "Preto, minha cor favorita." "Grande, meu tamanho favorito," ronronei, olhando com gula pro pau mole dele. "Gostei dessas tetas que você escondeu o dia inteiro," ele respondeu. "O quê?" perguntei, deixando o roupão cair, "Essas coisas?" Meu filho ficou sem fala enquanto olhava pras minhas tetas. Aos meus 37 anos, elas ainda eram bem grandes, mas muito firmes. "Você gosta?" eu perguntei. "Você costumava chupar esses?" ele perguntou. "Todo dia", eu assenti, subindo na cama para me juntar a ele antes de perguntar: "Por quê? Quer reviver sua infância?" "Deus, sim", ele assentiu, sentando-se e segurando meus peitos com as duas mãos. "Mmmmmmm," eu gemi. "Agora chupa os mamilos da sua mamãe como um bom menino". Ele obedeceu, girando a língua em volta do meu mamilo duro. "Isso mesmo, bebê, a mamãe adora brincar com os mamilos", eu gemi. Me surpreendi um momento depois quando ele me agarrou e me jogou de costas, minha cabeça caindo no travesseiro. Me surpreendi de novo quando ele abriu minhas pernas e enterrou o rosto entre elas. Gemi alto com o primeiro toque dele, feliz que o Alex não estivesse dormindo do outro lado da parede. Fazia tanto tempo que uma língua não tocava minha buceta que eu instantaneamente estava no céu. "Seu pai nunca vai fazer isso comigo," revelei depois de uns dois minutos daquela lambida deliciosa. "Tá me zoando?" Cory perguntou. "Isso sim que é um bom jantar". "Então volta pro seu jantar", eu gemi, puxando a cabeça dele de volta pra minha buceta ardente. Ele lambeu por mais alguns minutos até minha respiração ficar irregular e eu saber que meu próximo orgasmo estava perto. "Preciso de você dentro de mim" eu gemi. "Você já provou o dia inteiro", ele respondeu antes de pegar meu clitóris na boca. Eu gozei! "Aii, isso, gostoso!!" Ele lambeu avidamente meus sucos até eu oferecer: "Hora de terminar o que comecei antes. Levanta, grandão". Ele obedeceu. Enquanto ele ficava perto da cama, movi meus pés cobertos de meia-calça até o pau dele e comecei a acariciar. "Ah, isso é gostoso", ele gemeu. "Só compro meia de seda pura", expliquei. "Dá pra sentir", ele assentiu, agarrando meus pés e começando a se masturbar com eles. "Não desperdiça essa porra", ronronei. "A mamãe quer engolir?" ele perguntou. "Você é um bom menino?" eu respondi. "Sou um filho da puta? Mami, você também faz faciais?" ele perguntou. "Se quiser, mas prefiro engolir até a última gota do seu sêmen..." respondi honestamente, antes de completar, "...enquanto você fode minha cara como a puta suja da mãe em que você me transformou hoje." "Mmmmmmm," ele gemeu enquanto eu afastava meus pés dele, deixando-o cair da cama e me ajoelhando para poder pegar o pau dele na minha boca. "Porra, amo sua boca, mami," ele gemeu. "E sua mami ama seu pau, docinho," respondi antes de começar a rebolar um pouco mais. "Ai, Deus, mãe, fantasiei com isso desde sempre," ele revelou. Me perguntei quanto tempo era "desde sempre". Continuei rebocando, e em pouco tempo senti as pernas dele tensarem quando ele declarou: "Vou gozar." Rebolquei mais rápido até que, segundos depois, fui finalmente recompensada com uma carga completa de sêmen... aparentemente a terceira vez foi a charmosa. Continuei chupando até extrair cada gota do sêmen dele, e ele disse: "Deus, isso foi ainda melhor do que eu imaginava todo esse tempo." "Você também imaginou ficar duro de novo e foder sua mami do jeito antigo?" perguntei, antes de esclarecer, "Numa cama?" "Talvez," ele disse. "Minha pergunta foi retórica," sorri, levantando-me e beijando os lábios dele. Hoje eu tinha fodido ele duas vezes, chupado três vezes e até deixado ele tocar minha bunda, mas achei esse beijo o mais íntimo. Nossas línguas continuaram explorando a boca um do outro enquanto caíamos na cama. Já não éramos só mãe e filho; também éramos dois adultos safados explorando o corpo um do outro. Finalmente terminamos num 69, uma posição que só tinha experimentado uma vez, e foi com uma garota. Me inclinei sobre o pau dele, ele lambeu minha buceta sem parar e maravilhosamente até que, sem palavras, me colocou de costas, levantou minhas pernas acima da minha cabeça e deslizou o pau dele dentro de mim pela terceira vez hoje, dessa vez enquanto segurava meus tornozelos cobertos de seda. Hoje tinha sido emocionante. Para nós dois, mas foi muito melhor no conforto de uma cama e com a liberdade de nos expressarmos completamente um com o outro. "Ai, Deus, filho", gemi, olhando nos olhos dele, "eu te amo tanto". "Também te amo, mãe", respondeu enquanto começava a me foder. "Deus, queria saber que você queria isso enquanto ainda morava em casa", gemi, o pau dele me batendo. "Eu também", concordou. "Nunca pensei que minhas fantasias se tornariam realidade". "E eu nunca soube que você tinha um pau tão grande", respondi, levantando minha bunda pra encontrar as investidas dele. "Ainda não consigo acreditar que estou te comendo, mãe, que isso tá realmente acontecendo", disse ele, o olhar dele era de pura luxúria e amor. "Então é melhor a gente fazer cada segundo valer a pena", respondi. E fizemos. Ele me comeu de lado. Me fodeu de quatro. Chupei o pau dele até ficar duro de novo e depois montei nele de vaqueira reversa. E terminamos a noite de volta na posição missionária. Eu gozei primeiro, e ele me seguiu logo depois, dessa vez finalizado pelas minhas meias enquanto eu o masturbava com os pés. Ele gozou nos meus pés e eu, ainda bem flexível dos meus dias de líder de torcida, levei meu pé até a boca e lambi o esperma dele. Ele gemeu, "Isso sim é quente". "Tudo foi quente hoje", rebati, enquanto pegava um pouco de esperma da cama do primeiro gozo que tinha disparado no ar. "Te amo, mãe", disse ele. "Hoje foi muito mais que sexo". "Eu sei, Cory", concordei. "Eu sei." "Então..." ele começou, de repente nervoso. "Provavelmente devo voltar", me preocupei, "seu pai pode acordar". "Espero que nunca acorde", respondeu. "Você é um romântico incestuoso", brinquei. "E você uma adolescente bem puta", acrescentou. "Ainda temos mais um dia pra passar juntos no carro", lembrei ao meu amante. "Talvez dois, se a gente conseguir fazer ele parar mais vezes", respondeu. "Mmmmmmm", ronronei. "Você ainda tem meus peitos pra gozar". "E sua cara", acrescentou. "Faciais são um desperdício". de porra boa e gostosa", apontei. "Mas aposto que você ficaria uma delícia com uma carga de porra escorrendo pelas suas bochechas e queixo", ele disse. "Que romântico", brinquei de novo, enquanto tirava minha meia-calça de nylon. "Aqui está uma lembrança". "De uma noite que nunca vou esquecer", ele disse, passando-as sensualmente pelo rosto. "A primeira de muitas". "Essas são as palavras mais quentes que já ouvi", ele disse, agradecido. "E você sabe... uma vez filho da puta, sempre filho da puta", sorri, me aproximando dele para dar outro beijo. "Bom, então acho que vamos ter que foder um ao outro sempre que der", ele sorriu. Beijei ele mais uma vez, vesti meu roupão e saí do quarto dele na surdina, entrando no meu em silêncio. E quando me juntei ao meu marido na cama, minha cabeça estava a mil por causa das consequências do dia mais estranho e surreal da minha vida. Eu tinha chupado e fodido meu filho. Não me arrependia. E mal podia esperar para fazer tudo de novo amanhã.
Chupei ele por uns minutinhos, até engasguei fundo umas duas vezes, curtindo o som dos gemidos dele. Do nada, a porta do térreo abriu e interrompeu tudo. Cory suspirou, "Porra, agora você definitivamente tem que vir pro meu quarto hoje à noite." "Cê quer gozar na garganta da mamãe de verdade?" perguntei. "Na sua cara, nas suas tetas, na sua bunda toda e, por último, dentro do seu cu," ele listou. "Isso ia ser foda," sorri. "As crianças tão subindo," Cory avisou. "Então é melhor guardar seu homenzinho," respondi brincando, enquanto deslizava pelo tobogã de cabeça pra baixo e com os pés primeiro pra cair na água gelada com um splash. Voltamos pros nossos quartos de hotel com Cory me lembrando de novo, "Meu quarto assim que puder." Sorri, "Cê é insaciável mesmo. Não que isso seja ruim." Voltei pro meu quarto e o Alex tava deitado na cama, já quase dormindo. Fui tomar banho pra tirar o cloro. Foi um banho demorado, me dando tempo de sobra pra repetir esse dia louco na minha cabeça. O que me deixou com tesão de novo. Saí da banheira, me enxuguei e voltei pro quarto. Como esperava, o Alex já tava roncando. Fui até minha mala e escolhi um par de meia-calça preta transparente. Coloquei no banheiro, vesti só um roupão de hotel, peguei a chave e escapei do meu quarto pra entrar no do meu filho, que era umas portas pra baixo. Vi que ele tinha deixado a porta entreaberta e entrei... fechando e trancando a porta com segurança. Ele tava na cama, completamente pelado, vendo uns melhores momentos de esporte. Me olhou com carinho, "Preto, minha cor favorita." "Grande, meu tamanho favorito," ronronei, olhando com gula pro pau mole dele. "Gostei dessas tetas que você escondeu o dia inteiro," ele respondeu. "O quê?" perguntei, deixando o roupão cair, "Essas coisas?" Meu filho ficou sem fala enquanto olhava pras minhas tetas. Aos meus 37 anos, elas ainda eram bem grandes, mas muito firmes. "Você gosta?" eu perguntei. "Você costumava chupar esses?" ele perguntou. "Todo dia", eu assenti, subindo na cama para me juntar a ele antes de perguntar: "Por quê? Quer reviver sua infância?" "Deus, sim", ele assentiu, sentando-se e segurando meus peitos com as duas mãos. "Mmmmmmm," eu gemi. "Agora chupa os mamilos da sua mamãe como um bom menino". Ele obedeceu, girando a língua em volta do meu mamilo duro. "Isso mesmo, bebê, a mamãe adora brincar com os mamilos", eu gemi. Me surpreendi um momento depois quando ele me agarrou e me jogou de costas, minha cabeça caindo no travesseiro. Me surpreendi de novo quando ele abriu minhas pernas e enterrou o rosto entre elas. Gemi alto com o primeiro toque dele, feliz que o Alex não estivesse dormindo do outro lado da parede. Fazia tanto tempo que uma língua não tocava minha buceta que eu instantaneamente estava no céu. "Seu pai nunca vai fazer isso comigo," revelei depois de uns dois minutos daquela lambida deliciosa. "Tá me zoando?" Cory perguntou. "Isso sim que é um bom jantar". "Então volta pro seu jantar", eu gemi, puxando a cabeça dele de volta pra minha buceta ardente. Ele lambeu por mais alguns minutos até minha respiração ficar irregular e eu saber que meu próximo orgasmo estava perto. "Preciso de você dentro de mim" eu gemi. "Você já provou o dia inteiro", ele respondeu antes de pegar meu clitóris na boca. Eu gozei! "Aii, isso, gostoso!!" Ele lambeu avidamente meus sucos até eu oferecer: "Hora de terminar o que comecei antes. Levanta, grandão". Ele obedeceu. Enquanto ele ficava perto da cama, movi meus pés cobertos de meia-calça até o pau dele e comecei a acariciar. "Ah, isso é gostoso", ele gemeu. "Só compro meia de seda pura", expliquei. "Dá pra sentir", ele assentiu, agarrando meus pés e começando a se masturbar com eles. "Não desperdiça essa porra", ronronei. "A mamãe quer engolir?" ele perguntou. "Você é um bom menino?" eu respondi. "Sou um filho da puta? Mami, você também faz faciais?" ele perguntou. "Se quiser, mas prefiro engolir até a última gota do seu sêmen..." respondi honestamente, antes de completar, "...enquanto você fode minha cara como a puta suja da mãe em que você me transformou hoje." "Mmmmmmm," ele gemeu enquanto eu afastava meus pés dele, deixando-o cair da cama e me ajoelhando para poder pegar o pau dele na minha boca. "Porra, amo sua boca, mami," ele gemeu. "E sua mami ama seu pau, docinho," respondi antes de começar a rebolar um pouco mais. "Ai, Deus, mãe, fantasiei com isso desde sempre," ele revelou. Me perguntei quanto tempo era "desde sempre". Continuei rebocando, e em pouco tempo senti as pernas dele tensarem quando ele declarou: "Vou gozar." Rebolquei mais rápido até que, segundos depois, fui finalmente recompensada com uma carga completa de sêmen... aparentemente a terceira vez foi a charmosa. Continuei chupando até extrair cada gota do sêmen dele, e ele disse: "Deus, isso foi ainda melhor do que eu imaginava todo esse tempo." "Você também imaginou ficar duro de novo e foder sua mami do jeito antigo?" perguntei, antes de esclarecer, "Numa cama?" "Talvez," ele disse. "Minha pergunta foi retórica," sorri, levantando-me e beijando os lábios dele. Hoje eu tinha fodido ele duas vezes, chupado três vezes e até deixado ele tocar minha bunda, mas achei esse beijo o mais íntimo. Nossas línguas continuaram explorando a boca um do outro enquanto caíamos na cama. Já não éramos só mãe e filho; também éramos dois adultos safados explorando o corpo um do outro. Finalmente terminamos num 69, uma posição que só tinha experimentado uma vez, e foi com uma garota. Me inclinei sobre o pau dele, ele lambeu minha buceta sem parar e maravilhosamente até que, sem palavras, me colocou de costas, levantou minhas pernas acima da minha cabeça e deslizou o pau dele dentro de mim pela terceira vez hoje, dessa vez enquanto segurava meus tornozelos cobertos de seda. Hoje tinha sido emocionante. Para nós dois, mas foi muito melhor no conforto de uma cama e com a liberdade de nos expressarmos completamente um com o outro. "Ai, Deus, filho", gemi, olhando nos olhos dele, "eu te amo tanto". "Também te amo, mãe", respondeu enquanto começava a me foder. "Deus, queria saber que você queria isso enquanto ainda morava em casa", gemi, o pau dele me batendo. "Eu também", concordou. "Nunca pensei que minhas fantasias se tornariam realidade". "E eu nunca soube que você tinha um pau tão grande", respondi, levantando minha bunda pra encontrar as investidas dele. "Ainda não consigo acreditar que estou te comendo, mãe, que isso tá realmente acontecendo", disse ele, o olhar dele era de pura luxúria e amor. "Então é melhor a gente fazer cada segundo valer a pena", respondi. E fizemos. Ele me comeu de lado. Me fodeu de quatro. Chupei o pau dele até ficar duro de novo e depois montei nele de vaqueira reversa. E terminamos a noite de volta na posição missionária. Eu gozei primeiro, e ele me seguiu logo depois, dessa vez finalizado pelas minhas meias enquanto eu o masturbava com os pés. Ele gozou nos meus pés e eu, ainda bem flexível dos meus dias de líder de torcida, levei meu pé até a boca e lambi o esperma dele. Ele gemeu, "Isso sim é quente". "Tudo foi quente hoje", rebati, enquanto pegava um pouco de esperma da cama do primeiro gozo que tinha disparado no ar. "Te amo, mãe", disse ele. "Hoje foi muito mais que sexo". "Eu sei, Cory", concordei. "Eu sei." "Então..." ele começou, de repente nervoso. "Provavelmente devo voltar", me preocupei, "seu pai pode acordar". "Espero que nunca acorde", respondeu. "Você é um romântico incestuoso", brinquei. "E você uma adolescente bem puta", acrescentou. "Ainda temos mais um dia pra passar juntos no carro", lembrei ao meu amante. "Talvez dois, se a gente conseguir fazer ele parar mais vezes", respondeu. "Mmmmmmm", ronronei. "Você ainda tem meus peitos pra gozar". "E sua cara", acrescentou. "Faciais são um desperdício". de porra boa e gostosa", apontei. "Mas aposto que você ficaria uma delícia com uma carga de porra escorrendo pelas suas bochechas e queixo", ele disse. "Que romântico", brinquei de novo, enquanto tirava minha meia-calça de nylon. "Aqui está uma lembrança". "De uma noite que nunca vou esquecer", ele disse, passando-as sensualmente pelo rosto. "A primeira de muitas". "Essas são as palavras mais quentes que já ouvi", ele disse, agradecido. "E você sabe... uma vez filho da puta, sempre filho da puta", sorri, me aproximando dele para dar outro beijo. "Bom, então acho que vamos ter que foder um ao outro sempre que der", ele sorriu. Beijei ele mais uma vez, vesti meu roupão e saí do quarto dele na surdina, entrando no meu em silêncio. E quando me juntei ao meu marido na cama, minha cabeça estava a mil por causa das consequências do dia mais estranho e surreal da minha vida. Eu tinha chupado e fodido meu filho. Não me arrependia. E mal podia esperar para fazer tudo de novo amanhã.
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