Hotel Histórias - História 7

No dejes de pasar por mi mejor post

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No te vas a arrepentir!


HISTORIAS DE HOTEL

Quien en su vida no tiene una historia de hotel? creo que todos vivimos anécdotas y a nadie le llamaría mucho la atención lo que sucede en un cuarto, entre cuatro paredes.

Ahora bien, que pasa cuando existen historias que van mas lejos de lo tradicional, cuando se roza lo bizarro, lo extremo, lo prohibido, lo que muchos fantasean en realizar, pero son contados los que llegan a vivirlo?

A lo largo de HISTORIAS DE HOTEL, recorreremos diez vivencias diferentes, vivencias de personas que se animaron a ser contadas, sentados frente a frente con quien escribe, yo solo tomé esas historias para llevarlas a un papel.

Te invito a recorrer estas diez HISTORIAS DE HOTEL



LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 26 AÑOS


UNA MILF PELIGROSA
ANDREA, 58 AÑOS


LA FIESTA DE GABRIEL
JONY, 32 AÑOS


ANCIANOS DEPRAVADOS
JOSE, 72 AÑOS - ANTONIA 78 AÑOS


PRESTIGIOSO INGENIERO
TIFANNY, 19 AÑOS


MI MARIDO!
SANDRA, 46 AÑOS


SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS


AMORES QUE MATAN
ALAN, 47 AÑOS


MI HERMANA
MIA, 23 AÑOS


MI PROSTITUTA PERSONAL
MARTINO, 39 AÑOS




SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS


A imagem masculina perfeita de duas garotas transando, com corpos perfeitos, uma loira, uma morena, gemendo igual gatas no cio, com caras de anjo e corpos do inferno, iriam rapidinho pro lixo quando vissem a Marianela.
Marianela pensava como homem, queria ser homem, sentia como homem, e... tinha jeito de homem.
A aparência dela era descuidada, cabelo bem curtinho, quase raspado na pele, com um lado da cabeça zerado, nada de maquiagem, cara limpa, mascando chiclete de um jeito grotesco, quase de lado, feito uma vaca ruminando.
Ela tinha uns peitões bons, debaixo de uma camiseta amarela que marcava os bicos, dava pra ver que não usava sutiã, detalhe que claramente não incomodava ela, uma calça jeans desbotada com suspensórios deixava ver as pernas brancas e mal cuidadas, calçava uns tênis imundos que um dia foram brancos. Sentamos cara a cara, ela se escangalhou na cadeira abrindo as pernas numa postura nada feminina e apoiou o braço direito no encosto da cadeira do lado, me deixando ver sem vergonha nenhuma que as axilas dela estavam sem depilar. Me olhou com cara de desafio e eu soube que teria um baita desafio pela frente.
Posso te dizer que, sem dúvida, Angélica foi um grande amor na minha vida, meu primeiro amor, não importa a idade, pro amor não tem idade, só vou te falar que quando as meninas brincavam de boneca, a gente se trancava no quarto dela pra se beijar. Sendo sincera, apesar dela ser dois anos mais velha, era eu quem assediava e insistia pra ir pro quarto dela, amava os cabelos loiros dela e o sorriso de anjo.

Eu era pequena, mas já sabia o que gostava, sabia que era um menino preso num corpo de mulher e toda vez que me via pelada na frente do espelho, me odiava, odiava meu sexo, e me imaginava tendo um pau onde tinha uma buceta.

Era feliz nos meus sonhos, nos meus sonhos eu tinha pau sim, mas minha felicidade acabava quando eu abria os olhos.

Angélica tinha um irmão mais velho, e ele me odiava, não aguentava me ver junto dela e tornava nossa vida um inferno, me chamava de Marianelo, com 'O', e me tratava como se eu fosse homem de verdade, e uma vez quase parti pra briga de soco com ele.

O irmão dela sabia bem o que rolava entre a gente e sempre dava um jeito de se meter no meio, ele sabia que eu comia a irmã dele e só via em mim uma sapatão nojenta que tava pervertendo a doce e inocente Angélica.

Mas a gente tinha nossos segredos de alcova e ele não podia ficar vinte e quatro horas no meio da gente.

Que momentos gostosos, em toda nossa inocência e despertar sexual, eu passava horas acariciando os cabelos dela, olhando nos olhos dela e beijando o corpo dela, adorava me masturbar enquanto fazia sexo oral nela.

Mas Milton, o irmão dela, não ia ficar de braços cruzados, e vendo que sozinho não dava conta da gente, foi contar pros pais, uma vez e outra, até que eles finalmente prestaram atenção.

A mãe de Angélica era uma boa mulher, mas muito bitolada, daquelas crentes doentias, só saía pra fazer compras e ir na igreja do bairro, missa de domingo. Rosários toda manhã, confessar toda semana, e eu adivinhei que com tanta moralidade ela era um gelo na cama. Eu sabia que não caía nas graças dela, meu jeito físico, meus pensamentos liberais, éramos polos totalmente opostos, e ela só me tolerava porque a Angélica tava no meio.
O pai dela, por outro lado, um cara de conduta férrea, retrógrada e patriarcal, era quem mandava, quem sentava na cabeceira da mesa, quem ordenava tudo e tomava as decisões. Embora fingisse com sorrisos falsos que naquela casa reinava a democracia, a verdade é que ele era um ditador como poucos.

E quando minha situação amorosa secreta com a Angélica entrou no mundo dos pais dela, eles não demoraram pra nos separar. À força. Não conseguiram com pedidos, com palavras, com proibições de nos vermos, e quando tudo isso falhou, decidiram que colocar ela interna num colégio de freiras acabaria com a doença dela, como chamavam o gosto dela por alguém do mesmo sexo.

Essa situação foi desesperadora pra mim, eu não conseguia entender. Tentei, sem sucesso, falar com os pais dela e fazê-los mudar de ideia, na boa, na ruim. Falei o que pensava pra mãe dela, até enfrentei o pai, até que só me expulsaram de casa com a ameaça de chamar a polícia.

Fui pro convento, umas dez, umas cem vezes. Bati em portas fechadas, falei com ouvidos surdos, supliquei a um Deus inexistente. Por dois anos tentei encontrá-la, saber dela, ter uma chance, mas a Angélica tava trancada num castelo grande demais pra minha capacidade. Lutei com todas as forças, até ficar sem forças. Com o tempo, veio a resignação. Com a resignação, o esquecimento. Eu tinha que seguir minha vida.

Os anos passaram, tive rolos, tive parceiras fixas, estudei um pouco de filosofia e letras, também quis ser psicóloga, mas no fim acabei trabalhando como garçonete num bar do bairro. A Natalia é minha mulher agora, faz cinco anos. que convivemos, ela veio jantar onde eu trabalho com um grupo de amigas e eu atendi a mesa dela, acho que foi amor à primeira vista, não demoramos pra nos dar bem e, enfim, aqui estamos.
Ela é muito elegante, muito vaidosa, é chefe de recursos humanos numa seguradora médica, toda manhã sai com seu terno azul impecável de colete e calça social, camisa lavanda e um lenço coral largo que quebra a monotonia dos tons azuis.
Nossos horários são um problema, toda tarde, quando ela chega, eu saio pra cantina, meu horário é noturno e costumo voltar lá pras duas da manhã, mas a gente se vira bem pra ser feliz.
Acho que sou sortuda, ela é muito gostosa, muito mulher, muito feminina pra mim.

E tudo parecia estar bem na minha cabeça louca até não muito tempo atrás, quando ao meio-dia, enquanto almoçava, eu via o noticiário diário na TV, entre notícias que mal prestava atenção, em algum momento foram pro 'convento das irmãs bizantinas', por causa de uma obra de caridade que estavam fazendo, e uma voz chamou minha atenção, podiam passar muitos anos mas eu jamais esqueceria aquele timbre doce de voz, a irmã Angélica, larguei tudo e me sentei na frente da tela, Deus, era ela, com as roupas típicas de freira, num tom de cinza como a própria vida dela, com um terço nas mãos, estava tão linda, fiquei suspirando ao vê-la como quando éramos crianças.
E eu amava a Natália, mas a Angélica tinha sido muito especial na minha vida, foi meu primeiro amor, e uma ferida aberta que nunca tinha sido fechada.

Não demorei muito pra me decidir, uns dias depois peguei meu carro velho e fui pra igreja onde recebiam as doações, já éramos mulheres mais velhas, então achei que não seria difícil encontrá-la.
E de fato, só precisei de algumas perguntas pra dar com a irmã Angélica, me surpreendi ao vê-la, e ela também comigo, como ela era linda, como tinha crescido! era muito mais alta que eu, nos beijamos nas bochechas, ela me pegou Pegou no meu braço e me levou até um dos bancos da igreja. O templo vazio parecia enorme, escuro e silencioso. Falei brincando que tinha medo de desabar, que eu era um demônio que não se encaixava naquele lugar.Hotel Histórias - História 7Falando baixinho, Angélica resumiu em meia hora mais de dez anos separadas, me confessou que depois da nossa separação viveu dias muito difíceis, que foi rebelde e um problema pro resto das freiras, que vivia de castigo e não entendia por que tinha sido trancada, que os pais visitavam de vez em quando e só diziam que era o melhor pra ela, pra lavar a alma e purgar os pecados.

Eu morria de ódio por dentro, e lembrei do Milton, o culpado de tudo, e até veio na memória quando eu enchi ele de porrada na frente dos amigos, e mesmo não tendo me saído bem porque ele era homem e tinha mais força que eu, ainda consegui acertar uns bons socos na cara dele.

Angélica continuou contando, quase falando no meu ouvido, que no começo se masturbava muito lembrando de mim, mas também era pega e punida de penitência. Percebi que ela tinha mudado, que tinham lavado a cabeça dela, que tinham quebrado a vontade, os desejos, que tinham queimado os neurônios dela de tal jeito que quando finalmente ficou maior de idade e podia ter aberto as asas e voado, já estava tão domesticada que só ficou por vontade própria.

Ela me deixou saber que ficava feliz em me ver, mas eu era parte de um passado lindo e queria que ficasse, nesse presente ela estava dedicada ao senhor, a rezar, fazer penitências e guiar o mundo num caminho de fé.

Só pedi que me desse umas horas fora desse mundo de merda, merecia um tempo com a garota por quem eu tinha me apaixonado, porque eu sabia que em algum lugar bem fundo dela, ainda vivia aquele amor truncado, e mesmo que ela tenha negado várias vezes, acho que no final ela também assumiu que tínhamos histórias pra encerrar.

Fui com ela o mais honesta que pude, falei da minha mulher, a Natália, do meu relacionamento com ela e que ela não sabia de nada do que tava rolando, então não podia arriscar levar ela pra casa, também falei que a igreja e aquele ambiente Não era um bom lugar pra conversar, então sugeri a cantina onde eu trabalhava, seria só pra bater um papo. Na verdade, não contei que a tia Adela fazia a limpeza num hotel chique nos arredores da cidade, e ela tinha conseguido um quarto pra mim, com uma cama no meio, e com isso uma oportunidade.
Passei pontualmente por ela com meu carro velho, Angélica estava à paisana, bem normal, com um vestido florido largo, o rosto limpo e uma bolsa grande que parecia de piquenique.

Nos cumprimentamos de novo roçando as bochechas, e partimos pro nosso destino.
Angélica era uma mina super inteligente, e imaginei que perguntaria pra onde íamos quando pegasse a estrada, mas não disse nada, nem quando chegamos no hotel e estacionei meu carro, desliguei o motor e só fiquei olhando pra ela, aí ela falou:

— Sabia que você tramava algo, te conheço demais, e só tô me arriscando por você, mas tudo bem, só vamos conversar, só penso no Senhor.

Eu não disse nada, que ela me desse um tempo pra mim já bastava, e quando fechei a porta do quarto, no meu entender, ficaram só 'nós duas', mas Angélica pensava diferente, pediu uns minutos sozinha, e quando voltei pra encontrá-la, ela tava vestida de freira de novo, pra ela ali estávamos 'nós três', o 'Senhor' também era testemunha dos nossos atos.
Foi meio frustrante pra mim, essa já não era a garota que eu amava, ela tinha mudado tanto, o cérebro, os pensamentos, os raciocínios, as lógicas...

Peguei uma cerveja, ela uma água mineral, me contou da vida dela, toda a história por trás dos muros, parecia nervosa brincando com um terço entre os dedos, e só falava sem parar, os minutos passaram e notei que não íamos a lugar nenhum daquele jeito.
Só me aproximei dela e tentei roubar um beijo, mas ela foi mais rápida e conseguiu me evitar, e insisti de novo pra me sentir rejeitada e ser xingada pelo que tava fazendo, mas eu não Pensei em desistir, mas a segui até encurralá-la, agarrei seus braços até anular sua resistência e forcei um beijo, e juro que sentir como ela se quebrava sob meus desejos foi simplesmente espetacular, como ela resistia ao meu jogo carnal, como seu ser espiritual vacilava, como eu a colocava contra a parede e como eu começava a ter o controle.

Seus "nãos" eram cada vez mais fracos, e sua respiração começava a se agitar aos poucos, senti o terço cair pesadamente no chão e com isso o começo do fim, acho que Angélica libertou o demônio oculto que sempre teve dentro dela, subjugado à força de chicote, e me fez recuar até a cama, me deitando para vir por cima de mim e me beijar profundamente, tão profundo que senti meus lábios doerem.
Angélica tinha voltado, mas não seria a mesma...
Começamos a nos revirar como nos velhos tempos, a nos beijar, a nos tocar, logo nossas roupas foram caindo, uma a uma, e meus peitos começaram a brincar contra os dela, sentia seus mamilos febris roçando minha pele e me sentia genial, ela estava de olhos fechados e eu a sentia balbuciar, me aproximei um pouco mais para confirmar que ela rezava um pai-nosso.

Só me afastei um pouco, foi como uma barreira de gelo, senti que de alguma forma eu a estava levando para um lugar onde ela não queria estar, me senti culpado pelo que estava acontecendo e não queria carregar um peso nos ombros pelo resto dos meus dias.
Fiquei de lado, só observando, mas já era tarde demais para parar a tempestade, ela estava fora de controle, numa imagem nada convencional, tinha ficado nua na cama, conservando apenas sua touca de freira e umas meias longas de inverno, ela tentava ser uma alma pura, eu só via uma mulher castrada e tesuda que logo se transformaria num anjo caído.
Ela pareceu se esquecer de mim, só continuava rezando e rezando, acariciando os próprios peitos e levando uma das mãos até a buceta, se abriu toda como uma flor, e avançou. Com raiva contida, enfiando dois, depois três e até quatro dedos no fundo da sua sexualidade, até a palma da mão num impulso de calor incontrolável.

Angélica parecia explodir num orgasmo enorme, tocando o céu com as mãos e depois cair num poço depressivo chegando ao próprio inferno, atormentada pelo que acabara de viver, explodindo em choros de remorso. Fui até ela para abraçá-la e beber suas lágrimas em beijos intermináveis, para contê-la, e assim teria ficado só por ela, mas Angélica buscou cruzar os lábios dela com os meus novamente, então me dediquei a fazer o que gostava de fazer. Desci lentamente pelo pescoço dela, bem devagar, cheguei aos seios e comecei a lamber devagar, passei pela pele delicada e novamente a mordiscar os bicos gostosos dela, uma e outra vez, e ela voltava a balbuciar suas rezas, se sentia encurralada, como se o pecado fosse grande demais para carregar nos ombros.

Desci então entre as pernas dela, queria lamber a buceta dela, os lábios, beber os sucos, penetrar o esfíncter e chupar o clitóris, e foi o que fiz, enquanto me masturbava como nos velhos tempos, mas ela ainda estava muito sensível e não aguentava.

Fui por cima dela, abri as pernas dela e cruzei as minhas no meio, porra, ela estava escorrendo sucos, e comecei a me esfregar nela, a misturar nosso amor truncado, a sentir a buceta quente dela no meu próprio pau, foi reviver o passado, num presente perfeito.

Mais forte, mais e mais, senti que ia gozar, explodi de prazer e agora eram minhas lágrimas que rolavam sem rumo, lágrimas de alegria. Olhei mais uma vez o rosto da irmã Angélica, ela estava perturbada e percebi que lá dentro ainda lutavam anjos com demônios.

Ela se ajoelhou no pé da cama, como se estivesse num confessionário, a touca de freira contrastava com a pele branca da bunda generosa dela nua, me disse então que era uma pecadora, e que precisava de um corretivo...

Angélica tirou então de Entre os pertences dela, um galho de uns meio metro de comprimento, de alguma árvore, que ela tinha arrancado as folhas. Ela fez ele zumbir no ar um par de vezes e me entregou pra eu prosseguir. Percebi que as coisas começavam a sair do normal, mas a aposta era sexy, experimentei um golpe e 'zzzzzz' do galho cortando o ar parou num 'tac' seco ao bater na nádega direita, e um gemido contido e prolongado 'mmmmmmm' da minha amante tentando abafar a dor. Um sulco vermelho raivoso se marcava na carne pálida e, longe de parecer suficiente, ela pediu um novo castigo. E eu repeti, e o joguinho ficou sexy pra nós duas. Depois de alguns minutos, Angélica exibia dez marcas, algumas sangrando, e ela, rendida ao choro pela dor infligida, só pedia uma coisa: que eu fizesse amor com ela. Lembro que continuamos nos amando até o sono nos vencer a ambas. E ao acordarmos, as duas sabíamos que chegava a hora de nos despedir. Eu já tinha mulher, a Natália, e com certeza ela já começaria a notar minha longa ausência. E ela... ela era casada com Deus. Fechamos uma história, e a deixei perto de onde a tinha pegado. Dissemos que nos veríamos de novo, mas ambas sabíamos que nossos caminhos se separariam pra sempre naquele momento.E assim se encerrou aquela história. Por mim, tinha ficado uma pulga atrás da orelha, então tirei um tempinho extra pra passar em algumas igrejas e fazer as perguntas que precisava fazer. Quem era a irmã Angélica? Ela existia de verdade? E não foi fácil conseguir respostas num mundo onde a boca de todo mundo parece estar fechada, mas no fim, num ato de compaixão, uma madre superiora me entregou uma foto de uma moça nova, de traços bonitos. "A irmã Angélica", ela me disse — e a definiu como uma alma perturbada, alguém que parecia não encontrar paz. Me contou que ela tinha largado o hábito fazia um tempo, não sabiam muito mais sobre ela. Corria o boato de que ela tinha ido morar em outra província, longe de todo mundo, pra começar uma vida nova...Se você gostou da história, pode me escrever com o título HISTÓRIAS DE HOTEL para dulces.placeres@live.com

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