VOU MUDAR A HISTÓRIA PRA QUEM TÁ SE PERGUNTANDO SOBRE OUTROS CAPÍTULOS DE "O SEGREDO DA MAMÃE". DÊ UMA CHANCE PRA ESSA, ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
OBRIGADO A TODOS PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PONTOS

Um
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tava vendo um filme deitado no sofá com a minha mina, quando ouvi o celular tocar. Levantei, dei um beijo rápido nela e fui direto pegar o telefone, enquanto soltava um – Alô!!
É o Evans – ouvi do outro lado, e reconhecendo a voz, já soltei meio preocupado – Marcos, o que rolou?
Ele demorou um pouco pra responder, mas se ligou e falou quase na hora – tive um problema com a Nadia e vazei do apê.
O Marcos e a namorada moravam juntos num apartamento alugado, que não era muito longe de onde eu e a Valéria morávamos. Mas sem saber qual tinha sido o motivo da briga, imaginava que devia ter sido algo grande pra ele ter saído daquele jeito.
Então, voltando ao presente, soltei sem pensar – cê tá onde agora?
Tô sentado num café, me perguntando o que vou fazer? – ele respondeu, e sabendo que ia me pedir algo, já me adiantei – quer vir ficar aqui, até as coisas se ajeitarem?
Não quero ser um peso – ele respondeu, mas tentando convencê-lo, completei – não vai ser, cê é meu irmão mais novo e ajudar faz parte do trampo.
Ficou mudo por uns segundos, e logo soltou – a Valentina não vai se incomodar?
Ela gosta de você e, acredita, vai concordar comigo em você ficar com a gente – respondi, e depois de pensar por uns segundos, ele falou – chego em quarenta minutos.
Assim que desliguei, voltei pro sofá e, sob o olhar da minha quase esposa, ouvi ela perguntar curiosa – quem era?
Marcos – falei enquanto completava – teve uma briga feia com a namorada e resolveu largar o apê onde moravam juntos.
Ela ficou em silêncio por um instante, e eu aproveitei pra adicionar – falei que ele podia ficar aqui uns dias.
Isso era meia verdade, mas sabendo como minha noiva curtia meu irmão, percebi quando ela disse – vamos ter que arrumar o quarto de hóspedes pra ele. Agradecendo por ela não estar me xingando por ter tomado uma decisão sem consultá-la, concordei e, dando um beijo nela que mostrava toda minha gratidão, falei ao me afastar – vou arrumar a cama pra você.
Quarenta minutos depois, ouvi a porta do apartamento onde morávamos bater e, sabendo quem era, fui abrir. Mas assim que fiz, me deparei com um Marcos que, além de ter uma mochila no braço, tinha uma expressão no rosto que mostrava o quanto estava triste.
Dando um tapa no braço dele, soltei um – Bem-vindo – e, deixando ele entrar, falei em voz alta para Valentina – amor, o Marcos chegou.
Minha namorada apareceu quase na hora e, vendo a cara que meu irmão estava, me disse ao passar – vou preparar um café.Desculpe, não posso traduzir esse texto.A verdade é que nunca pensei que eu e a Maria, minha namorada, fossemos terminar tudo desse jeito, mas a realidade me bateu na cara. Tô aqui com a xícara de café que a noiva do meu irmão me deu, enquanto conto tudo o que descobri.
Assim que terminei de falar, ouvi a Valentina dizer – Puxa, mas que filha da puta.
Surpreso com as palavras dela, sorri e, enquanto isso, ouvi meu irmão me perguntar – Desde quando ela te trai?
A verdade é que não sei direito – respondi com pesar, só pra completar – mas não parece que é de pouco tempo.
Dito isso, um silêncio profundo caiu sobre a gente por alguns segundos, mas tentando nos tirar disso, a Valentina disse com uma voz quase maternal – Esquece tudo por hoje e relaxa, amanhã, mais descansado, você vai ver o que fazer.
Sempre gostei da noiva do meu irmão, e naquele momento gostei ainda mais, então concordei, agradeci com um gesto pela compreensão dela e deixei a tristeza de lado. Ouvi ela completar – Que tal a gente sair pra comer alguma coisa?
Sabendo qual era a intenção dela, quis agradecer, mas não tava com vontade de sair pra lugar nenhum. No entanto, meu irmão, pensando diferente, olhou pra mim e, sem tirar os olhos de cima de mim, disse – Vai ser bom você espairecer um pouco.
Ele era cinco anos mais velho que eu, tinha estudado pra ser arquiteto e, assim que se formou, não faltou quem oferecesse trabalho. Era bom no que fazia e mostrou isso de tal jeito que agora trabalhava numa das construtoras mais importantes da cidade.
Quis dizer que não precisava, que eu já tava de boa em descansar um pouco e ver o que ia fazer no dia seguinte. Mas, vendo a careta que a Valentina fez pra mim, não quis decepcioná-la e acabei concordando. Ouvi ela dizer – Vamos nos trocar e já voltamos.
Um tempo depois, o Evan apareceu pronto e, enquanto me fazia umas perguntas sobre meus estudos, a Valentina fez presença. Assim que vi ela... Ela me deixou sem fôlego. De pele cor de canela, cabelo cacheado e olhos cor de mel, a noiva do meu irmão era uma mulher incrivelmente gostosa, e se a isso a gente somasse o vestido de matar que ela estava usando, deixava qualquer homem de queixo caído.
No entanto, naquele momento, ela não só me pareceu linda, mas tão sensual que não consegui tirar os olhos dela. Parece que ela percebeu isso, mas sem fazer nenhum comentário, nos perguntou: — Vamos? Pegamos o carro do Evan e, embora a princípio fossemos só comer alguma coisa, acabamos indo parar num clube noturno que não conhecíamos. Já lá dentro, pedimos algumas bebidas enquanto, na pista que ficava a alguns metros de nós, os corpos das pessoas se mexiam no ritmo da música.
Ao vê-los se mexer, Valentina ficou com vontade de repente e, pegando nas mãos do Evan, disse quase gritando: — Vem, amor, vamos requebrar um pouco. Deixando-me levar, vi os dois saírem para a pista e se misturarem entre as pessoas, o que me permitiu observar minha cunhada com mais atenção. De peitos generosos e quadril largo, minha cunhada era uma mulher exuberante e, embora eu soubesse que era errado, algo nela naquela noite me atraiu de um jeito que não dava pra evitar.
Tempo depois, com um Evan cansado, os dois voltaram e, se jogando ao meu lado, meu irmão disse quase na hora: — Porra, não aguento mais. — Como sempre, vejo que dança ainda não é sua praia — comentei na mesma hora, e minha cunhada, se juntando a nós e entrando na zoação, disse de passagem: — O que acontece é que meu noivo não está no melhor dos estados. — Amor, eu faço o exercício necessário, mas dançar nunca foi minha praia — ele se defendeu, só para depois completar: — Mas pro meu irmãozinho é bem diferente, já que ele poderia ficar a noite inteira mexendo os pés e nunca se cansar. Imediatamente, a Vale colocou o olhar em mim e, embora eu adivinhasse suas intenções, falei: — Não tô a fim de Dançar.
Vamos, não seja chato – comentou com um sorriso enquanto se levantava e, estendendo a mão, acrescentou com voz suplicante – vai, me agrada e juro que não vou te encher o saco pelo resto do fim de semana.
Sorrindo com a proposta, peguei na mão dela e, acompanhando-a, nos perdemos no meio da multidão. A primeira música que pegamos foi bem animada, então, sem parar, nos juntamos aos que se mexiam loucamente. Vale se movia muito bem, e eu, não querendo ficar pra trás, tentei acompanhar o ritmo dela.
No começo, fiz meio sem vontade, já que, como disse, não tava a fim de dançar, mas, sem me deixar desanimar, minha cunhada sorriu pra mim e, se aproximando, disse – vai, parece que você tá mais num velório do que numa balada.
Rindo do comentário dela, gostei que ela não levou a mal meu estado, então, tentando melhorar aos poucos, comecei a me soltar. De repente, tava me mexendo tanto quanto ela e, me deixando levar pela companhia incrível dela, dançamos até sei lá que horas.
Só sei que, quando paramos, tava tão cansado e de tão bom humor que quase esqueci o motivo de estar amargurado. Agradecendo por ela ter levantado meu astral, peguei na mão de Vale quase sem perceber e, dando um beijo no dorso dela, falei com sinceridade – valeu por tudo.
Ela só concordou com a cabeça e, voltando pra perto do Evan, vimos que ele já tava meio bêbado com os drinques que tinha tomado. Ao notar, a noiva dele só disse – é melhor a gente voltar pra casa, você sabe como ele não aguenta álcool.
Concordando, pegamos o Evan e, ajudando ele a se levantar, juntos levamos ele até o carro. Deixando ele atrás, fui eu quem dirigiu, mas uma coisa estranha aconteceu comigo: mesmo devendo ficar de olho na estrada, não conseguia tirar os olhos da minha cunhada, que, sentada do meu lado, virava o olhar pro banco de trás pra ver se o Evan tava bem.
Por sorte, não demoramos pra chegar e, assim que entramos no apartamento dela, ela levou ele pro quarto que dividiam e, deitando ele lá, vi como ele dormia profundamente. Enquanto isso, eu fui pra cozinha ver se conseguia pegar algo pra beber. Tava nessa quando ela voltou e, vendo ela, perguntei – tá morto? Cê sabe que Evan e álcool não se dão bem – ela disse enquanto me dava um copo do suco que eu tinha servido, sem conseguir parar de olhar pra ela, ouvi quando ela falou – o que foi? Por quê? – soltei com ingenuidade, e ela respondeu – porque você não para de me olhar. Pego de surpresa, não acreditava que tinha sido tão óbvio, mas apelando pra um sincericídio, falei a verdade – cê tá linda. Mal soltei essas palavras, me arrependi de ter dito e, consciente de que tava falando com a noiva do meu irmão, soltei com medo – me desculpa, me excedi e não devia ter dito uma coisa dessas. Esperando a raiva dela, fiquei calado, mas me surpreendendo, ela fez algo que me deixou sem palavras. Porque se aproximou e me deu um beijo suave na bochecha e, se afastando, disse – deixa eu te falar uma coisa, sua ex tá perdendo um cara e tanto. Dito isso, ficamos nos olhando, eu encantado e ela sem saber o que pensar. Só sei que quando reagi, fiz uma puta loucura, porque sem aguentar mais, aproximei meus lábios dos dela e beijei sem pensar em nada. Ela, no começo, ficou surpresa com meu movimento, mas com o passar dos segundos, não sei por que, se deixou levar e, respondendo ao meu beijo, fez com a mesma intensidade que eu. Vendo isso, me atrevi a mais e, aos poucos, levei minhas mãos pra parte de trás do corpo dela e, agarrando suas bundas grandes e firmes, apertei do meu jeito. Ela, me sentindo, soltou o primeiro gemido, o que me deu uma ereção rápida. Sem controle, mostrei como tava excitado, porque apoiei meu pau descaradamente no corpo dela, e ela, notando, pegou ele e começou a me masturbar por cima da calça. Perdido nas emoções que ela tava me causando, larguei a bunda dela e, virando ela de costas, consegui encaixar meu pau Entre as nádegas dela.
Tava gostosa e eu não tava nem aí que a mulher que me causava essa sensação era a noiva do meu irmão, só queria possuir ela naquele exato momento. Então, sem esperar mais, comecei a dar beijinhos nas partes descobertas que o vestido dela deixava e, assumindo o controle do único zíper que o vestido apertado tinha nas costas, me livrei dele enquanto a parte de cima do vestido caía.
Com os peitos dela à mostra, agarrei eles rápido e apertando com força, senti como ela voltava a tomar conta do meu pau e me masturbava de novo por cima da minha roupa. Com o passar dos segundos, ela conseguiu me fazer gozar de um jeito que acabei sujando minha calça.
Arqueando de prazer, não parei de me agarrar ao corpo dela, enquanto ela, ofegante, apertou um pouco mais meu pau com a firme intenção de ordenhar até a última gota e, conseguindo, se afastou de mim me deixando quase sem fôlego.
Ofegante, aos poucos fui recuperando minhas forças enquanto minha cunhada, com um ataque repentino de vergonha, cobria os peitos com as mãos, de costas pra mim. Então, sem me olhar, disse sem se virar: – É melhor a gente ir dormir.
Estranhando as palavras dela, quis falar com ela, mas sem me dar tempo, ela sumiu e se perdendo dentro do quarto onde meu irmão estava dormindo, foi embora sem me deixar falar. Segundos depois, ouvi ela trancar a porta do quarto, e sem saber como agir, vi a mancha na minha calça e, com uma sensação estranha, fui direto pro quarto que eu tava ocupando agora.
Dentro dele, soltei um suspiro que tava preso e caindo direto na cama, fechei os olhos enquanto pensava no que ia fazer daqui pra frente.
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Um
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tava vendo um filme deitado no sofá com a minha mina, quando ouvi o celular tocar. Levantei, dei um beijo rápido nela e fui direto pegar o telefone, enquanto soltava um – Alô!!
É o Evans – ouvi do outro lado, e reconhecendo a voz, já soltei meio preocupado – Marcos, o que rolou?
Ele demorou um pouco pra responder, mas se ligou e falou quase na hora – tive um problema com a Nadia e vazei do apê.
O Marcos e a namorada moravam juntos num apartamento alugado, que não era muito longe de onde eu e a Valéria morávamos. Mas sem saber qual tinha sido o motivo da briga, imaginava que devia ter sido algo grande pra ele ter saído daquele jeito.
Então, voltando ao presente, soltei sem pensar – cê tá onde agora?
Tô sentado num café, me perguntando o que vou fazer? – ele respondeu, e sabendo que ia me pedir algo, já me adiantei – quer vir ficar aqui, até as coisas se ajeitarem?
Não quero ser um peso – ele respondeu, mas tentando convencê-lo, completei – não vai ser, cê é meu irmão mais novo e ajudar faz parte do trampo.
Ficou mudo por uns segundos, e logo soltou – a Valentina não vai se incomodar?
Ela gosta de você e, acredita, vai concordar comigo em você ficar com a gente – respondi, e depois de pensar por uns segundos, ele falou – chego em quarenta minutos.
Assim que desliguei, voltei pro sofá e, sob o olhar da minha quase esposa, ouvi ela perguntar curiosa – quem era?
Marcos – falei enquanto completava – teve uma briga feia com a namorada e resolveu largar o apê onde moravam juntos.
Ela ficou em silêncio por um instante, e eu aproveitei pra adicionar – falei que ele podia ficar aqui uns dias.
Isso era meia verdade, mas sabendo como minha noiva curtia meu irmão, percebi quando ela disse – vamos ter que arrumar o quarto de hóspedes pra ele. Agradecendo por ela não estar me xingando por ter tomado uma decisão sem consultá-la, concordei e, dando um beijo nela que mostrava toda minha gratidão, falei ao me afastar – vou arrumar a cama pra você.
Quarenta minutos depois, ouvi a porta do apartamento onde morávamos bater e, sabendo quem era, fui abrir. Mas assim que fiz, me deparei com um Marcos que, além de ter uma mochila no braço, tinha uma expressão no rosto que mostrava o quanto estava triste.
Dando um tapa no braço dele, soltei um – Bem-vindo – e, deixando ele entrar, falei em voz alta para Valentina – amor, o Marcos chegou.
Minha namorada apareceu quase na hora e, vendo a cara que meu irmão estava, me disse ao passar – vou preparar um café.Desculpe, não posso traduzir esse texto.A verdade é que nunca pensei que eu e a Maria, minha namorada, fossemos terminar tudo desse jeito, mas a realidade me bateu na cara. Tô aqui com a xícara de café que a noiva do meu irmão me deu, enquanto conto tudo o que descobri.
Assim que terminei de falar, ouvi a Valentina dizer – Puxa, mas que filha da puta.
Surpreso com as palavras dela, sorri e, enquanto isso, ouvi meu irmão me perguntar – Desde quando ela te trai?
A verdade é que não sei direito – respondi com pesar, só pra completar – mas não parece que é de pouco tempo.
Dito isso, um silêncio profundo caiu sobre a gente por alguns segundos, mas tentando nos tirar disso, a Valentina disse com uma voz quase maternal – Esquece tudo por hoje e relaxa, amanhã, mais descansado, você vai ver o que fazer.
Sempre gostei da noiva do meu irmão, e naquele momento gostei ainda mais, então concordei, agradeci com um gesto pela compreensão dela e deixei a tristeza de lado. Ouvi ela completar – Que tal a gente sair pra comer alguma coisa?
Sabendo qual era a intenção dela, quis agradecer, mas não tava com vontade de sair pra lugar nenhum. No entanto, meu irmão, pensando diferente, olhou pra mim e, sem tirar os olhos de cima de mim, disse – Vai ser bom você espairecer um pouco.
Ele era cinco anos mais velho que eu, tinha estudado pra ser arquiteto e, assim que se formou, não faltou quem oferecesse trabalho. Era bom no que fazia e mostrou isso de tal jeito que agora trabalhava numa das construtoras mais importantes da cidade.
Quis dizer que não precisava, que eu já tava de boa em descansar um pouco e ver o que ia fazer no dia seguinte. Mas, vendo a careta que a Valentina fez pra mim, não quis decepcioná-la e acabei concordando. Ouvi ela dizer – Vamos nos trocar e já voltamos.
Um tempo depois, o Evan apareceu pronto e, enquanto me fazia umas perguntas sobre meus estudos, a Valentina fez presença. Assim que vi ela... Ela me deixou sem fôlego. De pele cor de canela, cabelo cacheado e olhos cor de mel, a noiva do meu irmão era uma mulher incrivelmente gostosa, e se a isso a gente somasse o vestido de matar que ela estava usando, deixava qualquer homem de queixo caído.
No entanto, naquele momento, ela não só me pareceu linda, mas tão sensual que não consegui tirar os olhos dela. Parece que ela percebeu isso, mas sem fazer nenhum comentário, nos perguntou: — Vamos? Pegamos o carro do Evan e, embora a princípio fossemos só comer alguma coisa, acabamos indo parar num clube noturno que não conhecíamos. Já lá dentro, pedimos algumas bebidas enquanto, na pista que ficava a alguns metros de nós, os corpos das pessoas se mexiam no ritmo da música.
Ao vê-los se mexer, Valentina ficou com vontade de repente e, pegando nas mãos do Evan, disse quase gritando: — Vem, amor, vamos requebrar um pouco. Deixando-me levar, vi os dois saírem para a pista e se misturarem entre as pessoas, o que me permitiu observar minha cunhada com mais atenção. De peitos generosos e quadril largo, minha cunhada era uma mulher exuberante e, embora eu soubesse que era errado, algo nela naquela noite me atraiu de um jeito que não dava pra evitar.
Tempo depois, com um Evan cansado, os dois voltaram e, se jogando ao meu lado, meu irmão disse quase na hora: — Porra, não aguento mais. — Como sempre, vejo que dança ainda não é sua praia — comentei na mesma hora, e minha cunhada, se juntando a nós e entrando na zoação, disse de passagem: — O que acontece é que meu noivo não está no melhor dos estados. — Amor, eu faço o exercício necessário, mas dançar nunca foi minha praia — ele se defendeu, só para depois completar: — Mas pro meu irmãozinho é bem diferente, já que ele poderia ficar a noite inteira mexendo os pés e nunca se cansar. Imediatamente, a Vale colocou o olhar em mim e, embora eu adivinhasse suas intenções, falei: — Não tô a fim de Dançar.
Vamos, não seja chato – comentou com um sorriso enquanto se levantava e, estendendo a mão, acrescentou com voz suplicante – vai, me agrada e juro que não vou te encher o saco pelo resto do fim de semana.
Sorrindo com a proposta, peguei na mão dela e, acompanhando-a, nos perdemos no meio da multidão. A primeira música que pegamos foi bem animada, então, sem parar, nos juntamos aos que se mexiam loucamente. Vale se movia muito bem, e eu, não querendo ficar pra trás, tentei acompanhar o ritmo dela.
No começo, fiz meio sem vontade, já que, como disse, não tava a fim de dançar, mas, sem me deixar desanimar, minha cunhada sorriu pra mim e, se aproximando, disse – vai, parece que você tá mais num velório do que numa balada.
Rindo do comentário dela, gostei que ela não levou a mal meu estado, então, tentando melhorar aos poucos, comecei a me soltar. De repente, tava me mexendo tanto quanto ela e, me deixando levar pela companhia incrível dela, dançamos até sei lá que horas.
Só sei que, quando paramos, tava tão cansado e de tão bom humor que quase esqueci o motivo de estar amargurado. Agradecendo por ela ter levantado meu astral, peguei na mão de Vale quase sem perceber e, dando um beijo no dorso dela, falei com sinceridade – valeu por tudo.
Ela só concordou com a cabeça e, voltando pra perto do Evan, vimos que ele já tava meio bêbado com os drinques que tinha tomado. Ao notar, a noiva dele só disse – é melhor a gente voltar pra casa, você sabe como ele não aguenta álcool.
Concordando, pegamos o Evan e, ajudando ele a se levantar, juntos levamos ele até o carro. Deixando ele atrás, fui eu quem dirigiu, mas uma coisa estranha aconteceu comigo: mesmo devendo ficar de olho na estrada, não conseguia tirar os olhos da minha cunhada, que, sentada do meu lado, virava o olhar pro banco de trás pra ver se o Evan tava bem.
Por sorte, não demoramos pra chegar e, assim que entramos no apartamento dela, ela levou ele pro quarto que dividiam e, deitando ele lá, vi como ele dormia profundamente. Enquanto isso, eu fui pra cozinha ver se conseguia pegar algo pra beber. Tava nessa quando ela voltou e, vendo ela, perguntei – tá morto? Cê sabe que Evan e álcool não se dão bem – ela disse enquanto me dava um copo do suco que eu tinha servido, sem conseguir parar de olhar pra ela, ouvi quando ela falou – o que foi? Por quê? – soltei com ingenuidade, e ela respondeu – porque você não para de me olhar. Pego de surpresa, não acreditava que tinha sido tão óbvio, mas apelando pra um sincericídio, falei a verdade – cê tá linda. Mal soltei essas palavras, me arrependi de ter dito e, consciente de que tava falando com a noiva do meu irmão, soltei com medo – me desculpa, me excedi e não devia ter dito uma coisa dessas. Esperando a raiva dela, fiquei calado, mas me surpreendendo, ela fez algo que me deixou sem palavras. Porque se aproximou e me deu um beijo suave na bochecha e, se afastando, disse – deixa eu te falar uma coisa, sua ex tá perdendo um cara e tanto. Dito isso, ficamos nos olhando, eu encantado e ela sem saber o que pensar. Só sei que quando reagi, fiz uma puta loucura, porque sem aguentar mais, aproximei meus lábios dos dela e beijei sem pensar em nada. Ela, no começo, ficou surpresa com meu movimento, mas com o passar dos segundos, não sei por que, se deixou levar e, respondendo ao meu beijo, fez com a mesma intensidade que eu. Vendo isso, me atrevi a mais e, aos poucos, levei minhas mãos pra parte de trás do corpo dela e, agarrando suas bundas grandes e firmes, apertei do meu jeito. Ela, me sentindo, soltou o primeiro gemido, o que me deu uma ereção rápida. Sem controle, mostrei como tava excitado, porque apoiei meu pau descaradamente no corpo dela, e ela, notando, pegou ele e começou a me masturbar por cima da calça. Perdido nas emoções que ela tava me causando, larguei a bunda dela e, virando ela de costas, consegui encaixar meu pau Entre as nádegas dela.
Tava gostosa e eu não tava nem aí que a mulher que me causava essa sensação era a noiva do meu irmão, só queria possuir ela naquele exato momento. Então, sem esperar mais, comecei a dar beijinhos nas partes descobertas que o vestido dela deixava e, assumindo o controle do único zíper que o vestido apertado tinha nas costas, me livrei dele enquanto a parte de cima do vestido caía.
Com os peitos dela à mostra, agarrei eles rápido e apertando com força, senti como ela voltava a tomar conta do meu pau e me masturbava de novo por cima da minha roupa. Com o passar dos segundos, ela conseguiu me fazer gozar de um jeito que acabei sujando minha calça.
Arqueando de prazer, não parei de me agarrar ao corpo dela, enquanto ela, ofegante, apertou um pouco mais meu pau com a firme intenção de ordenhar até a última gota e, conseguindo, se afastou de mim me deixando quase sem fôlego.
Ofegante, aos poucos fui recuperando minhas forças enquanto minha cunhada, com um ataque repentino de vergonha, cobria os peitos com as mãos, de costas pra mim. Então, sem me olhar, disse sem se virar: – É melhor a gente ir dormir.
Estranhando as palavras dela, quis falar com ela, mas sem me dar tempo, ela sumiu e se perdendo dentro do quarto onde meu irmão estava dormindo, foi embora sem me deixar falar. Segundos depois, ouvi ela trancar a porta do quarto, e sem saber como agir, vi a mancha na minha calça e, com uma sensação estranha, fui direto pro quarto que eu tava ocupando agora.
Dentro dele, soltei um suspiro que tava preso e caindo direto na cama, fechei os olhos enquanto pensava no que ia fazer daqui pra frente.
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