Uma história real no escritório. Segunda Parte. Ação.
No mesmo dia, quando eu estava acariciando o mamilo esquerdo dela e ela não dizia nada, comecei a fazer o mesmo com o direito e estava apalpando os dois. Ela ficou quieta e começou a tocar meu pau por cima da calça. Depois de uns três minutos de pegação, o interfone toca e, como ela era quem controlava o acesso ao escritório, teria que ver no monitor quem era e abrir. Antes de atender, ela me olha e diz: "Amanhã a gente continua". "Beleza", respondi.
No dia seguinte, a rotina de sempre: subo pro escritório, ela estava com os mamilos duros como de costume, me olha e diz: "Hoje não, porque tá subindo um motorista com uma cobrança". "Tranquilo", respondi, sem drama.
Eu nem tinha o WhatsApp dela, e nesse dia ela pediu. Passei meu número e nos adicionamos. Em um momento, vejo que chegou uma mensagem: eram duas fotos dela no banheiro. A primeira com o sutiã, a outra mostrando os peitos (as duas sem o rosto). Ela mandou: "Gostou???"
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. A gorda antipânica e mal-humorada do escritório me mostrando os peitos no WhatsApp — algo que eu jamais imaginaria que poderia acontecer.
Um par de peitos lindos. Respondi: "Sim, chupo todos". E ela disse: "Beleza, vem amanhã tipo 7h15 que dá pra fazer alguma coisa" (ela controlava os horários, era a primeira a chegar e sabia se viria algum fornecedor ou cobrança cedo).
Como sou meio descuidado com o celular, falei: "Olha, não me manda mais fotos no WhatsApp porque o celular sincroniza tudo. Uso bastante com clientes, tenho backup na nuvem e a conta do Gmail vinculada, e não tenho senha nele". Sei que as fotos precisam ser apagadas de um jeito especial pra sumirem de vez, e minha namorada, que não é boba, às vezes pega meu celular pra ver coisas no Spotify ou Netflix — e não quero confusão.
"Tá, tá, de boa, sem problema", ela respondeu.
No outro dia, cheguei no horário combinado e ela... Olha com carinha sorridente (a primeira vez em 15 anos), eu entro como todos os dias, bato o ponto e vou pegar meu café. Ela pega algumas pastas e vai para minha mesa. Tive que fazer alguma manobra de distração porque, exceto na salinha onde eu lia o jornal, tinha câmeras por todos os lados.
Foi uma coisa cheia de adrenalina e animal, mal me aproximo com o café na mão e ela desabotoa a blusa e tira o sutiã. Os mamilos pareciam parafusos de tão duros. Apoio a xícara de café e começo a chupar eles com tudo, minha língua não dava conta de chupar tudo aquilo, parecia o menino mais feliz do mundo com seu brinquedo novo.
Ela, enquanto eu chupava os peitos dela, desabotoa minha calça com uma experiência de expert, quase nem percebi. Eu ainda tinha o pau mole, ainda mais naquela hora da manhã. Ela se ajoelha e começa a me chupar de um jeito que nunca mais vou esquecer na minha vida, foi perfeito. Com quatro dedos ela me agarrava pelo tronco e me masturbava suave, com pouco movimento mas com a mão firme e a língua completamente na cabeça do pau, metendo língua e mais língua na cabeça.
Ele começou a ficar duro e ela me diz: "Senta na poltrona reclinável" (era a única coisa que tinha no escritório pequeno junto com a mesa). "Tá bom", eu digo.
Nesse momento ela começou a chupar minhas bolas e o cu, nunca tinham chupado meu cu, é uma sensação maravilhosa. Enquanto continuava me masturbando, ela chupava meu cu e começou a enfiar um dedo (eu deixo claro firmemente que sou homem, não gay e gosto de mulheres), mas o que ela estava fazendo comigo me deixou louco. Meu pau ficou duro como ferro de construção. Me levantei de novo e digo: "Tira a calça que vou te comer". Ela diz: "Não, aqui não vamos poder" e se prende de novo no meu pau com a língua, metendo língua na cabeça. Eu digo: "Para, você vai me fazer gozar". "Sim, me dá o leite", ela diz. Ela ficou três ou quatro minutos chupando e eu sabia que ia vir. Minha intenção foi tirar da boca dela: "Não, me dá". toda me diz: "se eu tomar toda a porra, fico limpinha" Que delícia, tá quentinha "não deixo nem uma gota pra fora". = "Agora faz eu gozar você, gosto dos dedos", ela desceu a calça e a calcinha pela metade, tava toda cheia de fluidos e com cheiro forte, enfiei um dedo na buceta e outro no cu, o dedo no cu entrou como se nada, com só um pouco de saliva, por isso me animei a enfiar mais um no cu, que entrou que nem em casa, com um dedo na buceta, dois no cu e ela se masturbando no clitóris, no minuto sinto uma quantidade enorme de fluido, ela tinha gozado tudo, parecia que tava mijando. Foi uma experiência linda, ela ficou como extasiada uns segundos e começamos a nos vestir rápido. Agora tenho fixo toda semana uma trepada porque começamos a transar com penetração anal e vaginal sem camisinha, claro, e/ou uma chupada com final feliz, mudou minha vida completamente, ela me diz que dia da semana e o horário. Eu comprei uma caixa de Magnus 50 que guardo no carro (não vamos esquecer que ela é gorda e feia) e pra entrar nela tem que ter coragem e achar uma boa posição, comer uma gordinha em pé com um pau normal não é fácil e na mesa não posso levantar ela porque é frágil. Ela me avisa um dia antes, saio de casa e tomo meia pilula, tenho 40 minutos de carro pro trabalho, não sabem como eu tô feliz, nota 10. Transar com outra gordinha qualquer de forma animal melhora até a relação sexual com sua parceira. Recomendo pra todos. Essa é uma história real e espero que tenham gostado.
No mesmo dia, quando eu estava acariciando o mamilo esquerdo dela e ela não dizia nada, comecei a fazer o mesmo com o direito e estava apalpando os dois. Ela ficou quieta e começou a tocar meu pau por cima da calça. Depois de uns três minutos de pegação, o interfone toca e, como ela era quem controlava o acesso ao escritório, teria que ver no monitor quem era e abrir. Antes de atender, ela me olha e diz: "Amanhã a gente continua". "Beleza", respondi.
No dia seguinte, a rotina de sempre: subo pro escritório, ela estava com os mamilos duros como de costume, me olha e diz: "Hoje não, porque tá subindo um motorista com uma cobrança". "Tranquilo", respondi, sem drama.
Eu nem tinha o WhatsApp dela, e nesse dia ela pediu. Passei meu número e nos adicionamos. Em um momento, vejo que chegou uma mensagem: eram duas fotos dela no banheiro. A primeira com o sutiã, a outra mostrando os peitos (as duas sem o rosto). Ela mandou: "Gostou???"
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. A gorda antipânica e mal-humorada do escritório me mostrando os peitos no WhatsApp — algo que eu jamais imaginaria que poderia acontecer.
Um par de peitos lindos. Respondi: "Sim, chupo todos". E ela disse: "Beleza, vem amanhã tipo 7h15 que dá pra fazer alguma coisa" (ela controlava os horários, era a primeira a chegar e sabia se viria algum fornecedor ou cobrança cedo).
Como sou meio descuidado com o celular, falei: "Olha, não me manda mais fotos no WhatsApp porque o celular sincroniza tudo. Uso bastante com clientes, tenho backup na nuvem e a conta do Gmail vinculada, e não tenho senha nele". Sei que as fotos precisam ser apagadas de um jeito especial pra sumirem de vez, e minha namorada, que não é boba, às vezes pega meu celular pra ver coisas no Spotify ou Netflix — e não quero confusão.
"Tá, tá, de boa, sem problema", ela respondeu.
No outro dia, cheguei no horário combinado e ela... Olha com carinha sorridente (a primeira vez em 15 anos), eu entro como todos os dias, bato o ponto e vou pegar meu café. Ela pega algumas pastas e vai para minha mesa. Tive que fazer alguma manobra de distração porque, exceto na salinha onde eu lia o jornal, tinha câmeras por todos os lados.
Foi uma coisa cheia de adrenalina e animal, mal me aproximo com o café na mão e ela desabotoa a blusa e tira o sutiã. Os mamilos pareciam parafusos de tão duros. Apoio a xícara de café e começo a chupar eles com tudo, minha língua não dava conta de chupar tudo aquilo, parecia o menino mais feliz do mundo com seu brinquedo novo.
Ela, enquanto eu chupava os peitos dela, desabotoa minha calça com uma experiência de expert, quase nem percebi. Eu ainda tinha o pau mole, ainda mais naquela hora da manhã. Ela se ajoelha e começa a me chupar de um jeito que nunca mais vou esquecer na minha vida, foi perfeito. Com quatro dedos ela me agarrava pelo tronco e me masturbava suave, com pouco movimento mas com a mão firme e a língua completamente na cabeça do pau, metendo língua e mais língua na cabeça.
Ele começou a ficar duro e ela me diz: "Senta na poltrona reclinável" (era a única coisa que tinha no escritório pequeno junto com a mesa). "Tá bom", eu digo.
Nesse momento ela começou a chupar minhas bolas e o cu, nunca tinham chupado meu cu, é uma sensação maravilhosa. Enquanto continuava me masturbando, ela chupava meu cu e começou a enfiar um dedo (eu deixo claro firmemente que sou homem, não gay e gosto de mulheres), mas o que ela estava fazendo comigo me deixou louco. Meu pau ficou duro como ferro de construção. Me levantei de novo e digo: "Tira a calça que vou te comer". Ela diz: "Não, aqui não vamos poder" e se prende de novo no meu pau com a língua, metendo língua na cabeça. Eu digo: "Para, você vai me fazer gozar". "Sim, me dá o leite", ela diz. Ela ficou três ou quatro minutos chupando e eu sabia que ia vir. Minha intenção foi tirar da boca dela: "Não, me dá". toda me diz: "se eu tomar toda a porra, fico limpinha" Que delícia, tá quentinha "não deixo nem uma gota pra fora". = "Agora faz eu gozar você, gosto dos dedos", ela desceu a calça e a calcinha pela metade, tava toda cheia de fluidos e com cheiro forte, enfiei um dedo na buceta e outro no cu, o dedo no cu entrou como se nada, com só um pouco de saliva, por isso me animei a enfiar mais um no cu, que entrou que nem em casa, com um dedo na buceta, dois no cu e ela se masturbando no clitóris, no minuto sinto uma quantidade enorme de fluido, ela tinha gozado tudo, parecia que tava mijando. Foi uma experiência linda, ela ficou como extasiada uns segundos e começamos a nos vestir rápido. Agora tenho fixo toda semana uma trepada porque começamos a transar com penetração anal e vaginal sem camisinha, claro, e/ou uma chupada com final feliz, mudou minha vida completamente, ela me diz que dia da semana e o horário. Eu comprei uma caixa de Magnus 50 que guardo no carro (não vamos esquecer que ela é gorda e feia) e pra entrar nela tem que ter coragem e achar uma boa posição, comer uma gordinha em pé com um pau normal não é fácil e na mesa não posso levantar ela porque é frágil. Ela me avisa um dia antes, saio de casa e tomo meia pilula, tenho 40 minutos de carro pro trabalho, não sabem como eu tô feliz, nota 10. Transar com outra gordinha qualquer de forma animal melhora até a relação sexual com sua parceira. Recomendo pra todos. Essa é uma história real e espero que tenham gostado.
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