(Parte 8 e última) Sábado à noite, Karina e o marido dela levaram a Anita pra uma quermesse na capela do povoado. Anita, gostosa como era, não teve dificuldade pra conhecer um rapaz bonito que ofereceu um namoro romântico: cartas de amor, flores e bombons foram os truques do apaixonado pra levar ela pra cama. Anita fingiu ser virgem e, com essa desculpa, conseguiu segurar um cara legal que ela gostava pra caralho e não queria perder. Depois de três meses de namoro, a Karina convidou o jovem (Miguel) e um amigo (Tomás) pra passar o dia inteiro na casa dela. Anita, sem saber do encontro, levantou e se deparou com os dois rapazes na cozinha. Ana e o namorado dela saíram pra caminhar pelo campo. A Karina ficou tomando café com o Tomás. Os dois jovens tinham a mesma idade, 23 anos. Trabalhavam como pedreiros, igual ao marido da Karina. Anita rezou pra que o Celestino, patrão do irmão dela e suposto pretendente, não aparecesse. Caminharam até um riacho e sentaram pra jogar pedrinhas na água. O dia tava limpo e ameno. Miguel tirou a camiseta e se jogou na água de calça mesmo. Anita se sentia feliz e apaixonada. Era a primeira vez que ela tinha um relacionamento sério e de verdade com alguém jovem. Ela também se jogou na água e brincaram como duas crianças até o meio-dia. Cansados e rindo, voltaram pra casa pro almoço. Quando entraram pela cozinha, viram a Karina pelada em cima da mesa e o Tomás "bombando" que nem um motor. Seguiram em frente e foram pro quarto da Ana. Parece que a imagem que a cunhada mostrou tinha excitado o Miguel, porque ele deitou na cama com o "pau duro". Anita sentiu ciúme da reação do namorado; não gostou que ele tivesse ficado com tesão pela Karina. Ia questionar ele, até que ouviu o chiado dos freios da caminhonete do Celestino. Saiu correndo pro quintal pra receber ele e evitar que entrasse na casa. Com a desculpa de que a cunhada dela tava intimando. com um jovem, levou ele pro "galpãozinho" de ferramentas do irmão. O lugar era pequeno e bagunçado. Sacos de cimento, tijolos, rolos de arame e ferramentas enferrujadas pelo chão. O lugar não era digno pra um homem mais velho como Celestino, mas Anita tentou satisfazer ele pra que fosse embora o mais rápido possível. Levou ele por trás, abaixou a calcinha molhada da água do riacho, e apoiou a barriga na graminha que tinha. Seu Celestino, como o velho garanhão que era, puxou o pau mole e passou pelas nádegas dela até endurecer que nem um porrete. "Macetou" a buceta dela por vários minutos e depois meteu no cu. O velho se sacudiu igual um jovem até gozar. Anita sabia que era só isso, com um já bastava. Acompanhou ele até a caminhonete e Celestino voltou pro trabalho. Quando voltou pra casa, não encontrou ninguém, a Karina e os dois rapazes tinham sumido. Procurou por eles nos arredores até que viu os três dentro do carro de um deles. Os dois jovens estavam em cima da cunhada dela, pelada, com as pernas pra fora da janela. Anita não aguentou o ciúme e mordeu o pé da Karina. O namorado (Miguel) saiu do carro e fez ela soltar a cunhada. Anita chutou as bolas dele e saiu correndo pra casa. Poucos minutos depois, a Karina chegou e elas se agarraram pelos cabelos. Dessa vez não tinha ninguém pra separar. Os jovens tinham ido embora. A briga foi violenta. Lutaram que nem duas gatas furiosas. A Karina sangrava do pé e do nariz. Anita conseguiu pegar uma tira de couro e, feito um chicote, açoitou ela até fazer chorar. Anita carregou o que deu e fugiu atrás de Seu Celestino. O velho deu abrigo pra ela por vários anos e fez dela mãe do único filho dele. Nunca mais viu a cunhada, nem o sobrinho, nem o pombero. Com o irmão, continuou se vendo até a morte dele. Hoje, Anita mora em Buenos Aires, com a dor de ter perdido a melhor amiga. A Karina. Fim. Soniadora1962

A Karina.


A Karina.
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