Cómo conocí a mí putita

E aí, galera, como vocês estão?
Como já falei no post anterior sobre a minha putinha, hoje vou contar como conheci ela e começamos a sair.

Bom, como vocês já sabem, sou funcionário de escritório, além de várias outras coisas que faço pra ter uma renda.
Acontece que há uns 3 anos, comecei a trabalhar num escritório novo como responsável pelo pessoal. Fiquei algumas semanas indo e vindo, até me estabelecer num lugar, e um tempinho depois, chegou transferida uma nova recepcionista, a Flor, que mais tarde viraria minha putinha — é assim que chamo e trato ela, porque ela adora.

A questão é que, como boa putinha, desde o primeiro dia, mesmo sendo tímida, ela me olhava de um jeito bem provocante, o que eu percebi rapidão. Aí, nem lento nem preguiçoso, procurei ela no Facebook, mandei solicitação, e ela aceitou quase na hora. Imediatamente começamos a trocar mensagem, eu do meu escritório e ela da recepção. A putaria não demorou e foi constante, tanto que de onde eu estava dava pra ver ela de costas com aquele rabo lindo que vocês já viram que ela tem, usando uma calça que, mesmo sendo larga, ficava colada nela — isso me deixava muito excitado. Cheguei até a tirar uma foto com o celular e mandar pra ela no WhatsApp. Sim, já tinha pego o número dela, tava bem ousado. Ela, mesmo com vergonha, eu sei que gostou — foi algo que repeti várias vezes: pegar ela desprevenida, tirar fotos e mandar.

Ficamos nessa vários dias, e logo já começamos com fotos provocantes: os peitos dela, a bunda, meu pau — tudo, tudo mesmo. Aí já estávamos com muita vontade um do outro, o que ficava meio complicado porque ela tinha namorado e morava com ele, então era difícil ela sair pra me ver. Mas um dia combinamos de ir juntos depois do trabalho. Eu sempre tinha uma hora de espera no terminal pro ônibus pra minha cidade, e a gente ia aproveitar esse tempo. Só que logo antes de sair, deu um problema pra mim, e ela ficou me esperando lá fora. Meia hora atrasado, então fomos direto para o terminal e não para um hotel, como havíamos combinado. Mas enquanto esperávamos o ônibus, que demorou a chegar, se é que sabíamos que íamos para o hotel, começamos a nos beijar, beijos bem quentes por sinal. Notei que ela se excitava com facilidade, tanto que tremia quando eu a tocava, e olha que foi só por cima da roupa. Eu já não aguentava mais de tão excitado, estava quase gozando só com isso. Aí chegou o ônibus e eu fui.

Depois daquela vez, a vi mais algumas vezes. Eu trabalhando e ela ia me ver, ou eu a tirava da recepção para fazer uns trâmites comigo — no final, quem mandava era eu, haha. Mas nunca chegamos a transar porque dava muito ruim para a gente, e mesmo eu suspeitando que ela era ousada, não podia me arriscar muito para não acabar queimado.

Depois de um tempo, fui transferido várias vezes entre as filiais, cada vez com um cargo maior. E ela, mesmo a gente se falando de vez em quando, sumiu do meu radar porque estava com o namorado, e eu também estava em um relacionamento.

Três anos depois, estava no meu novo trabalho, um lugar super tranquilo, sendo o responsável por tudo e quase sem equipe — ou seja, o lugar era praticamente só meu. E aí a vejo chegar, linda como sempre. Ela tinha que resolver uma burocracia, a cumprimentei e conversamos pouco. Quando ela foi embora, mandei mensagem na hora. Falamos bem pouco, e ela me cortou na cara, dizendo que estava com um novo parceiro e queria ficar em paz. Naquele dia, perdi um pouco as esperanças de ficar com ela.

Mas um mês depois, ela começou a me mandar mensagens do nada e a me enviar fotos. Achei que estava brincando comigo, então não criei muitas expectativas. Até que ela disse que queria me ver uma noite. Combinamos de nos encontrar, e como ela primeiro ia sair com as amigas e depois me ver — já estava solteira de novo —, ela me escreveu muito tarde e eu já tinha dormido. Foi aí que pensei no dia seguinte: "perdi essa gostosa", com tudo que eu queria, mas não. Nos falamos e ela entendeu.

Algumas semanas depois... a gente marcou de se ver de novo, eu com pouca esperança de que ela fosse aparecer, ainda por cima no escritório, fiquei esperando a hora chegar, sozinho. Aí deu o horário e nada, uma hora depois, ela me manda mensagem dizendo que estava a caminho, meu coração quase saía pela boca, e meu pau não cabia mais na calça. Assim que ela chegou, linda como sempre, mas ainda mais, a gente começou a conversar lá fora, ela fumou um cigarro, fuma bem pouco, depois a gente se beijou um pouco e entramos no escritório. Ofereci um café, ela aceitou e tomou. Quando acabou o café, levantei ela da cadeira, beijei e já sabendo o motivo dela ter vindo, levei para um privado que tenho no meu escritório, com um sofá-cama, que já estava aberto e, enquanto beijava seu pescoço, dava pra sentir a tesão que a gente tava. Fui tirando a roupa dela aos poucos, um jeans que deixava bem visível aquele rabão delicioso, e uma camisa justinha que me deixou louco. Quando tirei as duas peças, ela ficou com um conjunto branco bem delicado que me deixou gelado por um segundo. Beijei seu corpo todo, deitados na cama, beijei seu pescoço, lambi seus peitos e fui descendo até as pernas, onde ela tem umas tatuagens lindas. Beijei perto da virilha e tirei a calcinha fio-dental. Foi aí que comecei a chupar ela todinha, do clitóris até o cu, bem no ânus mesmo, e ela gemeu e perguntou o que eu tava fazendo com ela, que ela tava adorando. Fiquei fazendo isso um bom tempo, até que ela pediu para eu comer ela. Então me levantei e pedi para ela chupar meu pau bem gostoso. Ela agarrou como se não houvesse amanhã e me deu uma das melhores chupadas da minha vida. Ela estava perdidinha, completamente louca, enquanto eu apertava a buceta dela. Depois de um tempo, abri as pernas dela, chupei mais um pouco e então penetrei. Mal fiz isso, em menos de um minuto ela já tinha gozado, e aí começou a gozar uma vez atrás da outra. Eu sentia ela tremendo, gemendo e a buceta dela apertando, empurrando forte e tremendo, algo que nunca tinha sentido antes. Depois de... alguns minutos assim, faço ela ficar de quatro e volto a metê-la por um tempo e ela continuou gozando uma vez atrás da outra, de ladinho, em pé, do jeito que fosse ela gozava, até que um bom tempo depois, eu tiro e jorro uma boa quantidade de porra na barriga dela, então, ela se levantou e foi tomar um banho, quando ela sai eu entro e depois ficamos um tempo conversando deitados pelados. Eu sou muito mão-boba, então enquanto acariciava ela percebi que estava ficando excitada, então fiz ela chupar meu pau de novo e voltei a chupar a buceta e o bumbum dela. Comecei a comê-la com as pernas dela nos meus ombros e ela começou a gemer ainda mais alto que antes, dava pra ouvir por todo o prédio, tanto que comecei a tampar a boca dela, porque mesmo que não tivesse ninguém dentro, imaginava que dava pra ouvir até na rua, quando coloquei a mão pra tampar a boca, ela tira e coloca no pescoço dela, então começo a apertar e depois disso ela começou a gozar de novo, apertando forte com a buceta, comi tanto que ela já nem gemia, só gozava e de tanto apertar meu pau com a buceta, acabei gozando tudo dentro, ficamos os dois exaustos um do lado do outro e dormimos um pouco. Meia hora depois nos vestimos e ela vai embora.

Bom galera, acho que a história ficou muito longa, por isso vou deixar uma foto das que daqui a pouco vou subir pra se candidatar como garota do Poringa, é uma foto real dela. Muito obrigado pelo apoio e passem nos outros posts. Valeu!

5 comentários - Cómo conocí a mí putita

p1lon +1
Buen relato y hermoso culo
Gracias amigo, es hermosa esa cola, hay más fotos en mí otro post.
genio !! tremenda putita conseguiste te felicito !! esta infernal !!
Si, le encanta ser mí putita, gracias amigo