Voltei pra casa, meu marido já tinha chegado, e enquanto tomávamos um café, falei bem sem importância: Encontrei o Mateu hoje.
– Ah, aquele amigo com benefícios? – ele perguntou entre surpreso e na expectativa.
– O mesmo – falei sorrindo, e fiquei em silêncio.
Eu já tinha falado dele pra ele, e contado sobre as experiências sexuais de antes de casarmos.
– Devem ter colocado o papo em dia – ele disse.
– Na verdade, não muito, a gente tava com pressa – fiz uma pausa e completei – mas trocamos os números, então tava pensando em ligar pra ele – se você não se importar. E finalizei com uma piscadela e um sorriso.
Meu marido ficou surpreso, mas se segurou.
– Claro, meu amor, como você quiser.
Decidi excitá-lo um pouco mais, peguei o telefone e liguei pro Mateu.
Meu marido presenciou a conversa, embora não ouvisse o que ele me dizia.
– Oi, Mateu, é a Ale.
– Oi, gostosa, já te salvei aqui.
– Me desculpa a gente não ter conseguido conversar hoje, tava apressada com uns documentos, e fiquei com vontade de bater um papo. Como você tá?
– Bem, muito bem, também fiquei com vontade de conversar, você tá muito gata.
– Ah, obrigada, você também. Sozinho ou acompanhado?
– Sozinho, só pegando uma aqui e outra ali, haha.
– Haha, que bom, é a sua cara.
– E você? Soube que casou.
– Sim, sou casada e muito feliz. Mas, bom, agora que te encontrei, adoraria te ver e a gente conversar.
– Que bom, adoraria. Sei lá, acho que pra você pode ser mais complicado por ser casada.
– Não, sem problema.
– Então, a gente toma um café por aí?
– Fechou, parece ótimo.
– Bom, me diz quando a gente se vê.
– Que tal quinta-feira? Umas seis e meia? Ou você tinha planos? (meu marido tava em êxtase)
– Fechado, te espero. A gente combina o lugar nos próximos dias.
– Que bom te ver de novo, um beijo.
– Tchau, linda.
Desliguei, me aproximei da cadeira do meu marido, abri a calça dele e comecei a masturbá-lo.
Ele tava muito duro, muito tesudo.
– Quinta-feira eu vejo o Mateu – falei.
E com isso ele gozou.
Por um tempo a gente não falou nada.
Ficamos pensativos.
Num momento, decidi tomar a iniciativa.
-Me amor.
Espero que não te incomode.
-Pra mim não tem problema nenhum, você já sabe.
Cada coisa tem seu tempo.
Não precisava falar mais nada, assim a gente se entende com meu marido.
Nisso a gente é pura cumplicidade.
Era segunda-feira, então sobrava terça e quarta pra me depilar, escolher roupa, me arrumar toda gostosa.
Meu marido se ofereceu pra comprar a roupa pra eu ir bem vestida.
Pedi pra não ser muito provocante.
Mas ele me surpreendeu com uma calcinha fio dental e sutiã combinando, saia curta na metade da coxa e meia.
Sem manga e com zíper atrás.
Na quinta à tarde, na hora de me preparar, combinei com meu marido que mandaria uma mensagem quando estivesse com o Mateo, como despedida, e depois via se conseguia falar de novo ou não, mas que ele ficasse tranquilo.
E se demorasse, mandaria um aviso.
A vantagem de conhecê-lo bem é que meu marido tava sossegado que a gente não faria nada naquele primeiro encontro.
Enquanto me vestia, ele me olhava todo excitado.
-Você tá ficando linda demais- ele dizia.
A verdade é que me sentir tão elogiada naquele momento me deu mais confiança, e agradeci ele.
Quando tava pronta e quase saindo, meu marido me deu um vinho.
-E me disse… assim você se anima.
-Claro, meu amor.
A gente se vê mais tarde e eu conto.
Fui no carro, avisei o Mateo que tava indo pro lugar que a gente tinha combinado, mas ele sugeriu que a gente se visse melhor no apartamento dele e me passou o endereço.
Quando cheguei, a porta se abriu, entrei, relaxei completamente e me deixei levar.
A gente se beijou assim que fechou a porta, se abraçou e se tocou um pouco.
Nos separamos e, já mais calmos, tomamos uma taça.
Sentados no sofá, demos as mãos.
Não demorou pra gente começar a se beijar de novo, bem devagar, e nos acariciar.
Me senti muito relaxada, longe da sensação que supostamente poderia ter por estar com outro homem que não fosse meu marido.
Tão à vontade me senti que levantei, abaixei o zíper pequeno atrás do vestido e lentamente Deixei cair.
Mateo me olhava, babando no meu corpo.
—Você tá mais gostosa do que nunca — ele disse, enquanto se levantava pra me acariciar.
—Valeu, me arrumei assim pra você, que bom que cê gostou.
—Tô amando — falou, e me fez dar uma volta.
Ele ficou olhando pra minha bunda por um instante e senti ele passando a mão.
—Que gostosa você tá, adorei sua lingerie — disse.
—Foi meu marido que me deu.
Achei que o comentário ia causar um certo estranhamento, mas ele só falou:
—Que bom gosto.
Vou tratar de tirar ela de você.
E encostando o volume dele na minha bunda, desabotoou meu sutiã e tirou.
Meus peitos ficaram de fora e não demoraram pra serem acariciados de leve pelas mãos dele.
—Que lindo, como eu gosto dos seus peitos.
Me virei e desabotoei a calça dele.
Puxei pra baixo e fiz ele sentar no sofá.
—Deixa eu te mostrar o que eu faço com eles.
Comecei a acariciar o pau dele.
Tava durasso.
Quando apareceu, vi ele maior do que eu lembrava.
—Nossa, não lembrava que você tinha ele tão grande — falei, enquanto esticava a língua e começava a acariciar.
Ele sorriu sem dizer nada.
Depois de chupar por uns momentos, coloquei ele entre meus peitos e comecei a bater uma pra ele.
—Isso, que delícia sentir esses peitos abraçando meu pau de novo — disse.
—Lembrava muito bem que você gostava disso — falei, enquanto abaixava um pouco a cabeça e minha língua chegava a tocar a cabeça do pau dele.
Depois de um tempo, ele se levantou, me pegou pela mão e me levou pra cama dele.
Me deitou, terminou de se despir e se colocou entre minhas pernas.
Tirou minha calcinha fio dental e começou a passar a língua.
Eu tava muito molhada, com uma excitação danada, e com a língua dele me deixou à beira do orgasmo.
—Que gostosa você é — me disse.
Nisso, ele se levantou e pegou uma camisinha na mesa de cabeceira.
Quando colocou, voltou a se ajeitar entre minhas pernas.
Me deixou tão tesuda que eu mesma peguei nele e guiei pra entrada da minha buceta.
Senti a cabeça dele abrindo devagar minha intimidade e na hora tive um orgasmo incrível. Quando terminei... Meu orgasmo, ele com o mete e tira já tinha ela toda dentro de mim.
— Que suavidade pra me fazer gozar — falei enquanto o beijava.
— Vou te derreter — ele disse, enquanto começava a me comer com mais força, mas sem ser violento.
Trocamos de posição, ele pediu pra eu ficar de quatro.
Assim fiz, na beira da cama, de um jeito que ele ficava em pé no chão.
Ele me segurou pela cintura e começou a meter, primeiro devagar, depois mais forte, e quando teve certeza de que eu já tinha me acostumado com o tamanho dele, começou a me dar com força.
Eu me sacudia pelos quadris e meus peitos balançavam pra trás e pra frente.
Quando ele encostou um dedo no meu clitóris, senti que vinha outro orgasmo.
Gozei aos gritos e caí exausta na cama.
Devagar, Mateu me virou, colocou minhas pernas nos ombros dele e, bem lentamente, começou a meter de novo.
— Te deixei acabada, né?
— Sim, incrível.
— Sussurrei, enquanto ele terminava de meter e tirar bem devagar.
— Você merece um prêmio — falei.
Em pé na beira da cama, voltei a ficar de quatro e disse:
— Agora quero que você goze no meu cu, como sempre gostou.
E tirando a camisinha, ele começou a entrar e sair do meu cu até que disse… — Vou realizar meu desejo e me encho com o gozo dele.
Recebi todo o sêmen que ele jorrava entre tremores.
Quando ele relaxou, tirou ela de lá e, olhando nos olhos dele, falei… hummm, que gostoso você faz isso, e sorri.
Nos abraçamos, trocando beijos suaves.
A verdade é que eu não queria me mexer, e pra completar, as velhas cumplicidades já tinham aparecido. Falei pro Mateu:
— Aviso meu marido que vou demorar um pouco mais?
Claro, não quero que você vá tão cedo, quero que a gente fique mais um tempo:
— Fala com ele, assim ele não fica preocupado.
Depois de avisar meu esposo sobre a demora, não paramos de transar de todas as formas e já de madrugada ele pediu pra eu ficar, mas falei que seria outra vez. Naquele momento, eu já queria voltar pra casa e contar tudo pro meu marido, e sabia que ele ia me dar. uma recompensa gostosa.
– Ah, aquele amigo com benefícios? – ele perguntou entre surpreso e na expectativa.
– O mesmo – falei sorrindo, e fiquei em silêncio.
Eu já tinha falado dele pra ele, e contado sobre as experiências sexuais de antes de casarmos.
– Devem ter colocado o papo em dia – ele disse.
– Na verdade, não muito, a gente tava com pressa – fiz uma pausa e completei – mas trocamos os números, então tava pensando em ligar pra ele – se você não se importar. E finalizei com uma piscadela e um sorriso.
Meu marido ficou surpreso, mas se segurou.
– Claro, meu amor, como você quiser.
Decidi excitá-lo um pouco mais, peguei o telefone e liguei pro Mateu.
Meu marido presenciou a conversa, embora não ouvisse o que ele me dizia.
– Oi, Mateu, é a Ale.
– Oi, gostosa, já te salvei aqui.
– Me desculpa a gente não ter conseguido conversar hoje, tava apressada com uns documentos, e fiquei com vontade de bater um papo. Como você tá?
– Bem, muito bem, também fiquei com vontade de conversar, você tá muito gata.
– Ah, obrigada, você também. Sozinho ou acompanhado?
– Sozinho, só pegando uma aqui e outra ali, haha.
– Haha, que bom, é a sua cara.
– E você? Soube que casou.
– Sim, sou casada e muito feliz. Mas, bom, agora que te encontrei, adoraria te ver e a gente conversar.
– Que bom, adoraria. Sei lá, acho que pra você pode ser mais complicado por ser casada.
– Não, sem problema.
– Então, a gente toma um café por aí?
– Fechou, parece ótimo.
– Bom, me diz quando a gente se vê.
– Que tal quinta-feira? Umas seis e meia? Ou você tinha planos? (meu marido tava em êxtase)
– Fechado, te espero. A gente combina o lugar nos próximos dias.
– Que bom te ver de novo, um beijo.
– Tchau, linda.
Desliguei, me aproximei da cadeira do meu marido, abri a calça dele e comecei a masturbá-lo.
Ele tava muito duro, muito tesudo.
– Quinta-feira eu vejo o Mateu – falei.
E com isso ele gozou.
Por um tempo a gente não falou nada.
Ficamos pensativos.
Num momento, decidi tomar a iniciativa.
-Me amor.
Espero que não te incomode.
-Pra mim não tem problema nenhum, você já sabe.
Cada coisa tem seu tempo.
Não precisava falar mais nada, assim a gente se entende com meu marido.
Nisso a gente é pura cumplicidade.
Era segunda-feira, então sobrava terça e quarta pra me depilar, escolher roupa, me arrumar toda gostosa.
Meu marido se ofereceu pra comprar a roupa pra eu ir bem vestida.
Pedi pra não ser muito provocante.
Mas ele me surpreendeu com uma calcinha fio dental e sutiã combinando, saia curta na metade da coxa e meia.
Sem manga e com zíper atrás.
Na quinta à tarde, na hora de me preparar, combinei com meu marido que mandaria uma mensagem quando estivesse com o Mateo, como despedida, e depois via se conseguia falar de novo ou não, mas que ele ficasse tranquilo.
E se demorasse, mandaria um aviso.
A vantagem de conhecê-lo bem é que meu marido tava sossegado que a gente não faria nada naquele primeiro encontro.
Enquanto me vestia, ele me olhava todo excitado.
-Você tá ficando linda demais- ele dizia.
A verdade é que me sentir tão elogiada naquele momento me deu mais confiança, e agradeci ele.
Quando tava pronta e quase saindo, meu marido me deu um vinho.
-E me disse… assim você se anima.
-Claro, meu amor.
A gente se vê mais tarde e eu conto.
Fui no carro, avisei o Mateo que tava indo pro lugar que a gente tinha combinado, mas ele sugeriu que a gente se visse melhor no apartamento dele e me passou o endereço.
Quando cheguei, a porta se abriu, entrei, relaxei completamente e me deixei levar.
A gente se beijou assim que fechou a porta, se abraçou e se tocou um pouco.
Nos separamos e, já mais calmos, tomamos uma taça.
Sentados no sofá, demos as mãos.
Não demorou pra gente começar a se beijar de novo, bem devagar, e nos acariciar.
Me senti muito relaxada, longe da sensação que supostamente poderia ter por estar com outro homem que não fosse meu marido.
Tão à vontade me senti que levantei, abaixei o zíper pequeno atrás do vestido e lentamente Deixei cair.
Mateo me olhava, babando no meu corpo.
—Você tá mais gostosa do que nunca — ele disse, enquanto se levantava pra me acariciar.
—Valeu, me arrumei assim pra você, que bom que cê gostou.
—Tô amando — falou, e me fez dar uma volta.
Ele ficou olhando pra minha bunda por um instante e senti ele passando a mão.
—Que gostosa você tá, adorei sua lingerie — disse.
—Foi meu marido que me deu.
Achei que o comentário ia causar um certo estranhamento, mas ele só falou:
—Que bom gosto.
Vou tratar de tirar ela de você.
E encostando o volume dele na minha bunda, desabotoou meu sutiã e tirou.
Meus peitos ficaram de fora e não demoraram pra serem acariciados de leve pelas mãos dele.
—Que lindo, como eu gosto dos seus peitos.
Me virei e desabotoei a calça dele.
Puxei pra baixo e fiz ele sentar no sofá.
—Deixa eu te mostrar o que eu faço com eles.
Comecei a acariciar o pau dele.
Tava durasso.
Quando apareceu, vi ele maior do que eu lembrava.
—Nossa, não lembrava que você tinha ele tão grande — falei, enquanto esticava a língua e começava a acariciar.
Ele sorriu sem dizer nada.
Depois de chupar por uns momentos, coloquei ele entre meus peitos e comecei a bater uma pra ele.
—Isso, que delícia sentir esses peitos abraçando meu pau de novo — disse.
—Lembrava muito bem que você gostava disso — falei, enquanto abaixava um pouco a cabeça e minha língua chegava a tocar a cabeça do pau dele.
Depois de um tempo, ele se levantou, me pegou pela mão e me levou pra cama dele.
Me deitou, terminou de se despir e se colocou entre minhas pernas.
Tirou minha calcinha fio dental e começou a passar a língua.
Eu tava muito molhada, com uma excitação danada, e com a língua dele me deixou à beira do orgasmo.
—Que gostosa você é — me disse.
Nisso, ele se levantou e pegou uma camisinha na mesa de cabeceira.
Quando colocou, voltou a se ajeitar entre minhas pernas.
Me deixou tão tesuda que eu mesma peguei nele e guiei pra entrada da minha buceta.
Senti a cabeça dele abrindo devagar minha intimidade e na hora tive um orgasmo incrível. Quando terminei... Meu orgasmo, ele com o mete e tira já tinha ela toda dentro de mim.
— Que suavidade pra me fazer gozar — falei enquanto o beijava.
— Vou te derreter — ele disse, enquanto começava a me comer com mais força, mas sem ser violento.
Trocamos de posição, ele pediu pra eu ficar de quatro.
Assim fiz, na beira da cama, de um jeito que ele ficava em pé no chão.
Ele me segurou pela cintura e começou a meter, primeiro devagar, depois mais forte, e quando teve certeza de que eu já tinha me acostumado com o tamanho dele, começou a me dar com força.
Eu me sacudia pelos quadris e meus peitos balançavam pra trás e pra frente.
Quando ele encostou um dedo no meu clitóris, senti que vinha outro orgasmo.
Gozei aos gritos e caí exausta na cama.
Devagar, Mateu me virou, colocou minhas pernas nos ombros dele e, bem lentamente, começou a meter de novo.
— Te deixei acabada, né?
— Sim, incrível.
— Sussurrei, enquanto ele terminava de meter e tirar bem devagar.
— Você merece um prêmio — falei.
Em pé na beira da cama, voltei a ficar de quatro e disse:
— Agora quero que você goze no meu cu, como sempre gostou.
E tirando a camisinha, ele começou a entrar e sair do meu cu até que disse… — Vou realizar meu desejo e me encho com o gozo dele.
Recebi todo o sêmen que ele jorrava entre tremores.
Quando ele relaxou, tirou ela de lá e, olhando nos olhos dele, falei… hummm, que gostoso você faz isso, e sorri.
Nos abraçamos, trocando beijos suaves.
A verdade é que eu não queria me mexer, e pra completar, as velhas cumplicidades já tinham aparecido. Falei pro Mateu:
— Aviso meu marido que vou demorar um pouco mais?
Claro, não quero que você vá tão cedo, quero que a gente fique mais um tempo:
— Fala com ele, assim ele não fica preocupado.
Depois de avisar meu esposo sobre a demora, não paramos de transar de todas as formas e já de madrugada ele pediu pra eu ficar, mas falei que seria outra vez. Naquele momento, eu já queria voltar pra casa e contar tudo pro meu marido, e sabia que ele ia me dar. uma recompensa gostosa.
8 comentários - Meu marido adora ouvir que eu dou pra outro
de cualquier manera.... muy excitante!
gracias!