Fala galera, trouxe um relato sobre a Flor Peña, uma milf que me serve pra caralho e com certeza vou fazer mais partes porque tenho um monte de ideias, espero que curtam, vou deixar vocês com o relato. Vou resumir minha história: passei o ensino médio inteiro na mesma sala que o filho da Flor Peña, a gente ficou muito amigo e praticamente vivia junto. Um dia, meu amigo Tomás (o filho da Flor Peña) me chamou pra conversar, todo pra baixo, dizendo que os pais tinham se separado. Ele me convidou pra ficar uns dias na casa dele, topei na hora e acabei ficando por lá. Cheguei na casa, o Tomás me cumprimentou com um abraço e agradecendo, a Flor também me recebeu super carinhosa, mas eu nem tanto, porque ela me deixa louco e me excita pra caralho, igual todo mundo, ainda mais que ela vivia de roupa de casa e tava uma delícia assim. Só que nesses dias, não vi muito ela, porque o Tomás tava na bad e não saía muito do quarto. Era dezembro e já tava calor, então a gente passou um tempão na piscina e eu aproveitava pra olhar a Florencia de biquíni, aqueles peitões enormes, aquela bundinha linda, as pernas de milf, uma milf do caralho.
Eu ficava olhando ela de cima a baixo, às vezes ela me pegava olhando, mas nunca falou nada. Um dia, com o Tomás, a gente combinou de sair na noite seguinte pra dançar, pra eu espairecer a cabeça, e quando saísse a gente ia visitar o velho. Naquela manhã, acordei com febre e uma puta dor de cabeça. Falei pro Tomás ir tranquilo, que se no dia seguinte eu estivesse melhor, ia pra casa do pai. Ele disse que a gente saía outro dia, mas eu insisti e ele falou "beleza", deixou uma grana pra eu pedir alguma coisa e foi embora. Fiquei deitado vendo Netflix, pedi uma comida. Daí a pouco chega o entregador, vou abrir a porta, entro e vou na cozinha pegar uns talheres. Quando tô na cozinha, entra a Flor de calcinha e sutiã, falando: "Nossa, desculpa, pensei que vocês tinham ido embora." Falei que de boa e expliquei que tava me sentindo mal e tinha ficado.
Ficamos conversando um pouco, ela pegou um copo d'água e foi embora, eu fiquei tipo doidão depois de ver aquelas tetas pulando e a bunda monstra dela se mexendo enquanto caminhava descalça, dava vontade de agarrar ela e apertar bem forte contra a parede, mas se eu fizesse isso já me via levando um tapa e uma puta encrenca. Peguei o que precisava, fui pro quarto e bati uma punheta braba com a imagem da Flor Peña de fio dental e sutiã. Já eram 2 da manhã, o sono tinha batido. Antes de deitar pra dormir, fui no banheiro escovar os dentes e, quando tava passando pela porta do quarto da Flor, vi que a porta tava entreaberta e dava pra ver ela dormindo de fio dental. De novo a mesma merda de sempre, fiquei ali olhando pra ela, até que me deu na telha de pegar o celular e tirar umas fotos. Fiz isso, voltei com o celular e, bem devagar, entrei no quarto. O coração tava batendo rápido, mesmo ela estando dormindo. Quando cheguei perto, vi o biquinho do peito dela aparecendo, meu pau tava durasso. Tirei várias fotos e vazei. Escovei os dentes, deitei e fiz a famosa punheta com as fotos.
No dia seguinte, acordo melhor e sem febre. Vou tomar café sentado na mesa da sala. Daí a pouco, ela aparece — a tão desejada pelo meu pau. Dessa vez fiquei ainda mais nervoso depois da noite anterior e de ter batido duas punhetas pensando nela. Foi estranho. Ela sentou na mesa também, com um café, e começamos a conversar.
Falamos de tudo um pouco, até que me ocorre (foi a melhor ideia da minha vida) perguntar como ela estava depois da separação. Ela respondeu que estava melhor, meio triste, mas melhorando. Agora tem tempo pra ela e, com as mesmas palavras, disse: — Embora esteja meio carente de pau. Quando ela falou isso, fiquei surpreso e fiquei com um tesão danado, mas não esperava que ela dissesse tão na cara. A gente riu junto, e ela disse que já ia conhecer homens, e me surpreendeu de novo: — Mas faz tempo que não como um pau, tô precisando. Dessa vez, fiquei olhando pra ela enquanto ela olhava pra xícara. Quando levantou o olhar, me encarou, apoiou a mão na minha perna esquerda e falou devagar: Flor: — E você, não podia me ajudar, me dando o seu? Muito nervoso e surpreso, respondi: — Pe... mas você é a mãe do meu amigo. Flor: — Ele não vai ficar sabendo. Eu: — Não sei o que te dizer. Flor: — Se eu vi como você me olha, seu punheteiro. (Levantou da cadeira e fez sinal pra eu seguir.) Flor: — Vem, vai me comer um pouquinho, por favor.
Eu não sabia o que dizer, mas a verdade é que tava besta, então levantei e segui ela. No caminho pro quarto, eu ia atrás dela, e a putinha rebolava a bunda pra me esquentar. Claro que eu não tirava os olhos. Entramos no quarto dela. Ela me sentou na beirada da cama e começou a me beijar de língua enquanto passava a mão no meu pau. Eu tava duro, nervoso. Ela pegou minhas mãos e levou pros peitos dela. Nessa altura, eu já tava com o pau durasso. Ela parou de me beijar, se ajoelhou e, olhando pro volume, disse: — Parece que tem coisa boa aí. A verdade é que tenho um pau de bom tamanho, uns 21 ou 22 cm. Devagar, me olhando... enquanto sorria, ela baixou meu short, meu pau saltou pra fora quando ela puxou e, surpresa, começou a me bater uma punheta. Ela se aproximava beijando a ponta do pau e, aos poucos, ia beijando cada vez mais, descendo com beijos pelo tronco e subindo com uma lambida por todo o pau. Fez isso umas duas vezes. Na terceira vez que subiu, cuspiu um pouco e meteu na boca, bem devagar começou a chupar, enfiando até a cabeça e descendo um pouco mais a cada vez enquanto me batia uma. Sentia um prazer enorme, sentir aquela boca e saliva quentinha da mãe do meu amigo, pra quem eu dediquei tanta punheta, me deixava louco. A cabeça dela descia e subia, ao mesmo tempo que mexia de um lado pro outro. Ela pegou minha mão e colocou atrás da cabeça dela. Até aquele momento eu ainda tava meio nervoso, mas depois disso me soltei mais. Segurei a cabeça dela suave por baixo do cabelo e comecei a controlar eu mesmo, comecei a subir e descer até um pouco mais da metade. Dava pra ouvir o glu glu, e eu via ela com aqueles lábios de boqueteira e cara de puta me olhando. Daí um tempo ela tirou a camiseta e aproximou meu rosto dos peitos dela. Chupei e agarrei enquanto ela me olhava e se tocava, mordi os bicos e brinquei um pouco com os peitos dela. Depois disso, continuou chupando no mesmo ritmo de antes e tentou enfiar tudo, mas não conseguiu. Saiu pra respirar, bateu uma rápida, tentou de novo e a mesma coisa. Na terceira vez que fez isso, quando desceu até onde conseguiu, segurei a cabeça dela e pressionei até chegar no fundo. O nariz já tocava minha pele e, com ânsia, deixei ela ali um tempo. Quando soltei, ela saiu sorrindo, respirando e com fios de saliva nos lábios, disse: — Que pau gostoso, cara. Ela tirou o shortinho e a calcinha fio dental, eu me deitei na cama e ela subiu em cima de mim, esfregou a bunda no meu pau e, depois de um tempo, foi enfiando devagar. Gemeu quanto mais enfiava até chegar no fundo. Quando chegou lá embaixo, ficou sentada e começou a se mexer, enquanto olhava pro teto gemendo.
Ela começou a foder mais rápido, eu olhava as tetas lindas dela quicando enquanto a flor peña pulava igual uma louca no meu pau. Ela olhava pro teto, gemia, me encarava e, segurando meu pescoço, soltava comentários tipo "que pau enorme você tem", "vou te destruir, cara" ou "faz tempo que não sentia um pau assim", parecia que o ex-marido tinha um pequeno. Ela tava me comendo de um jeito muito gostoso, eu peguei nos peitos dela e puxei pra minha boca pra chupar, enquanto ela apoiava uma mão no meu cabelo e falava "Aii, chupa tudo" sem parar de rebolar a bunda. Chupei elas por um tempo, peguei a boca dela e nos beijamos, aí ela se acalmou e começou a se mexer bem devagar, ficamos uns dois ou três minutos assim, até que ela virou de costas e, segurando nas minhas pernas, começou a rebolando a bunda no meu pau.
Eu tava batendo na bunda dela e pegando nela, aí depois de um tempo bateu uma vontade de comer ela, então juntei os pés dela, me ajeitei e falei —agora vou te foder eu mesmo—, rapidão comecei a meter forte, não demorou pra ouvir os gemidos dela que não paravam, ela pedia pra eu não parar e meter mais, eu tava louco de tesão e ter na minha frente aquela bunda tão madura e grande enquanto meu pau entrava e saía me motivava a meter mais forte, depois de um tempo, peguei ela pela cintura e sem tirar meu pau de dentro, virei ela deixando deitada na cama, levantei a bunda dela e segurando pelo cabelo comecei a meter, minha cintura batia na bunda dela fazendo um barulhão, com a outra mão eu dava tapas na bunda, aos poucos fui aumentando o ritmo até chegar num ponto de meter com tudo, enfiar até o fundo sem parar, ela se segurava no travesseiro e de tão forte que eu tava metendo, ela ficou com a cara vermelha.
Só dava pra ouvir as palavras dela —Aaaiii siiiim, cê tá me destruindo, continua, continua— e os gemidos. Ficamos um tempão assim, até que o celular dela tocou, tava em cima do criado-mudo. Nós dois olhamos, era o Tomas ligando. Ela pegou o celular, eu parei, e num segundo ela falou —Não, não, continua me comendo—, atendeu e eu continuei metendo nela. Aquela situação me excitava pra caralho, às vezes eu enfiava até o fundo pra ela gemer baixinho. Pelo que deu pra ouvir, o diálogo foi:
Mãe — Oi, filho?
Tomas — O que cê tá fazendo, mãe, tudo bem?
Mãe — Hmm, sim, o que foi?
Tomas — Ah, o Lean (eu) tá dormindo? Porque ele disse que quando acordasse vinha pra casa do pai, mas não tá aqui e nem responde o celular.
Mãe — Acho que aii sim, ahn... agora vou ver e acordo eleh.
Tomas — Tem certeza que tá tudo bem, mãe?
Mãe — ...Sim, filho, fica tranquilo.
Tomas — Beleza, valeu, mãe.
Eu tava me segurando pra não rir, e quando eu fazia ela gemer, ela me olhava ou me dava um tapa. Quando o Tomas falava, ela mordia o travesseiro. Isso me deixou louco de tesão. Quando ela desligou, me contou o que rolou e pra acelerar. Largou o celular e eu continuei metendo, mas mais devagar. Ela deitada, eu enfiava tudo de vez e ela levantava os pés.
Ela me pediu pra gozar fora, comecei a meter mais forte pra ela gozar, ela pedia a gozada entre gemidos, daí senti que ia gozar, tirei e gozei no cu dela, deixando o cu todo manchado. Cheguei perto cansado, chupei a boca dela e me joguei na cama, ela foi se limpar, voltou com uma garrafa d'água e ficamos conversando na cama, rindo e viajando como seria se o Tomas descobrisse, que obviamente eu ia negar e não contar pra ninguém. Ficamos de bobeira conversando e rindo, nós dois juntos não levantamos da cama, me despedi com um selinho pegando no peito dela e um tapa na bunda, ela foi tomar banho e eu tinha que me trocar pra ir na casa do velho do Tomas.
Indo pra lá no Uber, eu imaginava que ia ser estranho ver eles depois de ter comido a ex-mulher e a mina deles. Chego lá, Tomás me abre a porta e a gente fica lá tomando mate. O velho me perguntou como é que tava a Florencia, se ela tava muito triste. Eu respondi que sim, tava meio pra baixo, mas por dentro vinha na minha cabeça como eu tava comendo ela ou como ela chupava minha pica com aquela cara de puta.
Espero que vocês tenham gostado, agradeço muito os pontos. Se quiserem mais histórias de famosas, vão no meu perfil e me sigam, vou continuar postando mais. (ESCLAREÇO QUE A HISTÓRIA FOI FICTÍCIA)

Eu ficava olhando ela de cima a baixo, às vezes ela me pegava olhando, mas nunca falou nada. Um dia, com o Tomás, a gente combinou de sair na noite seguinte pra dançar, pra eu espairecer a cabeça, e quando saísse a gente ia visitar o velho. Naquela manhã, acordei com febre e uma puta dor de cabeça. Falei pro Tomás ir tranquilo, que se no dia seguinte eu estivesse melhor, ia pra casa do pai. Ele disse que a gente saía outro dia, mas eu insisti e ele falou "beleza", deixou uma grana pra eu pedir alguma coisa e foi embora. Fiquei deitado vendo Netflix, pedi uma comida. Daí a pouco chega o entregador, vou abrir a porta, entro e vou na cozinha pegar uns talheres. Quando tô na cozinha, entra a Flor de calcinha e sutiã, falando: "Nossa, desculpa, pensei que vocês tinham ido embora." Falei que de boa e expliquei que tava me sentindo mal e tinha ficado.
Ficamos conversando um pouco, ela pegou um copo d'água e foi embora, eu fiquei tipo doidão depois de ver aquelas tetas pulando e a bunda monstra dela se mexendo enquanto caminhava descalça, dava vontade de agarrar ela e apertar bem forte contra a parede, mas se eu fizesse isso já me via levando um tapa e uma puta encrenca. Peguei o que precisava, fui pro quarto e bati uma punheta braba com a imagem da Flor Peña de fio dental e sutiã. Já eram 2 da manhã, o sono tinha batido. Antes de deitar pra dormir, fui no banheiro escovar os dentes e, quando tava passando pela porta do quarto da Flor, vi que a porta tava entreaberta e dava pra ver ela dormindo de fio dental. De novo a mesma merda de sempre, fiquei ali olhando pra ela, até que me deu na telha de pegar o celular e tirar umas fotos. Fiz isso, voltei com o celular e, bem devagar, entrei no quarto. O coração tava batendo rápido, mesmo ela estando dormindo. Quando cheguei perto, vi o biquinho do peito dela aparecendo, meu pau tava durasso. Tirei várias fotos e vazei. Escovei os dentes, deitei e fiz a famosa punheta com as fotos.
No dia seguinte, acordo melhor e sem febre. Vou tomar café sentado na mesa da sala. Daí a pouco, ela aparece — a tão desejada pelo meu pau. Dessa vez fiquei ainda mais nervoso depois da noite anterior e de ter batido duas punhetas pensando nela. Foi estranho. Ela sentou na mesa também, com um café, e começamos a conversar.Falamos de tudo um pouco, até que me ocorre (foi a melhor ideia da minha vida) perguntar como ela estava depois da separação. Ela respondeu que estava melhor, meio triste, mas melhorando. Agora tem tempo pra ela e, com as mesmas palavras, disse: — Embora esteja meio carente de pau. Quando ela falou isso, fiquei surpreso e fiquei com um tesão danado, mas não esperava que ela dissesse tão na cara. A gente riu junto, e ela disse que já ia conhecer homens, e me surpreendeu de novo: — Mas faz tempo que não como um pau, tô precisando. Dessa vez, fiquei olhando pra ela enquanto ela olhava pra xícara. Quando levantou o olhar, me encarou, apoiou a mão na minha perna esquerda e falou devagar: Flor: — E você, não podia me ajudar, me dando o seu? Muito nervoso e surpreso, respondi: — Pe... mas você é a mãe do meu amigo. Flor: — Ele não vai ficar sabendo. Eu: — Não sei o que te dizer. Flor: — Se eu vi como você me olha, seu punheteiro. (Levantou da cadeira e fez sinal pra eu seguir.) Flor: — Vem, vai me comer um pouquinho, por favor.
Eu não sabia o que dizer, mas a verdade é que tava besta, então levantei e segui ela. No caminho pro quarto, eu ia atrás dela, e a putinha rebolava a bunda pra me esquentar. Claro que eu não tirava os olhos. Entramos no quarto dela. Ela me sentou na beirada da cama e começou a me beijar de língua enquanto passava a mão no meu pau. Eu tava duro, nervoso. Ela pegou minhas mãos e levou pros peitos dela. Nessa altura, eu já tava com o pau durasso. Ela parou de me beijar, se ajoelhou e, olhando pro volume, disse: — Parece que tem coisa boa aí. A verdade é que tenho um pau de bom tamanho, uns 21 ou 22 cm. Devagar, me olhando... enquanto sorria, ela baixou meu short, meu pau saltou pra fora quando ela puxou e, surpresa, começou a me bater uma punheta. Ela se aproximava beijando a ponta do pau e, aos poucos, ia beijando cada vez mais, descendo com beijos pelo tronco e subindo com uma lambida por todo o pau. Fez isso umas duas vezes. Na terceira vez que subiu, cuspiu um pouco e meteu na boca, bem devagar começou a chupar, enfiando até a cabeça e descendo um pouco mais a cada vez enquanto me batia uma. Sentia um prazer enorme, sentir aquela boca e saliva quentinha da mãe do meu amigo, pra quem eu dediquei tanta punheta, me deixava louco. A cabeça dela descia e subia, ao mesmo tempo que mexia de um lado pro outro. Ela pegou minha mão e colocou atrás da cabeça dela. Até aquele momento eu ainda tava meio nervoso, mas depois disso me soltei mais. Segurei a cabeça dela suave por baixo do cabelo e comecei a controlar eu mesmo, comecei a subir e descer até um pouco mais da metade. Dava pra ouvir o glu glu, e eu via ela com aqueles lábios de boqueteira e cara de puta me olhando. Daí um tempo ela tirou a camiseta e aproximou meu rosto dos peitos dela. Chupei e agarrei enquanto ela me olhava e se tocava, mordi os bicos e brinquei um pouco com os peitos dela. Depois disso, continuou chupando no mesmo ritmo de antes e tentou enfiar tudo, mas não conseguiu. Saiu pra respirar, bateu uma rápida, tentou de novo e a mesma coisa. Na terceira vez que fez isso, quando desceu até onde conseguiu, segurei a cabeça dela e pressionei até chegar no fundo. O nariz já tocava minha pele e, com ânsia, deixei ela ali um tempo. Quando soltei, ela saiu sorrindo, respirando e com fios de saliva nos lábios, disse: — Que pau gostoso, cara. Ela tirou o shortinho e a calcinha fio dental, eu me deitei na cama e ela subiu em cima de mim, esfregou a bunda no meu pau e, depois de um tempo, foi enfiando devagar. Gemeu quanto mais enfiava até chegar no fundo. Quando chegou lá embaixo, ficou sentada e começou a se mexer, enquanto olhava pro teto gemendo.
Ela começou a foder mais rápido, eu olhava as tetas lindas dela quicando enquanto a flor peña pulava igual uma louca no meu pau. Ela olhava pro teto, gemia, me encarava e, segurando meu pescoço, soltava comentários tipo "que pau enorme você tem", "vou te destruir, cara" ou "faz tempo que não sentia um pau assim", parecia que o ex-marido tinha um pequeno. Ela tava me comendo de um jeito muito gostoso, eu peguei nos peitos dela e puxei pra minha boca pra chupar, enquanto ela apoiava uma mão no meu cabelo e falava "Aii, chupa tudo" sem parar de rebolar a bunda. Chupei elas por um tempo, peguei a boca dela e nos beijamos, aí ela se acalmou e começou a se mexer bem devagar, ficamos uns dois ou três minutos assim, até que ela virou de costas e, segurando nas minhas pernas, começou a rebolando a bunda no meu pau.
Eu tava batendo na bunda dela e pegando nela, aí depois de um tempo bateu uma vontade de comer ela, então juntei os pés dela, me ajeitei e falei —agora vou te foder eu mesmo—, rapidão comecei a meter forte, não demorou pra ouvir os gemidos dela que não paravam, ela pedia pra eu não parar e meter mais, eu tava louco de tesão e ter na minha frente aquela bunda tão madura e grande enquanto meu pau entrava e saía me motivava a meter mais forte, depois de um tempo, peguei ela pela cintura e sem tirar meu pau de dentro, virei ela deixando deitada na cama, levantei a bunda dela e segurando pelo cabelo comecei a meter, minha cintura batia na bunda dela fazendo um barulhão, com a outra mão eu dava tapas na bunda, aos poucos fui aumentando o ritmo até chegar num ponto de meter com tudo, enfiar até o fundo sem parar, ela se segurava no travesseiro e de tão forte que eu tava metendo, ela ficou com a cara vermelha.
Só dava pra ouvir as palavras dela —Aaaiii siiiim, cê tá me destruindo, continua, continua— e os gemidos. Ficamos um tempão assim, até que o celular dela tocou, tava em cima do criado-mudo. Nós dois olhamos, era o Tomas ligando. Ela pegou o celular, eu parei, e num segundo ela falou —Não, não, continua me comendo—, atendeu e eu continuei metendo nela. Aquela situação me excitava pra caralho, às vezes eu enfiava até o fundo pra ela gemer baixinho. Pelo que deu pra ouvir, o diálogo foi: Mãe — Oi, filho?
Tomas — O que cê tá fazendo, mãe, tudo bem?
Mãe — Hmm, sim, o que foi?
Tomas — Ah, o Lean (eu) tá dormindo? Porque ele disse que quando acordasse vinha pra casa do pai, mas não tá aqui e nem responde o celular.
Mãe — Acho que aii sim, ahn... agora vou ver e acordo eleh.
Tomas — Tem certeza que tá tudo bem, mãe?
Mãe — ...Sim, filho, fica tranquilo.
Tomas — Beleza, valeu, mãe.
Eu tava me segurando pra não rir, e quando eu fazia ela gemer, ela me olhava ou me dava um tapa. Quando o Tomas falava, ela mordia o travesseiro. Isso me deixou louco de tesão. Quando ela desligou, me contou o que rolou e pra acelerar. Largou o celular e eu continuei metendo, mas mais devagar. Ela deitada, eu enfiava tudo de vez e ela levantava os pés.
Ela me pediu pra gozar fora, comecei a meter mais forte pra ela gozar, ela pedia a gozada entre gemidos, daí senti que ia gozar, tirei e gozei no cu dela, deixando o cu todo manchado. Cheguei perto cansado, chupei a boca dela e me joguei na cama, ela foi se limpar, voltou com uma garrafa d'água e ficamos conversando na cama, rindo e viajando como seria se o Tomas descobrisse, que obviamente eu ia negar e não contar pra ninguém. Ficamos de bobeira conversando e rindo, nós dois juntos não levantamos da cama, me despedi com um selinho pegando no peito dela e um tapa na bunda, ela foi tomar banho e eu tinha que me trocar pra ir na casa do velho do Tomas.
Indo pra lá no Uber, eu imaginava que ia ser estranho ver eles depois de ter comido a ex-mulher e a mina deles. Chego lá, Tomás me abre a porta e a gente fica lá tomando mate. O velho me perguntou como é que tava a Florencia, se ela tava muito triste. Eu respondi que sim, tava meio pra baixo, mas por dentro vinha na minha cabeça como eu tava comendo ela ou como ela chupava minha pica com aquela cara de puta.
Espero que vocês tenham gostado, agradeço muito os pontos. Se quiserem mais histórias de famosas, vão no meu perfil e me sigam, vou continuar postando mais. (ESCLAREÇO QUE A HISTÓRIA FOI FICTÍCIA)
18 comentários - Relato con famosa: Flor peña