Vou contar como foi a primeira vez que me arrombaram o cu, adivinha quem? Pois é... Meu primo (como sinto falta dele). Já tinha tentado muitas e muitas vezes antes com meus namoradinhos, mas nunca conseguia, doía demais, nem sequer conseguiam colocar a pontinha e eu não aguentava mais e parava. E com meu primo não foi diferente (até na nossa primeira vez ele tentou... nada bobo) e eu, pra ser sincera, tava MORRENDO de vontade de ser arrombada, a gente falava muito sobre isso e eu sempre me molhava toda, mas tentávamos e não dava. Então tivemos que planejar direitinho, ele comprou muito lubrificante, vários tipos de plugs anais e essas coisas. — Beleza, princesa, hoje não vou penetrar essa sua buceta, tudo vai ser anal. E ele cumpriu. Primeiro a gente tomou banho juntos no chuveiro, o pau dele sempre duro, a gente se beijava enquanto ele ensaboava meu corpo inteiro, os peitos, a bunda e a bucetinha, ensaboou meu cu e com todo aquele sabão enfiou o dedo no meu cuzinho, doeu mas era uma delícia. Saímos pra cama e ele beijou meu corpo todo, chupou minha buceta até eu gozar, adoro quando ele brinca com meu clitóris com a língua e chupa tudo, percorria meu corpo com a língua, mordia meus mamilos e meu pescoço, e eu sentia o pau dele duro empurrando a entrada da minha buceta, minha buceta tava inchada, molhadíssima e implorando por pau, mas ele cumpriu a palavra até o fim e não me penetrou. Me colocou de quatro — Pronta, bebê? Vou chupar sua bunda. — Sim, vai fundo, gostoso. Ele me deu umas boas lambidas na minha buceta e eu sentia a respiração dele cada vez mais perto do meu cu, sem mais nem menos senti a língua dele passando por todo o meu cuzinho e eu me arrepiei, aquela lambida foi como o paraíso, gostoso pra caralho, ele começou a comer meu cu como se estivesse morrendo de fome, só dava umas pausinhas de vez em quando pra respirar e continuava, enquanto com as mãos abria forte minhas nádegas e eu me acariciava o clitóris, sentia a bucetinha explodir, tudo muito quente, isso me fez... Gozar de novo, ele sentiu meu orgasmo na língua dele — Parece que você tá pronta, meu amor. Ele colocou um pouco de lubrificante nos dedos e começou a acariciar em círculos meu cuzinho, e eu continuava pulsando, tava MESMO precisando de uma rola dentro. Enfiou um dedinho no meu cu e eu senti dor, mas já era mínima, o prazer tava ganhando espaço. Ele acariciava minha buceta e eu, com as mãos, tocava meu corpo. Dos plugs que ele trouxe, eu escolhi pra começar o menorzinho, daqueles que têm um diamante na base e são lindos. Ele pegou, encheu de lubrificante e começou a brincar com ele no meu cu. Tudo que ele fazia era cada vez melhor, ele fez um puta trabalho me dilatando, enfiou devagarzinho e com movimentos bem suaves. A parte mais grossa do plug doeu, mas o resto entrou bem mais fácil — Nossa, ficou lindo em você. Ele tirou umas fotos minhas, mas essas tão com ele... 😒 Eu continuei de quatro, tremendo de prazer, finalmente me sentia preenchida, mas ainda implorando pela rola dele. Ele passou na minha frente pra eu dar um boquete gostoso, e ali eu tava na mão dele, com o cu bem aberto e a rola na garganta. Deixei toda babada — Cospe bem, porque de agora em diante o único lubrificante que você vai ter é sua saliva. Fiquei um tempão ali, dando o meu melhor, porque queria muito que ficasse bem molhada e não doesse tanto. Já com a máscara borrada, ele puxou meu cabelo e me deu um tapa — CALA A BOCA, VADIA, toda a porra vai dentro do seu cu, não me faz gozar. Ele passou de novo por trás de mim e enfiou dois dedos na minha buceta enquanto mexia o plug, e com movimentos circulares e deliciosos, tirou ele. — Ai, priminha, você ainda tá muito apertada, mas fazer o quê, não dá mais pra esperar. Senti ele encostar a cabeça da rola na entrada do meu cu e começar a empurrar. E sim, mesmo que não tenha doído tanto quanto as outras tentativas, ainda senti uma dor forte. Pedi pra ele colocar o plug de novo e a gente ir avançando com os outros maiores aos poucos. — Não. Piranha, já era pra você, eu não aguento mais. E ele continuou empurrando o pau dele dentro de mim, começou a doer cada vez mais, e o prazer que eu senti momentos antes se transformava em dor, sentia ele abrindo meu cu à força e rasgando devagar, mas eu tava decidida a aguentar, então só gemia, reclamava e respirava fundo enquanto ele continuava avançando. — Não, Héctor, de verdade, já chega, tá doendo muito — Já tá tudo dentro, meu amor, você conseguiu, calma. As palavras dele foram um alívio pra mim, doeu pra caralho, mas eu tinha conseguido e sentia que no final aguentei tudo e não tava tão ruim assim. Nessa altura, eu já tava deitada de vez na cama, com o peito e o rosto no travesseiro e a bunda bem empinada. Aos poucos fui me levantando, e ele esperou pacientemente dentro de mim, segurou firme minha cintura com as mãos e, num movimento só, me meteu. AAAHHH, eu soltei um grito de dor e me joguei de novo na cama. NÃO TAVA TODA DENTRO. Ele mentiu pra mim, senti a cabeça dele me partindo ao meio, senti dor em todos os sentidos, até pensei que ia desmaiar. Depois daquele grito, não consegui fazer nenhum som, fiquei travada de boca aberta, mal conseguia respirar, e só saíam lágrimas de dor dos meus olhos. O que ele fez? Só deu uma risadinha e nada mais... Deixou eu respirar uns segundos e mais uma metida, que me fez recuperar o fôlego. — Não, por favor, já chega, tira ele, não aguento mais — Você aguenta, meu amor, respira. Outra metida, outro grito. — Já, já, por favor, eu imploro, tira, tira, não aguento mais — Não, piranha, você queria que seu macho te partisse no meio, agora aguenta. Eu, com minhas mãozinhas, tentava empurrar ele pra trás, batia nas pernas dele, não conseguia me mexer, qualquer movimento que eu fazia doía demais, não pude fazer nada. E mais uma metida. Nesse ponto, eu sabia que não ia conseguir parar ele, então tentei respirar e me acalmar um pouco. — Ok, ok... Tá bom, mas me dá um segundo pra respirar, por favor. —(outra risadinha) Com dor no corpo todo, partida ao meio, respirei e comecei a perceber o que meu corpo sentia. Ele começou a mexer minha bunda em círculos pequenos, ainda doía, mas não tava mais me empurrando e já era lucro. A dor começou a virar prazer de novo, quanto mais eu me mexia, mais gostoso ficava e mais puta e entregue eu me sentia. Consegui me levantar até ficar quase sentada no pau dele, e ele começou a beijar meu pescoço e minhas costas, do jeito que eu amo, enquanto eu continuava mexendo minha cintura em círculos cada vez maiores. Aí eu saí um pouco e ele me segurou firme pela cintura pra não deixar eu sair, mas eu só queria começar a dar umas sentadinhas no pau dele, e ele deixou. Começou a ficar cada vez mais gostoso, a dor nunca foi embora, mas já tava uma delícia. De novo, bem bruto, ele empurrou minha cabeça no travesseiro. — Agora sim, cê tá pronta, priminha. E ele começou de novo com as estocadas, agora mais rápidas e fortes. Sim, ainda doíam, mas eu já me sentia bem puta e, como a puta que sou, aguentei e comecei a me masturbar. — Cê tá bem apertadinha, meu amor, cê é uma puta anal. — Sim, meu macho, sou sua puta anal. — Grita! — SOU SUA PUTA ANAL. E senti algo inexplicável, o pau dele explodindo e deixando todo o leite dentro de mim, a cabeça pulsando e ficando cada vez maior, as mãos dele abrindo minhas nádegas e eu acariciando meu clitóris. — Não sai, vou gozar 🤤 — Goza, minha puta anal. Que gostoso seu orgasmo. Ele tirou o pau e jogou todo o leite quente dele, que escorria pela minha buceta. Eu tava morta, com o cu arrombado, os olhos vermelhos de tanto chorar. Ele me deitou bem na cama e se deitou do meu lado, atrás de mim, enquanto acariciava meus peitos e beijava minhas costas, enquanto eu recuperava o fôlego. — Tô orgulhoso de você, priminha, cê é uma puta anal. Nos dias seguintes, ainda doía a bunda. Foi uma Experiência muito dolorosa, mas EU ADOREI e claro que repetimos várias vezes depois, e todas essas vezes doeu, mas eu acabo aproveitando ao máximo.



9 comentários - Cómo perdí mi virginidad anal?🔥🔥🔥