Olá, amigos do Poringa! Esse tempo de quarentena me deu na telha de relembrar e quero compartilhar com vocês essa experiência excitante.
Antes de começar, vou situar vocês: na época, eu era namorado de uma mina 4 anos mais nova que eu, nos conhecemos na faculdade e com ela fiz e aconteci (vão ter relatos com ela). Ela é uma mulher baixinha, cabelo castanho, peitos pequenos, corpo normal e o melhor atributo dela é a bunda, grande junto com um quadril largo — o que chamamos no meu país de uma "chaparra big booty". A irmã é diferente, bem mais alta que ela, mas não tanto, magra também, com umas pernas enormes e uma bunda boa também, e principalmente uns peitões, porque ela acabou de ter o segundo filho. Por causa do nascimento, decidimos visitá-la pra dar uma mão com a filha mais velha e o bebê novo, além das tarefas de casa, já que o marido trabalha mais de 8 horas por dia, saía de madrugada e só voltava à noite. A casa é bem longe da nossa área, umas duas horas de viagem sem trânsito. Dá pra ir e voltar no mesmo dia, mas como não visitávamos tão seguido, aproveitávamos pra ficar uns dias e passar mais tempo com ela e a família.
Os dias foram passando normal, fazendo serviços de casa. Nunca tinha visto minha cunhada com um olhar sexual, mas ver ela com os peitos enormes e meio pouca roupa por causa do calor e da intimidade já tinha despertado desejos sexuais por ela. Nesses dias, o calor tava forte demais, e era normal a gente se encontrar na sala vendo filme ou jogando videogame. Como de costume, minha cunhada amamentava o bebê e se cobria com um cobertor. Minha namorada perguntou por que ela fazia aquilo, já que tava muito calor e o menino podia sufocar ou algo assim. Aí minha namorada disse: "É que ele tá..." (se referindo a mim) "e fico com vergonha dele ver e saber o que pensa". Eu só escutando, sem olhar, falei: "Isso é normal, é pra alimentar o bebê, e qualquer coisa, quando... vai fazer, me avisa que eu olho pro outro lado, falei isso tão natural e meio sem graça, não encara com malícia nem nada, ela só falou "tá bom" meio envergonhada.
Os dias passaram quentes como sempre, minha cunhada já tava mais à vontade e, quando menos esperava, tirava o peito pra amamentar a bebê, eu só virava pro outro lado, mas era impressionante ver um peitão daquele tão perto de mim. Por causa do calor, subi pra tomar banho, o banheiro ficava do lado do quarto da minha cunhada. Quando subi e tava na frente do banheiro, a filha mais velha abre a porta e vejo minha cunhada secando as pernas, consegui ver ela por uns segundos de calcinha e sutiã, ela só me olhou, riu e mandou a filha fechar a porta. Eu só ri e entrei no banheiro. Quando comecei a me despir, percebi que tava com uma ereção, minha cunhada, sem querer, tinha me provocado. Ao ver ela de lingerie, decidi esfriar essa tesão com água fria. Quando ia largar minha roupa no chão, vejo que tinha outra roupa e uma coisa branca saindo. Minha surpresa foi enorme: uma microtanga era o que eu via, e era a tanga da minha cunhada. Não podia acreditar, a puta tinha acabado de parir e já tava usando fio dental como uma grande vagabunda. Peguei ela e, rapidamente consumido pela luxúria, levei ao meu rosto, queria sentir o cheiro dela, mesmo que fosse assim, da minha cunhada, que tinha me provocado essa excitação e esses desejos. O cheiro era maravilhoso, muito mais forte que o da minha namorada. A pica tava prestes a explodir, comecei a me masturbar. Quando saí do banheiro, decidi pegar a tanga e levar de lembrança.
O resto do dia foi normal, jantamos todos juntos e se despediram. Minha cunhada, o marido e os filhos dormem no segundo andar, igual minha namorada. Eu dormia na sala, no sofá. Com minha namorada, depois que eles se despediam, a gente aproveitava pra ver um pouco de TV, procurar algum filme de terror ou algo assim, mas na real o que a gente fazia era aproveitar que tava sozinho e... começamos a nos beijar de um jeito bem ousado e eu aproveitava pra passar a mão nela toda, não chegávamos muito longe porque minha namorada tinha medo de alguém nos ver, então, feito uma provocadora, ela me deixava todo excitado e com o pau bem inchado, mas não queria arriscar mais. Ela se despediu de mim, arrumei as coisas no sofá e me preparei pra dormir. Eu tava muito desconfortável, meu pau tava duro demais. Decidi bater uma punheta, e entre minhas coisas, peguei a calcinha fio dental da minha cunhada. A excitação era enorme, nem sei quanto tempo passou quando ouvi uns passos no andar de cima. Parei, guardei a calcinha nas minhas coisas e tentei dormir. Depois de um tempo, ouvi passos descendo as escadas. Alguém foi pra cozinha, não liguei e tentei dormir, mas o barulho continuava. Agora a luz da cozinha tava acesa e dava pra ouvir movimentos, como se alguém procurasse alguma coisa. Depois de um tempo, não ouvi mais nada, mas a luz continuava acesa. Achei que tinha dormido por um momento e não ouvi quando alguém saiu, então levantei e fui devagar até a cozinha pra apagar a luz. Quando cheguei, só dava pra ver, no meio da cozinha, as costas de um corpo. As costas estavam descobertas até os ombros, a blusa meio arregaçada. Caminhei um pouco mais e, devagar, ela se virou. Era minha cunhada, com os peitos totalmente de fora. Eram enormes. Ela me viu, sorriu um pouco e disse:
— Não conseguia dormir, tô com muita dor, preciso tirar o leite. Te acordei?
— Não se preocupa. Tá doendo muito?
— Sim, e me desculpa você me ver assim, mas já somos adultos e é normal.
— Sim, sem problema. E o que você vai fazer com isso?
— Quero tirar o leite, mas dói quando eu faço sozinha, não tenho coragem porque sinto mais dor. Você me ajuda?
— Bom, e como eu ajudo?
— Pega essa bombinha e aperta, isso vai tirar o leite. E mesmo que eu faça careta, continua, por favor.
Peguei o aparelho e fiquei apertando. Ela fazia caretas de dor e, ao mesmo tempo, de prazer. O aparelho se mexia... Pouco depois, pra ter estabilidade, coloquei minha outra mão no ombro dela. Ela não se importou nem um pouco e continuei. A cada sucção do aparelho, ela fazia caretas. Isso começou a me excitar. Continuei por um momento, parece que ela se aqueceu quando apertou meu braço. Eu só olhava pra cara de prazer dela, aquelas sucções estavam matando ela. Terminei de tirar o leite dela. Ela me explicou como tirar o aparelho e colocar no outro seio. Ela curtia o momento, dava pra ver na cara dela como a via como uma puta oferecida. Peguei minha mão e apoiei no seio dela enquanto no outro eu colocava o aparelho. Ela não dizia nada, só vi como ela relaxou. Me segurou pela cintura e comecei a chupar ela. Com a outra mão, apertava o seio dela. Ela só mordeu o lábio e soltou um gemido baixinho. Começou a chupar, enquanto eu tocava o seio dela, o leite começava a escorrer pela minha mão. Ela só me puxava mais pra perto dela. A sucção terminou, ela pegou o aparelho, tirou do seio e guardou na geladeira. Eu só fiquei olhando, com leite nas duas mãos. Ela se virou pra mim, se aproximou e disse:
— Valeu por ajudar com o leite.
— Imagina, serviu?
— Sim, só que você se sujou.
— Sem problema, é só lavar e pronto.
— Mas percebeu que faltou algo?
— Faltou o quê?
— Tirar o leite daqui!
Nessa hora, ela colocou a mão no meu pau, que tava durasso e marcando na minha pijama. Ela, com uma cara de puta, olhou pro volume da calça e, com a outra mão, puxou minha pijama junto com a cueca de uma vez. Meu pau saltou pra fora e ficou ereto na frente dela. Só vi ela se ajoelhar, pegar ele com a mão e aproximar os lábios. Começou a beijar e lamber. A sensação era deliciosa, mas principalmente a vista: ver minha cunhada me chupando de peitos de fora era a glória. Verdade seja dita, ela chupava melhor que a irmã, dava pra ver que tinha mais experiência. Alternava entre lamber e me masturbar. Eu não acreditava no que tava rolando. A cada movimento que ela fazia, os peitões balançavam. A técnica que ela usava me Ela tremia, mas o que mais me excitava era ver ela naquela posição de puta, toda entregue pra mim. A experiência dela cobrou seu preço, minha porra não demorou a jorrar e acabei gozando parte no queixo e peito dela. Não planejei aquilo, ela só olhou nos meus olhos, sorriu e disse:
— Parece que você tava com muita porra, né?
— É, parece.
— Acho que minha irmã não faz isso com você com frequência, né?
— Na verdade, não.
— Eu gostei muito.
Naquele momento, ela pegou meu pau que já começava a perder a ereção, deu umas lambidas pra limpar o pouco de sêmen que restava, depois me deu um beijo carinhoso na ponta. Pediu pra eu tirar minha cueca. Não entendi pra quê, mas quando entreguei, ela virou do avesso, levou ao rosto e limpou a porra que tinha no queixo. Depois fez o mesmo no peito, que tinha uma mistura de sêmen e leite materno. Fiquei olhando aquela cena meio confuso. Ela terminou de se limpar, dobrou minha cueca e me devolveu. Eu ainda estava com cara de espanto. Ela se levantou, não disse nada. Só pude vê-la com os peitos de fora, esticou a calça do pijama pra enfiar a outra perna, começou a se masturbar por cima da calcinha, virou de costas pra mim, se abaixou um pouco e começou a descer o pijama, deixando a bunda à mostra. Em seguida, começou a descer a calcinha, que era uma tanga parecida com a que eu já tinha na mão, deixando na minha frente a bunda aberta, o cu fechado e a buceta brilhando de tanto fluido que ela tava soltando. Quando as duas peças estavam nos tornozelos, ela tirou, vestiu o pijama de novo, se virou, pegou a tanga, dobrou, levou ao nariz pra cheirar e colocou na minha mão livre. No mesmo instante, pegou minha cueca, levou ao nariz, fez a mesma coisa e só disse: "AGORA TAMOS IGUAIS". Isso me excitou pra caralho. Depois disso, ela confessou:
— Quando você veio da outra vez, deixou uma cueca usada. Eu achei e sabia que não era do meu marido. Cheirei e a... Verdade, fico excitadíssima por isso, queria te provar
- E agora, o que você vai fazer com essa que você tem?
- Cheirar ela quando eu estiver excitada pra lembrar, e espero que você faça o mesmo com a que eu te dei?
- Pra isso, seria melhor eu provar direto
- Já é tarde, temos que descansar
Com isso, ela cortou a conversa, só se despediu de mim com um beijo na bochecha e um aperto na piroca.
Espero que ela tenha gostado, isso deu início a outras aventuras que vou contar mais pra frente. Aguardo seus comentários e recomendações.
Antes de começar, vou situar vocês: na época, eu era namorado de uma mina 4 anos mais nova que eu, nos conhecemos na faculdade e com ela fiz e aconteci (vão ter relatos com ela). Ela é uma mulher baixinha, cabelo castanho, peitos pequenos, corpo normal e o melhor atributo dela é a bunda, grande junto com um quadril largo — o que chamamos no meu país de uma "chaparra big booty". A irmã é diferente, bem mais alta que ela, mas não tanto, magra também, com umas pernas enormes e uma bunda boa também, e principalmente uns peitões, porque ela acabou de ter o segundo filho. Por causa do nascimento, decidimos visitá-la pra dar uma mão com a filha mais velha e o bebê novo, além das tarefas de casa, já que o marido trabalha mais de 8 horas por dia, saía de madrugada e só voltava à noite. A casa é bem longe da nossa área, umas duas horas de viagem sem trânsito. Dá pra ir e voltar no mesmo dia, mas como não visitávamos tão seguido, aproveitávamos pra ficar uns dias e passar mais tempo com ela e a família.
Os dias foram passando normal, fazendo serviços de casa. Nunca tinha visto minha cunhada com um olhar sexual, mas ver ela com os peitos enormes e meio pouca roupa por causa do calor e da intimidade já tinha despertado desejos sexuais por ela. Nesses dias, o calor tava forte demais, e era normal a gente se encontrar na sala vendo filme ou jogando videogame. Como de costume, minha cunhada amamentava o bebê e se cobria com um cobertor. Minha namorada perguntou por que ela fazia aquilo, já que tava muito calor e o menino podia sufocar ou algo assim. Aí minha namorada disse: "É que ele tá..." (se referindo a mim) "e fico com vergonha dele ver e saber o que pensa". Eu só escutando, sem olhar, falei: "Isso é normal, é pra alimentar o bebê, e qualquer coisa, quando... vai fazer, me avisa que eu olho pro outro lado, falei isso tão natural e meio sem graça, não encara com malícia nem nada, ela só falou "tá bom" meio envergonhada.
Os dias passaram quentes como sempre, minha cunhada já tava mais à vontade e, quando menos esperava, tirava o peito pra amamentar a bebê, eu só virava pro outro lado, mas era impressionante ver um peitão daquele tão perto de mim. Por causa do calor, subi pra tomar banho, o banheiro ficava do lado do quarto da minha cunhada. Quando subi e tava na frente do banheiro, a filha mais velha abre a porta e vejo minha cunhada secando as pernas, consegui ver ela por uns segundos de calcinha e sutiã, ela só me olhou, riu e mandou a filha fechar a porta. Eu só ri e entrei no banheiro. Quando comecei a me despir, percebi que tava com uma ereção, minha cunhada, sem querer, tinha me provocado. Ao ver ela de lingerie, decidi esfriar essa tesão com água fria. Quando ia largar minha roupa no chão, vejo que tinha outra roupa e uma coisa branca saindo. Minha surpresa foi enorme: uma microtanga era o que eu via, e era a tanga da minha cunhada. Não podia acreditar, a puta tinha acabado de parir e já tava usando fio dental como uma grande vagabunda. Peguei ela e, rapidamente consumido pela luxúria, levei ao meu rosto, queria sentir o cheiro dela, mesmo que fosse assim, da minha cunhada, que tinha me provocado essa excitação e esses desejos. O cheiro era maravilhoso, muito mais forte que o da minha namorada. A pica tava prestes a explodir, comecei a me masturbar. Quando saí do banheiro, decidi pegar a tanga e levar de lembrança.
O resto do dia foi normal, jantamos todos juntos e se despediram. Minha cunhada, o marido e os filhos dormem no segundo andar, igual minha namorada. Eu dormia na sala, no sofá. Com minha namorada, depois que eles se despediam, a gente aproveitava pra ver um pouco de TV, procurar algum filme de terror ou algo assim, mas na real o que a gente fazia era aproveitar que tava sozinho e... começamos a nos beijar de um jeito bem ousado e eu aproveitava pra passar a mão nela toda, não chegávamos muito longe porque minha namorada tinha medo de alguém nos ver, então, feito uma provocadora, ela me deixava todo excitado e com o pau bem inchado, mas não queria arriscar mais. Ela se despediu de mim, arrumei as coisas no sofá e me preparei pra dormir. Eu tava muito desconfortável, meu pau tava duro demais. Decidi bater uma punheta, e entre minhas coisas, peguei a calcinha fio dental da minha cunhada. A excitação era enorme, nem sei quanto tempo passou quando ouvi uns passos no andar de cima. Parei, guardei a calcinha nas minhas coisas e tentei dormir. Depois de um tempo, ouvi passos descendo as escadas. Alguém foi pra cozinha, não liguei e tentei dormir, mas o barulho continuava. Agora a luz da cozinha tava acesa e dava pra ouvir movimentos, como se alguém procurasse alguma coisa. Depois de um tempo, não ouvi mais nada, mas a luz continuava acesa. Achei que tinha dormido por um momento e não ouvi quando alguém saiu, então levantei e fui devagar até a cozinha pra apagar a luz. Quando cheguei, só dava pra ver, no meio da cozinha, as costas de um corpo. As costas estavam descobertas até os ombros, a blusa meio arregaçada. Caminhei um pouco mais e, devagar, ela se virou. Era minha cunhada, com os peitos totalmente de fora. Eram enormes. Ela me viu, sorriu um pouco e disse:
— Não conseguia dormir, tô com muita dor, preciso tirar o leite. Te acordei?
— Não se preocupa. Tá doendo muito?
— Sim, e me desculpa você me ver assim, mas já somos adultos e é normal.
— Sim, sem problema. E o que você vai fazer com isso?
— Quero tirar o leite, mas dói quando eu faço sozinha, não tenho coragem porque sinto mais dor. Você me ajuda?
— Bom, e como eu ajudo?
— Pega essa bombinha e aperta, isso vai tirar o leite. E mesmo que eu faça careta, continua, por favor.
Peguei o aparelho e fiquei apertando. Ela fazia caretas de dor e, ao mesmo tempo, de prazer. O aparelho se mexia... Pouco depois, pra ter estabilidade, coloquei minha outra mão no ombro dela. Ela não se importou nem um pouco e continuei. A cada sucção do aparelho, ela fazia caretas. Isso começou a me excitar. Continuei por um momento, parece que ela se aqueceu quando apertou meu braço. Eu só olhava pra cara de prazer dela, aquelas sucções estavam matando ela. Terminei de tirar o leite dela. Ela me explicou como tirar o aparelho e colocar no outro seio. Ela curtia o momento, dava pra ver na cara dela como a via como uma puta oferecida. Peguei minha mão e apoiei no seio dela enquanto no outro eu colocava o aparelho. Ela não dizia nada, só vi como ela relaxou. Me segurou pela cintura e comecei a chupar ela. Com a outra mão, apertava o seio dela. Ela só mordeu o lábio e soltou um gemido baixinho. Começou a chupar, enquanto eu tocava o seio dela, o leite começava a escorrer pela minha mão. Ela só me puxava mais pra perto dela. A sucção terminou, ela pegou o aparelho, tirou do seio e guardou na geladeira. Eu só fiquei olhando, com leite nas duas mãos. Ela se virou pra mim, se aproximou e disse:
— Valeu por ajudar com o leite.
— Imagina, serviu?
— Sim, só que você se sujou.
— Sem problema, é só lavar e pronto.
— Mas percebeu que faltou algo?
— Faltou o quê?
— Tirar o leite daqui!
Nessa hora, ela colocou a mão no meu pau, que tava durasso e marcando na minha pijama. Ela, com uma cara de puta, olhou pro volume da calça e, com a outra mão, puxou minha pijama junto com a cueca de uma vez. Meu pau saltou pra fora e ficou ereto na frente dela. Só vi ela se ajoelhar, pegar ele com a mão e aproximar os lábios. Começou a beijar e lamber. A sensação era deliciosa, mas principalmente a vista: ver minha cunhada me chupando de peitos de fora era a glória. Verdade seja dita, ela chupava melhor que a irmã, dava pra ver que tinha mais experiência. Alternava entre lamber e me masturbar. Eu não acreditava no que tava rolando. A cada movimento que ela fazia, os peitões balançavam. A técnica que ela usava me Ela tremia, mas o que mais me excitava era ver ela naquela posição de puta, toda entregue pra mim. A experiência dela cobrou seu preço, minha porra não demorou a jorrar e acabei gozando parte no queixo e peito dela. Não planejei aquilo, ela só olhou nos meus olhos, sorriu e disse:
— Parece que você tava com muita porra, né?
— É, parece.
— Acho que minha irmã não faz isso com você com frequência, né?
— Na verdade, não.
— Eu gostei muito.
Naquele momento, ela pegou meu pau que já começava a perder a ereção, deu umas lambidas pra limpar o pouco de sêmen que restava, depois me deu um beijo carinhoso na ponta. Pediu pra eu tirar minha cueca. Não entendi pra quê, mas quando entreguei, ela virou do avesso, levou ao rosto e limpou a porra que tinha no queixo. Depois fez o mesmo no peito, que tinha uma mistura de sêmen e leite materno. Fiquei olhando aquela cena meio confuso. Ela terminou de se limpar, dobrou minha cueca e me devolveu. Eu ainda estava com cara de espanto. Ela se levantou, não disse nada. Só pude vê-la com os peitos de fora, esticou a calça do pijama pra enfiar a outra perna, começou a se masturbar por cima da calcinha, virou de costas pra mim, se abaixou um pouco e começou a descer o pijama, deixando a bunda à mostra. Em seguida, começou a descer a calcinha, que era uma tanga parecida com a que eu já tinha na mão, deixando na minha frente a bunda aberta, o cu fechado e a buceta brilhando de tanto fluido que ela tava soltando. Quando as duas peças estavam nos tornozelos, ela tirou, vestiu o pijama de novo, se virou, pegou a tanga, dobrou, levou ao nariz pra cheirar e colocou na minha mão livre. No mesmo instante, pegou minha cueca, levou ao nariz, fez a mesma coisa e só disse: "AGORA TAMOS IGUAIS". Isso me excitou pra caralho. Depois disso, ela confessou:
— Quando você veio da outra vez, deixou uma cueca usada. Eu achei e sabia que não era do meu marido. Cheirei e a... Verdade, fico excitadíssima por isso, queria te provar
- E agora, o que você vai fazer com essa que você tem?
- Cheirar ela quando eu estiver excitada pra lembrar, e espero que você faça o mesmo com a que eu te dei?
- Pra isso, seria melhor eu provar direto
- Já é tarde, temos que descansar
Com isso, ela cortou a conversa, só se despediu de mim com um beijo na bochecha e um aperto na piroca.
Espero que ela tenha gostado, isso deu início a outras aventuras que vou contar mais pra frente. Aguardo seus comentários e recomendações.
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