
3 "Parece bom, querida", respondeu Bruno, ensaboando o corpo. "Ei, sua empresa não vai ter aquele piquenique logo. Sabe, a única pessoa que conheço é a Linda, de quando vocês duas trabalhavam na AHMSA. Eu adoraria rever ela de novo. Vai ser divertido." "É, isso ia ser divertido", respondeu Bruno, torcendo pra ela ir embora. Se ela desse mais um passo pra dentro do banheiro, com certeza ia ver a Anais! "Acho que sim", respondeu Evangelina com indiferença. E então ela foi embora. Anais ouviu ela abrir a gaveta da cômoda, provavelmente pra pegar a calça de moletom, e depois ouviu ela descer as escadas. Ela não tinha certeza do que queria, mas uma briga com a Sra. Muguerza enquanto estava pelada, essa noite, definitivamente não estava nos seus planos. Ela queria ter o controle da situação. No entanto, ela queria o bebê de Bruno. Disso, ela tinha certeza. Dava pra sentir o esperma escorrendo dela. Ficar grávida seria a melhor vingança, pensou Anais. Bruno saiu do chuveiro e se secou rápido, enquanto Anais saía da banheira e se vestia. Ela colocou uma calcinha fio dental quase invisível e o short mais curto que Bruno já tinha visto na vida. Eles abraçavam a bunda redonda e perfeita dela com força e tinham a palavra GOSTOSA estampada. Ela não tinha colocado sutiã em casa, e a camiseta justa não fazia nada pra segurar ou esconder os peitões enormes dela. "Meu Deus, Anais 😧, como é que seus pais deixaram você sair de casa assim?" ele sussurrou, vestindo a própria calça de moletom e uma camiseta branca que estava no canto do banheiro. "Eu sou maior de idade", disse ela se aproximando dele. "Além disso, eles não estavam em casa." "Eu... a gente não devia ter feito isso... O que você quer?" perguntou Bruno, preocupado. "Seu bebê..." respondeu ela, bem segura. "Ehhhh... você disse... um bebê?" Anais pressionou o peitão contra ele, beijando-o com força. "Sim. Eu quero seu bebê... e depois quero o carro da sua esposa e a sobrenome, e dormir do lado dela da cama nessa casa toda noite". Ela falou tão descarada que Bruno sentiu medo. "Nó..s fomos lon..de demais. Por favor, não conta nada pra minha mulher. A gente tem que tirar você dessa casa". "Eu sei... querido... essa noite não é a noite pra isso". Aí, ela saiu do banheiro, antes que Bruno pudesse responder. Ele seguiu ela, tentando alcançá-la e descer primeiro pra distrair a esposa, mas Anais já estava descendo as escadas. Ele viu ela lá embaixo, espiando pela esquina e escutando. Daí ela chegou na porta da frente e saiu, quase sem fazer barulho. Bem quando Bruno chegou no fim dos degraus, só uns dois segundos depois de Anais, a esposa dele saiu da cozinha. "Achei que tinha ouvido algo aqui", "Só eu!" Bruno falou, alegre demais. Evangelina franziu a testa pra ele e deu um gole grande na taça de vinho dela. "Tá bem, vem aqui deixa eu te contar o que a Mary falou e por que a gente teve que cancelar. Nossa, você não vai acreditar na cara de pau daquela mulher. Ela acha que alguém morreu e deixou ela no comando. Dá pra imaginar?" "Não, querida", ele disse, seguindo ela pra cozinha, sabendo que ia ser uma hora de fofoca que não interessava nada pra ele, e agradecendo a Deus que Anais tinha escapado pela porta antes da esposa ver ela. O resto da semana passou sem incidentes e sem Bruno ver Anais em lugar nenhum. Ele tinha passado a semana toda tentando pensar num jeito de se livrar daquela situação com ela. Não fazia a menor puta ideia do que ia fazer. O único pensamento que tinha era armar um assalto e culpar a garota, mas ela continuava estragando esse plano. Sentado no escritório dele, na sexta à tarde, já tinha terminado os relatórios e estava bolando um plano pra lidar com a vizinha jovem. Os pensamentos dele não paravam de desviar de meter Anais em encrenca pra meter ela de novo na cama dele. Não conseguia parar de pensar na sensação das pernas dela enroscadas na cintura dele enquanto Ele fodia ela, precisava tirar essa ideia da cabeça. Não conseguia parar de pensar na boca doce dela no pau dele. Tava ficando duro só de pensar na novinha e no corpo gostoso dela. "Meu Deus, o que eu vou fazer?" Falou em voz alta. Nessa hora, o telefone tocou. "Alô?" "Amor, sou eu." A voz da Evangelina dissipou os pensamentos dele na hora. "Ah, não reconheci o número? Cadê você?" "Saí do trabalho mais cedo e meu carro não ligou. Não sei o que tem de errado, mas já pedi pra guincharem pra oficina e vou sair pra tomar umas com as minas. Posso passar a noite na casa da Cindy Arreola. Ela mora na esquina da oficina e pode me deixar de manhã. Você vai ter que se virar sozinho pra jantar hoje." "Ah, tá. Eu dou conta. Então, manda um abraço pra Cindy." Mas o telefone já tinha desligado antes dele terminar a frase. Cada vez mais, as conversas entre ele e a esposa terminavam assim; como se a opinião dele não fosse necessária. O telefone da mesa tocou de novo. Dessa vez era a secretária. "Sua esposa está aqui", ela disse. "Ela é muito gostosa e super simpática." 🤔 "Ué... já vou sair", ele gaguejou. Com certeza não era uma descrição da Evangelina. Ele se levantou e foi pra recepção. Lá estava a Anais, vestida pra matar com um vestido preto justinho e salto alto. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo apertado e as unhas estavam recém-feitas; longas e vermelhas. Bruno ficou parado, mudo, por um momento, olhando pra ela. Olhou pros sapatos dela. Eram os sapatos que ele tinha comprado pra esposa no último aniversário. Reconheceu o desenho na frente. Era bem distinto. Sem dúvida, o vestido não era da esposa. Ela teria que colocar dois peitos na frente pra encher igual a Anais tava fazendo. O pau dele mexeu sem querer, igual um cachorrinho feliz com a chegada do dono. "Oi, bebê!" ela disse, se apressando na direção dele e dando um Grande abraço e um beijo forte na boca. "Ei", disse sem convicção. "Vamos pro meu escritório". "Tchau, Anais", interferiu a secretária atrás deles. "Te vejo no piquenique daqui a algumas semanas! Foi um prazer te conhecer finalmente." "Igualmente pra mim!" Anais respondeu calorosamente. Uma vez no escritório, Bruno bateu a porta com força e se virou pra jovem vizinha. "Que porra é essa? O quê... esses são os sapatos da Eva?" —sibilou, apontando pros pés dela. Depois olhou pra mão dela. "Um anel?" Anais usava uma aliança de casamento com um diamante grande e gordo. Era lindo. "Calma, bebê", disse ela. "Essa era a aliança da minha avó e ficou perfeita em mim. Na verdade é minha agora; minha mãe me deu ano passado. Você vai me arrumar uma melhor, né?!" "Melhor... minha esposa... eh... meu trabalho... olha, garota." "Shhh", Anais levou o dedo aos lábios carnudos e vermelhos e, com a outra mão, empurrou Bruno contra a escrivaninha. Sentou na borda. "O que você quer?", implorou ele. "Quero o que a Evangelina tem. Quero a vida dela. Ela não merece isso e tenho certeza que não merece você. Fiquei pensando em você a semana toda." "Não podemos..." começou ele, mas ela calou ele de novo. "Pode... ouvir..." uma lágrima escorreu pela bochecha dela. "Eu... isso... eu... tudo isso começou como um jeito de me vingar da sua esposa por arruinar minha vida." "Já falamos sobre isso..." respondeu Bruno, sério. "Não, só escuta. Começou assim, eu tava tão puta com ela. Queria tirar tudo dela, inclusive você... e aí... e aí ficar com você e ver como você é de verdade. Agora é muito mais que isso. Agora tudo que eu quero é você." 🥺 "Eu..." Bruno ficou sem graça. Não soube o que dizer. "Quero você e quero seu bebê, e quero o que sua esposa tem. Ela não merece você, mas eu mereço. Vou te provar. Não quero mais fingir que sou sua esposa." Bruno interrompeu. "Você é nova demais, pra começar", Bruno começou a recuperar a postura de novo e ia a endireitar a jovem vizinha. "Não", ela se inclinou e o beijou. Ele começou a abrir a boca para protestar e se afastar, mas a língua dela entrou na boca dele e, que Deus o ajudasse, Bruno respondeu com paixão. Em questão de segundos, estavam se chupando a língua como adolescentes apaixonados, se beijando na entrada da garagem. —Abaixa a calça —ordenou ela, sem fôlego. "Preciso de você dentro de mim, agora". Bruno obedeceu. Mesmo que qualquer um pudesse ter aparecido, ele abaixou a calça. Anais mudou de posição e se inclinou sobre a escrivaninha, levantando o vestido até os quadris.

Ela não estava usando calcinha. 👀 "Tô tão molhada e pronta pra você", ela sussurrou por cima do ombro. "Mete, por favor." Bruno se moveu atrás dela e afundou o pau na buceta apertada e molhada, centímetro por centímetro. Ela abafou um grito no braço quando ele a empurrou até o talo. "Meu Deus!" ✨ Ele comeu ela com força contra a escrivaninha, amando a sensação dela. A esposa dele nunca tinha deixado ele comer ela assim. Depois de alguns minutos, ele sentiu as bolas começarem a apertar. Tava prestes a gozar. Ele avisou. "Tá tudo bem", ele grunhiu enquanto continuava bombando dentro dela. "Você cuida de mim mais tarde, né?" "Ah, sim." Bruno teria aceitado qualquer coisa no mundo naquele momento. "Goza dentro de mim, gostoso! Me dá seu leitinho... uh... por favor!" 💞 "Aí vai... uh... é..." ele grunhiu, enquanto enchia a buceta da Anais de porra de novo. Ele achou que nunca ia parar de gozar. Finalmente se esgotou e desabou em cima dela. O telefone tocou. Bruno saiu dela com um plop molhado e pegou o telefone da mesa. "Sim..." ele grunhiu. Era a secretária dele de novo. "Só queria desejar um ótimo fim de semana e, por favor, diga à sua esposa o quanto adorei conhecê-la. Ela é tão doce. Tchau..." Bruno desligou o telefone e olhou pra Anais. Ela tinha se endireitado e tava sentada ali, olhando pra ele com um sorrisão nos lábios. "Te quero." Ele corou com aquilo. Depois, ela disse simplesmente: "Vamos embora?" Ele perguntou, confuso: "Como você sabia que minha esposa não ia estar aqui ou...?" "Eu ouvi vocês conversando. Ela nunca entra aqui. Cadê ela agora? No trabalho?" "Não... ela... sim..." "Você é tão bobinho", Anais riu dele. "Tô com fome. Que tal levar sua nova esposa pra jantar?" "Você não é... eu..." Bruno balançou a cabeça, frustrado. Terminou de se arrumar e pegou a pasta. "Vem. Vamos." Ele saiu rápido do escritório, com Anais correndo atrás dele. Passou correndo pela recepção, feliz que sua secretária não estava lá pra dizer pra ele como a "esposa" dele era gostosa de novo. Anais se apressou pra alcançar ele, decidida a andar do lado dele. Enquanto se aproximava dos elevadores, ela finalmente o alcançou, pegou a mão dele e apertou. "Nunca mais me deixa pra trás assim", sussurrou. "Por favor." Bruno apertou o botão com a mão livre e se virou pra falar algo com ela bem na hora que Linda virou a esquina. Ela olhou pra Bruno e pra mina, depois pras mãos deles e então pro peitão da Anais, de olho arregalado. Anais olhou pra ela e sorriu, quebrando primeiro o silêncio constrangedor. "Oi, sou Anais." "Sou Linda." respondeu ela. Linda olhou pros dois com curiosidade, esperando uma introdução e explicação bem mais detalhadas. Anais apertou a mão de Bruno com força e riu, como se esperasse que ele ampliasse as apresentações. Ele não fez isso. Na real, ele tentou se afastar discretamente, mas ela tinha um aperto mortal na mão dele. Ela segurava com tanta força que ele tava perdendo a sensibilidade na ponta dos dedos. Anais beijou ele na bochecha e depois se virou pra Linda. "É um prazer te conhecer, Linda. Sou a esposa do Bruno, Anais. Você vai pro piquenique da empresa esse ano?" Linda ficou parada ali, com cara de pedra e boca aberta. O elevador abriu e Bruno e Anais entraram e esperaram a Linda. "Você vai descer?" ela perguntou, inocente. Linda balançou a cabeça que não e ficou olhando pra eles até a porta do elevador esconder ela de vista. "Porra!" Bruno xingou. Ele não costumava xingar. Parecia que Anais tirava esse lado dele, quanto mais esse joguinho deles durava. "Ela conhece a Eva! Ela conhece minha esposa! A vadia tá desmascarada. Tô ferrado." "Idiota," Anais riu e depois se inclinou pra ele, esmagando o corpo gostoso dela contra o dele. "Sou sua nova esposa e vamos ter uma vida maravilhosa juntos. Vou garantir isso. Não se preocupa com aquela velha chata." Eles saíram do prédio sem ver mais ninguém e chegaram no carro do Bruno. Sobe. Vou te levar pra casa", ele disse. "Ai, meu Deus!", ela se surpreendeu. "Não... minha casa, não, na sua!" 😒 "Adoro quando você é firme e assume o controle, e eu moro bem na sua frente, sabia?" "Eu sei", Bruno respondeu, irritado. Os dois subiram e Bruno começou a levá-los pra casa. Ficava olhando de rabo de olho pra Anais, mesmo sem querer. Do jeito que o cinto de segurança passava no meio do decote dela, fazendo aqueles peitões redondos parecerem ainda maiores, como se estivessem em exibição só pra ele. "Tá olhando o quê?", ela disse, pegando o olhar dele. "Nada!", ele respondeu rápido demais, errando a curva da rua dele. "Porra!" "Cê tem uma boca bem suja, hein", ela disse, rindo. "Não tenho não", ele protestou. "Você..." "Ah, eu sei", ela disse, deslizando a mão e agarrando o pau dele com força, por cima da calça. "Ela adora chupar esse teu pauzão gordo. Adora se encher do teu gozo nojento. Eu tenho uma boca bem suja e é toda sua." "Porra! Abaixa!", Bruno empurrou a cabeça de Anais pra baixo, na direção da virilha dele. Não era o lugar onde queria ela naquele momento, mas era o único lugar onde ela tava posicionada pra ir. "Mmmm", ela ronronou. "Acho que cê gosta da minha boca suja, hein!" "Não... é... não é por isso. É seu pai. Ele virou bem atrás da gente." "Bom, não vou desperdiçar essa chance, meu amor, e parece que cê precisa de um alívio de novo. Só tem uma coisa que uma boa esposa pode fazer." Então, ela abaixou o zíper da calça dele, puxou o pau duro dele pra fora da cueca e sugou ele com a boca quente e pronta. "Ai, porra!", Bruno gritou, atravessando a rua e quase atropelando a dona Lopes e o cachorrinho latindo dela. "Desculpa!", ele gritou pela janela. "Ah... meu Deus do céu!", ele gemeu, se ajeitando no banco. Anais tava chupando o pau dele, sugando com toda força. Bruno olhou pelo retrovisor e viu o pai de Anais dirigindo bem atrás. atrás deles agora. Mal sabia ele que sua docinha tava chupando a pica do vizinho no carro bem na frente dele! "Mmmm", gemeu a novinha em volta da pica dele. Tava toda babada. Ela acelerou o ritmo. Finalmente, Bruno virou na rua dele e depois na entrada da garagem. Tateou o controle do portão, entrou e fechou atrás. Quando estacionou e ficaram sozinhos no escuro, agarrou a raba de cavalo da Anais e tirou ela da pica. "Ai!" protestou ela, enquanto um fio de saliva escorria dos lábios molhados. "Sai!" — exigiu ele, com um olhar doido nos olhos, saindo do carro. Quando Anais saiu do lado dela, Bruno já tava esperando. Agarrou a mão dela com força e arrastou ela pra dentro de casa. Na cozinha, virou de repente e rasgou a frente do vestido dela, estraçalhando o tecido já apertado. Os melões gigantes dela se soltaram. "Uh... Sr. Muguerza..." "Ah, agora não é mais Bruno?" Ele tirou os sapatos, baixou a calça e a cueca. A pica dele tava tão dura que pulsava ameaçadora. "Abaixa!" Anais caiu no chão de costas, abrindo as pernas pra ele. A buceta dela já tava encharcada. Tava tão excitada quanto ele. "Você não vai me machucar?" O surto dele tinha assustado ela, mas o que esperava? Tava se metendo na vida dele. Tudo tava fora de controle. Mas agora podia agir e controlar isso. Bruno montou a novinha, afundando fundo nela com uma estocada poderosa. Ela gritou o nome dele enquanto ele comia ela. As unhas vermelhas compridas arranharam as costas dele enquanto gozava sob o ataque implacável. "Porra, Bruno... te amo. Me faz gozar... dá um bebê pra gente! Uhhh!" Ela apertou as pernas e braços em volta dele enquanto gozava, gritando o nome dele e o amor por ele de novo. Bruno parou pra amassar os peitões dela enquanto inundava a buceta dela com o esperma dele pela segunda vez. Foi naquele dia. Ele disparou a carga bem fundo dentro dela. Sabia que ia engravidá-la e simplesmente não ligava. Ficaram deitados juntos no chão da cozinha, completamente exaustos e cobertos de suor. “Bruno…” ela disse, se aproximando e apertando a mão dele. “Eu quis dizer o que falei. Te amo.” “Anais…” ele interrompeu. “Só cala a boca um minuto… por favor. Tudo isso começou como… era sobre a Eva, mas… agora é sobre você. Sei que fico repetindo isso, mas acho que você não acredita em mim. Eu te desejo. Eu te quero. Quero ficar com você. Quero fazer o jantar pra você toda noite e deixar tudo pronto quando você chegar em casa. Adoro que você foi tão direta agora há pouco, me mandando fazer o quê. Porra, adorei isso.” “Seus pais… minha esposa… sou velho o bastante pra ser seu pai.” “Eu tenho 40!!! E você é uma moça de menos de 20??” “Eu gosto de homens mais velhos, seu bobo”, ela riu. Os peitos dela balançaram quando riu. Foi hipnotizante. “Vou passar umas duas semanas com a minha mãe… visitar minha avó, mas quero que você saiba que vou pensar em você todos os dias e que vou te amar pra caralho quando voltar. Me promete que ainda vai estar aqui pra mim. Não deixa a Eva virar você contra mim.” “Anais… é que eu não sei”, ele disse. Ele realmente não sabia o que fazer. Com certeza estava com tesão por essa garota nova. As palavras dela pareciam juvenis, quase como um diálogo de filme adolescente. Quando ela falava assim com ele, ele sempre imaginava que estava num daqueles filmes. Aí tentou imaginar como seria voltar pra casa e encontrar um rosto sorridente pela primeira vez. Imaginou como seria ter aqueles peitões enormes esperando por ele na cama à noite. Imaginou como seria estar com uma mulher que realmente queria ter filhos. A mente dele estava totalmente fodida, pensou. “Vamos conversar quando você voltar”, ele disse simplesmente. “Tá bom, então.” Ela passou o braço e a perna por cima dele e beijou a bochecha dele. “Só lembra que alguém te ama de verdade.” Bruno ficou deitado no o duro chão de linóleo quando ela se levantou e inspecionou o vestido. "Você me deve outra", ela riu e depois subiu as escadas. Ele ouviu o chuveiro abrir. "É como se ela fosse a dona do lugar", pensou. Todo tipo de pensamentos loucos giravam na cabeça dele. Ele estava tão absorto nos pensamentos que não a ouviu descer de novo. "Não vou te ver amanhã. A gente vai embora cedo. Te mando um e-mail se tiver chance." Ele sentou e olhou pra ela. "Você não sabe meu e-mail e a gente dividiu..." "Sei. Tenho seu e-mail do trabalho. Peguei quando estava no seu escritório." Ela estava usando uma das saias brancas da esposa dele e uma camisa preta. A saia caía perfeitamente nela. Onde a Evangelina tinha todo o peso nos quadris, a Anais tinha naquela bunda redonda maravilhosa. O resultado final é que ficou perfeita nela. A camiseta já era outra história. A Sra. Muguerza usou por muito tempo, mas por causa do peitão da guria, deixava a barriga lisa de fora. Pra ele, parecia incrível, quase obsceno. "São da minha esposa", ele protestou. "Sim. Sei que são meus, querido", ela provocou, dando um sorrisinho safado. "Tá bom... a gente conversa quando você voltar, mas seus pais... quero dizer... você não pode ir pra casa assim! Você... você..." "Chama peito, Bruno", ela disse. "Não se preocupa, achei um moletom grande pra me cobrir." Ela tava com um dos moletons do Bruno, com o logo da universidade na frente. Ele tinha esquecido que tinha aquilo. "Vai me lembrar de você enquanto eu não tiver por perto." Depois ela foi embora. Bruno ficou sentado, pelado, no chão da cozinha por um tempo, e aí bateu fome, foi atrás de uma calça de moletom e uma camiseta e pediu uma pizza. A esposa dele chegou em casa na manhã seguinte, exatamente como prometeu, sem desconfiar de nada. Diferente da Anais, que sempre tinha algo legal pra falar pra ele, a Evangelina parecia reclamar o dia inteiro. Conforme a noite chegava, Bruno estava trabalhando em tava no quintal, arrumando umas tranqueiras, quando a Evangelina botou a cara. “O que você derramou no chão da cozinha? Tá tudo grudento pra caralho.” “Sou eu e os fluidos da Anais, amor”, ele falou baixinho, depois que ela já tinha voltado pra dentro. Ele se cagou de rir do absurdo da situação. A Evangelina botou a cara de novo no quintal e ele teve que segurar umas risadinhas, fingindo que tava tossindo e pigarreando...
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