Um relato tarado de algum lugar, nunca esqueçam: se tiverem a chance de comer a mãe de algum amigo, não desperdicem.
Todos os envolvidos na história são maiores de idade.
Com a mãe do meu amigo na praia
Tudo começou nas férias de verão que passaram.
- Bom, essa é a primeira vez que escrevo e espero que não seja a última. Isso aconteceu comigo no verão passado e garanto que é uma história totalmente verídica e que, por razões óbvias, vou esconder os nomes dos personagens; pra vocês terem uma ideia de quem sou, vou me descrever: Tenho 19 anos, 1,80m de altura, cabelo castanho claro, olhos castanhos, não sou um supermodelo, mas me viro. Além disso, tenho namorada, mas nunca rolou nada além de beijos porque ela diz que quer chegar virgem ao casamento.
Bom, agora vou pro que interessa… meu relato.
Tudo começou no dia 12 de janeiro passado. Combinamos com dois amigos de ir no verão pra um balneário da região, onde os pais de um dos meus amigos alugaram uma casa pra passar uns 15 dias. Esses amigos eram o Mario e o Gollo (esse último foi quem convidou eu e o Mario pra passar as férias com a família dele). Naquele dia, nos juntamos pra acertar os últimos detalhes da viagem que íamos fazer, com mais de uma surpresa (hehehe).
No dia seguinte, às 10 da manhã, fui na casa do meu amigo pra começar a viagem. Foi uma viagem normal, como qualquer outra. Chegamos na casa, que tinha 3 quartos: um onde os pais do meu amigo dormiriam, outro onde meus amigos e eu dormiríamos.
Lá pelas 3 da tarde, o pai do meu amigo foi embora, porque só ficaria com a gente nos fins de semana, já que durante a semana teria que trabalhar. Bom, umas 4 da tarde fomos pra praia com a família do meu amigo. Foi aí que percebi o que estava por vir: a mãe do meu amigo tirou o vestido de uma peça que tava usando e notei que ela tava com um biquíni minúsculo. Ela tinha um corpo… fenomenal: ela era loira, olhos verdes, umas pernas longas que terminavam numa bunda perfeita e uns peitões grandes, então calculo que as medidas dela eram 91-60-93. Meu pau subiu na hora e tive que sair correndo pra água pra esfriar a cabeça.
Depois, na praia, notei que a mãe do meu amigo (vamos chamar ela de Verônica) tava me dando umas olhadas de canto.
Lá pelas 7 voltamos da praia, comemos, tomamos banho e fomos na casa de outro amigo pra beber algo antes de ir pra balada. Já na balada, chamei uma mina que era bem gostosa pra dançar e, depois de um tempo, as coisas esquentaram, começamos a nos beijar e tentei passar a mão nela, mas ela não deixou. Beleza, mas por ser a primeira noite, fiquei satisfeito. Depois voltamos pra casa com meus amigos e capotei de novo porque o dia tinha sido exaustivo.
No dia seguinte, acordei umas 9 da manhã morrendo de sede e a porta do banheiro tava fechada. Espiei pela fechadura e vi que alguém tava tomando banho, era a Verônica. Pela cortina do chuveiro, vi o corpo perfeito dela e meu pau subiu na hora. Fui me deitar antes que ela me descobrisse. Acordei de novo lá pelas 12 e fomos almoçar porque já era tarde pra café da manhã, tomamos banho e fomos pra praia, dessa vez só com meus amigos, infelizmente.
Voltamos e tomamos banho pra sair, mas eu não queria ir, porque se fosse podia encontrar a mina da noite anterior e não tava a fim de ficar excitado sem poder pegar em nada.
Bom, meus amigos saíram e eu fiquei em casa com a Verônica. Daí a pouco ela chegou na sala onde eu tava vendo TV, sentou do meu lado e me ofereceu uma cerveja. Aceitei e ficamos conversando até umas 12 do meio-dia. Depois ela disse que ia dormir, nos despedimos e ela foi. Eu fiquei vendo TV.
Daí a pouco a Verônica me chamou no quarto dela pra ajudar com uma coisa.
Quando entrei no quarto, ela tava de Vestido de uma peça só que era transparente e dava pra ver as curvas dela. Meu pau subiu na hora e ela parece que percebeu. Depois de um momento de tensão danada pra mim, ela pediu pra eu segurá-la caso ela caísse, porque tinha que guardar umas caixas em cima do armário.
Com ela embaixo de mim, eu aproveitava cada instante pra esfregar na bunda dela, e ela parecia notar, mas não reclamava.
Quando ela desceu, ficamos cara a cara e eu resolvi arriscar: beijei ela.
Ela parecia estar de acordo com isso, porque não só aceitou o beijo como começou a passar a mão na minha bunda e no meu pau por cima da calça.
Eu comecei a massagear os peitos dela, a bunda e usei a palavra: buceta.
Daí ela me jogou na cama, tirou o vestido e eu vi os peitões dela com uns biquinhos rosadinhos que dão vontade de morder até arrancar, uma bunda dos sonhos, grande e firme, e a buceta dela era bem cuidada (não depilada, só bem cuidada). Resumindo, um corpaço que tava bom não só pra idade dela de 36 anos, mas pra qualquer mulher mais nova.
Ela falou: — Faz tempo que tô afim de foder com você.
— Eu também. Dias que você me deixa todo molhado.
Aí ela subiu em cima de mim, tirou minha calça e camisa e começou a chupar meu pau. Eu me senti no paraíso. Quando eu tava quase gozando na boca dela, ela disse:
— Vou deixar esse manjar pra depois.
Ela ficou de quatro e mandou eu chupar a buceta dela, que nessa altura já tava completamente ensopada. Fiquei nisso uns 15 minutos, senti que ela gozou umas 2 vezes e quando tava perto da terceira gozada, entre gemidos, ela gritava:
— Me penetra logo, me faz sua, por favorrr, sou sua putinha…
Eu fiquei atrás dela e meti meus nada desprezíveis 18 centímetros de uma vez só, que entraram sem problema nenhum porque a buceta dela tava molhada de líquidos. Depois trocamos de posição, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar enquanto eu massageava os peitos dela e chupava os biquinhos. Depois de um tempo, ela disse: que ela ia gozar e eu fiz o mesmo.
Depois de um tempo, ela começou a se masturbar e eu comecei a massagear os peitos dela de novo até que minha pica ficou dura outra vez e coloquei ela de costas pra mim e comecei a meter a pica nela de novo, ela começou a gemer como uma puta de novo e me disse:
— arromba meu cu, por favor
Peguei um creme que tinha numa mesa e comecei a massagear o cu dela e fui enfiando a pica aos poucos.
Quando a pica tava toda dentro, ela começou a gemer e eu comecei a bombar. Depois ela pediu pra trocar de posição e desceu da cama, ficando de quatro com os cotovelos apoiados na cama.
Fiquei atrás dela e meti minha pica no cu dela de uma vez só. Ela deu um grito de dor que, depois que comecei a bombar, viraram gemidos de prazer. Comecei a bombar com mais força até gozar no cu dela.
Nunca na minha vida tinha jorrado tanto leite, foi tanto que começou a escorrer sêmen pra fora do cu dela.
Depois disso ela disse — agora vou provar essa delícia — e começou a chupar minha pica até ela ficar dura de novo e continuou mamando até eu gozar na boca dela, e ela engoliu tudo que conseguiu, porque foi uma gozada tão grande que começou a escorrer pelos peitos dela, pela barriga e chegou até a buceta dela.
Depois disso, a gente se jogou na cama pra descansar.
Passou um tempo e ela disse pra gente tomar banho. No chuveiro, me excitei de novo e comecei a massagear os peitos dela e chupei os bicos. Depois fiz ela se apoiar na parede do chuveiro e meti a pica no cu dela, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela, que tava toda molhada de novo, e com a outra mão segurava os peitos dela. Quando eu tava quase gozando de novo, ela se virou, tirou minha pica do cu dela e enfiou na buceta dela. Como eu fiquei com cara de dúvida, ela disse:
— é que quero sentir seu leite dentro de mim
Não precisei de mais nada pra começar a meter com as poucas forças que me restavam enquanto chupava a buceta dela. tetas. Comecei a gritar coisas como "slut, slut" e coisas desse tipo, e ela me respondia: "sim, meu amor, sou sua slut, sou sua slut, me faz sua..." até que eu gozei, mas dessa vez o jato foi forte demais, porque começou a cair sêmen pra fora da pussy. Depois, agarrei meu cock e ela começou a lamber e engolir os restos de sêmen com muito prazer.
Depois disso, tomamos banho (dessa vez nos limpamos bem, porque, apesar de eu querer continuar comendo ela, não tinha mais forças pra continuar).
Quando saímos do banheiro, ela me disse:
— Fazia muito tempo que eu não curtia um sexo bom, porque meu marido nunca está em casa e, quando a gente transa, é só sexo sem graça.
— Não se preocupa, de agora em diante, sempre que você quiser, é só me chamar.
Depois disso, ela me deu um beijo profundo e fui me deitar. Umas uma hora depois, meus amigos chegaram e começaram a contar que tinham conhecido umas minas bem gostosas e que quase rolou algo com elas.
Eu só pensava naquele momento: se eles soubessem o que aconteceu comigo naquela noite. Depois de conversar um pouco, a gente dormiu.
Na manhã seguinte, tive uma ideia genial pra poder foder a tarde toda com a Verônica: fingi que estava doente e pedi pro meu amigo ligar pra mãe dele. Quando ficamos sozinhos, contei meu plano.
Eu, como estava supostamente doente, ia ficar em casa, e ela, como era a mais velha da casa, ia cuidar de mim caso precisasse de algo. Pra ficarmos sozinhos, ela emprestaria o carro pro meu amigo, pra ele ir pra uma praia longe com a irmã mais nova dele, e assim a gente teria a tarde toda pra foder tranquilo, sem ninguém pra atrapalhar.
Meu amigo ficou super feliz com a notícia de que ia pegar o carro emprestado, então aceitou na hora.
Enquanto almoçavam, eu estava deitado na minha cama contando os minutos, que pareciam intermináveis, pra eles irem embora.
Quando senti a porta fechar, fui até a sala de jantar e vi a Verônica de costas, recolhendo os restos de comida que sobraram. Nisso, me aproximei Verónica, bem devagar, sem fazer barulho, e agarrei ela por trás das tetas. Ela se virou rapidinho e a gente começou a se beijar. Joguei tudo que tava na mesa no chão e deitamos nela. Tirei a blusa e o sutiã que ela tava usando e comecei a chupar as tetas dela. Depois levantei a saia, tirei a calcinha e comecei a chupar a pussy. Ela começou a gemer, aí me empurrou pra trás, se levantou e tirou a saia. Depois começou a me despir, tirou o pijama que eu tava usando e começou a chupar minha cock até eu gozar na cara e nas tetas dela. Ela engoliu tudo que conseguiu. Aí me jogou num sofá que tinha perto e começou a me punhetar até eu ficar duro de novo, e sentou em cima da minha cock. Começou a cavalgar enquanto eu massageava as tetas dela, depois enfiei um dedo no cu dela até ela gozar. Quando eu tava quase gozando, ela tirou minha cock da pussy e gozei na barriga dela e na pussy. Ela se levantou e limpou minha cock com a boca, depois se limpou e foi pra cozinha terminar de arrumar. Quando ela tava na cozinha, fui sem fazer barulho e peguei ela de joelhos guardando umas coisas. Eu, sem cerimônia, enfiei a cock na pussy dela. Ela ficou meio surpresa, mas quando começou a esquentar de novo, tirei e comecei a dilatar o cu dela. Quando já cabiam dois dedos, tirei devagar e enfiei a cock no cu dela. Aí comecei a bombar o cu dela que nem uma besta enquanto metia a mão na pussy dela e com a outra massageava as tetas. Depois trocamos de posição, ela subiu numa mesa da cozinha, ficou de costas, eu levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros e enfiei a cock no cu dela, começando a bombar de novo enquanto chupava as tetas dela. Ficamos assim até gozarmos quase ao mesmo tempo, e enchi o cu dela com meu leite. Ficamos um tempinho nos beijando e descansando nessa posição. Depois de um par de minutos bateram na campainha, então ela se vestiu rapidinho (por isso não colocou calcinha) e eu entrei no banheiro pra tomar um banho.
No chuveiro, esquentei de novo e a pica subiu. Fiquei esperando no banheiro até a porta fechar pra sair. Saí do banho pelado com a pica dura e notei que a Verônica estava no quarto dela. Dessa vez, decidi não pegar ela de surpresa e fui direto pra ela. Começamos a nos beijar e, como ela estava vestida, comecei a massagear os peitos dela por cima da blusa.
Naquela hora, tava tão tarado que nem dei tempo dela tirar a blusa — rasguei ela de uma vez, e pelo visto não incomodou ela. Depois, não perdi tempo tirando a saia: levantei e joguei ela em cima da cama, onde comecei a chupar o clitóris dela com cuidado, enquanto ela começou a chupar minha pica.
Depois que ela gozou umas duas vezes, virei ela e decidi que já tinha dado bastante pro cu dela naquele dia, então meti na buceta e comecei a bombar, sem perder a chance de chupar os biquinhos que eu tanto amava. Ficamos nessa por uns 5 minutos até gozarmos quase ao mesmo tempo.
Depois disso, dormimos abraçados. Acordamos umas duas horas depois e ela disse que ia tomar banho. Dessa vez, tava cansado demais e já tinha ficado satisfeito naquele dia, então deixei ela tomar banho sozinha.
Todos os envolvidos na história são maiores de idade.
Com a mãe do meu amigo na praia
Tudo começou nas férias de verão que passaram.
- Bom, essa é a primeira vez que escrevo e espero que não seja a última. Isso aconteceu comigo no verão passado e garanto que é uma história totalmente verídica e que, por razões óbvias, vou esconder os nomes dos personagens; pra vocês terem uma ideia de quem sou, vou me descrever: Tenho 19 anos, 1,80m de altura, cabelo castanho claro, olhos castanhos, não sou um supermodelo, mas me viro. Além disso, tenho namorada, mas nunca rolou nada além de beijos porque ela diz que quer chegar virgem ao casamento.
Bom, agora vou pro que interessa… meu relato.
Tudo começou no dia 12 de janeiro passado. Combinamos com dois amigos de ir no verão pra um balneário da região, onde os pais de um dos meus amigos alugaram uma casa pra passar uns 15 dias. Esses amigos eram o Mario e o Gollo (esse último foi quem convidou eu e o Mario pra passar as férias com a família dele). Naquele dia, nos juntamos pra acertar os últimos detalhes da viagem que íamos fazer, com mais de uma surpresa (hehehe).
No dia seguinte, às 10 da manhã, fui na casa do meu amigo pra começar a viagem. Foi uma viagem normal, como qualquer outra. Chegamos na casa, que tinha 3 quartos: um onde os pais do meu amigo dormiriam, outro onde meus amigos e eu dormiríamos.
Lá pelas 3 da tarde, o pai do meu amigo foi embora, porque só ficaria com a gente nos fins de semana, já que durante a semana teria que trabalhar. Bom, umas 4 da tarde fomos pra praia com a família do meu amigo. Foi aí que percebi o que estava por vir: a mãe do meu amigo tirou o vestido de uma peça que tava usando e notei que ela tava com um biquíni minúsculo. Ela tinha um corpo… fenomenal: ela era loira, olhos verdes, umas pernas longas que terminavam numa bunda perfeita e uns peitões grandes, então calculo que as medidas dela eram 91-60-93. Meu pau subiu na hora e tive que sair correndo pra água pra esfriar a cabeça.
Depois, na praia, notei que a mãe do meu amigo (vamos chamar ela de Verônica) tava me dando umas olhadas de canto.
Lá pelas 7 voltamos da praia, comemos, tomamos banho e fomos na casa de outro amigo pra beber algo antes de ir pra balada. Já na balada, chamei uma mina que era bem gostosa pra dançar e, depois de um tempo, as coisas esquentaram, começamos a nos beijar e tentei passar a mão nela, mas ela não deixou. Beleza, mas por ser a primeira noite, fiquei satisfeito. Depois voltamos pra casa com meus amigos e capotei de novo porque o dia tinha sido exaustivo.
No dia seguinte, acordei umas 9 da manhã morrendo de sede e a porta do banheiro tava fechada. Espiei pela fechadura e vi que alguém tava tomando banho, era a Verônica. Pela cortina do chuveiro, vi o corpo perfeito dela e meu pau subiu na hora. Fui me deitar antes que ela me descobrisse. Acordei de novo lá pelas 12 e fomos almoçar porque já era tarde pra café da manhã, tomamos banho e fomos pra praia, dessa vez só com meus amigos, infelizmente.
Voltamos e tomamos banho pra sair, mas eu não queria ir, porque se fosse podia encontrar a mina da noite anterior e não tava a fim de ficar excitado sem poder pegar em nada.
Bom, meus amigos saíram e eu fiquei em casa com a Verônica. Daí a pouco ela chegou na sala onde eu tava vendo TV, sentou do meu lado e me ofereceu uma cerveja. Aceitei e ficamos conversando até umas 12 do meio-dia. Depois ela disse que ia dormir, nos despedimos e ela foi. Eu fiquei vendo TV.
Daí a pouco a Verônica me chamou no quarto dela pra ajudar com uma coisa.
Quando entrei no quarto, ela tava de Vestido de uma peça só que era transparente e dava pra ver as curvas dela. Meu pau subiu na hora e ela parece que percebeu. Depois de um momento de tensão danada pra mim, ela pediu pra eu segurá-la caso ela caísse, porque tinha que guardar umas caixas em cima do armário.
Com ela embaixo de mim, eu aproveitava cada instante pra esfregar na bunda dela, e ela parecia notar, mas não reclamava.
Quando ela desceu, ficamos cara a cara e eu resolvi arriscar: beijei ela.
Ela parecia estar de acordo com isso, porque não só aceitou o beijo como começou a passar a mão na minha bunda e no meu pau por cima da calça.
Eu comecei a massagear os peitos dela, a bunda e usei a palavra: buceta.
Daí ela me jogou na cama, tirou o vestido e eu vi os peitões dela com uns biquinhos rosadinhos que dão vontade de morder até arrancar, uma bunda dos sonhos, grande e firme, e a buceta dela era bem cuidada (não depilada, só bem cuidada). Resumindo, um corpaço que tava bom não só pra idade dela de 36 anos, mas pra qualquer mulher mais nova.
Ela falou: — Faz tempo que tô afim de foder com você.
— Eu também. Dias que você me deixa todo molhado.
Aí ela subiu em cima de mim, tirou minha calça e camisa e começou a chupar meu pau. Eu me senti no paraíso. Quando eu tava quase gozando na boca dela, ela disse:
— Vou deixar esse manjar pra depois.
Ela ficou de quatro e mandou eu chupar a buceta dela, que nessa altura já tava completamente ensopada. Fiquei nisso uns 15 minutos, senti que ela gozou umas 2 vezes e quando tava perto da terceira gozada, entre gemidos, ela gritava:
— Me penetra logo, me faz sua, por favorrr, sou sua putinha…
Eu fiquei atrás dela e meti meus nada desprezíveis 18 centímetros de uma vez só, que entraram sem problema nenhum porque a buceta dela tava molhada de líquidos. Depois trocamos de posição, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar enquanto eu massageava os peitos dela e chupava os biquinhos. Depois de um tempo, ela disse: que ela ia gozar e eu fiz o mesmo.
Depois de um tempo, ela começou a se masturbar e eu comecei a massagear os peitos dela de novo até que minha pica ficou dura outra vez e coloquei ela de costas pra mim e comecei a meter a pica nela de novo, ela começou a gemer como uma puta de novo e me disse:
— arromba meu cu, por favor
Peguei um creme que tinha numa mesa e comecei a massagear o cu dela e fui enfiando a pica aos poucos.
Quando a pica tava toda dentro, ela começou a gemer e eu comecei a bombar. Depois ela pediu pra trocar de posição e desceu da cama, ficando de quatro com os cotovelos apoiados na cama.
Fiquei atrás dela e meti minha pica no cu dela de uma vez só. Ela deu um grito de dor que, depois que comecei a bombar, viraram gemidos de prazer. Comecei a bombar com mais força até gozar no cu dela.
Nunca na minha vida tinha jorrado tanto leite, foi tanto que começou a escorrer sêmen pra fora do cu dela.
Depois disso ela disse — agora vou provar essa delícia — e começou a chupar minha pica até ela ficar dura de novo e continuou mamando até eu gozar na boca dela, e ela engoliu tudo que conseguiu, porque foi uma gozada tão grande que começou a escorrer pelos peitos dela, pela barriga e chegou até a buceta dela.
Depois disso, a gente se jogou na cama pra descansar.
Passou um tempo e ela disse pra gente tomar banho. No chuveiro, me excitei de novo e comecei a massagear os peitos dela e chupei os bicos. Depois fiz ela se apoiar na parede do chuveiro e meti a pica no cu dela, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela, que tava toda molhada de novo, e com a outra mão segurava os peitos dela. Quando eu tava quase gozando de novo, ela se virou, tirou minha pica do cu dela e enfiou na buceta dela. Como eu fiquei com cara de dúvida, ela disse:
— é que quero sentir seu leite dentro de mim
Não precisei de mais nada pra começar a meter com as poucas forças que me restavam enquanto chupava a buceta dela. tetas. Comecei a gritar coisas como "slut, slut" e coisas desse tipo, e ela me respondia: "sim, meu amor, sou sua slut, sou sua slut, me faz sua..." até que eu gozei, mas dessa vez o jato foi forte demais, porque começou a cair sêmen pra fora da pussy. Depois, agarrei meu cock e ela começou a lamber e engolir os restos de sêmen com muito prazer.
Depois disso, tomamos banho (dessa vez nos limpamos bem, porque, apesar de eu querer continuar comendo ela, não tinha mais forças pra continuar).
Quando saímos do banheiro, ela me disse:
— Fazia muito tempo que eu não curtia um sexo bom, porque meu marido nunca está em casa e, quando a gente transa, é só sexo sem graça.
— Não se preocupa, de agora em diante, sempre que você quiser, é só me chamar.
Depois disso, ela me deu um beijo profundo e fui me deitar. Umas uma hora depois, meus amigos chegaram e começaram a contar que tinham conhecido umas minas bem gostosas e que quase rolou algo com elas.
Eu só pensava naquele momento: se eles soubessem o que aconteceu comigo naquela noite. Depois de conversar um pouco, a gente dormiu.
Na manhã seguinte, tive uma ideia genial pra poder foder a tarde toda com a Verônica: fingi que estava doente e pedi pro meu amigo ligar pra mãe dele. Quando ficamos sozinhos, contei meu plano.
Eu, como estava supostamente doente, ia ficar em casa, e ela, como era a mais velha da casa, ia cuidar de mim caso precisasse de algo. Pra ficarmos sozinhos, ela emprestaria o carro pro meu amigo, pra ele ir pra uma praia longe com a irmã mais nova dele, e assim a gente teria a tarde toda pra foder tranquilo, sem ninguém pra atrapalhar.
Meu amigo ficou super feliz com a notícia de que ia pegar o carro emprestado, então aceitou na hora.
Enquanto almoçavam, eu estava deitado na minha cama contando os minutos, que pareciam intermináveis, pra eles irem embora.
Quando senti a porta fechar, fui até a sala de jantar e vi a Verônica de costas, recolhendo os restos de comida que sobraram. Nisso, me aproximei Verónica, bem devagar, sem fazer barulho, e agarrei ela por trás das tetas. Ela se virou rapidinho e a gente começou a se beijar. Joguei tudo que tava na mesa no chão e deitamos nela. Tirei a blusa e o sutiã que ela tava usando e comecei a chupar as tetas dela. Depois levantei a saia, tirei a calcinha e comecei a chupar a pussy. Ela começou a gemer, aí me empurrou pra trás, se levantou e tirou a saia. Depois começou a me despir, tirou o pijama que eu tava usando e começou a chupar minha cock até eu gozar na cara e nas tetas dela. Ela engoliu tudo que conseguiu. Aí me jogou num sofá que tinha perto e começou a me punhetar até eu ficar duro de novo, e sentou em cima da minha cock. Começou a cavalgar enquanto eu massageava as tetas dela, depois enfiei um dedo no cu dela até ela gozar. Quando eu tava quase gozando, ela tirou minha cock da pussy e gozei na barriga dela e na pussy. Ela se levantou e limpou minha cock com a boca, depois se limpou e foi pra cozinha terminar de arrumar. Quando ela tava na cozinha, fui sem fazer barulho e peguei ela de joelhos guardando umas coisas. Eu, sem cerimônia, enfiei a cock na pussy dela. Ela ficou meio surpresa, mas quando começou a esquentar de novo, tirei e comecei a dilatar o cu dela. Quando já cabiam dois dedos, tirei devagar e enfiei a cock no cu dela. Aí comecei a bombar o cu dela que nem uma besta enquanto metia a mão na pussy dela e com a outra massageava as tetas. Depois trocamos de posição, ela subiu numa mesa da cozinha, ficou de costas, eu levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros e enfiei a cock no cu dela, começando a bombar de novo enquanto chupava as tetas dela. Ficamos assim até gozarmos quase ao mesmo tempo, e enchi o cu dela com meu leite. Ficamos um tempinho nos beijando e descansando nessa posição. Depois de um par de minutos bateram na campainha, então ela se vestiu rapidinho (por isso não colocou calcinha) e eu entrei no banheiro pra tomar um banho.
No chuveiro, esquentei de novo e a pica subiu. Fiquei esperando no banheiro até a porta fechar pra sair. Saí do banho pelado com a pica dura e notei que a Verônica estava no quarto dela. Dessa vez, decidi não pegar ela de surpresa e fui direto pra ela. Começamos a nos beijar e, como ela estava vestida, comecei a massagear os peitos dela por cima da blusa.
Naquela hora, tava tão tarado que nem dei tempo dela tirar a blusa — rasguei ela de uma vez, e pelo visto não incomodou ela. Depois, não perdi tempo tirando a saia: levantei e joguei ela em cima da cama, onde comecei a chupar o clitóris dela com cuidado, enquanto ela começou a chupar minha pica.
Depois que ela gozou umas duas vezes, virei ela e decidi que já tinha dado bastante pro cu dela naquele dia, então meti na buceta e comecei a bombar, sem perder a chance de chupar os biquinhos que eu tanto amava. Ficamos nessa por uns 5 minutos até gozarmos quase ao mesmo tempo.
Depois disso, dormimos abraçados. Acordamos umas duas horas depois e ela disse que ia tomar banho. Dessa vez, tava cansado demais e já tinha ficado satisfeito naquele dia, então deixei ela tomar banho sozinha.
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