O irmãozinho levantou o olhar. Ali estava a irmã dele de pé, ao lado dele. Então a irmã começou a passar a camiseta pelos braços, passou lentamente pelo pescoço com movimentos firmes e começou a se livrar da roupa. Não estava usando sutiã, de noite achava totalmente desnecessário e um completo incômodo. Os dois peitões balançaram quando finalmente se livrou da peça, pareciam estar confinados contra a vontade e desesperavam para escapar da vida sufocante. O pau alvoroçado do Alex deu outro pulo, também parecia ter vida própria e reagia aos estímulos torturantes dos quais o dono era constantemente vítima, nesse caso, dois dos grandes encantos da irmã mais velha. Logo, Alex começou a se tocar disfarçadamente debaixo do cobertor, um lugar secreto onde a irmã não o perturbaria descobrindo.
— Você gosta? — perguntou Elisa.
— Sim, você é perfeita em tudo, irmã — disse o irmãozinho num impulso de sinceridade.
— Awww… Que fofo você é — falou Elisa, com o coração se enchendo de ternura. Era tão magnífico quando Alex soltava essas frases que mostravam uma grande admiração por ela.
— É a verdade, irmãzinha… Você é a melhor…
— A melhor? Melhor que a Melissa?
— Bom, eu acho que sim. A melhor do mundo inteiro. A melhor mulher e a melhor irmã — disse Alex. Depois de falar isso, se sentiu meio idiota. Não estava acostumado a expressar seus verdadeiros sentimentos e tinha algo no ar, talvez a excitação, que o empurrava a ser mais expressivo do que de costume.
— Nossa. Nunca tinha falado assim comigo, irmãozinho — reconheceu Elisa. Esse foi um momento tão intenso de amor profundo que Elisa deixou escapar umas lágrimas de felicidade —. Te amo, irmãozinho — continuou Elisa. Então sentou de novo ao lado do Alex e o abraçou com os peitos de fora.
Elisa não mostrou nenhum tipo de vergonha ao abraçar o irmão naquelas circunstâncias que, aos olhos de alguém que não fosse Alex ou ela mesma, seria claramente uma questão imoral, uma afronta indecente, uma obscenidade com tons incestuosos. Elisa poderia ser facilmente chamada de puta por qualquer vovó imbuída de uma moral católica, ou por quase qualquer pessoa que pratique alguma crença ou não, melhor dizendo.
Alex sentiu as esplêndidas tetas da irmã sob o tecido da camiseta dele. Estavam peito a peito. Aquelas duas bolas macias, mas enormes na consideração de Alex, eram as melhores tetas que ele já tinha visto na vida inteira. O pau de Alex sofria e se alegrava ao mesmo tempo. Sofria porque não teria satisfação, embora feliz porque estava mais perto daqueles seios tão gostosos e tão cobiçados com os quais ele tinha se deleitado na imaginação mais de uma vez. Alex, pois, se masturbou pensando neles inúmeras vezes, claro, até bem pouco tempo não os tinha visto nus na Elisa. Naquela noite em que os avistou, segurou uma punheta feroz cujo orgasmo o levou ao nirvana e quase ficou em coma. Se existia o paraíso, estando lá dentro, a gente experimentaria algo parecido com aquela sensação, pensava Alex nessas últimas noites em que odiava a irmã.
—Eu tenho elas maiores que a atriz da TV? —perguntou Elisa depois de se separarem do abraço.
—Com certeza sim.
—E maiores que as da Melissa também?
—Sim, muito mais, me parece. Embora elas pareçam maiores fora da roupa. Não sei se com a Melissa acontece o mesmo —analisou Alex.
—Beleza. Já me viu elas —declarou Elisa—. Agora vem a segunda lição dos peitos de uma mulher.
—O que você quer dizer, irmã? —perguntou Alex.
—Tocar eles. Mas se não quiser, tudo bem. Não vou te obrigar.
—Não, eu quero sim.
—Muito bem.
—Já posso? —perguntou bem inseguro o irmãozinho.
—Pode ir —consentiu Elisa.
Com o corpo tremendo, uma ereção que já começava a doer, e uma curiosidade natural da idade dele, Alex esticou levemente a mão esquerda para tocar um dos seios da irmã permissiva. A outra mão, ele manteve debaixo do cobertor, esfregando de vez em quando. quando, na área onde ficava o pênis dele, numa esperança ilusória de que aquela ação aliviasse o tesão. Muito pelo contrário, essa luxúria aberrante subia com uma ferocidade enlouquecedora e gostosa.
Ficaram quase um minuto em silêncio, ao fundo, os gemidos da atriz harmonizavam o ambiente, então os irmãos nunca perceberam um "silêncio constrangedor". Durante esse tempo, Alex amassou, apertou, espremeu e esfregou os peitos da irmã com aquela mão só. Outra coisa que aconteceu é que ele não se contentou só em tocar os peitos da irmã, mas também não bastou se esfregar por cima da calça. Então, num impulso raro em Alex, ele tirou a rola pra fora e começou a se masturbar devagar com a mão que estava destinada a isso, presa debaixo do cobertor.
— Por que você usa só uma mão? Pode usar as duas se quiser — disse Elisa, percebendo a estranheza da situação.
— Tá de boa assim, maninha — disse Alex. Mas dava pra ver de longe quando ele mentia. Pelo menos pra Elisa, perceber quando o irmão escondia algo era bem fácil, ainda mais quando ele tava claramente tão nervoso.
— O que foi? O que você tá fazendo com a outra mão? — perguntou a irmã mais velha enquanto, rapidamente, arrancava o cobertor do colo de Alex.
Alex tentou se cobrir com as mãos. E, embora conseguisse esconder boa parte do membro, esconder o fato de que ele tava se masturbando era absurdo naquela situação. Pra Elisa, ficou claro desde o primeiro milésimo de segundo. O irmãozinho mais novo tava excitado e provavelmente era por culpa dela, ou da atriz do filme. Uma das duas.
Elisa ficou pasma com o que os olhos castanhos viam. O irmãozinho, mais que pasmo, tava paralisado, era vítima do feitiço do atordoamento, mas não sentia a surpresa da irmã, ele sentia uma vergonha profunda. A irmã mais velha sorriu levemente, já sacava mais ou menos o que tava rolando, agora as coisas estavam mais do que claras: o pobrezinho do irmão mais novo queria se masturbar.
—Por que você tá fazendo isso, Alex? —perguntou a irmã num tom debochado.
—Me desculpa, irmã, não vou fazer de novo. Juro, não me dedura pros meus pais, não me repreende também, eu imploro —uivou o irmãozinho depressa. Elisa ficou em silêncio por um momento antes de responder.
—Fica de pé —ordenou Elisa de forma seca e autoritária.
—Irmã… Sério…
—Cala a boca e obedece —interrompeu a irmã mais velha.
Alex se levantou, e depois se abaixou pra pegar a calça e subir, porque quando ficou de pé, ela caiu toda no chão.
—Não sobe —ordenou Elisa. Alex baixou a cabeça. A ereção não baixava apesar da situação—. Quero que me diga por que você tá assim.
—Não sei —mentiu Alex de cabeça baixa.
—Sabe sim. Responde —exigiu Elisa.
O irmãozinho não respondeu o que a irmã pedia; pelo contrário, Alex começou a chorar baixinho. Aí a ereção baixou de uma vez. Algumas lágrimas fizeram um caminho que começava nos olhos, passava pelas bochechas, e terminava caindo nas pernas do garoto. Elisa percebeu aquilo e decidiu parar de brincar com o irmão.
—Irmãozinho. Tô brincando —revelou Elisa—. Claro que eu sei que você tá assim porque tá excitado.
—Desculpa —soluçou o irmãozinho.
—Não vai mais querer pegar nos meus peitos? —perguntou a irmã.
—S-s-sim —gaguejou confuso Alex.
—Então vai em frente. E pra você não se sentir mal, vou te ajudar —disse Elisa—. Vamos sentar.
Os irmãos se sentaram. Alex, tímido, massageou devagar as tetas da irmã. Na hora, o pinto do garoto ficou duro, desafiando a gravidade. Elisa não perdeu detalhe desse evento. Aí ela soube que a tesão do irmãozinho tão inocente era mais por ela, a irmã dele, do que pela atriz da televisão. Além disso, nenhum dos dois tava prestando atenção no filme erótico já esquecido.
—Isso aconteceu por minha causa Culpa, né? —disse Elisa, apontando com o dedo pra pica do irmão—. E fica tranquilo, pode falar a verdade, não vou ficar puta por causa disso.
—Então é, pelos seus peitos…
—Gosto que você seja honesto. De agora em diante, sem mais mentiras, combinado? —disse Elisa.
—Sim, irmã, do jeito que você quiser. Mas não quero que você se irrite quando eu falar alguma coisa —respondeu Alex, passando a mão no rosto pra limpar os restos de umidade do choro.
—De jeito nenhum. Te prometo. —Então Elisa, que se sentia culpada por ter feito o irmãozinho chorar, teve uma ideia pra ensinar ele e fazê-lo se sentir melhor—. Beleza, então terceira lição.
—Qual é essa?
—Beija eles —Elisa pegou o irmão mais novo pela cabeça e puxou ele pros peitos dela. Alex, sem conseguir protestar nem ter coragem de se afastar da irmã de forma brusca, ficou com o rosto enfiado entre as tetonas da irmã.
Alex não sabia o que fazer. Tava com medo de irritar a irmã, por outro lado queria aprender, e em terceiro lugar, primeiro precisava ver se aquilo era tão gostoso quanto apalpar as tetas da irmã. Era fato comprovado que ele adorava os peitos da Elisa, mas outra coisa bem diferente era ficar sufocado entre aqueles melões.
—Tô sufocando —disse Alex finalmente. Elisa parou de pressionar a cabeça dele contra o busto.
—Ha, ha, ha, desculpa, irmãozinho. Beija eles do jeito que você quiser.
Seguindo a irmã, Alex começou a babar as tetas dela sem ordem nenhuma. Parecia um bebezinho desesperado por leite, principalmente quando, de vez em quando, parava pra beijar os bicos dos peitos dela.
—Espera —disse Elisa—, vou deitar pra você beijar melhor. Sobe assim.
Elisa se deitou no sofá e abriu as pernas, pra então o irmãozinho subir em cima dela e ele poder ver os peitos de um ângulo diferente. Esse pensamento foi certeiro, porque os peitos de Elisa caíram um pouco mais pros lados, dando outra perspectiva dos peitos de uma mulher.
Alex, sem subir calças, embora tenha hesitado um pouco, ele se colocou entre as pernas de Elisa. Então Alex sentiu seu pau encostar sem querer na virilha da irmã mais velha. Se a irmã não estivesse usando o short, provavelmente Alex não teria coragem de fazer uma coisa dessas, porque estaria em contato direto com a buceta da irmã. Nessa posição, Elisa abraçou o irmão com as duas mãos para que ele não conseguisse se levantar. Alex não teve outra escolha a não ser encarar aqueles peitos.
Ficaram uns dez minutos nessa brincadeira, até que Elisa decidiu que já era o suficiente.
— Já temos que terminar isso, Alex — disse Elisa. Depois dessas palavras, quando o irmãozinho estava se levantando, Elisa o pegou pelos cabelos, derrubando o irmão em cima dela de novo, e o puxou com força para perto da boca dela. O irmãozinho tentou resistir porque não queria que a língua da irmã entrasse na boca dele, mas já era tarde demais.
Elisa começou primeiro a beijá-lo com carinho, dando beijinhos de leve. Mas rapidamente, apesar das resistências mudas do irmãozinho mais novo, conseguiu enfiar a língua. O beijo passou de algo carinhoso para um beijo cheio de safadeza forçada pela irmã mais velha.
— Que beijo gostoso, irmãozinho — disse Elisa depois de alguns minutos.
Alex ficou calado, com cara de poucos amigos.
— Aconteceu alguma coisa, irmãozinho? — perguntou a irmã mais velha.
— É que… Não vai ficar brava… Mas não gosto de beijo de língua — confessou Alex, envergonhado.
— Pensei que você queria aprender…
— Sim, mas não gostei desses beijos.
— Entendo.
Elisa já estava dando a sessão por encerrada. Afinal, tinha conseguido o que queria: fazer as pazes com Alex de uma vez por todas, e de quebra ensinar um pouco mais sobre o mundo das mulheres e dos relacionamentos. Mas, de relance, olhou para o pau do irmãozinho. Não estava mal para a idade dele. Embora não fosse um pau descomunal, era bem grande. "Por que os magrinhos sempre têm um pau tão grande?", pensou Elisa. Ela O irmão mais novo estava subindo as calças e também a cueca, quando Elisa o parou.
— Espera. O que você vai fazer com isso? — disse Elisa, apontando de novo para a ereção do irmão.
— Não sei, vou pro meu quarto…
— Vem cá, vamos pro sofá. Vou te dar outra lição sobre um assunto diferente.
O interior de Elisa fervia de culpa. Embora Alex não fosse mais um garoto que passava o tempo enfiado no próprio mundo, ignorando ela o tempo todo, ela continuava cometendo erros com ele. Primeiro, o excitava sem querer, e depois beijava ele de um jeito que ele não gostava. E pra completar, segundo o irmão, ela tinha tratado ele mal durante todo aquele tempo em que não se falavam. Era hora de ensinar um pouco mais pro irmão e fazer algo que todo homem do universo gosta — o irmãozinho dela fazia parte desse grupo, mesmo que ela não gostasse da ideia.
Sem nenhum tipo de cerimônia, assim que o irmão sentou ao lado dela, Elisa cuspiu generosamente nas próprias mãos, pegou no pau do garoto e começou a masturbar ele. As mãos da irmã começaram um sobe e desce sem piedade, sob o olhar surpreso de Alex.
— O que você tá fazendo, irmã? — disse Alex.
— Tô te ensinando como uma garota deve te masturbar — cortou Elisa. — Pega nelas — disse Elisa, juntando os peitos com uma contração delicada dos ombros e erguendo o busto num claro gesto de oferta. Alex, automaticamente, começou a amassar as tetas da irmã de novo.
— Irmã… Acho que isso já não tá certo… — falou Alex.
— Ha, ha, ha, e então por que você tá apalpando minhas tetas tão animado?
Aí Elisa aumentou a velocidade feito uma louca. Alex, sem parar de tocar os peitos da irmã, ergueu o rosto pro teto e fechou os olhos. Logo em seguida, as mãos de Elisa ficaram inundadas por um líquido branco, grosso, pegajoso e com um cheiro que lembrava cloro. Era o esperma do irmãozinho. Alex nem conseguiu responder a pergunta da irmã porque já estava no auge do clímax. Ele foi pra outro mundo, além do tempo. e o espaço, as mãos da irmã eram melhores que o suposto paraíso.
Enquanto isso, nas profundezas do deserto mexicano. Davin vagava entre arbustos e cactos exóticos quando se deparou com uma raposa branca mágica e linda. A criatura estranha o instigava a demonstrar afeto através de grunhidos guturais. Mara também via figuras de deuses incognoscíveis que só os líderes das tribos nativas podiam interpretar como seres cósmicos. Os dois, uivavam loucuras sob a luz da lua. Essa experiência, eles relatariam depois no livro sobre as meditações no deserto em que estavam trabalhando, como uma das mais transcendentais de suas vidas.
Os pais de Alex e Elisa recebiam o vento seco do deserto bem no rosto. As janelas do carro estavam totalmente abaixadas. A viagem era um excelente incentivo para se recuperar da vida agitada que se leva na cidade caótica. Por sorte, seus filhos eram muito bem instruídos, principalmente a mais velha. Segundo os pais, Elisa era uma garota que sempre carregava uma paz interior que acendia os corações de qualquer um que a conhecesse. Ela era nobre, paciente, inteligente, estável, enérgica e forte; gerava uma confiança incomum, e isso fazia com que seus pais não sentissem nenhum medo ao deixá-la no comando. Era como se ela tivesse nascido pra isso. «O universo ressoa com nossas vidas e intenções», disse Mara numa daquelas noites no deserto quando falavam sobre seus filhos.
No momento, era um dia ensolarado em que eles percorriam a estrada procurando a trilha, que após algumas horas de estrada de terra, os levaria aos aposentos de uma tribo nativa que habitava entre zonas montanhosas. Num ponto onde dava pra avistar um lago ao longe, decidiram parar um instante para ligar pra casa e receber atualizações do que estava rolando por lá. Claro que não era preocupação que os motivou a ligar, mas sim o se aventurar nas montanhas ameaçadoras, provavelmente não falariam com os filhos por umas duas semanas.
—Oi, meu amor? — disse a mãe de Elisa no viva-voz.
—Oi, mãe — respondeu Alex, atendendo o telefone da irmã.
—Oi, meu filho. Como você está? Como vai na escola? Tudo bem em casa? E sua irmã?
—Ela tá aqui, e eu tô indo muito bem na escola — respondeu Alex.
—Oi, mãe, tô aqui, tava ouvindo vocês, ha, ha. Então, tudo bem, tudo tranquilo. E vocês? Quando voltam? — disse Elisa.
—Ah, filha, é que a gente já ia voltar, era pra ser em alguns dias... Mas olha, a gente ficou mais tempo na outra comunidade, foi tudo muito lindo, depois a gente conta quando chegar em casa. A gente tá indo pra outra agora, e ela fica no meio das montanhas, então vamos demorar mais do que o planejado, pelo menos mais duas semanas. A gente liga quando tiver sinal de novo.
—Beleza, se cuidem.
—Vocês também, meus filhos, deixa eu passar pro pai de vocês que quer falar com vocês.
Elisa foi pro quarto experimentar uns biquínis que tinha encomendado pela internet, assim que terminou a conversa com os pais. O irmãozinho tinha recebido o pacote e perguntou pra irmã o que tinha na caixa misteriosa. Quando a irmã contou o que tinha dentro, o irmãozinho perguntou pra que ela precisava de tantos biquínis, se nem iam pra praia tão cedo. Então Elisa contou pro Alex que, na verdade, não iam pra praia, mas iam sim pra uma festa na casa da Maria, e ela tinha piscina em casa.
—Eu vou? — perguntou o garoto.
—Sim, não vou te deixar sozinho, além disso, vão estar os irmãos mais novos de uma prima dela, e um tem mais ou menos a sua idade, acho. Ele tem a mesmaTrocar—Que nem você, me parece.
—Não sei se tô a fim de ir. Já sou grande, você não precisa ficar me levando pra todo canto…
—Cala a boca. Você vai comigo e pronto —falou a irmã mais velha, cortante.
Alex ficou paralisado, feito uma estátua de pedra, com a agressividade no tom que a irmã usou pra soltar aquilo. Dessa vez, Alex não chorou. Na verdade, ele tava com medo. Ele entendia que era um daqueles momentos em que, por nada nesse mundo, ele devia ousar continuar contrariando a irmã, senão ela ia castigar ele tirando os jogos, aumentando as broncas ou cortando a mesada. Qualquer um desses castigos se tornando realidade transformaria a vida dele num terreno fértil pra miséria e uma decadência terrível pro entretenimento.
Em momento algum Alex tinha apanhado da mão da irmã, mas ele suspeitava que isso era porque nunca tinha se atrevido a ir longe demais ao contrariar ela. Era aquele medo misterioso e estranho que a irmã mais velha inspirava que levava Alex a essas intuições ousadas e quase heréticas. Provavelmente, se ele fizesse ela ficar puta de verdade, algo muito ruim aconteceria. Não tinha motivo nenhum pra ele querer descobrir.
—Sim, maninha. Do jeito que você mandar —disse Alex num tom submisso, não tinha outra escolha pro coitado do irmão.
Com a docilidade do irmão, Elisa relaxou a postura.
—Ei. Vem cá. Me dá um abraço —pediu a irmã.
Abraçou Alex com uma ternura exagerada, deu um beijo estalado na bochecha dele, e depois soltou pra ele ficar livre.
—Você tem que entender que eu mando porque sou a mais velha, não é porque quero te fazer sentir mal. Entendeu? —disse Elisa mordendo os lábios.
—Sim, maninha, entendo. Já vou pro meu quarto.
—Beleza. Olha, mais tarde vou te chamar pra me ajudar a escolher o biquíni que vou levar pra festa. Tá bom, maninho? —disse Elisa, percebendo que aqueles surtos de raiva em que ela brigava com o irmão causavam nela um conflito interno chato. Depois de cada bronca… Em relação ao garoto, um bicho chamado culpa estrangulava qualquer resquício de calma nele. Então, automaticamente, ele sofria uma urgência doentia e anormal, que o impulsionava com ferocidade a consertar o dano que supostamente causava com a bronca no Alex.OkAlex tava pensando muito na irmã dele. As coisas tinham dado uma reviravolta tão estranha ultimamente que ele não acreditava que, depois da irmã ter batido uma pra ele, tudo continuasse tão normal.
Agora, a Elisa pedia pra ele ajudar a escolher biquínis como se fosse qualquer coisa besta, como se tivesse pedindo pra passar o saleiro ou a maionese. Será que ela não entendia que não era certo ele ver o corpo dela "daquele jeito"? Será que ela não percebia que bater uma pra ele não era coisa de irmã carinhosa? Alex tava muito confuso. E ainda por cima a irmã não tinha tocado no assunto desde que aconteceu, ela tava escondendo as coisas dele.
A única coisa que ela disse depois de limpar todo o esperma da sala naquela noite foi que o mais importante era ninguém ficar sabendo. Nem os amigos, e muito menos os pais, podiam nem desconfiar do que eles tinham feito. Era um segredo, então, que os dois irmãos levariam pro túmulo se fosse preciso. Isso incluía tanto a punheta daquela noite quanto os beijos e as apalpadas nos peitos que o Alex tinha dado na irmã. Alex, claro, prometeu pra irmã que não contaria pra ninguém, mas não sabia o quanto ela tava falando sério. Talvez mais pra frente ele tivesse uma pista mais clara de toda essa história.
Um toque de telefone tirou o Alex completamente dos devaneios dele. Era a Melissa. Ela precisava contar uma parada transcendental. O Joel tinha traído ela nada mais nada menos que com a suposta namorada do Alex, a Paola. Claro, o Alex não considerava a Paola como namorada de verdade. Quer dizer, ele nunca tinha perguntado, ou será que eles eram namorados e ele não tava sabendo? Justamente por essas coisas tão confusas que ele precisava da irmã dele.
A Melissa desabou num monte de xingamentos contra o Joel e a Paola. Alex confortou ela e disse que "tudo ia ficar bem". Quando desligou a chamada, uma esperança nasceu dentro do coração do Alex. Agora a Melissa finalmente podia ser a namorada dele. Ele só ia esperar alguns dias até ela parar de sofrer por aquele idiota que não soube valorizá-la, e então ele, Alex, aliviaria todas as dores emocionais dela, porque ele era um bom garoto e a trataria como ela merece, como uma verdadeira princesa. Depois de namorarem, eles se beijariam e talvez até ela deixasse ele tocar nos peitos dela, beijá-los, e no melhor dos casos, esfregar o pau dele entre eles, era uma fantasia que surgiu na hora. Agora ele poderia comparar as sensações e as diferenças que esses peitos causavam contra os da irmã mais velha. Seriam melhores os da Melissa? Quais peitos seriam mais macios, os da namorada ou os da irmã mais velha? Se os peitos da Melissa fossem piores que os da Elisa, isso o levaria a questionar coisas como: Será que deveria escolher uma namorada que tivesse peitos melhores que os da irmã? É melhor que sejam grandes ou que sejam macios ao toque? «A mesma situação valeria para os beijos», imaginava Alex.
Alex sentiu a necessidade de ir contar o mais rápido possível para a irmã. Ele estava empolgado. Provavelmente ela ficaria feliz por ele, finalmente, depois de tantas tribulações e loucuras, poderia rolar um namoro com a Melissa, que do ponto de vista dele, era a melhor entre as garotas, e sem dúvida a mais gostosa da escola.
Sem pensar muito, porque a emoção de compartilhar com a irmã era intensa demais, ele abriu a porta do quarto da Elisa. Lá estava ela, vestindo um biquíni amarelo que mal a cobria. Mas não é que estivesse vestindo, parecia que, na verdade, estava tirando.
Elisa, através do reflexo de um grande espelho de corpo inteiro onde admirava o corpo ao experimentar a roupa, percebeu que o irmão mais novo a observava da porta agora escancarada.
— O que você está fazendo? Já não te falei pra bater na porta primeiro? — disse Elisa com um tom severo.
— Sim, me desculpa, irmã. É que…
— Tá, tudo bem. Não aconteceu nada. Não é como se você já não tivesse visto meus peitos antes… Pode entrar, mas de qualquer forma, lembra sempre de bater primeiro — disse Elisa, já um pouco mais calma. Tranquila, ela se assustou mais com a surpresa do que com os olhares curiosos do garoto.
Deixando esse assunto de lado rapidamente, Alex contou pra Elisa o que Melissa tinha falado.
—Ô, irmãozinho. Olha, eu sei que você gosta muito dessa tal de Melissa... —disse a irmã—. Mas ela ter terminado com o ex não significa que você interesse ela. Desculpa, mas é a verdade.
—É, mas eu acho que ela já gostava de mim antes —retrucou Alex.
—Se fosse assim, ela tava com você e não com outro —cortou Elisa.
Alex ficou de cabeça baixa, sentado na cama da irmã mais velha. A tristeza da realidade era pesada. Elisa se sentiu mal por ter deixado o irmão naquele estado lamentável com a dureza das palavras dela. Mas não podia enganar ele, porque seria terrivelmente pior pra ele no futuro, e no fim das contas ele ia se sentir muito mais miserável correndo atrás daquela putinha chamada Melissa, «uma verdadeira biscate», pensava Elisa toda vez que mencionavam a garota que brincava com as emoções do seu indefeso irmãozinho. Ela não merecia as atenções que Alex dava tão desesperadamente, muito menos esse amor cego que ela despertava nele, nem nos sonhos. Depois que Elisa descobriu que Melissa tava pegando o próprio amigo do irmão, ela jurou impedir que aquela vagabunda ficasse esquentando a cabeça do irmão só pra inflar o ego podre dela. «Só por cima do meu cadáver», pensou Elisa naquele momento solene.
—Você tem razão, irmã —reconheceu Alex depois de uns instantes—. E de qualquer forma, eu tô em grande desvantagem, acho que Melissa já transou com o Joel, e eu nunca transei com ninguém. Melissa ia zuar de mim se a gente namorasse e fosse fazer isso.
—É, concordo com você. Com certeza ela já transou com seu amigo várias vezes, e com outros também… Dá pra ver na cara dela. Ela não presta pra você, de jeito nenhum. Conheço as do tipo dela…
Elisa não quis falar mais nada, as cartas já estavam na mesa. O irmãozinho dela estava Triste por descobrir uma possibilidade sobre o que Melissa teria feito com Joel, e Elisa não podia permitir duas coisas: que o irmãozinho fosse tão inocente, e que Melissa ficasse brincando com os sentimentos dele enquanto ele se matava para agradá-la. A vida era melhor com Melissa longe do irmão dela.
A irmã mais velha, diante do silêncio do irmãozinho, começou a se olhar no espelho fazendo poses diferentes, como se fosse modelo de alguma revista. Para surpresa do irmãozinho, Elisa tirou a parte de cima do biquíni, ficando com os peitos de fora. A reação do pau do Alex foi imediata: ficou tão duro... Tanto, que apertava dentro da calça. A eficácia da ereção ia machucar a rola dele se ficasse muito tempo presa na calça; essa eficácia era programada pela evolução, para reproduzir com a mulher que estava na frente dele.
— Irmã, o que você está fazendo? — perguntou o irmãozinho escandalizado, enquanto pensava: «Minha irmã ficou louca?».
— Troquei de biquíni. Tem alguma coisa errada?
— Ué... Sim, eu estou aqui...
— Ai! Como se você já não tivesse visto minhas tetas! — exclamou Elisa, tirando importância do assunto —. Já cresce, Alex, fala sério.
Numa espécie de desafio para o irmãozinho, ela desceu delicadamente o cordão que une a parte de baixo do biquíni, mas o nó não desfez. O irmãozinho contemplava com rosto impassível; por dentro, era um turbilhão de confusão. Elisa pousou os dedos naquele lugar, no nó do laço que impedia que ele caísse. Atento, o irmãozinho estava naquele ponto controverso da roupa da irmã. Elisa conhecia os homens... O que o irmãozinho pensaria se visse a área mais íntima dela? «Ele ia gostar, porque é homem», concordou Elisa por dentro. «Mas é meu irmãozinho», replicou para si mesma, «mas ele merece conhecer essa área das mulheres, e ele nunca viu a minha», disse seu lado mais maternal, aquele que aparecia toda vez que ensinava algo novo ao irmão. Irmãozinho.
Com toda a graça, os movimentos refinados dos dedos de Elisa desamarraram com pura lentidão o nó direito que unia o biquíni amarelo. A parte de baixo caiu, deixando Elisa completamente pelada no processo, diante do olhar inocente do irmão mais novo.
—Você tá pelada…
—Será que eu tenho um corpo gostoso? — perguntou Elisa, olhando direto nos olhos de Alex.
—Mana, você não devia estar aqui enquanto troca de roupa — respondeu o irmãozinho, já tarde demais.
Elisa começou a andar devagar na direção do irmão.
—E aí, me diz, por que você tá com ela dura? — falou Elisa, debochada.
Alex pegou um travesseiro da cama da irmã na hora e cobriu a área pélvica com ele. Em cima da cama, do lado de Alex, estavam todos os biquínis que ela tinha encomendado. Elisa não ficou pelada por muito tempo; logo vestiu um biquíni marrom dos que estavam espalhados na cama.
Elisa não queria assustar ou traumatizar o irmãozinho. Embora ele fosse homem, não agia como todos. Ele era bonitinho, recatado, obediente e não era um cara que corria atrás de sexo. Ele gostava, sim, é natural, mas não procurava, e isso era o mais importante.
—Como é que fica esse marrom em mim?
—Fica bem, você tá muito bonita, mana.
Alex parou de olhar pra irmã. Focou na brancura do travesseiro, logo entrou numa espécie de transe e conseguiu vencer o tesão tão inacreditável que tinha dominado ele instantes atrás. Mas as consequências não foram melhores; Melissa entrou na mente dele na hora, substituindo a imagem do corpo gostoso da irmã. A ideia de que Melissa tinha transado com Joel não deixava ele em paz, desgraçava o coração dele, bagunçava qualquer paixão amorosa que ele pudesse sentir por Melissa. Então a tristeza tomou conta. Alex soluçou, e lágrimas salgadas escorreram dos olhos dele até o travesseiro que ainda segurava firme no colo.
—Irmãozinho, por que você tá chorando? — perguntou Elisa, muito estranhando a situação. Evento inesperado protagonizado pelo Alex.
—Sou um idiota. Gosto muito da Melissa, quero ficar com ela. E… mesmo que encontrasse outra, ela não ia gostar de mim, porque com certeza todas as garotas já transaram. O único otário que não fez isso sou eu — declarou o irmão mais novo, finalmente soltando o cerne da sua confusão toda.
—Então, o que você queria era… transar? Ou tô errada?
—Bem, não exatamente transar, não sei se você me entende. Não é isso que eu busco na Melissa, eu quero mais o carinho dela, e o amor dela, mas se pra isso eu tivesse que fazer com ela, ou com outra… Então eu faria — garantiu Alex.
—Acho que você só precisa da experiência, pra depois mostrar pra ela que sabe fazer — disse Elisa.
—É. Acho que sim. E não pensa que tô te pedindo pra me ensinar, maninha. Só tô te contando porque você disse que eu podia confiar em você — falou Alex. — É só isso.
—Claro que pode confiar em mim. Sempre pode, e sempre vai poder. Vou estar com você na alegria e na tristeza, nem que seja a última coisa que eu faça, nunca vou te abandonar. Vem cá, bobinho. — Na hora, Elisa deu um daqueles abraços no Alex, esfregando os peitos na cara dele. Elisa sentiu a umidade das bochechas do Alex no meio dos seios dela. — E eu sei que você não pediu, mas acho que a gente pode dar um jeito nisso sem precisar transar — continuou Elisa depois de alguns segundos, ainda abraçados.
—Não entendi. Como a gente vai dar um jeito nisso sem transar? — perguntou Alex, todo confuso. — E nem pensa que eu vou numa puta.
—Ninguém tá falando de puta, ha, ha, ha. Aliás, eu nunca deixaria uma vagabunda dessas te tocar. Você é proibido — declarou Elisa. — Não. O que eu tô dizendo é diferente. Olha, deita na cama, de barriga pra cima.
Alex, nervoso, deitou de barriga pra cima, exatamente como a irmã mandou. Esperou alguns segundos pra entender o que a irmã estava tramando com tudo aquilo, e logo, viu Como a irmã dele subiu em cima, ele sentiu o peso dela sobre a barriga.
— O que você tá fazendo, Elisa? Isso já não tá certo — disse o irmão mais novo enquanto o pau endurecia sem ele querer.
— Olha, não pensa que a gente vai transar. O que eu tô propondo é que a gente possa praticar, vestidos, como se faz sexo, pra você ter uma ideia — disse Elisa.
— Não tô entendendo, irmã… Pelo amor de Deus, para — pediu Alex.
— Não vou parar. Olha, presta atenção. Você precisa aprender… — concluiu Elisa quando a buceta dela encaixou na área onde o pau do irmão mais novo descansava duro, mas colado na barriga dele, porque a cueca ou a calça mantinha ele assim, apertado.
Elisa, em cima do irmão mais novo, começou devagar e com calma a deslizar pra frente e pra trás naquela rola comprida que pertencia ao Alex, o próprio irmão dela.
— Isso dói — reclamou Alex.
— Deixa eu abaixar sua calça então, deve estar apertando.
Elisa abaixou a calça dele. Então, Alex ficou só de cueca. Elisa se posicionou de novo com uma facilidade enorme em cima do pau do irmão, como se fosse uma profissional de montaria. Elisa sentia uma pressão molhada na buceta. Sem querer, tinha se molhado, toda aquela fricção dava uma sensação gostosa na intimidade vaginal. Mas ela mantinha na cabeça que tudo aquilo era pra educar o irmão mais novo, e não pra satisfação dela. Se ela sentia alguma coisa com os movimentos, era porque o corpo humano reage assim, por consequências totalmente naturais, reações automáticas do corpo. Não era de jeito nenhum uma desculpa pro irmão dar algum tipo de prazer errado enquanto ela fingia ensinar coisas que são exclusivas de casais. Tudo era pelo bem do Alex.
Elisa começou a dar sentadas leves no Alex, levantava rápido e descia devagar, quase com carinho. Logo, no tecido do biquíni da Elisa, uma mancha escura começou a molhar a área da buceta.
— Irmã, tá doendo… Para com isso. — protestou o irmãozinho, depois de uma dezena dessas sentadas. Nessa altura, a pontinha do pau do irmãozinho já começava a aparecer por fora do elástico da cueca.
— Sério? Podia ter me falado antes…
— Falei sim que tava doendo, mas você só baixou minha calça.
— Tá bom, vou baixar sua cueca — disse Elisa com determinação.
— Não foi isso que eu quis dizer… — Elisa não deu ouvidos ao irmãozinho e começou a puxar a cueca dele pra baixo. — Não… Mana…
Com uma série de manobras meio desengonçadas e uns quantos puxa-empurra, onde o irmãozinho afastava as mãos de Elisa do elástico da cueca dele à força, ela conseguiu que ele baixasse a cueca até os tornozelos.
No começo, Alex parecia resistir, mas quando Elisa tocou na cueca, sem querer roçou o pau do irmãozinho por cima do tecido. Depois daquele contato, o membro do garoto ficou muito mais duro, e aí Alex não ofereceu tanta resistência. Além disso, quando tocou na cueca do irmão mais novo, Elisa percebeu que a roupa íntima dele também estava bem molhada. Ela não soube dizer se era por causa dos fluidos da buceta dela, ou do mesmo líquido pré-seminal que saiu do Alex na primeira vez que ela o masturbou.
— Olha só como você tá! — comentou Elisa ao ver o pau duro do Alex.
Alex ficou parado feito uma estátua, sem mexer o corpo nadinha. De longe, até parecia que ele tinha algum tipo de paralisia. Mas não, era mais o jeito dele agir, um jeito de deixar o nervosismo escapar. Com a irmã fazendo todo tipo de coisa com ele, ele esperava a sensação cada vez mais real de estar indefeso, tudo pra que a irmã não ficasse puta. Alex tava tão confuso… Por que tudo tinha que ser tão complicado com a irmã mais velha? Por que ela simplesmente não explicava tudo com palavras, ou de algum jeito mais fácil? Tipo, ela era linda, gostosa, com um corpo de dar água na boca por onde quer que se olhasse, mas… Era a irmã dele! Pelo amor de Deus!
Elisa Ela aproximou o rosto da pica do Alex, que agora estava completamente livre das amarras. Alex sentiu a respiração da irmã entre as bolas, e o pau deu um pulo involuntário. "Por que caralhos tem que ficar duro logo agora?", pensou Alex. Elisa parecia analisar a pica do irmãozinho com atenção, e então, com a ponta do dedo indicador, tocou delicadamente o tronco daquele membro. A reação foi instantânea, o pau pareceu levantar da base como uma mola animada, ao ser tocado parecia ganhar vida ou algo assim. "Por que sou tão fraco? Minha coisa não devia ficar dura assim quando tocam nela...", pensou Alex.
Elisa tocou de novo, deslizando o mesmo dedo indicador desde a linha que divide as bolas para cima, foi indo devagar até chegar na ponta do pau. O irmãozinho olhava pro teto com a visão embaçada, esperando que a irmã terminasse logo com aquela tortura de uma vez por todas.
— Para, irmã, te imploro, ou alguma coisa vai acontecer comigo... — disse Alex com a voz pastosa. Elisa atendeu o irmãozinho e parou.
Elisa subiu de novo, mais uma vez, em cima do irmãozinho pra montá-lo. Elisa, através da buceta dela, agora conseguia sentir mais claramente a estrutura da pica do irmão mais novo. Depois de montada em cima do Alex, Elisa se abaixou e se aproximou do irmãozinho pra beijá-lo na boca. "Essas coisas não podem ser feitas sem mostrar pelo menos um pouquinho de carinho", pensou Elisa.
— Com a língua não, irmã — rosnou Alex com nojo, virando o rosto pro lado pra irmã não beijá-lo daquele jeito tão obsceno e abusivo.
— Com a linguinha sim, irmãozinho, abre a boca, você tem que aprender. Vira o rosto agora, eu falei — exigiu Elisa com uma mistura incomum de carinho e firmeza ameaçadora, dando ao mesmo tempo um tapinha na bochecha dele, uma espécie de tapa em versão reduzida.
O irmãozinho olhou nos olhos da irmã mais velha e sentiu um medo enorme. Era algo inexplicável, mas ela inspirava aquela sensação. de que sua irmã podia bater nele ou castigá-lo se ele não obedecesse. "Tem algo de sombrio na alma da minha irmã?", pensou Alex. Mas não teve muito tempo pra refletir naqueles momentos. Então entregou a boca pra irmã mais velha sem mais delongas, se deixando fazer algo que ele não queria que acontecesse de verdade. Elisa abusava da boca dele e ele não podia fazer nada naquela oportunidade. Ela é que mandava. "Como ela não consegue entender que eu, o irmão dela, não quero esse abuso?", Alex pensou na mente dele assim que o beijo ficou completamente inevitável e ele só se deixava levar pelo ritmo marcado por Elisa.
Durante o beijo intenso, Elisa começou a mexer os quadris devagar, em movimentos sensuais onde se esfregava no pau já liberado do Alex. Se o garoto não tinha gozado, era por estar lutando pra evitar que a irmã beijasse ele com a língua, e a repulsa que aquele beijo causava nele, então a excitação dele baixou um pouco.
Uma Elisa invasiva, passava a língua dela por onde queria, até nas gengivas do irmãozinho. Mas o que parecia mais gostoso pra ela, e onde Alex aprenderia mais, era o contato das duas línguas. Esse aprendizado era o mais fundamental, ela não podia deixar o irmãozinho esquecer esse aspecto tão básico do amor de casal.
Elisa, sem parar de beijar o irmão, acelerou o movimento dos quadris. Durante aqueles segundos, o pau duro do irmãozinho, através do tecido da sunga, afundou de leve nos lábios da buceta dela; se ela não estivesse de sunga, o pau do irmãozinho teria penetrado um pouco. Elisa acelerou ainda mais o movimento, parecendo agora mais do que uma esfregada, uma espécie de quicada, um corpo humano em modo vibração.
Elisa, com a língua dentro da boca do irmão, parou os movimentos pélvicos tão repetitivos de repente. O corpo dela ficou imóvel, numa espécie de suspensão causada por uma força superior. A língua também ficou imóvel. Parecia um cachorro que tinha perdido o fôlego completamente, com a língua pra fora, soltando bolhinhas e saliva seca por ela, só que dentro da boca do irmãozinho.
Ela deixou o beijo por um momento, quase contra a vontade dele. A irmã se ergueu, revirou os olhos, jogou a cabeça pra trás e olhou pro teto do quarto.
— O que foi, maninha? Tá bem? — perguntou o irmãozinho, numa demonstração de inocência inacreditável.
A irmã não respondeu, só se deitou sobre o corpo do irmão. Ela sorria, «parece que tá drogada ou algo assim», pensou Alex. Elisa abraçou ele, enquanto tentava recuperar o fôlego. Um minuto depois, com o rosto cheio de satisfação, Elisa se levantou. O irmãozinho tentou se erguer, mas ela impediu.
— Ainda não terminamos — explicou a irmã, num suspiro gostoso de alívio.
— Mas se já não tamo fazendo nada — retrucou Alex —. Tem certeza que cê tá bem?
— Sim, muito bem. Agora deita de novo — pediu a irmã com doçura.
Dando uma respiração funda, e soltando o ar depois, com uma das mãos, Elisa acariciou os testículos de Alex, e com a outra, envolveu a base do pau dele. Começou então a massagear os genitais dele com muito carinho.
— Cê tem um pau bem grandão, maninho — observou Elisa, de repente aumentando a velocidade da massagem —. Tá gostando do que sente?
— Achei que isso já tinha sido aprendido — avisou Alex.
— Cê tem razão, maninho — reconheceu a irmã mais velha —. Dessa vez, não vamos continuar, mas pode ser que em algum momento a gente repita alguma lição, se precisar, claro.
Elisa parou o que tava fazendo com Alex, e montou nele mais uma vez, só que dessa vez de costas, então o irmãozinho tinha uma vista espetacular de um dos atributos que mais atraía ele na irmã, aquela bunda redonda. E de biquíni, a espetacularidade aumentava pra caralho.
Elisa começou a se mexer pra frente e pra trás, sentindo um pouco de medo de machucar o pau do irmãozinho com o tecido do biquíni dela.
—E isso você gosta? É igual a primeira vez, mas ao contrário — explicou Elisa.
—Sim, mas é estranho. Acho que… Ai…
Não aguentando tanto prazer, Alex teve um orgasmo na hora, gozando e sujando a parte de baixo do biquíni de Elisa com o esperma dele.
Elisa se levantou e tirou o biquíni todo melado. A mancha de porra ficava principalmente na área paralela onde os lábios da buceta de Elisa estavam encostados. Uns montes de porra do irmãozinho dela escorriam do biquíni. Parecia um catarro super pegajoso, uma viscosidade que vinha de uma puta tesão.
—Vou ter que lavar isso — disse Elisa num suspiro resignado.
Alex, ainda deitado de barriga pra cima na cama, ficou olhando a buceta e a bunda de Elisa por uns segundos, enquanto os últimos jatos de porra terminavam de sair apressados do pau dele, sujando a barriga no processo. O irmão mais novo sentia que tinha perdido algo valioso lá dentro. «Talvez eu perdi a virgindade, começo a me sentir muito cansado», pensou Alex. Era aquele efeito, um sono pesado que tomou conta dele depois de uns instantes. Olhou a irmã deixando o biquíni num canto onde tinha um monte de roupa que ela ia lavar mais tarde. Observou as nádegas torneadas dela mais uma vez, e o pau dele deu uma leve tremida, como avisando que logo estaria pronto pra ficar duro de novo, talvez rápido demais. Naquele momento, Alex foi tomado por um sentimento profundo de estranheza. Algo dizia pra ele que o que fez com a irmã mais velha tinha passado de um limite importante, que aquilo já não tava nada certo em nenhum sentido. Então lembrou do beijo que a irmã deu nele, e de como ela o intimidou de um jeito tão inesperado. Alex vestiu a calça e saiu correndo pro quarto dele.
Alex limpou os restos de porra. Tomou banho. Chorou e dormiu. Não sabia o que sentir ou o que pensar. Não conseguia definir a irmã como boa ou má. Ele a amava e a temia. Fazer o que fez com ela hoje, ou melhor, o que ela fez com ele, não era igual às suas fantasias. Com o poder da sua imaginação fértil, Alex tinha se masturbado pensando na irmã mais velha muitas vezes, mas nunca se sentiu estranho porque na época considerava aquilo uma vingança contra ela, um ato pueril de ódio; algo que servia para extravasar o rancor que a distância dela causava. Agora que a queria de novo imensamente, talvez mais do que nunca em toda a sua existência, e que aquele sentimento de vingança tinha se dissolvido como um grão de areia na imensidão do oceano, sentia que a irmã estava sendo muito brusca com ele.
Algo o movia. Era a irmã dele, Elisa. Estava acordando ele.
—O que foi, irmã? — perguntou Alex sonolento.
—Quero que você me dê sua roupa, acho que sua camiseta manchou… Vou lavar.
—Acho que está limpa — disse o irmãozinho.
—Alex, precisamos conversar — disse Elisa, séria.
—Sobre o quê?
—Sobre o que a gente fez…
—Sim, eu também queria falar com você sobre isso, não sei se está certo…
—Não é sobre isso, Alex. O que quero dizer é simples. Não podemos levar isso na brincadeira. Se a gente fizer isso, você vai me dar sua roupa pra lavar, mesmo que não manche, pode ficar com cheiro de sexo e do meu perfume. Entendeu?
—Entendo, mas a gente não transou, não acho que seja tão grave — garantiu Alex.
—Me escuta, e vou falar só uma vez. Ninguém pode nos descobrir, nem desconfiar, mesmo que não seja sexo. A gente não vai ser descuidado, não vai contar pra ninguém, e espero que você obedeça essas regras porque senão, tudo isso vai acabar muito mal — disse Elisa em tom severo.
—Sim, irmã, desculpa.
—Tá bom, me dá sua roupa agora, tira ela, toma banho e se troca. Se quiser, pode dormir de novo, não sabia que você estava tão cansado. Mas pelo menos espera a comida ficar pronta…
—Tá bem, de qualquer forma já me sinto mais descansado.
Enquanto tomava aquele banho tão revigorante, Alex se perguntou se era possível que Elisa estivesse abusando dele. Mas aí chegou num ponto de total sinceridade: "Se é assim, então... por que não falei antes que a gente tava conversando sobre eu me sentir abusado?". "É porque eu fico excitado sem querer". E tudo isso era real pra Alex, ele primeiro se esquentava, e depois a irmã atacava sem piedade, se aproveitando do que ele sentia. Ele tinha ido procurar a irmã, entrando sem bater e vendo ela com pouca roupa. Foi ele quem não desviava o olhar do corpo dela, mesmo sabendo que devia respeitar a irmã mais velha. Ele tinha derramado todo aquele líquido branco e fedido na roupa da pobre Elisa. Ele tinha começado a se masturbar depois que ela abraçava ele ou quando dava beijos... Ficava excitado com beijo na bochecha! Da própria irmã! Se alguém tava errado na relação de irmãos que eles tinham, era ele, por ser desrespeitoso e mentiroso, por olhar pra Elisa com luxúria. Ele tinha sujado a imagem da irmã protetora, sempre forte, doce e vitoriosa, transformando ela num objeto sexual desde muito antes. Agora ele não podia culpar ela por tudo. Ela era ruim às vezes, sim, mas não era um demônio abusador.
Alex comeu com a irmã. Assistiram filmes de comédia e passaram o dia, a tarde e a noite juntos, como quando ele era um garotinho. A infância dele tava ali presente, de volta intacta, evocada por Elisa e por ele, e Alex amava aquela sensação. Amava a irmã dele.
— Você gosta? — perguntou Elisa.
— Sim, você é perfeita em tudo, irmã — disse o irmãozinho num impulso de sinceridade.
— Awww… Que fofo você é — falou Elisa, com o coração se enchendo de ternura. Era tão magnífico quando Alex soltava essas frases que mostravam uma grande admiração por ela.
— É a verdade, irmãzinha… Você é a melhor…
— A melhor? Melhor que a Melissa?
— Bom, eu acho que sim. A melhor do mundo inteiro. A melhor mulher e a melhor irmã — disse Alex. Depois de falar isso, se sentiu meio idiota. Não estava acostumado a expressar seus verdadeiros sentimentos e tinha algo no ar, talvez a excitação, que o empurrava a ser mais expressivo do que de costume.
— Nossa. Nunca tinha falado assim comigo, irmãozinho — reconheceu Elisa. Esse foi um momento tão intenso de amor profundo que Elisa deixou escapar umas lágrimas de felicidade —. Te amo, irmãozinho — continuou Elisa. Então sentou de novo ao lado do Alex e o abraçou com os peitos de fora.
Elisa não mostrou nenhum tipo de vergonha ao abraçar o irmão naquelas circunstâncias que, aos olhos de alguém que não fosse Alex ou ela mesma, seria claramente uma questão imoral, uma afronta indecente, uma obscenidade com tons incestuosos. Elisa poderia ser facilmente chamada de puta por qualquer vovó imbuída de uma moral católica, ou por quase qualquer pessoa que pratique alguma crença ou não, melhor dizendo.
Alex sentiu as esplêndidas tetas da irmã sob o tecido da camiseta dele. Estavam peito a peito. Aquelas duas bolas macias, mas enormes na consideração de Alex, eram as melhores tetas que ele já tinha visto na vida inteira. O pau de Alex sofria e se alegrava ao mesmo tempo. Sofria porque não teria satisfação, embora feliz porque estava mais perto daqueles seios tão gostosos e tão cobiçados com os quais ele tinha se deleitado na imaginação mais de uma vez. Alex, pois, se masturbou pensando neles inúmeras vezes, claro, até bem pouco tempo não os tinha visto nus na Elisa. Naquela noite em que os avistou, segurou uma punheta feroz cujo orgasmo o levou ao nirvana e quase ficou em coma. Se existia o paraíso, estando lá dentro, a gente experimentaria algo parecido com aquela sensação, pensava Alex nessas últimas noites em que odiava a irmã.
—Eu tenho elas maiores que a atriz da TV? —perguntou Elisa depois de se separarem do abraço.
—Com certeza sim.
—E maiores que as da Melissa também?
—Sim, muito mais, me parece. Embora elas pareçam maiores fora da roupa. Não sei se com a Melissa acontece o mesmo —analisou Alex.
—Beleza. Já me viu elas —declarou Elisa—. Agora vem a segunda lição dos peitos de uma mulher.
—O que você quer dizer, irmã? —perguntou Alex.
—Tocar eles. Mas se não quiser, tudo bem. Não vou te obrigar.
—Não, eu quero sim.
—Muito bem.
—Já posso? —perguntou bem inseguro o irmãozinho.
—Pode ir —consentiu Elisa.
Com o corpo tremendo, uma ereção que já começava a doer, e uma curiosidade natural da idade dele, Alex esticou levemente a mão esquerda para tocar um dos seios da irmã permissiva. A outra mão, ele manteve debaixo do cobertor, esfregando de vez em quando. quando, na área onde ficava o pênis dele, numa esperança ilusória de que aquela ação aliviasse o tesão. Muito pelo contrário, essa luxúria aberrante subia com uma ferocidade enlouquecedora e gostosa.
Ficaram quase um minuto em silêncio, ao fundo, os gemidos da atriz harmonizavam o ambiente, então os irmãos nunca perceberam um "silêncio constrangedor". Durante esse tempo, Alex amassou, apertou, espremeu e esfregou os peitos da irmã com aquela mão só. Outra coisa que aconteceu é que ele não se contentou só em tocar os peitos da irmã, mas também não bastou se esfregar por cima da calça. Então, num impulso raro em Alex, ele tirou a rola pra fora e começou a se masturbar devagar com a mão que estava destinada a isso, presa debaixo do cobertor.
— Por que você usa só uma mão? Pode usar as duas se quiser — disse Elisa, percebendo a estranheza da situação.
— Tá de boa assim, maninha — disse Alex. Mas dava pra ver de longe quando ele mentia. Pelo menos pra Elisa, perceber quando o irmão escondia algo era bem fácil, ainda mais quando ele tava claramente tão nervoso.
— O que foi? O que você tá fazendo com a outra mão? — perguntou a irmã mais velha enquanto, rapidamente, arrancava o cobertor do colo de Alex.
Alex tentou se cobrir com as mãos. E, embora conseguisse esconder boa parte do membro, esconder o fato de que ele tava se masturbando era absurdo naquela situação. Pra Elisa, ficou claro desde o primeiro milésimo de segundo. O irmãozinho mais novo tava excitado e provavelmente era por culpa dela, ou da atriz do filme. Uma das duas.
Elisa ficou pasma com o que os olhos castanhos viam. O irmãozinho, mais que pasmo, tava paralisado, era vítima do feitiço do atordoamento, mas não sentia a surpresa da irmã, ele sentia uma vergonha profunda. A irmã mais velha sorriu levemente, já sacava mais ou menos o que tava rolando, agora as coisas estavam mais do que claras: o pobrezinho do irmão mais novo queria se masturbar.
—Por que você tá fazendo isso, Alex? —perguntou a irmã num tom debochado.
—Me desculpa, irmã, não vou fazer de novo. Juro, não me dedura pros meus pais, não me repreende também, eu imploro —uivou o irmãozinho depressa. Elisa ficou em silêncio por um momento antes de responder.
—Fica de pé —ordenou Elisa de forma seca e autoritária.
—Irmã… Sério…
—Cala a boca e obedece —interrompeu a irmã mais velha.
Alex se levantou, e depois se abaixou pra pegar a calça e subir, porque quando ficou de pé, ela caiu toda no chão.
—Não sobe —ordenou Elisa. Alex baixou a cabeça. A ereção não baixava apesar da situação—. Quero que me diga por que você tá assim.
—Não sei —mentiu Alex de cabeça baixa.
—Sabe sim. Responde —exigiu Elisa.
O irmãozinho não respondeu o que a irmã pedia; pelo contrário, Alex começou a chorar baixinho. Aí a ereção baixou de uma vez. Algumas lágrimas fizeram um caminho que começava nos olhos, passava pelas bochechas, e terminava caindo nas pernas do garoto. Elisa percebeu aquilo e decidiu parar de brincar com o irmão.
—Irmãozinho. Tô brincando —revelou Elisa—. Claro que eu sei que você tá assim porque tá excitado.
—Desculpa —soluçou o irmãozinho.
—Não vai mais querer pegar nos meus peitos? —perguntou a irmã.
—S-s-sim —gaguejou confuso Alex.
—Então vai em frente. E pra você não se sentir mal, vou te ajudar —disse Elisa—. Vamos sentar.
Os irmãos se sentaram. Alex, tímido, massageou devagar as tetas da irmã. Na hora, o pinto do garoto ficou duro, desafiando a gravidade. Elisa não perdeu detalhe desse evento. Aí ela soube que a tesão do irmãozinho tão inocente era mais por ela, a irmã dele, do que pela atriz da televisão. Além disso, nenhum dos dois tava prestando atenção no filme erótico já esquecido.
—Isso aconteceu por minha causa Culpa, né? —disse Elisa, apontando com o dedo pra pica do irmão—. E fica tranquilo, pode falar a verdade, não vou ficar puta por causa disso.
—Então é, pelos seus peitos…
—Gosto que você seja honesto. De agora em diante, sem mais mentiras, combinado? —disse Elisa.
—Sim, irmã, do jeito que você quiser. Mas não quero que você se irrite quando eu falar alguma coisa —respondeu Alex, passando a mão no rosto pra limpar os restos de umidade do choro.
—De jeito nenhum. Te prometo. —Então Elisa, que se sentia culpada por ter feito o irmãozinho chorar, teve uma ideia pra ensinar ele e fazê-lo se sentir melhor—. Beleza, então terceira lição.
—Qual é essa?
—Beija eles —Elisa pegou o irmão mais novo pela cabeça e puxou ele pros peitos dela. Alex, sem conseguir protestar nem ter coragem de se afastar da irmã de forma brusca, ficou com o rosto enfiado entre as tetonas da irmã.
Alex não sabia o que fazer. Tava com medo de irritar a irmã, por outro lado queria aprender, e em terceiro lugar, primeiro precisava ver se aquilo era tão gostoso quanto apalpar as tetas da irmã. Era fato comprovado que ele adorava os peitos da Elisa, mas outra coisa bem diferente era ficar sufocado entre aqueles melões.
—Tô sufocando —disse Alex finalmente. Elisa parou de pressionar a cabeça dele contra o busto.
—Ha, ha, ha, desculpa, irmãozinho. Beija eles do jeito que você quiser.
Seguindo a irmã, Alex começou a babar as tetas dela sem ordem nenhuma. Parecia um bebezinho desesperado por leite, principalmente quando, de vez em quando, parava pra beijar os bicos dos peitos dela.
—Espera —disse Elisa—, vou deitar pra você beijar melhor. Sobe assim.
Elisa se deitou no sofá e abriu as pernas, pra então o irmãozinho subir em cima dela e ele poder ver os peitos de um ângulo diferente. Esse pensamento foi certeiro, porque os peitos de Elisa caíram um pouco mais pros lados, dando outra perspectiva dos peitos de uma mulher.
Alex, sem subir calças, embora tenha hesitado um pouco, ele se colocou entre as pernas de Elisa. Então Alex sentiu seu pau encostar sem querer na virilha da irmã mais velha. Se a irmã não estivesse usando o short, provavelmente Alex não teria coragem de fazer uma coisa dessas, porque estaria em contato direto com a buceta da irmã. Nessa posição, Elisa abraçou o irmão com as duas mãos para que ele não conseguisse se levantar. Alex não teve outra escolha a não ser encarar aqueles peitos.
Ficaram uns dez minutos nessa brincadeira, até que Elisa decidiu que já era o suficiente.
— Já temos que terminar isso, Alex — disse Elisa. Depois dessas palavras, quando o irmãozinho estava se levantando, Elisa o pegou pelos cabelos, derrubando o irmão em cima dela de novo, e o puxou com força para perto da boca dela. O irmãozinho tentou resistir porque não queria que a língua da irmã entrasse na boca dele, mas já era tarde demais.
Elisa começou primeiro a beijá-lo com carinho, dando beijinhos de leve. Mas rapidamente, apesar das resistências mudas do irmãozinho mais novo, conseguiu enfiar a língua. O beijo passou de algo carinhoso para um beijo cheio de safadeza forçada pela irmã mais velha.
— Que beijo gostoso, irmãozinho — disse Elisa depois de alguns minutos.
Alex ficou calado, com cara de poucos amigos.
— Aconteceu alguma coisa, irmãozinho? — perguntou a irmã mais velha.
— É que… Não vai ficar brava… Mas não gosto de beijo de língua — confessou Alex, envergonhado.
— Pensei que você queria aprender…
— Sim, mas não gostei desses beijos.
— Entendo.
Elisa já estava dando a sessão por encerrada. Afinal, tinha conseguido o que queria: fazer as pazes com Alex de uma vez por todas, e de quebra ensinar um pouco mais sobre o mundo das mulheres e dos relacionamentos. Mas, de relance, olhou para o pau do irmãozinho. Não estava mal para a idade dele. Embora não fosse um pau descomunal, era bem grande. "Por que os magrinhos sempre têm um pau tão grande?", pensou Elisa. Ela O irmão mais novo estava subindo as calças e também a cueca, quando Elisa o parou.
— Espera. O que você vai fazer com isso? — disse Elisa, apontando de novo para a ereção do irmão.
— Não sei, vou pro meu quarto…
— Vem cá, vamos pro sofá. Vou te dar outra lição sobre um assunto diferente.
O interior de Elisa fervia de culpa. Embora Alex não fosse mais um garoto que passava o tempo enfiado no próprio mundo, ignorando ela o tempo todo, ela continuava cometendo erros com ele. Primeiro, o excitava sem querer, e depois beijava ele de um jeito que ele não gostava. E pra completar, segundo o irmão, ela tinha tratado ele mal durante todo aquele tempo em que não se falavam. Era hora de ensinar um pouco mais pro irmão e fazer algo que todo homem do universo gosta — o irmãozinho dela fazia parte desse grupo, mesmo que ela não gostasse da ideia.
Sem nenhum tipo de cerimônia, assim que o irmão sentou ao lado dela, Elisa cuspiu generosamente nas próprias mãos, pegou no pau do garoto e começou a masturbar ele. As mãos da irmã começaram um sobe e desce sem piedade, sob o olhar surpreso de Alex.
— O que você tá fazendo, irmã? — disse Alex.
— Tô te ensinando como uma garota deve te masturbar — cortou Elisa. — Pega nelas — disse Elisa, juntando os peitos com uma contração delicada dos ombros e erguendo o busto num claro gesto de oferta. Alex, automaticamente, começou a amassar as tetas da irmã de novo.
— Irmã… Acho que isso já não tá certo… — falou Alex.
— Ha, ha, ha, e então por que você tá apalpando minhas tetas tão animado?
Aí Elisa aumentou a velocidade feito uma louca. Alex, sem parar de tocar os peitos da irmã, ergueu o rosto pro teto e fechou os olhos. Logo em seguida, as mãos de Elisa ficaram inundadas por um líquido branco, grosso, pegajoso e com um cheiro que lembrava cloro. Era o esperma do irmãozinho. Alex nem conseguiu responder a pergunta da irmã porque já estava no auge do clímax. Ele foi pra outro mundo, além do tempo. e o espaço, as mãos da irmã eram melhores que o suposto paraíso.
Enquanto isso, nas profundezas do deserto mexicano. Davin vagava entre arbustos e cactos exóticos quando se deparou com uma raposa branca mágica e linda. A criatura estranha o instigava a demonstrar afeto através de grunhidos guturais. Mara também via figuras de deuses incognoscíveis que só os líderes das tribos nativas podiam interpretar como seres cósmicos. Os dois, uivavam loucuras sob a luz da lua. Essa experiência, eles relatariam depois no livro sobre as meditações no deserto em que estavam trabalhando, como uma das mais transcendentais de suas vidas.
Os pais de Alex e Elisa recebiam o vento seco do deserto bem no rosto. As janelas do carro estavam totalmente abaixadas. A viagem era um excelente incentivo para se recuperar da vida agitada que se leva na cidade caótica. Por sorte, seus filhos eram muito bem instruídos, principalmente a mais velha. Segundo os pais, Elisa era uma garota que sempre carregava uma paz interior que acendia os corações de qualquer um que a conhecesse. Ela era nobre, paciente, inteligente, estável, enérgica e forte; gerava uma confiança incomum, e isso fazia com que seus pais não sentissem nenhum medo ao deixá-la no comando. Era como se ela tivesse nascido pra isso. «O universo ressoa com nossas vidas e intenções», disse Mara numa daquelas noites no deserto quando falavam sobre seus filhos.
No momento, era um dia ensolarado em que eles percorriam a estrada procurando a trilha, que após algumas horas de estrada de terra, os levaria aos aposentos de uma tribo nativa que habitava entre zonas montanhosas. Num ponto onde dava pra avistar um lago ao longe, decidiram parar um instante para ligar pra casa e receber atualizações do que estava rolando por lá. Claro que não era preocupação que os motivou a ligar, mas sim o se aventurar nas montanhas ameaçadoras, provavelmente não falariam com os filhos por umas duas semanas.
—Oi, meu amor? — disse a mãe de Elisa no viva-voz.
—Oi, mãe — respondeu Alex, atendendo o telefone da irmã.
—Oi, meu filho. Como você está? Como vai na escola? Tudo bem em casa? E sua irmã?
—Ela tá aqui, e eu tô indo muito bem na escola — respondeu Alex.
—Oi, mãe, tô aqui, tava ouvindo vocês, ha, ha. Então, tudo bem, tudo tranquilo. E vocês? Quando voltam? — disse Elisa.
—Ah, filha, é que a gente já ia voltar, era pra ser em alguns dias... Mas olha, a gente ficou mais tempo na outra comunidade, foi tudo muito lindo, depois a gente conta quando chegar em casa. A gente tá indo pra outra agora, e ela fica no meio das montanhas, então vamos demorar mais do que o planejado, pelo menos mais duas semanas. A gente liga quando tiver sinal de novo.
—Beleza, se cuidem.
—Vocês também, meus filhos, deixa eu passar pro pai de vocês que quer falar com vocês.
Elisa foi pro quarto experimentar uns biquínis que tinha encomendado pela internet, assim que terminou a conversa com os pais. O irmãozinho tinha recebido o pacote e perguntou pra irmã o que tinha na caixa misteriosa. Quando a irmã contou o que tinha dentro, o irmãozinho perguntou pra que ela precisava de tantos biquínis, se nem iam pra praia tão cedo. Então Elisa contou pro Alex que, na verdade, não iam pra praia, mas iam sim pra uma festa na casa da Maria, e ela tinha piscina em casa.
—Eu vou? — perguntou o garoto.
—Sim, não vou te deixar sozinho, além disso, vão estar os irmãos mais novos de uma prima dela, e um tem mais ou menos a sua idade, acho. Ele tem a mesmaTrocar—Que nem você, me parece.
—Não sei se tô a fim de ir. Já sou grande, você não precisa ficar me levando pra todo canto…
—Cala a boca. Você vai comigo e pronto —falou a irmã mais velha, cortante.
Alex ficou paralisado, feito uma estátua de pedra, com a agressividade no tom que a irmã usou pra soltar aquilo. Dessa vez, Alex não chorou. Na verdade, ele tava com medo. Ele entendia que era um daqueles momentos em que, por nada nesse mundo, ele devia ousar continuar contrariando a irmã, senão ela ia castigar ele tirando os jogos, aumentando as broncas ou cortando a mesada. Qualquer um desses castigos se tornando realidade transformaria a vida dele num terreno fértil pra miséria e uma decadência terrível pro entretenimento.
Em momento algum Alex tinha apanhado da mão da irmã, mas ele suspeitava que isso era porque nunca tinha se atrevido a ir longe demais ao contrariar ela. Era aquele medo misterioso e estranho que a irmã mais velha inspirava que levava Alex a essas intuições ousadas e quase heréticas. Provavelmente, se ele fizesse ela ficar puta de verdade, algo muito ruim aconteceria. Não tinha motivo nenhum pra ele querer descobrir.
—Sim, maninha. Do jeito que você mandar —disse Alex num tom submisso, não tinha outra escolha pro coitado do irmão.
Com a docilidade do irmão, Elisa relaxou a postura.
—Ei. Vem cá. Me dá um abraço —pediu a irmã.
Abraçou Alex com uma ternura exagerada, deu um beijo estalado na bochecha dele, e depois soltou pra ele ficar livre.
—Você tem que entender que eu mando porque sou a mais velha, não é porque quero te fazer sentir mal. Entendeu? —disse Elisa mordendo os lábios.
—Sim, maninha, entendo. Já vou pro meu quarto.
—Beleza. Olha, mais tarde vou te chamar pra me ajudar a escolher o biquíni que vou levar pra festa. Tá bom, maninho? —disse Elisa, percebendo que aqueles surtos de raiva em que ela brigava com o irmão causavam nela um conflito interno chato. Depois de cada bronca… Em relação ao garoto, um bicho chamado culpa estrangulava qualquer resquício de calma nele. Então, automaticamente, ele sofria uma urgência doentia e anormal, que o impulsionava com ferocidade a consertar o dano que supostamente causava com a bronca no Alex.OkAlex tava pensando muito na irmã dele. As coisas tinham dado uma reviravolta tão estranha ultimamente que ele não acreditava que, depois da irmã ter batido uma pra ele, tudo continuasse tão normal.
Agora, a Elisa pedia pra ele ajudar a escolher biquínis como se fosse qualquer coisa besta, como se tivesse pedindo pra passar o saleiro ou a maionese. Será que ela não entendia que não era certo ele ver o corpo dela "daquele jeito"? Será que ela não percebia que bater uma pra ele não era coisa de irmã carinhosa? Alex tava muito confuso. E ainda por cima a irmã não tinha tocado no assunto desde que aconteceu, ela tava escondendo as coisas dele.
A única coisa que ela disse depois de limpar todo o esperma da sala naquela noite foi que o mais importante era ninguém ficar sabendo. Nem os amigos, e muito menos os pais, podiam nem desconfiar do que eles tinham feito. Era um segredo, então, que os dois irmãos levariam pro túmulo se fosse preciso. Isso incluía tanto a punheta daquela noite quanto os beijos e as apalpadas nos peitos que o Alex tinha dado na irmã. Alex, claro, prometeu pra irmã que não contaria pra ninguém, mas não sabia o quanto ela tava falando sério. Talvez mais pra frente ele tivesse uma pista mais clara de toda essa história.
Um toque de telefone tirou o Alex completamente dos devaneios dele. Era a Melissa. Ela precisava contar uma parada transcendental. O Joel tinha traído ela nada mais nada menos que com a suposta namorada do Alex, a Paola. Claro, o Alex não considerava a Paola como namorada de verdade. Quer dizer, ele nunca tinha perguntado, ou será que eles eram namorados e ele não tava sabendo? Justamente por essas coisas tão confusas que ele precisava da irmã dele.
A Melissa desabou num monte de xingamentos contra o Joel e a Paola. Alex confortou ela e disse que "tudo ia ficar bem". Quando desligou a chamada, uma esperança nasceu dentro do coração do Alex. Agora a Melissa finalmente podia ser a namorada dele. Ele só ia esperar alguns dias até ela parar de sofrer por aquele idiota que não soube valorizá-la, e então ele, Alex, aliviaria todas as dores emocionais dela, porque ele era um bom garoto e a trataria como ela merece, como uma verdadeira princesa. Depois de namorarem, eles se beijariam e talvez até ela deixasse ele tocar nos peitos dela, beijá-los, e no melhor dos casos, esfregar o pau dele entre eles, era uma fantasia que surgiu na hora. Agora ele poderia comparar as sensações e as diferenças que esses peitos causavam contra os da irmã mais velha. Seriam melhores os da Melissa? Quais peitos seriam mais macios, os da namorada ou os da irmã mais velha? Se os peitos da Melissa fossem piores que os da Elisa, isso o levaria a questionar coisas como: Será que deveria escolher uma namorada que tivesse peitos melhores que os da irmã? É melhor que sejam grandes ou que sejam macios ao toque? «A mesma situação valeria para os beijos», imaginava Alex.
Alex sentiu a necessidade de ir contar o mais rápido possível para a irmã. Ele estava empolgado. Provavelmente ela ficaria feliz por ele, finalmente, depois de tantas tribulações e loucuras, poderia rolar um namoro com a Melissa, que do ponto de vista dele, era a melhor entre as garotas, e sem dúvida a mais gostosa da escola.
Sem pensar muito, porque a emoção de compartilhar com a irmã era intensa demais, ele abriu a porta do quarto da Elisa. Lá estava ela, vestindo um biquíni amarelo que mal a cobria. Mas não é que estivesse vestindo, parecia que, na verdade, estava tirando.
Elisa, através do reflexo de um grande espelho de corpo inteiro onde admirava o corpo ao experimentar a roupa, percebeu que o irmão mais novo a observava da porta agora escancarada.
— O que você está fazendo? Já não te falei pra bater na porta primeiro? — disse Elisa com um tom severo.
— Sim, me desculpa, irmã. É que…
— Tá, tudo bem. Não aconteceu nada. Não é como se você já não tivesse visto meus peitos antes… Pode entrar, mas de qualquer forma, lembra sempre de bater primeiro — disse Elisa, já um pouco mais calma. Tranquila, ela se assustou mais com a surpresa do que com os olhares curiosos do garoto.
Deixando esse assunto de lado rapidamente, Alex contou pra Elisa o que Melissa tinha falado.
—Ô, irmãozinho. Olha, eu sei que você gosta muito dessa tal de Melissa... —disse a irmã—. Mas ela ter terminado com o ex não significa que você interesse ela. Desculpa, mas é a verdade.
—É, mas eu acho que ela já gostava de mim antes —retrucou Alex.
—Se fosse assim, ela tava com você e não com outro —cortou Elisa.
Alex ficou de cabeça baixa, sentado na cama da irmã mais velha. A tristeza da realidade era pesada. Elisa se sentiu mal por ter deixado o irmão naquele estado lamentável com a dureza das palavras dela. Mas não podia enganar ele, porque seria terrivelmente pior pra ele no futuro, e no fim das contas ele ia se sentir muito mais miserável correndo atrás daquela putinha chamada Melissa, «uma verdadeira biscate», pensava Elisa toda vez que mencionavam a garota que brincava com as emoções do seu indefeso irmãozinho. Ela não merecia as atenções que Alex dava tão desesperadamente, muito menos esse amor cego que ela despertava nele, nem nos sonhos. Depois que Elisa descobriu que Melissa tava pegando o próprio amigo do irmão, ela jurou impedir que aquela vagabunda ficasse esquentando a cabeça do irmão só pra inflar o ego podre dela. «Só por cima do meu cadáver», pensou Elisa naquele momento solene.
—Você tem razão, irmã —reconheceu Alex depois de uns instantes—. E de qualquer forma, eu tô em grande desvantagem, acho que Melissa já transou com o Joel, e eu nunca transei com ninguém. Melissa ia zuar de mim se a gente namorasse e fosse fazer isso.
—É, concordo com você. Com certeza ela já transou com seu amigo várias vezes, e com outros também… Dá pra ver na cara dela. Ela não presta pra você, de jeito nenhum. Conheço as do tipo dela…
Elisa não quis falar mais nada, as cartas já estavam na mesa. O irmãozinho dela estava Triste por descobrir uma possibilidade sobre o que Melissa teria feito com Joel, e Elisa não podia permitir duas coisas: que o irmãozinho fosse tão inocente, e que Melissa ficasse brincando com os sentimentos dele enquanto ele se matava para agradá-la. A vida era melhor com Melissa longe do irmão dela.
A irmã mais velha, diante do silêncio do irmãozinho, começou a se olhar no espelho fazendo poses diferentes, como se fosse modelo de alguma revista. Para surpresa do irmãozinho, Elisa tirou a parte de cima do biquíni, ficando com os peitos de fora. A reação do pau do Alex foi imediata: ficou tão duro... Tanto, que apertava dentro da calça. A eficácia da ereção ia machucar a rola dele se ficasse muito tempo presa na calça; essa eficácia era programada pela evolução, para reproduzir com a mulher que estava na frente dele.
— Irmã, o que você está fazendo? — perguntou o irmãozinho escandalizado, enquanto pensava: «Minha irmã ficou louca?».
— Troquei de biquíni. Tem alguma coisa errada?
— Ué... Sim, eu estou aqui...
— Ai! Como se você já não tivesse visto minhas tetas! — exclamou Elisa, tirando importância do assunto —. Já cresce, Alex, fala sério.
Numa espécie de desafio para o irmãozinho, ela desceu delicadamente o cordão que une a parte de baixo do biquíni, mas o nó não desfez. O irmãozinho contemplava com rosto impassível; por dentro, era um turbilhão de confusão. Elisa pousou os dedos naquele lugar, no nó do laço que impedia que ele caísse. Atento, o irmãozinho estava naquele ponto controverso da roupa da irmã. Elisa conhecia os homens... O que o irmãozinho pensaria se visse a área mais íntima dela? «Ele ia gostar, porque é homem», concordou Elisa por dentro. «Mas é meu irmãozinho», replicou para si mesma, «mas ele merece conhecer essa área das mulheres, e ele nunca viu a minha», disse seu lado mais maternal, aquele que aparecia toda vez que ensinava algo novo ao irmão. Irmãozinho.
Com toda a graça, os movimentos refinados dos dedos de Elisa desamarraram com pura lentidão o nó direito que unia o biquíni amarelo. A parte de baixo caiu, deixando Elisa completamente pelada no processo, diante do olhar inocente do irmão mais novo.
—Você tá pelada…
—Será que eu tenho um corpo gostoso? — perguntou Elisa, olhando direto nos olhos de Alex.
—Mana, você não devia estar aqui enquanto troca de roupa — respondeu o irmãozinho, já tarde demais.
Elisa começou a andar devagar na direção do irmão.
—E aí, me diz, por que você tá com ela dura? — falou Elisa, debochada.
Alex pegou um travesseiro da cama da irmã na hora e cobriu a área pélvica com ele. Em cima da cama, do lado de Alex, estavam todos os biquínis que ela tinha encomendado. Elisa não ficou pelada por muito tempo; logo vestiu um biquíni marrom dos que estavam espalhados na cama.
Elisa não queria assustar ou traumatizar o irmãozinho. Embora ele fosse homem, não agia como todos. Ele era bonitinho, recatado, obediente e não era um cara que corria atrás de sexo. Ele gostava, sim, é natural, mas não procurava, e isso era o mais importante.
—Como é que fica esse marrom em mim?
—Fica bem, você tá muito bonita, mana.
Alex parou de olhar pra irmã. Focou na brancura do travesseiro, logo entrou numa espécie de transe e conseguiu vencer o tesão tão inacreditável que tinha dominado ele instantes atrás. Mas as consequências não foram melhores; Melissa entrou na mente dele na hora, substituindo a imagem do corpo gostoso da irmã. A ideia de que Melissa tinha transado com Joel não deixava ele em paz, desgraçava o coração dele, bagunçava qualquer paixão amorosa que ele pudesse sentir por Melissa. Então a tristeza tomou conta. Alex soluçou, e lágrimas salgadas escorreram dos olhos dele até o travesseiro que ainda segurava firme no colo.
—Irmãozinho, por que você tá chorando? — perguntou Elisa, muito estranhando a situação. Evento inesperado protagonizado pelo Alex.
—Sou um idiota. Gosto muito da Melissa, quero ficar com ela. E… mesmo que encontrasse outra, ela não ia gostar de mim, porque com certeza todas as garotas já transaram. O único otário que não fez isso sou eu — declarou o irmão mais novo, finalmente soltando o cerne da sua confusão toda.
—Então, o que você queria era… transar? Ou tô errada?
—Bem, não exatamente transar, não sei se você me entende. Não é isso que eu busco na Melissa, eu quero mais o carinho dela, e o amor dela, mas se pra isso eu tivesse que fazer com ela, ou com outra… Então eu faria — garantiu Alex.
—Acho que você só precisa da experiência, pra depois mostrar pra ela que sabe fazer — disse Elisa.
—É. Acho que sim. E não pensa que tô te pedindo pra me ensinar, maninha. Só tô te contando porque você disse que eu podia confiar em você — falou Alex. — É só isso.
—Claro que pode confiar em mim. Sempre pode, e sempre vai poder. Vou estar com você na alegria e na tristeza, nem que seja a última coisa que eu faça, nunca vou te abandonar. Vem cá, bobinho. — Na hora, Elisa deu um daqueles abraços no Alex, esfregando os peitos na cara dele. Elisa sentiu a umidade das bochechas do Alex no meio dos seios dela. — E eu sei que você não pediu, mas acho que a gente pode dar um jeito nisso sem precisar transar — continuou Elisa depois de alguns segundos, ainda abraçados.
—Não entendi. Como a gente vai dar um jeito nisso sem transar? — perguntou Alex, todo confuso. — E nem pensa que eu vou numa puta.
—Ninguém tá falando de puta, ha, ha, ha. Aliás, eu nunca deixaria uma vagabunda dessas te tocar. Você é proibido — declarou Elisa. — Não. O que eu tô dizendo é diferente. Olha, deita na cama, de barriga pra cima.
Alex, nervoso, deitou de barriga pra cima, exatamente como a irmã mandou. Esperou alguns segundos pra entender o que a irmã estava tramando com tudo aquilo, e logo, viu Como a irmã dele subiu em cima, ele sentiu o peso dela sobre a barriga.
— O que você tá fazendo, Elisa? Isso já não tá certo — disse o irmão mais novo enquanto o pau endurecia sem ele querer.
— Olha, não pensa que a gente vai transar. O que eu tô propondo é que a gente possa praticar, vestidos, como se faz sexo, pra você ter uma ideia — disse Elisa.
— Não tô entendendo, irmã… Pelo amor de Deus, para — pediu Alex.
— Não vou parar. Olha, presta atenção. Você precisa aprender… — concluiu Elisa quando a buceta dela encaixou na área onde o pau do irmão mais novo descansava duro, mas colado na barriga dele, porque a cueca ou a calça mantinha ele assim, apertado.
Elisa, em cima do irmão mais novo, começou devagar e com calma a deslizar pra frente e pra trás naquela rola comprida que pertencia ao Alex, o próprio irmão dela.
— Isso dói — reclamou Alex.
— Deixa eu abaixar sua calça então, deve estar apertando.
Elisa abaixou a calça dele. Então, Alex ficou só de cueca. Elisa se posicionou de novo com uma facilidade enorme em cima do pau do irmão, como se fosse uma profissional de montaria. Elisa sentia uma pressão molhada na buceta. Sem querer, tinha se molhado, toda aquela fricção dava uma sensação gostosa na intimidade vaginal. Mas ela mantinha na cabeça que tudo aquilo era pra educar o irmão mais novo, e não pra satisfação dela. Se ela sentia alguma coisa com os movimentos, era porque o corpo humano reage assim, por consequências totalmente naturais, reações automáticas do corpo. Não era de jeito nenhum uma desculpa pro irmão dar algum tipo de prazer errado enquanto ela fingia ensinar coisas que são exclusivas de casais. Tudo era pelo bem do Alex.
Elisa começou a dar sentadas leves no Alex, levantava rápido e descia devagar, quase com carinho. Logo, no tecido do biquíni da Elisa, uma mancha escura começou a molhar a área da buceta.
— Irmã, tá doendo… Para com isso. — protestou o irmãozinho, depois de uma dezena dessas sentadas. Nessa altura, a pontinha do pau do irmãozinho já começava a aparecer por fora do elástico da cueca.
— Sério? Podia ter me falado antes…
— Falei sim que tava doendo, mas você só baixou minha calça.
— Tá bom, vou baixar sua cueca — disse Elisa com determinação.
— Não foi isso que eu quis dizer… — Elisa não deu ouvidos ao irmãozinho e começou a puxar a cueca dele pra baixo. — Não… Mana…
Com uma série de manobras meio desengonçadas e uns quantos puxa-empurra, onde o irmãozinho afastava as mãos de Elisa do elástico da cueca dele à força, ela conseguiu que ele baixasse a cueca até os tornozelos.
No começo, Alex parecia resistir, mas quando Elisa tocou na cueca, sem querer roçou o pau do irmãozinho por cima do tecido. Depois daquele contato, o membro do garoto ficou muito mais duro, e aí Alex não ofereceu tanta resistência. Além disso, quando tocou na cueca do irmão mais novo, Elisa percebeu que a roupa íntima dele também estava bem molhada. Ela não soube dizer se era por causa dos fluidos da buceta dela, ou do mesmo líquido pré-seminal que saiu do Alex na primeira vez que ela o masturbou.
— Olha só como você tá! — comentou Elisa ao ver o pau duro do Alex.
Alex ficou parado feito uma estátua, sem mexer o corpo nadinha. De longe, até parecia que ele tinha algum tipo de paralisia. Mas não, era mais o jeito dele agir, um jeito de deixar o nervosismo escapar. Com a irmã fazendo todo tipo de coisa com ele, ele esperava a sensação cada vez mais real de estar indefeso, tudo pra que a irmã não ficasse puta. Alex tava tão confuso… Por que tudo tinha que ser tão complicado com a irmã mais velha? Por que ela simplesmente não explicava tudo com palavras, ou de algum jeito mais fácil? Tipo, ela era linda, gostosa, com um corpo de dar água na boca por onde quer que se olhasse, mas… Era a irmã dele! Pelo amor de Deus!
Elisa Ela aproximou o rosto da pica do Alex, que agora estava completamente livre das amarras. Alex sentiu a respiração da irmã entre as bolas, e o pau deu um pulo involuntário. "Por que caralhos tem que ficar duro logo agora?", pensou Alex. Elisa parecia analisar a pica do irmãozinho com atenção, e então, com a ponta do dedo indicador, tocou delicadamente o tronco daquele membro. A reação foi instantânea, o pau pareceu levantar da base como uma mola animada, ao ser tocado parecia ganhar vida ou algo assim. "Por que sou tão fraco? Minha coisa não devia ficar dura assim quando tocam nela...", pensou Alex.
Elisa tocou de novo, deslizando o mesmo dedo indicador desde a linha que divide as bolas para cima, foi indo devagar até chegar na ponta do pau. O irmãozinho olhava pro teto com a visão embaçada, esperando que a irmã terminasse logo com aquela tortura de uma vez por todas.
— Para, irmã, te imploro, ou alguma coisa vai acontecer comigo... — disse Alex com a voz pastosa. Elisa atendeu o irmãozinho e parou.
Elisa subiu de novo, mais uma vez, em cima do irmãozinho pra montá-lo. Elisa, através da buceta dela, agora conseguia sentir mais claramente a estrutura da pica do irmão mais novo. Depois de montada em cima do Alex, Elisa se abaixou e se aproximou do irmãozinho pra beijá-lo na boca. "Essas coisas não podem ser feitas sem mostrar pelo menos um pouquinho de carinho", pensou Elisa.
— Com a língua não, irmã — rosnou Alex com nojo, virando o rosto pro lado pra irmã não beijá-lo daquele jeito tão obsceno e abusivo.
— Com a linguinha sim, irmãozinho, abre a boca, você tem que aprender. Vira o rosto agora, eu falei — exigiu Elisa com uma mistura incomum de carinho e firmeza ameaçadora, dando ao mesmo tempo um tapinha na bochecha dele, uma espécie de tapa em versão reduzida.
O irmãozinho olhou nos olhos da irmã mais velha e sentiu um medo enorme. Era algo inexplicável, mas ela inspirava aquela sensação. de que sua irmã podia bater nele ou castigá-lo se ele não obedecesse. "Tem algo de sombrio na alma da minha irmã?", pensou Alex. Mas não teve muito tempo pra refletir naqueles momentos. Então entregou a boca pra irmã mais velha sem mais delongas, se deixando fazer algo que ele não queria que acontecesse de verdade. Elisa abusava da boca dele e ele não podia fazer nada naquela oportunidade. Ela é que mandava. "Como ela não consegue entender que eu, o irmão dela, não quero esse abuso?", Alex pensou na mente dele assim que o beijo ficou completamente inevitável e ele só se deixava levar pelo ritmo marcado por Elisa.
Durante o beijo intenso, Elisa começou a mexer os quadris devagar, em movimentos sensuais onde se esfregava no pau já liberado do Alex. Se o garoto não tinha gozado, era por estar lutando pra evitar que a irmã beijasse ele com a língua, e a repulsa que aquele beijo causava nele, então a excitação dele baixou um pouco.
Uma Elisa invasiva, passava a língua dela por onde queria, até nas gengivas do irmãozinho. Mas o que parecia mais gostoso pra ela, e onde Alex aprenderia mais, era o contato das duas línguas. Esse aprendizado era o mais fundamental, ela não podia deixar o irmãozinho esquecer esse aspecto tão básico do amor de casal.
Elisa, sem parar de beijar o irmão, acelerou o movimento dos quadris. Durante aqueles segundos, o pau duro do irmãozinho, através do tecido da sunga, afundou de leve nos lábios da buceta dela; se ela não estivesse de sunga, o pau do irmãozinho teria penetrado um pouco. Elisa acelerou ainda mais o movimento, parecendo agora mais do que uma esfregada, uma espécie de quicada, um corpo humano em modo vibração.
Elisa, com a língua dentro da boca do irmão, parou os movimentos pélvicos tão repetitivos de repente. O corpo dela ficou imóvel, numa espécie de suspensão causada por uma força superior. A língua também ficou imóvel. Parecia um cachorro que tinha perdido o fôlego completamente, com a língua pra fora, soltando bolhinhas e saliva seca por ela, só que dentro da boca do irmãozinho.
Ela deixou o beijo por um momento, quase contra a vontade dele. A irmã se ergueu, revirou os olhos, jogou a cabeça pra trás e olhou pro teto do quarto.
— O que foi, maninha? Tá bem? — perguntou o irmãozinho, numa demonstração de inocência inacreditável.
A irmã não respondeu, só se deitou sobre o corpo do irmão. Ela sorria, «parece que tá drogada ou algo assim», pensou Alex. Elisa abraçou ele, enquanto tentava recuperar o fôlego. Um minuto depois, com o rosto cheio de satisfação, Elisa se levantou. O irmãozinho tentou se erguer, mas ela impediu.
— Ainda não terminamos — explicou a irmã, num suspiro gostoso de alívio.
— Mas se já não tamo fazendo nada — retrucou Alex —. Tem certeza que cê tá bem?
— Sim, muito bem. Agora deita de novo — pediu a irmã com doçura.
Dando uma respiração funda, e soltando o ar depois, com uma das mãos, Elisa acariciou os testículos de Alex, e com a outra, envolveu a base do pau dele. Começou então a massagear os genitais dele com muito carinho.
— Cê tem um pau bem grandão, maninho — observou Elisa, de repente aumentando a velocidade da massagem —. Tá gostando do que sente?
— Achei que isso já tinha sido aprendido — avisou Alex.
— Cê tem razão, maninho — reconheceu a irmã mais velha —. Dessa vez, não vamos continuar, mas pode ser que em algum momento a gente repita alguma lição, se precisar, claro.
Elisa parou o que tava fazendo com Alex, e montou nele mais uma vez, só que dessa vez de costas, então o irmãozinho tinha uma vista espetacular de um dos atributos que mais atraía ele na irmã, aquela bunda redonda. E de biquíni, a espetacularidade aumentava pra caralho.
Elisa começou a se mexer pra frente e pra trás, sentindo um pouco de medo de machucar o pau do irmãozinho com o tecido do biquíni dela.
—E isso você gosta? É igual a primeira vez, mas ao contrário — explicou Elisa.
—Sim, mas é estranho. Acho que… Ai…
Não aguentando tanto prazer, Alex teve um orgasmo na hora, gozando e sujando a parte de baixo do biquíni de Elisa com o esperma dele.
Elisa se levantou e tirou o biquíni todo melado. A mancha de porra ficava principalmente na área paralela onde os lábios da buceta de Elisa estavam encostados. Uns montes de porra do irmãozinho dela escorriam do biquíni. Parecia um catarro super pegajoso, uma viscosidade que vinha de uma puta tesão.
—Vou ter que lavar isso — disse Elisa num suspiro resignado.
Alex, ainda deitado de barriga pra cima na cama, ficou olhando a buceta e a bunda de Elisa por uns segundos, enquanto os últimos jatos de porra terminavam de sair apressados do pau dele, sujando a barriga no processo. O irmão mais novo sentia que tinha perdido algo valioso lá dentro. «Talvez eu perdi a virgindade, começo a me sentir muito cansado», pensou Alex. Era aquele efeito, um sono pesado que tomou conta dele depois de uns instantes. Olhou a irmã deixando o biquíni num canto onde tinha um monte de roupa que ela ia lavar mais tarde. Observou as nádegas torneadas dela mais uma vez, e o pau dele deu uma leve tremida, como avisando que logo estaria pronto pra ficar duro de novo, talvez rápido demais. Naquele momento, Alex foi tomado por um sentimento profundo de estranheza. Algo dizia pra ele que o que fez com a irmã mais velha tinha passado de um limite importante, que aquilo já não tava nada certo em nenhum sentido. Então lembrou do beijo que a irmã deu nele, e de como ela o intimidou de um jeito tão inesperado. Alex vestiu a calça e saiu correndo pro quarto dele.
Alex limpou os restos de porra. Tomou banho. Chorou e dormiu. Não sabia o que sentir ou o que pensar. Não conseguia definir a irmã como boa ou má. Ele a amava e a temia. Fazer o que fez com ela hoje, ou melhor, o que ela fez com ele, não era igual às suas fantasias. Com o poder da sua imaginação fértil, Alex tinha se masturbado pensando na irmã mais velha muitas vezes, mas nunca se sentiu estranho porque na época considerava aquilo uma vingança contra ela, um ato pueril de ódio; algo que servia para extravasar o rancor que a distância dela causava. Agora que a queria de novo imensamente, talvez mais do que nunca em toda a sua existência, e que aquele sentimento de vingança tinha se dissolvido como um grão de areia na imensidão do oceano, sentia que a irmã estava sendo muito brusca com ele.
Algo o movia. Era a irmã dele, Elisa. Estava acordando ele.
—O que foi, irmã? — perguntou Alex sonolento.
—Quero que você me dê sua roupa, acho que sua camiseta manchou… Vou lavar.
—Acho que está limpa — disse o irmãozinho.
—Alex, precisamos conversar — disse Elisa, séria.
—Sobre o quê?
—Sobre o que a gente fez…
—Sim, eu também queria falar com você sobre isso, não sei se está certo…
—Não é sobre isso, Alex. O que quero dizer é simples. Não podemos levar isso na brincadeira. Se a gente fizer isso, você vai me dar sua roupa pra lavar, mesmo que não manche, pode ficar com cheiro de sexo e do meu perfume. Entendeu?
—Entendo, mas a gente não transou, não acho que seja tão grave — garantiu Alex.
—Me escuta, e vou falar só uma vez. Ninguém pode nos descobrir, nem desconfiar, mesmo que não seja sexo. A gente não vai ser descuidado, não vai contar pra ninguém, e espero que você obedeça essas regras porque senão, tudo isso vai acabar muito mal — disse Elisa em tom severo.
—Sim, irmã, desculpa.
—Tá bom, me dá sua roupa agora, tira ela, toma banho e se troca. Se quiser, pode dormir de novo, não sabia que você estava tão cansado. Mas pelo menos espera a comida ficar pronta…
—Tá bem, de qualquer forma já me sinto mais descansado.
Enquanto tomava aquele banho tão revigorante, Alex se perguntou se era possível que Elisa estivesse abusando dele. Mas aí chegou num ponto de total sinceridade: "Se é assim, então... por que não falei antes que a gente tava conversando sobre eu me sentir abusado?". "É porque eu fico excitado sem querer". E tudo isso era real pra Alex, ele primeiro se esquentava, e depois a irmã atacava sem piedade, se aproveitando do que ele sentia. Ele tinha ido procurar a irmã, entrando sem bater e vendo ela com pouca roupa. Foi ele quem não desviava o olhar do corpo dela, mesmo sabendo que devia respeitar a irmã mais velha. Ele tinha derramado todo aquele líquido branco e fedido na roupa da pobre Elisa. Ele tinha começado a se masturbar depois que ela abraçava ele ou quando dava beijos... Ficava excitado com beijo na bochecha! Da própria irmã! Se alguém tava errado na relação de irmãos que eles tinham, era ele, por ser desrespeitoso e mentiroso, por olhar pra Elisa com luxúria. Ele tinha sujado a imagem da irmã protetora, sempre forte, doce e vitoriosa, transformando ela num objeto sexual desde muito antes. Agora ele não podia culpar ela por tudo. Ela era ruim às vezes, sim, mas não era um demônio abusador.
Alex comeu com a irmã. Assistiram filmes de comédia e passaram o dia, a tarde e a noite juntos, como quando ele era um garotinho. A infância dele tava ali presente, de volta intacta, evocada por Elisa e por ele, e Alex amava aquela sensação. Amava a irmã dele.
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