Sexo Real e Delirante (parte três). Desvirgada pela cunhada: "...Nua na cama dela, em cima de uns lençóis brancos, a Anita se mostrou uma bela donzela imaculada. A Karina observava ela com admiração e, com uma toalha, começou a secar seus longos e ondulados cabelos loiros. Os pés dela eram macios, com dedos uniformes e encantadores. Tinha pernas muito longas e possuía uma buceta dourada. Sua barriga lisa destacava os peitos tamanho limão, com mamilos rosados. A Karina foi até o "quartinho" dela e trouxe uma velha caixinha de joias de madeira que a sogra tinha dado de presente. No dedão do pé direito, colocou um anel com uma pedrinha brilhante; no tornozelo, amarrou com duas voltas uma correntinha dourada; e no pescoço, colocou um colar de pérolas falsas. A Anita ficou ainda mais linda e gostosa. _ Essas fantasias são suas, eram da sua mãe _ disse a Karina. A cunhada dela pressentiu o que vinha e, como um reflexo da excitação, começou a esfregar os pés brancos nos lençóis. A Karina saiu do quarto de novo e foi até a cozinha. Pegou tripa de vitela e encheu com carne moída. Colocou água numa panela e pôs para ferver. Mergulhou a linguiça na água fervendo e deu uma cozinhada para tirar o frio da geladeira. Ao voltar para a cunhada, tinha pegado um par de fitas e improvisou um arnês para prender a tripa como se fosse um pau, de 6 cm de diâmetro e 20 cm de comprimento. Colocou a Anita de bruços e, começando pela ponta dos pés, começou a lamber ela com suavidade. Passou a língua molhada pelos calcanhares, panturrilhas e coxas. O corpo da cunhada tremia de excitação e todos os pelinhos das pernas dela tinham se arrepiado. Ela se agarrava nos lençóis com desespero e murmurava entre os dentes um _ não!, não!, não! _ Parou no cu dela e curtiu a vista do "fechadinho" que ele era. Parecia uma florzinha prestes a desabrochar. Subiu pelas costas dela e curtiu beijar cada uma das suas pintinhas. Ao chegar na Nuca mordeu os tendões do pescoço dela e beijou o canto dos lábios. Esfregou a linguiça de carne nos glúteos dela e roçou várias vezes no buraquinho. A Karina estava explodindo. O clitóris dela saltava uns centímetros da buceta como um pinto de adolescente. Com as axilas e as pernas peludas, se sentiu mais máscula e ativa do que nunca. Era inacreditável ver a quase rainha da beleza, mãe de um filho, transformada numa besta peluda prestes a desvirgar a própria cunhada. A Anita se virou e recebeu um beijo de língua da parente política. A Karina desceu pro pescoço dela e, com os dentes, pegou sua garganta com uma suavidade ameaçadora. Com a mão esquerda, acariciou o púbis dela e, com a outra, apertou um dos mamilos. Anita suspirou. A cunhada gemia enquanto ela descia até os peitos de ponta. Levou um bom tempo e não deixou centímetro sem salivar. Ao chegar na "xereca", pegou a "rajinha" com os dedos e, bem devagar, começou a abrir. Conseguiu ver que a telinha estava bem fechada (hímen). No começo, beijou como se fosse uma boca e depois, com a língua, foi separando os lábios da buceta.. Anita, por natureza, já tinha lubrificado o suficiente e estava pronta pra ser penetrada. A Karina pegou as pernas dela e levantou pra apoiar nos ombros. Anita fechou os olhos, segurou a mão da cunhada pra tomar coragem e não conseguiu controlar os tremores e espasmos. Ao sentir a ponta da linguiça na porta, tentou apertar as pernas, mas não deu por causa da posição que a Karina segurava as coxas dela. Sentiu o falo artificial da cunhada empurrando sem parar até romper por completo a "telinha". Tinha deixado de ser uma mocinha pra se transformar numa mulher de verdade. Os pelos pretos da Karina se misturaram com os dela e, com a graça de uma bailarina, a cunhada mexeu a linguiça por dentro até fazê-la gozar. Uma e dez vezes. O prazer foi tão intenso que não conseguiu segurar um grito de dar tudo de si, que fez os pássaros do quintal voarem. Repetiram várias vezes e as duas gozaram até cair de cansaço. Voltaram a se banhar, mas dessa vez uma lavou a outra. Se vestiram, arrumaram a casa e prepararam a comida pro jantar. De noite, a Karina trancou a casa com chave e montou guarda no quarto da Anita pra ninguém tocar no que era dela por direito. Ela tinha se APAIXONADO...." (Continua) Soniadora1962
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