A melhor amiga dele. Não sei porquê, mas o como. VII

Fiquei apoiado na grade da varanda. Dava pra imaginar que eu estava fumando, porque era a típica cena, de braços cruzados e pensando. Não ouvia barulho, além do normal da rua. Deixa eu parar um pouco nesse momento. Sei que a gente busca uma imediatez na história, mas te garanto que essas pausas são necessárias pra entender que porra tava rolando. A Paula tá em alguma. Disso eu não tinha dúvida, ou tinha. Ou melhor, não queria descobrir. Como eu podia julgar ela, se eu tava envolvido com a melhor amiga dela? Na real, sim, já sei! Algo tava se quebrando, mas será que aconteceu antes de eu pedir ela em casamento? Possivelmente. Naquele instante, em que na minha frente eu desenhava o corpo da Macarena nos prédios vizinhos, descobria que eu e minha mina estávamos nos perdendo. As conversas já não eram o suficiente e a gente tava seguindo caminhos diferentes, mesmo que o sexo ainda nos unisse. Aquele sexo furioso, raivoso, que aliviava as tensões e me deixava longe de tudo, como nunca. Não me pergunta por que, mas subiu uma pica pensando em como eu tinha comido o cu dela na noite anterior.

Resolvi entrar, acho que fiquei quase uma hora lá fora. Preparei o café da manhã e levei pra cama. A gente se cumprimentou e a manhã passou como qualquer casal, mas na minha cabeça eu precisava, de algum jeito, saber até onde aquilo tava indo.

Saímos pra fazer compras. Antes, fui no banheiro e mandei uma mensagem pra Macarena. Falei que tentaria ir na casa dela à tarde. Por sorte, ela facilitou e respondeu que na segunda a gente se veria no almoço, como sempre. Acho que era a chance de dedicar um fim de semana inteiro pra minha mina. Entender pra onde a gente tava indo.

Começamos o passeio e, às vezes, a temperatura nessa cidade foda faz a umidade passar dos 100%, e por mais que você ande pelado, sua igual um condenado. Saímos pra comprar no bairro. A Pauli é quem faz essa rotina sempre, então sabe exatamente onde nos abastecer de comida. Sempre simpática, eu observava ela da calçada, com um vestido solto, de verão, o que será que ela tá usando? Eu sorria, imaginando possíveis marcas de fio dental na bunda dela. Ao sair de um dos tantos comércios, a gente parou na bendita loja de limpeza que fica na esquina do apartamento. De novo, na porta, mas com vinte e oito sacolas de cores diferentes. Um homem bonito, mas mais velho, se aproximou e perguntou se eu tava na fila. Falei que não, que podia passar. Ele entrou, com alguma dificuldade na perna e, quase como se fosse normal, cumprimentou a Paula. Pois é, senhores, meu pau explodiu. Na hora, eu não entendia. Eu tentava esconder com as sacolas, disfarçar, mas precisava saber se era ele, e o que era real de tudo aquilo. Lá dentro, uma bagunça de cumbias latino-americanas, que não me deixava entender o que diziam. Eu me mexia de um lado pro outro, como um atacante tentando não ficar impedido. Finalmente, ela saiu. — Quem era? — perguntei, ansioso. — Hã? — A Pauli tava concentrada em outra coisa. — O velho, é ele? — Ah... — ela sorriu e me olhou com malícia. — Tá com ciúme? — Eu me calei e não soube explicar direito. Tava com ciúme? Sim, mas me excitava e, no fim das contas, era real? E se fosse, nem se comparava com o que eu fiz. — É... sei lá... É ele ou não? — Pode ser... — Ela sorriu, se adiantou, rebolando pra fazer o vestido roçar o começo dos glúteos e me deixar ainda mais excitado do que eu já tava. Chegamos em casa e cozinhamos. Não tem porque mentir, no fim das contas a gente também era um casal e tentava conviver, nessa nova fase. Vimos séries e a noite de sábado se aproximava, sugeri pegar o carro e sair pra comer. Queria me conectar com minha mulher, queria saber qual era a dela. A Pauli topou, mas sugeriu que eu saísse pra dar uma volta primeiro pra ela se trocar e eu passar pra buscá-la de carro, pra criar um clima diferente. Achei divertido, então, sem hesitar, me troquei na hora certa e saí pra dar uma volta. Onde a gente mora tem vários bares, por isso Mesmo, sentei num e tomei uma cerveja.
PAULI: Cê vem? Ela me mandou mensagem e eu saí voando. Peguei o carro e esperei ela na porta. Ela tava do outro lado do vidro. Fiquei de boca aberta. Tava com um vestido colado no corpo, curtinho e tal, e mesmo não tendo muito peito, o decote era na medida certa pra me deixar doido. Ela caminhava com uma segurança, nunca tinha visto ela assim. Ou será que eu já não via ela como antes?
— Vamos? — Ela abriu a porta do carro e me sorriu. Dei um beijo nela e coloquei a mão na coxa dela. Partimos viagem ouvindo um som e, finalmente, depois de decidir, chegamos num restaurante bem bonito, com luz baixa e uma música romântica que dava pra conversar. Sentamos, pedimos uns drinks recomendados pelo garçom e fizemos o pedido da comida.
— Como cê tá? — perguntei enquanto espetava uma batatinha e um cogumelo com creme.
— Bem, super tasty tudo… — Pauli tava concentrada num pedaço de carne grandão.
— Digo, você, como cê tá?
— Ah… bem, love, e você?
— Bem… — O que tava rolando entre nós? Lembrei de um filme onde um casal mais velho tinha perdido o amor e se via refletido em como se sentavam pra comer. Não tavam um de frente pro outro, mas um do lado do outro. Será que a gente tava virando isso e nem percebeu?
— O que aconteceu com você hoje? — ela perguntou, sem me olhar e sorrindo.
— Como assim?
— Digo… com o senhor que falou comigo.
— Nada, mas você nunca respondeu.
Ela fez uma pausa, pegou o drink dela me olhando e sorria. Os olhos dela tavam puxadinhos, ela não costumava beber muito e já tava na segunda caipiroska.
— Sim… — comentou, e voltou pro prato.
— Sim o quê?
— Sim, é o senhor…
— Mas qual é a dessa história? É tudo verdade?
— Um pouco sim, um pouco não…
Parecia um jogo e eu já não sabia se queria jogar. Não entendia as regras, ou precisava que fossem claras.
— Gorda, não tô entendendo, o que é verdade?
— Que eu vi ele na sacada, que cumprimentei ele e que geralmente ele sai num horário certo pra tomar um ar.
— E o resto?
— Cê curtiu o lugar? — Ela ficou sem graça, olhando pros lados.
— Sim, é o lugar.- - Não, a outra parte não é totalmente verdade. - Como assim totalmente verdade? - Ai, love! Aqui não... - Ela me parou no meio. A noite continuou. Não aconteceu mais nada no restaurante e, pra ser sincero, não teve uma conversa importante. A gente riu, bebeu mais um pouco e, umas doze, o porteiro mandou mensagem dizendo que o prédio tinha ficado sem luz, e parecia que a redondeza também. A noite não podia ser pior. Pauli insistiu pra voltarmos e, honestamente, eu já tava puto.

Quando voltamos, estacionamos na esquina, onde minha parceira costumava deixar o carro. Estávamos quase descendo quando olhei na minha frente: um velho. - Pera... Pera... - Falei, segurando a mão dela pra não descer. - O que foi? - Ela me olhou, cansada. Apontei pra cima, pro velho. - Ah, sim. Ele mora ali. - Respondeu, tentando descer. - Pera... Pera... - Ai, love! Vamos, que tá escuro. - Entra... - ordenei.

Enfiei a mão entre as coxas dela. - Vai, love. Já chegamos. - Não, você falou tanto que agora... - Comecei a tocar ela. - Ahg... Ah... - Ela suspirava, de olhos já fechados. - Tô com vergonha, love... - Abre os olhos e olha. - Ela obedeceu. Acho que eu tava me tornando um pervertido, mas o tesão me dominava e eu precisava descarregar tudo. Comecei a tocar ela por cima da calcinha fio-dental, era pequena, mal cobria os lábios finos dela. Peguei uma das pernas dela e abri. - Ahg, ah, ahg! Love, love... podem nos ver... - É isso que você queria, sua putinha, que aquele velho te visse. - Falei, enquanto continuava tocando ela. Comecei a apertar os peitos dela, ela gemia que nem uma louca e não parava de olhar pra cima. Puxei a calcinha dela de lado e ela tava encharcada. Enfiei dois dedos devagar. Ela abriu a boca, arqueou as costas e gemeu em silêncio, sem fôlego. - Agh, ai! Isso é demais... é demais, agh, ah... - A gente não aguentava mais de tesão. Eu adorava a buceta dela, mas mais ainda adorava estar naquela situação. Olhava pra ela e também pra cima pra ver se o velho ainda tava lá. Levantei o vestido dela até o umbigo, enfiei uma mão por trás e descobri por completo que a tanga era só três fios finos, que se enfiavam na bunda dela. Voei, voei e não consegui evitar. Ela estava tão molhada, que a lubrificação natural era total. Enfiei um dedo e comecei a comer ela.
— Devagar, devagar… — ela suspirava, olhando pra cima.
— Devagar nada, slut! — fiquei tão alterado que já não era eu. Desculpa, era uma parte oculta em mim. — Ele tá te vendo…
— É? — Ela tentou olhar um pouco mais, mas eu parei. Tirei todas as minhas mãos do corpo dela, e ela ficou olhando desconcertada. Sem dizer uma palavra, puxei o banco dela pra trás. Mandei ela virar, a bunda dela tava à minha disposição. Abri as nádegas dela e, na escuridão do apagão, olhei se tinha alguém. Será que eu queria que aparecessem e nos vissem? Não sei, queria tentar a sorte.

Comecei com um dedo e, vendo que cedia, enfiei o segundo. Eu tava comendo ela, mas precisava de algo maior.
— Slut, não aguento mais…
— Agh, agh, agh! Eu também não, por favor, vamos, vamos.
— Sai do carro. — Abri a porta, com uma dor enorme na entreperna, não dava pra segurar o inevitável. Peguei a mão da Pauli e levei ela direto pra porta do prédio onde o velho morava.
— Não, o que cê tá fazendo? — Perguntou a Pauli, assustada. Olhei pra dentro e não tinha ninguém.
— Ajoelha e chupa minha pussy. — Sussurrei, segurando a cabeça dela e insistindo pra ela se abaixar. Tava louco e acho que ela também, porque obedeceu na hora. Ela baixou minha calça e começou a chupar. O silêncio era impressionante. Alguns vizinhos nos prédios, com certeza podiam estar nos vendo, e isso tava me matando de tesão.
— Baba ela…
— Não, não, aqui não…
— Baba ela, falei! — Ela enfiou tudo na boca e deu uma ânsia, sentindo como me enchia de saliva.
— Levanta e encosta no vidro.
— Assim? — Ela sabia o que vinha. Me afastei um pouco até a saída do prédio e não vi ninguém. Voltei, levantei o vestido dela, puxei o fio e apoiei na pussy. Enfiei de uma vez.
— Ai, que gostoso! ¡Mais, mais forte! Ahg! Sim, sim! — apoiava o braço na porta de vidro e se mordia com força a cada estocada. Queria tanto comer ela, mas a bunda dela me dominava e tava ali na minha frente, e eu imaginei ela, bem puta, bem sendo ela, a nova ela. Tirei ela e enfiei direto no cu dela. — Agh, devagar, devagar... — Vou te fazer a Booty no prédio do velho que te excita, puta... — Agh, sim, Ai! Como me excita, Ai! Ai que puta eu sou! — Ela falava com ódio, enquanto eu segurava ela pela cintura e acelerava o ritmo. — Vou encher teu cu aqui, puta, e o velho tá lá em cima. Pauli mordia os lábios, com uma mão eu puxei o vestido dela pra baixo e empurrei ela pra apoiar os peitos no vidro. Meti forte, mas já não aguentava mais. Segurei ela firme, minha respiração acelerou, metendo fundo até eu começar a gozar e sentir as pernas dela bambiarem quando enfiei até ela me dar a pica. Saí e arrumei minha roupa. Pauli ficou naquela posição. Fiquei olhando pra ela e ela não se mexia. — Love, vamos... — falei, olhando pra todo lado. — Love? — Para... ahg, para... — ela sussurrava. Quando me aproximei, ela tava enfiando os dedos bem fundo, olhando pra dentro. Me coloquei na frente dela e me abaixei pra começar a chupar o clitóris dela e comer a buceta dela. — Ah, tomara que ele me veja, Ai, sim! Tomara que ele me veja... — Tanto que esse velho te excita? — Ai, sim! Não sei por quê, mas quero que ele me veja... — Me afundei na buceta dela pela última vez. Senti a mão dela apertando minha cabeça contra a pélvis dela. Um instante depois, as pernas dela tremeram de novo e ela puxou meu cabelo. Quando tirei a mão, meu gozo escorria do cu dela pelas coxas. Não demoramos nada pra sair correndo. Chegamos no apartamento e dormimos. No dia seguinte, um domingo simples de casal e família. Mas no churrasco comecei a ver minha mulher como um objeto sexual e, possivelmente, ela tava me encarando do mesmo jeito. Ou talvez seja assim que ela quer que eu veja ela. Não tinha tempo pra arrependimentos. No dia seguinte, tinha... Outro problema pra resolver, Macarena.

4 comentários - A melhor amiga dele. Não sei porquê, mas o como. VII

paulita le está metiendo cuernos a full
EFENEPE +1
¿Vos decís? ¿Con quién será?

Te agradezco el comentario, me encanta poder empezar a generar este tipo de energía.