Dama na pior

Raul, 51 anos, e Clara, 38. Ele é um cara normal, mas muito limitado no sexo: pau muito pequeno, ereção bem fraca e, pra piorar, ejaculação precoce. Clara é uma mulher muito sexual, curte sexo ao máximo, e por isso Raul, que a ama, estava procurando um homem que pudesse satisfazê-la por completo. Ele me contatou porque curtiu meu perfil: homem maduro, discreto, bem sexual, pra quem ele pudesse entregar a mulher com confiança. No entanto, a gente se encontrou porque ele queria me conhecer antes, e ficou totalmente de acordo. Então combinamos que eu encontraria a Clara um dia e, se tudo estivesse certo, a gente transaria. Fizemos isso na semana seguinte: nos encontramos num café e, em 5 minutos, já sabíamos que íamos acabar trepando. Clara estava um pouco nervosa porque seria a primeira vez dela fazendo o marido de corno, mas ao mesmo tempo tava muito excitada com a ideia e, claro, morrendo de vontade de ter uma sessão de sexo intenso e prolongado. Levei ela pro hotel, ela foi no banheiro se "produzir" e, enquanto isso, eu tirei toda a roupa, só fiquei de cueca. Em poucos minutos, ela saiu vestindo um conjunto turquesa muito sexy, com uma tanga bem pequena, quase um fio na parte de trás, deixando à mostra uma bunda redonda e firme. Puxei ela pra perto, segurei no pescoço, beijei na boca e levei a mão dela pra minha cueca, onde meu pau tava cada vez mais duro. Ela pegou, puxou pra fora e, na sequência, se ajoelhou e começou a masturbar e chupar, fazendo a ereção ficar tremenda. Clara chupava, suspirava de tesão e me dizia que eu tinha um pau lindo, que finalmente ia ter um macho que comesse ela como ela tava desejando há muito tempo. Levantei ela e deitei de bruços na cama, queria deixar ela louca de excitação e deixar bem safada aquela mulher que, sem dúvida, guardava há muito tempo a vontade de se sentir uma puta na cama com um homem que fizesse ela gozar, mas que também fizesse ela se soltar pra Liberar todos os seus fetiches e fazer surgir dela a puta que quer e sabe satisfazer completamente o seu macho. Comecei a beijar suas orelhas, pescoço e costas, ela se contorcia de prazer e murmurava com voz rouca. Desci até a bunda dela, dei umas mordidinhas e depois abri suas nádegas, e enfiei minha língua o mais fundo que pude no buraquinho dela, enquanto uma mão ia entre suas coxas até a buceta, enfiando dois dedos naquela caverna que já estava toda molhada de tesão. Ela teve um arrepio de prazer e murmurou: Que delícia, gostoso, você tá me deixando louca, por favor!!! Virei ela, coloquei de barriga pra cima, beijei, desci pros peitos dela que tinham os biquinhos totalmente duros e chupei e acariciei com uma mão enquanto com a outra enfiava dois dedos de novo na buceta dela, estimulando o ponto G. A Clara estava como se tivesse possuída e senti que ela ia gozar, mas eu queria fazer ela desejar ainda mais, então parei, me levantei, e na frente dela peguei um dos pés dela, levei até minha boca e comecei a chupar cada um dos dedos, e depois peguei o outro pé e fiz a mesma coisa. Ela delirava, não acreditava que podia sentir tanto tesão e prazer, aí parei, levei minhas mãos e minha boca até a buceta dela, e enquanto meus dedos continuavam estimulando por dentro, meus lábios e minha língua encontraram o clitóris dela, que já estava todo inchado, e comecei a chupar de um jeito que fez ela gritar de prazer. Ela segurou minha cabeça com força, apertando contra a boceta dela, e em só dois minutos ela gozou na minha boca, entre tremores e gritos de prazer. Assim que se recuperou, implorou: Quero essa pica, papai, não aguento mais, me come por favor. Eu me joguei na cama, de barriga pra cima do lado dela e falei: Vem você, sua puta, monta em mim e me come. Cavalga nessa pica, égua.

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