Myriam, uma louca que vale a pena

Depois de 3 anos e 10 meses guardado nos rascunhos, retomo a história da Myriam:

Olá pessoal, ultimamente tô sem inspiração, escrevo, mas não gosto do resultado e não publico.

Uma vez me perguntaram se eu tava sempre com umas cuties gostosas, a resposta é óbvia, NÃO. Obviamente o físico atrai, mas a loucura e a vibe dessa cutie me enlouqueceram.

Myriam é uma cutie mediana em questão de beleza, não é feia, mas também não é uma gostosona, tem uma bunda grande e apertável, é cheinha e de peitos médios. Morena, olhos castanhos e pele bem branquinha. Tem 1,60m, 27 anos.
É amiga da Caro, uma amiga de longa data, já tinha visto ela várias vezes, nunca tinha me chamado a atenção.

Umas semanas atrás tava na casa da amiga em comum que a gente tem, nos juntamos pra comer e depois ficamos bebendo e dançando, no meio disso tive uma conversa com a Caro:

C: Qual é a tua com a Myr? – Caro manjava de informação que eu não tinha.
S: Nunca dei muita bola pra ela, por quê?
C: Vou te falar na lata: Ela tá doida por você.
S: Nunca conversei muito com ela, é legal, mas nunca foi nada sério.
C: Nunca nada sério é ela, tem um humor diferente.
S: Ela é intensa.
C: Muito intensa, vai ver que vocês vão acabar juntos hoje.

Naquela noite acabei sentando do lado da Myriam, na real eu sentei no sofá e ela sentou do meu lado na hora e a verdade é que pela primeira vez eu tinha parado pra conversar mais do que umas poucas frases com ela, ela é muito espontânea, sem filtro pra falar, dá as opiniões na lata e caga pro que os outros pensam, muda de assunto na hora, vai da comida pra política e daí pra programas de TV, é difícil acompanhar o ritmo dela, ainda por cima fala na velocidade de um Fórmula 1, obviamente também fala de automobilismo e não cala a boca nem ferrando.

Alguns foram indo embora até que ficamos só eu, o Ivan, o ficante da Caro, obviamente ela, a Myriam e eu.

O Ivan na real é um amigo com benefícios da Caro, eles se conhecem desde pequenos e têm uma espécie de relação aberta há uns 2 anos, dessas que segundo eles são só amigos com benefícios, mas se veem várias vezes por semana.

Eu tava com a Myriam arrumando as coisas na cozinha e os outros 2 estavam se pegando no sofá da sala, se apalpando, quando falei zoando ou melhor pra eles pararem de se pegar e começarem a limpar:

-Myr, ou a gente entra na festinha ou vaza.

Achei que não tinha ouvido por causa da música, mas quando me virei ela tava vindo pra onde eu tava, olhei nos olhos dela e mandei um beijo na hora, a gente se pegou um pouco e ela me agarrou pela fivela do cinto e me levou pro sofá, me sentou, subiu em cima de mim e soltou toda a loucura intensa dela.

M: Olha, galera, se vocês vão ficar de putaria e acham que a gente vai arrumar a casa toda sozinhos, tão enganados, já que não vão levantar pra arrumar a bagunça, a gente também vai transar e depois a gente arruma tudo os 4.
C: A gente vai transar, vocês fazem o que quiserem.

Na hora o Ivan tirou o vestido e o sutiã da Caro, ela passou um filtro, tapou os peitos com uma mão e com a outra pegou o Ivan e levou ele pro quarto. Foi a primeira vez que vi minha amiga pelada, uns peitos maravilhosos...

M: Chatos! Eu queria ver vocês transando! - Ela gritou pra eles, me olhou e desabotoando minha calça falou- Me ajuda a tirar isso.

Eu tirei a roupa na hora, ela fez o mesmo. Passamos do primeiro e até agora único beijo pra nós dois pelados no sofá em 2 minutos.

M: Olha, Santy, a real é que você me dá um tesão danado, somos adultos e não vamos ficar com tanto protocolo.

Levantei, beijei ela e começamos a nos apalpar com tudo, fiz ela virar de costas, adoro encostar a bunda nela com a pica roçando a entrada da buceta enquanto pegava nos peitos dela com uma mão e com a outra brincava com o clitóris. Fiz ela ajoelhar na frente do sofá e apoiar o tronco numa almofada, ficou tipo de quatro, com a buceta e a raba divinas pra chupar tudo.
Sem ela poder me ver e sem tocar nela com nada além da minha língua, mandei ela direto pro ânus e depois comecei a enfiar um dedo na buceta, depois dois.

M: Filho da puta, depois me chamam de direta, você vai me deixar louca assim.
S: Te deixo pelada, de bunda pra cima, dois dedos na buceta e chupando teu cu, acho que nem precisa te oferecer uma bebida, né? — E voltei a chupar o cu dela enquanto com a outra mão apertava um peito.

Myr enterrava a cabeça no travesseiro e gemia igual uma louca. Molhei o polegar na buceta dela e enfiei no cu dela. Lá dentro da buceta dela, procurava o ponto G com o dedo médio e brincava esfregando o indicador, que entrava pela buceta junto com o polegar que enfiava no ânus. Ela gemia e gemia cada vez mais até soltar um grito de orgasmo, a buceta dela ficou muito quente, muito mais molhada, e senti umas contrações fortíssimas apertando meus dedos.

Milagrosamente, ela ficou quieta por uns segundos, na mesma posição, tentando recuperar o fôlego.

M: Você vai ter que me dar um tutorial disso, vou pedir pra cada cara que me comer.
P: Tem direitos autorais, vai ter que me pagar por isso.
M: Senta você no sofá.

Sentei esperando ela chupar minha rola.

M: Não era isso que eu queria, mas tudo bem, chupo um pouquinho.

Como ela disse, chupou só um pouquinho mesmo.

M: Fica igual eu tava, você vai ver a chupada de cu que vou te dar, magrelo.

Fiquei igual ela tava, tipo de quatro com a rola pra baixo.
Ela começou passando a língua na minha rola, e começou a me punhetar enquanto lambia minhas bolas, o períneo e finalmente vicou no meu cu, eu sentia ela beijando meu ânus enquanto me punhetava.

M: Me avisa quando for gozar, Santy, não podemos sujar o sofá da Caro, e sim, antes de me comer você vai me oferecer uma bebida.

Ela continuou chupando meu cu de um jeito muito doido, com a língua dura, sentia que ela tava comendo meu ânus com a língua enquanto me Pajeba. A saliva dela escorria até minha pica.
Quando não aguentava mais, me deitei no sofá com uma perna em cima e a outra pra baixo, bem aberta.

M: Ahhh, mas você gosta de tudo, seu porquinho, se ajeita e aproveita.

Sem muita hesitação, me olhando nos olhos, começou a me beijar e mordiscar as coxas, passou a língua nas minhas bolas e, sem tocar na pica com a mão, enfiou a pontinha na boca, levantou pra eu ver e mandou até a garganta no mesmo instante em que enfiava um dedo no meu cu.

No mesmo ritmo que minha pica entrava na boca dela, o dedo dela entrava no meu cu, acho que não aguentei nem 2 minutos assim, enchi a boca dela de porra, a putinha engoliu tudo e, no que escorreu no meu corpo, passava a língua e, mantendo o olhar nos meus olhos, tomava tudinho, tudinho.

M: Bem limpinho, assim que eu gosto.

Eu sorri, era tudo que conseguia fazer depois de uma gozada daquelas. Jogamos algumas almofadas no chão pra abrir espaço e ela se deitou meio em cima de mim.

Enquanto se ajeitava, ouvimos um barulho, achamos que era a Caro ou o Ivan que tinham ido ao banheiro.

M: É, a Caro tem uns peitões gostosos, nunca tinha visto antes, e você?
S: Eram divinos. Não, nunca fiquei com ela, acho que você sabe, senão teria te contado.
M: Bom, ela é bem recatada, eu não tenho problema, se a gente troca de roupa ou algo assim, fico pelada na frente das minas e, se preciso trocar e tiver algum dos meus amigos mais próximos, também, zero drama, ela nunca, sempre toda coberta, quando fomos pro litoral alugamos um kitnet entre 4, pra trocar de roupa ela ia no banheiro. E ainda por cima a Caro tá fortinha.
S: Pra mim, ela tinha medo de você estuprar ela.
M: A Caro é bem hétero, noite de farra típico a gente se pega entre todas, se apalpa e brinca, dela só consegui um selinho. Uma vontade de tocar ela toda, ainda mais agora que vi bem os peitos. — Enquanto dizia isso, começou a tocar na minha pica, tentando deixar ela dura de novo. — Mas bom, por enquanto o que tá pendente é essa pica. S: Daqui a pouco você vai ter ela dentro.
M: Você tem uma rola boa, sabia? Bom tamanho, caprichada, retinha, só desvia um pouquinho pro lado.
S: Te imagino com uma planilha de Excel dando nota pra cada aspecto de cada rola que você experimenta.
M: Não é má ideia, devia fazer isso, por enquanto tá na minha cabeça. Voltando pra Caro, na real não sei se ela é tão 100% hétero ou se só resiste porque tem medo de experimentar.

Ela sentou no sofá e sentou em cima de mim de costas, começando a se mexer devagar, esfregando a bunda em mim.

M: Adoro foder assim, não vou te dar opção de escolher outra posição.
S: Também não queria outra, sentir sua bunda me excita.
M: Eu sei, somos um bom time. Segura meus peitos.

E aí ela passou a mão entre as pernas, levantou minha rola pra encostar na buceta dela enquanto enfiava um dedo em si mesma.

M: Você foderia a Caro ou é muito friendzone?
S: Minha friendzone não coloca minhas amigas na lista de intocáveis, são amigas, podemos foder e continuar amigos, por mim não tem problema, mas sei que ela não vai querer.
M: Eu foderia ela fácil, já imaginei mil vezes e peço desculpas pela sinceridade, mas quando você me tinha aqui no sofá chupando minha bunda e enfiando os dedos, imaginei que era ela e fiquei doida de tesão.
S: Agora eu imaginei as duas e fiquei com tesão.
M: Comprovado cientificamente, senhor, em outras palavras sinto sua rola ficando durinha, seu pervertido.
S: Adoro ver duas gostosas juntas, juro que fazer um ménage com duas gostosas é uma das coisas que mais me excita, quase tanto quanto chuparem minha rola as duas juntas.
M: E uma na rola e outra no cu?
S: Isso é outro nível, tenho pendente uma chupar meu cu e duas a rola.
M: Tem que pensar na posição, mas me avisa que se conseguir duas minas gatas, eu vou como a feia caipira.
S: Não se faz de feia, nem preciso te dizer que você me excita, né?
M: Vamos ver, deixa eu ver se já entra. — Ela se mexeu um pouquinho e enfiou a rola pra dentro, me olhando por cima do ombro. — Sim, entrou e tá de boa. durita.

Ela começou a se mexer assim, pra cima e pra baixo, pros lados, fazendo círculos pros dois lados, agachada igual um twerking, juro que tava descontrolada. Com a mão direita, pegava nos peitos dela; com a esquerda, tocava a buceta dela quando dava.

M: Flaquito, adoro teu pau! Tava doida por você sem nem te conhecer, vi e já achei uma gostosa, mas agora que tô com ele bem, mas bem dentro, não quero parar nunca.

S: Como eu adoro te sentir assim, com essa bunda colada em mim.

M: Vou gozar tudo em você, Santy, vou molhar até teus ovos.

Ela se recostou em mim, peguei os peitos dela com as duas mãos e depois, com a direita, agarrei o pescoço dela apertando um pouco. Gozou, gozou pra caralho e na hora eu gozei também. Fiquei largado no encosto e ela em cima de mim, com meu pau ainda dentro dela.

S: Myr, com a barraca, olha pro corredor. — sussurrei.

M: Filhos da puta! Tavam nos olhando. — gritou pra eles.

Caro e Ivan estavam pelados se tocando no escuro. Myr levantou e foi até onde eles estavam, agarrou Caro com as duas mãos no pescoço e, sem hesitar, meteu um beijo nela e, de mãos dadas, levou pro outro sofá, sentou ela e o que vem... fica pra próxima história.

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