Trabalhar numa biblioteca soa quase tão chato quanto realmente é. Minha fome por livros já está tão saciada que a paixão vai se apagando com o passar dos dias. Não me interpretem mal, eu amo meu trabalho, mas depois de vários dias e com as aulas presenciais proibidas, a gente acaba se entediando fácil nesse tipo de serviço. Depois daquela puta festa sexual que eu me meti com meus chefes (ver o relato anterior) e graças à qual agora estou sentada no meu próprio escritório, não tive mais ação, nem sexual nem de nenhum tipo. Os dias passam lentamente através das janelas do escritório. A nova garota, acho que se chamava Karen, que agora ocupa meu antigo posto de recepcionista/secretária, não é tão conversadora nem tão gostosa a ponto de ser um alvo pra mim; é uma rato de biblioteca, bem magrinha pra meu gosto. Dei uma olhada na lista, só um visitante hoje. As visitas são com agendamento, os alunos podem visitar a biblioteca e pegar livros ligando e se inscrevendo com antecedência, mas as vagas nunca lotam — não os culpo, sem aula eu também não pisaria na faculdade de novo. Cansada de não fazer nada, me levantei e decidi vagar sem rumo. O prédio da biblioteca é imenso, de dois andares, com uma cúpula central que liga os dois pisos por umas escadarias enormes. Passei pela recepção, mas mudei de ideia ao ver a Karen — tava começando a odiar aquela mina. Fui pra qualquer lugar e me internei pelos corredores. Meu uniforme tem uns sapatos de salto, e com o silêncio reinante, meus passos ecoavam entre as estantes. Me lembrava um hospital à noite. Afastei a lembrança da mente. Até porque, pensando bem, já tava cansada de usar os sapatos, então tirei eles. Ninguém ia descobrir, e de qualquer forma eu era a maior autoridade naquele momento. Caminhei de meia entre os livros e as prateleiras. Vestida de office girl, com a camisa enfiada na saia e com meias de nylon marrom por baixo. Eu me sentia um desperdício, tava com fome de sexo, de um homem. Comer uma mulher e me masturbar podia ser bom, até melhor, mas era diferente de deitar com o sexo oposto. E eu tava com fome daquilo. <> tive que rir do meu próprio pensamento, não dava pra fazer isso sem levantar um monte de fofoca entre meus colegas. Talvez com alguém desconhecido. Talvez. Já no segundo andar, parei entre dois móveis altos, os livros ali eram antigos, fazia tempo que ninguém pegava. "História dos Sistemas Psicológicos", "Manual da Personalidade de Chambers" dava pra ler alguns títulos, eram longos, chatos e talvez até obsoletos <>. Peguei um desses volumes e folheei, mas parei quando ouvi um barulho, era familiar, parecido com um livro caindo. Tava há tanto tempo ali que reconhecia aquele som. Me enfiei ainda mais pelos corredores e fui pro lugar de onde achei que o barulho vinha. Tava com meus sapatos na mão, andando na ponta dos pés. Não sei por quê, talvez esperasse pegar o maltratador de livros em flagrante. Não sabia que era exatamente isso que ia encontrar. Como era? Steven? Steven, acho que era o nome que vi na lista, o único aluno registrado pra hoje. Não conhecia ele, era do curso de letras. Encontrei ele sentado num dos muitos bancos que tem na biblioteca, tinha uma pilha de livros de um lado e ele ali, com a calça arriada, se masturbando feito um louco. Tava com o celular na mão. Fiquei besta por uns instantes. De todas as coisas que imaginei encontrar, definitivamente essa não era uma delas. Steven era um cara branco e loiro. Bem alto, não exatamente bonito. Tava com uns quilos a mais e a acne não tinha sumido do rosto depois da adolescência, mesmo beirando os vinte e cinco. anos, pelo menos alguém da sua turma. Inevitavelmente, observei a mão dele subindo e descendo no próprio pau ereto. Pele branca e a cabeça bem vermelhinha. Pro tamanho do corpo dele, não era grande coisa, mas comparado com a minha altura, até que não era nada mal. "Mas o que você tá pensando, Elizabeth?" Pra ser sincera, não pensei muito. A Karen não ia sair do lugar dela, e na biblioteca só tinha eu e ele. Tirei a roupa rapidinho. Dobrei tudo pra não amassar e fui andando na direção dele, só fiquei com a meia-calça fina. Meus peitos balançavam num ritmo gostoso, numa mão eu levava a roupa e na outra os sapatos. O Steven nem percebeu que eu tava ali até eu chegar bem perto. — Então é com essas intenções que a gente visita a biblioteca, hein? Ele deu um pulo de susto e ficou paralisado, e o rosto dele ficou ainda mais branco, inacreditavelmente. Os olhos dele arregalaram de susto e abriram ainda mais quando ele me viu pelada na frente dele. Mesmo com aquele olhar de terror, ele não conseguiu evitar de passar os olhos pelo meu corpo inteiro. Tinha funcionado, fiquei satisfeita. Larguei a roupa e os sapatos em cima de uma mesa e sentei no banco onde ele tava. — E então, não vai dizer nada? O Steven não parava de me olhar, não tinha se mexido e ainda tava com o pau na mão. Nos olhos dele tinha fogo de desejo, mas também uma confusão danada, era óbvio que ele não sabia como reagir. Ele engoliu seco umas duas vezes, tentou olhar nos meus olhos, mas se distraía de novo com meus peitos e minhas pernas. Cruzei as pernas. — Em casa... Em casa não me deixam em paz, aqui eu fico sozinho — ele respondeu depois de engolir saliva várias vezes. "Não é tão covarde quanto pensei." — Bom, não tão sozinho quanto você vai perceber — eu evitei rir daquela imagem patética, ele era incapaz de desviar o olho do meu corpo e ainda tava com o pau duro na mão, com a calça arriada. Se parasse pra pensar, era até meio ridículo. — Ah, ah, me desculpa, senhora — ele se desculpou e tentou se vestir de novo. suas calcinhas. — Não me chama de senhora, idiota, que tenho a mesma idade que você. — Desculpa, senho... Perdão. — Não guarda ainda não — falei com um tom debochado depois que ele tentou em vão ajeitar as calças — vem, posso te ajudar com isso. Ele congelou de novo. — Vem, chega mais — falei, abaixando a perna que estava cruzada e me sentando reta. Depois de alguns segundos, Steven finalmente decidiu se aproximar. Ficou parado na minha frente. Com a mão direita, segurei o pau dele e com a esquerda massageei os ovos dele. — Não transou com ninguém recentemente, né? Steven fechava os olhos por momentos e abria de novo. — Não... Eu não... — Você é virgem? — Não! — ele levantou a voz e se recompôs na hora — Não, meu pai pagou por putas... Ah, por mulheres, quando fiz dezoito... — Vamos ver que porno você via — minhas palavras pegaram ele de surpresa, no rosto dele refletia vergonha — me mostra. Ele abriu uma das mãos e desbloqueou a tela. Tinha um vídeo de uma mulher peituda, cintura perfeita e coxas grossas, de quatro sendo penetrada por trás. — Sexo anal? Então é disso que você gosta... — Eu... hmm... — Bom — interrompi ele — não tenho esse corpanzil, mas posso tentar. Olhei direto nos olhos dele. Sentia o pau dele pulsar entre minhas mãos, o olhar dele era de expectativa e desejo, já não tinha mais traços de confusão. — Pra mim você é uma deusa. — Você é um amor. E meti o pau dele na boca. Entrou até a metade. Tirei de novo e na segunda vez meti ele inteiro. Antes de entrar por completo, já tinha batido na minha garganta, então tive que engolir pra meus lábios tocarem a virilha dele. Fiz o serviço completo. Chupei com gosto, estiquei minhas bochechas com a ponta dele. Beijei ele, percorri com minha língua. Chupei um dos ovos dele, depois o outro. Depois meti os dois na minha boca. Fiz tantas mamadas profundas que até me senti orgulhosa. Coloquei as mãos de Steven no meu cabelo e ele puxou. Controlou a velocidade e a profundidade enquanto eu o deliciava com minha boca. Tentei não demorar muito. Não queria gozar com Steven sem ele me dar o que eu precisava. — Como você está se sentindo, campeão? — perguntei com o pau dele na minha bochecha direita. — Fantástico — respondeu, enfiando o pau de novo na minha boca. Deixei ele aproveitar por mais alguns minutos. Ele me segurou pelo cabelo e meteu na minha garganta, arrancando alguns engasgos. Quando decidi que já era o suficiente, me levantei. Ele me olhou como um criança quando você tira um doce dela. Dei um beijo ali mesmo e me encostei nele. Ele entendeu na hora e as mãos dele percorreram meu corpo. Apertou minhas nádegas e eu ofereci meus peitos voluptuosos. Pela diferença de altura, ele teve que se abaixar para saboreá-los. Depois me coloquei como uma putinha no banco, me segurando no encosto e oferecendo o espetáculo das minhas nádegas. Steven ganhou seus pontos ao enfiar o rosto entre elas e, embora não tenha feito um bom trabalho, senti a língua dele percorrer minha entreperna, e foi o suficiente para acender a gasolina que eu vinha derramando esses dias. — Me come — implorei, e o pedido não demorou a ser atendido. O pau dele bateu dentro de mim quando o inexperiente Steven meteu de uma vez. Aproveitei a dor suave e, como ele não esperou nem um segundo, as próximas investidas acabaram me ajustando ao tamanho do pau dele. Me segurei com as duas mãos no banco, Steven caía com todo o peso, e na profundidade, o pau dele batia em alguma parede da minha buceta e me fazia ver estrelas e cores. O membro dele entrava e saía. Ele me segurava pela cintura, depois me agarrava pelos peitos, depois me puxava pelo cabelo. Era como se ele não se decidisse o que fazer comigo e fazia de tudo. Eu estava adorando, de quatro, sendo penetrada sem parar, com as pernas bem juntas para apertar ainda mais o apertado que aquele pau se sentia dentro de mim. Steven estava se exibindo. — Como você está por aí? — falei quando senti o ritmo diminuir. Olhei por cima do ombro, a testa dele brilhava de suor, os olhos fixos na minha bunda e na penetração dele. — Tá bom, tá bom, você é uma gostosa, valeu. — Não agradece, bobinho — naquele instante ele enfiava o pau devagar e tirava de novo, dando uma pausa. Eu sentia cada centímetro se mexendo dentro de mim. Com uma das mãos, abri uma das minhas nádegas, os olhos dele brilharam com a visão. Levei a mão livre até minha boca e cuspi nos meus dedos, depois passei essa mão pra trás e joguei a saliva no meu furinho traseiro. — Cê sabe o que vem agora, né? — Steven não respondeu. Continuou metendo devagar enquanto eu enfiava meu dedo indicador no meu cu, e depois o dedo do meio também. Fui dilatando meu cu enquanto Steven me comia e curtia a vista. — Beleza, campeão, vamos trocar de posição. Levantei do banco e meus joelhos tremeram, Steven tinha me dado uma boa surra, contra todas as minhas expectativas. Ele apalpou meus peitos de novo enquanto eu ia pra mesa. Deitei de barriga pra cima e deixei minha bunda sobrar na borda. Abri minhas pernas e coloquei meus pés nos ombros dele quando ele se aproximou. O pau dele tava duríssimo e as mãos dele estavam nos meus peitos, dava pra ver que ele gostava. Isso me fazia sentir bem. A rola dele roçou meus lábios da buceta e me penetrou. — Não, não é por aí — falei, tirando o pau dele com as mãos e baixando um pouco. A cabeça tocou meu cu. Steven ficou besta, como se não acreditasse. — É por aí, campeão. Ele empurrou um pouco e eu abri o rabo. A cabeça deslizou pra dentro e meu esfíncter só fez aumentar, o pau de Steven passou pro meu reto e em menos de um segundo a rola dele tava no meu cu. Uma pontada de dor me percorreu e por pouco eu não estiquei as pernas. Steven evitou isso segurando meus tornozelos com as mãos. Ele olhou pra penetração e eu também. Dava pra ver mais da metade da rola dentro de mim, aí ele começou a se mexer e nós dois nos deixamos levar. Doía um pouco cada vez que ele enfiava fundo até as bolas baterem contra minha pele, ele abria minhas pernas e não parava o movimento de meter e tirar. Foi penetrando devagar, aumentando cada vez mais a velocidade. Sentia o pau dele dentro, bem dentro, abrindo caminho por um lugar não tão apropriado, mas isso não importava nada, cada vez mais rápido fechei os olhos pra ver o céu. A dor passou e só ficou o prazer, um prazer delicioso. Pelo menos até o Steven parar. Abri os olhos e ia perguntar o que houve quando ele também subiu na mesa. Minhas pernas ficaram dos lados dele e ele se apoiou com os cotovelos de cada lado da minha cabeça. Sabia o que vinha, meu glorioso campeão já tava no limite e não ia gozar sem lutar. Coloquei minhas mãos no peito dele e enrolei minhas pernas nele. Quando ele se acomodou, começou a se mover. Abusou completamente do meu corpo. Se movia tão rápido que a sensação de dor e prazer era tanta que mal consegui manter minhas pernas abertas. E na verdade não consegui. Quando o Steven gozou dentro de mim, meteu tão fundo que senti o pau dele dobrar alguma coisa lá dentro e empurrei ele com as mãos e pernas, abrindo a boca num grito mudo enquanto o esperma dele enchia minhas entranhas. Levei várias horas no banheiro pra conseguir expelir tudo que o Steven descarregou no meu cu. Não queria que uma mancha surpresa aparecesse no caminho pra casa. Ele já tinha se vestido e eu parti o coração dele antes de ele ir embora, dizendo pra não contar pra ninguém, que ninguém podia saber e que se ele se comportasse bem e fizesse o que eu mandasse, talvez rolasse de novo. No caminho pro escritório, ficava pensando em quão rápido ia rolar de novo.



0 comentários - Tédio na minha nova sala. Parte I