
DOISA ansiedade tava me consumindo e a única coisa que eu queria naquela altura da manhã era que o sinal da saída tocasse, mas mesmo assim, aguentando a última aula, que era história, comecei a pensar como faria pra descobrir como começou a aventura que meu irmão e minha mãe tinham.
Sabia que se enfrentasse o Daniel as coisas não iam terminar bem e com isso só ia fazer minha família ficar destruída, a verdade é que não queria isso, apesar de saber que o que meu irmão e minha mãe faziam era algo não só grave, mas também proibido. Mas pensando no papai e principalmente na Cláudia, minha irmã mais nova, desmembrar minha família não me pareceu uma boa ideia.
Perdido nos meus pensamentos, mal percebi que a última aula tinha terminado, então pegando minhas coisas, me preparei pra voltar rápido pra casa. Já que tinha deixado carregando a bateria do celular no meu quarto e com medo de que encontrassem, me movi com pressa.
Pra minha sorte, o colégio onde estudava não ficava muito longe de casa, então pegando o ônibus, tava na frente dele quinze minutos depois.
Mal cruzei a porta da frente, ouvi meu pai dizer pra Cláudia: — Vamos, querida, arruma suas coisas que assim que o Kevin chegar a gente almoça.
Fazendo o que ele disse, minha irmãzinha levou todas as coisas dela pro quarto, e eu fiz minha presença. Deixei minhas coisas no sofá enquanto dizia pro meu pai: — Já tô aqui.
Que bom, porque preciso que você ponha a mesa enquanto eu esquento a comida que sua mãe deixou pronta — sendo enfermeira, minha mãe às vezes pegava turnos de 24 horas, então entrando hoje de manhã, com certeza sairia amanhã no mesmo horário. Então regularmente deixava algo preparado pro almoço, coisa que meu pai, assim que chegasse, só precisaria esquentar o que ela tinha feito.
Tudo pronto, coloquei quatro lugares na mesa, mas meu pai, ao voltar, me disse vendo aquela cena: — Tira um lugar, o Daniel me mandou um WhatsApp dizendo que ia almoçar na faculdade.
Ao ouvir essa notícia... Foi inevitável não ter uma série de pensamentos que invadiram minha mente, todos eles perguntas, como se ele realmente estaria almoçando na faculdade dele? Ou se estaria metido em outro lugar e usava os estudos como desculpa, pra poder se movimentar com total liberdade? Eu também me perguntava se minha mãe e ele não estariam naquele momento juntos, se pegando como dois amantes que não ligavam pra mais nada nesse mundo? Esse pensamento me deu um certo desconforto, que foi interrompido quando ouvi meu pai me dizer – vai buscar a Cláudia que já vamos almoçar. Um tempo depois terminamos de comer e enquanto via minha irmã indo pro quarto dela, observei meu pai pegando as coisas dele e antes de sair pela porta me disse de passagem – tenho algo importante pra fazer, cuida da Cláudia até o Daniel chegar. Assentindo, vi ele indo embora e sem perder mais tempo saí correndo até meu quarto. Já dentro dele, vi meu segredo ainda conectado no carregador e pegando ele com desespero, liguei enquanto já sabia por onde começaria minha exploração. Como papel de parede estava a imagem do meu irmão, mas nem liguei pra isso e fui direto pra pasta que continha os vídeos. Já dentro dela, percebi algo que não tinha notado antes: a pasta só tinha seis vídeos, dos quais já tinha visto uns dois. Então, sentindo uma espécie de decepção, comecei a ver um dos vídeos que não tinha reproduzido. Mal apertei play, apareceu a imagem de umas árvores que não consegui reconhecer, mas sem tirar os olhos da tela notei como a câmera se movia e focava num certo ponto que era entre duas árvores grandes. Ouvi o Daniel soltar – vamos, mãe, você tá uma gostosa, sai pra eu poder te ver. Terminando de ouvir as palavras dele e vendo mais uma vez o cenário de fundo, percebi onde eles estavam: era o bosque perto do lago. Aquele que a gente tinha ido umas semanas atrás, meu pai tirou uns dias de folga e aproveitando eles nos... Fomos pro sítio pra relaxar um pouco.
A verdade é que eu não queria estar ali, então passei a maior parte do tempo trancado no meu quarto. Enquanto meu pai passou quase toda a viagem dormindo, os únicos que pareciam curtir essa aventura eram meu irmão, minha irmã e minha mãe.
Mas, voltando a ver o vídeo, vi a data em que ele foi feito e, descobrindo quando foi filmado, lembrei como naquela tarde a Cláudia tinha dormido. Também me lembrei como naquele dia minha mãe me convidou pra ir caminhar com eles, mas, recusando, vi os dois partirem sozinhos.
Lembrando disso, me concentrei de novo no vídeo, que continuava rodando, e mostrava minha mãe, que, colocando a cabeça pra fora de um dos lados de uma árvore, disse pro Daniel –Tô parecendo ridícula.
Eu, ao contrário de você, acho que você tá uma gostosa.– retruco, meu irmão, e insistindo pra ele se mostrar, acrescentou na hora –Quando compramos ela, sabia que foi feita pra você.Curioso, quis saber do que estavam falando, então Daniel continuou: "Pra minha sorte –vamos, mamãe, tô louco pra te ver.Essas palavras pareceram surtir efeito, já que minha mãe, com um sorriso bem sedutor, saiu do esconderijo e, se movendo de forma sensual, foi direto até onde meu irmão estava. Enquanto isso, assim que a vi, senti meu pau reagir na hora, ficando duro como uma rocha. Ela estava incrível, vestindo uma espécie de body de rede azul com rendas de flores, de uma peça só, que não só grudava no corpo dela como uma segunda pele, mas também deixava ver seus atributos tão perfeitamente que nada escapava à vista. Seus peitos firmes estavam apertados pelas redes do body, fazendo com que os bicos escapassem pelos buracos da roupa, enquanto sua boceta, completamente depilada, se mostrava incrivelmente apetitosa. Já na frente do Daniel, ouvi ele soltar um assobio forte, e minha mãe, colocando as mãos no peito dele, perguntou com fingida inocência:Como é que eu tô, gostosa?
Você é a mulher mais gostosa do mundo.Só consigo responder com a voz trêmula de tesão, pra logo em seguida, sem perder tempo, dar um beijo que na câmera não apareceu. Ficaram se pegando por uns minutinhos, até que, se separando, percebi minha mãe falando pro meu irmão –Vejo que não é só você que tá meio animado pra me ver.
Acredite, ele fica assim o tempo todo quando o assunto é você.Respondo Daniel e, supondo que estavam falando do pau do meu irmão mais velho, notei que ele levantava o celular de novo e, enquanto focava novamente na minha mãe, vi que ela, por sua vez, começava a se ajoelhar na frente dele. Já de joelhos no chão, pegou na cintura da sunga de Daniel e, abaixando-a, liberou o pênis dele, que naquela altura já apontava para o céu. Minha mãe lambeu os lábios ao vê-lo e, sentindo o desejo tomá-la, enfiou ele na boca até quase desaparecer.Deus–Só a Daniel murmurar, enquanto minha mãe se esforçava pra dar o maior prazer com a boca dela, lambendo e chupando que nem uma verdadeira possessa, enquanto Daniel apoiava uma das mãos na cabeça dela. Ela ficou chupando ele por um bom tempo, com uma certa maestria que nem sabia que tinha, até que meu irmão, não aguentando mais, falou com a voz apagada –Se continuar assim, vai fazer eu gozar.Peromi, minha mãe ignorando a ameaça dele, continuou com o serviço até que Daniel, começando a bufar, gozou na boca da minha mãe. Ela, por sua vez, recebeu com total prazer toda a descarga do filho e, se sentindo aparentemente uma puta gostosa, abriu a boca enquanto mostrava parte da recompensa que ainda tinha nela. Feito isso, engoliu tudo e, se levantando, levou as mãos até as alças do body erótico e, puxando um pouco para baixo, disse para o Daniel –Agora, gostoso, vem brincar com a mamãe.A essa altura, já com o pau livre, comecei a me masturbar pensando que ia ver minha mãe e meu irmão trepando de novo, mas a decepção foi grande. Porque o Daniel, desesperado, largou o celular de lado e, inacreditavelmente, ele ficou apontando pro teto, o que me impediu de ver o que ia rolar.
Amaldiçoando minha sorte, desejei com todas as forças poder estar lá, então, desanimado, quase parei o vídeo, mas antes de fazer isso, ouvi umas risadas que me seguraram. Na hora, minha imaginação começou a viajar e, enquanto pensava no que eles estavam fazendo, percebi minha mãe soltar um gemido forte.
Louco de vontade de saber o que tava rolando, ouvi minha mãe soltar gemidos que soavam bem altos, até que ela parou. Ela disse pro Daniel:Desde quando você ficou tão bom nisso?
Desde que tenho muita prática— respondo, meu irmão, e continuando com o trabalho dele, ele fez minha mãe gritar uns segundinhos depois —vou gozar.Depois daquele grito, um silêncio caiu por alguns segundos e, aparentemente se recuperando, minha mãe soltou pro seu primogênito –que orgasmo gostoso você me deu, meu bem.
Você me deu um primeiro, então achei justo retribuir o favor –adverti o Daniel, em seguidasom de beijos ecoando no ar e não demorou muito pra eu ouvir minha mãedizer pro filho dela com voz desesperada –Me fode, fode a tua mãe, gostosa.Minha imaginação disparou e foi muito mais longe quando, pela tela, vi voar o body quase inexistente que minha mãe usava. Fiquei alucinando de tesão e comecei a me masturbar com mais vontade. Enquanto isso, ao fundo, ouvia minha mãe soltar: – ahhh… ahhh… ahhh… isso mesmo, gostoso, monta em mim do jeito que você sabe, ahh… ahh… vai, come essa fox que sua mãe virou.
Daniel, não ficando atrás, soltava: – uhh… uhh… uh… – e depois completava com uma voz dominante:Quem fode melhor, teu marido ou eu?Surpreso com a pergunta mórbida e repentina, fiquei ainda mais chocado quando minha mãe, sem parar de gemer, respondeu –Você, amor… ahhh… você fode melhor do que ahh… qualquer homem que eu já conheci.Parecendo orgulhoso com a resposta que tinha arrancado da minha mãe, Daniel ficou excitado, assim como eu, muito mais, já que segundos depois ela começou a soltar verdadeiros gritos, até que, soando cansado, ele perguntou à minha mãe com o mesmo domínio –diz que tu gosta da minha pica, admite que é a única que te faz gozar.
Se— solto a suavidade, minha mãe desesperada enquanto acrescentava —amo teu pau e não quero viver se não tiver ele dentro de mim.Essa última frase acabou comigo e, enquanto eu ouvia eles gozando quase ao mesmo tempo, eu acompanhei com minha própria gozada, que caiu a alguns centímetros de onde eu estava deitado.
Tentando me recuperar, vi de relance o Daniel pegando o celular e, ao focar na minha mãe, ele me presenteou com uma imagem que ia ficar gravada na minha memória, já que a poucos centímetros dela estava uma mulher de quatro que parecia com a minha mãe, com um sorriso no rosto que mostrava o nível de satisfação dela. Ela estava olhando diretamente para a câmera, quando o Daniel disse –abre-te pra mim e me mostra o quanto você me quer.Negando com a cara, ela olhou pra frente e, colocando as mãos na própria buceta, abriu ela só pra gente ver como a porra que a Danielle tinha deixado escorria de lá. O sêmen vazava da caverna dela e caía em grandes quantidades direto no chão, enquanto o Daniel, todo divertido, falava pra ela –Você tava com tesão, mamãe.Ela se deixou gravar por mais alguns segundos naquela posição, até que, botando um fim no show, se ajeitou sobre as pernas e, olhando pro Daniel, disse –Vai perder tempo me gravando ou vai vir e cumprir a promessa que me fez?Daniel se gravou sorrindo e desligou a gravação, só ficou a imagem do sorriso congelado dele. Aí, imaginando tudo o que tinham feito naquela tarde, larguei o celular de lado. De repente, lembrei que naquele dia eles voltaram quando já estava escurecendo. Sabendo agora o que tinham feito a tarde inteira, de repente senti uma puta inveja do meu irmão.
De repente, a vontade de ter a minha mãe do jeito que o Daniel tinha ficou forte, mas eu não sabia como conseguir o que queria. Soltei um suspiro de frustração e, analisando minhas opções, percebi que a única maneira de avançar por enquanto era ficar de olho neles de perto.
Tomada essa decisão, quase comecei a ver outro vídeo, mas antes de conseguir, ouvi alguém bater na minha porta. Escondi rápido o celular velho debaixo do colchão, me movi com pressa até a porta e, ao abrir, vi que era o Daniel. Ele mal me viu e disse: — Vejo que só tem a Claudia e você aqui.
Meio assustado e nervoso, concordei. O Daniel, sem desconfiar de nada, virou-se e disse: — Vou ver o que a mamãe deixou para o almoço. — Foi embora, e eu, vendo ele se afastar, me perguntei internamente: como ele conseguia parecer tão natural?
Como ele conseguia agir como se nada estivesse acontecendo? Como conseguia nos enganar e agir como um irmão perfeito e, acima de tudo, como um bom filho na frente do nosso pai e de todo mundo?
Mais uma vez sem saber as respostas, fiquei olhando o Daniel se afastar e, enquanto ele ia, disse para mim mesmo que de algum jeito ia pegar eles, de alguma forma ia encontrar um jeito de surpreendê-los.
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