Com a Laura, a gente sempre apostava umas paradas... Naquele verão, como sempre, a gente tava no fogo, brincando muito toda vez que a gente transava. Já tinha rolado a história na praia, com o Ruben, o dono do mercadinho, e com os dois caras que a gente conheceu na areia. E a gente já tava de volta em casa. Tudo que a gente viveu tinha nos excitado pra caralho e a gente não queria parar de brincar daquele jeito...
A parada é que um dia, enquanto a gente tava fodendo, surgiu a ideia da aposta. Quem ganhasse teria que fazer o que o outro mandasse. Sem desculpas. E, por sorte, eu ganhei. Foi um simples pedra, papel ou tesoura, um jogo bem popular onde a gente mora, certeza que vocês conhecem.
Já tinha na cabeça o que a Laura teria que fazer.
- Bom, meu amor, cê tá pronta pra saber o que cê vai ter que fazer?
- Haha, que safado. Fala aí, óbvio. Vamos ver...
- Quero que você seduza seu ginecologista.
- Quê? NÃO, fala sério! Tenho que ver ele direto depois. Vou morrer de vergonha.
- Cê não faz muito tempo que tá com esse médico. Qualquer coisa, cê troca depois. Não dá nada.
- Mas não, fala sério... pede outra coisa...
- Não, cê vai ter que obedecer. Sinto muito, meu amor. E o que eu não te falei ainda é que cê tem que fazer isso sozinha e depois vir me contar tudo...
- Não, sério? Haha, que idiota. Vai me deixar sozinha com o velho? (O médico tinha uns 60 anos, mais ou menos)
- Sim, e cê sabe muito bem o que fazer... essa bunda aí ninguém resiste. Vai ser fácil pra você. Ele já te viu pelada. Haha!
Ela tinha consulta na semana seguinte, e eu não aguentava de ansiedade. Os dias pareceram uma eternidade. Durante aquela semana, a gente transou todo dia... e toda vez que a gente fazia, a gente falava sobre o assunto...
- E como cê pensa em fazer com o médico?
- Ah, já vou te contar...
- Hmm, me dá um gostinho, putinha...
- Não, cê vai ter que esperar... haha
Enquanto ela me chupava a pica, ela me olhava e sorria, com aquele olhar de puta que ela fica quando tá com tesão. Ela queria tanto quanto eu que a hora chegasse pra gente brincar...
Ela adora se sentir desejada, como vocês sabem, e esquentar picas alheias e a minha. Eu tinha certeza que ela não ia me decepcionar.
Chegou o dia. Ela se vestiu. Normal, digamos, uma saia não tão curta, no meio da coxa, e uma camisetinha. Mas que nela ficava lindo. Realçava aqueles glúteos gordinhos e empinados.
Ela me beija e vai embora. Não sem antes eu agarrar a bunda dela e dizer:
— Faz o que mais te dá tesão, meu amor... você sabe...
— Você me espera, e quando eu voltar te conto tudo... jeje
Ela não tava nervosa, ou pelo menos não aparentava. Laura quando entra no personagem de puta é a melhor. E assim ela foi, pronta pra pagar a aposta...
— Tô entrando, bebê. Me deseja sorte com o doutor...
— Sim, meu amor, se comporta muito mal, já tô de pau duro esperando você voltar pra me contar tudo.
— Mmm, que delícia deve estar... Mantém ele assim que daqui a pouco chego e chupo ele todo... também...
— Mmm, é, vai chupar o pau do seu doutor, filha da puta?
— Ahh, shh. Não vou adiantar nada... já vai ver do que a sua puta é capaz... beijos, papai!
E assim paramos de trocar mensagens, e eu em casa esperando e imaginando minha mulher com o ginecologista dela...
As horas não passavam... até que chegou uma mensagem da Laura:
— Amor...
— Sim, gorda... tudo bem?
— Sim, claro... muito bem, diria eu... jeje...
— O que aconteceu? Onde você tá?
— No consultório...
— E aí, como foi?
— Você não vai acreditar quando eu te contar.
— Me dá um gostinho, não me deixa assim, hein...
— Só posso te dizer uma coisa: hoje sua mulher foi vista pelada por mais de um doutor...
— Não acredito... como assim, não tava sozinha??
— Agora não posso falar... chego e te conto, bebê. Agora eles tão voltando, têm que examinar direitinho a sua puta... e eu aqui, peladinha, esperando eles voltarem. Saíram um momento pra pegar alguma coisa, me disseram...
parece que hoje vou ser usada pelo doutor e o colega dele, bebê... ui, lá vêm eles! Beijos, amor....
Continua...
A parada é que um dia, enquanto a gente tava fodendo, surgiu a ideia da aposta. Quem ganhasse teria que fazer o que o outro mandasse. Sem desculpas. E, por sorte, eu ganhei. Foi um simples pedra, papel ou tesoura, um jogo bem popular onde a gente mora, certeza que vocês conhecem.
Já tinha na cabeça o que a Laura teria que fazer.
- Bom, meu amor, cê tá pronta pra saber o que cê vai ter que fazer?
- Haha, que safado. Fala aí, óbvio. Vamos ver...
- Quero que você seduza seu ginecologista.
- Quê? NÃO, fala sério! Tenho que ver ele direto depois. Vou morrer de vergonha.
- Cê não faz muito tempo que tá com esse médico. Qualquer coisa, cê troca depois. Não dá nada.
- Mas não, fala sério... pede outra coisa...
- Não, cê vai ter que obedecer. Sinto muito, meu amor. E o que eu não te falei ainda é que cê tem que fazer isso sozinha e depois vir me contar tudo...
- Não, sério? Haha, que idiota. Vai me deixar sozinha com o velho? (O médico tinha uns 60 anos, mais ou menos)
- Sim, e cê sabe muito bem o que fazer... essa bunda aí ninguém resiste. Vai ser fácil pra você. Ele já te viu pelada. Haha!
Ela tinha consulta na semana seguinte, e eu não aguentava de ansiedade. Os dias pareceram uma eternidade. Durante aquela semana, a gente transou todo dia... e toda vez que a gente fazia, a gente falava sobre o assunto...
- E como cê pensa em fazer com o médico?
- Ah, já vou te contar...
- Hmm, me dá um gostinho, putinha...
- Não, cê vai ter que esperar... haha
Enquanto ela me chupava a pica, ela me olhava e sorria, com aquele olhar de puta que ela fica quando tá com tesão. Ela queria tanto quanto eu que a hora chegasse pra gente brincar...
Ela adora se sentir desejada, como vocês sabem, e esquentar picas alheias e a minha. Eu tinha certeza que ela não ia me decepcionar.
Chegou o dia. Ela se vestiu. Normal, digamos, uma saia não tão curta, no meio da coxa, e uma camisetinha. Mas que nela ficava lindo. Realçava aqueles glúteos gordinhos e empinados.
Ela me beija e vai embora. Não sem antes eu agarrar a bunda dela e dizer:
— Faz o que mais te dá tesão, meu amor... você sabe...
— Você me espera, e quando eu voltar te conto tudo... jeje
Ela não tava nervosa, ou pelo menos não aparentava. Laura quando entra no personagem de puta é a melhor. E assim ela foi, pronta pra pagar a aposta...
— Tô entrando, bebê. Me deseja sorte com o doutor...
— Sim, meu amor, se comporta muito mal, já tô de pau duro esperando você voltar pra me contar tudo.
— Mmm, que delícia deve estar... Mantém ele assim que daqui a pouco chego e chupo ele todo... também...
— Mmm, é, vai chupar o pau do seu doutor, filha da puta?
— Ahh, shh. Não vou adiantar nada... já vai ver do que a sua puta é capaz... beijos, papai!
E assim paramos de trocar mensagens, e eu em casa esperando e imaginando minha mulher com o ginecologista dela...
As horas não passavam... até que chegou uma mensagem da Laura:
— Amor...
— Sim, gorda... tudo bem?
— Sim, claro... muito bem, diria eu... jeje...
— O que aconteceu? Onde você tá?
— No consultório...
— E aí, como foi?
— Você não vai acreditar quando eu te contar.
— Me dá um gostinho, não me deixa assim, hein...
— Só posso te dizer uma coisa: hoje sua mulher foi vista pelada por mais de um doutor...
— Não acredito... como assim, não tava sozinha??
— Agora não posso falar... chego e te conto, bebê. Agora eles tão voltando, têm que examinar direitinho a sua puta... e eu aqui, peladinha, esperando eles voltarem. Saíram um momento pra pegar alguma coisa, me disseram...
parece que hoje vou ser usada pelo doutor e o colega dele, bebê... ui, lá vêm eles! Beijos, amor....
Continua...
13 comentários - Apuesta perdida: debí seducir a mi ginecólogo